O bullying corresponde à prática de atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, cometidos por um ou mais agressores contra uma determinada vítima.
O ato de praticar bullying é sempre pensado e premeditado, “ou seja, há uma intenção das coisas acontecerem. Outra grande característica é o comportamento das partes agressoras, que tem sempre um padrão repetitivo. Por outro lado, acontece sempre num quadro de desigualdade de poder porque geralmente há sempre um grupo mais forte contra uma vítima mais fraca”, segundo o agente Paulo Restolho (na foto), do programa Escola Segura da PSP de Elvas.
Por outro lado, há três tipos de agressão: “física, quando envolve agressões com contacto corporal; verbal, quando se chama nomes, praticamente todos os dias, em frente aos outros e a psicológica que acontece quando uma pessoa é colocada de parte e isolada por um grupo”.
O bullying pode ser praticado em diversos contextos, desde a escola ao trabalho ou ainda no seio familiar.
O bullying é o tema da edição desta semana do programa “Elvas + Solidária” com o agente Paulo Restolho, do programa Escola Segura da PSP de Elvas.
Foi em plena pandemia, em julho do ano passado, que Tânia Cunha decidiu abrir a Lav&Sec ao público, na Avenida António Sardinha, em Elvas.
Lav&Sec é um serviço que permite que qualquer pessoa lave e seque a sua roupa, tendo ao seu dispor máquinas de lavar com diferentes capacidades: de dez, 12 e 16 quilos.
A loja conta, para além das três máquinas de lavar, com duas de secar, sendo que o espaço e os próprios equipamentos são desinfetados várias vezes ao dia. Para além de bancos, para os clientes esperarem a lavagem da sua roupa, têm ainda uma televisão, Wi-Fi e uma máquina de café ao seu dispor.
Mais recentemente, outros serviços foram acrescentados: o de costura e o de engomadoria. A Lav&Sec funciona das sete da manhã à meia-noite, todos os dias da semana, no verão. No inverno, a loja abre às 8 e encerra às 22 horas.
Tânia Cunha é a convidada desta quarta-feira do programa “Retoma da Economia”, emitido na Rádio ELVAS, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas. A entrevista, na íntegra, para ouvir aqui:
A Guadiluso está localizada na Avenida da Europa, em Elvas, desde 2006.
Bruno Germano, o proprietário, refere que a empresa nasceu da oportunidade de criar a sua própria empresa, nesse ano, e do facto de trabalhar anteriormente no ramo de venda de peças para automóveis. Já há dois anos, em Campo Maior, abriu uma outra loja, devido à “necessidade de mercado que já lá existia há algum tempo”.
No total, os funcionários da Guadiluso são seis: cinco em Elvas e um em Campo Maior. A empresa dedica-se a todo o comércio relacionado com peças para automóveis, camiões e tratores, sendo que “90% da faturação provém da venda de peças e acessórios para automóveis. No entanto, Bruno Germano adianta que os clientes chave são as oficinas, às quais também prestam formações e planos de assistência técnica.
A Guadiluso está hoje em destaque no programa “Retoma da Economia”, na Rádio ELVAS, um programa com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
Pode ouvir a entrevista completa a Bruno Germano, proprietário da Guadiluso, aqui:
Na edição desta segunda-feira, 17 de maio, do programa “Retoma da Economia”, está em destaque o restaurante Acontece, na Avenida Garcia de Orta, em Elvas.
O estabelecimento de Rui Andrade (na imagem) está aberto, nas atuais instalações, no antigo stand de Salvador Caetano, desde junho de 2017, sendo que o espaço sofreu, por essa altura, uma profunda remodelação. O projeto, com assinatura do proprietário, que também se dedica à arquitetura e à decoração, alia a gastronomia à arte, sendo que, no restaurante, se destacam as pinturas do artista Tiago Cutileiro e uma peça dos Jogos Olímpicos de 2012.
No Acontece, a ementa faz-se sobretudo de uma cozinha de autor. Entre os pratos confecionados, Rui Andrade destaca o atum, de diversas formas, para além do bacalhau dourado e o bife Wellington.
Durante estes períodos mais conturbados, devido à pandemia, o Acontece esteve encerrado por três vezes: duas nos períodos de confinamento decretado pelo Governo e outra devido ao facto de ter surgido um caso de infeção por Covid-19 entre os funcionários do restaurante.
A entrevista completa a Rui Andrade, na edição de hoje do programa “Retoma da Economia”, na Rádio ELVAS, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, para ouvir aqui:
Tal como noticiámos anteriormente, Nuno Mocinha é candidato do Partido Socialista (PS) à Câmara Municipal de Elvas.
O facto de ser “elvense e gostar do concelho e da cidade foi um dos fatores que me levaram a recandidatar. O projeto ainda não está terminado e, por isso, faz todo o sentido. Sendo que temos de ter consciência que me estou a recandidatar ao último mandato possível em termos legais”, garantiu esta sexta-feira, dia 14, em entrevista na Rádio ELVAS.
Quanto aos restantes elementos da lista, o candidato garante que, “em momento oportuno, serão conhecidos os candidatos. As listas ainda não estão terminadas e só o que foi confirmado pela Concelhia de Elvas foi o candidato à presidência da câmara”.
Nuno Mocinha em entrevista na Rádio ELVAS onde falou sobre a sua recandidatura e balanço do mandato. Veja o vídeo aqui:
Entrou em vigor, no passado dia 8 de abril, um regime excecional de pagamento faseado de dívidas à Segurança Social. Essas dívidas, contudo, não podem ter chegado ainda a tribunal.
“As entidades contribuintes que tenham dívidas de contribuições, cotizações ou juros de mora, relativos a contribuições ou cotizações à Segurança Social, podem requerer o respetivo pagamento em prestações, se a sua dívida por regularizar não se encontre em fase judicial e quando o acordo abranja a totalidade da contribuição ou das cotizações”, explica Maria Inês Alvarenga, jurista na delegação de Évora da Associação para a Defesa do Consumidor, na edição desta semana da rubrica da DECO.
A jurista revela ainda que, para poder solicitar este pagamento faseado, os interessados podem fazê-lo diretamente no site da Segurança Social Direta. “Tem lá o próprio link, que permite às pessoas acederem a este requerimento e dar início ao gozo deste benefício”, adianta.
O pagamento da dívida pode ser autorizado, no máximo, de seis prestações mensais, podendo ser alargado até 12 meses, quando o valor total da dívida abranja um valor superior a 3.060 euros.
A Funerária Rente está localizada na Rua da Feira, em Elvas, desde 1977, altura em que o fundador, Mário Rente, instalou a empresa neste local.
Neste momento são os filhos de Mário Rente os sócios-gerentes da empresa, sendo que também uma terceira geração já trabalha no negócio.
Quanto ao nível de serviços prestados, Sérgio Rente, funcionário da empresa explica que são realizados funerais, trasladações, cremações, venda de artigos religiosos, de arte sacra, e é também fornecido ao cliente o contacto dos fornecedores de mármore e pedras.
Sérgio Rente considera que quem procura os serviços da Funerária Rente “não são nossos clientes, são nossos amigos, temos feito um bom trabalho, e há solidariedade nos momentos difíceis, que se vivem na situação lutuosa”.
“As pessoas procuram pelo apoio e amizade e nós tentamos que as pessoas tenham um luto mais amenizado, sintam que tem alguém com quem podem contar nestes momentos”, refere ainda Sérgio Rente.
A Funerária Rente está em destaque no programa de hoje “Retoma da Economia”, um programa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
Pode ouvir a entrevista completa a Sérgio Rente aqui:
O Consórcio “As Crianças Primeiro”, formado por várias associações do Reino Unido, Grécia, Chipre, Lituânia e Itália, e financiado por fundos comunitários, está a promover um concurso, para jovens de todo o mundo, entre os 12 e os 18 anos, sobre a visão que estes têm sobre a temática da violência no namoro, na adolescência.
Os jovens interessados em participar devem fazê-lo através de um contributo artístico sobre o tema, sendo que, de acordo com Ana Pereira do Europe Direct Alto Alentejo, não “há limite à forma de criação e expressão”. “Pode ser uma pintura, uma ilustração, uma banda desenhada, pode ser também um vídeo de um pequeno teatro, uma performance, fotografia”, explica.
A candidatura pode ser individual ou em grupo, sendo que, com este concurso, pretende-se colocar os jovens a pensar e a falar sobre o tema. “É importante que até mesmo nas escolas, nas suas turmas, os jovens debatam este tema, porque é, de facto, um assunto bastante sério e preocupante e com uma dimensão maior que aquilo que nós imaginamos, infelizmente”, acrescenta Ana Pereira.
As candidaturas encontram-se abertas até dia 31 deste mês, sendo que, os pais ou encarregados de educação dos menores, devem assinar e permitir a participação dos seus educandos no concurso, através de um formulário.
Os vencedores receberão o prémio num dos países que integram o Consórcio “As Crianças Primeiro”, ainda a definir, numa cerimónia oficial.
A loja Lanidor, aberta ao público, na Rua de Alcamim, em Elvas, desde dezembro de 2014, está, há cerca de cinco anos, aos comandos de Gertrudes Pimenta (na imagem), ainda que tenha sido sempre a responsável pela loja.
Agora proprietária do negócio, Gerturdes Pimenta confessa que a loja sofreu “bastante” com o primeiro confinamento. “Depois, durante o resto dos meses de 2020, foi muito bom. Tivemos muitos turistas em Elvas e tive muitos clientes de fora”, conta. “Temos outro confinamento e piorou tudo, mas agora, neste recomeço, está a correr muito bem”, confessa.
A Lanidor, em Elvas, vende apenas roupa de senhora, tendo disponível apenas um tamanho de cada peça. Durante os períodos de confinamento, revela ainda Gertrudes Pimenta, a venda através da página de Facebook, foi também uma mais-valia. O cliente-alvo da Lanidor é sobretudo de Elvas, Campo Maior, Vila Viçosa e Estremoz.
Gertrudes Pimenta é a convidada desta quinta-feira do programa “Retoma da Economia”, emitido na Rádio ELVAS, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas. A entrevista, na íntegra, para ouvir aqui:
Em caso de acidente ou doença súbita, as pessoas devem ligar o 112: uma chamada que é gratuita e que está acessível de qualquer ponto do país, a qualquer hora do dia, sendo atendida pela PSP e pela GNR, nas Centrais de Emergência.
Deve-se ligar o 112, assegura o agente coordenador da Escola Segura da PSP de Elvas, Rui Enes (na foto), na edição desta semana do programa “Elvas + Solidária”, sempre que se tratar de um pedido de ajuda “verdadeiro”. “Em qualquer emergência, podemos utilizar o número 112: acidentes de automóvel, qualquer pessoa que, no trabalho, tenha um acidente e fique ferida, um incêndio”, explica.
