“Gaitas, Mantas e Chouriças” é o nome da peça de teatro apresentada, esta quarta-feira, 9 de março, aos alunos do primeiro ciclo do agrupamento de Escolas de Campo Maior, no Centro Cultural.
Uma sessão divertida e que teve como objetivo retratar três lendas: “A Gaita Mágica”, “Os Três Irmãos” e “Chovem Chouriças”.
Uma das atrizes da companhia Teatro à Solta, Jaqueline Mota, foi a juíza deste espetáculo, com o objetivo de fazer com que as restantes personagens tenham respeito pelo tribunal, algo que como revela, não é tarefa fácil. “É uma personagem diferente, com um lugar sério, e tenta fazer com que as pessoas tenham respeito pelo tribunal, algo que não têm muito, mas ela consegue conduzir e entender, em cada caso e em cada lenda, quem de facto tem razão, mas é um pouco complicado, e todo o espetáculo é uma nova tentativa”.
A atriz destaca o facto de os alunos de Campo Maior serem “muito diferentes, recetivos e atentos às peças apresentadas”, o que a seu ver demonstra que “estão habituados a assistir a espetáculos culturais, o que é muito bom”.
Já Cristóvão Carvalheiro tem três personagens: o gaiteiro, um dos irmãos e um aldeão. “Como é a mistura de três contos, acontecem muitas coisas e, sou uma das pessoas que tentar destruir a parte séria da juíza”, revela o ator.
Tânia Catarino representa também três personagens: a mãe da juíza, que é caricata, uma das irmãs e a mulher do aldeão, que fala muito, e revela que em todos os espetáculos, “há ma componente de comédia, tentando chegar a todos os públicos e que, estes, se identifiquem com o que fazemos e que não achem que vir ao teatro é uma seca, queremos sempre que eles se divirtam muito”.
O ator Marco Paiva, nesta peça, é vendedor de loiça, pai de três irmãos e um homem rico, e garante que é ele “o causador dos interrogatórios no tribunal, que leva a que os miúdos muitas vezes não gostem da minha personagem”, considerando que esta peça demonstra às crianças que “é necessário usar a criatividade para criar novas coisas e não estarem presos ao que foi dito e ir ao teatro é fazer parte integrante da peça”.
Já a vereadora na Câmara de Campo Maior, São Silveirinha, refere que “é importante formar as crianças e jovens para este tipo de dinâmicas educá-las pela arte”, daí o público estar incluído no mês do teatro.
Quanto à peça, a vereadora refere que “está de acordo com os programas curriculares, pelo que juntámos uma série de questões, e assim faz todo o sentido que o público escolar esteja aqui contemplado”.
A Palestra da Mulher decorreu ao final da manhã desta terça-feira, 8 de março, no Cineteatro Municipal de Elvas e contou como oradoras, de várias áreas da sociedade.
A médica Isabel Barahona foi uma das intervenientes nesta palestra e teve como objetivo demonstrar e importância da saúde no bem-estar físico da mulher, tendo abordado algumas patologias, mais comuns no sexo feminino, como o cancro da mama, fibromialgia, síndrome depressivo e destacou “a parte preventiva que é muito importante para evitar chegar a doença, como rastreios de doenças oncológicas e de risco cardiovascular, bem como os benefícios da atividade física para controlar algumas doenças”.
Isabel Barahona garantiu ainda que “nós mulheres acabamos por tomar conta de tudo e não tomamos conta de nós, e ficamos esquecidas pelo que é importante, tanto para o nosso bem estar como para a saúde”.
Na área do desporto, a atleta Inês Henriques, campeã e recordista mundial de 50 quilómetros marcha, transmitiu a sua luta, nesta área. “A minha intenção é inspirar todas as mulheres, porque não nos devemos sentir inferiores a nada nem ninguém, e isso foi algo que a minha família me inspirou; sou filha e neta de grandes mulheres e, quando fui campeã do mundo, disse que o que eu fiz foi duro, mas o que a minha mãe faz todos os dias é mais, porque trabalha na produção de cáravo e lenha, para ter dinheiro para comer e eu faço por prazer, porque gosto”.
É igualmente importante, do ponto de vista desta atleta “demonstrar que temos muitas capacidades e não podemos deixar que nos inferiorizem e é o que tento transmitir, que devemos ser capazes e independentes”.
Já Paula Calado, vereadora da Câmara Municipal, no final da palestra, mostrou-se muito satisfeita com a programação deste Dia Internacional da Mulher, afirmando que “foi bastante positiva esta atividade, pensada pelo vereador que me desafiou a participar com a componente cultural, todos adoraram e muitos participantes nunca tinham estado nos museus e disseram que iriam voltar, para ver com mais calma”.
Quanto à palestra, a vereadora considera-a “esclarecedora” e destaca o “testemunho das atletas que foi inspirador”, considerando “interessante haver jovens do sexo masculino na plateia” o que demonstra, a seu ver, que “estamos a semear ideias de igualdade e justiça para as próximas gerações”.
Na Palestra, inserida nas comemorações do Dia da Mulher, em Elvas, foram também oradoras, a nutricionista Júlia Marques, a esteticista Vicência Restolho e a atleta de alta competição de remo Ana Acuña.
A onda de solidariedade, em torno do povo da Ucrânia, continua, sendo que, em Elvas, a Raiagrão, instalada na antiga fábrica do tomate, está também a dar o seu contributo para fazer chegar, àquele país em guerra, alguns bens fundamentais para a sobrevivência de militares e civis.
Esta campanha, revela Ana Faia, uma das responsáveis da empresa, teve início na passada sexta-feira, dia 4, decorrendo até final desta semana, com a colaboração dos Bombeiros de Elvas, até porque, garante, “toda a ajuda é precisa e quanto mais melhor”.
Até ao momento, conseguiu-se já “muito material”, sobretudo no que diz respeito a alimentos. “O que estamos a sentir mais falta é ao nível das compressas, para as feridas, comida para animais – isso há muito pouca – e roupas e fraldas para bebés”, adianta Ana Faia.
No quartel dos Bombeiros de Elvas, a Raiagrão tem um posto de entrega de bens, depois de já ter feito também ontem, 6 de março, uma recolha num dos hipermercados da cidade.
A empresa está ainda a solicitar aos seus fornecedores alguns apoios, neste caso, muito relacionados com produtos para animais. Até sexta-feira, para além da corporação elvense, os interessados em ajudar poderão fazer os seus donativos, entre as 8.30 horas e as 13 e das 15 às 19 horas, na Raiagrão.
Os bens angariados serão transportados até Évora, no final da semana, para depois rumarem à Ucrânia.
As bibliotecas de Campo Maior acolhem, até final deste mês de março, aquele que é o primeiro Festival das Leituras Floridas, que teve hoje, dia 7, o seu arranque no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, com uma apresentação oficial, tendo contado ainda com alguns momentos de leitura, música e dança, por parte dos mais pequenos.
Este, garante o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, é mais um passo para incentivar a leitura, até porque os livros são um “mundo infindável de sonhos, alegrias e de tristezas, que também temos de lidar com elas”. Defendendo sempre a leitura “até ao limite”, o diretor revela ainda que este novo evento, que vem na sequência daquela que era a antiga Semana da Leitura, resulta numa “sinergia” entre as várias instituições de ensino do concelho: o Agrupamento de Escolas, o próprio Município de Campo Maior, o Centro Educativo Alice Nabeiro e o jardim de infância “O Despertar”.
Neste festival, assegura, por sua vez o presidente da Câmara, Luís Rosinha, cultura e educação, de mãos dadas, incentivam à leitura, num mês de março com uma programação ao nível educacional “muito forte”. “Ler é fantástico, pode transportar-nos para todos os lados que nós queiramos, e a leitura vai ser, com certeza, um fator decisivo naquilo que é o sucesso escolar dos alunos”, garante o autarca.
Já o coordenador pedagógico do Centro Educativo Alice Nabeiro, Joaquim Mourato, destaca, com este arranque do festival, o regresso ao convívio e ao reencontro dos vários parceiros desta rede de bibliotecas de Campo Maior, assim como a importância da leitura como “um bem e uma ferramenta” para um “crescimento integral”. O festival, garante ainda, conta com um programa “riquíssimo”, esperando que, com isto, “o hábito da leitura se instale em cada uma das crianças”.
A sessão terminou com um momento de homenagem ao povo ucraniano, com a formação de um cordão humano, com as crianças a segurarem balões com as cores da bandeira daquele país em guerra. Para Jaime Carmona, conflitos como este que se vive na Ucrânia “deviam ficar apenas nos livros de História”. Também Luís Rosinha diz ser importante alertar os mais pequenos para situações como esta, lembrando que a guerra “nunca será solução” para nada.
A ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, foi hoje, 4 de março, a Campo Maior, assinar os contratos relativos às áreas de acolhimento empresarial de nova geração, quer de Campo Maior, quer de Beja, no âmbito do financiamento conseguido pelas duas autarquias ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Tanto para Campo Maior, como para Beja, dois de dez projetos aprovados, em todo o país, ainda que com maior incidência no interior, vão ser canalizados cerca de 15 milhões de euros, num total de 30 milhões para o Alentejo.
Para a ministra, este é um dos caminhos que o Governo tem vindo a traçar, com o objetivo de diminuir as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, adiantando que, com este investimento público, as zonas industriais serão requalificadas e dotadas de novas infraestruturas, ao nível das “comunicações 5G, de energia barata e de proteção contra incêndios”, que as áreas mais antigas não têm.
Apesar das “muitas candidaturas boas” apresentadas, apenas dez foram aprovadas. Contudo, adianta Ana Abrunhosa, no próximo quadro comunitário será dada prioridade a esses projetos e investimentos, que são “muito importantes para quebrar as assimetrias, porque dão maior competitividade às empresas e tornam o território mais atrativo para as empresas se instalaram”.
Atualmente, muitas empresas, garante a ministra, já instaladas no país, algumas delas estrangeiras, procuram “aumentar a sua produção e deslocar-se para estes territórios”. Não o fazem, diz ainda, por não haver estas condições que, dentro em breve, Campo Maior e Beja passam a ter.
De acordo com presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, este é o maior investimento, de sempre, feito no concelho, assegurando ainda que este “é um dia muito importante para Campo Maior”. Dos 15 milhões, adianta o autarca, dez estão “afetos à questão das energias renováveis, com sistemas fotovoltaicos e sistemas de armazenamento”. “Temos uma solução resiliente ativa de incêndios, que dará maior segurança aos investimentos que os empresários irão fazer, assim como àqueles que já estão na nossa zona industrial, temos a cobertura 5G, que é também um fator diferenciador sobretudo aqui no interior e que irá proporcionar a vinda de novas empresas para o nosso território”, assegura.
Através deste investimento, a zona industrial de Campo Maior vai contar com uma central fotovoltaica de sete hectares, “terrenos propriedade do município”, que irá produzir cerca de sete megawatts. Das 40 empresas já instaladas na zona industrial de Campo Maior, 24, adianta Rosinha, manifestaram interesse em vir a usufruir desta comunidade energética.
Quanto às obras a levar a cabo, revela o autarca, terão de estar prontas em 2023. Luís Rosinha diz ainda acreditar que, com este investimento, a juntar a todos os esforços de desenvolvimentos turísticos na vila, Campo Maior vai começar a atrair população jovem e qualificada.
Ricardo Pinheiro, secretário de Estado do Planeamento, diz ser muito importante que Campo Maior tenha conseguido captar este investimento, lembrando que, com isto, os empresários da região vão poder comprar energia a preços mais baixos. Outro motivo de satisfação para Ricardo Pinheiro é o projeto-piloto da construção de um eletrolisador, na zona industrial de Campo Maior.
A cerimónia de assinatura dos contratos das áreas de acolhimento empresarial de Campo Maior e de Beja, decorreu, ao final da manhã desta sexta-feira, no auditório do Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada de Campo Maior, espaço inaugurado no verão passado e dado a conhecer à ministra por Luís Rosinha, ainda antes da sessão.
Marcaram ainda presenta nesta cerimónia o secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel, a secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, o presidente da CCDR Alentejo, Ceia da Silva, os presidentes das Câmaras de Beja, Paulo Arsénio, Sousel, Manuel Valério, e Ponte de Sor, Hugo Hilário.
Depois de almoço, a comitiva teve ainda oportunidade de visitar as obras do Centro de Inteligência Competitiva de Campo Maior, na Antiga Escola da Cooperativa.
Uma onda de solidariedade para com o povo ucraniano surgiu em Campo Maior, onde a Comissão Unitária de Reformados Pensionistas e Idosos (CURPI) e também um grupo de Elvas procederam à recolha de diversos bens para enviar para a Ucrânia.
A sala de convívio da CURPI encheu-se de diversos tipos de alimentos, assim como produtos de higiene, medicamentos, roupa e ração para animais, que foram recolhidos por uma empresa que os fará chegar a Évora, e daí partirão em direção à Ucrânia.
José Pedro Caldeirão, presidente da instituição, revela que “não é por acaso que, em Campo Maior somos uma vila solidária, pelo que a CURPI entendeu por bem começar, no dia 28 de fevereiro, uma recolha de bens para enviar para a Ucrânia”, acrescentando que “todos os colaboradores se disponibilizaram para esta iniciativa, e numa causa destas, era impossível não partilharmos este gesto solidário”. A CURPI recolheu também numa das farmácias da vila, alguns medicamentos.
Já Francisco Orelhas, tesoureiro da direção, também ajudou na iniciativa e refere que “todo o povo se mobilizou, e temos a ajuda de todos, que se disponibilizaram para esta iniciativa, pelo que procedemos à separação dos diversos bens que foram entregues, e nunca pensámos que a adesão fosse tão grande”, adiantando também a colaboração da Junta de Freguesia da Expectação.
Isabel Martins foi, igualmente, uma promotora desta ação, a partir do seu estabelecimento de restauração, na vila, que já tem por hábito colaborar em ações de solidariedade. “Desde a primeira hora, quisemos tomar a iniciativa de fazer a recolha de bens, e a primeira entidade que vimos que se tinha associado foi a CURPI, associámo-nos e muitas coisas que as pessoas entregam no restaurante, trazemos para aqui”.
“O povo de Campo Maior é excecional e, quando há alguma necessidade, une-se e faz-me lembrar um pouco como se se unisse em torno das Festas do Povo, neste caso e infelizmente, não é pelas Festas do Povo, mas para ajudar um povo que está a sofrer”, acrescenta Isabel Martins.
No jardim municipal também, um grupo procedeu à recolha deste tipo de bens. Ana Nabeiro, irmã do responsável que organizou o transporte destes produtos para Évora e membro do grupo solidário de Elvas, adianta que as pessoas têm “aderido imenso” a estas ações, pelo que a seu ver em Campo Maior “correu muito bem”, principalmente na CURPI.
Esta ação, que foi lançada no grupo de Facebook Elvas solidária, refere Ana Nabeiro, foi organizada num curto espaço de tempo, mas como explica, “a população juntou-se e não estava a espera de tanta adesão”. Quanto ao povo ucraniano e toda esta solidariedade revela que é importante, uma vez que “nunca sabemos quando vamos estar numa situação daquelas, por isso temos o dever de ajudar estas pessoas que veem as vidas completamente destruídas”.
Onda de solidariedade para com o povo ucraniano, tanto na CURPI de Campo Maior, como no jardim municipal da vila, para a qual a população contribuiu em massa, com diversos tipos de bens essenciais.
Pela cidade de Elvas, assim como um pouco por todo o país, tem-se gerado uma onda de solidariedade em torno da situação da Ucrânia.
Desde associações a particulares, muitos são os que têm tentado dar o seu contributo para diminuir um pouco as necessidades dos que residem na Ucrânia e dos milhares que tiveram que deixar o país devido às invasões russas.
A APPACDM é um exemplo de solidariedade uma vez que durante a manhã de ontem, terça-feira, 1 de março, acolheu diversos bens alimentares, assim como medicamentos e roupa, de todos aqueles que quiseram ajudar, com vista a serem entregues em Évora, e daí partirá o camião em direção à Ucrânia.
Luís Mendes, presidente da instituição garante que esta uma “participação solidária”, e foi com “imensa vontade” que quiseram participar neste ato, porque segundo diz, “hoje por eles, amanhã quem sabe por nós, pelo que seriamos incapazes de ficar indiferentes perante esta situação”.
Foram muitas as pessoas que contribuíram de diversas formas, revela ainda Luís Mendes, considerando que “os materiais de primeiros socorros, assim como medicamentos, nunca são demais, porque de um momento para o outro escasseiam”.
Tivemos a oportunidade de falar com algumas pessoas que se dirigiram a esta instituição, para contribuir, nesta ação solidária. No caso de Sandra Carvalho, levou medicamentos e, emocionada, garantiu que “é tempo de ajudarmos aqueles que mais precisam”, é importante todos nos mobilizarmos para ajudar este povo, porque a situação é má para eles e se se alastra a outros países é importante todos contribuirmos, principalmente com medicação, porque é o que, neste momento, é escasso e faz falta, tanto para os que ficaram na Ucrânia, como os que já conseguiram passar a fronteira”.
Também Maria Carolina Nobre entregou na manhã de ontem alguns bens, que serão enviados para a Ucrânia, garantindo, que neste momento, ” ajudar os outros é algo muito importante e nobre nobre e faz todo o sentido”.
Na APPACDM de Elvas, encontrámos também duas crianças, que ajudaram a instituição, nesta ação solidária para com o povo ucraniano. Ambas demonstraram, aos nossos microfones, a sua tristeza, para com esta situação.
Inês Ticas explica que é preciso ajudar aqueles que, a seu ver, “sofrem na Ucrânia, principalmente as crianças!”, e afirma que o que mais a tocou foi “ver pessoas que não têm culpa, fugir de coisas que não deveriam estar a acontecer, e não podemos evitar não ajudar”.
Já Ana Margarida Mendes revela que é importante ajudar as pessoas que “tentam fugir desta guerra e não têm sitio onde ficar, é uma situação triste, há guerra e há crianças a fugir, é triste, pelo que é muito bom ajudar as pessoas que não têm culpa e tentam fugir”.
Foram entregues, entre outros bens, material de primeiros socorros, medicamentos, como paracetamol ou anti-gripe, alimentos para recém-nascidos, bem como fraldas e toalhitas, ração para animais de estimação, mantas e lençóis, garrafas de água e comidas enlatadas.
Esta manhã de terça-feira, 1 de março, pelas 11 horas, as sirenes tocaram em Elvas, durante 30 segundos, na Praça da República.
Esta foi uma forma de assinalar o Dia Internacional da Proteção Civil, mas também de demonstrar solidariedade para com os bombeiros e o povo ucraniano.
Na Praça da República estiveram os Bombeiros Voluntários de Elvas e a PSP, para assinalar este momento simbólico e, no final, a população que ali se encontrava aplaudiu este gesto, carregado de simbolismo.
Cerca de 50 crianças da Associação Gota D’arte desfilaram esta manhã de terça-feira, 1 de março, pelas ruas do centro histórico de Elvas, levando a música e animação característica do Carnaval à população.
Para Luís Rosário, presidente da associação, o objetivo foi o de assinalar esta terça-feira de Carnaval, que em outros anos, seria um dia de corso, pelo que decidiram vir até ao centro histórico, passar a manhã. Segue-se um almoço convívio e um baile, durante a tarde, nas instalações da Gota D’Arte.
“Nos anos em que falta animação é uma alegria muito grande, especialmente proporcionar às crianças e pessoas que acompanham o desfile, uma pontinha de Carnaval e esperança, numa altura em saiu uma pandemia e vivemos um problema pior”, diz o presidente da Gota D’Arte.
“Penso que o momento é de festa, mas temos de lembrar o que se passa na Ucrânia e estamos cá para ajudar no que for preciso, nesse aspeto”, relembra Luís Rosário, adiantando que “as crianças não têm culpa e merecem que, nós enquanto adultos, lhes proporcionemos estes momentos”.
O ginásio na Casa do Benfica de Elvas reabriu esta segunda-feira, 28 de fevereiro, no dia em que, o Sport Lisboa e Benfica comemora 118 anos de existência.
Manuel Claudino, presidente da Casa do Benfica de Elvas explica que a abertura do ginásio neste dia, “foi propositada, devido ao aniversário do Clube” e tendo em conta que era para ter aberto quando inauguraram as novas instalações, em julho, mas tendo em conta as restrições, devido à pandemia, tal não foi possível. Agora, revela, “com o alívio de restrições decidimos reabrir este espaço, que tem máquinas para todo o tipo de exercícios, desde cardio, musculação, elíptica, passadeiras, bicicleta, ou seja, tudo o que é necessário, num ginásio”.
Neste primeiro dia foram já algumas as pessoas que frequentaram o espaço, afirma Manuel Claudino, adiantando que muitas “esperavam esta abertura, para poderem vir, mas não queremos grandes balbúrdias, queremos que estejam tranquilos, para que as pessoas se sintam bem e à vontade”.
Quem quiser frequentar o ginásio basta fazer-se sócio da Casa do Benfica de Elvas e pagar a cota devida, que dá inclusive acesso à sauna e banho turco.
O ginásio, na Casa do Benfica de Elvas que abriu esta segunda-feira e funciona todos os dias, incluindo feriados, das 10 horas às 21 horas.
Os campomaiorenses saíram, na tarde deste sábado, 26 de fevereiro, em peso, à rua, para no jardim municipal da vila brindar e brincar ao Carnaval. Miúdos e graúdos, uns disfarçados, outros nem por isso, tiveram oportunidade de desfrutar de um conjunto de iniciativas, organizadas pelo Município.
A Câmara de Campo Maior, que não quis deixar passar esta época festiva em branco, proporcionou à população um conjunto de espetáculos de arte circense, com malabaristas, palhaços e alguns trapezistas, um espetáculo musical, com a Banda 1º de Dezembro, no coreto do jardim, a interpretar temas alusivos à ocasião, como ainda disponibilizou dois insufláveis para as crianças se divertirem.
Segundo a vereadora São Silveirinha, esta foi celebração possível, dado que a autarquia teve receio de organizar o habitual corso carnavalesco, tendo em conta a situação pandémica. “Não quisemos correr o risco de projetar um desfile de Carnaval, com todos os custos que isso acarreta, no sentido de depois não o podermos concretizar”, revela.
As pessoas, lembra ainda a vereadora, “estão com muita vontade de poder sair à rua, de divertir-se, de confraternizar, como faziam há dois anos”, pelo que a autarquia não quis deixar de proporcionar “um momento diferente e muito especial”, na tarde deste sábado, com um conjunto de dinâmicas que animam o jardim municipal de Campo Maior.
Quisemos ainda saber o que os campomaiorenses e quem se deslocou ao jardim municipal achou da iniciativa e as opiniões são unânimes: não sendo este ainda o Carnaval a que Campo Maior está habituado, foi uma forma de, pelo menos, esquecer os problemas do dia a dia e da guerra na Ucrânia de que agora tanto se fala.
A festa termina, depois das 19 horas, com a atuação do DJ Sam.
O início da festa mais esperada pelas gentes de Badajoz foi acompanhado por centenas de pessoas, que, durante a tarde desta sexta-feira, 25 de fevereiro, não arredaram pé para assistir ao desfile infantil de comparsas. E assim estava dado o pontapé de partida para cinco dias de Carnaval na cidade espanhola.
Num percurso de cerca de 600 metros, com início na Avenida da Europa da Praça de Espanha, o desfile contou com a participação de 31 comparsas infantis, que, ao todo, incluíam mais de mil crianças.
A pandemia, ainda assim, e apesar da festa, não foi esquecida, até porque as crianças da comparsa responsável por abrir o corso desfilaram vestidas de investigadores científicos, com roupas onde se destacam os símbolos da Covid-19.
O acordeonista Veli Kujala participou esta sexta-feira, dia 25, na abertura do ciclo de concertos “A Música Encanta o Património”.
O repertório foi composto por diversos temas, como “Le Tombeau de Couperin”, de Maurice Ravel, “Palhaço”, de Egberto Gismonti ou “Blue Passacaglia”, do próprio Veli Kujala.
Veli Kujala ganhou uma sólida reputação como um excelente intérprete de música contemporânea no acordeão. Em 2010 concluiu o Doutoramento em Música, com distinção, pela Academia Sibelius. É vencedor de muitos concursos internacionais para solistas e composição no campo da música clássica.
Esta iniciativa, promovida pela Câmara Municipal e a Academia de Música de Elvas, decorre até julho.
Os alunos da Escola Básica de 1º Ciclo (EB1) de Alcáçova, em Elvas, desceram, ao início da tarde desta sexta-feira, 25 de fevereiro, às ruas do centro histórico da cidade, para festejar e brincar ao Carnaval, disfarçados de uma marca conhecida de chocolates.
Os fatos das cerca de 50 crianças, bem como das suas professoras e auxiliares foram feitos por uma única mãe de dois alunos da escola, a quem a professora Estrela Calado, em declarações à Rádio ELVAS, agradece, assegurando que a escolha do tema foi inteiramente dos mais pequenos. “Acharam que depois de uma pandemia, tinham direito a um docinho e os M&M são docinhos”, explica.
A professora garante ainda que sair hoje às ruas, nestes festejos de Carnaval, foi importante para as crianças, por duas razões: “porque eles gostam de brincar ao Carnaval e porque fomos impedidos de o fazer nos últimos dois anos”.
Sendo sempre “muito positiva”, Estrela Calado quer acreditar que, para o ano, o Carnaval, em Elvas, possa voltar a ser realizado nos moldes em que todos o conhecem e que as crianças das escolas também possam voltar a integrar o corso infantil que, por norma, marca o arranque dos festejos na cidade.
A última edição das Festas do Povo realizou-se em agosto de 2015
15 de dezembro de 2021: uma data que ficará marcada na história de Campo Maior e na memória de cada um dos campomaiorenses, com a elevação das Festas do Povo a Património Cultural Imaterial da Humanidade.
A decisão foi tomada, no decorrer da 16.ª reunião do Comité do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, a UNESCO, em Paris.
Realizadas pela última vez em agosto de 2015, as Festas do Povo de Campo Maior são conhecidas por apresentarem dezenas de ruas, sobretudo no centro histórico da vila, engalanadas com milhares de flores de papel, feitas pela população de forma voluntária. E é isso, acima de tudo, que faz delas tão especiais.
Este, que foi um importante reconhecimento e que deixa a fasquia mais elevada, implica agora que a Câmara de Campo Maior, juntamente com a Associação das Festas do Povo, trace todo um trajeto, no qual se procure “incentivar as novas gerações”, para que, no final de contas, “não se deixe morrer esta tradição secular”. Quem o diz é a vereadora da Cultura, São Silveirinha.
A verdade é que, ainda antes do eclodir da pandemia, Campo Maior preparava-se para realizar mais uma edição das Festas do Povo. 29 de agosto a 6 de setembro de 2020: seria uma semana e um dia de festa e alegria, para os campomaiorenses, mas também para aqueles que, por esta ocasião, enchem as ruas da vila. A 25 de março, desse mesmo ano, Câmara e Associação anunciavam o adiamento das festas, para data incerta, ou não tivesse sido, por essa altura, declarado Estado de Emergência no país.
A continuidade do evento, não tem dúvidas a presidente da Associação das Festas, Vanda Portela, está assegurada, por mais que seja necessária “uma partilha de conhecimento” entre os mais velhos e os mais novos. E isso já está a ser feito, através daquilo a que, no Agrupamento de Escolas, chamaram de Oficina da Flor.
Vanda Portela é a principal responsável por ensinar os jovens a fazer flores de papel
Com o reconhecimento a uma tradição que tem passado de geração em geração, garante o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, é hora “de se começar a preparar o futuro”. Com este trabalho agora a ser desenvolvido com algumas turmas, quer-se mostrar aos alunos, acima de tudo, que as flores, as festas e o espírito de entreajuda que as caracteriza são “algo que lhes pertence”.
Para já, a Oficina da Flor envolve duas turmas PIEF (Programa Integrado de Educação e Formação), uma do PCA (Percursos Curriculares Alternativos), e outras duas de Ensino Especial. Mas este projeto já era para ter começado ainda antes do reconhecimento e da elevação das Festas do Povo a Património da Humanidade, de acordo com a técnica de intervenção local, Letícia Garcia. Com os atrasos provocados pela pandemia, mas entretanto estabelecida a parceria com a Associação das Festas do Povo, o trabalho, com estes alunos, na Oficina da Flor, tem vindo a ser desenvolvido desde o primeiro período letivo.
O projeto quer envolver, para além dos alunos, os seus pais e avós, por mais que, recorda Jaime Carmona, em tempos de pandemia, a escola tem estado muito fechada à comunidade.
José, Daran, Rodrigo, Tiago e David são apenas alguns dos exemplos, no seio de um conjunto de alunos que “não tem grande interesse” pelas atividades escolares, pelo que se procura transmitir, a estes jovens, nesta Oficina da Flor, e noutras disciplinas, alguns conhecimentos e ferramentas, que possam vir a ser úteis, através de atividades mais práticas.
Mas em Campo Maior já só se pensa na próxima edição das festas. São Silveirinha garante mesmo que a população “está sedenta” da realização daquele que é o maior ex-líbris festivo do concelho, por mais que ainda tenha de esperar até 2023. Com esta elevação, revela a vereadora, é agora preciso, entre outros, que se mantenha vivo o espírito de voluntariado que caracteriza as festas. Depois da conquista da classificação enquanto Património da Humanidade, há outro passo importante a dar: o da certificação da flor. Esta certificação servirá, sobretudo, para evitar cópias destas flores de papel, que são “únicas e genuínas”. Já para Vanda Portela, a elevação das festas a património da UNESCO acaba por ser como a abertura de “uma janela para o mundo”.
A Oficina da Flor envolve, para já, turmas PIEF, de PCA e de Ensino Especial
Prestes a ser inaugurada está a Casa das Flores que, na prática, será um Centro Interpretativo das Festas do Povo, um espaço que, segundo São Silveirinha, será “muito digno”. Com ele, quer-se, acima de tudo, potenciar ainda mais o turismo de Campo Maior, sendo este um lugar onde não faltarão atividades alusivas às festas. Com a Casa da Flor, Campo Maior fica com um equipamento capaz de mostrar a quem visita a vila, sempre que não há festas, aquilo que elas são.
Mas enquanto não houver festas, nem Centro Interpretativo inaugurado, os alunos, que frequantam a Oficina da Flor vão continuar a trabalhar… No final do ano letivo, a expectativa é que estes jovens façam, mesmo na escola, uma pequena rua, em jeito de amostra daquilo que são as Festas do Povo.
Os primeiros trabalhos, para realizar o certame, em 2023, já começaram. Contudo, é necessário voltar a contactar a população, lembra Vanda Portela, até porque as festas só acontecem quando o povo assim entende.
Em 2023, os campomaiorenses, ao que tudo indica, voltam a sacrificar as suas horas de descanso, agora com esta ajuda extra dos mais novos, para dar forma às flores e demais arranjos sem os quais Campo Maior não se poderia transformar, da noite para o dia, no mais belo dos jardins.
A reportagem, na íntegra, para ouvir no podcast abaixo.
“Vidas de Espuma” é o livro da autoria de Etelvina Castel-Branco, que foi apresentado este sábado, 19 de fevereiro, no Centro Cultural de Campo Maior.
Uma apresentação que contou com a atuação do Grupo Coral Ceifeiros de Cuba, localidade alentejana onde a autora cresceu.
Etelvina Castel-Branco é professora e reside em Elvas, há vários anos. Aos nossos microfones explica que “o amor é o fio condutor de toda esta obra, em que a personagem principal procura o sentido da sua vida, e neste percurso interno vê que a vida é volátil e fugaz, e há que dar-lhe um sentido e, esse sentido passa pelo amor”.
Questionada sobre o facto desta apresentação em Campo Maior, onde lecionou por vários anos, a autora revela que “quase metade” do seu coração está em Campo Maior, pelo que se sente muito feliz por apresentar ali o seu livro, recordando os tempos em que lecionava em Campo Maior. “é uma terra com muitas semelhanças psicológica se sociológica s a minha terra, Cuba, e portante, eu identifico-me imenso e adoro Campo Maior”.
Etelvina Castel-Branco confessa-se amante do cante alentejano, revelando que o seu pai foi fundador de um dos grupos de Cuba, “O Amigos do Cante” pelo que, diz que viveu no “meio do cante, que é triste, profundo, de batalhas e lutas de vida, de homens humildes que trabalhavam o campo, pelo que nada mais apropriado do que convidar este grupo, para a apresentação do meu livro”, remata.
A vereadora no município de Campo Maior, São Silveirinha, escreveu o prefácio do livro e considera esta apresentação “muito especial”, uma vez que foi aluna da autora e com ela partilha vários momentos literários. A vereadora acrescenta que, Etelvina completa hoje mais um aniversário, pelo que a seu ver, “nada melhor do que conseguirmos trazer a sua terra para este momento, tão especial para ela.
O presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, marcou presença nesta apresentação, destacando a forte amizade que tem para com a autora e esperando que a obra possa vir também a ser apresentada em Elvas. O presidente garante que a autora “recebeu Elvas no coração e é uma grande amiga minha, pelo que não poderia deixar de estar presença e de lhe fazer o convite para apresentar o seu livro, na nossa Biblioteca, que será em breve”.
O Rugby Clube de Elvas (RCE) organizou este sábado, 19 de fevereiro, um torneio convívio, nos escalões de sub-16 e sub-19, no Estádio Municipal de Atletismo.
Neste torneio participaram mais dois clubes: Colégio St. Julian’s Rugby, de Carcavelos e Rugby Clube de Loulé, num total de cerca de cem atletas.
Nuno Carvalho, diretor de equipa no Rugby Clube de Elvas explica que este torneio serve, sobretudo, “para que os atletas possam praticar a modalidade, uma vez que, este ano, não há campeonato, devido à pandemia”, considerando os torneios “fundamentais para manter a motivação dos atletas”.
Já um dos treinadores dos escalões sub-16 e sub-19, no Rugby Clube de Elvas, Francisco Picão Abreu, refere que, “o torneio está a correr bem”, apesar de ter havido “um imprevisto”, uma vez que as outras duas equipas que iriam participar, não puderam comparecer devido à Covid-19. O treinador do RCE revela que estes torneios são “especialmente importantes, numa altura em que fases do campeonato são canceladas, em virtude da pandemia, e para nós é muito complicado ter os atletas a treinar sem ter a motivação e desafio dos jogos, daí promovermos estes torneios, para que possam testar aquilo que trabalhamos ao alongo da semana”.
Falámos também com o Ricardo Castro, treinador da equipa do Colégio St. Julian’s, que esta é uma “forma de implementar a modalidade para equipas que ainda não estão no topo, mas que aspiram lá chegar”.
Já Filipe Otão, treinador do Clube de Loulé garante que este “é um torneio muito relevante para manter os atletas ativos e ligados ao Rugby, e em Elvas somos sempre bem recebidos”. Filipe Otão considera que esta uma modalidade em expansão, mas não tanto quanto gostaria, porque a seu ver “podia haver outra organização e outro tipo de apoios”, no entanto continua a tentar “cativar os atletas, o que não é fácil, mas temos conseguido”.
Torneio de convívio de Rugby que juntou três equipas da modalidade este sábado, no Estádio de Atletismo de Elvas.
“A Vida Sem Água é Uma Seca”: é este o título de um livro escrito por 666 alunos, de 3º e 4º anos, de 16 agrupamentos de escolas dos 15 concelhos do Alto Alentejo.
A obra, coordenada pela Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) e pela Fábrica de Histórias, um programa de promoção do sucesso escolar da livraria “Cabeçudos – Cabeças com Ideias”, sediada em Castelo de Vide, foi apresentada na manhã desta quinta-feira, 17 de fevereiro, no Centro Cultural de Campo Maior.
A sessão de apresentação da obra, um projeto financiado a 90 por cento pelo Programa Operacional Compete 2020, revela o responsável por esta livraria exclusivamente dedicada à literatura infantil, Rui Andrade, contou com um espetáculo, criado por Sara Afonso e com música de Nuno Jesus, que transpôs para o palco o conteúdo literário e gráfico do livro.
“A ‘Fábrica de Histórias’ é um serviço educativo da ‘Cabeçudos’ que põe os alunos a criar livros – uns a escrever e outros a ilustrar. Agora, estamos a celebrar, a dar-lhes o livro, que é sobre a água”, adianta Rui Andrade. “Tínhamos quase todo o financiamento, mas a CIMAA quis-se juntar, quis que os municípios comparticipassem com os dez por cento que faltavam, e todos se juntaram, e foi a CIMAA que escolheu o tema da água; isto em julho”, acrescenta.
O livro, que o responsável diz estar “fantástico, rigoroso e bem escrito”, sobre um tema “mais que atual”, tem 80 páginas, redigidas por alunos de 4º ano e ilustradas pelos de 3º. Conta com o apoio institucional da UNESCO, do Plano Nacional da Promoção do Sucesso Escolar, da Agência Portuguesa do Ambiente e o selo “Ler+”, do Plano Nacional da Leitura.
A obra, que não será vendido, é oferecida aos autores do mesmo, bem como a todos os alunos do primeiro ciclo dos 15 concelhos do Alto Alentejo, num total de 3.700 crianças. Dividido em duas partes, o livro aborda uma das manifestações da água em cada um dos concelhos do distrito: em Campo Maior, por exemplo, as crianças escolheram a Lenda da Enxara; enquanto os de Elvas escreveram sobre as famosas Roncas, que não se tocam sem o uso da água.
Para o diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, este trabalho, acima de tudo, serviu para ensinar aos alunos que eles “são os donos do planeta”, e que a função da escola é, acima de tudo, a agir. “Todos nós temos noção que o planeta está a caminhar para uma situação limite e precisamos de dar esse sinal”, lembra. O diretor tem ainda esperança que, depois deste trabalho, em que participaram 45 alunos campomaiorenses, estes possam, tal como ele, apaixonar-se pelos livros e pela literatura.
Já Ana Golaio, a professora responsável por agilizar o trabalho dos alunos de Campo Maior, para a produção deste livro, assegura que o produto final “está bem conseguido”, a vários níveis, começando pelo próprio título.
Para a vereadora na Câmara de Campo Maior, São Silveirinha, a iniciativa é, acima de tudo, “de louvar”. “Ao mesmo tempo que estamos a dinamizar a parte criativa, como a ilustração e a escrita, estamos a sensibilizar para uma questão tão importante como é a ambiental”, acrescenta.
A apresentação do livro será feita ainda em grande parte dos restantes concelhos do Alto Alentejo, tendo começado na passada segunda-feira, na capital de distrito.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Elvas desenvolveu esta segunda-feira, 14 de fevereiro, dia de São Valentim, uma ação de sensibilização e informação na Escola Básica 2,3 de Santa Luzia, com o objetivo de prevenir a violência doméstica e, em particular, a violência no namoro.
Esta ação insere-se na campanha da PSP, que decorre a nível nacional: “no Namoro não há guerra” que será desenvolvida até dia 25 deste mês. O subcomissário da PSP de Elvas, Márcio Ferreira explica que esta ação incide, principalmente, “nos alunos do terceiro ciclo e secundário, por elementos afetos à Escola Segura, sensibilizando os jovens para este tipo de crime, muito em voga nestas idades, que pode trazer repercussões bastante sérias”, apelando “à denúncia desta prática criminal, não só por parte das vítimas mas, por qualquer pessoa que presencie este tipo de crime, nomeadamente em âmbito escolar”.
Na Escola de Santa Luzia foram distribuídas toalhas de papel para os tabuleiros no refeitório escolar, alusivos à temática da violência no namoro, para que “possam ler e colocar as suas dúvidas junto dos polícias”. O subcomissário da PSP de Elvas afirma ainda que o” forte alerta, com esta ação, para além de sensibilizar para este tipo de crime, incide também no apelo a que sejam feita denúncia à PSP, para que este reduza”.
Já a diretora do Agrupamento de Escolas nº2 de Elvas, Brígida Gonçalves destaca o papel dos da PSP, através da Escola Segura, para vários tipos de ações, “que este ano tem um caráter mais evidente, porque é feito no dia dos namorados, sensibilizando os jovens, para a violência no namoro, porque sabemos que existe cada vez mais, e nós na escola também trabalhamos estas questões através da psicóloga e educadora social, e hoje é reforçado com esta ação para evidenciar a sensibilização e prevenção, de forma a evitar que este crime aumente cada vez mais”.
A Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso associou-se também a esta ação, para tentar ajudar a população e dar a informação necessária para que os jovens “estejam mais informados e sejam mais responsáveis”, relativamente a esta temática, revela o presidente, Joaquim Amante.
No ano de 2021, a nível nacional, foram registadas mais de 2215 denúncias de violência no namoro, sendo a grande maioria das vítimas do género feminino.
O novo Centro Comunitário de Ouguela, instalado no antigo Posto Médico daquela aldeia histórica, foi inaugurado ontem, em clima de festa e satisfação.
Este é um projeto da Junta de Freguesia de S. João Baptista, que conta com o apoio do Município de Campo Maior, e oferece aos habitantes de Ouguela um novo espaço de convívio que será, com toda a certeza, uma mais-valia na ocupação dos tempos livres da população.
O Comendador Rui Nabeiro marcou presença na inauguração e considera que “se o espaço for bem tratado e bem trabalhado pode ser uma mais-valia para a aldeia e para a comunidade”. No decorrer dos seus mandatos enquanto presidente da câmara, o Comendador garante que deixou a sua referência na aldeia com a “construção de uma série de habitações”, precisamente em frente a este centro.
Paulo Pinheiro, vice-presidente da câmara de Campo Maior, deixou um apelo à população para que “frequente e dê uso a este espaço, porque se isso não acontecer não faz sentido a sua inauguração”:
Já São Silveirinha, vereadora no município de Campo Maior, refere que há já parcerias estabelecidas com associações para dinamizar o centro, como é o caso “Tempo Para Dar – Coração Delta e da Associação AVOAR. Vamos ter também duas artesãs dos projetos do município que vão assegurar a vinda a Ouguela, pelo menos uma vez por semana”.
Miguel Tavares, presidente da junta de freguesia de São João Batista, refere que este centro “é o concretizar de um sonho para Ouguela”.
A animação musical do momento ficou a cargo do Grupo de Cantares “O Despertar Alentejano”.
O 9º Corta-Mato Cidade de Elvas – Memorial António Leitão decorreu este sábado, dia 12, na zona do Estádio Municipal de Atletismo, com a participação de 143 atletas, de 12 clubes.
Nuno Gancho e Cláudia Batuca, ambos em representação da Associação Barbaris, de Barbacena, venceram a prova no escalão de seniores. O veterano Luciano Gordo, da Associação Desportiva de Castelo de Vide, conseguiu o melhor tempo da prova.
José Caldes, presidente do Clube Elvense de Natação, mostrou-se muito satisfeito pela realização desta prova: “penso que tivemos um dia excelente, com uma boa moldura humana e muitos participantes e é muito bom voltarmos a fazer desporto”.
Para Rondão Almeida, presidente da Câmara Municipal de Elvas, esta atividade “é mais uma prova de que Elvas é uma cidade desportiva”.
Já Hermenegildo Rodrigues, vereador na Câmara Municipal de Elvas, mostrou-se “orgulhoso com a dinâmica de todas as associações da cidade e de todo o dirigismo desportivo”.
A cerimónia de entrega de prémios do Corta-Mato contou com as presenças do presidente da câmara, José Rondão Almeida, do vereador Hermenegildo Rodrigues e dos presidentes das Juntas de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso, Joaquim Amante, e de Caia, São Pedro e Alcáçova, José Galguinho.
Um incêndio deflagrou, na tarde desta quinta-feira, 10 de fevereiro, no Morgadinho, em frente às Piscinas Municipais de Elvas.
Trata-se de um incêndio “em detritos não confinados”, segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Portalegre, não sendo uma ocorrência que requeira grandes e redobrados cuidados. O incêndio terá sido despoletado pela queima de alguns produtos inflamáveis.
O alerta para a ocorrência foi dado às 17.18 horas, sendo que, para o local, foram mobilizados seis veículos e 12 operacionais, entre os Bombeiros e a PSP de Elvas.
“Caminhos Cruzados”, uma exposição com trabalhos de José Pedro Croft, peças da coleção de António Cachola, foi inaugurada esta tarde no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE).
A exposição, que reúne cerca de 60 obras de escultura, desenho e gravura, que o colecionador foi comprando ao longo de 25 anos de carreira do artista, retrata a relação de grande cumplicidade existente entre os dois, sendo para José Pedro Croft “um privilégio” ser representado por António Cachola, de uma “maneira tão significativa”, e poder mostrar os seus trabalhos ao público, em Elvas.
“Os colecionadores são aquelas pessoas que ficam a tomar conta das nossas obras. Nós fazemo-las, mas depois alguém vai ter que as conservar, as armazenar, as cuidar, as transportar, caso contrário o nosso trabalho não avança”, comenta o artista plástico, que muito recentemente, representou Portugal na Bienal de Veneza e esteve ainda na Frieze Sculpture, com uma obra de arte pública, nos jardins de Londres.
Com uma curadoria partilhada entre o colecionador e o artista, as obras encontram-se instaladas pondo em evidência as relações espaciais entre elas, e entre elas e a arquitetura do MACE, que para José Pedro Croft é “extraordinária”, revelando-se “muito feliz” por poder expor em Elvas numa altura em que se celebra o 15º aniversário deste museu.
Nesta mostra é apresentada de novo a obra monumental, concebida em 2007 para a inauguração do MACE, usando os quatro cantos da sala maior. Em simultâneo uma outra central, realizada posteriormente, com os mesmos elementos.
A exposição fica disponível para visita, no MACE, até dia 3 de julho.
A exposição “Arte na Diferença”, que resulta de trabalhos realizados pelos utentes da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Elvas, está patente no Espaço.arte, em Campo Maior.
Esta é a primeira exposição deste espaço, desde a sua inauguração, e “vai de encontro ao cuidado que a instituição tem para com os campomaiorenses”, segundo o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha.
Luís Mendes, presidente da APPACDM de Elvas, considera que “dada a ligação da instituição ao concelho de Campo Maior, faz todo o sentido inaugurar esta mostra no Espaço.arte”.
A exposição está patente até 3 de abril, no Espaço.arte em Campo Maior.
O Meu Super da Boa-Fé, em Elvas, conta, a partir desta quinta-feira, 3 de fevereiro, com serviço de talho.
O proprietário do talho, Carlos Gaspar, natural de Leiria, revela que, para além deste, dentro da próxima semana, irá abrir um outro, no Meu Super da Avenida Garcia de Orta, no centro histórico de Elvas.
“Eu já trabalho com o Meu Super há algum tempo, tenho talhos em outras zonas do país. Surgiu esta proposta de vir para Elvas e apostei nestes talhos”, revela. Carlos Gaspar adianta que foi incentivado a fazer esta aposta por dois dos seus funcionários, André e Sónia, naturais de Elvas. “Foram eles que me puxaram para aqui e eu vim para a terra deles”, acrescenta.
Durante um mês, há descontos, sobretudo ao nível da carne de porco, a 2,99 euros o quilo. Carlos Gaspar é ainda produtor de carne de vitela, pelo que, garante, “carne não vai faltar” nestes dois talhos.
A intenção deste empresário é fazer crescer o negócio, por mais que recorde que o serviço talho, no Meu Super da Boa-Fé, nem sempre correu da melhor maneira. “Foi um talho que teve bastantes problemas, pelo que quero meter isto a funcionar, da maneira que os outros não conseguiram”, remata.
Uma prova de treino de tiro ao voo decorre, esta tarde de sábado, 29 de janeiro, no Clube de Tiro e Caça de Elvas.