Ligar para o 112 por mera brincadeira é considerado crime, revela o agente. “É crime e é passível de ser punido com pena de prisão ou multa”, explica. “Sempre que uma linha está interrompida por brincadeira, nesse exato momento, pode haver uma pessoa que precisa realmente de ajuda e que vai ficar em espera”, alerta. Rui Enes revela ainda que qualquer telefone ou telemóvel serve para ligar para o 112, mesmo que bloqueado.
Por norma, a PSP alerta os jovens para não ligarem, por brincadeira, para o 112, revelando ainda que, em caso de engano, deve-se deixar a chamada tocar até ser atendida, para explicar que é, precisamente, um engano.
O 112 é o Número Europeu de Emergência, sendo comum, para além da saúde, a outras situações tais como incêndios, assaltos ou roubos.
A Tasquinha Alentejana, localizada na Avenida 14 de janeiro, em Elvas, nasceu há sete anos, por José Gervásio.
Inicialmente este espaço funcionava como bar, “com música e com a juventude”, estando aberto, muitas vezes até às quatro da manhã, revela José Gervásio, que recorda ainda “as grandes festas noturnas que ali aconteciam”.
Passado uns anos deixou de ter bar e passou a funcionar apenas como restaurante, o cliente espanhol começou a aparecer e a parte da restauração começou a evoluir, e a abertura do hotel “foi extraordinária para o negócio”.
O espaço conta com pratos típicos da região, como as sopas tradicionais, açordas, migas, bacalhau, entre outros; mas não só, há música ambiente e uma decoração caraterística do Alentejo, sobre isto o proprietário afirma “sou alentejano mesmo, corre-me nas veias e sempre gostei muito desta parte, dos detalhes do artesanato”
A Tasquinha Alentejana está hoje em destaque no programa “Retoma da Economia”, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
O restaurante-marisqueira El Cristo nasceu em Elvas, em 1977, pelas mãos dos pais de Miguel Mendão (na foto), atual proprietário do estabelecimento, que, entretanto, já se estendeu a Vilamoura e Tróia.
Durante este período de pandemia, o El Cristo, de acordo com Miguel Mendão, sofreu um pequeno abalo, sendo que acabaram por “despertar novas ideias em termos contabilísticos”. “Foi uma aprendizagem, este último ano”, garante ainda.
O El Cristo, situado junto ao Santuário do Senhor Jesus da Piedade, em Elvas, destaca-se pela qualidade do peixe e marisco servido, sendo que, por esta altura, o serviço de take-away ganhou uma outra expressão no negócio.
O programa “Retoma da Economia”, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, de hoje, com Miguel Mendão, para ouvir na íntegra, aqui:
Tratar do IRS é uma obrigação fiscal, mas também uma forma de ajudar uma vez que a consignação do IRS permite que os contribuintes utilizem o seu imposto para apoiar entidades de cariz social, ambiental ou cultural.
“Através da consignação do IRS, o consumidor pode atribuir a uma entidade 0,5% do IRS liquidado. Assim, em vez do IRS ficar todo nas mãos do Estado, uma parte é canalizada pelo próprio Estado para a causa que escolher apoiar”, como nos referiu Maria Inês Alvarenga (na foto), jurista na delegação de Évora da DECO.
Desde 2019, a consignação do IRS e do IVA pode ser efetuada em dois momentos: até 31 de março, antes da época de entrega do IRS, e entre 1 de abril e 30 de junho, durante o período declarativo.
O bar do Clube Escola de Ténis de Elvas conta, desde meados de Abril, com a gerência de Elsa Bagorro e Helena Maria. Um espaço renovado e com uma vasta área de esplanada para receber os clientes.
Na edição de hoje do programa Retoma da Economia, Elsa Bagorro referiu-nos que já está ligada à restauração “ há cerca de seis anos; tínhamos outro bar e, depois de surgir este convite, aceitámos logo. A principal razão que nos levou a aceitar foi a esplanada e tendo em conta as novas condições do espaço, atrevo-me a dizer que este bar é dos melhores sítios da cidade para estar”.
“Tendo em conta a questão da pandemia, a pessoa agora procura é esplanada, sol e rua, algo que conseguimos juntar no mesmo espaço. No que diz respeito aos nossos petiscos, contamos, entre outros, com pica-pau, pezinhos de coentrada, ovos mexidos com farinheira, tirinhas de frango com vitamina C, escondidinho de frango, moelas de coentrada ou com tomada e muitos mais. Têm que aparecer e experimentar”, referiu.
O bar do Clube Escola de Ténis funciona entre as oito da manhã e as dez da noite.
O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas e pode ser ouvido na íntegra, aqui:
A Gold Energy é uma empresa que já tem alguns anos e aposta nos contratos de eletricidade e gás. No mês de abril, a Gold Energy abriu uma loja em Elvas que conta com o atendimento do lojista e sócio da empresa Marco Santos.
Na edição de hoje do programa Retoma da Economia, Marco Santos refere que a Gold Energy “acrescenta uma maior diversidade no que diz respeito aos preços da eletricidade com excelentes campanhas para início de contrato e para quem quer trocar de comercializador. Acima de tudo, esta é uma empresa que se preocupa bastante com o ambiente uma vez que toda a energia que é consumida e vendida aos clientes é 100 por cento verde”
A Gold Energy estabelecu como ambição a abertura de “lojas por todo o país e o objetivo é estabelecer proximidade com o cliente, dando uma maior ajuda naquilo que mais precisam”, garantiu Marco Santos.
A Gold Energy, na Rua Arco da Praça, em Elvas, funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 12.30 e das 14 às 17.30 horas.
O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas e pode ser ouvido na íntegra, aqui:
As birras são comuns nas crianças, com as quais os pais têm de lidar, quase que diariamente. O psicólogo clínico, normalmente, desenvolve estratégias para ajudar os pais a lidar com estas situações.
No programa “Elvas + Solidária” desta semana, Joana Batata, psicóloga clínica na APARSIN explica que, as birras ocorrem quando a criança sente que perde o controlo da situação. Nas birras que ocorrem de manhã, com a escolha da roupa, uma das estratégias que pode ser utilizada “é oferecer escolhas à criança, por exemplo na escolha da roupa, que fomenta a autonomia e responsabilidade sobre a decisão”.
Outra das estratégias indicadas por Joana Batata é “fazer com que a criança perceba que existem comportamentos corretos e incorretos, ou seja, fazer uma psico educação, para que a criança reflita acerca dos mesmos”. Assim, os pais podem recorrer a smiles e através dos mesmos, “pedir à criança que identifique reação dos pais, perante a sua birra, através de um smile, pode-se colocar apenas os olhos, e pedir à criança para colocar a boca consoante a reação que provocou nos pais, se felicidade ou tristeza”. Esta situação fará com que a criança perceba que “as suas atitudes despertam sentimentos nos pais”.
Utilizar frases simples, sem grande argumentação e dar reforços positivos em vez de construir frases na negativa é outra das estratégias da psicóloga Clínica da APARSIN. Joana Natata exemplifica que, por exemplo, no supermercado, em vez de dizer: “não corras, deve dizer-se: olha, aqui temos que andar devagar, para que a criança perceba qual o comportamento mais adequado em determinado local”.
As estratégias para lidar com birras nas crianças é o tema em destaque esta semana no programa “Elvas + Solidária”, que pode ouvir, na emissão ao meio-dia e meia e às 16.30 horas.
O stand da Nissan Boutigest encontra-se na Avenida Europa, em Elvas, há 30 anos. Este espaço conta com toda a gama de veículos da marca Nissan, no salão de exposição, seminovos de todas as marcas e um serviço de pós venda na área de oficina e peças.
Na edição desta semana do programa Retoma da Economia, José Manuel Pires (na foto), administrador do concessionário, refere que têm preparadas “campanhas de descontos até seis mil euros nos carros novos, para assinalar a retoma da atividade. Por outro lado, estamos a desenvolver um concurso nas redes sociais para assinalar o lançamento no novo Qashqai e, paralelamente, nos serviços de pós venda temos uma grelha de descontos bastante apelativa”.
O stand da Nissan Boutigest, em Elvas, funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas e ao sábado de manhã.
O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
A empresa Novex Lda. está em Elvas desde 1978. Criada por Abel Cortes, o seu irmão e a sua mulher, a Novex abriu inicialmente no nº 2 do Arco da Praça. Atualmente, tem já três lojas no Centro Histórico de Elvas.
Na edição de hoje do programa Retoma da Economia, Abel Cortes apresenta esta empresa que se destina à venda de toda a gama de têxteis para o lar, desde jogos de cama a jogos de banho, passando por toalhas de mesa e pijamas.
A Novex emprega atualmente nove pessoas, divididas pelas três lojas situadas entre a Rua de Olivença e a Rua da Carreira.
As três lojas passaram por um período de encerramento de quase três meses, devido à pandemia. “As coleções tiveram que ser alteradas e o stock acaba por ficar acumulado nas lojas. Até a receção da coleção de verão fica condicionada porque vai acabar por chegar mais tarde”, referiu-nos Abel Cortes que se mostra bastante receoso quanto aos “próximos tempos”.
O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas e pode ser ouvido na íntegra, aqui:
Teresa Jesus (na foto), esteticista com o seu salão na Rua de Olivença, em Elvas, começou bem cedo a trabalhar, com apenas 13 anos, na área. Depois de uma longa experiência, a trabalhar por conta de outrem, Teresa Jesus decidiu arriscar num negócio em nome próprio.
Após 14 anos com um salão na Rua dos Chilões, há cerca de quatro que decidiu mudar-se para umas outras instalações, onde se encontra atualmente.
“Gostava de ser cabeleireira”, confessa, mas foi sempre enquanto esteticista que trabalhou. Ao longo dos anos procurou realizar algumas formações na área, acabando por ter clientes que usufruem dos seus serviços “há muitos anos”. Para além de unhas e maquilhagem, Teresa Jesus faz também depilação.
Tendo em conta as restrições impostas pela pandemia, Teresa Jesus esteve fechada mais de dois meses, sem receber qualquer apoio, a não ser a oferta de um mês de renda, por parte do seu senhorio. “No mês de fevereiro, ele disse-me logo que não ia pagar, o que foi excelente”, assegura.
O salão de Teresa Jesus funciona de terça-feira a sábado. As marcações podem ser feitas pelo 938 130 753.
Teresa Jesus é a convidada desta sexta-feira do programa “Retoma da Economia”, emitido na Rádio ELVAS, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
Foi há três anos, que Mafalda Matos abriu a S&A Boutique, na Rua da Carreira, em Elvas.
Segundo a proprietária, este “era um sonho antigo”. Antes de abrir o seu próprio estabelecimento, trabalhou por conta própria, há 15 anos, em salões de cabeleireira, depois optou então, por abrir o seu próprio negócio.
A S&A Boutique conta com gabinete de estética e também com a parte de boutique. Relativamente ao serviço de estética, como explica Mafalda Matos, “funciona por marcação e contempla depilações, pedicure, manicure e verniz gel”.