Como explica o presidente do clube, Luís Vilar Mayor, tratar-se de uma prova de “preparação para o Campeonato do Alentejo”, na modalidade, que vai decorrer, nos dias 12 e 13, também em Elvas, e no final Taça de Portugal no Porto, no final do próximo mês, havendo atiradores de várias localidades. No final, desta prova de treino, há uma taça de prata para o vencedor desta prova de treino.
Luís Vilar Mayor revela ainda que o facto de virem vários atiradores de fora da cidade “mobiliza os hotéis e restaurantes, que foram muito castigados com a pandemia”, e afirma que está com boas expectativas para o clube, no que diz respeito ao campeonato do próximo fim de semana.” Temos bons atiradores, temos ganho muitas provas, tem corrido bem, e esperamos trazer novamente a Taça de Portugal para Elvas, ser aqui disputada”.
A nossa reportagem falou ainda com alguns atiradores. José Maria Inácio, foi campeão nacional de juniores, na modalidade de tiro ao voo, pelo clube de Elvas e refere que o gosto nasceu com o seu pai, demonstrando-se confiante não só na prova de treino, que afirma que tenciona “ganhar e continuar a fazer boas provas, como sempre”.
José Inácio, pai do jovem atirador, e natural de Vila Franca, atira pelo clube de Elvas há vários anos, e é o único atirador vivo, que tem três taças de Portugal das quais duas, conquistadas em Elvas. Aos nossos microfones afirma que tem sempre “boas expectativas no tiro, mais do que a vida”. “Gosto muito deste clube, é boa gente e o Alentejo trata-nos bem”, explica e diz ainda que, “apesar de esta prova ser de pouca responsabilidade, o gosto pela modalidade” fá-lo fazer 440 quilómetros, até aqui.
Hilario Molina, natural de Badajoz, afirma que há 20 anos que pratica a modalidade, e a prova hoje lhe está a correr bem, sendo que às vezes “é uma questão de sorte”, destacando a qualidade do Clube de Elvas, com o qual tem muito boas relações.
Prova de treino de tiro ao voo decorreu esta tarde de sábado, 29 de janeiro, no Clube de Tiro e Caça de Elvas.
A Junta de Freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova, em Elvas, em colaboração com a Farmácia Sousa, realizou durante esta quarta-feira, 26 de janeiro, testes rápidos de antigénio à Covid-19, à população residente na Associação de Reformados Pensionistas e Idosos da Belhó/Raposeira.
José Galguinho, presidente da Junta de Freguesia, afirma que decidiram estabelecer esta parceria e testar a população da freguesia que muitas vezes, não tem como se deslocar a outros locais de testagem. “Fizemos um protocolo com a Farmácia Sousa, e é uma mais-valia, porque estamos assim a ajudar e facilitar a testagem às pessoas que têm dificuldade em deslocar-se a locais como o Coliseu”. Esta testagem destina-se principalmente às pessoas desta zona, mas não só, José Galguinho refere que todos aqueles que queiram podem ali fazer o seu teste, estando assim “aberto a toda a gente”.
Hoje, agendaram teste cerca de 65 pessoas. O presidente afirma ainda que a Junta de Freguesia disponibiliza transporte em dois tipos de situações: quem tem de fazer testes no Coliseu e de ser vacinado no Centro de Negócios Transfronteiriço.
Maria Sousa, farmacêutica na farmácia Sousa, revela que hoje o processo está a correr bem, considerando “importante que as juntas se preocupem com a testagem, tendo em conta a o aumento do número de casos positivos no concelho, pelo que testar a população torna-se fundamental”. Muitas vezes, revela, “há pessoas assintomáticas que nem se apercebem que estão positivas, e com estas iniciativas é possível detetar estes casos”.
Apesar de esta testagem ser feita por marcação, através da Junta de Freguesia, maria Sousa explica que, se aparecer alguém, que não tenha feito essa marcação, realizam, mesmo assim, o teste a essas pessoas.
A nossa reportagem falou também com algumas pessoas que decidiram hoje testar-se à Covid-19. Paula Martins, por exemplo, decidiu hoje testar-se uma vez que trabalha numa escola primária, onde têm surgido casos de infeção, sendo esta uma forma de estar “mais descansada”, e como refere a iniciativa da Junta “é boa para as pessoas mais idosas, desta zona, que não têm forma, nem transporte para se deslocarem a outros locais de testagem, na cidade”. José Cordeiro, explica que decidiu fazer o teste para “andar mais descansado”.
Mercedes Piçarra, com 87 anos, e tendo em conta que está em contacto com os seus netos que vão diariamente à escola e atividades desportivas, quer assim estar “mais descansada” neste sentido.
Testagem gratuita à população da Belhó/Raposeira que decorreu esta manhã, na ARPI, numa colaboração entre a Junta de Freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova.
Francisco Damas, utente da Associação de Beneficência Amigos da Terrugem (ABAT), completou esta segunda-feira, 24 de janeiro, os seus 100 anos de vida.
Mas, em tempos de pandemia e com as restrições existentes, foi através da janela desta instituição, inicialmente, que a família pôde, cantar-lhe os parabéns, sendo que depois teve oportunidade, ainda que de forma distante, e sem o abraço de outros tempos, voltar cantar-lhe os parabéns, já no exterior.
Momentos antes, Francisco foi ainda presenteado com uns versos declamados por outro dos utentes. O aniversariante afirmou que, e apesar de a audição já lhe falhar, se sente bem e sem dores, “por enquanto”, e se sente “muito contente” por ter a família presente, porque, segundo diz, “há vários dias que não a via e estão todos bem”, pelo que para si este é “um dia importante”.
Uma das filhas, Francisca Damas, visivelmente emocionada nesta comemoração, revela que o seu pai para si “é espetacular e temos pena que estejamos nesta situação, em que não podemos abraçar,” esperando que para o ano esteja aqui com outras condições não tão restritas e que ele esteja mais um ano connosco”.
Francisca enaltece o papel da instituição na felicidade dos utentes, em geral, e do seu pai, em particular. “Sinto que o meu pai é muito feliz e muito bem tratado e tenho o prazer de o dizer, porque estas pessoas são excelentes”, não encontrando palavras para o descrever. Francisca revela ainda que trabalhou na instituição há muitos anos, sabendo, por isso, que “é uma instituição familiar, onde apoiam bastante os idosos e tratam como família, por isso sei que ele é muito feliz aqui e el próprio nos diz isso”.
Outro dos filhos de Francisco, Manuel, recorda que o essencial “é continuar a ter saúde”, e quanto às restrições, temos que a cumprir, diz ainda. Já Vítor, também filho do aniversariante refere que “é com muita alegria” que assinala este aniversário do seu pai.
Para Paula França, diretora técnica na ABAT, é “com muita alegria” que vê Francisco Damas festejar o seu centésimo aniversário, uma vez que é o primeiro utente a completar 100 anos, na instituição. Paula França destaca a autonomia de Francisco, ressalvando que tem poucos problemas de saúde e ainda se envolve nas atividades da instituição, nomeadamente na preparação da festa, adiantando que ele está muito feliz e só é pena a família não poder estar perto, devido à pandemia.
Depois de cantados os parabéns a este utente, dentro e fora da instituição houve lugar para um pequeno lanche para os utentes, no interior e para a família, no exterior.
A exposição “Jerónimo” do artista elvense Rui Serra foi inaugurada, ao final da manhã desta sexta-feira, 14 de janeiro, no Paiol de Nossa Senhora da Conceição, em Elvas.
A exposição, da qual fazem parte quatro esculturas adquiridas recentemente pelo colecionador António Cachola, chama-se “Jerónimo”, numa alusão a São Jerónimo, reconhecido como um dos primeiros Doutores da Igreja e o responsável por traduzir a Bíblia do grego para latim.
Rui Serra integra a Coleção António Cachola desde o início da mesma. Sobre a exposição, que inclui uma pintura (“Elevação da Sombra”), e cinco esculturas (“Deserto”, “A Minha Espada”, “Memento Mori” e “Lembra-te Que És Mortal”), o artista revela que “São Jerónimo, surge inúmeras vezes representado no interior de um studiolo, um espaço consagrado ao estudo, abrigado e afastado das distrações da realidade, como uma cela, onde procura a verdade do seu eu interior através do conhecimento”.
“Uma verdade que já tentara alcançar, de forma despojada e austera, aquando da sua permanência no deserto, onde, segundo a lenda, terá estabelecido uma forte amizade com um leão após o ter curado de um ferimento. É sua a frase ‘Não morre quem morre para viver de novo’. Perante esta afirmação, uma questão fundamental se impõe: quem era Jerónimo antes de se tornar santo?”, questiona-se o artista.
Estiveram presentes na inauguração da exposição, para além do artista, o colecionador António Cachola, bem como todo o executivo da Câmara Municipal de Elvas e vários convidados. Durante o momento da inauguração da mostra, quer António Cachola, quer Rondão Almeida, destacaram o percurso que levou à criação do Museu de Arte Contemporânea, no edifício do antigo Hospital da Misericórdia, que este ano já celebra o seu 15º aniversário.
Esta exposição pode ser visitada de terça-feira a sábado, entre as 14 e as 17 horas, até 1 de maio, mediante marcação junto do Museu de Arte Contemporânea de Elvas.
O terceiro troço da circular à cidade de Badajoz, a chamada “Ronda Sul”, e a Ponte 25 de Abril foram inaugurados na manha desta sexta-feira, 14 de janeiro.
O investimento de 30,7 milhões de euros da Junta da Extremadura, com apoios comunitários do FEDER, tem como objetivo melhorar as ligações à cidade de Badajoz e aproximar os vários municípios da margem esquerda do Guadiana, entre os quais Olivença e Villanueva del Fresno.
“Este é um dia feliz”, dizia o alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera, sobre a inauguração desta nova infraestrutura que, acima de tudo, “vem mudar” a própria cidade e a região. “Que as pessoas desfrutem, que lhe possam dar uso e, acima de tudo, que possa vir a melhorar a comunicação entre o interior e o exterior da cidade”, disse ainda.
Já o presidente da Junta da Estremadura, Guillermo Fernández Vara, não tem dúvidas que este investimento vem contribuir para “melhorar as acessibilidades de Badajoz, sendo esta uma cidade grande que, se tiver desenvolvimento, pode servir de alavanca para toda esta região de Espanha”.
O responsável pelo projeto de construção da Ronda Sul e da Ponte 25 de Abril, José Luiz Lopez, revela que esta nova infraestrutura, agora inaugurada, tem um comprimento de cerca de quatro quilómetros e a nova ponte uma altura de 11 metros.
O Feriado Municipal do 14 de Janeiro, em Elvas, voltou este ano a assinalar-se sem as tradicionais cerimónias militares, na Praça da República, devido às restrições impostas pela pandemia.
Ainda assim, esta manhã, realizou-se o tradicional hastear das bandeiras, nos Paços do Concelho, sem a presença, como costuma ser tradição, da Banda 14 de Janeiro. A autarquia, confessa o presidente, Rondão Almeida, gostaria que estas celebrações se realizassem de uma outra forma, com a homenagem a todos aqueles que deram a sua vida na defesa do país, na Batalha das Linhas de Elvas, mas que a pandemia impede que assim seja.
Depois do hastear das bandeiras, os representantes da autarquia de Elvas, bem como os militares e as forças de segurança, rumaram ao Padrão Comemorativo da Batalha das Linhas de Elvas, para a tradicional deposição de flores, em homenagem aos mortos em combate, ainda antes da romagem ao Túmulo do General André de Albuquerque Riba-Fria, no Convento de São Francisco.
O diretor de História e Cultura Militar, o major-general Aníbal Flambó, que presidiu estas duas cerimónias, recorda que, este ano, “em boa hora”, se decidiram realizar, depois de, no ano passado, não ter sido possível, dada a pandemia. Agora, a esperança é que, em 2023, tudo possa voltar à normalidade, realizando-se já a tradicional parada militar na Praça da República.
Já o Comandante do Regimento de Cavalaria nº3 de Estremoz, o coronel José Peralta Pimenta, garante que os militares estão “sempre prontos” para estar presentes nestas cerimónias, até porque “reviver a nossa história, facilita-nos o trabalho no futuro”.
Também presente nestas duas cerimónias esteve o presidente do Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes, Luís Franco, que, aos microfones da Rádio ELVAS, recordo a vitória dos portugueses, perante os espanhóis, naquela que, há 363 anos, foi a Batalha das Linhas de Elvas, assim como o “papel preponderante” do General André de Albuquerque Riba-Fria na condução das tropas nessa batalha.
Para além de recordar o contributo da Batalha das Linhas de Elvas para a restauração da independência de Portugal, o diretor do Museu Militar de Elvas, o major Carlos Carretas, confessa ter esperança que a parada na Praça da República possa voltar a ser uma realidade, já no próximo ano.
O Feriado Municipal do 14 de Janeiro, em Elvas, volta este ano a assinalar-se sem as tradicionais cerimónias militares, devido às restrições impostas pela pandemia.
Esta manhã, pelas 9.30 horas, a Rádio ELVAS acompanhou, em direto, o tradicional hastear das bandeiras, nos Paços do Concelho, sem a presença, como costuma ser tradição, da Banda 14 de Janeiro.
A reportagem de António Ferreira Góis, em direto, com entrevista ao presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, para ver, ou rever, no vídeo abaixo:
A APPACDM de Elvas recebeu esta quinta-feira, 13 de janeiro, a visita do candidato do Partido Socialista, pelo círculo de Portalegre, às eleições legislativas de 30 de janeiro, Ricardo Pinheiro.
Depois de uma visita completa às instalações da instituição, Ricardo Pinheiro revelou que o objetivo do PS é manter a proximidade não só com as pessoas, mas também com as instituições, percebendo quais as medidas onde os fundos comunitários vão ao encontro das necessidades das mesmas. “O Partido Socialista tem, nos últimos anos, dado provas que quer estar próximo da população, e para alguém exercer um cargo político e representar os homens e mulheres do distrito a única característica que precisamos é sermos honestos, pelo que tenho tentado introduzir uma dinâmica na liderança do PS no distrito, e é importante tentarmos perceber que estamos num momento em que a utilização dos recursos à disposição, para os próximos 10 anos, e que são muitos, pelo que devemos ter uma ligação às pessoas e instituições, onde se consigam construir medidas de políticas efetivas, onde os fundos comunitários vão ao encontro daquilo que é necessário financiar, nas diferentes instituições”.
O candidato pelo PS no distrito de Portalegre refere ainda que o partido apresentou “um programa claro”, no que aos fundos comunitários diz respeito, e “este mecanismo de simplificação vai-se revelando em instituições como esta, que fazem um trabalho enorme, mas que constantemente precisam de verbas e de apresentar projetos, e no âmbito do próximo quadro comunitário poder haver a possibilidade de a APPACDM monitorizar os utentes com uma análise de sequenciação genética, introduzindo novas visões e modelos e, que por esta via conquistar a Europa a investir num território que é o Alto Alentejo”.
Ricardo Pinheiro enalteceu ainda o trabalho desenvolvido diariamente nesta instituição, demonstrando-se surpreendido pela forma cuidada em que a mesma se encontra. “Não conhecia uma parte das instalações, mas hoje percebo que está a ser feito um trabalho fantástico, o que mais me surpreendeu foi continuar a manter esta instituição como se fosse o primeiro dia que está aberta, desde a higiene, ao profissionalismo e ao amor com fazem, por exemplo, as empadas”.
Já Luís Mendes, presidente da APPACDM de Elvas, demonstrou-se satisfeito por esta visita de Ricardo Pinheiro, pelo “apreço, admiração e olhar pela nossa instituição”, desejando-lhe “sucesso nesta campanha”.
Cláudio Monteiro, presidente da concelhia do PS em Elvas, referiu que “é com bastante agrado que recebemos os candidatos pelo círculo eleitoral de Portalegre do PS”, o que a seu ver “demonstra que o partido está ao lado das pessoas e instituições como a APPACDM”, com “bastante relevância a nível, local, distrital e regional”.
Para além de Ricardo Pinheiro, estiveram presentes, nesta visita, o segundo candidato, Eduardo Alves, assim como uma comitiva do Partido Socialista.
O Corta-Mato Escolar regressou, esta manhã de quinta-feira, 13 de janeiro, ao Parque da Piedade, em Elvas, contando com cerca de 50 alunos, da Escola Secundária D. Sancho II, de Elvas, sendo que a iniciativa decorre em simultâneo também em Vila Boim.
Para o professor Alexandre Henriques, de Educação Física do Agrupamento de Escolas nº 3 de Elvas, esta é uma iniciativa que decorria todos os anos, “uma fase inicial que dará o apuramento para a fase seguinte e que não tem decorrido nos últimos anos, devido à pandemia”, e para si, é uma atividade importante da qual os alunos muito gostam, e na qual as escolas participam de forma bastante ativa. O professor explica ainda que existem duas corridas, uma de 2500 metros para o sexo feminino e outra de 3500 metros para o masculino, havendo também escalões de juniores e juvenis.
Na área do desporto, houve muitas limitações, assim como cuidados, no que à Covid-19 diz respeito, pelo que o retomar a atividade física é muito importante, e para o professor algo do qual os alunos muito carecem. “Nos últimos dois anos, na nossa área de educação física, foi muito castradora, tivemos muitas limitações, porque os alunos fazem atividade física sem máscara e temos que ter muitos cuidados, com as regras e orientações do Ministério da Educação e, finalmente, este ano, estamos a retomar esta atividade e é algo de que eles carecem, porque precisam deste tipo de atividade e sentimos ,nas aulas, que eles têm algumas limitações que não tinham antes, pelo que este tipo de iniciativa é importante não só pelo convívio, mas também pelo desenvolvimento físico e emocional, é um ambiente escolar que é muito importante para eles e que faz muito bem à saúde”, revela.
Um dos alunos que participam neste corta-mato é Leandro Miranda, do 10ª ano. Aos nossos microfones explica que, como pertence ao Clube Elvense de Natação, não se preparou propriamente para esta iniciativa, uma vez que treina diariamente, pelo que está com “boas expectativas” para este corta mato. Já Bruno Machado, também do 10º ano, não vai correr, mas faz parte de toda a organização do evento e adianta que para si, “é muito bom poder voltar” a realizar iniciativas deste género, porque “é sinal de regresso”.
A nossa reportagem falou também com duas alunas que correram este corta-mato: Maria Boné afirma que como faz parte de um grupo de atletismo da cidade, ao nível da preparação física “ajuda um bocado”, estando “com boas expectativas e revela ainda que se sente preparada; já Carolina Pingueiro também faz parte de um clube de atletismo e explica que apesar de uma lesão que sofreu recentemente, correu tudo bem e consegue participar nesta iniciativa sentindo-se, igualmente, preparada. Carolina revela ainda que, desde que se lembra, foi sempre apurada para as fases seguintes deste corta-mato, adiantando que este “dá motivação extra porque o objetivo é, sempre, chegar mais longe”.
A próxima fase do corta-mato será a nível distrital e posteriormente segue-se a fase nacional.
Os símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) seguiram, na manhã desta terça-feira, 11 de janeiro, de Elvas para Campo Maior, tendo sido recebidos no Mosteiro da Imaculada Conceição, mas não pelos jovens, como tem acontecido noutras localidades.
Segundo o padre de Campo Maior, Francisco Bento, a juventude, na vila, está completamente afastada da igreja. “Vemos que, noutros lados, é a juventude que anda e que leva a cruz, mas nós, infelizmente, em Campo Maior, não temos jovens na Igreja”, revela. A comunidade campomaiorense, garante o pároco, está “pobre”, sendo que agora se está a tentar a organizar a catequese e grupos de jovens, que não existe.
“Vieram jovens de fora a trazer a cruz e não há jovens de Campo Maior a recebê-la. Tenho muita pena, mas é a realidade que nós temos”, lamenta o padre. Ainda assim, tem esperança que a passagem da Cruz Peregrina e do ícone de Nossa Senhora, por Campo Maior, possa fazer “despertar os jovens para a realidade de Deus”. “Que lhes dê (os símbolos) a consciência de Deus e de Jesus Cristo, não quer dizer que seja imediatamente, mas é um princípio, e esperamos que a juventude deixe a vida que tem, que é o mais importante, porque é uma vida que não torna feliz ninguém. Só Jesus Cristo é que nos torna felizes e sem Cristo a nossa juventude não tem rumo, não tem sentido a dar à vida”, diz ainda.
Depois de recebidos no Mosteiros, os símbolos vão percorrer toda a vila, passando por várias instituições, como a Câmara Municipal, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, a GNR, o lar da Santa Casa da Misericórdia, as escolas e a Delta, terminando com uma celebração na Igreja Matriz. “Vai ser um dia especial, de graça, para a nossa comunidade e marca a preparação da Jornada Mundial da Juventude, que se vai realizar em Lisboa, por opção do Santo Padre, o Papa Francisco, de 1 a 6 de agosto de 2023”, garante ainda o padre Francisco Bento.
De Campo Maior, os dois símbolos seguem, amanhã, dia 12 de janeiro, para Fronteira. Vão ficar na Arquidiocese de Évora até final do mês.
Os dois símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude, a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora, encontram-se esta segunda-feira, 10 de janeiro, em Elvas, tendo sido já dados a conhecer aos alunos de algumas escolas do concelho.
Vindos de Estremoz, estes dois símbolos, que seguem amanhã para Campo Maior, hoje, para além das escolas de Elvas, chegarão também ao estabelecimento prisional da cidade, assim como a toda a comunidade. “Aproveitamos estes dois símbolos para chegar às escolas e ao estabelecimento prisional, mas depois vamos dar à comunidade cristã possibilidade de rezar”, revela o padre Ricardo Lameira. Vão estar ainda hoje na comunidade dos Pequenos Filhos da Mãe de Deus, na Quinta de São João.
Das 18 às 19 horas, decorrerá um momento de adoração da Santa Cruz, na Igreja de Santa Luzia, seguido de missa. Pelas 21.30 horas, os dois símbolos “partem para a Sé, para haver uma celebração, que repita a de ontem à noite”, adianta o pároco, explicando que este domingo, com os escuteiros e os jovens da paróquia, fez-se uma “pequena oração”, junto à igreja da Sé. Amanhã, haverá ainda missa, às 7 horas, antes dos símbolos seguirem para Campo Maior.
A cruz peregrina foi entregue em 1983, aos jovens, pelo Papa João Paulo II, revela o padre, quando percebeu que estes “tinham vontade de Deus”. “Não foi pensado, mas o Papa aproveitou a circunstância, porque num encontro onde eram esperados 60 mil jovens, e chegaram 200 mil”, explica. A cruz, símbolo de redenção, foi confiada aos mais novos para que eles possam evangelizar os das suas idades. “A cruz para nós cristãos é uma oportunidade de, ao olharmos para a nossa vida, perceber que toda ela, mesmo quando é dura, é um sinal de mais, de que temos algo mais a aprender”, acrescenta. Já o ícone de Nossa Senhora, entregue em 2000 aos jovens, representa “a Mãe da Igreja”. “A Igreja tem Mãe e Maria, uma das nossas mulheres, é nossa Mãe”, garante Ricardo Lameira.
Estes dois símbolos, e a sua passagem por Elvas, como por outras paróquias do país, servem, sobretudo, para “anunciar as Jornadas Mundiais da Juventude de 1 a 6 de agosto, com a presença do Papa, em Lisboa”. Este encontro, adianta o padre, é “marcado por quatro grandes momentos: o da chegada do Papa; o momento da apresentação dos jovens, que é, ao mesmo tempo, a Via Sacra; a vigília, à noite; e, num domingo, a missa”.
Esta primeira semana de agosto será antecedida de uma outra, em cada diocese, com a receção de jovens oriundos de várias partes do mundo. Em Elvas, revela Ricardo Lameira, serão esperados algumas centenas de jovens de França e da América Latina. “Vamos acolhê-los, hospedá-los, dar-lhes de comida e catequese, e, ao mesmo tempo, aproveitar para, através da sua experiência, levar o Evangelho aos nossos”, remata.
Entre os jovens que, esta manhã, na Secundária de Elvas, quiseram reunir, junto destes dois símbolos, encontrava-se Martim Barradas. Com intenção de participar nestas Jornadas Mundiais da Juventude, considera que esta poderá ser uma experiência muito importante na sua vida. A cruz e o ícone de Nossa Senhora, para este jovem, “representam uma grande compaixão e são um grande símbolo de união, a nível internacional”. Já Francisco Trindade não tem dúvidas que é importante que estes símbolos percorrem o país, dado que, a seu ver, “a comunidade cristã tem cada vez menos pessoas”. Para António Peixoto, estes símbolos significam, acima de tudo, “a capacidade de se levar Cristo a toda a gente”.
Para a subdiretora do Agrupamento de Escolas nº3 de Elvas, Fernanda Claro, iniciativas como estas são importantes para os alunos possam tomar contacto com a religião católica. Sendo a Secundária de Elvas, uma escola de valores, a professora assegura que também é positivo que a Igreja se desloque até aos estabelecimentos de ensino.
António Costa, secretário-geral do PS, esteve esta manhã de domingo, 9 de janeiro, de visita ao Alto Alentejo, tendo visitado as instalações da Selenis em Portalegre, vindo depois até Hotel Vila Galé Collection, em Elvas.
Em Elvas, António Costa foi recebido ao som das saias de Campo Maior, pelo Grupo “O Despertar Alentejano”, e foi-lhe oferecida uma flor de papel, alusiva à classificação das Festas do Povo como Património Imaterial Cultural da Unesco. António Costa, no seu discurso, começou por felicitar os campomaiorenses por esta distinção, agradecendo também o apoio do comendador Rui Nabeiro à candidatura do partido.
A abrir os discursos, Rondão Almeida, presidente da Câmara Municipal de Elvas, justificou a sua presença nesta visita de António Costa, adiantando que a sua ideologia política continua a mesma, até morrer. “A minha ideologia política está bem marcada logo em 1976, quando aderi ao Partido Socialista, por isso há coisas que não se conseguem alterar, e toda a gente que me conhece sabe bem que, desde o nascer até morrer, ninguém muda duas coisas: o saber respeitar tudo e todos, se és do Sporting é até morrer e, na vida política, se és socialista desde o início, tens de ser socialista até morrer”.
Rondão Almeida acrescentou que a sua presença vai servir para que “o próprio eleitorado do PS, que já chegou aos 75%, muito brevemente se possa concentrar neste votação, que se vai realizar daqui a uns dias para voltarmos novamente a sentir que esta terra é desde 1993 é socialista, mas socialista do coração, porque é assim que o povo me reconheceu, quando voltei à minha terra e que um dia, quando daqui abalar, saibam que tiveram um homem que envergou a camisola de Elvas, mas que nunca esqueceu a sua ideologia política”, rematou.
António Costa agradeceu as palavras de Rondão Almeida, o que a seu ver, “é um sinal que, passadas as eleições autárquicas, é momento de todos nos juntarmos, para garantir uma forte vitória e maioria do PS, que assegura estabilidade e continuidade ao trabalho que temos vindo a desenvolver”.
O secretário-geral do Partido Socialista, referindo-se ao Alto Alentejo, disse que “toda esta faixa próxima da fronteira, tem um enorme potencial, que temos que saber aproveitar se queremos crescer mais do que crescemos no passado, foi muito importante termos tomado a decisão para este distrito, de avançar com a Barragem do Pisão que vai assegurar produção de energia e criar condições para potenciar o desenvolvimento a agricultura nesta região”.
“Temos de investir na inovação”, assegurou António Costa, destacando o Laboratório Colaborativo instalado em Elvas, o Inov Plant protect, que a seu ver “está a investigar e desenvolver novas peças e novos pesticidas biológicos para assegurar que temos uma agricultura mais produtiva e sustentável”.
“Não há nenhuma fatalidade, para que o distrito de Portalegre não seja uma plataforma industrial importante para a exportação”, assegura António Costa, destacando que “não é por acaso que temos aqui uma importante multinacional portuguesa, a Delta, mas vimos na Selenius como é possível produzir a partir de Portalegre para o mundo e como esta indústria está a adaptar e utilizar o desafio das alterações climáticas parta investir na produção de energia mais sustentável, o caso do hidrogénio, na economia circular como é o caso do plástico, para a produção de novas embalagens”.
Já no que diz respeito ao Vila Galé, Costa enaltece a requalificação daquele edifício, que estava abandonado, “para o tonar numa unidade hoteleira, moderna e que desenvolve uma outra linha do desenvolvimento económico, que é o turismo”.
“Não podemos deixar de olhar para o futuro e perceber o enorme potencial que as infraestruturas que estão em curso vão gerar para o Alentejo, como as novas ligações transfronteiriças, uma é ligação entre Nisa e Cedillo, e por outro lado o investimento ferroviário que liga Sines a Espanha e à Europa e que segundo adianta, “gera enorme oportunidade de desenvolver toda a atividade logística associada a essa linha de caminho de ferro”. “O grande desafio que todo o Alentejo tem pela frente, é saber aproveitar este corredor sul, de forma a ser uma oportunidade para fixar nesta região um conjunto de atividades produtivas para a exportação”, remata António Costa.
Para o candidato do círculo eleitoral de Portalegre, Ricardo Pinheiro, as pessoas estão com o partido assim como o partido tem estado com a população, estando atendo às necessidades do Alto Alentejo. “O PS está com o distrito e as pessoas também têm estado com o PS, acho que cada vez mais o dever de fazermos politica séria é o que os homem e mulheres pedem, é esse espírito de ambição e nível de frontalidade que tenho tentado introduzir nas legislativas, e como sendo candidato pelo distrito de Portalegre”.
Ricardo Pinheiro refere ainda que durante as próximas semanas irá apresentar “factos de como o PS tem trazido determinados domínios de investimento para estes territórios”.
Para esta ação de pré-campanha, com vista às eleições legislativas estiveram, para além do secretário-geral do PS, dos candidatos pelo círculo eleitoral de Portalegre, o comendador Rui Nabeiro, o presidentes das Câmaras Municipal de Campo Maior, assim como outras entidades políticas, a nível regional, ligadas ao partido.
Os habituais rebuçados foram hoje, 5 de janeiro, trocados por máscaras, na tradicional Cavalgata dos Reis Magos, em Badajoz: um dos momentos mais importantes do natal no país vizinho, que não se realizou no ano passado.
Belchior, Baltazar e Gaspar, vindos do Oriente, chegaram por volta das 17 horas, hora local, à estação de comboios da cidade pacense, onde foram recebidos pelo alcaide, Ignacio Gragera, para depois se dar início ao habitual desfile dos carros alegóricos.
Desta feita, em menor quantidade, os carros foram decorados, entre outros, com elementos alusivos a filmes infantis, como os Minions, Alice no País das Maravilhas, Hércules e Idade do Gelo.
Para Ignácio Gragera, este é “o momento mais bonito” de toda esta quadra, assegurando que o importante é que as crianças possam desfrutar de uma festa que é preparada para elas. Apesar das diferenças, relativamente a outros anos, tendo em conta a ausência dos rebuçados e a menor quantidade de crianças e carros alegóricos, o alcaide assegura que “o mais importante, acima de tudo, é a saúde” de todos, tendo esperança num 2022 “brilhante” para a Eurocidade.
Durante a manhã, a população de Badajoz teve oportunidade de provar o Roscón, o tradicional Bolo-Rei, na hora do pequeno-almoço, no Passeio de São Francisco, numa tradição agora recuperada na véspera de Dia de Reis.
Os elvenses acorreram, em massa, na manhã desta quarta-feira, 5 de janeiro, ao Coliseu de Elvas, para se testarem à Covid-19, de forma gratuita, no primeiro de quatro dias desta iniciativa promovida pelo Município.
Os testes são realizados apenas com marcação, sendo que, e tal como a Rádio ELVAS já ontem tinha avançado, para hoje, as cem vagas disponíveis foram todas preenchidas.
É pela porta traseira deste espaço, designada de porta das cavalariças, que é feita esta testagem gratuita. Neste local encontram-se uma enfermeira e uma administrativa da Cruz Vermelha, uma vez que esta testagem resulta de uma parceria entre a Câmara, esta instituição e a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo.
Ana Rente, enfermeira responsável por esta testagem afirma que a mesma “está a correr bem” e que, até às 11 horas, 60 pessoas já tinham sido testadas à Covid-19, admitindo que “estava a fazer falta esta testagem, uma vez que tendo em conta este número, a população está a aderir bastante”.
Apesar de a testagem ser por agendamento, as pessoas devem aguardar por ordem de chegada. A enfermeira explica ainda que a pessoa é chamada, são-lhe solicitados o número de telefone e email, assim como outros dados pelo que é necessária a apresentação do Cartão de Cidadão. Depois de feito o teste, dentro de uma hora é enviada uma mensagem com o resultado do teste, assim como o certificado, sendo que os dados são também enviados para o SINAVE.
Ana Rente revela ainda que há instituições, que “em grupo, agendaram o teste, para estarem testados, de forma preventiva”.
A nossa reportagem falou com algumas pessoas que aguardavam na fila pela sua vez, para a realização do teste. No caso de Filipa agendou a marcação para si, para o marido e os dois filhos, porque tendo em conta que vai regressar ao trabalho e os filhos à escola, quer “estar mais descansada”, considerando “importante a testagem”.
Já José Cordeiro decidiu marcar teste para visitar a sua mãe no lar de Santa Eulália, uma vez que é necessária “a apresentação de um certificado”.
Considerando que “há pessoas que não têm outra forma de fazer o teste”, Benedita Canhão, decidiu fazê-lo para estar mais descansada e, para si esta “é a forma mais rápida de perceber” se estamos ou não infetados.
Tendo em conta que em Elvas a oferta ao nível de testes gratuita tem sido pouca e que a existe praticamente não tem vagas, de forma a sentir-se “mais seguro com os contactos” que tem José Chagas decidiu hoje fazer o seu primeiro teste.
A testagem gratuita volta a acontecer amanhã, 6 de janeiro, (para a qual as vagas também já estão todas preenchidas) e nos dias 11 e 12 deste mês, sendo que é necessário o agendamento através do número de telefone da Câmara de Elvas (268 639 740).
Os candidatos do Partido Socialista, do círculo eleitoral do distrito de Évora, visitaram hoje alguns pontos importantes, no concelho de Montemor-o-Novo, uma atividade que decorre no âmbito da pré-campanha para as eleições Legislativas do próximo dia 30 de Janeiro.
No concelho de Montemor, começaram por visitar a Gruta do Escoural, em Santiago do Escoural, seguindo-se a visita ao Convento da Saudação, no Castelo de Montemor-o-Novo.
Luís Capoulas Santos, cabeça de lista do PS, do círculo eleitoral do distrito de Évora revela que esta visita “tem um objetivo muito concreto, o Partido Socialista, tem como imagem de marca, o cumprimento dos compromissos eleitorais que assume e nós honramos, de tudo aquilo que temos vindo a prometer em sucessivas eleições, termos conseguido concretizar, mesmo aquilo que parecia impossível” e o Convento da Saudação, em Montemor-o-Novo, é prova disso, segundo Luís Capoulas Santos.
O cabeça de lista explica ainda que, em relação ao Convento da Saudação, após as obras de preservação do património, é necessário “agora também, a recuperação total deste Convento, colocando à fruição ad cultura e do turismo, abrindo a possibilidade de uma visitação permanente”. Luís Capoulas Santos refere que “a promessa que fizemos de investir na recuperação do património, e que hoje pode ser demonstrada nos vários pontos do distrito, mas aqui concretamente , em Montemor-o-Novo”.
A acompanhar a comitiva estava o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Olímpio Galvão que explica que a visita foi feita a locais “onde houve investimento, na Gruta do Escoural, juntamente com a Gruta de Mação, um orçamento na ordem de meio milhão de euros, em que 150.000 euros serão investidos na Gruta do Escoural, com financiamento a 75%”, visitando mais tarde, “o Convento da Saudação, onde foi acionado o Fundo de Salvaguarda, por causa do acidente da abóbada, estamos a falar de um 1.680.000 euros, em que a Câmara suportou apenas o IVA e está previsto também o investimento de 5.500.000 euros, para a recuperação do Convento e transformação para o Centro Nacional de Artes Transdisciplinares, serviços da Câmara e visita do público”. Durante a tarde ainda se realizou a visita à Barragem dos Minutos, em Montemor, tendo sido, tal como explica o presidente da Câmara, “um investimento de cerca de 6.000.000 de euros, na própria barragem, 5.000.000 euros na primeira parte de regadio”, tendo sido visitada, hoje, “a nova expansão, outro investimento de 5.000.000 milhões”, acrescentando que estas visitas “enquanto o Partido Socialista está no governo, o Alentejo tem investimento e é desenvolvido”.
O Vereador da Cultura, Henrique Lopes, realça a importância que este tipo de visitas de membros importantes do governo tem para o património cultural do concelho, acrescentando que Montemor é uma localidade privilegiada nesse aspeto, “de ter um conjunto de estruturas históricas e vale a pena sempre receber estas visitas”. Em relação a esta visita, o vereador reforça que “é um chamar de atenção para estes temas, de que a cultura está na ordem do dia, a cultura é também um motor de desenvolvimento”, demonstrando a importância destas ações.
Já Cármen Carvalheira, membro da lista do PS, do círculo eleitoral do distrito de Évora dá destaque à importância que estes investimentos têm tido até porque “passarmos toda esta informação de património, de história que tem Montemor, conseguirmos dar-lhe uma dimensão significativamente maior, uma vez que isto também são eleições legislativas”.
Os candidatos do Partido Socialista, do círculo eleitoral do distrito de Évora, que visitaram o concelho de Montemor-o-Novo hoje.
O Município de Alandroal procedeu à primeira fase de entrega de plantas no âmbito do projeto “Além Risco”. Foram entregues aproximadamente 400 árvores, das mais de 1000 que estão disponíveis para oferta à população.
Mariana Ramalho, arquiteta paisagista na câmara de Alandroal, explica que “este projeto prevê a plantação de cinco mil árvores no concelho, com o objetivo de criar zonas de sombra e mitigar os efeitos negativos das ondas de calor”. Além da entrega à população, o município dispõe de cerca de quatro mil plantas para reflorestar as zonas comuns do concelho.
Mariana Ramalho adianta que “a população tem estado a aderir muito bem a esta iniciativa”. No entanto, a arquiteta paisagista refere que “há ainda muito a fazer quanto a estas questões ambientais porque as pessoas não se podem lembrar das árvores apenas quando está calor e querem uma sombra”.
O projeto Além Risco visa reforçar a capacidade de adaptação das populações locais do Alentejo Central ao efeito das ondas de calor na saúde pública. O projeto pretende envolver os cidadãos na plantação de 50 mil árvores nos aglomerados urbanos do Alentejo Central – reduzindo o efeito de “ilha de calor” por eles criados.
A Feira de Velharias regressou, nesta primeira segunda-feira do ano, 3 de janeiro, ao tabuleiro da Praça da República, em Elvas, depois de uma longa e forçada paragem, devido à pandemia.
Os poucos feirantes que compareceram dizem sentir a falta dos clientes, sobretudo dos espanhóis, sendo que, como revela Élia Abrantes, o recomeço está “a ser difícil”. “As pessoas acabaram por se desabituar, nós estávamos cá todas as segundas-feiras e era uma feira que já ia com algum balanço, quando encerrou, porque estávamos quase ao nível de vendas de Estremoz”, adianta esta comerciante.
Agora, não tem dúvidas Élia Abrantes, é preciso de ter calma e alguma paciência. “A maior parte dos nossos irmãos espanhóis não entendeu que podia passar só com a vacinação, mas as novas regras acabaram por nos afetar”, acrescenta. “Os espanhóis são fundamentais e quem disser o contrário, que me perdoe, mas é mentira”, diz ainda, adiantando que, nesta feira, vende de tudo um pouco: antiguidades, velharias, sobretudo de recheios de casas de pessoas já falecidas.
Já Joaquim Prudência, que veio de Estremoz, procura vender, em Elvas, artigos como livros e candeeiros. “Sempre negociámos, desde o tempo dos meus pais, mas antes não fazíamos este tipo de mercados. Tínhamos pessoas e casas, em Estremoz e Évora, que sabíamos que compravam cobre, loiças e outras coisas, e íamos diretamente a casa das pessoas”, revela.
Este feirante lembra que, durante largos meses, estas feiras ficaram em suspenso, não só em Elvas, como em outras localidades, mas que as responsabilidades “aparecem à mesma”. “Se não trabalharmos, onde é que o (dinheiro) arranjamos”, questiona-se, assegurando que, agora, tem tem esperança que, aos poucos, tudo possa voltar à normalidade.
Relógios e loiças são algumas das velharias que António tem disponíveis para venda, nesta feira. Alguns dos artigos têm mais de cem, sendo que muitos, confessa, até tem pena de se desfazer deles. “Aqui, em Elvas, costumamos vender mais aos espanhóis, mas agora não aparecem”, lamenta-se.
De recordar que a retoma da realização da Feira de Antiguidades, Velharias e Colecionismo, na Praça da República, foi aprovada, pelo executivo municipal de Elvas, a 24 de novembro.
Este ano, espera-se, em todo o país, um recorde de produção de azeitona. Só na Herdade d’Alcobaça, em São Vicente e Ventosa, no concelho de Elvas, de acordo com o engenheiro responsável pela campanha, Alfredo Peneda, serão, ao todo, colhidas cerca de cinco mil toneladas de azeitona, o que se traduzirá em, aproximadamente, 850 toneladas de azeite, valores muito acima do normal.
“Nós costumamos andar nas 600 toneladas de azeite, por ano, e nos três milhões e meio, quatro, de quilos de azeitona”, adianta o responsável, assegurando que este é um “ano excecionalmente bom”, com as produções a subirem “ligeiramente”.
Com uma “produção excelente”, a Herdade d’Alcobaça deparou-se, desta feita, com a falta de mão de obra nacional: um problema que acabou por ser suprimido com recurso à contratação, sobretudo de trabalhadores de países como Ucrânia, Índia e Marrocos, através de empresas de prestação de serviços.
“Andamos a trabalhar o ano inteiro para ter uma boa produção, e agora não podemos deixá-la ficar na árvore ou que caia para o chão”, revela Alfredo Peneda. Ao todo, e após algumas contratações, são cerca de 50 pessoas, que trabalham, sobretudo, para “auxiliar o trabalho das máquinas”.
E com o excesso de azeitona, este ano, as fábricas que recebem o chamado bagaço, formado por fragmentos de pele, polpa e caroço, estão a enfrentar uma séria incapacidade de armazenamento do produto. No Alentejo, pelo menos uma destas fábricas já parou de o receber.
Ainda assim, as entregas diárias feitas, pela Herdade d’Alcobaça numa fábrica de um concelho vizinho, têm decorrido dentro da normalidade. Contudo, o engenheiro diz ter conhecimento de que “as fábricas que recebem o bagaço de azeitona estão a ficar saturadas e no limite, devido ao excesso de produção”. O bagaço desta herdade, e ao contrário do que está a acontecer com outras empresas da região, não tem sido exportado para fábricas de Espanha.
“O nosso azeite é embalado e vendido nos mercados nacionais há vários anos e continuamos a trabalhar nesse sentido. Este ano, como há um excesso de produção, vamos ter de ver algum excedente para outras empresas, que operem no mercado, para Espanha ou para Itália”, revela ainda Alfredo Peneda.
E é no lagar da Herdade d’Alcobaça que nasce aquele que, neste ano de 2021, foi considerado, pela DECO Proteste, depois de analisadas as amostras de mais 30 marcas, recolhidas nas prateleiras dos supermercados, o melhor azeite produzido no país. Neste ranking, o azeite virgem extra Ouro d’Elvas, de baixa acidez, classificado com um total de 85 pontos, deixou para trás marcas tão conceituadas como Gallo ou Oliveira da Serra. Para Alfredo Peneda, esta distinção é, acima de tudo, “uma honra”. “É muito bom para a nossa marca, para o nosso azeite e para todos que aqui trabalhamos”, remata.
A campanha da azeitona arrancou a meio de outubro, num ano em que se espera uma produção recorde de 150 mil toneladas de azeite, em todo o país. Com isto, o valor das exportações deverá aumentar e superar os 600 milhões de euros.
Portugal é o primeiro no mundo em termos de qualidade, ao produzir 95% de azeite virgem e virgem extra. O segundo lugar é ocupado pelos Estados Unidos da América, atingindo os 90%. Espanha e Itália surgem em terceiro, com 70%.
Um veículo pesado de mercadorias, que transportava painéis solares, tombou ao início da tarde desta segunda-feira, 27 de dezembro, no nó de acesso da A6, em Varche.
Do despiste, há apenas um ferido leve a registar, o condutor e único ocupante da viatura, um homem de 38 anos, que foi transportado para o Hospital de Santa Luzia, por queixas no membro inferior direito, revela o comandante dos Bombeiros de Elvas, Tiago Bugio, adiantando que quando receberam o alerta para a ocorrência, fizeram mobilizar “dois veículos de desencarceramento, uma ambulância de socorro, dois veículos de comando e um veículo urbano de combate a incêndios”, uma vez que, foram informados de que “existia derrame de combustível na faixa de rodagem, quando chegaram verificaram que este derrame era gasóleo e o camião transportava painéis solares, pelo que não representava perigo acrescido”.
O trânsito encontra-se cortado, nos dois sentidos, no nó da A6, quer no sentido de Lisboa-Espanha, quer no sentido de entrada na N4, em Varche, “devido ao derrame de combustível no local, e ao facto de o camião se encontrar na berma e oferecer perigo ao trânsito”. Neste momento está a proceder-se à estabilização do derrame e quando se retirar o veículo, será feita a limpeza total das vias e reestabelecia a circulação”.
Tiago Bugio explica que este “é um processo que poderá demorar várias horas”, podendo mesmo estar concluído “apenas amanhã”.
Para o local foram mobilizados 18 operacionais dos Bombeiros de Elvas, apoiados por seis veículos, a GNR com cinco operacionais e três veículos e a Brisa.
Uma coleção de roncas de Elvas, produzidas por Luís Pedras, está até a 6 de janeiro, Dia de Reis, em exposição, na Casa da Cultura, na Praça da República.
Trata-se de uma exposição que o artista elvense garante ser uma retrospetiva da sua obra, relativamente ao trabalho de reabilitação e restauro deste instrumento musical “tão identitário” da cultura de Elvas, com trabalhos de coleções particulares, como é o caso, entre outros, da Câmara Municipal e de Gaspar Magarreiro, e alguns apontamentos fotográficos, com imagens de fotógrafos como José Silva, Jorge Grenho e Jacinto César.
Este, garante o oleiro, é o momento “de virar a página” do seu projeto, depois dos milhares e milhares de roncas que já produziu, que se encontram espalhados por países de quase todos os continentes, algumas delas agora em exposição: umas mais tradicionais, outras mais contemporâneas e outras que são “inspiradas na reinterpretação do instrumento, que é africano”.
A ronca, um instrumento que remonta aos tempos do Neolítico, adianta Luís Pedras, tem muitos outros nomes. Há quem lhe chame zabumba, zurra-burros, zamburra e até roncadeira. “Mas o que mais prezo é respeitar a alma e a essência do instrumento, que de facto é muito arcaico. Estamos a falar de há dez mil anos. São os primeiros membranofones de fricção, que foram descobertos após a descoberta dos foles”, revela o oleiro elvense.
Na Casa da Cultura, Luís Pedras apresenta, para além das roncas, uma intervenção artística, com recurso a materiais de construção, como barro e tijolos.
“25 anos de Roncas D’Elvas” pode ser visitada, com entrada livre, de segunda e sexta-feira das 10 às 13 horas e das 14 às 17 horas.
O jogo “Napoleão Bonaparte: o princípio do fim” foi apresentado publicamente, esta tarde de terça-feira, 21 de dezembro, na Capela do Forte da Graça, em Elvas.