Já ao nível da Boutique, vende “todo o tipo de complementos e acessórios de moda para senhora, e roupa para todas as faixas etárias, incluindo tamanhos grandes, uma vez que, “ultimamente havia muita procura e não havia muita oferta”. Ultimamente, apostou na venda online, através do facebook, sendo não está toda a coleção disponível e quem trata da gestão desta rede social é a sua filha, que vai respondendo às clientes.
Para Mafalda Matos, a pandemia foi vivida “com medo e muito medo, do que viria e do que possa vir a acontecer”, a proprietária refere que “trabalhamos mas não sabemos se voltamos ao mesmo”, relativamente ao confinamento, “e conseguimos dar a volta”. No primeiro confinamento e agora também no segundo a nova coleção relativa à estação seguinte tinha acabado de chegar e ficou por vender, no entanto Mafalda tentou “personalizar algumas peças para que fossem ainda vendidas”.
Mafalda Matos refere que o facto de as fronteiras estrem encerrados é uma oportunidade para o negócio, porque como refere “quando abrirem as pessoas vão comprar a Badajoz, tenho clientes que vêm à cidade e desconheciam a existência da loja, porque normalmente não vêm e vão para Badajoz”.
A proprietária da S&A Boutique adianta que “não temos mais oferta porque não temos clientela para isso, se as pessoas viessem ao comércio local, havia mais aposta e mais investimento”, e apela ainda à população de Elvas “para que visitem as lojas do centro histórico, que o comércio local agradece”.
O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
Atualmente é inegável a importância do brincar no desenvolvimento social, emocional e cognitivo da criança.
O ato de brincar permite “à criança vivenciar diversas experiências e adquirir capacidades essenciais para o seu desenvolvimento”, como nos referiu Inês Ferreira (na foto), psicomotricista na Associação Portuguesa de Apoio e Reabilitação Sénior de Intervenção Neurológica (APARSIN) de Elvas.
A técnica dá um exemplo relacionado com o período de tempo que a criança tem para adquirir algumas capacidades: “por exemplo, temos uma casa e precisamos recheá-la para ela focar bonita e funcional. No entanto, existe um determinado período de tempo para colocar la dentro os materiais. Quando terminar este tempo, os materiais já não conseguem entrar nesta casa. É assim que acontece com o desenvolvimento das crianças. Temos um período sensível, que vai do primeiro aos quatro anos de vida, para estimular a motricidade fina. Se não for feito esse trabalho a crianças vai ter mais dificuldades em, por exemplo, escrever”.
Inês Ferreira garante que o facto das crianças brincarem cada vez menos “traz consequências muito negativas, como a obesidade, os medos e a descoordenação motora”.
Os benefícios do brincar são inesgotáveis e como tal é muito importante que os pais não se esqueçam de definir na agenda da criança um espaço diário para simplesmente brincar.
A importância do brincar no desenvolvimento infantil é o tema do programa Elvas Mais Solidária de hoje para ouvir, com Inês Ferreira, psicomotricista na Associação Portuguesa de Apoio e Reabilitação Sénior de Intervenção Neurológica (APARSIN) de Elvas.
Foi há 35 anos que Mário Silva Gomes começou com uma empresa no ramo da ourivesaria/relojoaria, na Rua Morais Coelho, depois foi o seu filho, José Manuel Gomes, e atual proprietário da Ourivesaria Gomes, que seguiu as pisadas do pai no negócio, ficando a assumir os comandos do mesmo.
A Ourivesaria Gomes está localizada na Rua da Carreira, no centro histórico de Elvas e presta vários serviços ao nível de ourivesaria e relojoaria. José Manuel Gomes explica que fazem “várias reparações de prata, ouro e relojoaria e vendem todo o tipo de artigos de relojoaria ourivesaria”. O proprietário explica que o seu cliente é maioritariamente da cidade e região.
São três os funcionários da Ourivesaria Gomes, e para José Manuel Gomes, o que distingue o seu negócio é o nível de serviços e o atendimento personalizado, “tratamos bem o cliente”, refere.
Relativamente à pandemia, para o proprietário da Ourivesaria Gomes, “o não abrir foi muito complicado a nível económico, mas superámos, vamos tentar ver se não voltamos a confinar”, uma vez que neste segundo confinamento as “quebras rondaram entre os 40 e 50%”. Questionado sobre os apoios recibos, refere que os únicos que recebeu foram da segurança social, relativos ao lay-off dos funcionários.
Para já, a Ourivesaria Gomes apenas vende na loja física, sendo que ainda este ano passará a estar disponível também nas plataformas digitais.
Como objetivo futuro, José Mauel Goes refere que é objetivo “tentar levar isto para a frente, com boa disposição e que os clientes apareçam, porque esta reabertura foi muito boa, as pessoas tinham ânsia de por a pilha no relógio e comprar alguma coisa”
O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
Aberta ao público há cerca de oito anos, na rua de São Lourenço, em Elvas, a Agência Funerária Carranca, ao contrário de muitos outros setores e serviços, viu-se com mais trabalho que o habitual, durante este período de pandemia.
“Sobretudo em janeiro, mas também em fevereiro, tivemos mais trabalho, o que é bom, para que uma empresa como a minha possa trabalhar”, comenta o proprietário da agência, Adelino Carranca, que conta, na edição de hoje do programa “Retoma da Economia”, que iniciou o negócio, em nome próprio, em dezembro de 2013, depois de ter ficado desempregado. “Em janeiro deste ano fizemos mais do dobro dos funerais de janeiro do ano passado”, diz ainda.
Por esta altura, aquilo que tem sido mais difícil, no trabalho diário, prende-se com o facto das pessoas, devido às restrições, estarem impedidas de realizar os tradicionais velórios. “As famílias não se puderem despedir é muito doloroso”, garante.
No agência, Adelino Carranca conta com o apoio de dois funcionários, para além da sua mulher, Carla Carranca. Carla, que só se juntou ao marido, recentemente, é agora a responsável pela parte mais burocrática do negócio.
Funerais, cremações e transladações de corpos são os principais serviços prestados por esta agência funerária, que está disponível, para além do espaço físico, na rua de São Lourenço, através da internet e dos telefones 268 621 026 e 926 563 934.
O programa completo, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, para ouvir, na íntegra, aqui:
A Cafetaria Real, de João Real, está localizada na Rua da Carreira, em Elvas, há cerca de 34 anos.
É um espaço acolhedor, com capacidade para dez pessoas sentadas, devido à pandemia, e que se dedica à confeção de refeições ligeiras, como baguetes, cachorros e bifanas, além de servir o tradicional café e toda a parte de pastelaria.
João Real, proprietário do espaço, referiu-nos, na edição desta segunda-feira do programa Retoma da Economia, que surgiu ligado a esta cafetaria “aos 16 anos quando decidi que já não queria estudar. O meu pai encaminhou-me para este ramo e eu cá me orientei até hoje”.
Em tempo de pandemia, João Real assume que “os últimos tempos têm sido muito complicados. Eu tenho a sorte de estar num espaço próprio, sem ter que pagar renda porque se tivesse que o fazer não sei como seria. O centro histórico está cada vez com menos pessoas. Há pessoas que, desde o confinamento, nunca mais vi. Parece que as pessoas acabam por criar rotinas e acabaram por se habituar a beber café em casa e já não se deslocam a esta zona da cidade”.
O programa completo, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas, para ouvir, na íntegra, aqui:
A GV – Relojoaria e joalharia está, desde 2013, localizada na Rua da Carreira, em Elvas.
O proprietário, Francisco Gouveia revela que dois anos antes, a GV esteve noutro local da cidade, tendo depois mudado para o localização atual.
A GV surge, pelas mãos de Francisco Gouveia, depois de “perceber que havia espaço para esta atividade na cidade, devido a anteriores trabalhos e aos conhecimentos obtidos nas várias atividades comerciais, que desenvolveu”, revela, olhando para esta atividade “de forma positiva, onde viu uma oportunidade”.
Também em 2013 abriu uma outra loja em Faro, e em 2020, na Galeria Comercial de um hipermercado de Elvas. Francisco Gouveia classifica a experiência vivida, no ramo, como “boa a todos os níveis”.
Ao nível dos serviços prestados, o proprietário refere que tentam ser “o mais abrangente possível, com serviço de pós venda, assistência de reparações de joalharia e relojoaria, compra de metais usados, e contam ainda com uma “vasta oferta de marcas nacionais e internacionais ao nível de relojoaria e ourivesaria, tentando também ser o mais abrangente possível, a nível de preços”. “Chegamos a todo o tipo de público”, diz Francisco Gouveia.
Neste momento são quatro os funcionários da GV, todos da família, pelo que o negócio conta já com duas gerações a trabalhar no mesmo.
No ano passado, com a pandemia, foi apanhado “de surpresa”, mas como explica Francisco Gouveia, “conseguimos suplantar com a ajuda dos parceiros e conseguiu-se ultrapassar, este segundo confinamento, logo no início do ano, foi mais complicado, em termos de gestão de tudo, ou seja, os encargos nesta fase são referentes ao melhor trimestre do ano, e este é o pior, a nível de faturação, e coincidiu com uma altura muito complicada”.
Os três estabelecimentos estiveram encerrados e, “não houve, neste segundo confinamento tantas facilidades ao nível dos impostos e de fornecedores”, adianta o proprietário da GV, em Elvas.
Quanto aos apoios por parte do Governo, foram relativos ao lay-off de duas funcionárias, em meio mês de janeiro e mês de fevereiro, havendo ainda, este ano, e este ano houve a agravante de que, este foi o ano em que mais pagaram ao nível de impostos.
A aposta na venda online, já existia antes da pandemia, “mas a realidade em termos práticos deste tipo de venda não é específica para a empresa”, diz Francisco Gouveia. No entanto, essa “foi a única forma de funcionar ao nível do confinamento”, e continuam a prestar serviço de entregas ao domicílio, no âmbito de encomendas online. Neste momento entrou uma pessoa licenciada na área do e-commerce, o que irá permitir mais expressão a esta atividade online.
Face á pandemia, há “esperança, vontade de seguir em frente e continuar a oferecer serviços e produtos de qualidade ao mercado”, garante Francisco Gouveia.
O programa “Retoma da Economia” tem o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
Deolinda Coelho (na foto) é proprietária de uma loja com o mesmo nome e que se dedica à venda de artigos portugueses, desde a louça aos talheres, entre outros.
Este espaço surgiu há cerca de 40 anos quando Deolinda trabalhava como funcionária da loja. Quando o antigo proprietário decidiu deixar a loja, Deolinda decidiu ficar por conta própria pelo gosto que sempre teve de “estar ligada ao comércio e falar com as pessoas. O período em que estivemos a vender ao postigo foi muito complicado porque nós conhecemos toda a gente e as pessoas gostam de entrar e ver o que há na loja”.
A loja de Deolinda Coelho, situada na Rua da Carreira, está aberta das 9 às 19 horas, em períodos normais de segunda-feira a domingo. Deolinda Coelho garante que “o problema do negócio, em tempo de pandemia, é a fronteira fechada. Os elvenses compram e gostam de ajudar mas a compra maior é sempre feita pelo turista, mais concretamente pelo espanhol, porque nós temos muitas recordações da cidade.
A loja de Deolinda Coelho está em destaque na edição de hoje do programa Retoma da Economia que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
A Guarda Nacional Republicana, através da secção de prevenção criminal e policiamento comunitário, desenvolve um trabalho de proximidade junto da população, sobretudo da mais idosa.
A Covid-19 acarreta algumas medidas de segurança, por parte dos militares da GNR, “como o distanciamento social, mas mesmo assim as visitas aos idosos isolados têm acontecido”, como nos referiu o guarda principal Luís Ramos (na foto), da secção de prevenção criminal e policiamento comunitário do Destacamento de Elvas da GNR.
Um dos alertas que é feito pelos militares da GNR está relacionado com as burlas a idosos. O guarda principal Luís Ramos aconselha os ouvintes a “tentar manter as portas e as janelas sempre fechadas, não deixem entrar pessoas desconhecidas, não abram a porta sem saberem que é e não demonstrar que estão sozinhos”.
O guarda principal Luís Ramos, da secção de prevenção criminal e policiamento comunitário do Destacamento de Elvas da GNR, é o convidado na edição desta semana do programa Elvas Mais Solidária.
A retrosaria Entrelinhas, situada na Rua da Carreira, em Elvas, de Paula Carvalho (na foto), está aberta ao público há já 12 anos, ainda que, durante algum tempo, esteve na Rua da Feira, onde foi inaugurada.
O negócio, de acordo com a proprietária, foi aberto numa altura em que ficou desempregada. “Era uma área que eu gostava e decidi arriscar, com a ajuda do Centro de Emprego”, revela Paula, que adianta que foi com umas tias que aprendeu a fazer croché e tricot. Mais tarde, aprendeu ponto cruz.
De início, Paula teve de fazer “um investimento grande”, para poder abrir a sua loja, tendo enfrentado “um arranque complicado”. O negócio, desde então, tem enfrentado vários altos e baixos, ainda que os clientes deste estabelecimento sejam quase sempre os mesmos e aos pedidos dos quais Paula tenta corresponder sempre da melhor maneira.
Desde o ano passado, que a maior procura na Entrelinhas tem sido por tecidos para produzir máscaras caseiras de proteção, tendo em conta a pandemia Covid-19. Ainda assim, na retrosaria, encontra-se à venda “botões, linhas, colchetes, molas, elásticos, lãs, linhas e tudo o que é fitas, rendas, galões”. A aposta mais recente é em fio de macramé.
A retrosaria Entrelinhas, de Paula Carvalho, está em destaque hoje no programa “Retoma da Economia”, na Rádio Elvas. Este programa conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
O Atelier das Flores, de Felismina Calado, está instalado na Rua Rossio do Meio nº10-A, na Fonte Nova, em Elvas, e está em destaque no programa de hoje Retoma da Economia.
Felismina Calado referiu-nos que começou “a trabalhar no mundo das flores por influência de um casal de Estremoz e foi ai que aprendi esta arte. Depois, trabalhei noutro espaço durante 14 anos e após ter sido despedida decidi arriscar. Aqui o ditado fecha-se uma porta, abre-se uma janela faz todo o sentido porque acho que se não tivesse sido despedida não tinha arriscado”.
O Atelier das Flores dispõe de todo o tipo de plantas, flores secas e naturais e serviço de decoração para eventos, como casamentos e batizados. Felismina Calado garante que os trabalhos que faz “resultam da experiência de uma vida”.
O atelier das flores está localizado na Fonte Nova, em Elvas, e funciona de segunda a sexta-feira, entre as 9 e as 13 e das 15 às 19 horas. Ao sábado o atelier está aberto das 9.30 às 13.30 horas.
O programa Retoma da Economia conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
A Lebróptica, localizada na Rua de Olivença, em Elvas é a empresa em destaque esta segunda-feira, dia 19, no programa “Retoma da Economia”.
Com 30 anos de atividade, a Lebróptica, foi criada por Alberto Lebre, pai de António José Lebre, atual proprietário. Inicialmente a empresa estava localizada na Rua da Feira e, há cerca de quatro anos, mudou a sua localização para a Rua de Olivença, “por uma questão estratégica”, revela António José Lebre.
O proprietário explica que a Lebróptica surge na experiência que o seu pai tinha” com os chamados oculistas” e também pela necessidade da sua antiga profissão ter obrigado, de certa forma, António José Lebre, “a enveredar por este ramo, uma vez que estava ligada às antigas fronteiras, tendo sido ajudante despachante, e por via da transformação ao nível alfandegário deu seguimento a uma atividade”, que a seu ver, “fazia todo o sentido”, revela.
António José Lebre trabalha sozinho na Lebróptica, chegou a ter dois funcionários, mas de certa forma adianta, “antevi esta situação, o que viria a acontecer”, referindo-se à pandemia. Ao nível dos serviços prestados, estando a Lebróptica ligada ao ramo ocular, dedica-se à venda de armações, receituário de lentes, lentes contacto, contando ainda com um Gabinete de optometria e contactologia.
Questionado soabre qual o tipo de cliente que o procura, António José Lebre afirma que, “por incrível que pareça vendo a muitas pessoas que não são da cidade”, exemplificando que ainda esta semana, um alemão se dirigiu à sua óptica, o que lhe leva a crer que “Elvas tem tido mais pessoas, para além dos nossos”, acreditando que possa, quem sabe, “ser fruto q da elevação de Elvas a Património Mundial da UNESCO, todos eles tem uma historia para contar”, refere. “Revejo-me na massificação da oferta, é bom para todos e há que procurar outra ofertas e outros nichos e eles estão cá, alguns até de visita”, adianta António José Lebre.
Considerado como um serviço essencial, a pandemia não foi muito notória, e em parte, “ajudou a regular as situações”, ou seja, “com o facto serem obrigatórias as marcações e estando sozinho foi possível dar atenção às pessoas e conseguir atender uma de cada vez, em devido tempo, houve assim uma gestão apropriada, ao facto de estar sozinho”.
Sobre a pandemia e o impacto causado no seu negócio António Lebre afirma que não sentiu qualquer impacto, em virtude de nunca ter encerrado, considerando que “a pandemia traz a todos os empresários, um problema transversal, e temos que olhar para a questão com olhos bem abertos, porque nada irá ser como antes”.
Através do que se esta a passar, este problema comum a todos que é a pandemia, António José Lebre afirma que “este é o momento de tentarmos pensar em virar a página, porque Elvas importa e Elvas pesa, tem um património uma riqueza extraordinária, e se cada um fizer por isso, possamos oferecer um bom atendimento e hospitalidade, os problemas poderão ser ultrapassados. Caso contrário, se virmos o muro difícil de ultrapassar, será mais difícil”.
O proprietário da Lebróptica faz ainda um apelo para que “os elvenses e aqueles que residam consumam aqui, não façam da Covid o expoente para publicitar a comprar agora, quando depois temos o resto do ano e não temos Covid, é tempo de pormos em prática a mesma postura, com os olho no que temos, os preços serão iguais, unas mais baixos e outros mais elevados, mas as pessoas têm opção de escolha, e estamos cá!”.
O programa “Retoma da Economia”, na Rádio ELVAS, conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
Foi há 33 anos que o elvense Eurico Santana (na foto) decidiu abrir o seu próprio negócio, a Casa Guadiana, na Rua de Olivença, em Elvas.
Filho de comerciantes, Eurico Santana deixou os estudos e, depois de cumprir com o Serviço Militar, acabou por se dedicar a esta loja, que abriu, com ajuda dos pais.
Este é um espaço onde se vende de tudo um pouco, mas tudo de origem nacional. Na Casa Guadiana, rotulada, muitas vezes, como uma “loja para os espanhóis”, ideia que Eurico Santana garante não perceber, vendem-se jogos de cama, toalhas de mesa, artigos regionais, pantufas em pele, candeeiros, guarda-chuvas e muitos souvenirs.
Mas se antes, Eurico Santana recebia bem mais clientes espanhóis que portugueses, com a pandemia a tendência inverteu-se por completo. “Tivemos, durante o ano de 2020, 70 por cento de clientes portugueses, recebemos muitos turistas portugueses”, assegura.
Tendo em conta os encerramentos forçados da loja, devido à pandemia, o proprietário da Casa Guadiana revela que tem contado com o apoio da Segurança Social. “É para pagar os descontos, que não foram suspensos, e para pagar a prestação do IVA”, explica Eurico Santana. Agora, conta ainda com a ajuda da Câmara Municipal de Elvas no pagamento da fatura da água.
Este empresário viu-se ainda, durante os períodos de confinamento, em que o estabelecimento esteve encerrado, a reinventar o seu negócio, começando a ver os seus produtos através da internet. Agora, já com de portas abertas, continua a apostar nas vendas online.
O programa de hoje da “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas e pode ser ouvido na íntegra, aqui:
A petiscaria e cervejaria Mau Maria, junto ao mercado municipal de Elvas, há cerca de dois anos e meio, já reabriu depois de ter estado encerrada quase três meses, devido à pandemia.
Com vários tipos de petiscos, desde as gambas, lombinho de cervejeira, moelas com tomate, ovos rotos, ovos com farinheira e caracóis, entre outros, este espaço, com um ambiente bastante acolhedor, oferece uma esplanada e um espaço anterior onde os típicos sabores do Alentejo se fazem sentir.
Hugo Lobo (na foto) é o convidado da edição de hoje do programa Retoma da Economia onde nos refere com o têm sido os últimos tempos. O responsável pelo espaço e chefe de cozinha, refere que foram meses “muito complicados” mas que “poder voltar ao trabalho e a contactar com os nossos clientes tem sido muito bom. Nos primeiros dias chegámos a ter fila de espera para poderem petiscar no Mau Maria”.
A petiscaria fez algumas alterações devido à Covid-19 e, a partir da próxima segunda-feira, dia 19, os clientes que frequentem o interior do estabelecimento vão poder constatar isso mesmo: “substituímos as torneiras que tínhamos por torneiras com sensores e instalámos dispensadores de álcool gel também com sensores para que haja o mínimo contacto possível”.
O programa retoma da economia tem o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
As Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) são instituições oficiais não judiciárias com autonomia funcional que visam promover os direitos da criança e do jovem e prevenir ou pôr termo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral.
“A intervenção das comissões de proteção de crianças e jovens tem lugar quando não seja possível às entidades com competência em matéria de infância e juventude atuar de forma adequada e suficiente a remover o perigo em que a criança se encontra”, como nos referiu Joana Munhoz (na foto), presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Elvas.
Joana Munhoz refere que “o trabalho deve ser feito de forma concertada e rápida. À semelhança do que acontece em casos de violência doméstica, todas as pessoas têm o dever de denunciar casos de crianças em risco. A sociedade assume aqui um papel muito importante nestas situações”.