O jogo é uma das componentes financiadas pelo Programa Valorizar, do Turismo de Portugal e resulta de uma parceria com a empresa Science 4 you, no âmbito do projeto “Rede Temática das Invasões Francesas em Portugal“, que une a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra aos municípios de Elvas, Almeida, Bombarral, Lourinhã, Mealhada, Mortágua, Penacova e a Rota Histórica das Linhas de Torres (municípios de Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira).
Este é um jogo de tabuleiro “lúdico educativo, sendo muito interessante, porque retrata uma parte da nossa história, ou seja, as invasões francesas e a resistência às mesmas e acaba também por ser um produto turístico”, refere a vereadora no município de Elvas, Paula Calado, adiantando que esta temática está presente desde o 4º ao 12º ano de escolaridade, tendo muitas questões sobre factos e monumentos de Elvas”.
O município vai distribuir “142 jogos pelos agrupamentos de Escolas do concelho, bibliotecas, serviços educativos, Universidade sénior, lares de idosos, e outros 108 estarão disponíveis para venda nos espaços culturais da cidade, como Posto de Turismo, Fortes e museus”.
No âmbito projeto “Rede Temática das Invasões Francesas em Portugal“ está ainda prevista a realização de umas olimpíadas subordinadas a este jogo, que contam com fases regionais e posteriormente nacional, tendo início em março e a final será em junho. A vereadora Paula Calado ambiciona que uma das semifinais ou final possa ser realizada em Elvas, porque “seria assim mais um evento que decorre na cidade e trará cá gente”.
O Coral Públia Hortênsia de Castro apresentou ontem, 19 de dezembro, ao final da tarde, o seu concerto de natal, na Igreja do Salvador, em Elvas.
Do repertório apresentado, ao público, fizeram parte 12 temas dedicados a esta quadra festiva, como “Adeste Fideles”, “Campana sobre Campana”, “Hacia Belén va una Burra” e o tradicional “Natal de Elvas”.
O concerto contou com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, que se fez representar pela vice-presidente Anabela Cartas.
O Centro Educativo Alice Nabeiro recebeu esta manhã de sexta-feira, 17 de dezembro, a visita da Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, a quem foi dada a conhecer a dinâmica pedagógica do Centro.
A visita teve início com uma pequena surpresa preparada pelas crianças da instituição, onde cantaram uma música de Natal para todos os presentes. Após este momento musical, as crianças ofereceram uma lembrança à Secretária de Estado, e por sua vez, esta, ofereceu um quadro ao Comendador Rui Nabeiro, enaltecendo o papel do Grupo Nabeiro na Promoção da Igualdade e cidadania, nos seus vários eixos de atuação.
Para o Comendador Rui Nabeiro esta visita assume especial importância, na medida em que é um motivo “de satisfação e orgulho, porque é um trabalho que nasceu e cresceu com tantas crianças que aqui já passaram e temos contribuído para um bem estar e relação com a crianças, com um pouco de cultura, que se nota na escola para onde seguem depois, pela educação mais avançada”.
A proximidade é uma das bandeiras do Comendador Rui Nabeiro, que refere que o seu “sonho é criar ainda mais e melhor”, a vários níveis, no entanto sente que as pessoas que ali trabalham seguirão com o trabalho feito até então. O Governo futuro tem que pensar na proximidade, porque perto sentimos o que às pessoas falta e longe não nos vemos”. Rui Nabeiro afirma que para si é uma felicidade receber esta visita, pelo “reconhecimento deste trabalho”, convidando a que todos “sigam os nosso caminhos, de fé, amizade e amor e as crianças são o nosso futuro, o futuro dos países”.
Já a Secretária de Estado, Rosa Monteiro, explica que esta visita é “reconhecer o trabalho que é feito” no Centro Educativo, e “é a personificação do que desejamos, como modelo de educação, pela cultura, pela arte, pelos valores, cidadania, valorização da diferença, direitos humanos e questões ambientais, para além daquilo que é aquisição das competências convencionais”. Por outro lado, a Secretária de Estado enaltece o facto de o Grupo Nabeiro ter sido o primeiro a nível nacional a receber o certificado para conciliação da vida pessoal, profissional e familiar, algo que considera “ser um motivo que muito honra e é exemplo de excelência para outras empresas do nosso país”.
A Secretária de Estado Rosa Monteiro, diz ainda que “é ainda mais importante nós reconhecermos que há empresas que vão à frente nas boas práticas e a dar o sinal e o exemplo de que é possível fazer, pelo que contamos sempre com este Grupo para reconhecer e validar este compromisso para a cidadania e igualdade, também neste domínio que é fundamental, porque costuma dizer-se que é onde tudo nasce, na educação”.
Já Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior, sente-se lisonjeado pelo facto de a Secretária de Estado reconhecer “o papel do município e da Associação Coração Delta que se têm complementado em aspetos tão importantes como a cidadania e igualdade”. Quanto ao Centro Educativo Alice Nabeiro, Luís Rosinha destaca que este é um local que “tem por característica trabalhar determinados aspetos, que outros, acham que não serão tão importantes, não só a cidadania e igualdade, porque já o praticam, inserida no modelo e responsabilidade do Grupo Nabeiro, porque é daqui que se constroem os homens e mulheres de amanhã”. O presidente da Câmara de Campo Maior refere ainda que o Comendador Rui Nabeiro “tem sempre uma palavra de estímulo, de onde surgem questões como o empreendedorismo”, tendo a certeza de que “estas crianças a partir destas bases, serão muito melhores, no futuro”.
Depois da receção por parte das crianças, decorreu uma reunião de trabalhos, em que como explica Rita Nabeiro, do Grupo Nabeiro, “foram dados a conhecer o Grupo e a Associação Coração Delta e o trabalho e projetos nas áreas de sustentabilidade e social”. Uma das preocupações “é o futuro e educação das crianças e o impacto da educação no concelho”, pelo que outro dos objetivos foi criar “ideias para melhorias futuras”.
Já para Dionísia Gomes, diretora do Centro Educativo Alice Nabeiro esta visita assumiu especial importância, na medida em que “para além de dar a conhecer o enfoque na cidadania e igualdade que são trabalhadas no estabelecimento, também trazer novos projetos para Campo Maior, para o CEAN”.
As Festas do Povo foram ontem, 15 de dezembro, classificadas como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.
Desta forma, a Rádio ELVAS esteve esta manhã de quinta-feira, 16 de dezembro, numa emissão especial, a partir do jardim municipal de Campo Maior, para assinalar este marco histórico, junto dos campomaiorenses.
O novo comandante do Regimento de Cavalaria nº3 de Estremoz, o coronel José Pimenta tomou posse esta segunda-feira, 13 de dezembro, sucedendo no cargo o Coronel Jorge Pedro.
Aos microfones da Rádio ELVAS, o recém-empossado comandante do RC3 de Estremoz, assume que estas funções são uma “grande responsabilidade”, e afirma que “o Regimento tem sabido cumprir e desempenhar o seu papel, em conformidade com as orientações que vêm do escalão superior e do Comando do Exército” pelo que segundo diz, resta-lhe fazer “pelo menos tão bem como os antecessores e continuar a vida do regimento”.
Tenente-General António Martins Pereira
Este é um regimento, com uma grande história e não pertence apenas ao Alentejo, mas a todo o país, tendo várias capacidades, explica o Coronel José Pimenta, adianta que “as ligações com a sociedade civil e entidades locais é uma realidade muito importante para nós, estamos abertos e assim vai continuar, garantidamente, com o meu comando e tenho a certeza que Estremoz e as entidades locais estarão disponíveis para colaborar connosco, em tudo o que seja necessário”.
O Comandante das Forças Terrestres, Tenente-General António Martins Pereira, presidiu as cerimónias e refere que esta unidade “é muito importante fundamental no exército”, assim como a cerimónia de troca de comandantes, na medida em que “demonstra confiança no comando que entra e que sai, na missão desta unidade na região”, e enaltece a participação das autoridades autárquicas para que “a conexão seja reforçada”, assim como na cooperação, no que for necessário, para a população.
Brigadeiro-General Pedro Gonçalves Soares
Já o comandante da Brigada de Reação Rápida, o Brigadeiro-General Pedro Gonçalves Soares, destaca o papel e a importância desta brigada, em Estremoz. “Ao contrário do que se possa pensar, Estremoz tem um papel importantíssimo nesta brigada, e cada vez maior, porque toda a área do reconhecimento, ligada aos drones, que permite aumentar as capacidades de reconhecimento sem grandes riscos para as forças, têm os meios concentrados” nesta cidade.
O presidente da Câmara de Estremoz José Sádio, marcou presença nas cerimónia e destacou a importância deste regimento, para a cidade, e com a qual a autarquia mantém uma relação muito próxima, aproveitando para felicitar o novo comandante. “O RC3 é determinante para as nossa existência, com a qual temos mantido uma relação muito próxima e de parceria diária, pelo que é imprescindível quer para o presente, quer para o futuro continuarmos a ter connosco o RC3”. José Sádio felicita ainda tanto o comandante cessante como o novo comandante que hoje tomou posse.
O elvense Tiago Carlos celebrou, na tarde deste domingo, 12 de dezembro, na Igreja de São Domingos, em Elvas, a sua primeira missa, a chamada Missa Nova, depois de ordenado sacerdote, no passado dia 8, pelo Arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho.
Em declarações à Rádio ELVAS, o jovem padre de 27 anos revela que esta primeira celebração teve um significado muito especial por se realizar na cidade que o viu nascer: “tem um sentido muito bonito, porque fui educado, nascido e criado, aqui em Elvas, e também foi aqui que a minha vocação começou, porque aqui aprendi a fé”. Celebrar a sua Missa Nova, em Elvas, “fez todo o sentido”, assegurando que foi um momento “muito emotivo”, quer para si, quer a própria família e comunidade.
Recuando ao passado dia 8, Tiago Carlos garante que a sua ordenação teve um simbolismo muito especial, por acontecer no dia do aniversário do seu pai, assim como na data em que se celebra a Imaculada Conceição. Recorda que a sua ordenação de diácono, há sensivelmente, seis meses, aconteceu em Vila Viçosa, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição. “É um ministério muito ligado a Nossa Senhora”, comenta.
Alcançada esta última fase do seu caminho, o jovem padre garante que continua a ser a mesma pessoa, embora as suas responsabilidades sejam agora outras, onde os interesses dos outros e da Igreja estão acima dos seus.
Por agora, Tiago Carlos vai manter-se ao serviço das paróquias de Montemor-o-Novo, ao lado do padre José Morais Paulos.
A Eurocidade Badajoz – Elvas – Campo Maior foi percorrida, na manhã deste sábado, 11 de dezembro, por cerca de 40 carros clássicos, naquela que foi primeira edição da “Euro Ruta”, um evento com contornos solidários, inserido no Classic Fest.
Depois da saída de Badajoz, as viaturas rumaram à Fortificação Abaluartada de Campo Maior e, depois, até ao Aqueduto da Amoreira, em Elvas. De acordo com vereador na Câmara de Elvas, Cláudio Monteiro, o evento é organizado por uma associação de Badajoz, assegurando que isso demonstra que o conceito da EUROBEC começa a ser interiorizado pelas coletividades e pelas próprias populações das três localidades que compõem esta Eurocidade.
Com o evento, procurou-se reunir a maior quantidade possível de alimentos para doar ao Banco Alimentar de Badajoz, até porque, explica Cláudio Monteiro, em Espanha, ao contrário do que acontece em Portugal, não se realizam tantas campanhas de recolha de bens alimentares.
Já Javier Jolo, da organização do evento, explica que o mesmo vem no seguimento de antigas rotas que se faziam, em Espanha, com clássicos, por esta altura do natal, sendo, no entanto, o mais importante, a vertente solidária do mesmo. O número de participantes, adianta, nesta primeira edição, deixa-o “muito satisfeito”. A expectativa relativa à quantidade de alimentos recolhidos, para doar ao Banco Alimentar de Badajoz, é de uma tonelada.
“É também uma boa desculpa para juntarmos os amigos aos quais nos une a paixão pelos automóveis, mas também destacar o valor magnifico património da Eurocidade”, adianta Javier Jolo.
Apesar deste ser um evento em que se pretendia reunir clássicos dos dois lados da fronteira, apenas um carro de matrícula portuguesa participou na iniciativa. Nas próximas edições, Javier Jolo espera que mais viaturas de Elvas e Campo Maior possam participar.
O evento, que depois de Elvas, tem as Portas de Palma, em Badajoz, como pano de fundo, conta ainda com exposição de todos os veículos e um concurso de elegância e originalidade, no qual um júri especializado, irá escolher o vencedor da edição 2021 em cada categoria.
É através de material reciclado, que Carlos Pastor, de Elvas, começou há cerca de ano e meio a construir casas em miniatura para presépio, assim como a replicar alguns locais emblemáticos da cidade.
É na sua casa na Boa-Fé, que este “artesão” elvense constrói este tipo de peças. Carlos Pastor, com o confinamento e depois de a sua mulher lhe ter proposto replicar um centro de mesa de Natal, com materiais que já não usava, propôs-lhe depois tentar fazer uma casa de presépio que tinha visto na internet, algo que segundo diz, lhe “correu bem, as coisas começaram a ficar mais perfeitas e a paixão começou a crescer”, revela.
A partir desse momento, deu largas à imaginação e começou a construir mais casas do género, através de imagens que via na internet, em casas do antigo Egipto de onde tira o modelo e tenta replicar, dando-lhe o seu “toque pessoal”, como o próprio nos explica, sendo que cada casa demora “cerca de quatro horas a fazer, uma vez que leva gesso, por fora, de forma a dar textura à peça”, depois disso é pintado com acrílico.
Carlos Pastor adianta quais os materiais reciclados que utiliza para a construção deste tipo de artigo, “como cartão, esferovite utilizado em acabamentos de edifícios, alguma madeira que aproveita, por exemplo dos palitos das espetadas”.
A igreja de Nossa Senhora da Nazaré, assim como um Castelo à imagem do de Elvas, foi também feito por Carlos Pastor e demorou quatro dias a ser feito. “Através das fotografias, idealizei fazer o Castelo, que apesar de não ser igual ao de Elvas, está muito à sua imagem”, e foi uma proposta feita por uma pessoa, a quem mostrou algumas das suas peças.
Este tipo de peças, nunca foi exposto em nenhum local da cidade, algo que Carlos Gostaria de ver em exposição, para mostrar às pessoas o que faz, bem como, se houver alguém interessado também vender. “Só tenho mostrado a pessoas amigas, ou que vou conhecendo e, há um ano estive no Parque de Estacionamento da Shell a mostrar algumas peças, a quem passava e algumas até compraram, mas nunca fiz uma exposição, mas gostava que fosse digno de exposição porque as pessoas gostam de ver, porque são feitas à mão e gostaria de mostrar para que as pessoas pudessem apreciar o meu trabalho, e se alguém quiser, também estou na disposição de vender”.
Carlos Pastor já fez cerca de 50 peças, sendo que neste momento tem 32 disponíveis, e adianta que quem quiser ver ou adquiri peças pode contactá-lo através do número 968 342 426..
Cerca de meia centena de sócios e amigos da Associação de Ação Social Humanitária de Elvas (AASHE) quiseram hoje, 8 de dezembro, celebrar o seu 11º aniversário, num almoço que decorreu num restaurante do concelho.
Presente neste convívio esteve o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, que não deixou de agradecer à direção da associação o esforço que tem feito para conseguir manter abertas as portas de sua casa, à comunidade, após este período tão difícil de pandemia. “A Câmara de Elvas está sempre disposta a ajudar, tal como fez há 11 anos, quando criou aquela sala de convívio, na zona de São Roque, para que mantenha sempre a porta aberta”, acrescenta o autarca.
Rondão Almeida perspetiva ainda um futuro risonho para a AASHE, que garante estar “muito bem instalada”, lembrando as obras da residência de estudantes da Agrária, que decorrem junto à sede da coletividade. “Os alunos, possivelmente, vão passar a frequentar aquele espaço”, diz. Depois, alega ainda, será precisamente nessa área de Elvas que a autarquia tenciona começar o processo de recuperação das habitações, o que, no futuro, se traduzirá em mais famílias a habitar a zona de São Roque.
Já o presidente da AASHE, Marcelino Vinagre, diz-se feliz por se manter à frente da direção da associação, garantindo que vai sempre continuar “a batalhar para fazer o melhor”, sempre com o objetivo de manter aquela casa “viva”.
Antes deste almoço convívio, decorreu, na Igreja do Salvador, uma missa por alma dos sócios já falecidos.
O espírito natalício já chegou a Campo Maior, com a iluminação própria da época espalhada um pouco por todo o concelho.
O Município decidiu iluminar as principais artérias da vila, bem como espaços como o Jardim Público, onde também se encontra o presépio, a própria Câmara Municipal, o Centro Comunitário e o Centro Cultural.
Por estes dias, também a música de Natal já se faz ouvir no Centro Histórico de Campo Maior.
Em Dia da Imaculada Conceição, que se assinala esta quarta-feira, 8 de dezembro, a Capela de Nossa Senhora da Conceição, nas Portas da Esquina em Elvas, está de portas abertas até às 20 horas.
Na cidade, lembra Sebastião Sequeira, membro da Confraria de Nossa Senhora da Conceição, há muitos devotos, sendo uma tradição esta romagem até àquele espaço religioso, atualmente, só aberto, em ocasiões e dias como este, convidando todos a visitar a “padroeira de Portugal e mãe de todos”.
Nesta visita à capela, os fiéis, adianta Sebastião Sequeira, procuram rezar, acabando, em alguns casos, em dar “uma esmolinha”, à Confraria, em troca de uma estampa. “Antes, abríamos a capela das 9 às 17 horas, mas destruíram tudo, partiram azulejos, e decidimos fechar, porque não temos pessoal para estar aqui a guardar”, acrescenta.
Dentro do possível, apesar da falta de verbas, a Confraria, com a ajuda da Câmara de Elvas, tem procurado sempre manter, nas melhores condições, a capela.
Apesar da capela estar encerrada, no dia a dia, Sebastião Sequeira garante que basta os interessados em visitá-la, para cumprir alguma promessa, entrarem em contacto com algum elemento da confraria.
Ao meio-dia e meia, e no âmbito das celebrações deste feriado religioso, há missa na Igreja da Sé. Desde o passado dia 29, que a Confraria tem realizado a tradicional novena, diariamente, pelas 19 horas.
A Associação de Apoio à Infância e Terceira Idade (ADAITI) de São Vicente homenageou esta tarde de sábado, 4 de dezembro, o fundador da instituição, António Malhado, com o descerrar de uma placa de homenagem, no novo jardim da instituição.
Manuel Anastácio, presidente da direção da instituição revela que esta homenagem surge no mês em que a instituição cumpre 23 anos de existência, pelo que foi criado este jardim com o nome do fundador, de forma não só a homenageá-lo, mas também para que os utentes tenham um local lúdico, no seio do lar. “Esta pequena homenagem vem na sequência do nosso aniversário, no passado dia 2, e infelizmente, o presidente fundador já cá não está, pelo que há três meses foi proposto à Assembleia fazer uma pequena homenagem a António Malhado, criar um jardim com o nome dele, tentando neste espaço criar um espaço lúdico, onde os utentes possam praticar desporto, criar umas hortas, para que se sintam mais úteis”.
Manuel Anastácio referiu ainda que faltam fazer algumas melhorias na instituição, no entanto solicitou um maior apoio à autarquia. “Toda a parte exterior foi melhorada, foi atribuído um subsídio à instituição, mas uma parte foi suportada pela mesma, e melhorámos equipamentos, de cozinha, quartos, casa de banho e iluminação e agora há pormenores que vão acontecendo, porque há coisas obsoletas que precisam de intervenção, mas tendo em conta a nossa condição financeira, pedimos apoio à Câmara para dar mais qualidade de vida aos nosso utentes”.
Rondão Almeida, presidente da Câmara de Elvas recorda que esta instituição foi a primeira do género, a nascer numa freguesia rural do concelho, e em boa hora isso aconteceu. “Valeu a pena o objetivo que tracei, para poder permitir a todas as pessoas das aldeias passarem os seus últimos anos na sua terra, porque o que vim a encontrar em Elvas é que os lares da cidade estavam cheios, com grandes listas de espera, daí achei por conveniente fazer um grande investimento, e dotar todas as freguesias de lares, creches e centros de dia, e em boa hora o fiz”.
Quanto à homenagem feita a António Malhado adianta que esta “deveria ter sido feita em vida”, porque “foi bom para a população, desde a primeira hora que assumiu a presidência da junta, até à data em que lhe pedi para fundar a associação para poder gerir esta instituição”. Respondendo ao pedido de ajuda por parte da direção do lar, Rondão Almeida garante que “a área social é daquelas onde não haverá cortes, pelo contrário, será reforçada a partir do momento em que a Assembleia Municipal, na segunda-feira, aprove as grandes opções do plano”, sendo nesta área contemplados “investimento em termos de equipamentos, como de apoios sociais às pessoas que necessitem”.
Nesta homenagem, estiveram presentes alguns dos familiares do fundador da instituição. Rui Malhado, um dos filhos do homenageado refere que esta deveria ter sido feita antes, mas sente-se “agradado pela homenagem”.
De recordar que António Braçadas Malhado, fundador da Associação de Apoio à Infância e Terceira Idade de São Vicente, faleceu em fevereiro deste ano.
O passeio em frente ao Mercado da Casa das Barcas, foi requalificado, recentemente, no âmbito da obra da Avenida 14 de Janeiro.
A obra, realizada pela Câmara Municipal de Elvas, pretendia dotar de melhores condições o espaço para a circulação pedonal, tendo o Município salvaguardado o número de lugares de estacionamento existentes, com capacidade para 50 veículos.
Pode ver o antes e o depois desta empreitada, nas imagens abaixo.
“Essa Terra que eu amo, Campo Maior” é o nome do livro que foi apresentado esta tarde de domingo, 28 de novembro, da autoria de Idaulina Borrega.
A apresentação baseou-se num espetáculo de revista à portuguesa, começando com uma conversa de café entre a autora e um amigo, de seguida tocaram as castanholas e pandeiretas e ouviram-se as vozes de um grupo que entra para cantar as saias de Campo Maior, fazendo alusão às vivências de Idaulina, no que às Festas do Povo diz respeito.
“Nervosa, mas feliz por ver o meu sonho realizado” foi o sentimento com que Idaulina apresentou este seu livro, onde estão retratas as suas vivências, enquanto campomaiorense. Quem ler o livro, segundo a autora, “fará uma viagem” pelas suas vivências e por outro tempos, “do trabalho, dificuldades”, entre outros, dando a conhecer “aos conterrâneos essas histórias, porque perde-se muita coisa e assim escrito um avô pode ler ao neto, a história de Campo Maior”.
A vereadora no município de Campo Maior, São Silveirinha escreveu o prefácio do livro, tendo em conta “a amizade” que tem com a autora e vê esta apresentação com grande satisfação, “pelo trabalho desenvolvido pela autora, porque nos dá uma visão muito peculiar do que se vivia nos anos 60/70, em Campo Maior”, pelo que este livro, a seu ver, é um “mimo para todos os camponeses, para todos os campomaiorenses”.
O Comendador Rui Nabeiro afirma que Idaulina é uma pessoa de quem muito gosta, e para si “é uma alegria vê-la escrever”. Tendo em conta que o livro fala sobre Campo Maior Rui Nabeiro diz que “quando se fala com o coração, fala-se com tudo, principalmente quando se fala da própria terra”.
A apresentação do livro de Idaulina Borrega decorreu no Centro cultural de Campo Maior.
Depois de ontem o Clube Veradero Crosstourer Portugal ter visitado o Centro de Ciência do Café, este domingo, 28 de novembro, foi a vez do Museu Militar e Forte da Graça, em Elvas receberem este grupo de amantes do mototurismo.
O clube está a comemorar os seus 21 anos e escolheu estas duas localidades para assinalar este aniversário. João Brízida, presidente do Clube explica que “não houve tempo para visitar mais”, para além destes três locais emblemáticos da cidade.
Quanto à estadia considera que “foi boa”, tendo em conta o que estão habituados, e relembra que com a pandemia este tipo de convívios não têm sido muitos, mas conseguiram ir juntando os membros do clube, em piqueniques, uma vez que não deu para mais”, adianta.
Clube Veradero Crosstourer Portugal escolheu Elvas e Campo Maior para comemorar os 21 anos do clube.
O sexto Encontro de Minis e Padrinhos teve início esta manhã de domingo, 28 de novembro, em Elvas, com o objetivo de percorrer as várias freguesias do concelho, em carros da marca Mini e não só.
Eduardo Cristiano faz parte da iniciativa e explica que se trata de “um encontro não só de amantes de minis, mas também de outras marcas, porque era desagradável ser só para quem tem minis, pelo que é um pequeno convívio, que contempla as freguesias, uma visita ao Museu de Etnografia António Tomás Pires, e um almoço, num restaurante da cidade”.
O passeio teve início no Rossio de São Francisco e percorre as as freguesias do concelho.
O Banco Alimentar Contra a Fome está a realizar durante este fim de semana a recolha de bens alimentar, com a campanha Saco.
Nídia Cambóias, dos escuteiros de Elvas, está como voluntária nesta recolha e refere que as pessoas estão “a aderir muito bem a esta campanha”, e adianta “nesta época pré natalícia as pessoas costumam aderir bastante bem”.
Falámos com algumas das pessoas que contribuíram para esta campanha. Melissa Carrilho considera que “há muitas pessoas a passar por dificuldades, devido à Covid-19 e não só”, pelo decidiu ajudar, sendo algo que já costuma fazer.
Outra das pessoas que contribuiu foi Carla Gil, considerando “muito importante esta contribuição, devido ao facto de haver muitas pessoas carenciadas”, pelo que sempre que pode contribui.
Tendo em conta a conjuntura difícil que vivemos, Amílcar Raposo, depois de contribuir para esta causa afirmou que “se todos contribuirmos, a vida de quem mais precisa, torna-se mais fácil”.
Campanha do Banco Alimentar contra a fome que decorre este fim de semana nas superfícies comerciais, com o objetivo de angariar bens como leite, arroz, massas, azeite, óleo, grão e feijão, atum, salsichas, bolachas e cereais de pequeno almoço.
O Centro de Ciência do Café (CCC) recebeu esta manhã de sábado, 27 de novembro, a visita do Clube Veradero Crosstourer Portugal, que assinala este fim de semana os seus 21 anos, aliado a uma comemoração, antecipada, do Natal.
São pouco mais de 40 os participantes, em cerca de 20 motas que se juntam, essencialmente para momentos de convívio, e para conhecer novos locais. João Brízida, presidente do clube explica este “é um clube de mototurismo, com sede em Barcarena”, que é uma família. João Brízida refere ainda que Elvas e Campo Maior foram os locais escolhidos para assinalar este aniversário, porque há um sócio elvense, pelo que a seu ver se “juntou o útil ao agradável”, sendo objetivo de “conhecer um pouco mais destes dois locais”.
Jorge Chaves é de Elvas e sócio do clube, e considera que é através “do convívio e o gosto pelas motas” que este grupo se junta para conhecer novos locais. Quanto à eleição por Campo Maior e Elvas “foi uma boa aposta”, sendo estes “três dias em grande e sempre de mota”, revela. Jorge Chaves acrescenta que esta visita acaba também por, não só para mostrar o que de melhor existe nas duas localidades, como contribuir para economia local.
Falámos ainda com uma das participantes, Ana Pinto, vem de Alpiarça faz parte do clube há oito anos e revela que “é sempre bom conhecer locais novos”. Todos os anos o clube escolhe sítios diferentes para o encontro de Natal assim como para comemorar o aniversário, pelo que Ana explica que conhecer Elvas e Campo Maior, que já conhecia, foi “uma boa escolha”.
Clube Veradero Crosstourer Portugal que este fim de semana estão em Elvas e Campo Maior para conhecer locais emblemáticos das duas localidades aliados à comemoração dos 21 anos do clube.
O Centro de Saúde de Campo Maior esteve esta manhã de sábado, 27 de novembro, em regime de “Casa Aberta” para administrar a dose de reforço da Covid-19 e também a vacina da gripe.
Esperança Morais, enfermeira em Campo Maior explica que neste momento estão a ser vacinadas com a Pfizer, “as pessoas com mais 65 anos, ou com mais de 50 mas com cormobilidades, e também com a vacina da gripe, sendo que caso o utente entenda pode levar as duas em simultâneo”. Há pessoas que foram previamente contactadas para comparecer no Centro de Saúde, “cerca de 40”, no entanto há mais pessoas a serem vacinadas, uma vez que muitas, como explica a enfermeira, “não souberam responder à mensagem e aparecem”.
Ana Marrafa de 65 anos, deslocou-se ao Centro de Saúde, depois de contactada para levar a dose de reforço da Covid-19, assumindo que, no que à pandemia diz respeito considera que é uma mais valia e se sente “mais protegida”, e esta é uma forma de estar “prevenida” contra o vírus, quanto à vacina da gripe levou-a à duas semanas e admite que “correu tudo bem”.
Já Rita Carreiras, de 73 anos, foi também levar a dose de reforço, uma vez que a da gripe já lhe foi administrada, e considera que “é importante porque cada vez há mais casos” de infeção, pelo que é uma segurança, e se sente mais descansada.
Marcelino Messias levou também a terceira dose e com 77 anos, considera que não se deve deixar de acreditar na veracidade das vacinas, e para seguirmos em frente, “porque não se pode desistir”.
Modalidade “Casa Aberta” que decorreu esta manhã no Centro de Saúde de Campo Maior, com vista a administrar a dose de reforço da Covid-19, assim como a da gripe.
A Rua João Pereira de Abreu, perto do mercado municipal Casa das Barcas, em Elvas, conta agora com novos ecopontos, para reciclagem, tal como demonstram as imagens abaixo.
O mercado municipal de Monforte acolheu esta quarta-feira, dia 24, a 5ª edição do Festival de Sopas Solidárias, numa organização do CLDS Agir 4G Monforte.
Sopa de cação, feijão ou grão foram algumas das disponíveis no evento que pretende “angariar verbas, que serão distribuídas equitativamente pelas instituições de solidariedade social do concelho”, de acordo com Gonçalo Lagem, presidente da Câmara Municipal de Monforte.
Localizada apenas a oito quilómetros de Elvas, na estrada de Portalegre, antes de chegar a São Vicente, este espaço de grande beleza e riqueza arquitetónica é ideal para descansar.
Um passeio pela Quinta é muito agradável, pois vai encontrar pequenos tesouros, capelas, pátios, vastos jardins, fontanários, lagos e varandas, entre outros locais simpáticos.
Foram 24 os deputados de palmo e meio, em representação dos três agrupamentos de escolas de Elvas, assim como do Colégio Luso Britânico que, na manhã desta segunda-feira, 22 de novembro, reuniram com o presidente da Câmara Municipal, naquela que foi a segunda Assembleia Municipal da Infância.
Nesta assembleia, crianças com pouco mais de dez anos tiveram oportunidade de dar conta, quer a Rondão Almeida, quer às diretoras dos agrupamentos de escolas e responsáveis pelas forças de segurança e pela área da saúde, no concelho, daquilo que as inquieta e sugerir o que pode ser feito para melhorar o que não está, do seu ponto de vista, a funcionar tão bem.
Para o presidente da Câmara, estas crianças acabaram por dar “uma grande lição a todos” os presentes, mostrando aos adultos as carências com que se debatem, a três níveis: “dentro do seu próprio agregado; depois dentro do próprio estabelecimento de ensino e, em termos gerais, na própria sociedade”.
Mais que nunca, defende o autarca, o ensino deve-se preocupar em auscultar as crianças, tomando decisões com base nas suas preocupações. É também “preciso que os pais se apercebam que os seus filhos tenham tempo para viver a sua vida de criança e não ocupá-los, a cem por cento, com atividades letivas ou outras extracurriculares”, adianta.
Tendo em conta a necessidade de ouvir as crianças, Rondão Almeida pretende que estas assembleias passem a acontecer, não apenas uma vez por ano, como até então, mas pelo menos duas, assegurando que o próprio primeiro-ministro e o ministro da Educação deviam dar ouvidos àquilo que foi dito por este conjunto de crianças. “Temos muita coisa a fazer. O exercício do poder deve ser voltado para as necessidades que se colocam aos seres humanos, desde o nascer até ao morrer”, diz ainda.
A Câmara de Elvas, garante ainda Rondão, irá dar resposta, muito em breve, a certos problemas, sobretudo indicados pelas crianças que frequentam o ciclo da Boa-Fé: as acessibilidades que não são melhores, para alunos que possam necessitar de se deslocar em cadeira de rodas, bem como ao espaço, descoberto, que liga as salas de aulas ao pavilhão desportivo. “Nós sabemos que isso eram tudo responsabilidades do Ministério da Educação, que se fez a transferência desses poderes para as autarquias e que as autarquias deviam ter tido em atenção que, quando receberam essa transferência, a deviam ter recebido com essas obras realizadas, mas não o fizeram. Agora, aqui estou eu, com essa responsabilidade e farei questão de resolver grande parte dos problemas que foram aqui colocados”, remata.
Já a presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Elvas, Raquel Guerra, lembra a importância de se dar voz às crianças, para que os adultos possam ajudá-la a tornar esta uma sociedade que respeite os seus direitos. A CPCJ, garante ainda, preza, em primeiro lugar, “o superior interesse das crianças”, pelo que, ouvi-las, é fundamental.
As queixas das crianças, relativas ao excesso de trabalhos que os professores enviam para casa, assim como de testes de avaliação, perante a falta de tempo para poderem brincar, acabaram por ter uma resposta positiva, por parte das diretoras dos Agrupamentos de Escolas nº 1 e 2.
Esta segunda Assembleia Municipal Infantil de Elvas (para ver na íntegra aqui), que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho, aconteceu no âmbito das comemorações do 32º aniversário da Convenção Internacional sobre os Direitos das Crianças.
O mercado decorreu esta manhã de segunda-feira, 22 de novembro, no Parque da Piedade, em Elvas.
Frutas, legumes, produtos regionais, como enchidos e queijos, assim como roupa, calçado e acessórios são diversos os feirantes que vendem os seus artigos e produtos.
A nossa reportagem esteve presente nesta feira, que decorre na segunda e na quarta segunda-feira, de cada mês, e falou com alguns destes feirantes, no sentido de perceber como corre, por estes dias, o negócio.
No caso de Paulo Gonçalves, dos Sabores Tradicionais Alentejanos, vende os produtos regionais como enchidos e queijos, da região, referindo que os “clientes procuram bastante os seus produtos”, considerando que “o mercado corre bem” e não se pode queixar.
Também a AgroLanternas marca presença nesta feira, há vários anos, onde vende produtos de produção própria, como hortícolas, frutas, azeitona doce, azeite, entre outros. Para Constantino Lanternas, “apesar do frio, o negócio está a correr muito bem, as pessoas vêm porque precisam dos alimentos e temos preços acessíveis”.
Por outro lado, José Caldes vende alguns produtos da sua horta, em Elvas, como laranjas, azeitonas, romãs, e considera que o “mercado está cada vez mais fraco e desorganizado”, pelo deveria ter lugares marcados e numerados” e, a seu ver as pessoas, “vão cada vez mais aos supermercados”.
No mercado quinzenal em Elvas, há também uma roulotte para aqueles que querem ali tomar o pequeno-almoço. O proprietário, Rui Canelhas, garante que o negócio “vai correndo bem, mas cada vez mais está a fraquejar”, pelo que considera que “a feira deveria ser noutro dia da semana, ao domingo”. Tendo em conta esta sua opinião, vai fazer essa proposta ao presidente da Câmara, depois de recolher algumas assinaturas junto de feirantes e população, “porque o domingo é um dia em que as pessoas estão em casa e aderiam mais e também os espanhóis viriam em maior número”, adianta.
O mercado, no Parque da Piedade, em Elvas, volta a realizar-se nos dias 13 e 27 de dezembro.
A I Feria Napoleónica, o primeiro evento deste género realizado em Espanha, está a decorrer este fim-de-semana, dias 20 e 21 de novembro, em Albuera, na província de Badajoz.
O evento pretende dar a conhecer a história da batalha de Albuera, travada a 16 de Maio de 1811, durante a Guerra da Independência, e que colocou no campo de batalha, por um lado, as tropas portuguesas, britânicas e espanholas, e por outro, os franceses.
A I Feria Napoleónica conta com a presença de cerca de 150 figurantes e 30 expositores e desenvolve-se em vários locais de Albuera.
A Rádio ELVAS marcou presença e falou com alguns dos expositores presentes.
Rui Pormezinha é natural de Borba, apesar de residir e trabalhar há vários anos em Espanha, e marca presença em representação dos produtos portugueses, como os queijos ou os doces. O português tem por hábito participar neste tipo de eventos e “grande parte dos produtos que aqui temos são de origem portuguesa. Temos alguns espanhóis mas algo mínimo”.
Macarena é natural de Albuera e lamenta a falta de visitantes ao evento: “as pessoas ainda estão com medo com a questão da Covid. É uma boa iniciativa e que trás movimento mas que não contou com a participação da população local”.
A I Feria Napoleónica é complementada com pequenas demonstrações históricas do que foram as lutas de 1811.
A dose de reforço da vacina contra a Covid-19 e a vacina contra a Gripe estão a ser administradas ao longo deste sábado, dia 20, no Centro de Negócios Transfronteiriço de Elvas, no âmbito da modalidade Casa Aberta.
António Perez (na foto), médico no Centro de Saúde de Elvas, explicou-nos que a dose de reforço destina-se a “residentes, utentes e profissionais de ERPI’S, instituições similares e rede nacional de cuidados continuados, a pessoas com 65 ou mais anos de idade, a profissionais de serviços de saúde, público ou privados, a bombeiros envolvidos no transporte de doentes e pessoas com 18 ou mais anos de idade com esquema vacinal primário da vacina da Janssen”.
Também os tempos de espera mudaram, segundo oi médico, uma vez que “inicialmente, as pessoas que tomaram a vacina, independentemente do tipo, tinham que esperar seis meses. Agora, quem tomou a vacina da Pfizer, Moderna ou Astrazeneca tem que esperar, no minikmo cinco meses. Quem tomou a da Janssen tem que esperar três meses”.
Guilhermina Largueiras, de 62 anos, deslocou-se ao CNT para tomar a vacina contra a gripe mas garante que daqui por duas semanas vai tomar “a dose de reforço contra a Covid-19. Só não levo as duas hoje porque como já fui operada à mama duas vezes, esse braço não pode ser usado para vacinas”.
Já António Joaquim, de 87 anos, tomou as duas vacinas, contra a gripe e reforço contra a Covid-19. Garantiu-nos que não tem “qualquer receio em relação aos dois fármacos. Acho que toda a gente devia tomar as vacinas contra a Covid porque nós nunca sabemos quem pode estar infetado ou não”.
Em Elvas, foram contactadas cerca de 150 pessoas para a vacina de reforço contra a Covid-19, sendo que na modalidade Casa Aberta, para maiores de 65 anos, não é necessária marcação.
O livro de contos “A Maior Flor do Mundo”, de José Saramago, assim como uma exposição com as ilustrações desta obra estão patentes na biblioteca da Escola Básica 2,3 nº 2 de Elvas, na Boa-Fé.
O objetivo é assinalar o centenário do escritor português, numa colaboração com a Fundação José Saramago. Para a professora Maria José Ferreira, coordenadora do Departamento de Línguas da escola, “é extremamente importante assinalar esta data, tendo em conta que José Saramago é o único escritor que temos com um Nobel da Literatura, mas acima de tudo a forma como a Fundação lançou este centenário, porque nós não comemoramos o dia em que faz 100 anos, mas sim desde o dia que faria 99, até ao dia em que completaria os seus 100 anos”.
Ao longo deste ano letivo e no próximo serão celebrados vários acontecimentos, sendo que as atividades desenvolvidas “são adaptadas às idades e faixas de conhecimento dos alunos, e neste momento está a ser explorado um dos contos para crianças, que Saramago escreveu: “A Maior Flor do Mundo”.
Assim, as diversas turmas são convidadas a visitar a exposição com as ilustrações, da autoria de André Letria, e que constam do livro, que foi cedida pela Fundação José Saramago. Para além disso, e como explica Maria José Ferreira, “assistem a um filme de animação, que já ganhou dois prémios internacionais e que retrata a o livro de Contos, seguindo-se um jogo que pretende apurar os conhecimentos dos alunos, sobre o que acabam de ver”.
Maria José Ferreira adianta ainda, que para além de dar a conhecer aos alunos quem foi José Saramago pretende também “demonstrar que escrever é acessível a todos aqueles que tenham vontade de o fazer”.
Biblioteca da Escola EB 2, 3 Nº 2 de Elvas, que se associa às comemorações do centenário de José Saramago, apresentando às diversas turmas o livro de contos “A Maior flor do Mundo”.
Cáceres está de regresso à idade média, sendo a cidade Património da Humanidade palco, até domingo, 21 de novembro, de mais um Mercado Medieval das Três Culturas: Árabe, Judaica e Cristã.
O certame teve início ontem, dia 18, sendo que os trajes da época regressam àquela cidade da Extremadura, depois de, há poucas semanas, terem sido, rodadas, na sua zona histórica, as filmagens de “House of the Dragon”, um spinoff da série “Game of Thrones”.
Este é o regresso do já tradicional mercado ao cenário monumental onde as três culturas, no passado, viveram no seu máximo esplendor, depois de, em 2020, devido à pandemia, o mesmo não se ter realizado. Veja o vídeo da Rádio ELVAS:
Ao todo, são cerca de os 150 stands, sobretudo de artesanato e gastronomia, que se encontram espalhados pelo centro histórico, desde San Juan até à Plaza Mayor. Para além disso, os visitantes podem ainda assistir a espetáculos de rua, encenações de batalhas e combates medievais, desfiles e concertos, podendo também participar em workshops.
A recreação histórica da presença cristã, islâmica e judia na zona histórica monumental de Cáceres, fez com que a capacidade hoteleira do município e municípios vizinhos esteja esgotada. Embora com menos bancas que antes da pandemia, a edição de 2021, apresenta uma mostra variada de artesanato, produtos típicos, doces, comida e bebida dispersa pela zona classificada com Património da Humanidade pela Unesco.
O Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes assinalou, na manhã deste sábado, 13 de novembro, os 103 anos do Armistício da Grande Guerra, para além de celebrar o quarto aniversário do Monumento do Combatente e de condecorar quatro antigos militares que estiveram na Guerra do Ultramar.
O objetivo, destas cerimónias, revela o presidente do núcleo, João Restolho, é, acima de tudo, fazer com as pessoas não esqueçam aquilo que foi a Guerra do Ultramar, que, recorda, é ainda “muito recente”, e em que muitos portugueses, “sem quaisquer interesses”, defenderam a pátria.
Relativamente às condecorações hoje feitas, João Restolho explica que os quatro campomaiorenses em causa – David Caraças, Francisco Funenga, Francisco Silveirinha e Rui Gouveia – estiveram em várias missões, na guerra: um na Índia, Macau, Angola e Guiné, dois na Guiné e outro em Angola. “A ideia é sempre que estes heróis sejam recordados”, adianta.
Quanto ao Monumento do Combatente, inaugurado em 2017, o presidente do núcleo explica que foi sempre um dos objetivos, desde a sua fundação. “Procurámos um sítio que se ajustava ao que nós pretendíamos, junto à Escola Secundária e ao Centro Cultural, numa rotunda, bem visível, para que ficasse registado este momento, para que possamos fazer estas cerimónias e para que as gerações futuras, principalmente, quando passam aqui saibam qual o significado deste monumento”, remata.
Esta, garante o presidente da Câmara, Luís Rosinha, acabou por ser “uma justa homenagem”, em vida, a quatro antigos militares campomaiorenses. “Foram missões que nós, portugueses, não nos podemos esquecer de forma alguma maneira e que tanto homenagearam a alma portuguesa, em momento de guerra”, comenta o autarca.
Rosinha diz ainda ser “uma obrigação” do município associar-se a esta cerimónia, assim como a qualquer atividade do núcleo, dando os parabéns a João Restolho por todo o trabalho que tem desenvolvido ao leme do núcleo da Liga dos Combatentes.
Presente na cerimónia esteve o comendador Rui Nabeiro, que não deixou de enaltecer a realização destas iniciativas, lembrando que são “sempre poucas” as homenagens que se possam prestar a quem defendeu o país em guerras.
A cerimónia contou com a participação do Regimento de Cavalaria nº3 de Estremoz. As entidades presentes – Núcleo da Liga dos Combatentes, Município de Campo Maior e Juntas de Freguesias – depositaram flores no monumento, prestando, desta forma, homenagem aos militares falecidos.
Depois de um ano de interregno, devido à pandemia, as pasteleiras voltaram a sair às ruas de Elvas, este sábado, 13 de novembro, numa organização do CicloClube BTT.
Ao todo, participam nesta iniciativa, que vai na sua oitava edição, cerca de 50 amantes do ciclismo e destas bicicletas históricas, uma adesão muito superior relativamente a edições anteriores do evento.
“Tivemos bastante adesão. É um evento que já tem alguma tradição e estamos com cerca de 50 participantes, o que é muito bom”, começa por dizer o presidente da direção do CicloClube, António Vitorino. Estes, diz ainda, acabam por ser números “acima do expectável”, até porque, até então, o número máximo de participantes rondava os 30.
Para este passeio, todos os participantes vestiram-se a rigor, conduzindo bicicletas, muitas delas com mais do dobro da idade de quem as conduz. “São bicicletas recuperadas, do tempo dos nossos pais e dos nossos avós. Aproveitamos para trajar a rigor, para relembrar antigas profissões”, explica ainda.
O passeio, que tem sempre início junto à sede do clube, termina, no mesmo local, para um almoço convívio. Pelo meio, os participantes passam por locais emblemáticos da cidade, como a Praça da República e o Aqueduto da Amoreira.
Em Dia de São Martinho o jardim municipal de Campo Maior foi o cenário escolhido pelo município, para a comemoração desta data, onde não faltaram as castanhas assadas para todos aqueles que ali se quiseram dirigir.
Mas nem só de castanhas assadas se fez este São Martinho, uma vez que o Grupo “O Despertar Alentejano” presenteou todos com as típicas saias de Campo Maior. Carlos Clemente, membro do Grupo adianta que neste dia o essencial “é animar as pessoas, mantendo a tradição com o São Martinho e as saias”.
Já João Paulo Barrinha vestiu-se a rigor para tirar fotografias, aos presentes, à moda antiga. Aos nossos microfones o fotógrafo explica que o objetivo foi “recriar a forma como antigamente eram tiradas as fotografias”, pelo que tirou fotografias à la minute, de retrato na rua, tal como antes era feito”.
A nossa reportagem falou ainda com algumas pessoas que marcaram presença nesta iniciativa, nomeadamente do Centro Comunitário. Daniana Grifo enaltece a iniciativa, considerando-a “espetacular”, recordando que com a pandemia, já há muito tempo que não havia nada do género, e não deixou de nos cantar as saias de Campo Maior. Já Emília conta-nos que este convívio, no São Martinho “é o melhor que pode haver”.
“Em Dia de São Martinho comem-se as castanhas e prova-se o vinho”, e foi o que Joana Orelhas fez ao marcar presença no jardim municipal, considerando que é importante voltarem iniciativas, do género.
Também cerca de 50 crianças do Centro Educativo Alice Nabeiro estiveram no jardim municipal para provar as castanhas assadas, depois de este tema ter sido abordado na sala de aula, como refere a educadora Rute Tanganho. “Viemos provar as castanhas porque já falámos o que é o magusto e a lenda de São Martinho, assim como cantámos as saias, na sala de aulas”.
São Martinho que foi assinalado no jardim municipal de Campo Maior.
As crianças da Obra de Santa de Zita, em Elvas, celebraram esta tarde de quinta-feira, 11 de novembro, o dia de São Martinho com castanhas assadas e um convívio entre as cerca de 100 crianças de ATL e creche.
A diretora técnica na instituição, Maria do Rosário Jordão, explica que não poderiam deixar a data passar em claro, pelo que neste dia as crianças para além de terem recebido uma explicação sobre a lenda de São Martinho, puderam ver as castanhas a assar e depois degustá-las, em conjunto. “Neste dia os meninos comem as castanhas assadas e cozidas para assinalar este dia tradicional, porque sem castanhas não há São Martinho” e, segundo a diretora técnica, comemorar este dia “é uma alegria e eles estão todos entusiasmados por ver assar as castanhas e estão reunidas todas as condições”.
Comunidade da creche e ATL da Obra de Santa Zita que comemorou esta tarde o São Martinho, na instituição.
As aulas na Escola de 1º Ciclo da Raposeira, em Elvas, neste Dia de São Martinho, deram lugar a momentos de pura diversão e alegria, para as crianças, na Quinta Pedagógica dos Nabais.
Mais que comer as tradicionais castanhas, a manhã foi passada em contacto com a natureza, com os animais da quinta, mas também a brincar, nos insufláveis e trampolins.
“Neste Dia de São Martinho fazemos sempre um magusto na escola, mas este ano tivemos uma proposta, para virmos aqui à quinta. Eles têm muitas atividades, já temos as castanhas a assar, já lancharam, já foram ver os animais, já pularam no trampolim, já andaram de bicicleta, de cavalo, estão a jogar e têm mais atividades que na escola, que apenas cantamos e relembramos a Lenda de São Martinho”, começa por explica a professora e coordenadora da escola, Clara Renga.
Foi em euforia que as crianças, adianta a professora, foram da escola até à quinta, “sempre a cantar”. Atividades como esta, fora da escola, diz ainda, e sobretudo nesta altura, depois de uma fase muito complicada, também para as crianças, devido à pandemia, acabam por ser importantes, para que, aos poucos, a normalidade seja retomada.
“Eu gosto muito da escola, fora da escola, e depois trazer as aprendizagens para dentro. Hoje é isso que está a acontecer, porque depois, eles já sabem, vão escrever uma composição sobre o que aconteceu de manhã”, revela ainda a professora. Na quinta, para além das castanhas assadas, foram colhidos marmelos para que, depois, as crianças aprendessem a fazer marmelada, a prová-la e a levar para a escola e para casa.
Também para Luís Rosário, responsável pela quinta, este é um dia muito especial, uma vez que foi precisamente para receber, sobretudo, crianças, que este projeto foi iniciado há cerca de 15 anos. Os últimos tempos, para a quinta, conta ainda, não têm sido fáceis, dado que, sem visitas, foi necessário continuar a tratar dos animais. “Poder ver a quinta cheia e poder partilhar com as crianças estes momentos, obviamente que, para nós, é um prazer”, remata.
O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes assinalou ao final da manhã desta quinta-feira, 11 de novembro, os 98 anos desde a sua fundação, bem como os 103 anos do Armistício da Grande Guerra, no Jardim dos Combatentes.
Esta é uma cerimónia, recorda o presidente do núcleo, o tenente-coronel Luís Franco, sempre carregada de grande simbolismo, sendo que, também, por esta ocasião, se recorda o fim da Guerra de África, há 47 anos. “Muitos militares portugueses participaram, não só na Primeira Guerra Mundial, mas também em conflitos como a Guerra de África, mas também em missões de paz”, incluindo elvenses, recorda. “Os vários núcleos, pelo país, comemoram hoje as mesmas datas, mas nós, em particular, aqui em Elvas, recordamos os muitos militares que saíram daqui, porque havia muitas unidades militares”, diz ainda Luís Franco.
O Jardim dos Combatentes, recentemente requalificado pela Câmara Municipal de Elvas, garante ainda o presidente do núcleo, oferece agora “outro brilho” a este cerimónia.
Já a vice-presidente da Câmara de Elvas, Anabela Cartas, lembra que estas comemorações são “um marco muito importante”, pelo que a autarquia nunca pode deixar de estar presente para também homenagear aqueles que morreram na Primeira Guerra Mundial. “Não podemos esquecer que duas pessoas naturais de Elvas foram à Grande Guerra, que tombaram fruto do que lhes aconteceu, e esta homenagem é mais do que merecida e sentida”, diz ainda.
Para além do próprio núcleo e da Câmara Municipal de Elvas, estiveram ainda representados, nesta cerimónias, o Regimento de Cavalaria nº3 de Estremoz, a PSP, a GNR, os Paraquedistas do Alto Alentejo, a Servilusa e o Museu Militar de Elvas.
A APPACDM de Elvas e a Delta Cafés assinaram esta quarta-feira, 10 de novembro, a oficialização do protocolo que tem como objetivo a criação de uma parceria, para integração de utentes do Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão, desta instituição, em atividades pré profissionais.
Neste momento serão três os utentes que irão desempenhar funções na Delta Cafés, e para o Comendador Rui Nabeiro “este é um trabalho lindo e encantador e é um princípio que pode pegar e que pode caminhar, porque estas pessoas são dóceis e vêm preparados e a sorrir, por isso só merecem o nosso carinho, portanto estou feliz e satisfeito e, oxalá que este passo dado possa seguir em frente e traga muito mais e comodidade aos pais”, destas pessoas.
O comendador Rui Nabeiro acredita que estas pessoas irão ter uma boa integração, no que de si depender. “Não tenho dúvidas nenhumas que se vão integrar, porque se sente”.
Já Luís Mendes, presidente da direção da APPACDM de Elvas considera que este é um “marco histórico” na vida da instituição, “tendo em conta a resposta social que temos, que está em fase de mudança do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) para Centro e Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI), que advêm de uma portaria 70/2021 onde estão implícitos este tipo de protocolos de parceria”. O presidente recorda que este é um trabalho que a instituição tem vindo a fazer, no que toca à “capacitação e valorização pessoal dos seus utentes com vista à sua integração e inclusão no mercado e esta nova portaria vem acentuar mais este tipo de ações”, enaltecendo o facto deste ser o primeiro protocolo de parceria com uma empresa “de referência a nível nacional, que sempre teve o caráter e atitude social e solidário”.
Para Luís Mendes esta parceria reveste-se de enorme importância principalmente para os utentes, na esperança que venham a ser realizados, com outras entidades. “É ainda mais importante para os utentes, para a sua autoestima a autorrealização e para as suas família, e esperemos que possamos vir a fazer mais com outras empresas e outras entidades.”
O presidente da APPACDM de Elvas revela ainda que estes utentes vão desempenhar funções na parte da embalagem, selecionar produtos, selar as caixas, transportá-los, com orientação de pessoas da empresa que os irão acompanhar”.
A assinatura do protocolo, que tem a duração de um ano, teve lugar no Centro de Ciência do Café.
Já decorre, em Borba, a edição 2021 da tradicional Festa da Vinha e do Vinho, depois de um ano de interregno e, desta feita, com algumas novidades.
Para além de um menor número de dias de certame, a festa, inaugurada na manhã desta quarta-feira, 10 de novembro, estende-se para além do pavilhão de eventos da cidade, chegando ao centro de Borba. São essas diferenças que o presidente da Câmara, António Anselmo, começa por destacar, assegurando que, o mais importante, é continuar promover Borba e todos os produtos da região. Para além de promover o vinho e a vinha, dos “setores mais importantes” no concelho, o evento procura promover também “a gastronomia, os enchidos e os azeites”.
“Queremos que as pessoas venham a Borba, se sintam bem e aproveitem o que Borba tem de bom e, acima de tudo, as pessoas, que são uma maravilha e sabem receber muito bem”, assegura o autarca.
Apesar dos inconvenientes que daí possam resultar, António Anselmo explica que o Município convidou, a participar no certame, todos os expositores do concelho, sem exceção. “Poderá ter, em termos futuros, alguns inconvenientes, mas cá estaremos para tentar compensar e resolver”, garante.
Com o objetivo de ser justo para todos, António Anselmo assegura ainda que se pretende que os empresários e expositores, estejam eles dentro ou fora do pavilhão, possam sair beneficiados desta edição do evento. Se estes novos moldes do certame não resultarem, no final, será feito o balanço e, se necessário, “tudo repensado de novo”, garante o autarca.
Presente na inauguração do certame esteve, entre outros, o presidente da Câmara de Estremoz, José Sádio, que garante ser importante que estes eventos, aos poucos, sejam retomados. “É natural que os municípios, gradualmente, comecem a retomar a sua atividade e vejo este certame com grande apreço”, comenta, assegurando que, à semelhança da Cozinha dos Ganhões, em Estremoz, esta Festa da Vinha e do Vinho, têm em vista promover a cultura e as gentes de Borba.
O cartaz musical, com entrada livre e lotação limitada, integra as atuações de Luís Trigacheiro hoje e José da Câmara amanhã, ambas às 21.30 horas. Matay atua na sexta-feira e Bárbara Bandeira no sábado, com os dois espetáculos marcados para as 22.30 horas. Zé Amaro atua no domingo, às 17 horas.
Um ferido grave é o resultado de um despiste de um veículo ligeiro de passageiros, que ocorreu esta manhã de quarta-feira, 10 de novembro, na EN 373, numa reta da estrada que liga Elvas a Campo Maior.
O automóvel seguia no sentido Elvas – Campo Maior, quando saiu da estrada e embateu, com violência, numa árvore na berma do lado direito da faixa de rodagem.
A vítima é um homem de 38 anos, revela o adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Elvas, Nuno Santana, adiantando que “à chegada da equipa pré-hospitalar, a vítima não se encontrava encarcerada, foi mobilizada, estabilizada e, por sua vez, foi feito o pedido de apoio diferenciado, derivado a alguns traumatismos que apresentava”. Nuno Santana diz ainda que “a SIV de Elvas esteve no local, pelo que a vítima foi assim transportada para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas”.
No local, estiveram os Bombeiros de Elvas com cinco elementos, apoiados por por uma viatura de desencarceramento e uma ambulância, assim como a SIV de Elvas e a Guarda Nacional Republicana.
As Seleções Nacionais Sub-19 de Futsal estão em Elvas para um estágio, até quarta-feira, dia 10 de novembro.
Os treinos começaram na manhã desta segunda-feira, dia 8, no Pavilhão Municipal de Elvas, com a equipa das Quinas feminina, seguindo-se, depois, a formação masculina. Segundo o selecionador nacional da equipa masculina, José Luís Mendes, esta é uma formação “de muita qualidade”, com jogadores que, no futuro, poderão vir a representar a seleção A.
Incluídos neste estágio, estão dois jogos frente à seleção da Ucrânia, com vista à preparação do apuramento para o Europeu do próximo ano: um já amanhã, pelas 19 horas, no Pavilhão Municipal de Elvas. O outro realiza-se, na quarta-feira, no mesmo local, às 17 horas. “Em março temos o apuramento para o Campeonato da Europa de Sub-19 e é com esse intuito que nos estamos a preparar”, explica José Luís Mendes. “Se tudo correr bem, certamente iremos estar na fase final do Campeonato da Europa”, assegura o técnico.
José Luís Mendes espera ainda que o público possa encher o pavilhão de Elvas, nestes dois jogos, para apoiar a Seleção Nacional. “É sempre muito cativante para os miúdos, até porque vivemos um época e meia atípica, em que não houve público nas bancadas, portanto, é bom que o público regresse e tudo volte à normalidade”, comenta.
O selecionador nacional revela ainda que, em Elvas, a equipa foi “muito bem” recebida. “Eu já cá tinha estado, para fazer uma vistoria, acompanhado pelo vereador da Câmara e pelo técnico de Desporto. Estamos muito satisfeitos por estar aqui e as condições são excelentes”, acrescenta. Para este estágio, José Luís Mendes convocou 14 atletas.
Já o selecionador nacional da equipa feminina, Ricardo Azevedo, revela que o principal objetivo deste estágio passa, sobretudo, por “recuperar e recomeçar” um trabalho que, durante cerca de ano e oito meses, esteve parado, devido à pandemia. “Não tendo jogos internacionais, o pensamento foi trazer mais atletas, portanto, temos 18 atletas. A ideia é ajudar à evolução, prepará-las para o futuro, que é chegar à Seleção A, daqui a alguns anos”, começa por dizer.
Qualidade, garante Ricardo Azevedo, é coisa que não falta nas atletas que representam Portugal na modalidade de futsal. “Já somos vice-campeões da Europa feminino, somos campeões olímpicos de Sub-19, só nos falta ganhar o Europeu de Seniores A. Se não for com esta seleção, estas jovens também nos dão garantias que daqui a uns anos, conseguimos, de certeza”, garante.
Promover o futsal, no país inteiro, é um dos objetivos da Federação Portuguesa de Futebol, daí a realização deste estágio em Elvas, num distrito onde as equipas da modalidade não abundam. “Quando se escolhem os estágios, procuramos ir a distritos que precisam de mais atenção e a vinda das seleções nacionais, por norma, facilitam essa motivação dos jovens e das jovens”, adianta Ricardo Azevedo.
Até ao momento, o selecionador da equipa feminina garante que têm sido muito bem acolhidos em Elvas, sendo que amanhã, a equipa treina em Campo Maior.
A Fehispor termina este domingo, 7 de novembro, na IFEBA, em Badajoz, depois de quatro dias a promover o melhor dois lados da fronteira, entre artesanato, gastronomia, turismo.
Uma presença assídua neste certame é a Delta Cafés, que tal como explica o responsável da delegação, em Badajoz, Ernesto Soares, a participação é “de extrema importância, pela origem portuguesa e presença em Espanha e, porque já são 30 anos nesta feira, na qual temos um bom contacto e boas relações”.
Ernesto Soares adianta ainda que, este ano, decidiram oferecer os cafés no primeiro dia, mas nos restantes “é cobrado o valor deste produto, com o objetivo de ajudar uma Instituição portuguesa de crianças”.
As loiças do São Mateus estão também, como é habitual, em destaque na feira. Paulo Espírito Santo refere que marca presença há 10 anos, e vende estes artigos que normalmente “fazem sucesso”, entre os espanhóis, e revela que o material que comercializa “é distinto”, e que “costuma correr bem”.
Num total de seis quilómetros, foram 44 os participantes na Caminhada das Linhas de Elvas, que ligou o Forte da Graça ao Forte de Santa Luzia, nesta manhã de domingo, 7 de novembro. Esta caminhada insere-se no 1º Festival de Caminhadas TransAlentejo, promovido pela Entidade Regional de Turismo.
O grupo de Caminhadas Bora lá Elvas, Do Grupo Desportivo Ialbax participa na iniciativa com 15 atletas. Manuela Baptista, do grupo, adianta que não poderia deixar de participar, na iniciativa, porque “logicamente se há uma caminhada dentro do nosso concelho, com esta importância, tínhamos que estar presentes, para dar valor ao que é nosso, ao nosso património lindíssimo”, e a seu ver este percurso, que já está marcado há algum tempo, serve para “valorizar o que é de Elvas”, revela ainda.
Já Arminda Aranha, membro deste de Grupo de Caminhadas, refere que já conhece o percurso e já o fez várias vezes, mas esteve presente porque para si, “é um vício caminhar”.
Por outro lado, Eugénio Leitão, não faz parte de nenhum clube desportivo e participou na caminhada com a sua esposa, porque este é um percurso que desconhecia e enaltece o facto de ligar os dois fortes da cidade. “Faço bastantes caminhadas dentro de Elvas e este percurso ainda não conhecia, e por isso era interessante e, sendo entre fortes, dois monumentos tão importantes, gostava de conhecer, para depois quando vamos dar uma volta o podermos fazer”.
No final da caminhada das Linhas de Elvas, que integra o 1º Festival de Caminhadas TransAlentejo, os participantes terão oportunidade, de numa visita guiada, conhecer o Forte Graça.
Foram cerca de 20 os participantes na caminhada que decorreu esta manhã de sábado, 6 de novembro, em Campo Maior, inserida no 1º Festival de Caminhadas TransAlentejo que está decorrer durante este mês, pela região, promovido pela Entidade Regional de Turismo.
O percurso urbano, de cerca de 7,5 quilómetros incidiu sobretudo, pela fortificação abaluartada da vila, dando a conhecer aos participantes as defesas de Campo Maior. Para a vereadora no município, São Silveirinha, esta iniciativa “reveste-se de grande importância, porque é o primeiro festival de caminhadas, no qual nós também estamos inseridos, e o percursos foi desenhado pelo município, com o apoio do GEDA, e pretende “para dar a conhecer alguns pontos da fortificação, que sofreu uma grande obra, que muitas pessoas, enquanto campomaiorenses ainda não tiveram oportunidade de conhecer, pelo que é por aí a nossa aposta”.
A iniciativa conta com o apoio do Grupo de Ecologia e Desportos de Aventura de Camp Maior, o GEDA e Paulo Carrilho, vice-presidente do grupo adianta que “é interessente haver uma dinâmica, em termos turísticos, na marcação e divulgação dos percursos pedestres, na vila”. Este é um percurso “que ainda não foi inaugurado, porque surgiu em plena pandemia”, e que se baseia nas fortificações de Campo Maior, sendo interessante porque, apesar de ainda não ter sido inaugurado já tem alguma dinâmica”. Paulo Carrilho considera que é relevante “dar a conhecer alguns locais emblemáticos da vila, com estes percursos, às pessoas da própria terra”.
O grupo de trail da vila, Campo Maior trail runners também se associou a esta iniciativa, e Carlos Pepê, membro do grupo, demonstra-se satisfeito por haver “mais um percurso marcado na vila, desta vez pela fortificação, o que é excelente e acrescenta valor patrimonial e desportivo”. “A criação de percursos pedestres marcados dá autonomia aos praticantes que é muito importante para auto descobrirem o património e de quem vem de fora através dos painéis e informação online, e aqui estão reunidas todas as condições, pelo que o trabalho conjunto dá frutos e resolver lacunas que o território tem”, adianta ainda Carlos Pepê.
A nossa reportagem falou também com alguns participantes nesta caminhadas, para perceber porque se associaram à mesma. No caso de Maria do Céu Barros é campomaiorense juntou-se à iniciativa para conhecer “a fortificação, que ainda não conhecia” e prefere fazer a caminhada “com alguém que faça explicações “em relação ao que vai visitar. Maria do Céu foi acompanhada pelo seu marido, Domingos Barros, que se inscreveu na caminhada pelo mesmo motivo, e aproveita para tirar fotografias, “de forma a comparar com algumas antigas da fortificação , com o estado degradado da fortificação, e agora com esta recuperação fantástica”.
Cristina Sabino, membro do Campo Maior trail runners é amante deste tipo de iniciativas e já conhece o percurso, mas considera interessante “para quem ainda não conhece”.
Campo Maior que acolheu hoje uma caminhada inserida no Festival de Caminhadas da TransAlentejo, percorrendo a fortificação da vila.
Já amanhã o percurso das Linhas de Elvas integra este festival, num trajeto que tem início no Forte da Graça, terminando no Forte de Santa Luzia. Os participantes terão depois oportunidade de, numa visita guiada, conhecer o Forte da Graça. O regresso a este monumento, depois da caminhada, é feito de autocarro.
A Fehispor prossegue este sábado, 6 de novembro, na IFEBA, em Badajoz. Um certame que pretende promover o melhor de Portugal e Espanha.
Num dos pavilhões do certame dedicado à Turiberia, mostra de Turismo Ibérico, encontra-se uma exposição intitulada de “A Magia”, que é inspirada no mundo Harry Potter. Para o Alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera, o objetivo “é também cativar os mais novos e os amantes desta história de aventura, pelo que é uma grande alegria e visualmente está muito apelativa”, revela.
Neste pavilhão dedicado à Turiberia marca também presença a Agência Regional de Promoção Turística, à semelhança de outros anos. O presidente Vítor Silva adianta que “a Extremadura é a região espanhola que, mais turistas envia para o Alentejo, pelo que esta é uma presença estratégica”, neste sentido, adiantando que “o mercado espanhol é o mais importante mercado externo para o Alentejo, representa cerca de 20% que é um valor razoável, mas não é excessivo”.
Vítor Silva considera que ao longo dos anos este certame tem vindo a crescer e a aglomerar outras entidades relevantes, a nível nacional. “As primeiras vezes que vim a esta feira era muito pequenina, os standes não eram tão qualificados, e agora tem crescido, os stands são qualificados e melhores”, revela o presidente da Agência Regional de Promoção Turística.
Também a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo marca presença neste pavilhão. Ana Bernardo, técnica superior na CIMAA, revela que o objetivo é divulgar os projetos em curso para promover o turismo na região. “Temos todo o interesse em estar aqui presentes, ainda para mais com o projeto que temos em mãos que é o Provere InMotion, sendo uma estratégia de eficiência coletiva que constituiu um consórcio do qual fazem parte entidades privadas e públicas, contempla cinco projetos âncora para promoção turística do Alentejo, dos agentes locais e produtos endógenos. Destes projetos há a gestão parceria, da responsabilidade da CIMAA ,certificação alojamentos rurais e da rede de percursos Alentejo Feel Nature, da Entidade Regional de Turismo, em paralelo há também a promoção parte agroalimentar parceiro NERPOR e valorização percursos pedestres, que representa a promoção da região da Alentejo bem como os 15 municípios e os agentes locais, a vários níveis, para consigamos trazer pessoas ao nosso território”.
Ana Bernardo revela ainda que esta feira se torna importante para “dar a conhecer o que de melhor existe no território alentejano”.
Fehispor que decorre na IFEBA em Badajoz, até amanhã, domingo, 7 de novembro, contando com cerca de 120 stands promocionais.
A Fehispor – Feira de Espanha e Portugal foi inaugurada na manhã desta quinta-feira, 4 de novembro, na IFEBA em Badajoz. A feira que vai na sua edição 31 volta a reunir empresários dos dois lados da fronteira, depois de no ano passado não se ter realizado, devido à pandemia.
Para o alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera, este é um dia de alegria, porque para toda a zona da fronteira é uma forma de nos relacionarmos, é um projeto de avanço enorme nas relações transfronteiriças, que começaram com iniciativas como esta, e fizeram com que nos últimos 30 anos os empresários mostrem o melhor dos dois lados da fronteira”. O alcaide considera ainda “importante e interessante” o facto de 40% dos expositores serem portugueses e também metade dos visitantes serem também originários de Portugal.
A Turiberia, que vai na sua segunda edição está também em destaque na Fehispor e Ignacio Gragera revela que é sorte de “ser regiões complementares e idênticas na oferta turística a vários níveis, pelo que é importante que sejam o centro do turismo ibérico para desenvolver projetos conjuntos que façam com que o Alentejo e a Extremadura estejam nos níveis que queremos que estejam, na questão do turismo”.
A Eurobec, stand dedicado à Eurocidade Elvas Badajoz e Campo Maior, está presente no certame e dá destaque à cooperação entre as três localidades. Para o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida esta “é a verdadeira mostra do Alentejo e Extremadura, a Fehispor conseguiu ganhar terreno, ao longo destes anos, e penso que Elvas vai ter que continuar para aproveitar a excelente montra virada aqui para o lado de Espanha, que é a Expo Alentejo, que complementa o que está a qui a acontecer, com muitas empresas do Alentejo e Extremadura”.
O presidente da Câmara de Elvas destaca ainda a reunião que decorre esta tarde entre as Eurocidades de Portugal e Espanha, onde será “debatida a problemática, colher a experiência das outras eurocidades e transmitir a experiência da nossa, para ver se conseguimos levar um pouco mais por diante aquilo que é a Eurocidade, ela que saia muito do papel e entre muito na prática”.
Já Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior realça a “dinâmica forte do evento” e a “paridade que existe entre expositores portugueses e espanhóis”, assim como a importância da Turiberia, sendo este “mais um ponto fantástico, porque em sintonia poderá funcionar muito melhor, e no congresso de abertura é objetivo expor o território de uma forma conjunta, Elvas Campo Maior e Badajoz”, remata.
A Fehispor que foi hoje inaugurada na Ifeba, em Badajoz, e decorre até domingo, dia 7, contando com diversas atividades.
O Museu Militar de Elvas celebrou hoje, 2 de novembro, o seu 12º aniversário, numa cerimónia presidida pelo diretor da Direção de História e Cultura Militar, o major-general Aníbal Flambó.
Em dia de aniversário, foram apresentadas algumas novidades: entre elas, as obras de restauro de um carro de transporte de pessoal e de um projetor antiaérea. Hoje também foram inauguradas duas salas de exposições: uma dedicada aos instrumentos musicais e outra aos equipamentos de psicotécnica. Por esta ocasião, explica o diretor do museu, o major Carlos Carretas, foram ainda atribuídas algumas medalhas, no decorrer da sessão solene.
“Nós, no ano passado, e devido à pandemia, não apresentámos a viatura de transporte de pessoal, ficando para uma próxima oportunidade, que é esta”, revela o diretor, adiantando que o restauro do projetor já foi levado a cabo em 2021.
Fechado, de 15 de janeiro até 5 de abril, o museu, desde essa altura, já recebeu, até então, cerca de seis mil visitantes. “É um número considerável, tendo em conta a situação que estamos a passar. A vida continua e as pessoas têm de ver o que temos de bom aqui no Museu Militar”, garante.
Já o major-general Aníbal Flambó garante que o Museu Militar de Elvas, o maior museu do país, continua a ser uma forte aposta do Exército, ainda que, o apoio da Câmara Municipal e da Associação Portuguesa de Veículos Militares seja fundamental. “A inauguração das salas e a apresentação da viatura e o projetor são bem a prova disso, mas sem estas duas colaborações não conseguiríamos fazer aquilo que fazemos”, diz ainda. Apesar de ter estado de portas encerradas, o Museu Militar de Elvas, à semelhança de outros, proporcionou aos visitantes, durante esse período de tempo, visitas online, recorda Aníbal Flambó.
Presente na cerimónia, o presidente da Câmara de Elvas, Rondão Almeida, recordou que Elvas é, “por excelência”, uma cidade museológica, sendo o Museu Militar de Elvas um elemento importante para integrar um circuito capaz de “ocupar os turistas”. O autarca, que destaca ainda o “espólio extremamente interessante, que permite uma rotatividade nas exposições”, garante que, com “existem elementos mais que fundamentais como promover a cidade como uma cidade-museu”.
Rondão Almeida diz ainda que a cidade “não foi bem tratada”, a certa altura, quando os militares a quiseram abandonar, mas que a história militar acaba por estar bem retratada, neste museu de Elvas.
O Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes prestou, na manhã deste Dia de Finados, 2 de novembro, a já tradicional homenagem aos combatentes e sócios falecidos, no cemitério da cidade.
Esta foi uma cerimónia, que, face ao ano passado, já pôde contar com a presença das forças militares. “À semelhança do que tem acontecido, noutros anos, isto é uma cerimónia com alguma tradição, acabamos por relembrar hoje e prestar homenagem aos nossos sócios e combatentes falecidos. Trata-se de uma homenagem aos mortos, em que este ano já podemos ter aqui a presença, novamente, de uma pequena força militar”, revela o presidente do Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes, tenente-coronel Luís Franco.
Presente na cerimónia esteve também o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Rondão Almeida, que recorda que, por esta data, recordam-se os “elvenses que deram a sua vida para defender a pátria”. “Olhamos para estas sepulturas e percebemos que estiveram em várias guerras, como a 2º Guerra Mundial, e hoje estamos aqui a prestar-lhe homenagem, que é o mínimo que o poder local pode fazer”, acrescenta.
Na cerimónia, estiveram ainda alguns militares do Regimento de Cavalaria nº 3 de Estremoz. O segundo comandante do regimento, o tenente-coronel Luís Gonçalves, explica que se associam sempre a estas cerimónias, quando os núcleos dos combatentes lhe solicitam esse apoio. “Temos todo o prazer em dar o nosso apoio numa homenagem que é feita aos antigos combatentes, a todos os nossos antepassados, que tiveram a infelicidade de morrer, uns por idade, outros nas batalhas em que participaram, ao serviço de Portugal”, revela.
Marcaram presença ainda na cerimónia o comandante da PSP de Elvas, o presidente da Associação de Paraquedistas do Alto Alentejo, a presidente da Assembleia Municipal de Elvas e alguns presidentes de juntas de freguesia do concelho.
O Núcleo de Campo Maior da Liga dos Combatentes, juntamente com a Câmara Municipal, prestou na manhã desta terça-feira, 2 de novembro, Dia de Finados, homenagem aos combatentes campomaiorenses já falecidos, no cemitério da vila.
João Restolho, presidente do núcleo, relembra que “esta é a primeira atividade do núcleo, este ano,” e assegura que esta homenagem é “carregada de simbolismo, porque homenageia os combatentes falecidos, em combate”.
O município campomaiorense associou-se a este ato simbólico. Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior, explica que esta “é uma justa homenagem a todos aqueles combatentes do concelho, que defenderam a nossa pátria, pelo que é extremamente simbólica”. O presidente adianta ainda que “a presença dos militares veio engrandecer o momento, o que demonstra um regresso, aos poucos, à normalidade”.
Este ano os militares regressaram a estas comemorações, uma vez que no ano passado, tal não foi possível devido à pandemia. Para o tenente-coronel Luís Gonçalves, segundo comandante do Regimento de Cavalaria nº 3 de Estremoz, este é o retomar de uma atividade que vinha sendo habitual, antes da pandemia e revela que esta homenagem é importante porque estes combatentes segundo afirma “estão sempre na nossa memória, são os nossos antepassados e são aqueles que contribuíram para o país que temos hoje, seja entre portas, ou lá fora, por exemplo, nos tempos do Ultramar e não só”.
Depois da cerimónia, com a deposição de flores no talhão do núcleo, no cemitério de Campo Maior, a comitiva seguiu para Degolados, para prestar homenagem ao combatente sepultado no cemitério daquela freguesia.
A representante da junta de freguesia de Degolados, Olga Madeira, recorda que este militar, que faleceu em funções, aos 21 anos, e ao qual “todos os anos é prestada homenagem, inclusive, à entrada do largo, junto ao cemitério, foi dado o nome deste militar”.
“Ao fim destes anos todos, este é um ato simbólico, que merece todo o apreço e homenagem que lhe é prestada, pelo menos, nesta altura do ano”, remata Olga Madeira.
Combatentes já falecidos homenageados hoje, em Dia de Finados, em Campo Maior e Degolados.
A tradicional Feira dos Santos regressou esta segunda-feira, 1 de novembro, à cidade de Borba, depois de nos últimos dois anos a sua realização não ter sido possível, devido à pandemia.
Desde produtos regionais como frutos secos, queijos, azeite, fruta e os doces, ou artigos de vestuário e calçado são alguns dos produtos disponíveis, nesta feira que, por norma, atrai sempre muitas pessoas até Borba.
A iniciativa cumpre com as normas de segurança impostas pela DGS, e decorre durante o dia de hoje e também amanhã, dia 2 de novembro.
O capotamento de um veículo ligeiro de passageiros, na A6, no sentido Varche – Vedor, ao quilómetro 144, antes da saída do nó desta última localidade do concelho de Elvas, resultou, ao início da tarde desta sexta-feira, 29 de outubro, em dois feridos graves.
Os feridos são pai e filho, de 55 e 32 anos, de nacionalidade estrangeira. Eram os únicos ocupantes da viatura. Foram ambos transportados para o hospital de Santa Luzia, para nova avaliação do seu estado de saúde, depois de observados no local.
No local, para além da ambulância do INEM do Hospital de Santa Luzia, encontram-se os Bombeiros de Elvas, com duas ambulâncias, uma do INEM, um veículo desencarceramento e o veículo de comando.
As causas do acidente são ainda desconhecidas. Para evitar o incêndio, os bombeiros terão colocado espuma retardante de fogo no motor da viatura.
O trânsito faz-se, por esta altura, naquela área da A6, numa única faixa de rodagem, pelo que se apela aos cuidados dos automobilistas.
Entretanto, já aterrou, num dos campos do Estádio Municipal de Elvas, um helicóptero do INEM de Loulé, para possível evacuação de um dos feridos.
Em mês de prevenção do Cancro da Mama, a Escola Básica 2,3 nº2 de Elvas, na Boa-Fé, associou-se àquele que é o movimento “Outubro Rosa”.
Desde o início do mês, que estão a ser vendidas, na escola, t-shirts alusivas à causa, com as verbas angariadas a reverterem na totalidade para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Mas foi-se mais longe.
Para fazer chegar a mensagem da importância da prevenção aos alunos, explica a professora responsável pelas iniciativas, Ana Canito, nesta última semana de outubro têm-se realizado diversas sessões, junto de cada turma, com atividades adequadas a cada ciclo de ensino. “Temos estado a usar várias formas para fazer chegar a mensagem aos meninos, não só hoje, em que temos um dia especial, com alguns miminhos, para atrair as crianças e os jovens a virem buscar os folhetos, uns lacinhos e a virem, junto de nós, tirar mais dúvidas”, começa por explicar.
Para além das crianças, com esta iniciativa, pretende-se que a mensagem, para a prevenção da doença, chegue às suas casas e aos seus familiares mais diretos. Ana Canito garante que muitos dos alunos já sabem mais que aquilo que a própria pensava, antes destas sessões, sobre o assunto. “Acredito que, no final de cada sessão, foram muito mais esclarecidos, mas a maior informação era realmente eles perceberem que, cada mulher, o realce de protegerem até as mães”.
Cada criança levou para casa um desenho feito nestas sessões. “Ao entregar o desenho à mãe, iria dizer: ‘mãe, é para ti. Lembrei-me de ti. Tens feito os exames?’”, adianta a professora, que explica também que, através de vários jogos, e a brincar, falou-se de coisas sérias. Para casa, os alunos levaram ainda “a informação de que quanto mais cedo a doença for detetada, melhor”.
Independentemente da idade, a professora não tem dúvidas que os alunos, que já tiveram ou têm casos de cancro na família, estão mais despertos e informados sobre a doença. Ana Canito revela ainda que o trabalho com os alunos, sobre o tema, não se encerra com as atividades desenvolvidas, nesta semana, uma vez que os professores responsáveis pela disciplina de Cidadania continuam a explorar a temática, nas aulas.
Estivemos ainda à conversa com alguns alunos sobre o assunto. Lara Pires, por exemplo, que tem tido, na família, alguns casos de cancro, revela saber que o cancro da mama é mais comum na mulher que no homem, daí se dar o nome de “Outubro Rosa” a este mês. Já Iara Caracol lembra que, com estas iniciativas, aprendeu, sobretudo, que a mulher deve ter especial atenção na prevenção da doença. Tomás Cristiano, por sua vez, garante que o apoio da família e amigos é fundamental para quem passa pela doença, enquanto Joaquim Pegacho assegura que é necessário ir, regularmente ao médico, para evitar males maiores.
Para a atividade de hoje, com a distribuição de laços, panfletos e oferta de um marshmallow cor-de-rosa a cada aluno, a escola contou com a ajuda da Associação de Pais, bem como da empresa Argo Baum.
Ainda no âmbito deste “Outubro Rosa”, no sábado, 30 de outubro, Dia Nacional de Luta Contra o Cancro, a partir das 9.30 horas, com início na parada do Castelo de Elvas, decorre uma caminhada.
Cerca de 15 seniores de Campo Maior estiveram, na tarde desta terça-feira, de visita ao Forte da Graça, em Elvas, depois de terem passado a manhã a visitar outros monumentos de Badajoz, como a Alcazaba e a Praça Alta.
Trata-se de uma iniciativa que marca o arranque, depois de praticamente dois anos sem qualquer atividade, dos já famosos Clubes dos Maiores, promovidos pela Câmara de Campo Maior, no centro comunitário da vila.
Mariana Favita, uma das seniores que não quis ficar de fora desta pequena excursão, confessa que as saudades destas iniciativas já apertavam, sendo que, estes dois anos de paragem representam, para si, menos anos de vida. “Nós sentimos muita falta, porque nós íamos para o centro comunitário e fazíamos de tudo: bolos, licores, flores. Tivemos muito tempo paradas e isso foi muito mau para nós”, diz Mariana, garantindo que, agora, está “cheia de força” neste regresso. Confessa que não conhecia, nem o Forte da Graça, nem a Alcazaba, mas que “adorou” visitar estes monumentos históricos.
Também o entusiasmo de Mariana Palmeiro, com esta visita, era notório, garantindo que é com muita alegria e satisfação que vê este tipo de iniciativas serem retomadas. “Estamos alegre, muito divertidas”, começa por dizer, alegando que já sentia muitas saudades da “camaradagem” que se vive entre todos os seniores que frequentam os Clubes dos Maiores.
Já Adília Nanita garante que, no centro comunitário de Campo Maior, acaba por ter sempre “muita companhia”, pelo que já ansiava, há muito, pelas tréguas da pandemia para voltar às atividades e, neste caso, às excursões. Adianta que não conhecia o Forte da Graça, mas que o considera um momento muito bonito.
Mas não só as seniores tinham saudades destas iniciativas. Cristina Pepê, uma das responsáveis pelo centro comunitário de Campo Maior e pelas atividades ali desenvolvidas, revela que é uma satisfação poder voltar a estar junto destas pessoas, já de alguma idade. “Eram quase dois anos que levávamos assim, sem as nossas seniores, e tem sido um dia muito bem passado”, comenta. Céu Militão, outras das responsáveis pelas atividades dos Clubes dos Maiores, garante que estão reunidas as condições para um arranque, em grande, das atividades, assegurando que também já tinha muitas saudades destes momentos.
Até sexta-feira, mais grupos de seniores irão passar pelo Forte da Graça, bem como por Badajoz, sendo que, para terminar, os utentes dos Clubes dos Maiores, na sexta-feira, terão oportunidade de conhecer o novo Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada de Campo Maior.
Estas visitas, que procuram dar a conhecer a Eurobec, estão inseridas no programa das comemorações do dia do idoso que se assinala este mês, promovido pelo Município de Campo Maior.
A Associação Gota d’ Arte assinalou, ao final desta tarde de sexta-feira, dia 22 de outubro, 10 anos de existência, contando com a presença de convidados, encarregados de educação, amigos e de todos aqueles que, desta associação elvense, usufruem diariamente.
Para o presidente da direção da Associação Gota D’Arte, Luís Rosário, “são dez anos de muita história e de muitas pessoas que passaram pela associação e tornaram possível o assinalar esta data e tudo o que foi feito, e é por isso importante valorizar o trabalho que desempenharam na associação; tal como os pais e crianças que têm tornado possível e confiado nas atividades da associação”.
Luís Rosário recorda as diversas atividades que têm vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos, sendo que algumas estão agora a ser retomadas. “Temos vindo a desenvolver, nos últimos anos, algumas iniciativas nomeadamente a participação no Carnaval Internacional de Elvas, também na Semana da Juventude, a nível do que são as nossas atividades, estamos agora a retomar; mas a participação em iniciativas esperemos retomar em 2022 e nós cá estamos para trabalhar, ao lado da Câmara Municipal, para o que nos solicita”.
Quanto ao Weekend Art, criado pela Gota D’Arte em 2018, Luís Rosário explica que “temos o objetivo de o retomar porque achamos que tem tudo para ser um evento de referência na nossa cidade, e temos a convicção torná-lo outra vez possível, e trazê-lo de volta em 2022, ao Jardim das Laranjeiras.
Rondão Almeida, presidente da Câmara de Elvas lembra esta foi uma associação que ajudou a criar, e realça a sua importância, não só na ocupação dos tempos livres das crianças e jovens, mas também com a vertente social. “Esta associação foi uma daquelas que eu ajudei a criar, partindo do princípio que foi a Câmara de Elvas que, há 10 anos, acabou por agarrar neste edifício e fez todas as obras de recuperação e aqui instalou uma excelente associação, pelo que tenho uma palavra de agradecimento aos fundadores, dirigentes que por aqui passaram e atual direção, pela dinâmica que criaram, porque dão resposta ao nível das crianças e jovens e também na vertente social, sendo uma associação que fazia falta a Elvas”.
O presidente enaltece o facto de serem já cinco os funcionários da Gota D’Arte, o que, a seu ver, “quer dizer que a Câmara Municipal de Elvas tem um papel muito importante, porque compete ao movimento associativo dinamizar o concelho, ir matando as lacunas que começam a existir na ocupação do filho, apoiar o pai e o próprio avô, e esta associação tem-se inserido muitíssimo bem naquilo que são as necessidades que têm vindo a surgir na coletividade, pelo que a Câmara tem obrigação de criar estruturas, e dar o apoio logístico e financeiro para que possam caminhar”.
Associação Gota D’Arte que assinalou esta tarde o seu décimo aniversário, e conta atualmente, com cerca de 90 crianças e jovens.
Igualdade, inclusão, respeito, justiça, foram alguns dos valores transmitidos esta manhã de quarta-feira, 19 de outubro, por João Sena Janeiro, aquando da apresentação do seu livro “No país das gravatas”, inserida na iniciativa “Agir para incluir”, promovida pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Campo Maior.
O livro infantil e escrito em 2014, aborda precisamente estes valores, que foram assim, transmitidos aos alunos do 2º ciclo do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, revela João Janeiro. “A base do livro é o foco no respeito, entreajuda e igualdade e, pretende transmitir que muitas vezes, em quem menos acreditamos, é que nos pode salvar”.
Para o autor, estas sessões servem sobretudo, para contribuir na formação da sociedade, com a intenção de incutir determinados valores às crianças. “O objetivo é dar o meu contributo para a formação da sociedade, que faço com muito gosto, e o livro é o pretexto, mas a intenção deste tipo de sessões é muito importantes e faz parte do trabalho dos pais, em apoiar os professores a conseguir cumprir a sua missão, e se o fizermos bem, estas crianças vão ter um futuro bem melhor que o nosso”, revela João Sena Janeiro.
A iniciativa é promovida pela CPCJ de Campo Maior, e a presidente da Comissão, Francisca Russo afirma que este tipo de sessão se torna importante na medida em que, nunca é demais falar em temas como inclusão e igualdade, valores, que atualmente, estão em crise. “Este tipo de intervenção é sempre pertinente, e o que João janeiro veio fazer foi falar de valores de respeito, igualdade, que sentimos que hoje em dia, estão em défice nas nossas crianças, jovens e na sociedade”, revela Francisca Russo.
As sessões decorreram no Auditório do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, e, ainda hoje, durante a tarde tem lugar uma iniciativa destinada a professores, técnicos e auxiliares de educação educativa, com Carlos Pajuelo.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) está a realizar este domingo, 17 de outubro, várias rusgas, em Elvas. As buscas domiciliárias, bem como em estabelecimentos comerciais, acontecem, quer nas Sochinhas, quer na Boa-Fé.
Nas Sochinhas, as buscas estão a ser efetuadas em várias habitações e numa oficina, enquanto na Boa-Fé, os agentes da PSP se encontram em dois cafés, um deles situado no interior do centro comercial do bairro.
Estão empenhados nestas buscas várias dezenas de agentes, incluindo da Esquadra de Investigação Criminal.
A praça de touros de São Vicente, no concelho de Elvas, foi, na tarde deste sábado, 16 de outubro, espaço para mais uma atividade tauromáquica, no âmbito do festival “Bravafición”.
Depois de na noite de ontem, a rua Nova do Poente ter sido pequena para todos aqueles que quiseram participar na primeira largada de touros do evento, desta feita foram cerca de 800 as pessoas que procuraram divertir-se com uma mão cheia de animais da Ganadaria Irmãos Serpa, que, na arena, enfrentaram algumas dezenas de jovens mais aventureiros e destemidos, numa tourada à vara larga.
Para Andresa Garriapa, da organização, a afluência de público nestes dois primeiros dias de festival supera todas as expectativas, pelo que se ainda antes do arranque desta primeira edição do evento já pensava em dar continuidade ao mesmo, agora não tem qualquer dúvida. Ainda assim, sente que para o sucesso do evento tem contribuído o facto da população ter sido privada deste tipo de iniciativas durante dois anos.
Já o recém reeleito presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa, João Charruadas, diz ser de salutar o esforço dos jovens que, por estes dias, organizam este tipo de iniciativas. Com elas, garante, beneficia a própria freguesia, que ganha uma vida diferente, mas sobretudo os restaurantes, que conseguem faturar mais que o habitual. A verdade é que nestes dois primeiros dias de festival, não só gente do concelho de Elvas se deslocou a São Vicente, mas também de concelhos limítrofes, como Campo Maior, Monforte e Arronches, bem como dos distritos de Évora, Lisboa e Santarém.
Para os próximos dois dias estão previstas mais duas largadas de touros: este domingo, às 17 horas; e na segunda-feira, pelas 21 horas. No próximo sábado, dia 23, cabe à Tertúlia Tauromáquica Elvense organizar, também em São Vicente, uma demonstração de pegas, com a participação de seis grupos de forcados, seguida de uma festa, com a música de Miguel Bravo e do grupo Sin Rumo.
“Encontro de Graça”: assim se chama o livro da irmã Maria de Fátima Magalhães, apresentado na tarde deste sábado, 16 de outubro, na Igreja de Santa Luzia, em Elvas, na presença do arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, responsável pelo prefácio da obra.
Acima de tudo, revela a irmã, este é um livro que resulta de “uma história em rede”, de voluntários do Movimento Teresiano de Apostolado (MTA), que, em Elvas, dedicam o seu tempo aos outros e àqueles que mais precisam. “O livro não é meu, é uma história de gente que se entrega, que se dá e que se oferece, cada dia, aos mais pobres, aos mais fragilizados”, assegura Maria de Fátima Magalhães.
“Encontros de Graça”, explica Maria de Fátima Magalhães, é precisamente aquilo que os voluntários, dos vários projetos, têm, quando se entregam e fazem o bem pelo próximo. “Todos temos sede: uns têm sede de dinheiro, outros têm sede de uma casa melhor, outros de bens alimentares, e muitos têm sede de sentido, de amor, de se dar e entregar, que é o papel dos voluntários ao serviço destes projetos”, explica.
A irmã diz ainda não ter dúvidas de que, depois do livro ser lido, muitos mais voluntários vão surgir. “O homem só se realiza se se der, se for amado e se amar. A vida é um dom de Deus e nós só encontramos sentido para a mesma, dando-nos, fazendo dela um serviço aos outros. Tudo o que é escrito neste livro, é fruto da ação de Deus, é fruto do voluntariado e da doação e eu encontra muita gente que não tinha sentido para viver e através destes projetos encontram razão de viver”, diz ainda.
O livro conta com edição gratuita da Booksfactory, de Paulo Lavadinho, que esteve também presente na apresentação da obra. A obra tem o preço de 12 euros, sendo que o valor angariado com a sua venda reverte, na totalidade, para os programas de apoio do MTA de Elvas aos mais carenciados.
A zona coberta e aquecida das Piscinas Municipais de Elvas, neste sábado, 16 de outubro, acolhe uma prova de natação, promovida e organizada pela Associação de Natação do Interior Centro (ANIC), com a participação de cerca de 70 atletas de quatro clubes, da região, incluindo o Clube Elvense de Natação (CEN).
Para José Caldes, presidente do CEN, esta é uma prova que serve, sobretudo, para marcar o regresso ao trabalho e à competição, sendo precisamente este o torneio habitual de abertura das provas de natação para os clubes da ANIC. “É uma prova que faz com que os miúdos comecem a entrar para a água, que serve para que o desporto amador, entre aspas, volte outra vez à competição e ao trabalho, porque os miúdos precisam disto. Vê-se o entusiamo deles”, acrescenta.