A CPCJ de Elvas é, a nível distrital, a que mais processos apresenta. Por outro lado, as situações de crianças expostas a violência doméstica aumentou mais de 100 por cento de 2019 para 2020.
Joana Munhoz refere que estes dados são bastante preocupantes “uma vez que é difícil fazer face a uma situação destas. Neste momento, nós sabemos que há famílias a passar situações financeiras muito problemáticas. O confinamento de todo o agregado familiar no mesmo espaço leva ao despoletar de situações de violência doméstica, que, em muitas situações, não se verificavam antes”.
Joana Munhoz, presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Elvas, é a convidada da edição desta semana do programa Elvas Mais Solidária.
Body Beauty é o nome do Centro de Estética que abriu recentemente na Rua de Alcamim, em Elvas, pelas mãos de Magda Lopes.
Este projeto era já um sonho antigo que a proprietário conseguiu concretizar “com a ajuda dos pais para poder oferecer os serviços aos portugueses. O facto de o meu pai trabalhar em Badajoz permitiu-me fazer a inscrição numa escola, do outro lado da fronteira, e fazer formação na área da manicura, foto depilação, tratamentos corporais e de rosto e depilação a linha”.
O Centro de Estética Body Beauty está localizado no nº67 da Rua de Alcamim e Magda Lopes é a convidada na edição de hoje do programa “Retoma da economia”, na Rádio ELVAS.
O programa Retoma da Economia conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
A Elióptica, localizada na Rua da Carreira, no centro histórico de Elvas, é a empresa, em destaque, na edição de hoje do programa “Retoma da Economia”, na Rádio ELVAS, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.
A ótica elvense existe desde 1989, surgindo pelo gosto pela área do seu proprietário, Angelino Gomes (na foto), sendo que, para isso, contribuiu o facto de ter aprendido a profissão, com um familiar, que tinha uma ótica em Estremoz.
Angelino, antes de ter a Eliótica, abriu em Campo Maior, cinco anos antes, a Futuróptica. Em Elvas, garante, abriu portas “já com outro tipo de formação”, com o curso de optometrista.
A trabalhar com Angelino, encontram-se, desde a inauguração do seu estabelecimento, os mesmos dois funcionários. “As equipas que funcionam bem têm momentos bons e maus, é como num casamento”, lembra, ainda assim.
A adaptação à nova realidade, devido à pandemia, garante ainda Angelino, “não foi fácil e levou algum tempo”, tendo em conta “as máscaras, toda a higiene, a limpeza, e as desinfeções”. “As restrições estão a ser cumpridas e estamos a trabalhar com menos gente”, revela ainda. Em 2020, a Elióptica recebeu ainda alguns apoios, tendo em conta que os layoffs, algo que, este ano, já não é uma realidade.
Para além das consultas de optometria, a Eliótica tem disponível, para os seus clientes, uma vasta oferta de óculos, das mais variadas marcas. “Temos sempre as últimas novidades”, garante Angelino.
“Retoma da Economia”, assim se chama o novo programa da Rádio ELVAS, que pretende dar voz ao tecido empresarial do concelho de Elvas.
Este programa tem o apoio da Câmara Municipal de Elvas e é transmitido às 9.20 e 18 horas, de segunda a sexta-feira, e tem repetição nas tardes de sábado.
No primeiro programa a ser emitido, nesta segunda-feira, dia 12, damos a conhecer a empresa Grilo Lda., numa conversa com o seu proprietário Vítor Grilo (na foto).
Foi nos anos 70 anos que Manuel Grilo e o seu filho Vítor começaram a dar os primeiros passos na recolha e venda de papelão, compra e venda de ferro velho, cobre, alumínio, antimónio e ferro fundido. Anos mais tarde, precisamente em 1991, criaram a Grilo Lda., em Elvas, uma empresa que conta já com três gerações da família Grilo, a dar cartas no ramo.
Neste mês de abril, faz 30 anos que a empresa assume o nome de Grilo Lda., localizada na Rua de Itália, na zona industrial da cidade. Para Vítor Grilo, proprietário da empresa, esta é uma empresa familiar, onde “não há interesses, todos trabalhamos para o mesmo”.
A Grilo Lda. conta com 20 funcionários ao serviço daqueles que se dirigem às suas instalações, sendo o número poderá vir a aumentar, garante o proprietário.
Das mais de duas mil marcas com as quais a empresa trabalha, na área da bricolage e construção e bricolage, entre ferros, tintas e todo o tipo de ferramentas, para construção civil. “Temos praticamente de tudo”, diz Vítor Grilo, destacando também as tintas “que são vendidas a um bom preço, algo que se vende bastante”.
Também as motosserras Stihl, são uma grande aposta da Grilo Lda. Para tal, a empresa conta com “dois mecânicos especializados que frequentam duas formações por ano, para receberem as novidades, para poder explicar ao cliente e auxiliar neste sentido, estando por isso, perfeitamente aptos”, adianta Vítor Grilo.
Ao nível do tipo de clientes que procura a empresa, o proprietário revela que são “as empresas de construção civil do concelho e também empresas que vêm de fora, como as que estão na obra do ciclo de Santa Luzia, hotéis, para quem os matérias são fornecidos pela Grilo Lda. Já no caso da vizinha Espanha, vende-se mais para particulares, revela.
Em 2018, decidiram abrir uma filial da Grilo Lda., na zona industrial de Estremoz, que segundo explica Vítor Grilo, “a cada dia que passa está a melhorar”.
Relativamente ao impacto da pandemia na empresa, Vítor Grilo explica que esta questão foi vivida com normalidade, no seio da empresa. “Não chegámos a fechar e continuamos com trabalho, porque a construção não parou”. Não se viram, por isso afetados com esta questão, apesar das adaptações necessárias com a pandemia, ao nível de higiene e segurança.
Depois de 30 anos de Grilo Lda., Vítor Grilo explica que o segredo é a união. “Somos todos unidos e ajudamo-nos uns aos outros, este é o segredo, mas também muito trabalho, e manter a união é o objetivo para os próximos anos”.
Quanto a projetos futuros Vítor Grilo referiu ainda que “já tem uma ideia para expandir o negócio, em Elvas, mas sem poder ainda adiantar mais pormenores sobre o mesmo.
A empresa Grilo Lda. localiza-se na Zona Industrial de Elvas, na Rua de Itália.
A arte das flores de papel de Campo Maior está agora representada na Casa das Flores, instalada no antigo Edifício Militar do Assento, numa sala onde estava o antigo cinema de Campo Maior.
Para João Muacho, esta Casa das Flores permite uma visita pela arte de fazer flores de papel, característica dos campomaiorenses, num percurso interativo, em que o visitante pode ter uma experiência única, de perceber a forma como são feitas as Festas do Povo. “A visita é simples, e permite conhecer um pouco da história da arte do povo de Campo Maior, que é fazer flores de papel e oferecê-las ao mundo, ou seja, contar a sua história, desde o momento, em que se pensa como se faz a rua até ao momento da enramação”. O presidente explica que estarão também representadas “três gerações de campomaiorenses, que contam a história do que eram as Festas do Povo, desde os seus primórdios até a época mais recente, e ainda porque gostam tanto dessas festas”.
O espaço é dedicado aos campomaiorenses, mas também a quem o visita. No qual, adianta o presidente do município campomaiorense, o visitante, através de um cartão, “terá que construir a sua rua e uma flor de papel, e no final da visita saberá se o conseguiu cumprir todos os timings até ao momento de engalanar as ruas”.
Para além desta parte interativa, há várias imagens, antigas e recentes, e uma descrição da história das Festas do Povo, com gravações em vídeo a 360ª graus. No espaço há também a recriação de uma rua engalanada de Campo Maior. Está numa fase terminal e apontar para quando há festas em Campo Maior, considerando ser o momento oportuno para inaugurar este edifício
A Casa das Flores, em Campo Maior permite a quem a visita experienciar o que são as Festas do Povo e retratam a arte de fazer flores de papel, características do povo campomaiorense.
Claudina Conceição (na foto) é professora no Agrupamento de Escolas nº3 de Elvas e junto de outros professores, pessoal não docente e alunos, tem procurado desenvolver técnicas de Mindfulness, que assenta no princípio de uma atenção profunda na respiração.
Na edição desta semana do programa “Elvas + Solidária”, Claudina Conceição explica que esta é uma técnica que recorre à capacidade de cada um em se focar “no aqui e no agora”. Com isto, procura-se que as pessoas sejam capazes de “prestar atenção de forma intencional ao que está a acontecer no presente”.
Com o Mindfulness, pretende-se também que se deixe de “andar em piloto automático”, ou seja, “funcionamos mais com base nos hábitos, não parando para pensar”. “Muitas vezes, em vez de agirmos, reagimos, de tal forma que temos muito dificuldade em nos concentrarmos no momento”, acrescenta.
O Mindfulness tem como filosofia viver plenamente cada momento presente, de forma consciente, e sem qualquer autojulgamento, melhorando a atenção e a concentração. É através desta atenção que se consegue uma maior concentração no momento. A partir daqui evolui para o foco em pensamentos, sentimentos e sensações associados ao presente.
Quanto aos benefícios resultantes desta técnica, destacam-se a redução do stress e da ansiedade, a proteção do organismo, o fortalecimento de relações e o crescimento da flexibilidade cognitiva.
Ao nível do agrupamento de escolas, Claudina tem procurado organizar workshops para os restantes docentes, e não só, explicando o que se deve fazer para colocar em prática o Mindfulness.
José Chilra (na foto), natural de São Brás dos Matos, no concelho de Alandroal, mas a residir em Elvas há cerca de 16 anos, lançou o seu terceiro livro de poesia, intitulado “Ao cair da tarde”.
Em declarações à Rádio ELVAS, o poeta referiu-nos que este livro “surgiu por amor à poesia. Tinha muitos versos guardados, que não foram publicados no último livro, e que eu achei que deviam ser apresentados, além das redes sociais”.
O livro “Ao cair da tarde”, de José Chilra, está à venda em Elvas, nas papelarias Nova Elvense e Cidade Nova.
A dança surge como uma das primeiras formas de arte, acompanhando a cultura e o desenvolvimento dos povos. Praticada por ambos os sexos, a dança encontra na mulher a maior aderente a esta atividade, facto que se verifica na maior percentagem de mulheres que a praticam, nas suas mais diversas formas, desde clássica, moderna, popular, etc.
O ensino artístico contribui bastante para o desenvolvimento de crianças e jovens e “trabalha questões como o rigor a integridade e o profissionalismo”, de acordo com Maria Telo Abreu (na foto), professora de dança em Elvas.
A professora de Ballet, Dança Contemporânea e Pilates explica que “a dança aporta benefícios quer a nível físico quer mental, desenvolvendo aspetos como a coordenação, a força e o ritmo”.