Esta é uma prova de absolutos, ou seja, infantis, juvenis, juniores e seniores competem em pé de igualdade. José Caldes lembra que há sempre uma diferença no desempenho dos atletas, tendo em conta as suas idades, mas que, o mais importante, é cada nadador ir melhorando o seu trabalho e ganhando forma. “Isto faz com que os mais novos ambicionem também chegar lá, mas a competição só é boa quando eles fazem o trabalho deles. Não importa os outros, o que importa são eles”, diz ainda, alegando ser esta, precisamente, a filosofia do próprio CEN.
Quando questionado sobre o tempo de paragem e as dificuldades vividas, durante a pandemia, o presidente do clube elvense não esconde que o desenvolvimento da modalidade na cidade ficou comprometido, por esta altura. “Nós temos uma escola, neste momento, ativa, que está a trabalhar com cerca de 160 alunos, mas o que nós normalmente fazemos é captação dos miúdos para a competição, porque é lá que nos alimentamos, e não tem sido fácil”, assegura. A atual conjetura, diz ainda, “não tem deixado o clube crescer”, até porque os pais das crianças têm ainda receio de levar os filhos até à piscina.
Já João Augusto, presidente da ANIC, revela que, dentro das limitações impostas pela pandemia, esta associação foi das poucas que conseguiu manter o seu calendário, sem uma paragem muito acentuada. Ainda assim, hoje, em prova, estão em falta quatros clubes, por diferentes motivos: “uns porque ainda não começaram, outros porque estão sem piscina, que estão em obra”. Ainda assim, a ANIC vai ter um novo clube: o Sporting Clube da Covilhã. Com isto, espera que, em próximas provas, já mais clubes e atletas se apresentarão.
Sem escolas de natação, até então, João Augusto lembra que, dentro de água, não há transmissão do vírus, pelo que espera que, em breve, se possa voltar a ensinar a modalidade a crianças de tenra idade, tal como se fazia há três anos.
Em prova, para além do Clube Elvense de Natação, estão atletas do Elétrico Clube de Ponte de Sor, Associação de Natação Albicastrense, de Castelo Branco, e Clube de Natação da Guarda.
O NERPOR, a Associação Empresarial da Região de Portalegre, assinou na manhã desta sexta-feira, 15 de outubro, um protocolo de cooperação, na área das tecnologias, com o Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) e o serviço de operações executivas para a indústria de uma universidade em Taiwan, na presença da representante diplomática daquela ilha chinesa em Portugal, Vivia Chang, na incubadora de empresas BioBIP, do IPP.
De acordo com o presidente do NERPOR, Jorge Pais, este protocolo surge no seguimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido para “fomentar a internacionalização de toda a região do Alto Alentejo. No caso de Taiwan pretende-se, sobretudo, receber apoio tecnológico, dado o seu potencial e avanço nesta área. Procura-se ainda “abrir novos horizontes, novas oportunidades de investimento e de relações comerciais”. Taiwan distingue-se, a nível mundial, “por ser um país avançadíssimo” no setor tecnológico, lembra Jorge Pais, adiantando que o seu “comércio de hadware e chips representa cerca de 70 por cento” do mercado mundial.
O presidente do NERPOR recorda que Taiwan, desde cedo, começou a trabalhar para aproximar as empresas das universidades, para que estas pudessem fazer investigação ao nível da inovação e desenvolvimento de tecnologia, experiência que considera que, agora, deve ser aproveitada pelo Alto Alentejo. “A nível de Portugal, estamos a conseguir ser a primeira região a ter toda esta proximidade e a reforçar este relacionamento, porque eles também têm muito investimento externo, havendo possibilidade de outros grupos empresariais de Taiwan conseguirem estar mais próximos da Europa e, por nosso intermédio, atingir os mercados de língua portuguesa e virem aqui a fazer alguns investimentos, como já estão a fazer noutros sítios do país”, acrescenta. Jorge Pais recorda também que um investimento de Taiwan, em Portugal, com uma fábrica de bicicletas de alta gama, faz, neste momento, do nosso país, o maior produtor e exportador deste meio de transporte sustentável a nível europeu.
Mais que a assinatura deste protocolo, o NERPOR tem, desde ontem, levado a representante diplomática de Taiwan em Portugal a conhecer vários concelhos do distrito, tendo passado por Elvas e Campo Maior. Hoje, a visita será feita a Ponte de Sor, onde decorre mais uma edição do Portugal Air Summit.
Já o vice-presidente do Politécnico de Portalegre, Luís Loures, garante que este protocolo vem possibilitar, entre outros, o intercâmbio de experiências, para alunos e professores de Portalegre e de Taiwan, sendo que, na BioBip, vão poder vir a ser integradas startups que estejam associadas à universidade daquela ilha chinesa.
O NERPOR continua assim a dar passos pela internacionalização da região do Alto Alentejo. De recordar que também, muito recentemente, a Associação Empresarial da Região de Portalegre assinou um protocolo de colaboração com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Russa.
Os eleitos para a Câmara e Assembleia Municipal de Alandroal tomaram posse ontem, quinta-feira, dia 14 de outubro, no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal.
A tradicional Feira de Velharias, promovida pela Associação dos Amigos do Cemitério dos Ingleses decorre este domingo, dia 3, até às 13 horas, no mercado municipal da Casa das Barcas, em Elvas em vez de ser na Praça D. Sancho II, como era habitual. Esta iniciativa tem como objetivo angariar dinheiro para ajudar na manutenção do Cemitério dos Ingleses e da Capela de São João da Corujeira.
Celia Denney, da Associação dos Amigos do Cemitério dos Ingleses explica que são cerca de 12 a 15 os expositores que ali vendem diversos tipos de artigo que “explicam o funcionamento da Associação, antiguidades, bijuteria, livros, doces típicos, a tradicional sericaia, cerâmica, jogos de mesa e infantis”, e destaca o facto de a Câmara ter cedido este espaço, que a seu ver é magnífico. “Ficamos encantados e agradecemos à Câmara de Elvas a cedência deste lugar e esperamos poder repetir neste local, que é um edifício magnífico, que muitos desconheciam e aproveitaram para conhecer”, revela Celia, acrescentando que começaram “a ter muita gente, a meio da manhã, principalmente de Badajoz e Olivença”.
“Ficamos muito contentes e até o tempo melhorou, refere Celia Denney, quando questionada se a iniciativa supera a expetativas que tinham.
Falámos também com alguns expositores, como António Trindade que há cerca de seis anos que participa nesta iniciativa, este ano, com a venda, sobretudo, de bijuteria. Aos nossos microfones revela que a mudança do local “foi positiva, principalmente para a Associação, porque se não fosse neste local, e tendo em conta a chuva que se fez sentir de manhã, seria mau”, na Praça D. Sancho II.
Esta iniciativa conta também com expositores do outro lado da fronteira, e falámos com um deles, que nos referiu que “é uma feira para ajudar o cemitério dos ingleses, pelo que contribuímos com a venda de artigos usados, como jogos, quadros, espelhos, livros, pinturas”.
A Tradicional Feira de Velharias promovida pela Associação dos Amigos dos Ingleses que decorre esta manhã de domingo, no Mercado Municipal de Elvas.
Uma denúncia de maus-tratos a animais de companhia levou esta sexta-feira, 1 de outubro, o IRA – Intervenção e Resgate Animal e vários elementos da GNR a efetuar algumas diligências numa quinta, depois de um dos viadutos da A6, junto ao Bairro das Sochinhas, em Elvas.
Em causa estão cerca de cem animais, entre cães e gatos, de diversas raças. Apesar de alimentados, apresentam várias feridas nas patas, vivendo sem quaisquer condições, em espaços pequenos e repletos de fezes e urina. Muitos encontravam-se fechados em transportadoras e outros em jaulas às escuras.
O IRA tem, no local, uma viatura de apoio logístico, bem como um autocarro e uma tenda de campanha, onde a veterinária municipal de Elvas, em conjunto com a equipa do grupo de intervenção e resgate, irá analisar, individualmente, cada animal. A Rádio ELVAS sabe que aqueles que não apresentam condições para permanecer na quinta, serão levados pelo IRA.
Sabe-se ainda que a proprietária da quinta em questão faz criação e negócio de algumas raças: Yorskshire, Chihuahua, Pinscher e Shitshu, ao nível dos cães, e Persa, relativamente aos gatos.
O IRA tem como principal missão resgatar animais vítimas de maus-tratos, negligência ou quando as suas condições de segurança previstas na lei não estão asseguradas. Colabora com as autoridades competentes, se necessário, para a intervenção ou resgate de cada caso. Todos os animais resgatados seguem depois para adoção responsável.
Uma palestra sobre o património hidráulico da região: recursos e sustentabilidade decorreu, esta manhã de quarta-feira, dia 29, no Centro Cultural de Campo Maior.
Trata-se de uma iniciativa incluída no projeto “H2O map”, no âmbito do programa Erasmus+, do Agrupamento de Escolas de Campo Maior.
Leonardo Martins foi o aluno que apresentou o que já foi desenvolvido no âmbito deste projeto, destacando a importância do mesmo não só para a população, mas também para todos aqueles que visitam a vila. “O projeto H20 map incide na questão de demostrar os elementos hidráulicos às pessoas, e apresentamos assim alguns elementos desta primeira parte, que já fizemos, bem como o que vaio ser feitos, depois, uma vez que este é um projeto com a duração de três anos”.
Leonardo adianta ainda que, do seu ponto de vista, “este é um projeto interessante, porque dá mais informação e apoio às pessoas, porque há muitos turistas que vêm para cá e não têm muita informação, e através da APP que vamos criar, podemos ajudar nesse sentido”.
Depois da apresentação feita por este aluno, seguiu-se a intervenção do Professor Doutor António Chambel, hidrogeólogo e professor na Universidade de Évora. O professor apresentou a perspetiva mundial das alterações climáticas, e em particular as que estão relacionadas com a água, e quais os problemas a enfrentar no futuro, bem como as soluções possíveis. “A água tem uma importância fundamental a nível mundial e, inclusive, é motivo de guerras e sofrimentos em vários países, pelo que aqui, apresento as alterações globais que influenciam a água, bem como os problemas que iremos enfrentar no futuro e possíveis soluções, para os mesmos”.
Relativamente ao projeto “H2O map”, António Cambel, considera-o bastante interessante, porque “”tudo o que diz respeito à agua é importantíssimo e com esta cooperação com outras instituições e outros países é ótimo para abrir as perspetivas destes alunos e dá-los a conhecer ao mundo”.
Também João Carlos Lopes, representante da Aqualia esteve presente nesta palestra e falou aos alunos sobre sustentabilidade, mas de forma a consciencializar os alunos para o quanto custa, em água, produzir alguns objetos que eles usam regularmente. “Dedico a minha apresentação no seguimento das atuações da Aqualia nas iniciativas que temos, por exemplo, o concursos de desenho e é objetivo consciencializar os alunos, quanto custa em água produzir um smartphones ou tablet, e aconselhar e demonstrar com dados algumas destas situações.”
O representante da Aqualia referiu ainda a preocupação da empresa responsável pelas águas no concelho, com “sustentabilidade dos recursos hídricos, que é o nosso produto e tem esta vertente ambiental e económica, do serviço”.
A palestra sobre o património hidráulico da região decorreu no Centro Cultural de Campo Maior e contou com vários alunos do Agrupamento de escolas.
O Santuário do Senhor Jesus da Piedade, em Elvas, foi pequeno para acolher as pessoas que na tarde deste domingo, 26 de setembro, quiseram marcar presença nas últimas celebrações, deste ano, das tradicionais festas de São Mateus, que, tal como no ano passado, contaram apenas com a componente religiosa.
Estas cerimónias de hoje, e ainda antes do último momento de fogo de artifício, contaram com um Te Deum, pelas 17 horas, seguido de missa, presidida pelo padre Ricardo Lameira.
Dentro em breve, espera o juiz da Confraria do Senhor Jesus da Piedade, Carlos Damião, o parque da Piedade pode vir, já em novembro ou dezembro, a acolher uma pequena feira, sendo que esta edição das festas do Senhor Jesus da Piedade, garante, decorreram dentro do melhor que se conseguiu organizar. “Neste contexto de pandemia, correu o melhor possível”, assegura.
“Iríamos tentar fazer essa feira, já este ano, e depois a de maio, porque o Santuário e a Confraria do do Senhor Jesus da Piedade vivem das receitas para sustentar os funcionários que cá temos, como até para a manutenção da igreja, do santuário e dos terrenos”, diz ainda Carlos Damião.
Já o padre Ricardo Lameira assegura que estas festas, tal como as do ano passado, ficam marcadas pelas palavras “criatividade” e “comunhão”: “quando nós estamos habituados a fazer tudo como é habitual, esquecemo-nos daquilo que é fundamental e somos tentados a fazer porque é tradição; e quando não pode haver a tradição, ou funciona a tradição, ou perde-se tudo”.
“Obrigados a ser criativos”, a Confraria do Senhor Jesus da Piedade e o pároco decidiram entregar cada eucaristia a uma paróquia. “Havendo essa criatividade, foi natural que houvesse comunhão. Sentimos o santuário como casa de todos”, remata.
As festas em honra do Senhor Jesus da Piedade, hoje terminadas, tiveram início, desta feita, na passada segunda-feira, dia 20 de setembro, numa cerimónia presidida pelo arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho.
O comendador Rui Nabeiro é o embaixador nacional da Semana Europeia do Desporto: uma iniciativa da Comissão Europeia destinada a promover o desporto e, por inerência, a atividade física em toda a Europa.
Hoje, 24 de setembro, em dia dedicado ao desporto na escola, a Secundária de Campo Maior foi a escolhida, pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), para acolher uma iniciativa neste âmbito, em que Rui Nabeiro marcou presença.
O comendador não esconde que é com muita satisfação que, mesmo aos 90 anos, continua a ser chamado para estar junto da juventude, em iniciativas como esta. “É extraordinário. Aceitei, fi-lo com muita naturalidade e estou disponível para qualquer circunstância que a direção da escola possa precisar”, assegura. Rui Nabeiro diz ainda que é importante que estes jovens, que são o futuro de Campo Maior, sejam colocados a pensar e a estudar, para que possam, quem sabe, poder levar uma vida como a sua.
A Escola Secundária de Campo Maior, para além de ser palco de um conjunto de atividades desportivas esta sexta-feira, foi escolhida pelo IPDJ, para receber vários kits de equipamentos desportivos, que incluem, entre outros, bolas e barreiras. Já a escolha do comendador Rui Nabeiro enquanto embaixador desta iniciativa, revela o diretor da Direção Regional do Alentejo do IPDJ, Miguel Rasquinho, “foi a melhor”, tendo em conta que “é uma referência, não só na região, como no país e no mundo”.
“Estamos aqui, na escola de Campo Maior, para proceder à oferta destes equipamentos desportivos, porque normalmente, quando falamos da descentralização, pensamos em Lisboa e do Porto, mas até no próprio Alentejo temos de descentralizar. Desta vez, escolhemos um concelho pequeno, para termos também aqui um agradecimento muito especial ao comendador Rui Nabeiro”, explica Miguel Rasquinho.
Colocar Portugal entre os 15 países da Europa onde se pratica mais desporto é um dos principais objetivos do IPDJ e da Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude, revela ainda Miguel Rasquinho, sendo o arranque para essa meta dado com esta semana, que teve início ontem e estende-se até dia 30. “Estamos a conseguir excelentes resultados, temos feito aqui um grande esforço para que tudo corra bem e esta prática desportiva seja incrementada. Temos vindo a aumentar, nos últimos meses, o número de praticantes, não só nas modalidades competitivas, mas também nestas atividades lúdicas se verifica esta massificação da prática desportiva pelos mais jovens, assim como pelos mais idosos, das pessoas com deficiência ou alguma diferença”, remata.
O diretor do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Jaime Carmona, garante que é “uma honra” receber esta iniciativa, tendo sido acolhida “de braços abertos”. “Percebo que faz parte de uma política de descentralização, que eu acho ótima, e acolhemos esta proposta e cá estamos, dentro da simplicidade que temos para oferecer, mas acho que o objetivo principal é mostrar que as escolas e o desporto devem andar de braço dado”, assegura o diretor, lembrando que, durante mais de ano e meio, os jovens se viram privados da prática desportiva, tendo em conta a pandemia.
Jaime Carmona lembra ainda que as sequelas da pandemia, mais que físicas, foram mentais, pelo que, mais que nunca, é importante colocar, não só os alunos, como toda a comunidade “a mexer”.
Este Dia Europeu do Desporto na Escola, para além de ser assinalado na Escola Secundária, é também celebrado com diversas atividades no Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro.
É com o objetivo de mostrar que “a polícia é amiga” que os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), afetos ao programa “Escola Segura”, estão a percorrer as escolas do concelho de Elvas, com pequenas ações de sensibilização sobre temas de segurança rodoviária, junto das turmas de 1º e 2º anos.
A Rádio ELVAS acompanhou, na manhã desta quinta-feira, 23 de setembro, uma destas ações, com uma turma de 1º ano, da Escola Básica do 1º Ciclo de Santa Luzia, sendo que o agente Paulo Restolho recorda que, nos últimos dois anos, a PSP esteve mais afastada das escolas, tendo em conta a pandemia. Agora, fazem por se apresentar a estas crianças, sensibilizando-as, entre outros, para os cuidados a ter na estrada.
Depois de apresentarem “As Histórias do Falco”, que incluem diversos temas, os agentes da PSP esclarecem as dúvidas as crianças. “São nove histórias, que têm uma mascote, o Falco, em que ele conta histórias sobre temas como o bullying, a autoproteção e a segurança rodoviária. Depois, falamos um pouco com os miúdos sobre o tema que estivemos a abordar e esclarecemos dúvidas que eles tenham”, explica Paulo Restolho.
Acabar com o estereótipo de que “a polícia é má”, mas sim amiga, acaba por ser um dos objetivos destas iniciativas, adianta o agente da PSP de Elvas, assegurando que o feedback, no final de cada uma destas sessões, é sempre “excelente”. “Os jovens já gostam mais do polícia, eles juntam-se a nós, brincam connosco”, acrescenta.
A professora de uma das turmas que esteve hoje a participar nesta iniciativa da Escola Segura, Ana Paula Crespo, assegura que nunca é demais falar sobre segurança rodoviária e que as crianças acabam por estar sempre motivadas para estas sessões. “Qualquer pessoa que venha de fora consegue sempre melhor que nós, que estamos cá todos os dias, a atenção deles e falar de segurança rodoviária, nunca é demais, com os perigos que há nas estradas”, garante. Os polícias, dez ainda a professora, já com uma longa carreira, já não são encarados pelas crianças com um “bicho papão”, como antigamente.
Nesta ação, para além do agente Paulo Restolho, esteve ainda o agente Rui Enes.
“Elvas The Queen Residence“: assim se chama o novo alojamento local, inaugurado no passado fim de semana, na Rua de Alcamim, em Elvas.
Esta guest house é composta por dois apartamentos – o Monarchy e o Gorgeous -, num total de 11 quartos, com “uma tipologia diferente, de acordo com a nova procura do mercado de turismo”, explica um dos proprietários, Filipe Monteiro. “A nossa filosofia é dinamizar a rua e o comércio local, portanto, o nosso alojamento local não tem pequeno-almoço, temos sim a oferta de águas e café”, adianta.
Já Ricardo Sardinha, outro dos proprietários deste alojamento local, revela que o projeto já estava pensado há muito tempo, sendo que, ao todo, as obras demoram cerca de dois anos até estarem concluídas. “Tivemos um bocadinho de sorte quando encontrámos estes imóveis, mas devido à pandemia as obras também se atrasaram um pouco”, revela, adiantando que dos 11 quartos, um é de solteiro e os restantes de casal.
A marca “Elvas The Queen”, explica ainda Filipe Monteiro, nasceu há cerca de 12 anos, quando a cidade foi elevada a Património Imaterial da Humanidade. “Achámos que havia a necessidade de souvenirs com mais qualidade e que representassem realmente aquilo que a cidade era. Ao longo destes anos, desenvolvemos vários projetos, alguns também com a Vista Alegre, de maneira a dinamizar e a dar algum prestígio à cidade, e houve, há cerca de dois, três anos, a ideia de avançar, não só com souvenirs, mas também promover o alojamento e o turismo em Elvas”, esclarece.
Para já, este novo empreendimento turístico dá trabalho a duas pessoas. “O nosso objetivo é ter dois a três postos de trabalho: uma pessoa para a limpeza, outra para as reservas. Depois, se houver muito fluxo de trabalho, logo pensaremos numa terceira pessoa”, explicam os proprietários.
Presente na inauguração deste alojamento local, o presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, quis dar os parabéns aos proprietários do “Elvas The Queen Residence“, assegurando que o mesmo “está muito bem conseguido”, sendo mais um contributo para dinamizar o centro histórico, atraindo mais pessoas à cidade.
As reservas para estadia no “Elvas The Queen Residence” podem ser feitas através das redes sociais e de plataformas como o Booking e o Airbnb.
A cerimónia evocativa da chegada dos pendões da cidade ao Santuário do Senhor Jesus da Piedade marca esta segunda-feira, 20 de janeiro, o início das comemorações das festividades da cidade, num ano em que, pela segunda vez consecutiva, Elvas e os elvenses são privados da tradicional romaria de São Mateus.
Esta cerimónia é presidida pelo arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, que quis deixar uma mensagem a todos os elvenses, através dos microfones da Rádio ELVAS, lembrando “o colo e o amor do Senhor Jesus da Piedade por todos”.
O juiz da confraria do Senhor Jesus da Piedade, Carlos Damião, lembra, contudo, que, mesmo sem receitas, tendo em conta a não realização do São Mateus, foi possível manter todos os postos de trabalho. “É com grande sacrifício que nos temos mantido aqui, porque só nos permitiram fazer as cerimónias religiosas”, acrescenta.
Carlos Damião explica ainda que a Confraria viu negada a possibilidade de organizar a procissão dos pendões, nos moldes habituais. “Fomos informados que não era possível. Tínhamos uma ideia de fazer só na Avenida da Piedade, mas tudo isso ficou por terra”, acrescenta.
Já o presidente da Câmara Municipal, Nuno Mocinha, lamenta que o São Mateus não se volte a realizar, este ano, mas lembra que as cerimónias religiosas se mantêm. “Não é por nenhuma decisão local que o São Mateus não se realiza, é porque estão proibidas as feiras e os arraias”, recorda o autarca. Mocinha revela ainda que a procissão não estava proibida, foi uma decisão tomada, que tem de ser respeitada, mas que é “completamente alheio”.
A Banda 14 de Janeiro, que saiu já hoje à rua por duas vezes, em arruadas, no centro histórico de Elvas, volta a marcar presença nesta missa campal. Segundo o maestro, Jorge Grenho, os elementos da coletividade já tinham saudades destes momentos e do encontro com a população. A esperança, adianta, é que, no próximo ano, o São Mateus já possa decorrer dentro da normalidade.
São cerca de 150 os alunos de Elvas que festejam esta quinta-feira, 16 de setembro, a conclusão de mais um ciclo de estudos, com a chegada ao fim do Ensino Secundário.
Para uns, este é o momento do ingresso no mercado de trabalho, para outros da entrada na Universidade. Os finalistas, acompanhados dos seus familiares mais diretos, depois de uma eucaristia na Sé de Elvas, seguem para a Quinta dos Pavões, em Campo Maior, onde farão a festa noite dentro.
A diretora do Agrupamento de Escolas n.º 3 de Elvas, Fátima Pinto, lembra que, dentro das orientações das autoridades de saúde, é já possível regressar à normalidade, sendo esta uma festa muito especial para jovens e familiares. “Todas as pessoas fizeram teste, estão com as máscaras e vamos manter as distâncias que são impostas”, revela.
Para Fátima Pinto, bem como para os outros professores, esta é também uma festa muito especial, por representar a evolução e o crescimento destes jovens. “Eles entram muito jovens, ainda com muitas incertezas, e depois, em três anos, decidem o futuro connosco, com a nossa ajuda e tomam outros voos”, diz ainda.
Já o professor Carlos Beirão, um dos responsáveis pela organização desta festa, explica que participam no baile de finalistas menos alunos que o habitual, sendo que a data do evento estava inicialmente prevista para o mês de junho. “Como no ano passado não houve, este ano levamos avante este evento, que é uma tradição. Optámos por mudar para setembro, e ainda bem que o fizemos, antes de se iniciarem as aulas, e foi uma boa aposta, porque as regras agora são diferentes e a festa pode acabar mais tarde”, comenta.
Os Jardins de Elvas são o mote para a iniciativa deste sábado, dia 12, no âmbito do “Percursos pelo Património”, com o arquiteto Carlos Correia Dias.
Os cerca de 30 participantes percorrem assim, os vários jardins da cidade, sendo que, ainda antes deste percurso houve tempo para um breve explicação sobre aquilo que é visto, neste percurso, no Auditório São Mateus, como adianta o arquiteto Carlos Correia Dias, revelando que “nem tudo está aparentemente visível, e pretende-se assim explicar às pessoas todo este eixo verde, começando pela zona da Rua da Cadeia, passando pelo Horto Medicinal da Madalena Nova, na Nossa Senhora das Dores, Jardim das Laranjeiras, jardim Municipal, Quinta do Bispo, Tapada da Saúde, Fonte da Fé, e terminando no Parque da Piedade”. Este é assim um percurso, segundo o arquiteto, “com vários jardins alternados, desde o maneirismo, barroco, classicismo, romantismo e século XX”.
Carlos Correia Dias considera que a iniciativa se torna importante, “para dar a conhecer Elvas aos elvenses e não só, porque a cidade é uma grande desconhecida pela população, e tenta assim divulgar o máximo da cidade, nas suas mais variadas vertentes”.
Iniciativa “Percursos pelo património”, que leva os participantes a percorrer os diversos Jardins da Cidade de Elvas, terminando no Parque da Piedade. No próximo sábado, dia 18, a iniciativa destina-se a dar a conhecer Elvas, na idade média.
O Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia (CROA), que se localiza junto ao armazém municipal, em Campo Maior, está praticamente concluído, “faltando apenas pequenas obras e também algum mobiliário, pelo que poderá estar concluída já em outubro”.
João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, refere que este espaço pretende “diminuir a população de cães e gatos errantes ou em risco, proporcionando condições para que possam ser recolhidos, tratados, esterilizados e ser encaminhados para uma adoção responsável”.
O CROA conta com gabinete veterinário, dois espaços com apoio ao centro e alojamento dos animais, podendo acolher cerca de 50 animais. “Haverá também um espaço para animais com problemas graves de saúde”, adianta João Muacho, na esperança que seja suficiente, tendo em conta que o número de gatos tem tendência a aumentar.
O Centro Oficial de Recolha de Animais de Companhia resulta de um investimento de 180 mil euros comparticipado, em cerca de 50 mil euros.
“Apenas e só mais um campomaiorense”: assim se apresentou, ontem à noite, Luís Rosinha, enquanto candidato à presidência da Câmara de Campo Maior, pelo Partido Socialista, nas eleições autárquicas do próximo dia 26.
Luís Rosinha, eleito em 2013 vereador do Município de Campo Maior, garante que, desde essa altura, iniciou, juntamente com os outros autarcas, um trabalho em prol dos campomaiorenses, que agora quer dar continuidade. Apesar de um caminho feliz, mas feito de algumas dificuldades, o agora candidato à presidência da Câmara, assegura que essas dificuldades foram sendo sempre ultrapassadas através do espírito de união vivido no seio do PS.
Sem esquecer qualquer autarca socialista com quem teve “oportunidade de trabalhar e aprender”, Luís Rosinha quis agradecer, publicamente, aos presidentes das Juntas de Freguesia, Miguel Tavares, João Rosinha e Florival Cirilo; ao presidente da Assembleia Municipal, Pedro Murcela; aos presidentes de Câmara, Ricardo Pinheiro e João Muacho; assim como aos vereadores Sérgio Bicho, Isabel Raminhas e Vanda Alegria.
Luís Rosinha, que garante ter a noção das “reais necessidades da população”, acredita ter capacidade para melhorar a qualidade de vida em Campo Maior, juntamente com todos os campomaiorenses. “Juntos iremos colocar Campo Maior na direção de um futuro melhor para os nossos filhos e netos”, garante, assegurando que esta candidatura do PS “não é contra nada, em contra ninguém”.
A captação de mais investimento para o concelho é uma das maiores prioridades para o próximo mandato. “Esse crescimento económico e de emprego surgirá sempre da conjugação da melhoria das acessibilidades à nossa zona industrial, com a nova variante recentemente inscrita no PRR, e com a dinâmica crescente que a Plataforma Logística do Caia vai apresentando”, assegura.
Em vista, estão já mais lotes para a zona industrial para que, com isso, diz Rosinha, se consiga impedir que muitos mais jovens do concelho saiam à procura de um futuro, fora de Campo Maior. Os idosos, assegura ainda, não ficarão esquecidos, sendo a reabilitação urbana e a requalificação das muralhas de Ouguela alguns dos objetivos da sua equipa de trabalho.
Já o comendador Rui Nabeiro revela que a lista do PS que se apresenta a sufrágio, nas autárquicas marcadas para final do mês, é uma lista de gente jovem, mas “que quer trabalhar e servir” a população. “É gente do povo, de Campo Maior, que vive a causa do bem-fazer”, acrescenta.
Recordando a sua passagem pela Câmara Municipal de Campo Maior, enquanto presidente nos anos 60 e 70, garante que a vila “desandou”. O comendador garante que a vila é “um caso único” no país, no que diz respeito ao espírito de entreajuda que se vive, e que a parte que lhe toca “está a ser construída”.
Presente nesta apresentação da lista do Partido Socialista, em Campo Maior, esteve a presidente do Grupo Parlamentar do PS, Ana Catarina Mendes, que, acima de tudo, destacou a solidariedade que se vive na vila, dirigindo-se a Rui Nabeiro como um exemplo para muitas gerações. Relativamente a Luís Rosinha, Ana Catarina Mendes não tem dúvidas que será um “grande presidente”.
“A responsabilidade é muita, mas tenho já o conhecimento suficiente para saber que esta nova geração de autarcas, aqui em Campo Maior, fará com que o PS tenha uma grande vitória e comprometerá os nossos autarcas ao desenvolvimento, não só das nossas terras, como do nosso país”, acrescenta ainda a presidente do Grupo Parlamentar.
Já o secretário de Estado do Planeamento e antigo presidente da Câmara de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, assegura que a campanha do PS vai decorrer de uma “forma energética” e que, “no dia 26, Luís Rosinha será o novo presidente da Câmara”. Pinheiro espera ainda que a equipa de Rosinha possa “dar continuidade à forma como o PS se comporta na transmissão de valores, desenvolvimento e, acima de tudo, na proximidade que se deve continuar a ter com as pessoas”.
Acompanham Luís Rosinha, nesta candidatura à Câmara de Campo Maior, Duarte Vivas, São Silveirinha, Paulo Pinheiro e Gil Galacho. À Assembleia Municipal, o cabeça de lista é Jorge Grifo.
A candidata à Assembleia de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação é Vera Grilo; a São João Baptista, Miguel Tavares; e a Degolados João Manuel Cirilo.
Francisco Rodrigues dos Santos, líder nacional do CDS-PP, esteve, na manhã desta quarta-feira, 1 de setembro, de visita ao centro histórico de Elvas, na companhia da candidata à Câmara Municipal pela coligação “Elvas Somos Nós”, Paula Calado.
O presidente do CDS-PP não tem dúvidas que, através da aliança entre o PSD e o CDS-PP, é possível “fazer diferente”, “resgatar o futuro de Elvas”, com vista ao desenvolvimento económico e social, e “derrotar a esquerda” que governa o concelho há várias décadas. Esta, garante, assume-se como uma “alternativa política” para quem não se revê no projeto do Partido Socialista.
Entre os problemas, ou “chagas”, como lhe prefere chamar, do concelho de Elvas, Francisco Rodrigues dos Santos destaca a desertificação, o envelhecimento da população, a estagnação económica e “a falta de mecanismos de recuperação económica e social”. Atirando culpas à Câmara Municipal de Elvas, o líder do CDS-PP assegura que a mesma não tem conseguido incentivar os empresários a investir no concelho e, com isso, a criar postos de trabalho. “Defendemos um quadro fiscal competitivo e apelativo, para que os empresários venham investir em Elvas e criar riqueza, para que depois ela seja distribuída e possa criar postos de trabalho”, acrescenta.
O preço dos combustíveis praticados em Portugal, e olhando para aqueles que levam muitos elvenses às gasolineiras de Badajoz, também não escapou à crítica de Francisco Rodrigues dos Santos. “Aqui em Portugal, o Governo pratica um assalto à mão armada, em que 60 por cento do valor que pagamos são impostos ao Estado. Isto tem um peso na nossa economia, na produtividade das nossas empresas, no orçamento das famílias, e aqui notamos bem o contraste com um país vizinho, que não tem o mesmo nível tributário sobre os impostos e que facilita assim a vida das famílias”, comenta.
Apesar da mão de obra qualificada em Elvas, o líder nacional do CDS-PP não tem dúvidas que faltam estímulos, no concelho, para que a população jovem aqui se fixe. Para isso, é necessário que se promova uma “redução dos impostos, a devolução do IRS, a atribuição de um cheque de mensalidade e também premiar as empresas do concelho que sejam amigas das famílias e que incentivem os seus profissionais a terem filhos”.
Quanto aos mais velhos, Francisco Rodrigues dos Santos considera que não têm tido acompanhamento necessário por parte das autarquias, sendo que, em Elvas, os mesmos “estão votados à pobreza, à exclusão social e ao abandono”. Para ajudar os idosos a não ter de fazer “uma escolha desumana entre comprar medicamentos ou comprar alimentos”, o líder do CDS revela que apela sempre aos candidatos que possam colocar em prática a medida do Vale Farmácia, do CDS, aprovada em Assembleia da República, ainda que a mesma ainda não tenha sido colocada em prática pelo Governo. Com isto, os idosos, com mais de 65 anos, com baixos rendimentos, terão acesso gratuitamente a todos os medicamentos de que necessitam.
O entendimento entre PSD e CDS em Elvas, garante ainda Francisco Rodrigues dos Santos, pode ajudar a iniciar “um ciclo de mudança”, fazendo face, entre outros, “à dependência da Câmara Municipal para se ter um emprego”, assim como “da discriminação daqueles que têm um cartão de militante do PS e dos que não têm”.
Já Paula Calado, a candidata à Câmara de Elvas pela coligação PSD/CDS-PP, considera esta visita muito importante, não tendo dúvidas que tanto Francisco Rodrigues dos Santos, como Rui Rio, têm “muitas expectativas” relativamente aos resultados a conseguir, no concelho, nas autárquicas. Com Elvas a registar dez por cento de perda de população, nos últimos dez anos, Paula Calado garante que são muitas as preocupações futuras, mas para as quais a coligação tem ideias concretas para fazer face.
O sistema de microclimatização no centro histórico de Elvas tem causado alguns problemas aos comerciantes da Rua da Feira, nesta manhã de terça-feira, dia 24.
Um dos tubos deste sistema encontra-se avariado, o que faz com que uma grande quantidade de água seja projetada contra a parede em frente e caia diretamente à porta dos três comerciantes que ali se encontram, para além de que molha as pessoas que por ali passam.
No caso de Sara Cardone Covas, proprietária da Loja da Associação Religiosa Casa da Paz e da Caridade, afirma que hoje irá encerrar portas, uma vez que a sua loja é das mais afetadas e revela que “não é a primeira vez que a situação acontece”, relembrado que na semana passada “litros de água foram desperdiçados um pouco mais abaixo desta rua”.
Já Francisco Capote, da loja Galinha Gorda, adianta que esta não é a primeira vez que o sistema avaria nesta rua e que, “depois de arranjado num local, avaria noutro”, sendo por isso um problema recorrente.
A Rádio ELVAS contactou a Câmara Municipal de Elvas, que nos informou que está dentro do assunto e que o sistema foi já desligado, de forma a proceder à reparação do tubo.
Já começou a ser construída, em Campo Maior, a Praça Multimodal, na zona da antiga Escola da Avenida, junto ao Espaço.arte.
Tal como o nome indica, este espaço “terá vários modos de mobilidade num só espaço, ou seja, praça de táxis, paragem de autocarros, carregamento de viaturas elétricas, bem como mais espaço de estacionamento”. E, no piso superior, que ficará ao nível do Espaço.arte, “poderão ser feitos alguns eventos culturais, principalmente no verão”, explica João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior.
A obra conta com “um investimento de um milhão e oitocentos mil euros, comparticipado pela União Europeia em 85%, estando enquadrado no PEDU de Campo Maior, e decorre de um concurso público com visto do tribunal de contas”, adianta João Muacho, considerando ser “uma mais-valia para o concelho, uma vez que terá 63 lugares de estacionamento cobertos para os campomaiorenses e para quem nos visita”.
Aquando do início das escavações descobriu-se um troço de muralha entre 25 a 30 metros. “Sabíamos que nesta zona se encontrava a muralha primitiva de Campo Maior, e que não vai interferir na construção da praça”, garante o presidente da Câmara de Campo Maior, adiantando que “foi apresentado junto da Direção Regional de Cultura do Alentejo, a possibilidade de que este pano de muralha seja parte integrante, daquilo que será o estacionamento e esteja visível, para que todos reconheçam aquilo que foi a fortificação, em Campo Maior”.
Praça Multimodal que começou já a ser construída em Campo Maior, sendo que se prevê que, em junho ou julho do próximo ano, possa já estar concluída.
Os clubes de verão do município de Campo Maior têm sido uma grande aposta, uma vez que se assumem como uma alternativa para os pais, que não têm nesta altura, onde deixar os seus filhos, para que passem o tempo livre, de forma diferente.
Este ano, o número de crianças a frequentar os clubes foi menos, devido à pandemia, e também as crianças foram divididas por vários espaços da vila, formando pequenos grupos.
A Rádio ELVAS esteve na biblioteca municipal onde um grupo de cerca de dez crianças desenvolvia diversas atividades lúdico-pedagógicas. Falámos com algumas dessas crianças, na tentativa de perceber a sua opinião sobre estes clubes, como as atividades que mais gostam.
Ismael, vive na Bélgica, e nas férias de verão vem para Campo Maior, e acaba por estar nos clubes de verão, e conta-nos o que mais gosta de fazer, dentro das atividades desenvolvidas, como “jogar, fazer desenhos, passear no jardim”. Já Mariana Gonçalves afirma que gosta de “fazer novos amigos”, sendo que o mais gosta é de ir até à” piscina municipal”.
Há dois anos que Daniel Fernandes frequenta estes clubes, porque “é divertido”, sendo que o mais gostou este ano, foi de “visitar o castelo e passar o dia nas piscinas”. Apesar de ser de Campo Maior, nunca tinha ido ao castelo, pelo que o considera “muito bonito”.
Margarida Monho adianta as atividades que já desenvolveu, no âmbito destes clubes de verão, e gosta de vir porque fazem “muitas atividades”, o que mais gostou foi de ir às piscinas, e adianta que “noutros anos fazíamos pulseiras e eu gostava muito”. Este ano “fizemos desenhos, textos sobre cartas que exploravam os sentimentos, e caça-sonhos”.
Filipa Cabeções é a primeira vez que frequenta os clubes de verão “para se divertir com os amigos” e alguns familiares, revela que para além de ir às piscinas e ao castelo, também “fiz exercício físico”, no circuito de manutenção do Sporting Clube Campomaiorense.
Os Clubes de Verão, do município de Campo Maior, decorrem até dia 27 deste mês, contemplando diversas atividades para ocupar o tempo dos mais novos, durante as férias de verão.
O jardim municipal de Campo Maior acolhe hoje e amanhã, “A Estranha Viagem do Sr. Tonet”.
Trata-se de uma iniciativa que contempla cerca de uma dezena de jogos, feitos a partir de caixas com material reciclado, que permitem aos mais novos, e não só, através desafios, que devem ser completados com sucesso, descobrir o que há no interior destas caixas.
Para o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, esta “é uma atividade lúdico pedagógica e que, de certa forma, permite às crianças desfrutar e puxar pela mente, destreza e habilidade, de forma a conduzir determinados equipamentos”, e deixa o convite para “que todos desfrutem desta atividade, que se insere no âmbito do “Cultura em rede”, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo”.
Ingnacio Busqueta, da companhia de arte de rua, da Catalunha, e responsável por esta instalação artística, revela que todos “os jogos são construídos pela companhia, havendo diversas temáticas, que são instalados na rua, em diversas localidade”. O artista explica, ainda sem revelar totalmente, quem é realmente, o Sr. Tonet, “é o causador de que dentro das caixas estão segredos, encontrou-os, mas perdeu as chaves das caixas, daí que as crianças tenham que conseguir completar os jogos, para aceder aos seus segredos”.
No jardim municipal de Campo Maior, esta manhã, foram já algumas as crianças, acompanhadas pelos pais ou familiares que foram explorar esta atividade. É o caso de Mariana Martinho, que revela que gostou “muito” destes jogos, sendo que a bailarina, no interior de uma caixa, foi o que mais gostou. Já Luís Borrega, considera estes jogos “bastante interativos, uma vez que as crianças em vez de estarem em casa, a jogar videojogos, podem assim, divertir-se ao ar livre”. Encontrámos também que estivesse de passagem por Campo Maior, como é o caso do Mário, natural de Badajoz, que nos descreveu o que mais gostou nestes jogos, dizendo que se divertiu muito.
Para além das crianças, esta atividade, despertou também a curiosidade dos pais e familiares. Lourenço, também de Badajoz e familiar de Mário considera os jogos “surpreendentes, antigos e parece que entretém muito as crianças”, e afirma que também gostou deste tipo de jogos.
Sandra Orelhas refere que “é interessante para as crianças conhecerem este tipo de jogos, mais antigos, que não conhecem é bonito jogarem e praticarem”, admitindo que também os adultos têm entusiasmo para jogar”.
Já Filipe Pinto, natural de Lisboa, está a passar férias em Campo Maior, e tendo em conta que este ano não há Festas, considera a iniciativa “boa para s crianças se divertirem e desenvolver a sua agilidade”.
“A Estranha Viagem do Sr. Tonet”, para miúdos e graúdos descobrirem durante este fim de semana, no jardim municipal de Campo Maior, entre as 9 e as 11 horas e entre as 17 horas e 20 horas.
Um camião espalhou esta manhã de quinta-feira, dia 12, para a via pública, parte da carga de tout-venant, isto é, areia com pedra, que serve para fazer o enchimento antes das estradas serem alcatroadas.
A situação teve início “junto ao Aqueduto da Amoreira, em Elvas, sendo que se verificou que em toda a Avenida de Badajoz, rotunda do bombeiro, e estrada em direção a Olivença, havia uma quantidade deste material na via pública”, como revela o comandante dos Bombeiros Voluntários de Elvas, Tiago Bugio.
Perante esta situação que foi reportada às 11.20 horas, “os trabalhos de remoção tiveram início junto ao Hotel D. Luís até à estrada em direção a Olivença, por parte dos bombeiros, com o apoio da Câmara de Elvas e da Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso”.
“A PSP identificou o camião e a empresa e irá proceder legalmente perante esta situação”, que deixou o trânsito condicionado, durante algum tempo, devido aos trabalhos de remoção do material transportado pelo camião.
O comandante revela que “foi um trabalho árduo por parte dos bombeiros e serviços municipais, não só pelo calor que se fazia sentir, mas também pela grande quantidade” de tout-venant libertado pela via pública.
Para o local foram mobilizados 14 operacionais dos Bombeiros de Elvas apoiados por quatro veículos, uma carrinha da junta de freguesia, e duas da Câmara municipal.
O Fun Park está de regresso a Elvas e ao Parque da Piedade, para uma segunda edição do certame, que foi inaugurada ontem, 6 de agosto, ao final da tarde.
Desta feita, segundo um dos responsáveis da organização, Nelson Alves, o evento foi organizado com menos tempo que a edição anterior, assegurando que os empresários do setor tem estado a ser esquecidos nestes tempos de pandemia. “Após o Conselho de Ministros, da quinta-feira da semana passada, com o levantamento das restrições, decidimos avançar, com os empresários que me acompanham, novamente, que isto é uma atividade que está a ser esquecida, pelo segundo ano de pandemia, e é complicado para estas pessoas fazerem o seu trabalho”, revela.
Com este Fun Park, foram dadas oportunidades a vários empresários do setor, adianta Nelson Alves, que também está com o Mega dos Cachorros no Parque da Piedade. “Há uma variedade de coisas que no concelho de Elvas não conseguíamos encontrar e demos oportunidade de trabalho a alguns colegas”, garante, adiantando que, para além de postos de vendas de pipocas, gelados e algodão doce, há também quem comercialize cachorros, bifanas, hambúrgueres e kebabs.
A oferta, ao nível de carrosséis, contempla este ano, há duas ou três alterações, “para que as pessoas não encontrem os mesmos equipamentos no espaço”. “Temos o Kaguru Radical este ano, temos uma tômbola de peluches. Mantivemos as diversões infantis, como o carrossel, o Samba Balão e a pista infantil”, adianta.
O uso de máscara é obrigatório no Fun Park, mas, ao contrário do que aconteceu no ano passado, não é necessária a medição de temperatura à entrada do recinto, uma vez que já não é obrigatório por lei. A lotação máxima do espaço é de 400 pessoas.
Já Tiago Afonso, vereador na Câmara de Elvas, que é parceira do Fun Park, enquanto entidade competente para o licenciamento, espera que o evento possa correr tão bem como no ano passado, sendo, para além de uma forma de permitir aos empresários que possam trabalhar, uma maneira de oferecer aos visitantes alguns momentos de descontração. O vereador assegura ainda que todas as medidas de segurança, no recinto, estão garantidas.
Carlos Damião, juiz da Confraria do Senhor Jesus da Piedade, por sua vez, espera que este Fun Park possa ser, num ano em que o São Mateus não se pode voltar, novamente a realizar, uma pequena réplica dessa grande festa. Espera ainda que, em 2022, o São Mateus já se possa realizar, até porque a Confraria do Senhor Jesus da Piedade sobrevive, em grande parte, pela receita gerada, todos os anos, com o certame.
O Fun Park vai funcionar até 12 de setembro: de segunda a sexta-feira, das 19 às 2 horas e aos sábados e domingos, a partir das 16 horas.
Durante a noite de ontem, 17 de julho, a renovada Fortificação Abaluartada de Campo Maior, foi palco para cinco espetáculos culturais e ainda um momento de fogo de artifício.
Em vários locais da muralha, atuaram os Trupikallish, a companhia de arte circense XPTO, o Grupo de Cantares “Despertar Alentejano”, a Fanfarra Káustica e Live Statues DJS.
As obras do Projeto de Requalificação da Fortificação Abaluartada de Campo Maior foram inauguradas ontem, 17 de julho (ver aqui).
A cerimónia teve início no Baluarte de S. Sebastião, onde foi descerrada a placa comemorativa da ocasião, pelo presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, a diretora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, o comendador Rui Nabeiro, o secretário de Estado do Planeamento, Ricardo Pinheiro, e a secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Ferreira.
Na Praça Velha, foi feita uma visita ao novo Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada de Campo Maior que, pode ser visitado a partir deste domingo, 18 de julho. Seguiu-se a cerimónia protocolar no Castelejo do Castelo de Campo Maior.
As imagens da cerimónia e da visita para ver na galeria abaixo:
Cerca de 55 jovens atletas, num total de cinco clubes, incluindo o Clube Elvense de Natação (CEN), entraram, na tarde deste sábado, 17 de julho, em prova, nas piscinas municipais de Elvas.
Esta competição, como revela o vice-presidente do CEN, clube responsável pela organização da prova, Ricardo Rangém, é destinada só a cadetes, ou seja, a crianças dos oito aos 11 anos. Pela equipa da casa, estiveram em prova 11 jovens nadadores. “O que conta é que eles se esforcem, que vão melhorando um bocadinho a cada prova. Se todos melhorarem um bocadinho, o objetivo já está cumprido”, diz ainda Ricardo Rangém sobre as perspetivas, em termos de resultados, para esta competição.
Para esta prova, sem público, todos os atletas, treinadores e árbitros tiveram de fazer um teste de despistagem à Covid-19, sendo que todas as medidas de seguranças estiveram garantidas. “Todos foram testados. Quem não foi testado, teve de apresentar um certificado de vacinação ou um PCR, com menos de 48 horas”, adianta. A grande maioria dos atletas e treinadores foram testados antes do arranque da prova, sendo que os testes foram oferecidos pela Câmara Municipal de Elvas. O responsável por realizá-los foi o enfermeiro, e também antigo atleta do CEN, João Madeira.
Já a treinadora do clube elvense, Ana Cristina Jantarão, revela que, tendo em conta a pandemia, só cinco clubes puderam participar na prova, sendo esta apenas a terceira competição, desta temporada desportiva que se aproxima do fim, deste escalão etário. “Não estamos muitos, todos testados e negativos, mas esta semana foi um bocado atribulada. A nível de prestação, eles têm estado a trabalhar, numa época que está no fim e que não tem muito que se lhe diga”, assegura Ana Cristina Jantarão.
Apesar das dificuldades inerentes à pandemia, a treinadora confessa que, ainda assim, conseguiram ir treinando, porque tiveram “quase sempre” a piscina municipal de Elvas à sua disposição. Quando questionada sobre a possibilidade de, entre estas crianças, saírem alguns excelentes nadadores, a treinadora garante que tudo depende de cada um e das suas próprias vontades.
Em prova, promovida pela Associação de Natação do Interior Centro e organizada pelo CEN, para além do clube da casa, estiveram ainda equipas de Ponte de Sor, Castelo Branco, Fundão e Guarda.
A igreja de Santa Luzia, em Elvas, acolheu ontem, 3 de julho, a celebração da Primeira Comunhão de 16 crianças, numa cerimónia presidida pelo padre Ricardo Lameira.
Neste momento, no qual é celebrada a primeira vez que a criança cristã recebe o “Corpo de Deus”, e tendo em conta a situação pandémica do concelho, apenas os familiares mais diretos puderam marcar presença.
A igreja de Santa Luzia conta, por esta altura, com uma sala de isolamento, sendo que todos aqueles que entrarem naquele espaço religioso da cidade terão de medir a temperatura. Em caso de febre, a pessoa ficará nessa sala de isolamento, sendo que, durante as cerimónias, encontra-se uma enfermeira de serviço.
Também ao final da manhã deste domingo, outras crianças farão a sua Primeira Comunhão. Tendo em conta as medidas de prevenção da propagação da Covid-19, o grupo de crianças teve de ser dividido por duas cerimónias.
A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, esteve esta sexta-feira, 2 de julho, de visita à Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Elvas, para conhecer o trabalho desenvolvido na instituição, bem como para perceber quais as suas principais necessidades.
No final da visita, Ana Sofia Antunes revelou que, nesta casa, encontrou uma equipa de trabalho muito ativa, dando destaque à forma como tem sido feita a inserção das pessoas que frequentam a APPACDM na sociedade e a adaptação ao momento de pandemia que se vive. “Temos aqui respostas muito variadas, que vão desde o Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão, que está a fazer agora um trabalho de adaptação e transição à nova legislação que foi aprovada, e que está a apostar, cada vez mais, na inserção de pessoas com deficiência na comunidade, seja através de atividades socialmente úteis, seja através de tentativas de experiências profissionais”, revela.
Ana Sofia Antunes destaca ainda o facto de, através dos serviços de restauro de móveis, da lavandaria e da confeção de produtos alimentares, a instituição conseguir levar a comunidade até ela. “É uma instituição extremamente ativa e que teve a capacidade e sabedoria de se adaptar a todas as restrições e contingências que este quase ano e meio trouxe à vida de todos nós”, acrescenta.
A secretária de Estado assegura ainda que a APPACDM de Elvas precisa de mais vagas disponíveis em lar residencial, ainda que as pretensões da instituição passem por transformar o seu lar residencial em mais residências autónomas, algo que, do ponto de vista de Ana Sofia Antunes é uma “solução difícil”. “Estamos a falar de uma resposta de autonomização e convertê-la numa resposta residencial, mais fechada, é difícil”, remata.
Já o presidente da direção da APPACDM de Elvas, Luís Mendes, espera que se possa encontrar “a melhor solução” para esta situação, garantindo que “a resposta atual não está adequada à necessidade”. “Para que fique adequada a cem por cento, necessitamos ali de alguma transformação e foi isso que transmitimos à secretária de Estado, cientes que a mesma irá debruçar-se sobre a situação”, acrescenta.
Essa transformação do lar residencial em residências autónomas, alega ainda Luís Mendes, seria uma mais-valia, a vários níveis, sendo que, desde logo, aumentaria o número de vagas. “Aumentaria o número de vagas, o número de recursos humanos e o valor das comparticipações”, garante. “Foi muito importante ela conhecer a nossa dinâmica, do dia a dia, como também conhecer algumas das problemáticas que estas instituições vivem, nomeadamente nas áreas social e solidária”, revela ainda Luís Mendes, agradecendo a visita da secretária de Estado.
Nuno Mocinha, presidente da Câmara de Elvas, lembra que a APPACDM, à semelhança de outros instituições do género, não conseguem ir para a frente sem o apoio da comunidade local e das instituições públicas, como é o caso da autarquia e dos vários ministérios do Governo. “Tem que haver sempre pessoas que queiram levar os projetos por diante e a APPPACDM tem demonstrado isso”, assegura, lembrando que a presença da secretária de Estado serviu, sobretudo, para “colocar em prática a visão do Governo para esta área”.
O autarca destaca ainda o facto dos corredores da instituição já contarem com identificação em Braille. “Quem tem visão, muitas vezes, não se lembra que há pessoas invisuais”, lembra, dizendo ainda que a APPACDM é uma casa que muito acarinha, estando a Câmara Municipal de Elvas sempre disponível para colaborar com o Governo para ajudar a instituição em projetos que ambicione colocar em prática.
No início da visita, a secretária de Estado, juntamente com Luís Mendes, tiveram oportunidade de descerrar uma placa, para marcar esta passagem de Ana Sofia Antunes pela APPACDM de Elvas.
Nuno Mocinha recandidata-se à presidência da Câmara Municipal de Elvas pelo Partido Socialista (PS), garantindo que o faz pelo amor que tem a Elvas e para poder dar continuidade ao trabalho começado, mas ainda não terminado. “A obra ainda não está concluída e daí que até o próprio slogan seja ‘Elevar Ainda Mais Elvas’”, revela.
Aos seus adversários políticos, Mocinha deseja “a melhor sorte do mundo”. Ainda assim, pede-lhes que façam uma “campanha honesta”. “Tudo farei para desmentir aquilo que forem dizendo que não for verdade”, acrescenta.
“Não se pode dizer a um domingo que se tem que defender o hospital e depois chega-se a uma quarta-feira, a uma reunião de câmara, e vota-se contra a aquisição de um mamógrafo. Não se pode dizer a uma segunda-feira que se quer habitação e depois chega-se à quarta e vota-se contra o financiamento dessa mesma habitação”, assegura Nuno Mocinha.
O atual presidente da Câmara Municipal de Elvas garante ainda estar de “consciência tranquila”, sendo que tudo aquilo que prometeu, há quatro anos, “está feito”. “Pelo contrário, fizemos mais que aquilo que era o nosso compromisso, porque não nos cansamos de fazer mais por Elvas”, acrescenta.
O programa eleitoral do PS, revela Mocinha, encontra-se ainda em elaboração, sendo que os principais desafios futuros prendem-se com o parque de negócios de Elvas, assim como com a requalificação hospital da cidade e com a habitação.
Na lista à Câmara Municipal de Elvas, e depois de Nuno Mocinha, seguem-se Cláudio Monteiro, Vitória Branco, Tiago Afonso, Sérgio Ventura, Isabel Pinto, Carlos Dores, Ana Sofia Rosa, António Balsinhas, Marta Caixas Inácio, José Luís Zuna, Elisa Rodrigues, Odete Alves e Abílio Reis.
O candidato à Assembleia Municipal é José Chocolate Contradanças. Na lista, a este órgão deliberativo, encontram-se ainda nomes como Francisco Espiguinha, Cláudia Ferreira, Carlos Pernas, António Falé Canoa, Vera Escoto, Leonor Carvalho, Rui Jesuíno, André Cachola e Raquel Guerra.
O mandatário da campanha é Paulo Canhão e os mandatários para a juventude são Beatriz Dores e Luís Carlos Dias.
José Laço é candidato à Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso; Patrícia Peixoto e Teresa Galego são as candidatas a Barbacena e Vila Fernando; João Rondão a Caia, São Pedro e Alcáçova; Joaquim Feijão a São Brás e São Lourenço; Adriano Carlos a Santa Eulália; João Charruadas a São Vicente e Ventosa; e Líria Carvão e Vera Guelha a Terrugem e Vila Boim.
As listas foram apresentadas ontem, ao final da tarde, no Auditório São Mateus, em Elvas.
As Piscinas Municipais de Elvas reabriram este sábado, dia 27, para todos os veraneantes. O horário de funcionamento é das 11 às 19 horas, de terça-feira a domingo; nas segundas-feiras, o período da manhã é reservado a manutenção mais profunda do espaço, que abre ao público entre as 14 e as 19 horas.
Este equipamento municipal sofreu algumas obras de requalificação e manutenção, nomeadamente com a substituição do pavimento dos cais das piscinas, bem como substituição de tijoleira por mosaico, nas superfícies das paredes exteriores das piscinas.
A Rádio ELVAS esteve neste primeiro dia de abertura das piscinas municipais, para perceber qual opinião daqueles que ali, decidiram ir a banhos, relativamente ao equipamento e medidas de segurança, no que à pandemia diz respeito.
Débora Serrano já aguardava há muito tempo para a reabertura das piscinas, porque “no ano passado não consegui vir devido à pandemia e, como melhoraram as piscinas, esta é uma boa oportunidade, porque o calor também já pede”. Revela que se sente segura, uma vez que é medida a temperatura à entrada, onde é deixado o número de telemóvel, para o caso de existir algum caso covid detetado, é obrigatório o uso de máscara e há um distanciamento, na zona de relva. Já Mariana Almeida está feliz com esta reabertura, e considera que todos cumprem as medidas de segurança.
Os espanhóis, principalmente de Badajoz, são presença assídua nas piscinas de Elvas, e este ano não foi exceção. É o caso de Maria que destaca a “limpeza e organização do espaço”, sendo esse um dos motivos que a leva até este espaço, na cidade.
Pilar, também veio de Badajoz destaca que, em Elvas, há mais medidas preventivas no que à Covid-19 diz respeito, comparativamente com as restantes piscinas perto de Badajoz, destacando ainda “os melhoramentos nas instalações”.
Já Carlos deslocou-se até às piscinas sem saber que a sua reabertura era hoje, tendo por isso a sorte de terem já reaberto. Aos nossos microfones destaca a “limpeza e as instalações deste equipamento e também o distanciamento que existe na zona de relvado”.
Piscinas municipais de Elvas que reabriram hoje ao público, com todas as medidas de segurança, nomeadamente com medição da temperatura corporal à entrada, utilização de máscara, exceto para ir à piscina, há indicação do distanciamento a ser mantido, nas zonas verdes.
Dez clubes, num total de 140 atletas participaram esta tarde de sábado, dia 26, no Meeting Internacional “Cidade de Elvas”, que decorre nas Piscinas Municipais descobertas, numa organização do Clube Elvense de Natação (CEN).
Para José Caldes, presidente da Direção do clube era um “grande grande objetivo voltar a realizar esta prova, uma vez que é o meeting mais antigo do país, “e está a correr muito bem”. “Esta é uma moldura humana muito bonita, porque juntamos o futuro (atletas mais novos), o presente e o passado, e clube sai desta iniciativa muito contente”.
São vários os escalões do CEN que participam neste meeting, sendo que o presidente da direção do clube, adianta que há atletas dos 10 aos 24 anos, mas “há uma maioria de atletas mais novos, que é o futuro do clube, e dos outros clubes também”. “A natação alimenta-se dos mais novos e com muita pena não posso ter hoje aqui as escolinhas”, afirmando que nunca se pode esquecer deles, que “são também o futuro de clube”.
Quanto à prestação dos atletas do clube, José Caldes refere que para o clube “a prova está a correr muito bem, sendo que é o resultado do trabalho deles, dos técnicos e o clube só está para dar suporte, sendo este um orgulho e uma satisfação enorme contar com esta moldura humana”.
Ana Cristina Jantarão, treinadora do CEN, afirma que gostou da prestação dos seus atletas afirmando que “estes estão motivados para a competição, estando num bom caminho”.
O Sporting Clube Campomaiorense foi um dos clubes que participaram no Meeting, em Elvas. José Mercês, treinador no clube, revela que, depois um ano e meio sem competições, os atletas estão a superar as expetativas, e “estão todos a melhorar os seus tempos”, apesar de se notar algumas dificuldades devido a esta longa paragem. São 12 os atletas do Campomaiorense que marcaram presença no meeting, sendo aqueles que “têm melhores condições para esta competição” e José Mercês afirma ainda que “o convite para esta prova acabou por ser “um empurrão para que o clube voltasse as competições”.
O Meeting Internacional de Natação “Cidade de Elvas”, numa organização do Clube Elvense de Natação decorreu esta tarde nas Piscinas Municipais de Elvas.
As piscinas municipais de Campo Maior reabriram hoje ao público, depois de, no ano passado tal não ter sido possível, devido à pandemia.
Para já, este equipamento municipal apenas reabre este fim de semana e o próximo, sendo que a partir do dia 10 de julho e até 5 de setembro, estará aberto diariamente.
Foram já algumas as pessoas, que tendo em conta o calor que se faz sentir, quiseram ali refrescar-se.
É o caso de Catarina Inácio, natural de Torres Vedras, e que acompanhada da família, decidiu este fim de semana conhecer Campo Maior e acabou por ir até à piscina municipal. Considera que “o clima é ótimo e as pessoas de Campo Maior são ótimas, tendo, a vila, “pontos turísticos de muito interesse”. No que diz respeito às normas de segurança das piscinas afirma que “o espaço é muito bom, é possível estar com a família à vontade, uma vez que não há muitas pessoas, as regras de segurança são eficazes, e o espaço é bastante agradável”.
Duas amigas Rita Brotas e Lara Pilar, duas amigas, foram também das primeiras a frequentar o espaço, na reabertura e à nossa reportagem afirmam que com o calor que se sente já é possível refrescarem-se e conviver. Relativamente às medidas a ter em conta revela que, uma vez que são menores de 16 anos, tiveram que entregar uma autorização dos pais para frequentar o espaço e o uso de máscara é obrigatório, em todo o espaço, exceto na água, considerando que tudo está a ser cumprido”.
Bruno Galvão, acompanhado da sua filha, refere que para as crianças esta reabertura “é boa”, mas adianta que “é necessário cumprir as medidas”.
Piscinas de Campo Maior que reabriram hoje ao público, com todas as medidas de segurança, no que à Covid-19 diz respeito, como a utilização obrigatória de máscara, exceto na água, distanciamento social, uso de touca, para entrar na água, e os jovens menores de 16 anos devem levar uma autorização dos pais, ou estar acompanhados de um adulto, para frequentar as piscinas.
O Estádio Capitão César Correia, em Campo Maior, acolheu esta manhã de sábado, dia 26, a 10ª edição da Taça Feminina de futebol.
Foram quatro os clubes que jogaram as meias-finais em Campo Maior: dois portugueses e dois espanhóis.
Para Luís Maia, responsável pela modalidade no Campomaiorense “é um prazer receber este torneio, em Campo Maior, é sempre bom para a prática do desporto e para mostrar as instalações, às equipas portuguesas e espanholas”, lamentando “a inexistência de público”. As atletas, revela Luís Maia, “ficaram surpreendidas pelas instalações do clube e destacaram o relvado, considerando-o um tapete autêntico”.
Esta é uma organização do Civitas Santa Teresa, de Badajoz, e o presidente do Clube, Manuel Guerra, recorda que o ano passado não foi possível realizar o torneio, mas que “este ano regressa em força, principalmente por se realizar em Campo Maior”, realçando a “união com Portugal” e “enaltece que o futebol feminino, que em Espanha foi declarado profissional, algo que é muito importante para igualdade de género, sendo também esta uma maneira de expressar a alegria por este acontecimento”. Com a participação de duas equipas portuguesas “é uma forma de unir o futebol feminino dos dois países”, revela o presidente do Civitas Santa Teresa.
Manuel Guerra destaca a qualidade das equipas que disputam esta taça e refere que tem boas expectativas para a final que se joga amanhã, em Badajoz. “São equipas muito boas com qualidade extraordinária”.
O presidente do Civitas Santa Teresa refere ainda que ficou muito entusiasmado com as instalações do Campomaiorense, lançando um desafio ao Clube e mostrando-se interessado em que mesmo forme uma equipa feminina. “No primeiro dia que vi o estádio fiquei entusiasmado porque as instalações são extraordinárias, num local pequeno como Campo Maior e estamos entusiasmados, tanto que vamos abusar desta oferta e gostávamos de formar uma equipa feminina em Campo Maior” .
Pedro Murcela, há muitos anos ligado ao Campomaiorense, foi parte integrante para a realização desta Taça em Campo Maior, pelo que considera que esta é uma forma de promover o futebol feminino bem como o conceito de Eurocidade. “Sou um homem do futebol e continuo a ser, por isso ajudei à realização desta Taça, que foi solicitada ao presidente do Clube, João Manuel Nabeiro, ao qual ele acedeu, sendo esta uma forma de aproximação da Eurocidade e contribuindo para a igualdade de género, é também uma forma de aproveitar sinergias para que através do desporto nos aproximemos e convivamos ao fim de semana, que é necessário, nos tempos em que vivemos”.
Relativamente à proposta do presidente do Civitas Santa Teresa, Pedro Murcela afirma que “tudo é possível” e, que esta deve ser analisada pelo presidente do Campomaiorense, que é João Manuel Nabeiro, e a acontecer “é bom para a região e para as atletas, uma vez que está a crescer o futebol feminino, e penso que as mulheres merecem”.
Relativamente ao primeiro jogo, estiverem frente a frente o Clube Futebol Benfica e Clube Atlético Ouriense, em que o o resultado foi 3-1 dando a vitória ao Clube Futebol Benfica.
No final da partida, Ruben Reboredo, treinador do Futebol Clube Benfica, referiu que esta iniciativa “é boa, principalmente numa altura em que na formação há perda de jogadoras, e torna-se revelante para as atletas evoluírem, enquanto jogadoras e enquanto pessoas”.
Quanto à vitória do clube adianta que “é o reflexo do trabalho feito nos treinos de preparação, aos quais se mantiveram fiéis”. Quanto ao jogo de amanhã, na final, afirma que se mantêm “fiéis ao plano de jogo e que é para ganhar, como sempre”.
Carolina Quental foi a autora de dois dos três golos do clube de Benfica e revela que foi “um bom jogo, apesar de na primeira parte, altura em que sofrerem o golo, estarem mais distraídas, na segunda parte correu tudo lindamente e amanhã estamos preparadas para vencer”.
Já Tânia Sá, diretora no Clube Atlético Ouriense, demonstra-se agradada pelo convite, para esta Taça, “é um orgulho e foi com agrado que recebemos o convite do Santa Teresa para disputar esta Taça”. “Para nós, um clube que ganhou duas taças no futebol feminino, é com muito orgulho que vemos o futebol feminino em expansão não só a nível nacional, mas internacional”. Apesar da derrota está orgulhosa da equipa, considerando que “a experiência é o mais importante”. A diretora do Ouriense destaca ainda as “condições magníficas” do Estádio, em Campo Maior.
A jogadora do Ouriense e autora do único golo da equipa, Alexandra Vedor, afirma que “infelizmente não chegou para a vitória, mas está feliz pelo golo”, admitindo que, ainda assim, “ficaria mais feliz se tivesse chegado à vitória”. Classifica o torneio como “uma oportunidade para crescer e mais importante que ganhar, é tirar partido” do mesmo.
Quanto ao segundo jogo, o Sporting Clube Huelva venceu por 3-2 o Civitas Santa Teresa. Assim, amanhã tem lugar a final no Estádio Nuevo Vivero, em Badajoz, entre o Clube Futebol Benfica e o Sporting Club Huelva.
Há quatro anos que o Agrupamento de Escolas n.º3 de Elvas é Escola Embaixadora do Parlamento Europeu e uma mostra, com alguns dos trabalhos realizados nesse contexto, foi inaugurada na tarde desta quinta-feira, 24 de junho, na Casa da Cultura de Elvas.
A exposição “Europa Minha” conta com vários trabalhos artísticos, para além de muitas fotografias, que retratam parte do projeto levado a cabo, em que estiveram envolvidos alunos, professores e até as cozinheiras da escola.
Este projeto, para além de ter permitido “uma aprendizagem transversal ao nível da Europa”, aos alunos, possibilitou também um “forte enriquecimento curricular”, em que o empenho de todos foi notório, assegura a diretora do agrupamento, Fátima Pinto. “São projetos transversais, de uma forma direta ou indireta, para a aprendizagem do currículo e principalmente para a motivação, porque o aluno está mais motivado, sente que faz parte integrante do projeto e isso faz com que não olhe a horas”, acrescenta.
Fátima Pinto assegura ainda que, com projetos como este, a Escola Secundária de Elvas, não sendo de ranking, “é uma escola de inclusão”, onde, cada vez mais, são “alunos que não abandonam”. Para além disso, destaca a professora, “os alunos que vão para o Ensino Superior, de uma forma geral costumam ter sempre muito sucesso”.
A professora explica ainda que a exposição, agora inaugurada é apenas uma pequena mostra de todo o trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos anos, no âmbito deste projeto da Escola Embaixadora do Parlamento Europeu.
Presente na sessão de abertura desta exposição esteve a coordenadora nacional do projeto Escola Embaixadora do Parlamento Europeu, Isabel Baltazar, que se revelou “muito satisfeita” com o trabalho realizado e apresentado nesta exposição. “É com imenso orgulho que estou aqui, em Elvas, porque estou alegremente satisfeita com o trabalho realizado por esta escola na pandemia. Os alunos não pararam na pandemia. Aproveitaram a pandemia para fazer novos projetos e mostram que são uma Escola Embaixadora, mas não medalhada apenas”, revela.
Isabel Baltazar revelou-se ainda feliz com a iniciativa solidária que a escola tem vindo a promover, com o objetivo de fazer chegar roupa a países de África. “É uma escola que leva a Europa ao resto do mundo” e que faz valor “os valores europeus”, comenta.
Já o professor responsável pelo projeto no Agrupamento nº 3 de Elvas, Nuno Inácio, revela que a pandemia veio dificultar parte do trabalho a desenvolver, mas que, ainda assim, conseguiu-se angariar cerca de 500 peças de roupa para enviar para África. Nuno Inácio explica ainda que, com projetos como este, acabam por se trabalhar outras competências, que não as académicas dos alunos, mas que são também muito importantes para o seu desenvolvimento.
Em representação da Câmara Municipal de Elvas, a vereadora Vitória Branco, presente na inauguração da mostra, relembra que a Casa da Cultura é um “espaço privilegiado” para receber todo o tido de exposição, agradecendo a toda a comunidade escolar pelo trabalho apresentado.
“Europa Minha” está disponível para visita, na Casa da Cultura de Elvas, até ao próximo dia 6 de julho.
Sete restaurantes de Campo Maior vão, ao longo desta semana, promover a gastronomia da vila, na Mostra Gastronómica que teve início hoje e decorre até sexta-feira em Badajoz, numa iniciativa integrada na promoção da Eurocidade Badajoz-Elvas-Campo Maior.
“Trazer aquilo que de melhor se faz, no âmbito da gastronomia de Campo Maior”, é um dos objetivos desta iniciativa, revela João Muacho, presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, o que permite de igual forma “trazer alguma retoma a este setor, que se viu bastante afetado com a pandemia”.
Há três restaurantes por dia, nesta iniciativa que decorre na Avenida Juan Carlos I, tendo ainda como objetivo que esta “mostra possa ter os frutos, e levar as pessoas até Campo Maior, degustar outros pratos e contribuir, de igual forma, para a economia local”. O município teve em atenção o atual cenário da pandemia e tendo por base as normas de segurança.
A degustação “é totalmente gratuita”, adianta João Muacho, sendo que o município patrocina “a oferta dos cerca de 270 mini pratos que são distribuídos, diariamente, sendo uma forma de aguçar o apetite e convidar as pessoas a visitar Campo Maior, Elvas, o Alentejo e a Eurocidade, enquanto região”.
Já Sérgio Ventura, vereador no município de Elvas adianta que “esta é mais uma das iniciativas que têm vindo a ser desenvolvidas no âmbito da Eurocidade, dando destaque à gastronomia, algo que se pretende continuar a fazer, numa altura em que pouco a pouco voltamos à normalidade”.
Para o alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera Barrera, esta é uma “iniciativa muito interessante, que aproxima a gastronomia de Campo Maior até à população de Badajoz”, dando destaque aos pratos que degustou, como o bacalhau e bochechas. O Alcaide considera que e “é importante que se continuem a dar destaque ao conceito da Eurocidade: dois países, três localidades e um só destino, é bom partilhar toda a tradição, cultura e arte gastronómica, em Badajoz”.
Um dos restaurantes presentes hoje é a Taberna “O Ministro”, e Laura Garcia, funcionária do estabelecimento, explica que disponibiliza um prato de bochechas de porco, bem como o bacalhau à Taberna, considerando a iniciativa uma mais-valia, para mostrar a comida tradicional do Alentejo.
Outros dos estabelecimentos presentes é o Tapas Bar Azeitona, que preparou um bacalhau dourado e tomatada de frango, típica de Campo Maior. Isabel Martins, proprietária do restaurante, considera que esta “é uma excelente iniciativa”. Tendo em conta que o seu restaurante abriu há cerca de três anos, considera que não são muito conhecidos, pelo que “esta mostra é importantíssima”. No stand de Isabel, é possível sentir o espírito campomaiorense, através da decoração e do som das saias de Campo Maior. A proprietária revela ainda que quem degustar as iguarias no seu stand, tem um cartão com 10% de desconto para usufruiu no seu restaurante em Campo Maior.
O terceiro restaurante presente neste primeiro dia da Mostra Gastronómica de Campo Maior é o Hotel Rural Olivale. Vítor Canhão, proprietário, explica que esta é “uma forma de crescermos todos e sermos mais fortes juntos. Para apresentar à população de Badajoz, tem disponível o bacalhau espiritual e bacalhau com espinafres e gambas, que, segundo o proprietário, “os espanhóis apreciam e gostam bastante”.
Pratos gastronómicos de sete restaurantes de Campo Maior vão poder ser degustados até sexta-feira, dia 25, na Avenida Juan Carlos I, junto à Calle Menacho, em Badajoz.
A edição deste ano da Feira de São João abriu portas ontem à noite, em Badajoz. Apesar das limitações impostas, devido à Covid-19, muitas foram as pessoas que quiseram garantir a sua entrada no recinto, limitada a metade da capacidade máxima.
O evento, em conformidade com as medidas restritivas de controlo da pandemia atualmente em vigor, terá a meia-noite como limite de horário de funcionamento.
O projeto “Ella baila sola” atua hoje, às 22 horas (horário português), na Feira de São João, em Badajoz. O concerto tem capacidade máxima para 1500 pessoas.
A Feira de São João decorre até ao próximo sábado, dia 26.
A Câmara Municipal de Elvas organizou ontem, 16 de junho, uma visita às obras que estão a decorrer no concelho, e que resultam de um investimento total de cerca de 24 milhões de euros.
À comunicação social, presidentes de juntas de freguesias e técnicos da autarquia com “responsabilidades acrescidas”, foram apresentados os futuros laboratórios do InnovPlantProtect, sediados na antiga Estação de Melhoramento de Plantas de Elvas, bem como as obras do lar da Boa-Fé e da Escola EB 2,3 de Santa Luzia.
Relativamente ao renovado ciclo de Santa Luzia, o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, revela que a obra está praticamente acabada. “Estamos em condições de a inaugurar, sendo que parte daquela escola já está a ser usada pelos alunos”, acrescenta.
Nuno Mocinha procurou ainda dar a conhecer outras obras em curso, como é o caso de alguns largos, da Segurança Social, para a ULSNA poder aí instalar os serviços de retaguarda da Hospitalização Domiciliária”, e da sede da Banda 14 de Janeiro, e outras tantas que estão programadas e que vão arrancar, algumas delas, ainda este mês. Uma dessas obras é a da residência para estudantes da Escola Superior Agrária de Elvas. “Veio a autorização do Tribunal de Contas, na passada sexta-feira, o que quer dizer que podemos partir para a obra efetiva”, adianta Mocinha. Esta é uma obra que resulta de um investimento de cerca de quatro milhões de euros, entre intervenção e mobiliário, que “tem de estar pronta em 2023”.
O autarca garante ainda que levar todo este conjunto de obras a cabo não será tarefa fácil, mas que a aposta da Câmara feita tem estado a dar os seus frutos.
Conheça todas as obras que já estão em curso no concelho e aquelas que se seguem, assim como o valor investido em cada uma delas:
Ampliação do Complexo Social da Boa-Fé – 1.348.270 euros – início em setembro de 2020 – conclusão em fevereiro de 2022
Requalificação e Reabilitação do Largo dos Terceiros – 68.702 euros – início em março de 2021 – conclusão em julho de 2021
Requalificação do Largo de São Domingos e da Rua Mouzinho de Albuquerque – 181.212 euros – início em março de 2021 – conclusão em julho de 2021
Requalificação da Avª 14 de Janeiro – 730.836 euros – início em março de 2019 – conclusão em julho de 2021
Parques Infantis das Freguesias – 154.608 euros (concluído)
Parques Infantis Quinta dos Arcos e Morgadinho – 260.000 euros – início em junho de 2021 – conclusão em julho de 2021
Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia (CVTT) – 2 451.299 euros – início em janeiro de 2021 – conclusão em setembro de 2021
Recuperação, Conservação e Valorização do Aqueduto da Amoreira – 1ª Fase – 1 985.471 euros – início em fevereiro de 2021 – conclusão em julho de 2022
Cobertura das Bancadas dos Campos de Futebol e Renovação de Cadeiras da Bancada Central do Campo Patalino – 63.000 euros – início em setembro de 2020 – conclusão em agosto de 2021
Pintura e Reparação da Cobertura da Igreja de Sta. Luzia – 90.000 mil euros – início em setembro de 2020 – conclusão em agosto de 2021
Escola E.B. 2, 3 de Santa Luzia – 7.743.872 euros – início em agosto de 2017 – conclusão em junho de 2021
Novos Acessos Escola E.B 2, 3 de Santa Luzia – 227.344 euros (concluído)
Biblioteca – 158.841 euros – início em junho de 2021 – conclusão em dezembro de 2021
Requalificação das Zonas Industriais das Fontainhas e Gil Vaz – 984.515 euros – início em junho de 2021 – conclusão em dezembro de 2021
Reabilitação do Edifício Sede da Banda 14 de Janeiro – 432.482 mil euros – início em setembro de 2020 – conclusão em setembro de 2021
Reabilitação do Antigo Lagar dos Lopes – Residência para Estudantes – 4.117.519 euros – início em junho de 2021 – conclusão em junho de 2023
Estrada da Amoreirinha – 97.520 euros – início em maio de 2021 – conclusão em julho de 2021
Santa Eulália, Rossio de Vila Boim e Parque da Terrugem – 260.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em novembro de 2021
Requalificação do Antigo Pavilhão Desportivo da Escola de Santa Luzia – 210.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em dezembro de 2021
Pavimentação – 980.557 euros – início em junho de 2021 – conclusão em outubro de 2021
Sinalização Horizontal – 124.393 euros – início em junho de 2021 – conclusão em julho de 2021
Requalificação dos Acessos e Nova Sede dos Escuteiros – 500.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em setembro de 2022
Reabilitação e Requalificação do Largo dos Combatentes – 207.557 euros – início em julho de 2018 – conclusão em junho de 2021
Requalificação Jardim Municipal – 128.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em novembro de 2021
Pintura de Igreja e Posto da GNR de Vila Boim – 20.000 euros – início em agosto de 2021 – conclusão em setembro de 2021
Protocolo ULSNA: Mamógrafo e Televisores para Hospital de Santa Luzia – 50.000 euros
Protocolo ULSNA: Pintura do Centro de Saúde de Elvas – 100.000 euros
Bombeiros Voluntários de Elvas – Nova Ambulância, Requalificação de Balneários e Cofinanciamento EPI – 90.000 euros
Requalificação dos Sinos Igreja Santa Eulália – 10.000 euros
Novas Condutas de Água em Vila Boim – 75.000 euros – início em julho de 2021 – conclusão em agosto de 2021
Levantamento Topográfico (Parque de Negócios de Elvas e Terrenos Adjacentes ao Hospital de Santa Luzia) – 11.000 euros – início em junho de 2021 – conclusão em julho de 2021
O padre João Luís da Silva voltou, na tarde deste domingo, 13 de junho, a Campo Maior, onde foi pároco durante dois anos, para apresentar o seu mais recente livro: “Todos os Caminhos Vão Dar a Tua Casa”.
A obra, apresentada aos campomaiorenses, no Centro Cultural da vila, conta com o testemunho de 54 figuras públicas, relativamente à sua devoção a Nossa Senhora de Fátima.
Em Campo Maior, garante o padre, deixou alguns amigos, pelo que a vila e os campomaiorenses continuam na sua vida. “Foram dois anos muito bonitos, que aqui estive, como pároco, e quando há uma atividade, como o lançamento de um livro, Campo Maior fica sempre na rota destes caminhos”, revela o padre.
O livro, que é um “tributo a Nossa Senhora”, conta com as participações do comendador Rui Nabeiro, do secretário de Estado e antigo presidente da Câmara de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, de Fátima Lopes, Marco Paulo, Aura Miguel, entre muitos outros. Todas as personalidades que participam neste livro, que conta com prefácio escrito por Marcelo Rebelo de Sousa, “têm um carinho muito especial por Fátima”.
O comendador Rui Nabeiro, presente na sessão de apresentação do livro, assegura que o padre João Luís da Silva deixou saudades em Campo Maior, reconhecendo nele uma “pessoa extraordinária”.
Já o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, João Muacho, garante que há um sentimento de amizade que une os campomaiorenses ao padre João Luís da Silva, e que a apresentação do livro na vila surge, precisamente, dessa ligação. Também a vereadora Vanda Alegria garante que sempre que o padre tem vontade de voltar a Campo Maior, a população recebe-o de braços abertos.
A venda do novo livro do padre João Luís da Silva reverte a favor do Projeto MENTALizar da Fundação São João de Deus, que intervém junto de pessoas e organizações na promoção da Saúde Mental.
No âmbito do ACTO – a Festa do Teatro de Elvas, evento organizado pela associação cultural UmColetivo, em parceira com o município elvense, o cineteatro da cidade acolheu, na manhã deste domingo, 13 de junho, uma peça para bebés.
O evento, que teve início do final de maio, e que ainda se estende ao último fim de semana deste mês, nos dias 25, 26 e 27, tem, sobretudo, por objetivo, demonstrar às pessoas que merecem ter acesso à cultura, à semelhança do que acontece com as escolas e os hospitais públicos, revela Cátia Terrinca, uma das responsáveis da associação. “As pessoas merecem um cineteatro de portas franqueadas, que possam frequentar, com toda a vontade de gostar mais e menos de uma coisa e de outra”, comenta.
“O que nós trazemos aqui são, no fundo, pequenas possibilidades de abrir as portas para o teatro, para a dança ou para formas mais híbridas de fazer estas coisas, para que as pessoas possam construir pontes com coisas diferentes, das quais são livres de gostar e de não gostar, algumas que lhes permitem mais pensamento, outras mais sensação”, explica Cátia Terrinca.
Este festival do teatro foi preparado para este período de pandemia, sendo que estava, inicialmente previsto, para acontecer em março. Para levar a cabo o evento, foi necessário fazer uma grande reestruturação de agendas. Cátia Terrinca assegura ainda que é muito difícil, por esta altura, as companhias e os artistas, conseguirem apresentar-se a público, com todas as limitações que são impostas.
“Lullaby”, a peça de teatro para bebés, que subiu esta manhã ao palco do cineteatro de Elvas, foi apresentada pelo Teatro Plage.
Santa Eulália acolhe este sábado, 5 de junho, mais uma edição do Raide Hípico “Luís Tello Barradas”, que, habitualmente, acontece sempre no último sábado de janeiro.
A pandemia, desta feita, impediu que a prova se realizasse no primeiro mês do ano, ainda assim, não impossibilitou que este evento desportivo não conduzisse, hoje, até àquela freguesia do concelho de Elvas, várias dezenas de cavaleiros.
O raide, garante Alberto Barradas, da organização, tem já o seu estatuto adquirido, sendo que, agora, realiza-se com todas as normas de segurança garantidas. “Estamos muito felizes por ter aqui 74 concorrentes, a cumprirmos todos nós todas as medidas de segurança da Direção-Geral da Saúde, que do meu ponto de vista, são muito necessárias e não merecem qualquer tipo de discussão”, assegura.
Dos 74 cavaleiros em prova, a maioria são portugueses, mas também marcaram presença atletas oriundos de Espanha, Áustria e Argentina. Alberto Barradas destaca ainda a grandeza deste raide hípico, organizado há 22 anos em homenagem ao seu irmão, Luís Tello Barradas, que “na década de 60, foi, sem qualquer dúvida, o maior cavaleiro da sua geração”. Revela ainda que, recentemente, em Badajoz, uma prova do género, na qual integrou o júri, contou com a participação de apenas metade dos cavaleiros que estão hoje em Santa Eulália.
O regresso às competições, com este raide, garante ainda Alberto Barradas, é “um sinal de esperança” para todos os cavaleiros. Relativamente às edições anteriores do raide, desta feita, não se pode fazer o tradicional jantar de confraternização entre os participantes, onde era feita a entrega dos prémios. Ainda assim, depois de terminadas as provas, serão entregues os prémios aos primeiros cinco classificados nas quatro competições que integram este raide hípico: raide de iniciação, de 20 quilómetros, raide de 41,5 quilómetros, o de 83 quilómetros, que dá acesso à carreira internacional e o raide internacional de 100 quilómetros. Para além destas quatro provas, há ainda um passeio para crianças.
Estivemos ainda à conversa com alguns dos cavaleiros que se encontram em competição. Francisco Duarte, de Palmela, por exemplo, depois de participar na primeira etapa da prova dos 40 quilómetros, revelava que o seu cavalo se “portou bem”. “É a segunda prova dele, é um cavalo jovem, que está a iniciar a sua carreira desportiva”, refere, adiantando que o calor que se faz sentir hoje pode-se equiparar à lama que, normalmente em janeiro, dificulta a vida de todos aqueles que participam no evento.
Já Jennifer Perez, de Madrid, que habitualmente participa neste raide, revela que, até então, viveu “tempos complicados”, pois não pôde competir. “Mas os cavalos vêm bem, vêm fortes”, diz, por outro lado, assegurando que, em Santa Eulália, neste raide, todos são “amigos” e todos ajudam nas dificuldades.
Paulo Batista, de Évora, participa neste raide hípico há já vários anos, e explica que, desta feita, e tendo em conta que o mesmo se realiza sempre no inverno, o mais importante é ir refrescando os cavalos. Relativamente à organização do raide de Santa Eulália, garante não haver nada a apontar.
Já Rita Serra, uma jovem de Lisboa, estreou-se no raide de Santa Eulália, numa prova que lhe correu de feição, sendo que, antes da pandemia, nunca tinha participado numa competição. Com Irina, a égua que trouxe até esta prova, conseguiu alcançar uma boa classificação.
O Raide Hípico é organizada pelo Associação Humanitária e pela Secção de Veteranos da Sociedade Recreativa, Popular e Desportiva de Santa Eulália.
A 12ª edição da Ecuextre, a Feira do Cavalo e do Touro, teve início esta quinta-feira, 3 de junho, nos pavilhões da IFEBA, em Badajoz, em moldes muito diferentes do habitual, tendo em conta que, desta feita, o certame contempla apenas concursos e campeonatos hípicos, sem a presença dos habituais stands relacionados com o setor.
Esta é a última feira na IFEBA de Francisco Fragoso enquanto alcaide de Badajoz. Ainda assim, o autarca prefere destacar que o evento é “o primeiro depois da pandemia” e que oferece “alguma esperança no futuro”. “O importante sempre é sentir o dever cumprido e não que esteja seja, para mim, a última feira”, acrescenta.
O alcaide adianta que, pela primeira vez, realiza-se neste evento, um concurso dedicado ao cavalo lusitano, revelando ainda ter esperança que, nas feiras que se vão realizar no verão, já se possa “atingir a normalidade”. Também pela primeira vez, nesta feira, realiza-se um campeonato do mundo de Doma Vaquera.
Presente, na sessão de abertura do evento, esteve o comendador Rui Nabeiro, que, aos nossos microfones, quis destacar a “camaradagem” de Francisco Fragoso com Campo Maior e Elvas, lamentando que o mesmo vá deixar o cargo de alcaide. “O presidente vai sair, mas eu vejo-o sair com muita tristeza, porque é um homem que soube ganhar a amizade, que pensa no vizinho do lado. Este homem é extraordinário”, comenta.
Já o vereador na Câmara de Elvas, Sérgio Ventura, assegura que este é um evento, que marca o regresso à normalidade possível, sendo muito importante para a região e para a Eurocidade. “É muito importante para a nossa atividade económica, para a nossa atividade social, continuamos com a vacinação e vamos ver se, para o final do ano, já vamos poder estar com as atividades normais”, diz. Sérgio Ventura lembra ainda que a atividade ligada ao cavalo e ao touro, quem “vem do nosso passado”, gera muito dinheiro e une os dois lados desta região transfronteiriça.
Luís Rosinha, vereador na Câmara de Campo Maior, garante que este evento marca o “reatar de relações”, que muito têm sofrido, entre os três vértices da Eurocidade, agradecendo a Francisco Fragoso por se lembrar de Campo Maior e Elvas. O certame, adianta, “é um sinal claro de apoio ao mundo do cavalo e ao mundo do touro”. Rosinha recorda ainda, e por se tratar da feira do cavalo e do touro, a marca que Joaquim Bastinhas deixou no mundo da tauromaquia.
A Ecuextre decorre entre hoje e domingo, dia 6, de 10 a 13 e, ainda, entre os dias 18 e 20 de junho. Para além de vários campeonatos, troféus e provas, estão programadas algumas atividades taurinas, como aulas práticas da Escola Taurina de Badajoz, a entrega de prémios de concursos de fotografia e várias conferências.
O Dia da Criança, que se assinala esta terça-feira, 1 de junho, está a ser celebrado junto de todas as escolas básicas do concelho de Elvas, com uma animação musical, por parte da associação Gota d’Arte.
Numa iniciativa da Câmara Municipal de Elvas, “Os Goticas”, assim se chama o espetáculo itinerante, levam as músicas do Panda até à criançada, proporcionando-lhe momentos de muita alegria e diversão.
A festa, hoje, começou com o trio elétrico a passar pela escola de São Vicente. Esta passagem pelas freguesias rurais, que é uma novidade, foi, no ano passado, uma “pedra no sapato” da Gota d’Arte, de acordo com o presidente da associação, Luís Rosário.
“No ano passado, tínhamos tido também uma arruada que programámos e que propusemos à Câmara, quase de última hora, e devido às circunstâncias que ainda estamos a atravessar, foi a forma que encontrámos de assinalar esse dia”, recorda Luís Rosário. “Faltavam as freguesias rurais e, este ano, em boa hora a Câmara apostou nas freguesias, porque eles também merecem”, acrescenta. O presidente da direção da Gota d’Arte assegura ainda que esta não é a festa desejada, mas a possível, por esta altura, mas que não se podia deixar passar a data em branco.
Já a vereadora municipal Vitória Branco lembra que este é um dia para ser celebrado, de “uma forma lúdica e descontraída”, adiantando que, desta feita, a Câmara de Elvas quis oferecer duas prendas a todas as crianças do concelho: para além do trio elétrico, uma prenda didática. “Queremos que as crianças desfrutem deste dia da criança e que possam receber uma prendinha. É para isso que nos esforçamos”, acrescenta.
O árduo trabalho de professores e auxiliares, nesta época, em que as regras de segurança exigidas nas escolas, e depois de um largo período de aulas à distância, é lembrando ainda por Vitória Branco, que garante que os estabelecimentos de ensino têm sido “um exemplo de persistência, resiliência e de dedicação” às crianças.
Também a Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa se quis associar às comemorações deste dia, oferecendo uma lancheira térmica e um estojo com canetas às crianças do jardim de infância e do primeiro ciclo. Durante a tarde, segundo revela o presidente da junta, João Charruadas, as crianças vão poder partir um bolo, em mais um momento de convívio. “As crianças são uma peça importante da nossa freguesia e gostamos sempre de marcar a data”, garante.
E porque hoje é o dia delas, não quisemos deixar de ouvir o que as crianças têm a dizer sobre o que pensam ser os seus direitos e aquilo que é ser criança. Martim Marques, por exemplo, garante que ser criança “é ser feliz e ter direitos”. Desses direitos, esta criança de dez anos, destaca “ter um lar e amor dos pais”. Já Caetana Guerra garante cumprir as regras, na escola e em casa, são as principais obrigações das crianças.
O Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires, em Elvas, foi inaugurado esta tarde, na presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.
Presentes, na sessão de inauguração, para além do presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, estiveram também o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, António Ceia da Silva, e a diretora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira.
O novo espaço museológico da cidade, instalado no edifício da antiga Manutenção Militar de Elvas, resulta de um investimento de cerca de três milhões e meio de euros, com comparticipação a 85 por cento de fundos comunitários.
Para Ana Abrunhosa, este é um museu “riquíssimo” que, apesar de levar os visitantes a viajar no tempo, é feito de muita modernidade e tecnologia, sendo que, quem o visitar, poderá passar um dia inteiro a descobrir a etnografia e a arqueologia de Elvas. “Consegue levar-nos ao tempo dos objetos, das pessoas e simultaneamente entusiasmar-nos, porque tem tecnologia”. Neste espaço, adianta, é possível “descobrir Elvas e as pessoas que fizeram de Elvas o que Elvas é hoje”.
A ministra lembra ainda que Elvas, tal como todo este território, é uma área muito rica do país, pelo que a cidade deve continuar a trabalhar, de forma inteligente, para dar vida ao seu património. “É fazendo o que Elvas está a fazer, porque Elvas já é património da Humanidade. Esse selo dá-lhe também uma responsabilidade muito grande em tudo o que faz”, diz ainda.
Já o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, diz-se muito satisfeito com a inauguração do museu, sobretudo por ali ser “respeitada a história dos elvenses”. “O melhor que posso fazer é convidá-los a todos. Como sabem, a entrada é gratuita. Venham ver aquilo que é o vosso museu, reencontrar a vossa história”, convida o autarca.
Este é um equipamento que qualifica, não só a oferta cultural que Elvas tem, garante Mocinha, mas também o património mundial, uma vez que o espaço, onde está instalado o museu, encontra-se agora totalmente requalificado.