Sendo uma actividade humana que se dimensiona ao nível da arte, da educação, do lazer e da terapia, é no domínio da educação que contribuirá para o desenvolvimento das crianças e jovens.
Os benefícios da dança na formação dos jovens é o tema da edição desta semana do programa “Elvas Mais Solidária”, com Maria Telo Abreu.
A educação inclusiva pretende criar uma sociedade inclusiva e assume-se como um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular.
Este tipo de educação reconhece a valoriza as diferenças de todos, “sem preconceito, inserindo, em conceito escolar, todos os alunos, de forma radical e completa. A educação inclusiva valoriza as diferenças e isso é essencial”, de acordo com Sandra Fouto (na foto), animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.
Sandra Fouto explica as diferenças entre educação especial e inclusiva: “a educação especial é uma modalidade de ensino que visa promover e desenvolver as potencialidades das pessoas portadoras de necessidades especiais. (…) Esta modalidade de ensino, que se assume como inclusiva, deve ser entendida como um processo onde todas as crianças têm direito à escolarização, o mais próximo possível do normal”.
A educação inclusiva depende muito da colaboração entre a família e a escola, no intuito de “atingir uma inclusão satisfatória das crianças”.
A Educação inclusiva favorece a diversidade à medida que considera que todos os alunos podem ter necessidades especiais em algum momento de sua vida escolar.
A educação inclusiva é o tema da edição desta semana do programa Elvas Mais Solidária com Sandra Fouto, animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.
O hábito de brincar precisa ser cultivado no seio da família, pois, fortalece a formação do vínculo afetivo, melhorando as relações.
A questão da pandemia, e o facto de as crianças passarem mais tempo em casa, permitiu que as famílias tivessem mais tempo para brincar em casa com os filhos e reajustar o seu dia-a-dia.
Maria Vicente (na foto), animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa, considera que “há crianças que beneficiaram deste tempo em família, que com a falta de tempo acaba por não existir. No dia a dia, muito agitado e com falta de tempo, acabamos por não ter tanto tempo e tanta disponibilidade para brincar em casa com as crianças e em família”.
Maria Vicente garante que “o brincar traz-nos uma série de ferramentas que na vida adulta se vão refletir. É verdade que a escola é extremamente importante, e os trabalhos de casa sempre existiram, no entanto, a sobrecarga acaba por não deixar aquele espaço para explorar livremente a brincadeira e os jogos”.
É aconselhável que os pais reservem pelo menos uma hora por dia para brincar com seus filhos. As brincadeiras podem passar por jogos ou exploração de sentidos ou emoções o que pode contribuir bastante para o desenvolvimento dos mais novos.
A importância de brincar em família é o tema desta semana da rubrica Elvas Mais Solidária, com Maria Vicente, animadora sociocultural no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.
O abandono escolar é um processo no qual um estudante se desinteressa pelo sistema educacional e deixa de frequentar a escola.
São poucos os casos em que o aluno que abandona a escola está motivado e tem bons resultados. Na maioria dos casos, “o abandono escolar está relacionado com reprovações, causas de ordem familiar, aborrecimento ou até problemas financeiros, como nos referiu Ana Dias (na foto), assistente social no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.
O abandono escolar pode trazer consequências muito graves na formação social e pessoal de cada jovem: “prejudica a produtividade da nação e vive-se num fenómeno de desclassificação social porque não são alunos nem são trabalhadores, não são crianças nem são adultos, as instituições não se responsabilizam pela sua formação mas eles ainda não se podem responsabilizar pela sua vida”.
De acordo com a assistente social, por norma, “os alunos que abandonam a escola vivem nas periferias das cidades ou zonas rurais e apresentam ausência de ambição no mundo do trabalho”.
Portugal apresentava, o ano passado, uma taxa de abandono escolar de 10,6 por cento, ocupando a 21ª posição da União Europeia.
O abandono escolar é o tema desta semana da rúbrica Elvas Mais Solidária, com Ana Dias, assistente social no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.
A comunicação desempenha um papel central na relação progenitores-filhos, particularmente no exercício da parentalidade.
“A comunicação divide-se em vários estilos: assertiva, passiva, agressiva ou manipuladora e é uma das ferramentas mais importantes no desempenho dos papéis de mãe, pai, filho ou filha”, de acordo com Cristina Pestana (na foto), psicóloga no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.
Quando no seio familiar surge uma criança, “todas as rotinas do casal são alteradas, pelo que a comunicação é ainda mais importante”. A psicóloga considera que “a comunicação assertiva é a mais adequada nestas situações, apesar de nem sempre se conseguir resolver conflitos com este tipo de comunicação”.
A comunicação e a parentalidade estão em destaque na rubrica desta semana Elvas Mais Solidária, com Cristina Pestana, psicóloga no Centro Humanitário de Elvas da Cruz Vermelha Portuguesa.
Através do projeto “Escola de Pais”, do programa “Mais Sucesso Escolar”, da Câmara Municipal de Elvas, as técnicas do mesmo têm procurado debater o tema da educação parental, junto dos encarregados de educação das crianças do primeiro ciclo das escolas do concelho.
A psicóloga Liliana Pilha (na foto), na edição desta semana do programa “Elvas + Solidária”, explica que competências são trabalhadas, com os pais das crianças, ao abrigo deste projeto. “Não ensinamos a ser pais, mas trabalhamos aquilo que são as suas dificuldades e discutimos as suas preocupações”, começa por revelar.
As competências parentais são abordadas nestas reuniões, adianta Liliana Pilha, explicando que, durante as mesmas, se procura delinear estratégias para se poder gerir birras e brigas com outras crianças. “Procuramos dar ferramentas aos nossos filhos para lidar com estas situações”, esclarece.
As rotinas e hábitos em casa são outros assuntos abordados por Liliana Pilha nas reuniões com os encarregados de educação. A psicóloga lembra que, por esta altura, as crianças, mais que nunca, estão dependentes das novas tecnologias, sendo que é importante impor-lhes limites, neste âmbito.
A educação parental é o tema desta semana do programa “Elvas + Solidária”, na Rádio ELVAS, com a psicóloga Liliana Pilha. Este programa é uma iniciativa do CDLS 4G no concelho de Elvas.
A associação juvenil elvense Arkus tem tido, ao longo dos anos, a preocupação em chegar perto de crianças e jovens, com o objetivo de os sensibilizar para problemáticas como a exclusão social.
Na edição desta semana do programa “Elvas + Solidária”, Raquel Pirota (na foto), membro da associação, revela que, do ponto de vista da Arkus, este é um assunto que “deve ser debatido diariamente”, sendo que é de “uma forma indireta” que tentam chegar aos mais novos, no sentido de também ajudar os pais, uma vez que alguns temas são mais difíceis de abordar em família.
“As crianças, às vezes com maldade, outras vezes não, não sabem o que é certo e errado. E é com algumas ações de sensibilização que nós fazemos nas escolas, do primeiro ao sexto ano, que explicamos a importância de partilhar, como brincar”, revela Raquel.
O teatro e alguns jogos também são usados pela associação para explicar às crianças, de uma forma simples, que “não é a classe social do outro que interessa”, porque, garante, exclusão social não diz apenas respeito a bullying físico e psicológico. “O importante é entrar no coração das crianças”, garante ainda.
Para além do combate à exclusão social e das peças de teatro que promovem, também com o intuito de dar a conhecer a cidade de Elvas a quem a visita, a Arkus tem disponível algumas respostas de apoio às famílias, através dos ATL e centros de estudo. Por esta altura de pandemia, a associação elvense leva ainda a cabo o programa “Saber +”, através das plataformas digitais.
Ao longo dos últimos programas “Elvas + solidária” temos vindo a falar sobre a questão dos comportamentos aditivos e dependências e a sua prevenção, nas várias valências do CRI de Elvas.
Esta semana, Carla Temudo, enfermeira especialista no CRI de Elvas, explica que têm existido mudanças nos cuidados de saúde e no papel que o enfermeiro desempenha, que passou a ser mais interventivo. “A prática do enfermeiro é socialmente complexa e contraditória, e é premiada por mitos e símbolos associados à profissão, mas é preciso distinguir o saber fazer, conhecimento e o saber estar, que é fundamental nesta área dos comportamentos aditivos”.
A equipa de prevenção do CRI do Norte Alentejano, é uma equipa que atua a nível distrital e todos os seus membros trabalham não só na prevenção, mas também nas diversas missões que o CRI tem, como “tratamento, minimização de riscos e danos e reinserção. As ações de intervenção realizam-se junto de parceiros e comunidade, escolas, serviços públicos, estabelecimentos prisionais, CLDS e projetos municipais”.
Carla Temudo explica que o SICAD (Serviço Intervenção de Comportamento Aditivos e Dependências), enquanto entidade responsável por esta área, “tem vindo a sensibilizar para os riscos que este tipo de comportamentos possa ter em maior dimensão, com o novo confinamento, e criou uma história, de livre acesso, dirigida à covid-19 e riscos associados a comportamentos aditivos”, onde se “apela a dinâmica familiar e leva ao pensamento sobre as preocupações e conquistas com o progressivo regresso a normalidade”. Esta história vem juntar-se às nove histórias que fazem parte do programa de prevenção universal “Eu e os outros”.
A enfermeira no CRI de Elvas explica que baseia na “exploração de narrativas de forma interativa, em que os jogadores assumem o papel principal, enquanto gerem situações do dia-a-dia, de um grupo de amigos entre os 13 e 19 anos, com temas como: adolescência, sexualidade, comportamento alimentar, exercício físico e saúde, e bulliyng. Esta história “não tem respostas nem certas nem erradas, apenas quer gerar reflexões e conversas que ajudem a lidar melhor com os riscos e exigências da realidade que é comum a todos”, diz Carla Temudo.
A história está disponível no website www.sicad.pt. Já o Centro de Respostas Integradas, em Elvas localiza-se no Largo de São Domingos.
A importância do enfermeiro e a sua atuação na prevenção de comportamentos aditivos e dependias é o tema desta semana do “Elvas mais solidária”, com Carla Temudo, enfermeira especialista no CRI de Elvas, para ouvir na emissão, ao meio-dia e meia e às 16.30 horas.
Nos tempos que correm, os videojogos e a utilização da internet podem ser verdadeiras dores de cabeça, sobretudo para ao pais. O medo e receio pela dependência ou excesso de utilização são alguns dos fatores que levam os tutores a colocar questões como: quantas horas deve o meu filho passar a jogar? Em que idade devo dar um computador ou telemóvel ao meu filho?, entre outras.
A internet pode ter muitos riscos associados mas, quando usada em segurança, pode ter também alguns benefícios. A psicóloga Marta Abreu (na foto) refere, na edição desta semana do programa “Elvas+Solidária”, que a utilização de videojogos online pode ajudar ao desenvolvimento “em termos cognitivos, na promoção da criatividade, no desenvolvimento da linguagem, na criação de oportunidades de aprendizagem, no treino da atenção e melhoria da capacidade de visão; em termos emocionais, na melhoria do humor, no aumento de emoções positivas, no relaxamento e até na redução da ansiedade; benefícios sociais, no desenvolvimento de competências sociais online e comportamentais, na melhoria da motricidade fina, na redução de calorias e na coordenação motora”.
Apesar dos benefícios já enumerados, há fatores em relação aos quais os pais devem ter especial atenção como “a existência de um interesse exclusivo e obsessivo no jogo; a incapacidade de reduzir ou parar de jogar; irritabilidade, agressividade ou tristeza quando impedido de jogar ou a utilização do jogo como uma fuga à ansiedade, tristeza e culpa”, sublinhou a psicóloga.
Atualmente, em toda a Europa, cerca de 40 por cento da população joga videojogos.
O mundo virtual e os jovens é o tema da edição desta semana do programa “Elvas + Solidária”, com a psicóloga Marta Abreu. Este programa é uma iniciativa do CDLS 4G no concelho de Elvas.
O Centro de Respostas Integradas (CRI) do Norte Alentejano é uma estrutura pública, sob alçada das Administrações Regionais de saúde e executam ações no âmbito dos cuidados de saúde especializados, na problemática dos comportamentos aditivos e dependências.
Lina Alexandre, coordenadora da prevenção e intervenção do CRI do Norte Alentejano, explica que a nível distrital existem duas equipas de tratamento, em Portalegre e em Elvas. Estas equipas são “Unidades de intervenção global que prestam cuidados globais nas dependências, às pessoas com esta patologia e familiares envolventes, prestando este tipo de cuidado em regime de ambulatório, individual, em grupo ou com a família; tendo uma atividade muito centrada na área de prevenção de comportamentos aditivos e dependências”. Já o CRI comporta quatro áreas de atuação: “prevenção, tratamento, redução de riscos e minimização de danos.”
Os comportamentos aditivos e dependências “são determinado tipo de comportamento adotado pelas pessoas, para se sentirem confiantes está relacionado com lacunas relacionadas com a sua personalidade”. Atualmente, e como explica Lina Alexandre, “este tipo de comportamentos não dizem apenas respeito a drogas ou álcool, estão também relacionados com sexo, jogo, compras, uso de internet exagerado ou abusivo, entre outros.
Lina Alexandre adianta ainda que “o comportamento aditivo é a procura incessante do prazer e este é um problema muito preocupante porque a pessoa não o reconhece como sendo efetivamente um problema, considerando que consegue sempre controlá-lo”.
A coordenadora da prevenção e intervenção do CRI do Norte Alentejano explica como são acompanhadas as pessoas com este tipo de comportamentos. A pessoa pode ser encaminhada por uma instituição, ou dirigir-se a este Centro de forma livre e espontânea onde são acompanhadas desde o primeiro momento”. Inicialmente é feita “uma avaliação diagnóstica, para perceber as patologias que tem, quais as pessoas que estão próximas de si, quais os apoios que as pessoa precisa, a nível económico ou social; e este levantemanto é feito e a partir de uma equipa técnica e multidisciplinar, que intervém na resolução dos problemas da pessoa, a vários níveis”. O objetivo é sempre “acompanhar a pessoa desde a primeira instancia até à sua reinserção na comunidade”.
Os comportamentos aditivos e dependências são o tema desta semana do programa “Elvas mais solidária”, com Lina Alexandre do CRI do Norte Alentejano, para ouvir, na emissão, ao meio dia e meia e Às 16.30 horas.
O Centro de Respostas Integradas (CRI) do Norte Alentejano é uma estrutura pública, sob alçada das Administrações Regionais de saúde e executam ações no âmbito dos cuidados de saúde especializados, na problemática dos comportamentos aditivos e dependências.
Lina Alexandre, coordenadora da prevenção e intervenção do CRI do Norte Alentejano, explica que a nível distrital existem duas equipas de tratamento, em Portalegre e em Elvas. Estas equipas são “Unidades de intervenção global que prestam cuidados globais nas dependências, às pessoas com esta patologia e familiares envolventes, prestando este tipo de cuidado em regime de ambulatório, individual, em grupo ou com a família; tendo uma atividade muito centrada na área de prevenção de comportamentos aditivos e dependências”. Já o CRI comporta quatro áreas de atuação: “prevenção, tratamento, redução de riscos e minimização de danos.”
Os comportamentos aditivos e dependências “são determinado tipo de comportamento adotado pelas pessoas, para se sentirem confiantes está relacionado com lacunas relacionadas com a sua personalidade”. Atualmente, e como explica Lina Alexandre, “este tipo de comportamentos não dizem apenas respeito a drogas ou álcool, estão também relacionados com sexo, jogo, compras, uso de internet exagerado ou abusivo, entre outros.
Lina Alexandre adianta ainda que “o comportamento aditivo é a procura incessante do prazer e este é um problema muito preocupante porque a pessoa não o reconhece como sendo efetivamente um problema, considerando que consegue sempre controlá-lo”.
A coordenadora da prevenção e intervenção do CRI do Norte Alentejano explica como são acompanhadas as pessoas com este tipo de comportamentos. A pessoa pode ser encaminhada por uma instituição, ou dirigir-se a este Centro de forma livre e espontânea onde são acompanhadas desde o primeiro momento”. Inicialmente é feita “uma avaliação diagnóstica, para perceber as patologias que tem, quais as pessoas que estão próximas de si, quais os apoios que as pessoa precisa, a nível económico ou social; e este levantemanto é feito e a partir de uma equipa técnica e multidisciplinar, que intervém na resolução dos problemas da pessoa, a vários níveis”. O objetivo é sempre “acompanhar a pessoa desde a primeira instancia até à sua reinserção na comunidade”.
Os comportamentos aditivos e dependências são o tema desta semana do programa “Elvas mais solidária”, com Lina Alexandre do CRI do Norte Alentejano, para ouvir, na emissão, ao meio dia e meia e Às 16.30 horas.
A Doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa crónica e a forma mais comum de demência. A doença manifesta-se lentamente e vai-se agravando ao longo do tempo.
Os sintomas mais comuns são “o esquecimento e a confusão mental, ao ponto de nem conhecerem os familiares mais próximos”, como nos referiu o médico Pintão Antunes, na edição desta semana do programa De Boa Saúde.
“Há pessoas com Alzheimer que nem conseguem relacionar a pessoa com o filho. Mas não começa assim. É necessário estar atento quando um familiar ou amigo começa a esquecer coisas de rotina. Algumas pessoas esquecem o dia em que nasceram ou o local onde vivem. E isso é grave”.
Apesar de não haver cura para a Alzheimer, Pintão Antunes recorda que “há medicamentos que permitem atrasar a doença”.
As pessoas com Doença de Alzheimer tornam-se confusas, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmas quando colocadas frente a um espelho.
A Doença de Alzheimer é o tema da edição desta semana do programa De Boa Saúde, com Carlos Falcato e o médico Pintão Antunes (na foto).
Tal como noticiámos anteriormente, o Grupo Nabeiro – Delta Cafés lança a revista DDD, D De Delta, um projecto editorial destinado a clientes e parceiros, criado para valorizar o que de melhor Portugal tem para oferecer.
Na edição desta segunda-feira do Magazine de Informação e Música, na Rádio ELVAS, transmitimos uma entrevista a Rita Nabeiro, Diretora-Geral da Adega Mayor, onde a empresária campomaiorense nos apresenta esta publicação.
Ao contrário da ideia muitas vezes generalizada, a poluição do ar também atinge o interior dos edifícios, sendo muitas vezes mais elevada do que no exterior, e é cada vez mais referida como estando na origem de vários problemas de saúde pública.
Uma das principais causas desta poluição do ar interior, “é o facto das pessoas passarem grande parte do tempo em recintos fechados”, de acordo com Nuno Sequeira (na foto), da Quercus.
Nuno Sequeira, da Quercus, deixa algumas dicas para evitar a poluição do ar interior como, por exemplo, “manter o edifício ou a habitação bem arejados, escolher os produtos de limpeza menos tóxicos, não fumar, especialmente em locais fechados, escolher os produtos de limpeza menos tóxicos, não utilizar inseticidas ou pesticidas e garantir uma adequada manutenção dos sistemas de ar condicionado”.
As pessoas passam cerca de 90% do tempo dentro de recintos fechados, onde estão frequentemente expostas a um diversificado cocktail de poluentes químicos e biológicos provenientes de fontes várias como o fumo de tabaco, tintas, vernizes, carpetes, entre outros.
A poluição do ar interior é o tema da edição de hoje do “Ambiente em FM”, com Nuno Sequeira da Quercus.
Os profissionais que removem amianto podem estar em risco por falta de materiais de proteção, avisa Quercus.
De acordo com Nuno Sequeira (na foto), da associação ambientalista, “a utilização das máscaras e fatos de proteção por parte dos profissionais de saúde, no combate à Covid-19, faz com que este material escasseie para quem remove o amianto, sobretudo das escolas”.
“Pela falta destes equipamentos, que deviam ser substituídos a cada duas horas, os trabalhadores estão a colocar a sua saúde em risco”, sublinha Sequeira.
Segundo a Quercus, o Governo pretende, em dois meses em meio, retirar o amianto das 578 escolas públicas, algo que a associação considera impossível.
O amianto e todo o seu processo de remoção é o tema da edição desta semana do Ambinete em FM, com Nuno Sequeira da Quercus.
Os polinizadores, como as abelhas, vespas ou borboletas, são seres muito importantes para o ambiente e para a qualidade dos alimentos, mas nas últimas décadas tem se assistido a um declínio da sua população devido à agricultura intensiva e à utilização de pesticidas.
De acordo com Nuno Sequeira (na foto), da Quercus, “o relatório emitido pelo Tribunal de Contas Europeu refere que as medidas implementadas pela União Europeia tiveram pouco sucesso na proteção dos polinizadores”.
O TCE avaliou que as medidas da Estratégia de Biodiversidade para 2020 e as políticas como a Política Agrícola Comum, foram ineficazes. Quando à legislação relativa aos pesticidas, esta foi sem dúvida prejudicial, sendo considerada “uma das principais causas da sua perda”.
“A Quercus desenvolve desde 2015 a campanha de sensibilização nacional SOS Polinizadores e que vai contar este ano com diversas ações de formação familiar”, sublinhou o dirigente da associação ambientalista.
A importância dos polinizadores é o tema da edição desta semana do programa Ambiente em FM, com Nuno Sequeira, da Quercus.
O Dia Nacional da Conservação da Natureza celebra-se amanhã, dia 28 de julho.
Este dia, comemorado em Portugal como o Dia Nacional da Conservação da Natureza, tem o objetivo de “consciencializar as pessoas para os problemas da natureza e para a necessidade urgente da sua conservação”, de acordo com Nuno Sequeira (na foto), da Quercus.