Mocinha lembra ainda que a ideia deste museu surgiu de um conjunto de pessoas que com este projeto colaborou, em quem o município “depositou a sua confiança”. “Elvas faz-se a partir dos elvenses e dos amigos dos elvenses e foi isso que fez possível este museu”, diz ainda.
Este museu, que para o vereador Rondão Almeida, “é mais um marco histórico” em Elvas, dá continuidade ao trabalho iniciado, há cerca de 18 anos, com o ciclo de museus temáticos. “Lembro-me que quando fizemos a estrutura completa da atual biblioteca, onde se encontrava grande parte do espólio etnográfico, que hoje tivemos oportunidade de aqui ver, logo naquela altura se pensou de fazer a obra da biblioteca com responsabilidade de o trazer para aquilo que é hoje o nosso grande museu de arqueologia e etnografia”, recorda.
O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, António Ceia da Silva, garante que esta é mais uma “estrutura cultural atrativa”, que vem dignificar, não só Elvas, como a região e o país. “Um destino turístico não é criado só por um hotel de cinco estrelas. É necessário ter bons equipamentos culturais, boas acessibilidades e este museu conta a história de uma cidade que hoje fica muito mais rica, porque os elvenses vão se sentir aqui reconhecidos”, assegura. “É um museu diferente dos outros, muito bem feito, bem estruturado”, remata.
O Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires abre ao público amanhã, dia 1 de junho.
São mais de cem os atiradores, vindos de várias partes do país e alguns, também da Europa, que durante este fim de semana disputam quatro provas, no Clube de Tiro e Caça de Elvas, da 2ª contagem do Campeonato Nacional de Tiro às Hélices.
Para Luís Villar Mayor, presidente do Clube, é com grande satisfação que vê o retomar desta atividade em Elvas, e afirma que “é sempre um prazer organizar provas do Campeonato de Portugal”, revelando que “há mais de cem pessoas inscritas”. O presidente do Clube de Tiro e caça de Elvas adianta que “as provas são boas, não só para o clube, como também para a economia local”.
Já o representante da Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça, Nuno Veloso afirma que “é fantástico retomar a prática da modalidade, mas é pena que seja a única contagem no sul, pelo que se desdobra numa importância redobrada”. O número de inscritos mostra “a vitalidade da região e da modalidade nesta zona do país”, na esperança de a alargar a outros clubes do sul. Nuno Veloso afirma que, “nos últimos anos o número de praticantes, a nível nacional tem vindo a aumentar”.
Hoje no Clube de Tiro e Caça de Elvas decorre a Taça Henrique Menezes, em homenagem ao atirador do Clube. O homenageado considera que este “é um bom convívio”, e que a homenagem é simpática, por parte do presidente do Clube”, que para si, fê-la também “com o objetivo de o levar para esta modalidade de tiro às hélices e que terá continuidade”. Quanto à prova, considera que, “para quem não atira há mais de uma ano, a prova não correu mal”.
Também hoje tem lugar a Taça Federação. Amanhã, domingo, dia 23, há a Taça Abertura- Taça Sanielvas seguida da Taça Carlos Vasconcelos, provas que contam para a 2ª contagem do Campeonato Nacional de Tiro às Hélices, que decorre este fim de semana, no Clube de Tiro e Caça de Elvas.
Desvendar o “Mistério da Rainha da Fronteira” é o objetivo da visita teatralizada, promovida pela Associação Juvenil Arkus, que decorre este sábado, dia 22, em Elvas.
Uma atividade inserida no âmbito da Eurocidade, e que passa pelos principais pontos da cidade, conta com cerca de 20 participantes, das três localidades que compõem a Eurobec, seguindo as normas da Direção-Geral da Saúde. Carlos Beirão, presidente da Associação revela que “este encontro é interessante, porque junta dois países, onde o objetivo é não só, dar a conhecer, mas também dinamizar a cidade aos participantes, uma vez que muitos não conhecem a história e os monumentos de Elvas”.
Carlos Beirão explica que “esta ação foi o retomar de uma atividade que era habitual”, sendo esta “uma forma prática e dinâmica de conhecer a cidade, onde o humor quebra a monotonia das visitas guiadas”. No percurso são dadas várias pistas sobre quem é efetivamente a rainha da fronteira, e onde os participantes tente desvendar e descobrir este mistério.
A Rádio ELVAS falou ainda com alguns participantes desta visita. Luís Meruje, de Elvas, considera a visita “muito interessante”, uma vez que há pormenores, que muitas vezes desconhecemos e que vem acrescenta ao que já sabemos”, e destaca a interação com Campo Maior e Badajoz.
António Mendes, de Campo Maior, acompanhado da sua pandeireta e ao som das saias, animou esta visita e revela que a mesma se torna interessante “pela animação”, e diz que é “extraordinária a interligação entre as três localidades, porque conhecemos melhor os vizinhos espanhóis e portugueses”, reconhecendo que existem muitos campomaiorenses que não conhecem a história de Elvas e vice-versa, sendo algo que esta visita permite.
Já Teresa, natural de Badajoz considera a visita “muito bem planeada, e quando se inscreveu o objetivo foi ver os monumentos de uma forma personalizada, tal como esta visita permite”.
Esta visita teatralizada é a primeira de cinco atividades desenvolvidas pela associação elvense, depois de uma parceria estabelecida com a associação Amigos de Badajoz.
A Associação Juvenil Arkus volta, já este sábado, dia 22, às ruas de Elvas, para, no âmbito da Eurocidade Badajoz – Elvas – Campo Maior (Eurobec), desvendar o “Mistério da Rainha da Fronteira”.
Esta visita teatralizada pelos principais pontos da cidade é a primeira de cinco atividades desenvolvidas pela associação elvense, depois de uma parceria estabelecida entre esta e a associação Amigos de Badajoz.
Depois da coletividade da cidade espanhola ter já ter desenvolvido cinco atividades, no decorrer desta parceria, cabe agora à Arkus apresentar as suas, sempre com o objetivo de “dinamizar esta zona transfronteiriça, explica o professor Carlos Beirão, presidente da associação elvense. “É bom relembrar que um dos principais objetivos desta Eurobec é fomentar o intercâmbio entre Portugal e Espanha, estimular a prática e produção linguística e os laços de amizade estão a ser criados”, acrescenta.
Carlos Beirão adianta que a visita guiada pelas ruas da cidade, através da peça “Mistério da Rainha Fronteira” terá início pelas 9 horas, na Igreja de Nossa Senhora da Nazaré. Após cerca de três horas e meia, segue-se um almoço, num hotel da cidade, no antigo hospital militar de Elvas, onde serão provados pratos típicos da região: sopa de tomate, bacalhau dourado, carne à lavrador com migas e pudim de ovos.
Este almoço vai ser acompanhado de fado, com as participações dos fadistas Sofia Saragoça, Rui Grilo, Helena Brita e Ramiro Santos, acompanhados por Miguel Monteiro, na viola de fado, Francisco Carvalho, na viola baixo e Paulo Cachinho, na guitarra portuguesa.
No mês de junto, a Arkus apresenta mais um conjunto de atividades, no âmbito da Eurobec, como peças de teatro e um concurso de poesia. Com estas atividades, a associação elvense pretende “abarcar as diferentes vertentes artísticas”.
Já o vereador na Câmara Municipal de Elvas, Sérgio Ventura, lembra que estas atividades resultam de um desafio lançado às associações das três localidades da Eurocidade, através do projeto INTERREG, para se unirem e apresentar os seus projetos. Sérgio Ventura lembra ainda as limitações com que, por esta altura, os eventos se realizam, tendo em conta a pandemia. “No entanto, penso que se vai dar a conhecer o melhor que se faz de melhor no nosso território da Eurocidade”, remata o vereador, revelando que, num futuro próximo, se possam desenvolver mais eventos deste género.
A Associação Amigos de Badajoz, que existe há já 25 anos, de acordo com um dos seus membros, Manuel López, tem como principal objetivo “dar a conhecer o património” da cidade espanhola, sendo que a Eurobec, adianta, “se tem revelado uma oportunidade para trabalhar em conjunto” com aqueles que fazem o mesmo, em Elvas e Campo Maior. A Arkus, revela ainda Manuel López, surge como parceiro dos Amigos de Badajoz, nesta âmbito, para que se consiga apresenta uma proposta capaz “de cumprir com os objetivos da Eurocidade”.
Durante uma conferência de Imprensa de apresentação das atividades da Arkus, na tarde desta quinta-feira, 20 de maio, na sede da associação elvense, Manuel López deu conta de algumas daqueles que, em Badajoz, foram e vão ser desenvolvidas no âmbito deste projeto, como um encontro gastronómico e vários jogos didáticos sobre a história e o património das três localidades que compõem a Eurocidade, destinados, sobretudo, às comunidades escolares.
O Município e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) assinalaram esta terça-feira, 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus, com a inauguração da instalação de arte pública “Limbo”, de Luís Campos, no Paiol de Nossa Senhora da Conceição.
Para além da inauguração desta peça de arte, foi assinado um protocolo para o prolongamento da colaboração entre o MACE e a coleção António Cachola, por mais dez anos. “Era importante, porque isso assegura que, pelo menos, por mais dez anos, a coleção está nesta que é a sua casa, que é Elvas”, lembra o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha. O autarca convida a população a conhecer a obra, assegurando que a mesma, que classifica de “genial”, nos permite “fazer uma espécie de viagem para aquilo que é o nome da própria peça”.
A sessão de inauguração desta instalação artística contou com a presença do secretário de Estado do Planeamento, Ricardo Pinheiro, que lembra que Elvas tem feito, ao longo dos anos, uma aposta muito forte na promoção da arte contemporânea: “não só à escala regional ou nacional, porque de facto esta coleção consegue atingir públicos internacionais”.
Ricardo Pinheiro lembra ainda que, apesar da Cultura ser uma das áreas que mais tem sofrido com a pandemia, tem sido feito “um esforço grande”, por parte do Governo, através do Plano de Recuperação e Resiliência. “A introdução dos últimos 250 milhões de euros, em dois grandes investimentos da área da cultura, a digitalização de todas as obras de artes à escala nacional e também a recuperação de muito património edificado associado ao mundo da cultura foram questões muito importantes que, nesta fase, pós consulta pública do próprio Plano de Recuperação e Resiliência, entraram”, diz ainda.
Já o comendador António Cachola revela que o MACE não quis de deixar de comemorar este Dia Internacional dos Museus com a apresentação da peça de Luís Campos, num local em que se associa a arquitetura militar à arte e à cultura. “Depois de muitos anos, de terem sido construídos estes edifícios, os artistas do presente, contemporâneos, encontram neste lugar o espaço ideal para apresentar as suas peças” acrescenta.
Luís Campos integra a coleção de arte de António Cachola há cerca de 15 anos, sendo que este “Limbo” foi apresentado, pela primeira vez, em 2004, na LUZBOA, a bienal da Luz, em Lisboa.
A instalação artística, de acordo com o autor, resulta de um conjunto de fotografia, de 32 corpos nus sobre um fundo negro, “amolgados contra um vidro”. As imagens são apresentadas em vídeo, com uma animação em movimentos de subida e descida, focagem e desfocagem, aproximação e afastamento. O vídeo, tal como a instalação, “assume a semelhança com o teto pintado de uma capela ou igreja invocando um motivo escatológico, e como tal religioso, que, tentando incorporar as marcas da contemporaneidade, remete para as cenas pintadas nos tetos das igrejas barrocas”.
As fotografias de Luís Campo são apresentadas, nesta instalação de arte pública, ao som da música de Rui Gato.
Depois de mais de um ano sem treinar, devido à interrupção provocada pela pandemia, os escalões de formação de futebol puderam já, no passado mês de abril, regressar aos campos.
A Rádio ELVAS acompanhou um treino dos escalões de benjamins e infantis do Clube de Futebol “Os Elvenses”, e a felicidade por este regresso aos campos foi evidente, por parte de treinador e atletas.
Para Nelinho, treinador destes escalões, este era um regresso muito aguardado, pelo que “é uma alegria e uma satisfação ver o sorriso das crianças, e para nós, que gostamos de ensinar também estamos muito contentes por voltar, porque depois desta paragem, voltar a praticar a modalidade que abraçaram, com os colegas de equipa é de louvar”. Na esperança que as coisas vão melhorando, e de poderem entrar nos campeonatos da Associação de Futebol de Portalegre.
A paragem, “quer queiramos quer não, acaba sempre por fazer mal aos atletas”, sendo que agora o objetivo é dar início a uma pré época para que os atletas “voltem aos seus índices físicos”, que tinham anteriormente, uma vez que antes da paragem, considera Nelinho, eram a equipa, “fisicamente mais forte”.
O clube conta atualmente com cerca de 75 atletas. Ao contrário do que aconteceu em alguns clubes, no caso do Elvenses houve quatro desistências, mas para compensar houve também mais atletas a entrar. O treinador afirma que “há mais modalidades e as crianças gostam de experimentar outro tipo de modalidade”, afirmando que “há atletas que praticam natação, simultaneamente com o futebol, pelo que dá mais destreza e mobilidade” aos mesmos.
Relativamente às medidas a ter em conta, com a Covid-19, Nelinho explica como se processa o treino: inicialmente é medida a temperatura corporal, “os atletas só tiram a máscara quando começam o treino e voltam a colocá-la quando o mesmo acaba”, durante o treino tentam manter o distanciamento, à exceção da parte em que começa a dinâmica de jogo, que é a altura em que existe maior proximidade”. De recordar também que todos os técnicos e atletas foram testados à Covid-19, previamente.
A nossa reportagem teve ainda oportunidade de falar com algumas das crianças que regressaram aos treinos do Clube de Futebol “Os Elvenses”. Joana Lopes iniciou recentemente no clube e afirma que “é divertido voltar aos treinos, voltar a correr e ao convívio com os colegas”. A atleta relata ainda que o facto de todos terem feito o teste antes do treino os deixou “mais descansados”.
Duarte Martins joga há três anos no clube e adianta que esta paragem foi “complicada”, porque queria jogar futebol e não podia, no entanto ia para um campo perto de casa, jogar um pouco, e agora, apesar de se sentir feliz por este regresso sente que não tem “a mesma resistência física”. Carolina Cristiano joga no Elvenses há quatro anos e explica que voltar “foi bom para reencontrar os colegas”, e fazer aquilo que mais gosta que “é jogar futebol”, admitindo também que a resistência física não é a mesma.
Já Chayenne Castro, outros dos atletas do clube afirma que tentava treinar em casa, e o regresso foi bom para “voltar a sentir o que é estar com uma bola e por isso foi uma grande felicidade”.
Atletas de formação, do Clube de Futebol “Os Elvenses” que retomaram recentemente os treinos, com todas as medidas de segurança emitidas pela Direção- Geral da Saúde, depois de um longo período de interrupção, devido à pandemia.
A Casa da Cultura de Elvas volta a acolher a exposição “JABA”, que resulta de um conjunto de trabalhos artísticos, de jovens criadores da Estremadura espanhola e do Alentejo.
A mostra de trabalhos foi inaugurada na tarde desta segunda-feira, dia 10, e conta com 81 trabalhos, dos mais 120 artistas inscritos, nas categorias de audiovisual, banda desenhada, design gráfico, escultura, fotografia, fotojornalismo e pintura.
Tiago Afonso, vereador na Câmara de Elvas, explica que o objetivo desta exposição “é dinamizar a cultura dos dois lados fronteira, em que os dois municípios Elvas e Badajoz estão unidos nesta vontade”. Esta assume-se como “mais uma oferta cultural, para quem quiser visitar a cidade”. O vereador no município de Elvas considera a “JABA 2020” uma exposição “com muita qualidade”.
Para o Consejal da Juventude do Ayuntamiento de Badajoz, Juan Pérez Márquez, “é uma festa podermos voltar a estar reunidos, na Casa da Cultura de Elvas”. Para o Pelouro que gere em Badajoz, enquanto parte organizadora e para os criadores, “é importante contar com Elvas e com Portugal, sendo por isso um “momento muito emotivo”, explica.
Juan Perez Márquez adianta que, este ano, houve mais jovens a participar no “JABA 2020”, pelo que se sente “contente com a exposição e por poder compartilhá-la na Casa da Cultura”.
O consejal da Juventude do Ayuntamiento de Badajoz afirma ainda que este é um passo para que, na raia, que “cada vez nos une mais, estejamos cada vez mais juntos”. “Somos mais importantes todos juntos”, remata.
JABA 2020 é uma organização do Pelouro da Juventude do Ayuntamiento de Badajoz, e vai estar patente na Casa da Cultura de Elvas, de segunda a sexta-feira das 10 às 13 horas e das 14 às 17 horas, e aos sábados entre as 10 e as 13 horas.
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas comemora hoje, 5 de maio, 92 anos de existência. Para comemorar a data hoje, teve lugar o hastear das bandeiras, no quartel.
Amadeu Martins, presidente da Associação Humanitária, parabenizou “os bombeiros que servem ou serviram nesta casa, porque sem eles a associação não existiria”, pelo que “estamos num bom caminho” e assume que a Associação é “uma mais-valia para o concelho e para o distrito”.
Os Bombeiros Voluntários de Elvas têm, atualmente, 30 colaboradores e 36 viaturas. Amadeu Martins adiantou que “os bombeiros agradecem a colaboração de todos os elvenses e estamos cá para os ajudar sempre que precisarem de nós”.
Um dos objetivos para este ano é conseguir remodelar as instalações no interior do quartel, que tem uns anos e “está já ultrapassado”. Amadeu Martins revela que estão a tentar que “as condições para quem serve nos bombeiros sejam as melhores, tentando que, daqui a um ano, estejamos a inaugurar as instalações remodeladas dos balneários e da sala do bombeiro”.
José Laço, presidente da Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda Salvador e Santo Ildefonso e igualmente presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros de Elvas, referiu que “seria impensável não marcar presença”. José Laço adianta que “os bombeiros são de todos, felizmente ajudam e colaboram em todo o país, sendo este o espírito de equipa que aqui se vive, pelo que estamos todos para ajudar e os bombeiros merecem o nosso respeito”.
Bombeiros Voluntários de Elvas que assinalam 92 anos de existência ao serviço de toda a população.
Na Praça Velha, em Campo Maior, está localizado o Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada, que ainda não está concluído para reabrir ao público.
Este Centro, como revela João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, vai retratar a história da vila, desde os seus primórdios até aos dias de hoje. “Haverá imagens da fortificação, das Festas do Povo, de alguns generais e oficiais que defenderam Campo Maior nos cercos, nomeadamente em 1911, das guerras napoleónicas, e no cerco de 1712”, refere João Muacho. O objetivo é que quem visite a Fortificação, “este seja o primeiro local onde vai ser acolhido e dali pode planear uma visita pela própria fortificação, interior do castelo, baluartes”.
Também no interior deste Centro Interpretativo há um pequeno auditório, com uma vertente “não só para mostrar o que os turistas podem visitar e conhecer na Fortificação, mas também para realização de diversas iniciativas, como Assembleias municipais, iniciativas de cariz cultural ou social, é assim uma mais valia para o nosso território, certamente, revela, o presidente.
A obra de recuperação da fortificação representa um investimento total na ordem dos cinco milhões de euros, 600 mil destinados a este centro interpretativo.
O pré-Lançamento do Novo Nissan Qashqai decorre hoje e amanhã, na Nissan Boutigest em Elvas, o concessionário escolhido para este pré lançamento.
Patrícia Perdigão, secretária comercial na Nissan Boutigest em Elvas afirma que “o primeiro dia está a superar a expetativas”, está a correr bem, tentámos fazer algo mais dinâmico para os nossos clientes e novos clientes, a quem é dirigido o convite para conhecerem este novo modelo do Qashqai.
Tem havido muita curiosidade acerca deste novo modelo que “é a gasolina e mild híbrido, havendo já abertura por parte das pessoas a receber propostas, e com certeza que vai fazer parte do futuro, e o futuro está aqui”, diz Patrícia Perdigão.
Para além de toda a tecnologia que a Nissan tem vindo a implementar, neste novo Qashqai, uma das características é o facto de “o banco se ajustar automaticamente à altura da pessoa, sendo ainda uma versão première edition, mais personalizada e equipada”.
O novo Nissan Qashqai vai estar disponível para venda entre junho e julho na Nissan Boutigest. Entre hoje e amanhã, terça e quarta-feira quem quiser pode dirigir-se às instalações da Nissan Boutigest, em Elvas, e conhecer este novo modelo.
Já decorrem as obras para ampliação da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, que contemplam também a requalificação edifício existente.
Este edifício tem mais de 30 anos, adianta Luís Machado, provedor da Santa Casa de Campo Maior, e revela que a obra dará a capacidade para acolherem mais 12 utentes. No entanto, “fazer obras com os utentes lá, traz enormes constrangimentos e exige planeamento, por isso tem uma sequência, para que as pessoas sejam mudadas de local, à medida que é feita a requalificação”.
Neste momento está a ser feita a nova ala da ERPI, “para onde será transferidos uma parte dos idosos, que são residentes, para depois se poder jogar com os espaços livres e recuperar a parte de ERPI que será alvo de requalificação”, revela Luís Machado.
Devido às obras os utentes de Centro de Dia foram deslocados para o edifício das piscinas municipais, e os utentes da ERPI ficaram alojados no Centro de Dia da Santa Casa. Segundo o provedor, o espaço, nas piscinas municipais, cedido pelo município, “reúne todas as condições e foi requalificado em termos de políticas Covid e regras relativas à pandemia, para que os utentes estejam em segurança”. Neste edifício das piscinas municipais está também, por agora, “centralizada a cozinha central, onde são confecionadas as refeições para todas as valências da Santa Casa, à exceção do infantário”.
Luís Machado explica ainda que “têm havido avanços significativos para a conclusão das obras”. Estava previsto que as obras terminassem em novembro deste ano, mas “tal não vai acontecer”, tendo em conta a pandemia, e as novas requalificações que serão lançadas a concurso, “a obra irá prologar-se até ao próximo ano, mas ainda não se sabe até quando”.
A obra que decorre na Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior resulta de um investimento total de mais de 981 mil euros que será financiado a 85% pelo Programa Alentejo 2020, cabendo ao Município de Campo Maior assumir a contrapartida pública nacional de 147 mil euros.
No antigo Edifício Militar do Assento, em Campo Maior, para além da Casa das Flores, localizada no rés-do-chão, está também localizada a Casa do Assento, no piso superior.
João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, explica que “nos corredores deste piso superior será instalado um pequeno auditório, que vai ter um palco com 15 cm de altura e as pessoas que assistem vão estar em filas de quatro cadeiras, de forma a permitir que se consiga circular com segurança, até ao elevador”. Noutros corredores, da galeria, serão também instalados gabinetes de trabalho.
Pouco mais de um milhão de euros foi o investimento feito neste edifício Militar do Assento, em termos de obra física, “comparticipados pela União Europeia, através do FEDER Alentejo 2020” e, segundo o presidente da câmara campomaiorense, “só assim é possível, a municípios no interior, dar sequência a uma política turística de atratividade, no concelho de Campo Maior”.
Piso superior do Antigo Edifício Militar do Assento, que dará origem a um pequeno auditório e salas de trabalho.
178 computadores portáteis foram, esta sexta-feira, dia 30, entregues a alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas nº 1 de Elvas.
A entrega foi feita pela Fundação EDP, numa parceria com o ministério da Educação e com a Escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária).
Felipa Sá Carneiro, diretora da Inovação Social da Fundação EDP, afirma que esta colaboração pretende assim “suprimir as necessidades dos alunos e tem muito mérito porque permite dar igualdade de acesso à educação”. A diretora assume que, “antes quando a educação era presencial era mais facilmente assegurada, quando se tornou digital salientam-se algumas diferenças entre os alunos” e, por isso “é com muito entusiasmo que entramos nesta iniciativa porque acreditamos na educação e queremos suprimir as necessidades e que estejam todos em pé de igualdade, em termos de ferramentas, para terem o melhor sucesso escolar possível”.
Para Paula Rondão, diretora do Agrupamento de Escolas nº1 de Elvas afirma que a entrega destes computadores foi “determinante para colmatar as desigualdades existentes nos alunos do primeiro ciclo”. O ensino “é cada vez mais digital e isto foi um grande salto e muito importante para o ensino aprendizagem” dos alunos deste agrupamento.
Estes computadores destinam-se as alunos sem escalão, de todas as escolas de primeiro ciclo deste agrupamento: Boa-Fé, Raposeira e Alcáçova, porque sem escalão os alunos não recebem os computadores do ministério e recebem, neste caso, da Fundação EDP, “ficando tudo em pé de igualdade”, garante Paula Rondão.
Na entrega destes computadores estiveram, de forma simbólica algumas crianças que receberam este equipamento. Falámos com algumas delas para perceber a importância desta oferta. Liane Santos, adianta que com este computador pode “aprender novas matérias”, já Lia Gouveia diz que “este computador permite pesquisar para os trabalhos da escola, fiquei muito feliz”; Ana Sofia revela que esta oferta é “importante para termos mais informações do que tínhamos”; Leonor diz “fiquei muito feliz porque podermos fazer as coisas da escola”; Duarte Madeira revela que é igualmente “importante porque agora tenho um para mim”, e Tiago dos Santos diz que se sente “muito feliz”.
A entrega de computadores decorreu na Escola Básica da Boa-Fé, em Elvas, sendo que a Fundação EDP entrega, a nível nacional, um total de de três mil computadores, todos neste contexto de igualdade de acesso a educação.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Elvas, em articulação com o Comando Metropolitano de Lisboa e o Comando Distrital de Portalegre, desenvolveu uma grande operação policial no Bairro das Pias, em Elvas, desencadeado por vários mandados de busca domiciliária de que resultaram dois detidos e a apreensão de estupefacientes, armas e dinheiro em quantidades ainda por apurar.
Desta operação fizeram parte cerca de 500 agentes de várias valências da PSP, designadamente a Unidade Especial de Policia, com o Corpo de Intervenção, Grupo Operacional Cinotécnica e o Corpo de Inativação de Engenhos Explosivos que realizou buscas no subsolo, bem como outros elementos afetos à investigação criminal.
Esta mega operação policial teve inicio no terreno cerca das seis da manhã desta quinta-feira, dia 29, no Bairro das Pias, em Elvas.
A PSP fez deslocar vários autocarros, mais de 40 viaturas ligeiras descaraterizadas e cerca de 28 carrinhas do Corpo de Intervenção. A entrada para o Bairro esteve interdita até cerca das 9.30 horas da manhã.
Foi há 35 anos que Mário Silva Gomes começou com uma empresa no ramo da ourivesaria/relojoaria, na Rua Morais Coelho, depois foi o seu filho, José Manuel Gomes, e atual proprietário da Ourivesaria Gomes, que seguiu as pisadas do pai no negócio, ficando a assumir os comandos do mesmo.
A Ourivesaria Gomes está localizada na Rua da Carreira, no centro histórico de Elvas e presta vários serviços ao nível de ourivesaria e relojoaria. José Manuel Gomes explica que fazem “várias reparações de prata, ouro e relojoaria e vendem todo o tipo de artigos de relojoaria ourivesaria”. O proprietário explica que o seu cliente é maioritariamente da cidade e região.
São três os funcionários da Ourivesaria Gomes, e para José Manuel Gomes, o que distingue o seu negócio é o nível de serviços e o atendimento personalizado, “tratamos bem o cliente”, refere.
Relativamente à pandemia, para o proprietário da Ourivesaria Gomes, “o não abrir foi muito complicado a nível económico, mas superámos, vamos tentar ver se não voltamos a confinar”, uma vez que neste segundo confinamento as “quebras rondaram entre os 40 e 50%”. Questionado sobre os apoios recibos, refere que os únicos que recebeu foram da segurança social, relativos ao lay-off dos funcionários.
Para já, a Ourivesaria Gomes apenas vende na loja física, sendo que ainda este ano passará a estar disponível também nas plataformas digitais.
Como objetivo futuro, José Mauel Goes refere que é objetivo “tentar levar isto para a frente, com boa disposição e que os clientes apareçam, porque esta reabertura foi muito boa, as pessoas tinham ânsia de por a pilha no relógio e comprar alguma coisa”
O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
“Onde tudo se faz flor” é o nome da marca turística que apresenta Campo Maior ao mundo e que foi apresentada este domingo, dia 25, no Espaço.arte.
A marca representa uma flor de papel de Campo Maior, onde cabem outras quatro flores: flor histórica, relacionada com a história da vila; flor cultural, que retrata aquilo que é a cultura campomaiorense; flor natural, relacionada por exemplo com espaços náuticos e paisagem natural que existe, como o birdwatchig; e a flor religiosa, relacionada com a primeira santa portuguesa, Santa Beatriz da Silva, que nasceu em Campo Maior, bem como com outros espaços religiosos de Campo Maior, como a Capela dos Ossos e a Igreja Matriz.
A marca foi desenvolvida pela campomaiorense Cláudia Gaminha, juntamente com a sua equipa, em paralelo com o município. João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, enaltece que “esta marca está intrinsecamente relacionada com as Festas do Povo de Campo Maior e com a arte maior da vila, a arte de fazer flores de papel”, e adianta que Cláudia desenvolveu “um trabalho muito feliz” e que a marca tem “umas cores alegres e que representam os campomaiorenses, o seu povo e também as cores do Alentejo”.
Simultaneamente, foi lançado também o website dedicado a promover o turismo da vila, e com esta nova marca: www.campomaior.pt. e toda uma sinalética pela vila, que indica os vários pontos turísticos de Campo Maior. Esta foi um a rampa de lançamento para o potencial turístico de Campo Maior, mas também que os campomaiorenses se revejam nesta mesma marca”, diz o presidente.
Paralelamente à apresentação da marca turística de Campo Maior, foi também inaugurado o Posto de Turismo, que temporariamente irá ficar localizado no Espaço.arte, até que as obras de requalificação na Escola da Fonte Nova estejam concluídas. “Quem visita Campo Maior vai passar por este Posto de Turismo e, a partir daqui, idealizar o trajeto e percurso para visitar o concelho”, afirma João Muacho.
Criador da Delta Cafés, o comendador Rui Nabeiro, destacando que ele também criou uma marca e “que continua viva”, enaltece o trabalho realizado por Cláudia Gaminha e afirma que, ao desenvolver a marca de Campo Maior, “conseguiu introduzir as cores de uma forma que encanta; por isso, Campo Maior está de parabéns e a nossa região está de parabéns, porque realmente esta marca vai nos olhos das pessoas e marca tem força, dinâmica, cor e chama”, remata o Comendador Rui Nabeiro.
“Onde tudo se faz flor,” a marca turística de Campo Maior que foi hoje apresentada.
As comemorações dos 47 anos do 25 de abril de 1974, em Campo Maior, este domingo, decorreram de forma simbólica, na Praça da República, com o hastear das bandeiras, no edifício da Câmara Municipal, ao som da Banda 1º de Dezembro de Campo Maior.
Para o comendador Rui Nabeiro, “esta foi uma manifestação bonita e não devemos deixar manchar este dia, e é chato olharmos e vermos que há quem queira derrubar o 25 de abril, na verdade precisa de ser mais certinho e arrumado, e devemos que estar atentos a quem está carente, e é o dever de todos”. O comendador Rui Nabeiro refere que apesar da pandemia, em Campo Maior sempre assinalaram o dia e “devemos fazer deste dia, uma dia para acreditar”.
Apesar da pandemia e de não ter havido arruada, o momento foi assinalado por parte do município, e o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, afirma que este “foi um momento bonito e para recordar e que ficará na retina de todos aqueles que assistiram”. O presidente deseja ainda que “a liberdade, a democracia e a fraternidade continuem a ser elementos principais do povo e Estado português”.
Pedro Murcela, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, afirma que é um homem de abril, uma vez que era militar em Santarém e continuará a ser, lembrando que “passados 47 anos da Revolução dos Cravos, devemos continuar a preservar a liberdade e os direitos dos cidadãos, por isso é que esta data é muito importante, porque nos deu a liberdade, garantias e direitos e continua a ser importante”, esperando que o povo português “reconheça que o 25 de abril tem valores que nos beneficiam a todos, por isso devemos defendê-lo acerrimamente”.
Os 47 anos do 25 de abril de 1974 foram assinalados este domingo, na Praça da República de Campo Maior ao som da Banda 1º de Dezembro.
O Parque Verde, em Degolados, foi inaugurado esta tarde de sábado, dia 24.
Um espaço verde, amplo e que conta com jogos tracionais da malha e petanca, e ainda um circuito de água, onde a população pôde, desde logo, começar a explorar e a usufruir do mesmo.
Depois do ato da inauguração, Florival Cirilo revelou que “este é um espaço do qual a população pode usufruir e que dignifica Degolados”, considerando que tentaram pensar num espaço, “logo à entrada de Degolados, verdadeiramente importante e útil à freguesia”, convidando todos aqueles que queiram, a visitar este espaço. Este é um local que permite que “as tradições e costumes não se percam” e Florival Cirilo apela a “que preservem o espaço, que é de todos e para todos”.
O comendador Rui Nabeiro relembra que desde em que foi presidente da Câmara, uma altura em que Degolados tinha poucas condições, sempre houve o objetivo de que esta freguesia fosse sinalizada para que viesse a ser o que é hoje. O comendador enaltece a iniciativa do presidente da Junta, para tornar este espaço, na Zona Verde de Degolados, revelando que “aqui está a tradição e a possibilidade das pessoas usufruírem da modernidade, sem nunca esquecer as origens”.
O município de Campo Maior foi um parceiro ativo neste projeto, e para João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, “o que interessa é que as pessoas saibam preservar o espaço e usufruir, do mesmo”, classificando-o como “um espaço bonito, agradável e aprazível”.
Espaço. arte assim se chama o espaço inaugurado esta tarde de sábado, dia 24, em Campo Maior, localizado na Antiga Escola da Avenida.
Com duas salas de exposição o Espaço.arte abriu com duas exposições: “Mestre Júlio”, composta por obras do pintor Júlio Ferreira, e “Coleção do Município de Campo Maior – Espólio da Associação de Artes Plásticas de Campo Maior.
A diretora Regional da Cultura no Alentejo, Ana Paula Amendoeira, inaugurou este espaço, e enaltece que “disponibiliza à fruição pública um conjunto de artes plásticas da Associação de Campo Maior, sendo que este é um caso feliz, porque o município investiu neste edifício escolar, que está muito bem recuperado por parte do município, e permite disponibilizar ao público o espólio doado pela Associação de Artes Plásticas de Campo Maior. “Este acervo contempla nomes maiores das artes portugueses e de renome internacional, sendo uma mais valia par este espaço, mas também para o Alentejo e para o país”.
Ana Paula Amendoeira adianta ainda que o facto de o governo ter criado a Rede de Arte Contemporânea, assume especial relevância no Alentejo, uma vez que com a abertura deste espaço, “simbolicamente inaugurado nas comemorações do 25 de abril, devemos ligar a comemoração da cultura à liberdade e as artes à liberdade, sendo por isso um binómio muito feliz”.
Depois de uma breve visita às obras em exposição, foi descerrada a placa, no ato de inauguração do espaço.arte. O Comendador Rui Nabeiro, referiu que vê a inauguração deste espaço “com muita alegria e satisfação” e classifica-o como “agradável”. O comendador Rui Nabeiro considera o espaço está bem localizado no coração da vila. Pelo que explica que, “o que temos que fazer é dar qualidade de vida às pessoas a nível social e cultural. “Estou encantado e dou os parabéns e todos”. “Campo Maior fica agora mais forte”, revela.
Este foi um projeto que teve início quando Ricardo Pinheiro era ainda presidente da Câmara de Campo Maior. O Atual secretário de Estado do Planeamento refere aos microfones da Rádio ELVAS que se sente “de consciência tranquila e sente-se bem pela forma como o município está a ser gerido”, e acima de tudo “pelo facto de nos últimos anos, a Associação de Artes plásticas se ter dedicado à arte”. “Neste momento fico satisfeito que tenha existido um reconhecimento a todos os membros desta associação, pelo promoção da arte através de Campo Maior, para o Mundo, revela ainda Ricardo Pinheiro.
“Um espaço onde cabe todo o tipo de artes performativa, desde as plásticas, à escultura”, é como João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior classifica este espaço. Aproveitando para agradecer à Associação, aos fundadores, pela cedência do espólio ao município. “É um marco importante para Campo Maior, enaltecendo a presença da diretora regional da cultura”.
Já Pedro Murcela, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior explica que, “Campo Maior não é uma terra qualquer, porque em tudo o que faz põe sempre a sua paixão, empenho e dedicação, dando aos campomaiorenses e todos os que os visitam um espaço maravilhoso, algo que o interior precisa, e localidades como esta, precisam de ser valorizadas através da cultura”.
Esta é também uma forma de “reinventar e reviver a história e agradecer aos antepassados o que fizeram por nós”, refere Pedro Murcela, relativamente aos vários espaços que vão ser inaugurados na vila, também apensar no turismo.
O espaço vai estar aberto ao público amanhã entre as 15 e as 20 horas e de terça a domingo entre as 10 e as 13 horas e das 14 às 18 horas.
O Clube Elvense de Natação (CEN) realizou, esta manhã de sábado, dia 24, um evento de captação de atletas de basquetebol, uma modalidade que está de regresso ao clube.
Na iniciativa, que decorreu no Pavilhão Desportivo Municipal de Elvas, na Fonte Nova, compareceram cerca de 40 crianças, entre os seis e dez anos.
“Hoje é um dia muito feliz para o clube”, diz José Caldes presidente da Direção do CEN, por ver a quantidade de crianças que compareceram neste treino. “Estamos a recuperar uma secção que já fez parte da história do clube, estou muito feliz, o clube está feliz, estamos orgulhosos de ver aqui 40 crianças a praticar desporto, que são os protagonistas”.
José Caldes adianta que “este é o caminho, é o que queremos para o clube, revitalizar o clube, e em cada secção haver a sua escola”, sendo este um objetivo do CEN, é por isso, para si “um orgulho enorme, ver as crianças aqui felizes”. Estre treino “superou a expectativas”, uma vez que, tendo em conta a pandemia.
O diretor da secção de basquetebol é Bruno Dias, Gonçalo Piçarra é o responsável, dentro da Direção, e a nível técnico a modalidade conta com Ricardo Rondão, Tiago Oliveira, Inês Aragão e Pedro Sereno, entre outros, que trabalham em “prol das crianças”, adiantou José Caldes, aproveitando para deixar “uma palavra de apreço”.
A partir de segunda-feira, os atletas começam já a treinar, refere o presidente do CEN, entre as 17.30 horas e as 20 horas, com horários definidos para cada equipa, não havendo ainda competição, mas para já vão prepara-se para a próxima época.
José Sargaço, presidente da Associação de Basquetebol do Alentejo, recorda que “Elvas sempre teve bons jogadores de basquetebol”, sendo a reativação da modalidade algo que para si era “uma batalha”, e “em boa hora começámos a trabalhar”, neste sentido.
“É com muita uma alegria”, ver este treino de captação com muitas crianças, principalmente numa altura de pandemia como esta, revela José Sargaço. Neste momento há apenas quatro equipas seniores no distrito a participar na modalidade do basquetebol.
O presidente da Associação de Basquetebol do Alentejo tem esperança que “Elvas vai singrar novamente e vai ser um clube a respeitar, ao nível desta modalidade, no Alentejo”.
Para Tiago Afonso, vereador na Câmara de Elvas, “é uma alegria ver tantas crianças a disfrutar de uma modalidade como esta”, e a Câmara apoia esta iniciativa, “dentro das suas competências e estratégia para o desporto”.
Clube Elvense de Natação que, depois de reativar a modalidade de basquetebol no clube, realizou esta manhã um evento de captação de novos atletas, para esta secção, onde compareceram 40 crianças.
Os melhores leitores da Biblioteca Municipal de Elvas Dr.ª Elsa Grilo foram distinguidos esta tarde de sexta-feira, dia 23, pelo município.
A iniciativa serviu não só para distinguir estes leitores, mas também para assinalar o Dia Mundial do Livro, que se comemora hoje.
Incutir o gosto pela leitura à população e como dar a conhecer os principais benefícios da leitura, para o desenvolvimento cognitivo dos mais jovens é outro dos objetivos.
No total, foram 20 pessoas a quem foi entregue o diploma, dos quais dez na categoria de adultos e dez na categoria infantil, juvenil e jovem adulto.
Na categoria de adultos, foram distinguidos: Dora Cristina Dias, Irmgard Mateus, Alessandra Santos, António Reis, Júlio Coutinho, Francisco Madriana, Maria Margarida Guerreiro, Vera Jacinto, Aida Boné e Maria de Jesus Cunha.
Aida Boné foi uma das pessoas que receberam este diploma, na categoria de adultos e, ao nosso microfone, explicou que ficou “muito contente” por esta distinção e se sente “lisonjeada”, considerando que a leitura lhe “traz muitos bons momentos” e revela ainda que tenta “incutir o ato de ler” aos seus filhos. Também António Reis foi um das pessoas distinguidas e referiu que gosta de “ocupar o seu tempo livre a ler, sinto-me bem, viajo sem sair de casa, adoro ler” e sente-se admirado por ver “crianças tão pequenas a receber igualmente um diploma”, algo que o deixa “orgulhoso”.
Na categoria de infantil, juvenil e jovem adulto, foram distinguidos os seguintes leitores: Tomás Casacão, Joana Bravinho Figueiredo, João Pereira, Victor Grandabur, Ana Margarida Conceição, João Janeiro, Luís Rijo, Leonor Beicinha, João Roque e Francisco Cunha.
A nossa reportagem falou com Ana Margarida Conceição, de dez anos, que recebeu o diploma nesta categoria e referiu que se sente “feliz por ganhar o prémio”, porque gosta muito de ler. A leitura, para Ana Margarida, permite-lhe, segundo a própria, “ganhar mais vocabulário e ter mais imaginação para criar textos”.
Já João Pereira, de nove anos, sente-se “muito contente” por receber este diploma, considerando que “a leitura ajuda a ter mais imaginação”.
O Município de Elvas assinalou o Dia Mundial do Livro, com a entrega de diplomas aos melhores leitores da Biblioteca Municipal de Elvas Dra. Elsa Grilo.
A vacinação contra a Covid-19 no domicílio já está a decorrer em Elvas. A equipa de vacinação ao domicílio administra a vacina contra a Covid-19 a doentes acamados ou que não podem sair de casa, um pouco por todo o país.
A vacinação contra a Covid-19 no domicílio já está a decorrer em Elvas. A equipa de vacinação ao domicílio leva a vacina contra a Covid-19 a doentes acamados ou que não podem sair de casa, um pouco por todo o país.
A Rádio ELVAS acompanhou esta fase do Plano de Vacinação, onde a médica da ULSNA, Maria Reina explica que “estão neste projeto uma vez que há muitas pessoas acamadas que não têm acesso nem ao Centro de Saúde, nem aos locais destinados para a vacinação, por isso fazem este percurso em casa das pessoas idosas que estão acamadas e que têm também todo o direito de ser imunizadas”, contra a Covid-19.
A equipa que faz a vacinação ao domicílio é composta por dois enfermeiros, pelos Bombeiros com uma ambulância, e um médico.
Há muitos idosos e pessoas acamadas, com dificuldades de locomoção no concelho e a médica Maria Reina revela que “estamos aqui para isso, para os ajudar.”
Este processo está igualmente a decorrer nas freguesias rurais. Uma doente de 100 anos foi hoje vacinada em Santa Eulália, revela a médica, e refere que “a população é muito iodosa e estão habituados a tratar com pessoas desta faixa etária”.
A mãe de Maria Antónia Marchante, de 97 anos, está acamada há quase 12 anos e foi hoje vacinada. Para a filha a vacinação “traz mais segurança”.
Vacinação contra a Covid-19 no domicílio que já está a decorrer em Elvas.
A requalificação da Fortificação Abaluartada de Campo Maior resultou num investimento global de cinco milhões de euros.
Desde os meios baluartes, ao interior do Castelo, Praça Velha, quartéis do tronco, foram algumas das zonas intervencionadas, num total de 1600 metros que foram intervencionados.
A Rádio Campo Maior visitou toda esta zona da Fortificação, e foi no Meio Baluarte do Curral dos Coelhos que, João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, afirmou que este se assume como “um local emblemático da vila”, localizado nas traseiras do castelo.
O presidente considera que este, “é um projeto extremamente feliz e onde os campomaiorenses, que possam visitar o espaço, se revejam neste, que foi feito a pensar na população e também no turismo”. A expectativa é que, depois do espaço estar completamente visitável, que os turistas “passem a palavra da beleza do concelho, em particular do Centro histórico”.
A obra está numa fase de conclusão, depois de 10 anos de estudos, projetos, lançamentos de concursos e protocolos. Passados três anos do início da obra, está agora numa fase de conclusão.
Aqui o que se vê é uma obra maravilhosa para os campomaiorenses, diz João Muacho, considerando que “todos nos sentimos extremamente orgulhosos, por aquilo que conseguimos para Campo Maior, nos últimos anos, nomeadamente por esta requalificação, que devolve este espaço, que estava como ocupação ilegal, e passou a ser de fruição dos campomaiorenses”.
Já na Zona da Praça Velha foi dada “uma maior dignidade ao espaço”, que segundo o presidente da Câmara está “mais aprazível, criou-se estacionamento e tem mais segurança, as pessoas estão satisfeitas com o que têm e com o que fizemos por Campo Maior”, remata João muacho.
Obra na Fortificação Abaluartada de Campo Maior que está praticamente concluída, num investimento de cinco milhões de euros, que devolve assim o património da vila aos campomaiorenses.
A Lebróptica, localizada na Rua de Olivença, em Elvas é a empresa em destaque esta segunda-feira, dia 19, no programa “Retoma da Economia”.
Com 30 anos de atividade, a Lebróptica, foi criada por Alberto Lebre, pai de António José Lebre, atual proprietário. Inicialmente a empresa estava localizada na Rua da Feira e, há cerca de quatro anos, mudou a sua localização para a Rua de Olivença, “por uma questão estratégica”, revela António José Lebre.
O proprietário explica que a Lebróptica surge na experiência que o seu pai tinha” com os chamados oculistas” e também pela necessidade da sua antiga profissão ter obrigado, de certa forma, António José Lebre, “a enveredar por este ramo, uma vez que estava ligada às antigas fronteiras, tendo sido ajudante despachante, e por via da transformação ao nível alfandegário deu seguimento a uma atividade”, que a seu ver, “fazia todo o sentido”, revela.
António José Lebre trabalha sozinho na Lebróptica, chegou a ter dois funcionários, mas de certa forma adianta, “antevi esta situação, o que viria a acontecer”, referindo-se à pandemia. Ao nível dos serviços prestados, estando a Lebróptica ligada ao ramo ocular, dedica-se à venda de armações, receituário de lentes, lentes contacto, contando ainda com um Gabinete de optometria e contactologia.
Questionado soabre qual o tipo de cliente que o procura, António José Lebre afirma que, “por incrível que pareça vendo a muitas pessoas que não são da cidade”, exemplificando que ainda esta semana, um alemão se dirigiu à sua óptica, o que lhe leva a crer que “Elvas tem tido mais pessoas, para além dos nossos”, acreditando que possa, quem sabe, “ser fruto q da elevação de Elvas a Património Mundial da UNESCO, todos eles tem uma historia para contar”, refere. “Revejo-me na massificação da oferta, é bom para todos e há que procurar outra ofertas e outros nichos e eles estão cá, alguns até de visita”, adianta António José Lebre.
Considerado como um serviço essencial, a pandemia não foi muito notória, e em parte, “ajudou a regular as situações”, ou seja, “com o facto serem obrigatórias as marcações e estando sozinho foi possível dar atenção às pessoas e conseguir atender uma de cada vez, em devido tempo, houve assim uma gestão apropriada, ao facto de estar sozinho”.
Sobre a pandemia e o impacto causado no seu negócio António Lebre afirma que não sentiu qualquer impacto, em virtude de nunca ter encerrado, considerando que “a pandemia traz a todos os empresários, um problema transversal, e temos que olhar para a questão com olhos bem abertos, porque nada irá ser como antes”.
Através do que se esta a passar, este problema comum a todos que é a pandemia, António José Lebre afirma que “este é o momento de tentarmos pensar em virar a página, porque Elvas importa e Elvas pesa, tem um património uma riqueza extraordinária, e se cada um fizer por isso, possamos oferecer um bom atendimento e hospitalidade, os problemas poderão ser ultrapassados. Caso contrário, se virmos o muro difícil de ultrapassar, será mais difícil”.
O proprietário da Lebróptica faz ainda um apelo para que “os elvenses e aqueles que residam consumam aqui, não façam da Covid o expoente para publicitar a comprar agora, quando depois temos o resto do ano e não temos Covid, é tempo de pormos em prática a mesma postura, com os olho no que temos, os preços serão iguais, unas mais baixos e outros mais elevados, mas as pessoas têm opção de escolha, e estamos cá!”.
O programa “Retoma da Economia”, na Rádio ELVAS, conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
“Retoma da Economia”, assim se chama o novo programa da Rádio ELVAS, que pretende dar voz ao tecido empresarial do concelho de Elvas.
Este programa tem o apoio da Câmara Municipal de Elvas e é transmitido às 9.20 e 18 horas, de segunda a sexta-feira, e tem repetição nas tardes de sábado.
No primeiro programa a ser emitido, nesta segunda-feira, dia 12, damos a conhecer a empresa Grilo Lda., numa conversa com o seu proprietário Vítor Grilo (na foto).
Foi nos anos 70 anos que Manuel Grilo e o seu filho Vítor começaram a dar os primeiros passos na recolha e venda de papelão, compra e venda de ferro velho, cobre, alumínio, antimónio e ferro fundido. Anos mais tarde, precisamente em 1991, criaram a Grilo Lda., em Elvas, uma empresa que conta já com três gerações da família Grilo, a dar cartas no ramo.
Neste mês de abril, faz 30 anos que a empresa assume o nome de Grilo Lda., localizada na Rua de Itália, na zona industrial da cidade. Para Vítor Grilo, proprietário da empresa, esta é uma empresa familiar, onde “não há interesses, todos trabalhamos para o mesmo”.
A Grilo Lda. conta com 20 funcionários ao serviço daqueles que se dirigem às suas instalações, sendo o número poderá vir a aumentar, garante o proprietário.
Das mais de duas mil marcas com as quais a empresa trabalha, na área da bricolage e construção e bricolage, entre ferros, tintas e todo o tipo de ferramentas, para construção civil. “Temos praticamente de tudo”, diz Vítor Grilo, destacando também as tintas “que são vendidas a um bom preço, algo que se vende bastante”.
Também as motosserras Stihl, são uma grande aposta da Grilo Lda. Para tal, a empresa conta com “dois mecânicos especializados que frequentam duas formações por ano, para receberem as novidades, para poder explicar ao cliente e auxiliar neste sentido, estando por isso, perfeitamente aptos”, adianta Vítor Grilo.
Ao nível do tipo de clientes que procura a empresa, o proprietário revela que são “as empresas de construção civil do concelho e também empresas que vêm de fora, como as que estão na obra do ciclo de Santa Luzia, hotéis, para quem os matérias são fornecidos pela Grilo Lda. Já no caso da vizinha Espanha, vende-se mais para particulares, revela.
Em 2018, decidiram abrir uma filial da Grilo Lda., na zona industrial de Estremoz, que segundo explica Vítor Grilo, “a cada dia que passa está a melhorar”.
Relativamente ao impacto da pandemia na empresa, Vítor Grilo explica que esta questão foi vivida com normalidade, no seio da empresa. “Não chegámos a fechar e continuamos com trabalho, porque a construção não parou”. Não se viram, por isso afetados com esta questão, apesar das adaptações necessárias com a pandemia, ao nível de higiene e segurança.
Depois de 30 anos de Grilo Lda., Vítor Grilo explica que o segredo é a união. “Somos todos unidos e ajudamo-nos uns aos outros, este é o segredo, mas também muito trabalho, e manter a união é o objetivo para os próximos anos”.
Quanto a projetos futuros Vítor Grilo referiu ainda que “já tem uma ideia para expandir o negócio, em Elvas, mas sem poder ainda adiantar mais pormenores sobre o mesmo.
A empresa Grilo Lda. localiza-se na Zona Industrial de Elvas, na Rua de Itália.
Um ferido é o resultado de um despiste de um veículo pesado de mercadorias que acabou por se tombar na via de rodagem, na estrada Elvas – Campo Maior.
A vítima era o condutor do pesado, com cerca 50 anos, que foi transportado pelos Bombeiros Voluntários de Elvas, segundo o comandante da corporação Tiago Bugio, para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas.
A estrada nacional 373 ficou cortada durante algum tempo, sendo agora permitida circulação, embora com condicionamentos, já que os Bombeiros estão a fazer a limpeza da via, uma vez que o pesado perdeu parte da carga quando tombou.
Chegou a ser acionado o helicóptero do INEM, estacionado em Évora, mas após a observação do ferido, este meio não veio a ser utilizado.
No local, estiveram mais de 20 operacionais e dez viaturas dos Bombeiros Voluntários de Elvas e a SIV do hospital de Elvas. A GNR tomou conta da ocorrência.
A Capela dos Ossos em Campo Maior, a segunda maior a nível nacional, está a sofrer obras de requalificação a vários níveis, prevendo-se a sua conclusão ainda este verão.
Esta obra teve início em outubro, no entanto estava previsto iniciar em março ou abril de 2020, no entanto a pandemia de Covid-19, adiou o seu início.
Numa visita da Rádio Elvas a este local emblemático da vila, foi possível perceber, os trabalhos que estão a ser realizados, não só ao nível da requalificação do espaço, mas também dos seus acessos.
Para o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, o motivo que levou esta requalificação está relacionado, primeiramente, com “a conservação de ossadas que se encontram neste espaço, devido ao passar dos anos, bem como a climatologia da região, estavam a ficar deterioradas”, pelo que o município apostou nesta obra, “não só na conservação deste espaço, mas também a pensar na questão turística”, deixando o convite para que “dentro, dos próximos três ou quatro meses, altura em que poderá estar concluída, se possa visitar”.
Paralelamente, este espaço vai ter uma sala de audiovisuais, no seu interior, para que “todos aqueles que o visitem conheçam a história que deu origem à sua construção; também tentámos que se torne acessível a todas as pessoas que têm mobilidade reduzida, com a construção de uma rampa de acesso à Capela e à Igreja Matriz”, revela João Muacho.
Capela dos Ossos, em Campo Maior, localizada junto à Igreja Matriz, relacionada com a explosão do Paiol de pólvora em 1732, onde perderam a vida muitos campomaiorenses.
Esta obra pode estra concluída no segundo trimestre do próximo ano, e tem um custo de 232 mil euros, financiado a 75% pelo Programa Alentejo 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
No regresso às aulas presenciais dos alunos de 2º e 3º ciclos esta segunda-feira, 5 de abril, as crianças da Escola 2,3 de Santa Luzia, em Elvas, puderam voltar à sua escola, que ainda se encontra em obra.
As diferenças, relativamente ao edifício antigo, são já notórias, sendo que um bloco de 12 salas está já pronto. É precisamente nesse espaço que os alunos têm agora aulas.
A empreitada teve início em agosto de 2019, prevendo-se que a escola possa entrar em funcionamento completo no próximo ano letivo, a partir de setembro.
Recentemente, em entrevista na Rádio ELVAS, o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, apontou maio como o mês em que a obra deve estar totalmente conluída.
A nova escola vai ter um total 29 salas de aulas, para além de quatro laboratórios, podendo receber cerca de 620 alunos. O bloco principal vai contar ainda com dois pisos, salas de professores e serviços administrativos. O recinto escolar vai ter um pavilhão desportivo, um campo de jogos descoberto e a entrada e os principais trajetos com telheiros.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) está a desenvolver ações de sensibilização e fiscalização, no âmbito da Operação Covid-19 Recolhimento+.
A Rádio ELVAS acompanhou uma destas ações que decorreu esta manhã de sexta-feira, dia 2, na EN 373, entre Elvas e Campo Maior.
Tendo em conta a época festiva em que nos encontramos, a Páscoa, e tal como adianta o capitão João Lourenço, comandante do Destacamento Territorial da Guarda Nacional Republicana de Elvas, “existe um conjunto de medidas para dar cumprimento ao estado de emergência e às restrições que lhe estão associadas”. Para tal, a GNR “intensifica, durante este fim-de-semana, o patrulhamento e este tipo de ações, em diversos concelhos de Portalegre e no concelho de Elvas, dedicando especial atenção aos pontos, onde anteriormente haveria grande aglomerado de pessoas, devido ao momento festivo que agora decorre”.
Até ao momento e segundo o capitão João Lourenço, “não foi detetada nenhuma situação, que não esteja enquadrada nas exceções previstas, temos verificado que as pessoas que circulam enquadram-se nas exceções, há pouco fluxo rodoviário, o que dá a entender que as pessoas estão a cumprir, e é isso também que apelamos”.
De recordar que, este fim-de-semana, está proibida a circulação entre concelhos, como medida de combate à Covid-19.
Os professores e pessoal não docente, do pré-escolar e 1º ciclo, já começaram esta manhã de sábado, dia 27, a ser vacinados contra a covid-19, no Centro de Negócios Transfronteiriço (CNT), em Elvas.
Na sequência do processo de vacinação que, como garante Tiago Bugio, coordenador municipal da Proteção Civil em Elvas, “está a decorrer a bom ritmo e, depois da vacinação das forças de segurança, bombeiros e profissionais de saúde, chegou a vez dos professores”. Este processo começou as 9.30 horas deste sábado, e decorre ao longo do dia de hoje, para os professores e pessoal não docente, “que lecionam no concelho de Elvas”.
Este é um processo que está a decorrer em todo o país, mas no concelho, “há um número avultado de professores e pessoal não docente, mais precisamente 216 vacinas, serão administradas”, revela Tiago Bugio. “Os professores aceitaram ser vacinados e foram contactados para tal, havendo algum constrangimento nos contactos dos professores, que não estavam corretos e que foram facultados pelos agrupamentos, e a vacina será administrada a todos aqueles que a queiram levar”.
Professores e pessoal não docente, do pré-escolar e 1º ciclo, do concelho de Elvas, que estão hoje a ser vacinado, no Centro de Negócios Transfronteiriço de Elvas.
A Zona de Lazer e de Atividades Desportivas e Tradicionais em Degolados está praticamente concluída, faltando apenas alguns pormenores.
A Rádio ELVAS visitou este espaço que, anteriormente dava lugar a um olival, agora transformado, numa zona de lazer, mas sem perder a identidade e as tradições que o caracterizavam.
Florival Cirilo, presidente da Junta de Freguesia de Degolados revela que tendo em conta a pandemia, “os procedimentos estão a ser desenvolvidos de forma a lenta, e assim que a pandemia o permita será inaugurado”. O objetivo deste espaço foi também “fazer uma ligação entre a parte nova e parte antiga de Degolados, para que os jovens se fixem nas zonas mais antigas e as valorizem”.
O presidente da Junta adianta que este espaço, que conta com um circuito de água, devidamente identificado e com uma pequena explicação pretende “dar a conhecer aos jovens a essência e a cultura da região, tendo por isso, poços, o percurso da água que transmitem transparência e tranquilidade, que é o que as pessoas procuram, um ambiente calmo e tranquilo”.
Este espaço conta também com dois espaços para jogos tradicionais, uma vez que como revela Florival Cirilo, “as suas gentes estão muito ligadas a este tipo de jogos”. Por isso, há um campo para o jogo da malha e outro para petanca.
É pretendido ainda criar “um percurso em volta do espaço, para caminhadas e um outro espaço com aparelhos fitness para que as pessoas pratiquem desporto ao ar livre, que é o que todas as pessoas gostam”.
A população tem já usufruído do espaço, e para Florival Cirilo é um orgulho “ouvir o feedback positivo por parte das pessoas, uma vez que este espaço resulta de um esforço foi criado em prol da população”.
A zona de Lazer e de Atividades Desportivas e Tradicionais em Degolados e que está praticamente concluída resulta de um investimento de aproximadamente 200 mil euros, financiado a 50% pelo Programa de Desenvolvimento Rural 2014/2020, através do FEADER, com os restantes 50% a serem assegurados pelo Município de Campo Maior.
O presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, recebeu o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, o secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Catarino, entre outras entidades locais e regional para uma visita à Fortaleza de Juromenha.
Já na vila de Alandroal, a comitiva com as diversas individualidades plantou várias árvores em ambiente urbano no âmbito do projeto “Além Risco”
Foi a 13 de março de 1971, há precisamente 50 anos, que 14 jovens, de Elvas, fundavam aquela que vinha a ser a Associação Académica de Santa Luzia.
Hoje, seria dia de festa e de convívio, mas a pandemia não o permite. Ainda assim, alguns dos membros desta associação acabaram por se reunir, na tarde deste sábado, ao ar livre, no “Largo do Pingalhetas”, para um encontro de homenagem aos fundadores. Um deles, Manuel Carvalho, explica que tudo começou quando os 14, na altura com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos, todos eles residentes no Bairro de Santa Luzia, se reuniram para, simplesmente, comprar um bola de futebol.
Essa bola de futebol de 11 viria a custar 300 pesetas, o equivalente a 60 cêntimos, tendo sido comprada em Badajoz. A partir daí, foram muitas as histórias vividas por aqueles jovens, que hoje, já com outra idade, neste reencontro, procuraram recordar esses tempos.
Neste encontro, para além de uma simbólica homenagem aos fundadores, sendo que nem todos puderam estar presentes, por não viverem em Elvas, foi possível recordar algumas imagens e documentos que retratam momentos vividos ao longo destes 50 anos.
A Associação Académica de Santa Luzia teve equipas federadas de quatro modalidades: futebol, futsal, rugby e voleibol. “O que ali temos são papéis com 30, outros com 40, 50 anos, e que retratam alguns dos momentos aqui da Académica de Santa Luzia”, explica Manuel Carvalho, apontado para os cartões de sócio, documentos e as fotografias, que, em cima de uma mesa, o levam numa viagem no tempo. Para mais tarde, e quando assim for possível, a data será assinalada com uma “confraternização mais acentuada”.
Para além de Manuel Carvalho, são fundadores da Associação Académica de Santa Luzia Carlos Telo, Domingos Delgado, Francisco Salgueiro, João de Deus Guerra, João Mendes, Joaquim Paiva Rosado, José Manuel Barroso, José Manuel Picão, José Mário Mendes, Luís Filipe Garcia, Luís Salgueiro, Manuel Guerra e Mário Mendes.
Uma moradora na Rua dos Quintais, na aldeia da Terrugem vive numa casa sem condições de habitabilidade, agravados pela falta de capacidade de autonomia para desenvolver as lides domésticas que levou ao entupimento de esgotos, ficando a casa inundada, para além de problemas ao nível da eletricidade.
Maria das Dores Peixoto, vive com o filho César, nesta casa, que é arrendada, que agora ficou sem condições para os dois moradores ali viverem.
Devido ao entupimento de canos e inundação da casa, o mau cheiro e o lixo à porta de casa tornam a casa imprópria, para que Maria das Dores Peixoto consiga residir nesta habitação, “não nos querem aqui, nestas condições”, diz esta moradora. Esta noite foram realojados até que se consiga efetuar as reparações e limpeza da casa.
Esta família da Terrugem encontrava-se a residir numa casa sem condições de habitabilidade, estando inundada devido a entupimento de esgotos e sem eletricidade. A junta de freguesia providenciou um local na Terrugem para que esta família seja realojada, enquanto se procede à recuperação e manutenção da casa onde residia. Mãe e filho foram já sinalizados, pela médica de família, para receberem acompanhamento médico uma vez que não são autónomos e deveriam receber acompanhamento de técnicos especializados.
Um esgoto a céu aberto, localizado, no Olival da Marchã, perto do Centro Humanitário de Elvas, da Cruz Vermelha Portuguesa, conforme mostram as fotos abaixo, está a prejudicar os moradores daquela zona.
Helena Piçarra, uma das residentes, explica que “há vários anos que estes esgotos dão problemas e constantemente a Aquaelvas e outras empresas se deslocam ao local, para tentar solucionar o problema, mas este persiste”.
Há cerca de um mês, relata Helena Piçarra, “a carrinha da Aquaelvas esteve novamente no local”, e “não sabendo o que realmente aconteceu”, “decidiram tirar as manilhas dos esgotos”.
Segundo a moradora, “depois da retirada das manilhas, o esgoto está a céu aberto e a água escorre para o interior do olival, incluindo papéis”. Os vizinhos fizeram várias queixas, “porque, por vezes, a água corre para as suas piscinas e, inclusive, o cheiro é insuportável”.
Helena Piçarra contactou já a Aquaelvas, bem como o município, mas “ninguém resolve o problema, nem ninguém assume a responsabilidade. Não sabemos para onde nos virar, porque empurram a situação de uns para os outros e a água continua a escorrer para o terreno e já ninguém suporta o cheiro”.
A Rádio ELVAS contactou a Aquaelvas e João Carlos Lopes explicou que “esta situação é desagradável, mas foge à responsabilidade da Aquaelvas”.
João Carlos Lopes revela ainda que a Aquaelvas tem “a concessão e recolha da água residual em baixa e que este caso se refere a um emissário da rede de águas residuais em alta, que diz respeito às Águas de Portugal, através da empresa de Águas de Lisboa e Vale do Tejo”. “Já fomos chamados a responder sobre o assunto, mas foge às nossas responsabilidades. Não nos diz respeito”, garante.
O número de pedidos de ajuda, de famílias que ficaram sem emprego ou se encontram agora numa situação mais vulnerável, não tem parado de crescer, em todo o país.
As consequências económicas da pandemia tem levado muitos agregados familiares a pedir apoio, sobretudo, alimentar. Campo Maior não é exceção, sendo que o Município tem procurado fazer face a esses pedidos através do projeto solidário da Loja e da Lavandaria Social, ajudando todos aqueles que mais precisam.
Desde o ano passado, já foram mais de cem as famílias campomaiorenses a quem foram entregues bens alimentares, de acordo com a vereadora Vanda Alegria, que não tem dúvidas que este será um ano ainda pior, a este nível. “Infelizmente, Campo Maior não foge à regra do que se está a passar no resto do país e no mundo e a nossa Loja Social tem ajudado, na medida que tem podido, mas têm-se notado um aumento dos pedidos de ajuda para agregados familiares de Campo Maior”, revela.
“Ajudamos toda a gente que nos tem pedido e, do ano passado até aqui, temos cerca de cem pedidos de ajuda a famílias. Este ano, já levamos mais de 25. Os pedidos surgem a todo o momento. Este ano vai ser pior, porque estamos no início, mas estamos cá para ajudar na medida daquilo que podemos”, assegura a vereadora.
Com a Loja Social de portas encerradas, por esta altura, as pessoas são agora chamadas, à vez, para recolher aquilo que lhes faz mais falta. Vanda Alegria lembra ainda que as famílias mais carenciadas do concelho, por norma, usufruem dos bens disponíveis na loja a troco de trabalho na lavandaria. “Vêm aqui fazer umas horas de voluntariado, passam a ferro, e em vez de levar para casa dinheiro, levam batatas, arroz, detergentes, o que houver aqui na loja”, recorda.
A verdade é que, por esta altura, são poucas as voluntárias que estão ao serviço na Lavandaria Social. “Nós tínhamos aqui as voluntárias, que faziam parte da equipa da loja, cerca de 12, que estavam aqui todos os dias, e agora não temos”, revela Vanda Alegria. Mesmo aqueles que, agora, não podem colaborar, na lavandaria, podem recolher os bens alimentares e de primeira necessidade na loja, até porque o município, garante a vereadora, “não deixa ninguém para trás”.
“Quem tiver necessidades, sabe onde vir bater à porta. Há pessoas que fizeram muitas horas aqui nesta casa, têm os Mayores delas e quando têm necessidades vêm buscar. Não vamos deixá-las passar mais dificuldades que àquelas que têm estado a passar até agora. É para isso que estamos cá”, assegura Vanda Alegria.
A nível nacional, e de acordo com as instituições no terreno, tem vindo a registar-se uma alteração do padrão social de quem beneficia destes apoios alimentares, com “necessidades envergonhadas” entre a classe média.
Com o confinamento, foram muitos os portugueses que decidiram adotar um animal de estimação, para lhes fazer companhia, nesta altura tão difícil.
Em Campo Maior e depois dos Amigos dos Animais terem mudado os animais para umas novas instalações, regista-se, em média, uma adoção de três em três semanas.
Mafalda Ensina, uma das voluntárias responsáveis por esta associação, sente que as pessoas procuram um amigo de quatro patas, não só devido à situação da pandemia, mas porque querem um companheiro para toda a vida: “eu acho que não é só pela pandemia, são mesmo as pessoas que procuram um companheiro, e isso também é bom, porque esperamos que isto passe, e passe rápido, e que as pessoas tomem uma atitude responsável e que não seja só para fazer companhia neste momento, mas para sempre”.
Os cerca de 15 cães, que a associação tem, atualmente, ao seu cuidado, encontram-se agora num espaço, junto à TecniDelta, cedido pela Câmara Municipal, que tem em obra o novo centro de Recolha Oficial. “Antes, uma senhora, que morava no campo, e tinha um terreno privado e deixava-nos ter lá os cãezitos. Entretanto, a Câmara fez-nos este espaço e agradecemos, desde já, porque temos aqui outras condições para os nossos animais”.
Mafalda explica ainda aquilo que as pessoas devem ter em mente quando pensam em adotar um animal, lembrando que, por norma, a preferência recai sobre os cachorros, algo que esta voluntária considera um erro: “pensem em adotar um cão com um ano, dois, um cão adulto, ou até idoso, é uma experiência muito gratificante”. “É ter em conta que a pessoa vai trabalhar – alguns estão em teletrabalho agora, mas isto há de passar -, têm que o passear, apanhar os cocozinhos na rua, o mínimo de higiene com o animal em casa, levar ao veterinário”, lembra.
Dos animais, garante ainda Mafalda, pode-se esperar tudo, incluindo algumas surpresas, tendo em conta que também adoecem, como as pessoas, “mas tudo de bom, por que são os melhores amigos que temos”.
Quem tiver interesse em adotar um dos cães que os Amigos dos Animais de Campo Maior têm disponíveis, deve entrar em contacto com as voluntárias da associação através das respetivas contas de Facebook ou Instagram.
O processo de vacinação contra a Covid-19 no concelho de Campo Maior teve início hoje, 23 de fevereiro, no Centro Comunitário da vila.
A primeira dose vacina será administrada a pessoas com mais de 50 anos com algumas patologias e a pessoas com idade igual ou superior a 80 anos, até sábado, se até sexta-feira o processo não estiver concluído, de acordo com a diretora clínica da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), Vera Escoto.
Todos aqueles que irão ser vacinados, com idades compreendidas entre os 50 e os 65 anos, receberão a vacina da AstraZeneca. A todos os outros será administrada a vacina da Pfizer. “Começámos hoje e são cercas de 200 pessoas por dia”, adianta Vera Escoto.
A diretora clínica da ULSNA revela ainda que tem sido “extraordinário” o trabalho desenvolvido, em conjunto, pela entidades de saúde e as câmaras municipais e que foram escolhidos, para iniciar a administração da vacina, os concelhos onde o índice de casos de infeção é maior. Elvas, lembra, foi “um concelho piloto”, sendo que, na semana passada, o concelho de Castelo de Vide começou já a ser vacinado.
Esta semana, prossegue a vacinação, não só em Campo Maior, como nas duas Unidades de Saúde Familiar do Centro de Saúde de Elvas (Amoreira e Uadiana), em Arronches, Fronteira e Gavião.
Para o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, este dia é um “marco muito importante e de esperança” para todos os campomaiorenses. Até final da semana, revela o autarca, serão administradas cerca de 800 vacinas. Este processo de vacinação, garante ainda, é o “coroar” do esforço de várias entidades e de conjunto de pessoas, como os bombeiros, os autarcas e os colaboradores do município de Campo Maior.
Uma das pessoas que já recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19 é o comendador Rui Nabeiro. À nossa reportagem, garantiu que esta vacina “é uma necessidade”, lembrando ainda a incerteza dos tempos que se vivem. “É pena que estejamos nesta situação, sem saber bem o futuro e isso para o presidente de uma empresa, que representa milhares de pessoas, é um bocado duro. Mas eu tinha de dar este exemplo, receber a vacina e acreditar nos outros homens”, assegura.
O Dia de São Valentim comemora-se este domingo, 14 de fevereiro, num contexto de pandemia, que impede os jantares fora, mas que leva os portugueses a reinventarem-se ou a optarem pela tradicional oferta de flores.
A venda de flores, por parte das floristas, neste dia, é sempre bastante grande, sendo que, mesmo em tempos de confinamento, a florista de São Domingos, em Elvas, Mafalda Bajanca, garante que a procura até tem sido alguma. “É um ano muito diferente, mas há sempre uma oferta e uma flor é um gesto de amor. Ao não haver tanta oferta, há mais procura nas floristas”, assegura.
A rosa vermelha, como manda a tradição, é sempre a flor mais vendida neste dia. “Os homens, principalmente, gostam muito da rosa vermelha para a sua cara metade, mas elas nem sempre gostam”, garante a florista. Por isso, a variedade de flores para arranjos que Mafalda tem disponível é sempre muito grande.
Comparativamente a outros anos, a venda de flores, neste Dia dos Namorados, será claramente inferior, garante Mafalda, ainda que tenha esperança que, dentro do possível, “corra mais ou menos bem”. “As lojas estão fechadas e as pessoas recorrem às floristas, para marcar o dia”, diz ainda.
Não só neste 14 de fevereiro, mas todos os dias, sempre que assim solicitado, Mafalda Bajanca faz entregas de flores ao domicílio. “Há muita procura de entregas, porque a pessoa não pode vir, ou porque tem medo de estar com o aniversariante, por exemplo, e liga para mim”, revela.
A florista explica ainda que estes não têm sido tempos fáceis, assegurando que 2020 foi um ano terrível, tendo em conta a falta de festas e casamentos. “Quando apareceu a pandemia, estávamos na altura da Páscoa, que é uma altura em que se vende muito, é altura dos casamentos e não houve casamentos, nem festas. Levou-nos muito abaixo e por estarmos abertos, não temos qualquer apoio do Estado”, conta.
“Este ano, estou reticente, porque não sei o que é que vai acontecer. Tenho casamentos marcados, mas está tudo em standby”, revela ainda Mafalda, adiantando que, agora, o maior fluxo de trabalho diz respeito a funerais.
Ontem, 10 de fevereiro, foi dia de cantar os parabéns à Rádio ELVAS, por ocasião do seu 20 aniversário.
Para comemorar esta data, e tendo em conta a situação pandémica que se vive, apenas foi possível reunir, através da emissão, a direção, os colaboradores, as entidades da região e os ouvintes desta rádio, durante toda a manhã.
Esta emissão especial arrancou pelas 7 horas, com Bianca, até ao meio-dia, com António Ferreira Góis.
A Câmara Municipal de Elvas adquiriu um novo minibus para o transporte de passageiros, nomeadamente para transporte escolar, num investimento superior a 60 mil euros.
A viatura vem responder a uma necessidade, para o transporte escolar, com 22 lugares disponíveis.
Por estes dias, como documentam as fotografias juntas, o minibus tem estado exposto no tabuleiro da Praça da República, em Elvas.
Começou esta manhã a vacinação dos idosos com mais de 80 anos, no Centro de Negócios Transfronteiriço (CNT), sendo Elvas um dos concelhos piloto desta nova fase do processo de vacinação no Alentejo.
Até quinta-feira, dia 11, serão vacinadas 850 pessoas, todas elas da Unidade de Saúde Familiar Amoreira do Centro de Saúde de Elvas.
O centro de saúde de Elvas foi o selecionado, para ser pioneiro nesta segunda fase de vacinação, sendo que foi escolhida uma de duas unidades de saúde familiar, tendo em conta a respetiva densidade populacional, explica Vera Escoto, diretora clínica da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).
“Foi com grande entusiamo que se fez todo este processo piloto. Foram selecionados os utentes com mais de 80 anos, com comorbilidades, que tenham algumas patologias, como problemas de insuficiência cardíaca, problemas respiratórios, e depois destes, os utentes com mais de 80 anos, sem estas patologias consideradas prioritárias”, revela Vera Escoto.
Os cerca de 850 utentes selecionados serão vacinados entre hoje e quinta-feira, mais de 250 por dia. Foram todos contactados telefonicamente, esclarecendo-lhes todas as dúvidas.
Depois de contactados todos os utentes com mais de 80 anos, para serem vacinados, a ULSNA foi chamar pessoas com mais de 50, também com outras doenças. “Faltavam alguns utentes, para o último dia, e fomos chamar pessoas com idade mais alta, ou seja, começámos nos utentes com 79 anos”, explica a médica.
Vera Escoto assegura que é “uma grande alegria” que Elvas seja um de dois concelhos piloto no Alentejo nesta nova fase de vacinação, garantindo que “ninguém no distrito ficará para trás”. “Tudo o que vier a seguir poderá ser melhorado. Todos os outros centros de saúde do distrito, neste momento, já fizeram todo este trabalho de seleção”, adianta. “A (Unidade de Saúde Familiar) Uadiana será a seguir, como serão os outros centros de saúde”, acrescenta.
A diretora clínica da ULSNA revela que, dentro do grupo de pessoas que poderiam ser agora vacinadas, da Unidade de Saúde Familiar Amoreira algumas recusaram, sendo que os acamados vão receber a vacina numa outra fase.
Os lares do concelho, explica ainda a médica, já concluíram, ou estão prestes a terminar, o processo de vacinação, à exceção das instituições de Terrugem e Barbacena, tendo em conta os surtos registados. No lar da Terrugem, a vacinação inicia-se esta sexta-feira. “Tudo está a ser feito de uma forma organizada e tem corrido sempre bem”, garante.
Já o coordenador municipal de Proteção Civil em Elvas, Tiago Bugio, lembra que o processo piloto de vacinação, destas 850 pessoas, conta com todo o apoio logístico do município. “Temos dados todo o apoio, em termos logísticos, que a ULSNA necessita: primeiro com a infraestrutura, depois com a montagem de espaços em que será administrada a vacina, criando um circuito onde as pessoas são rececionadas, onde é medida a temperatura, onde temos uma zona de acolhimento, revela.
No CNT estão cinco enfermeiras, dois médicos e três assistentes operacionais. A PSP, os Serviço de Proteção Civil do Município de Elvas e voluntários da Câmara de Elvas apoiam o processo de vacinação. Os colaboradores do município, para além do apoio prestado aos idosos, tratam da higienização das cadeiras e do espaço, para garantir as máximas condições de segurança.
Entre os idosos já vacinados, encontram-se Albérico Rijo e Francisco Bagulho. O primeiro, de 95 anos, garante que ficou “radiante” por ver que o espaço foi muito bem organizado pela Câmara Municipal, a quem dá os parabéns. “As pessoas com mais idade, como eu, têm possibilidade de estar bem instaladas. Nem está frio aqui”, garante.
“Acho importante para todos nós que as vacinas sejam eficazes, para ver se resolvemos este problema que é gravíssimo para o país”, diz Francisco Bagulho.
A chuva intensa que se fez sentir nos últimos dias provocou diversas inundações em Elvas e deixou mesmo três famílias isoladas na “chapada” do Forte da Graça, já que a ribeira do Cêto subiu o leito e impossibilitou a passagem, como a Rádio ELVAS noticiou (ver aqui). A situação repetiu-se na zona da Quinta das Alpedreirinhas, na estrada de Torre de Bolsa.
Cláudio Carapuça, vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, assegura que “as ocorrências têm sido muitas”, com a Proteção Civil a tentar dar resposta, o mais rápido possível, a todas elas. Em algumas situações “pela sujidade que as linhas de água têm, nos pontões provocam obstáculos e obriga a ter meios mecânicos, como a retroescavadora da câmara, para fazer a limpeza das obstruções, e garantir que o escoamento é feito de forma natural”.
Quanto às pessoas que ficaram isoladas, na zona do Largar dos Frades e na zona das Alpedreirinhas, o vice presidente garante que conseguiram falar com as pessoas, por uma via alternativa, e “estas pessoas preferiram manter-se na sua residência e terem a certeza de que caso algo acontecesse, poderiam garantir o contacto, para por exemplo, por motivos de saúde, o auxilio lhes ser prestado”.
Cláudio Carapuça revela ainda “a limpeza da Ribeira do Cêto estava a ser feira e a empresa deixou as canas na berma da estrada, o que fez com que estas mesmas canas, que se encontravam na linha da água, na berma, para ser limpas, acabaram por ser arrastadas pelo caudal, e nas zonas do pontões provocaram estes obstáculos”, o que originou este tipo de inundações.
O controlo de fronteiras foi reposto no passado dia 31 de janeiro, pelo que a Guarda Nacional Republicana (GNR) tem intensificado o controlo de cidadãos, não só nas passagens autorizadas, mas também nas passagens não autorizadas.
A circulação entre Portugal e Espanha é limitada e apenas permitida em pontos de passagem autorizados, ao transporte internacional de mercadorias, de trabalhadores transfronteiriços e de caráter sazonal devidamente documentados, e de veículos de emergência e socorro e serviço de urgência.
O capitão João Lourenço, comandante do Destacamento Territorial da GNR de Elvas, explica que nesta semana “se verificou um grande aumento de fluxo de rodoviário, de pesados de mercadorias e de ligeiros, algo que era expectável, e na generalidade enquadram-se nas exceções previstas na lei, pelo que este controlo decorre sem incidentes”.
João Lourenço refere ainda que “há algum registo, ainda que pouco significativo, de tentativas de entrada em pontos de passagem não autorizados e é importante que a população perceba que a GNR estará atenta e a controlar estes pontos e reencaminhar para os pontos de passagem autorizados”.
Relativamente aos outros pontos de passagem, não autorizados, o capitão João Lourenço refere que estes “estão devidamente bloqueados, e também existem militares da GNR a vigiar e controlar alguma tentativa de passagem, nestes locais, por parte da população”.
Quem se enquadra nas exceções previstas para passar a fronteira, no Alto Alentejo têm duas hipóteses, ou na fronteira do Caia, ou em Galegos, em Marvão.
A GNR em Elvas intensifica o patrulhamento e controlo de Fronteiras, não só nas passagens autorizadas, mas também nas passagens não autorizadas, como em caminhos municipais.
Temos imagens da Ponte da Ajuda que liga o concelho de Elvas a Olivença, a fronteira do retiro que liga Campo Maior a Badajoz e a fronteira do Caia que liga Elvas a Badajoz.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Elvas está a fiscalizar o confinamento, ao abrigo do Estado de Emergência que vigora no nosso país, com recurso a um drone que emite uma mensagem de aviso para que as pessoas fiquem em casa e cumpram as regras da Direção-Geral da Saúde (DGS).
Na Praça da República, tal como a Rádio ELVAS acompanhou, o drone sobrevoou a área e emitiu a mensagem de alerta à população. O comissário Rui Massaneiro, comandante da PSP de Elvas, explicou que o Comando Distrital da PSP de Portalegre tem dois elementos com o curso de operador de veiculo aéreo não tripulado, ou seja drone, e estão agora “a por em prática a possibilidade destes recursos serem disponibilizados, para que a população sinta a obrigatoriedade de permanecer na sua residência”.
Este drone tem dois operadores da PSP, que o monitorizam, mediante a escolha do local, que deverá ter características adequadas para o manobrar, e neste caso “emite uma mensagem para que a população cumpra as normas da DGS, podendo ser utilizado como filmagem, o que não esta a acontecer”, explica Rui Massaneiro, “uma vez que, para esse efeito teria de ter uma autorização por parte da Comissão Nacional de Proteção de Dados”.
O comandante da PSP de Elvas explica ainda que está planeado que, numa primeira fase, este aparelho sobrevoe o centro histórico da cidade, e numa segunda fase, junto das áreas comerciais onde há maior concentração de pessoas”.
Em Elvas, afirma o comissário, “temos sentido menos fluxo de trânsito e menos pessoas a circular na via pública, todos juntos vamos conseguir vencer esta batalha”.
Já está restabelecido o controlo de fronteira com Espanha no Caia, desde a meia-noite deste domingo, 31 de janeiro, pelo que desde essa hora que os portugueses não podem sair do país.
A Rádio ELVAS esteve em direto no local onde as GNR realiza o controlo de fronteira, conforme apresentamos no vídeo abaixo.
De recordar que, com o agravamento da situação epidemiológica da Covid-19, o Governo determinou a “limitação às deslocações para fora do território continental dos cidadãos portugueses”, em qualquer meio: rodoviário, ferroviário, aéreo, fluvial ou marítimo.
Este controlo é feito, entre outras, na fronteira do Caia, pela GNR e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, em estreita ligação com as autoridades espanholas. João Lourenço, comandante do Destacamento Territorial da GNR de Elvas, explica que os militares vão estar, até dia 14 de fevereiro, a verificar a entrada de pessoas em território nacional, “permitindo apenas as exceções previstas no decreto” do estado de emergência.
Quanto às exceções à entrada e saída do país, apenas serão permitidas as deslocações estritamente essenciais como desempenho de atividades profissionais com dimensão internacional devidamente documentadas; saída do território continental de cidadãos portugueses com residência noutros países; transporte de carga ou correio; para fins humanitários ou emergência médica; transporte internacional de mercadorias, de trabalhadores transfronteiriços ou sazonais e veículos de emergência, socorro e urgência; e deslocações com destino às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
O capitão João Lourenço revela ainda que, às primeiras horas deste novo controlo da fronteira com Espanha, verificava-se “pouco movimento”, apelando à população para que “evite deslocações desnecessárias”.
Entre os oito pontos de passagem permanentes autorizados, 24 horas por dia, encontram-se, para além do Caia, a fronteira entre Marvão e Valência de Alcântara, em Valença (Viana do Castelo), Vila Verde da Raia (Chaves), Quintanilha (Bragança), Vilar Formoso (Guarda), Vila Verde de Ficalho (Beja) e Castro Marim (Faro).
Um ferido leve é o resultado de um despiste de uma viatura ligeira de passageiros, que ocorreu esta tarde de quarta-feira, dia 27, na estrada que liga São Vicente a Santa Eulália, no concelho de Elvas.
Ao que apurámos no local, a viatura ter-se-á despistado e embateu contra um muro. Trata-se de “uma mulher de 52 anos, que foi imobilizada, avaliada e posteriormente foi transportada pelos Bombeiros Voluntários para o Hospital de Santa Luzia em Elvas”, como referiu Nuno Santana, adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Elvas.
Para o local, foram os Bombeiros de Elvas, num total de dez elementos, apoiados por duas ambulâncias, uma viatura de desencarceramento e uma viatura de comando.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Elvas está a desenvolver uma ação de sensibilização e fiscalização na zona circular da cidade, no sentido Boa-Fé, Estádio de Atletismo.
Esta ação está a ser desenvolvida no âmbito do Estado de Emergência que vigora no nosso país, e consequente obrigação de confinamento que existe.
O Comissário Rui Massaneiro, comandante da PSP de Elvas refere que esta ação prevê “fiscalizar os cidadãos e automobilistas, no sentido de aferir se estão a cumprir as regras em vigor”. O comissário relembra que a lei em vigor para o Estado de Emergência no nosso país prevê que “a população deva recolher ao seu domicílio, no entanto existem situações que podem ser justificadas pelos automobilistas e que estão previstas como exceções”. A PSP está neste momento a cumprir a sua missão ao fiscalizar estes condutores, e até à hora da nossa reportagem “não tinha sido detetado qualquer condutor que apresentasse uma justificação que não fosse válida”, revela Rui Massaneiro.
A todos os condutores é exigido um documento que ateste o motivo pelo qual circula na via pública, a maioria, explica o comandante da PSP de Elvas, “circula por motivos profissionais ou para se deslocar ao supermercado, neste caso deve apresentar uma declaração de compromisso de honra, ou o talão das compras.
PSP de Elvas que fiscaliza os os automobilistas, no sentido de perceber se circulam com a devida justificação, numa altura em que a regra é ficar em casa, ou seja o recolhimento domiciliário, salvo algumas exceções previstas na lei.
O novo confinamento geral começou na passada sexta-feira, dia 15 de janeiro, e deverá durar, pelo menos, até meio de fevereiro.
A maioria dos estabelecimentos foi obrigada a voltar a fechar portas, mas alguns, considerados essenciais, mantêm-se abertos. É o caso dos estabelecimentos de venda de animais de companhia e de alimentos e rações.
Em Elvas, na Rua da Feira, a Zoo Shop, mantém-se aberta, até porque, lembra a proprietária, Elvira Henriques, “os animais precisam de comer”. “É um bem essencial para eles”, acrescenta.
Aqui, há ração, não só para cães e gatos, como para coelhos, pássaros, peixes e hamsters. Para além da alimentação, são vendidos na Zoo Shop todo o tipo acessórios para os animais de companhia, como camas e gaiolas, e complementos, como vitaminas.
Elvira Henrique lembra ainda que estes têm sido tempos “difíceis”, sendo que a compra de animais estagnou, sobretudo neste novo período de confinamento. “Cumprimos as regras todas, as pessoas têm que aguardar, mas estamos a atravessar uma época muito complicada”, acrescenta. “Mas fazemos os possíveis para estar abertos o dia todo, das 9 às 19 horas”, revela ainda.
A vacinação contra a Covid-19 nos lares no concelho de Campo Maior teve início na manhã desta sexta-feira, 15 de janeiro, na Santa Casa da Misericórdia.
Ao todo, ao longo do dia de hoje, são vacinadas 92 pessoas: 51 utentes e 41 funcionários.
Na instituição, onde não registou, até à data, qualquer caso positivo de Covid-19, esta “operação era ansiada há muito tempo”, revela Luís Machado, o provedor da Santa Casa de Campo Maior.
“Temos conseguido ter o nosso lar imune e não termos nenhum caso positivo. Tínhamos esperança que começássemos a vacinar os nossos idosos, antes que isso viesse a acontecer”, assegura.
Luís Machado adianta que, a partir de agora, “o paradigma vai ser diferente”, ainda que garanta que as medidas de segurança vão ter de ser mantidas. “Mas já vamos ter um sentimento de algum descanso, em relação aos nove meses que vivemos até agora”, remata.
O arcebispo de Évora, tal como acontece todos os anos, presidiu esta quinta-feira ao Te Deum de Ação de Graças, na igreja da antiga Sé Catedral de Elvas, neste atípico 14 de Janeiro, ferido do concelho, perante um grupo de fiéis muito inferior, comparativamente a outros anos.
“A minha primeira preocupação foi valorizar este dia, a continuidade de tantas e tantas celebrações, que, ao longo dos anos, se têm realizado nesta Catedral. Por causa da pandemia, não haveria a celebração condigna nesta dia 14 de janeiro, na Sé de Elvas, mas nem que fosse para uma pessoa, eu viria”, começa por dizer D. Francisco Senra Coelho.
O arcebispo, em declarações à Rádio ELVAS, lembrou que “a igreja tem consciência da gratidão que deve às pessoas, que ao longo dos tempos fizeram, dando muitas vezes a própria vida, a nossa liberdade acontecer”.
“Não me posso esquecer que há pessoas que, no maior silêncio, trabalham para que Portugal seja uma realidade humana, com fraternidade e solidariedade. Há pessoas que hoje dão a vida por Portugal”, disse ainda D. Francisco Senra Coelho.
Hoje, dia 14 de janeiro, feriado municipal em Elvas e dia em que se assinalam os 362 anos da Batalha das Linhas de Elvas, tendo em conta a pandemia que assola o país e o mundo, as comemoração foram diferentes do habitual.
Foi em silêncio que foram, esta manhã de quinta-feira, içadas ,na Câmara de Elvas, as bandeiras de Portugal, do Município e da União Europeia, pelo presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, vice-presidente Cláudio Carapuça e vereadora Vitória Banco, como uma forma simbólica de assinalar o dia.
Depois do içar das bandeiras, Nuno Mocinha referiu que os 362 anos da Batalha das Linhas de Elvas “muito nos honram e fazem parte do que somos”, pois o ato heroico contribuiu “para a nossa liberdade e para a independência do nosso país”. O presidente lembrou que “hoje são dias diferentes e esta foi assim uma forma diferente de lembrar essas pessoas e a nossa história”.
Nuno Mocinha afirmou que “hoje fizemos o hastear das bandeiras e o que temos mais, no âmbito das comemorações, é o Te Deum de Ação de Graças, na Sé”. Mocinha explicou ainda que a Banda 14 de Janeiro não pôde estar presente “porque não tinha capacidade, uma vez que tem algumas pessoas em isolamento, e também as cerimónias militares não se puderam realizar, devido ao Estado de Emergência em que o país se encontra, no entanto a Câmara não quis deixar de assinalar este dia, que é o dia da cidade e dos elvenses, por isso fica esta recordação”.
O presidente da Câmara de Elvas disse ainda que “deseja saúde a todos, e que este período passe rápido e todos possamos continuar a trabalhar e levar este concelho por diante”, são estes os votos que faz hoje, “neste normal, porque já há muito tempo que vivemos desta forma, com todas as medidas, e o esforço tem que ser coletivo”, relembra.
O Para Y Come celebrou ontem, terça-feira, dia 5, os seus sete anos de existência, na Boa-Fé, em Elvas.
Augusta Coutinho, a proprietária, refere que “têm sido anos muito bons”, uma vez que conseguiram ganhar muitos clientes e a casa tem funcionado bem, sendo que agora devido à pandemia têm menos gente. Augusta tem esperança que continuem “a trabalhar como têm trabalhado até aqui, e a melhorar”, e que a equipa que os acompanha se mantenha, uma vez que a seu ver, “é uma boa equipa”.
José Reis refere que foram sete anos “de muita luta e trabalho, com alturas boas e outras menos boas, com colaboração de empresas e clientes, sendo que o take-away tem ajudado, nesta altura de pandemia, e com uma equipa que dá resposta aos cliente que têm, mas que venham mais sete anos e mais sete, à frente do restaurante”.
Felícia de Cunha e Sá Moutinho, de 101 anos, foi a primeira utente da Santa Casa da Misericórdia do Crato a receber a vacina que confere imunidade contra o novo coronavírus.
Um sinal de esperança no rosto de uma mulher que conta já celebrar os 102 em março.
A munícipe do Crato é apenas uma dos muitos utentes do lar e do município que têm prioridade no acesso ao fármaco durante a primeira fase da processo de vacinação. Este critério de prioridade nacional obedece ao facto de a instituição não ter sofrido qualquer surto da epidemia e de o concelho estar na lista dos que têm mais infetados por mil habitantes
O Crato faz parte da lista dos concelhos em risco extremo de incidência da Covid-19 há várias semanas. Para a contenção da pandemia, o município tem implementado uma estratégia de testagem continuada de determinadas populações mais fragilizadas, entre as quais os idosos residentes em instituições.
Presentes neste ato histórico esteve Joaquim Diogo, presidente da Câmara Municipal do Crato, o deputado Luís Testa, o Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Crato, Mário Cruz e a presidente da União das Freguesias de Crato e Mártires, Flor da Rosa e Vale do Peso, Ana Izabel Merêces.