O dia internacional da conservação da natureza, que se assinala também hoje, foi criado por Assembleia Geral da ONU e em Portugal a data foi instituída pela resolução nº 73/98 neste mesmo dia para celebrar o aniversário da fundação da LPN (Liga para a Proteção da Natureza).
A importância da conservação da natureza bem como o Centros de Recuperação de animais da Quercus são o tema da edição desta semana do programa Ambiente em FM.
Os aparelhos portáteis de ar condicionado, quando utilizados, gastam muita energia deixando um forte impacto no consumo energético, garante a Quercus.
Nuno Sequeira, da Quercus, explica que “todos juntos, estes equipamentos na Europa, têm um impacto ambiental equivalente a 200 mil voos de avião entre Bruxelas e Nova Iorque”.
“Até 2050, prevê-se que dois terços do setor residencial, a nível mundial, tenham ar condicionado o que vai aumentar muito o consumo de eletricidade”, sublinhou o dirigente da Associação Ambientalista.
Com o objetivo de alertar para o elevado consumo de energia por parte dos ar condicionados portáteis, foi lançada a campanha Coolproducts.
O consumo de energia por parte dos ar condicionados portáteis é o tema da edição desta semana do programa Ambiente em FM.
O Núcleo do Sporting Clube Portugal de Elvas assinala 27 anos na próxima segunda-feira, dia 23.
“Por coincidir com a realização da Feira de São Mateus, o habitual almoço convívio vai realizar-se no mês de outubro”, segundo a presidente do núcleo, Isabel Santos (na foto).
Ainda este mês, o núcleo vai organizar o “Dia Verde”, em colaboração com a Fundação Sporting, com o objetivo de limpar as margens do Rio Guadiana, junto à Ponte da Ajuda.
Os animais silvestres ou animais selvagens provocam, muitas vezes algum receio ou medo para o homem. No entanto, a maioria das espécies que vivem no nosso país não são perigosas e muitas vezes encontram-se desorientadas e assustadas no meio urbano.
Nuno Sequeira (na foto), da Quercus, refere que “é preciso mudar a cultura de ser superior e aniquilador das outras espécies e é preciso respeitar estes animais”.
“É importante também deixar a mensagem que se houver algum destes animais que esteja ferido ou a importunar, é necessário contactar as autoridades a fim de o recolherem e encaminhar para os locais adequados”, sublinhou.
Os animais silvestres são o tema da edição desta semana do programa Ambiente em FM, com Nuno Sequeira da Quercus.
O plástico é um dos principais poluentes dos oceanos.
Em Portugal, estima-se que milhões de garrafas de plástico, copos de café, palhinhas e embalagens de fast food “habitem” no fundo do mar colocando em risco a vida animal.
Nuno Sequeira (na foto), da Quercus, indica que “este tipo de poluição tem vindo a aumentar exponencialmente o que leva à morte dos animais marinhos”.
A poluição marítima por plástico e as medidas que são necessárias para limitar esta poluição são o tema da edição desta semana do programa Ambiente em FM, com Nuno Sequeira da Quercus.
Cada vez mais os jovens se preocupam com as questões ambientais. Em Portugal, já se verificaram duas manifestações estudantis que exigem mais ação governamental para a crise climática.
Nuno Sequeira (na foto), da Quercus, refere que “a grande mensagem é que é preciso passar das palavras à ação uma vez que as alterações climáticas são uma realidade dos dias de hoje”.
O movimento estudantil e as preocupações com as alterações climáticas são o tema da edição de hoje do programa Ambiente em FM, com Nuno Sequeira, da Quercus.
A FIN-NET é uma rede de organismos nacionais competentes para resolver extrajudicialmente reclamações dos consumidores no domínio dos serviços financeiros.
Esta rede ajuda “na resolução do problema sugerindo alguns passos que devem ser tomados”, segundo Ana Pereira (na foto), do Gabinete Europe Direct do Alto Alentejo.
A rede abarca os países do Espaço Económico Europeu, isto é os países da União Europeia mais a Islândia, Liechtenstein e a Noruega.
A FIN-NET é o tema da edição desta semana do programa Espaço Europa.
A União Europeia disponibiliza, a escolas e população em geral, um kit de publicações que abordam vários temas, “como é o caso do ambiente, cidadania”, entre outros, segundo Ana Pereira (na foto), do Gabinete Europe Direct do Alto Alentejo.
As publicações podem ser consultadas em qualquer Gabinete Europe Direct ou online. Para efetuar o pedido das mesmas, deve preencher o formulário disponível em europedirect.ipportalegre.pt
As publicações da União Europeia estão em destaque na edição desta semana do programa “Espaço Europa”.
O Gabinete Europe Direct do Alto Alentejo realiza, regularmente, sessões de esclarecimento nas diversas escolas do distrito de Portalegre.
“A história da União Europeia ou o programa ERASMUS” são alguns dos temas abordados, segundo Ana Pereira (na foto), do Gabinete Europe Direct do Alto Alentejo.
As sessões duram cerca de uma hora/uma hora e meia. A inscrição pode ser feita no site www.esaelvas.pt/europedirect .
As sessões do Gabinete Europe Direct do Alto Alentejo são o tema da edição de hoje do programa “Espaço Europa”, na Rádio ELVAS.
É hoje o primeiro de 11 dias de festa da Feira de São Mateus e Romaria em honra do Senhor Jesus da Piedade, em Elvas.
A abertura da Praça da Feira de São Mateus está agendada para as 20 horas e a animação musical, para esta noite, está a cargo de Quim Barreiros, enquanto os djs Grouse e Carlos Lascas animam a madrugada.
No nosso programa “Conversa em Dia” de hoje, falamos com José Aldrabinha, juiz da Confraria do Senhor Jesus da Piedade, sobre o programa deste ano.
É muito importante que todos nós tenhamos alguma atividade ou hobbie no nosso dia-a-dia porque é essencial termos tempo para nós.
“É nesses momentos que vamos buscar energia para o resto das atividades ou para tentarmos esquecer os momentos menos bons”, de acordo com a psicóloga Liliana Pilha (na foto).
Trabalhar ou estagiar nos organismos da União Europeia, pode contribuir para uma carreira interessante, diferente e desafiante, com tarefas muito variadas e possibilidade de adquirir experiência em ambiente de grande diversidade linguística e cultural.
Este é o tema da edição de hoje do programa Espaço Europa com Ana Pereira (na foto), do Gabinete Europe Direct do Alto Alentejo.
Liliana Pilha tem um novo livro. ‘A Psicologia e Eu’.
Este é a segunda obra que a psicóloga publica. O livro é uma compilação de temas que aborda no programa ‘De Olho Na Saúde Mental’ em emissão na Rádio Elvas todas as quartas-feiras.
O Museu Militar de Elvas existe na cidade desde 2006 e é um espaço fulcral na oferta turística de Elvas em termos de património militar.
A este museu, aquando da restruturação do Exército Português, foram-lhe atribuídos vários acervos que pertencem à história militar portuguesa: os arreios militares, o serviço de saúde, no âmbito da veterinária e de saúde humana, comunicações militares, hipomóveis, veículos militares motorizados e aquele que é conhecido como armamento coletivo, conforme explica o diretor do museu coronel Joaquim Bucho.
O âmbito de ação do Museu Militar é bastante alargado, estando ainda à sua responsabilidade os estudos relacionados com o Convento de São Domingos, as fortificações da cidade e das guerras do Ultramar.
Ao longo de 150 mil metros quadrados este Museu tem diversas valências que se distribuem entre mais de 4 mil metros de área que alberga as exposições permanente e mais de 5 mil metros de área de reservas onde estão as restantes peças.
Joaquim Bucho é nosso convidado da entrevista de hoje onde nos faz um retrato daquilo que é o Museu Militar de Elvas e da sua importância para a cidade.
O programa Geração + do Intermarché destina-se a subscritores de Cartão que tenham idade igual ou superior a 60 anos.
Todos os dias 10 de cada mês os clientes do programa Geração + beneficiam de 10% de desconto em Cartão em toda a loja .
Para além disso beneficiam também de 10% de desconto todos os dias, a acumular em cartão, nas marcas Boa Pesca, Saint Eloi e Terra de Sabores, conforme adiantou Carlos Quelhas, gerente do Intermarché de Elvas.
A Associação “O Grupo de Cantares de São Vicente e Ventosa”, realiza o 8º Encontro de Grupos de Música Popular Portuguesa, integrado no 10.º Aniversário da coletividade. O Grupo de Cantares nasceu a 25 de abril de 2008 mas decidiu juntar a comemoração do seu aniversário com mais um encontro de grupos de música popular portuguesa.
Luís Grilo, fundador do Grupo de Cantares de São Vicente e Ventosa referiu que o grupo convidado deste ano vem da cidade de Évora, o Grupo de Cantares Alentejanos de Brotas.
O professor de música Luís Fonseca há dois anos que ajuda na composição dos temas e ensaios do Grupo salientou que tem havido uma evolução positiva.
O 8º Encontro de Grupos de Música Popular Portuguesa que está integrado no 10.º Aniversário do Grupo de Cantares de São Vicente e Ventosa realiza-se este domingo, dia 22 de Abril, pelas 16H30M, no Salão de Festas da Junta de Freguesia.
A entrada é gratuita e neste momento estão já a ser vendidas rifas para a angariação de fundos para a associação com sorteio de três prémios: uma noite para duas pessoas c/ pequeno almoço incluído, na Quinta de Santo António, um cabaz de compras do Intermarché e um jantar para duas pessoas no restaurante “Bar Novo” em São Vicente.
A União Europeia disponibilizou uma infografia sobre a qualidade de vida dos países europeus. Estes dados podem ser consultados na página esalelvas.pt, na secção Europe Direct.
Esta apresentação infográfica está hoje em destaque no programa “Espaço Europa”, com Ana Pereira, do Gabinete Europe Direct do Alto Alentejo.
As cerimónias da Quaresma estão a decorrer em Elvas, como diz o padre José António Gonçalves (ao lado, na fotografia), nosso convidado no espaço “Entrevista” de hoje, quinta-feira 1 de março, na Rádio ELVAS.
As embalagens que não seguem para reciclagem acabam em aterros sanitários. Estes aterros têm uma validade.
Nuno Sequeira, da Quercus, afirma na Rádio ELVAS a necessidade de prolongar ao máximo o tempo de vida destes aterros, para que não se reservem outras áreas somente para colocar lixo.
A necessidade de reduzir o lixo é a mensagem do tema de hoje do programa “Ambiente em FM”, na Rádio Elvas, com Nuno Sequeira, da Quercus.
A falta de concentração, a falta de paciência e a impulsividades são alguns dos sintomas que devem chamar a atenção dos adultos, pois podem estar relacionados com uma depressão.
No entanto, “por se ter este sintoma um dia não quer dizer que a pessoa esteja com depressão”, de acordo com a psicóloga Liliana Pilha (na foto).
Os sintomas de alerta para uma depressão são o tema da edição de hoje do programa “De Olho na Saúde Mental”, com a psicóloga Liliana Pilha.