Mais de 50 nadadores em prova na Piscina Municipal de Elvas

Cerca de 55 jovens atletas, num total de cinco clubes, incluindo o Clube Elvense de Natação (CEN), entraram, na tarde deste sábado, 17 de julho, em prova, nas piscinas municipais de Elvas.

Esta competição, como revela o vice-presidente do CEN, clube responsável pela organização da prova, Ricardo Rangém, é destinada só a cadetes, ou seja, a crianças dos oito aos 11 anos. Pela equipa da casa, estiveram em prova 11 jovens nadadores. “O que conta é que eles se esforcem, que vão melhorando um bocadinho a cada prova. Se todos melhorarem um bocadinho, o objetivo já está cumprido”, diz ainda Ricardo Rangém sobre as perspetivas, em termos de resultados, para esta competição.

Para esta prova, sem público, todos os atletas, treinadores e árbitros tiveram de fazer um teste de despistagem à Covid-19, sendo que todas as medidas de seguranças estiveram garantidas. “Todos foram testados. Quem não foi testado, teve de apresentar um certificado de vacinação ou um PCR, com menos de 48 horas”, adianta. A grande maioria dos atletas e treinadores foram testados antes do arranque da prova, sendo que os testes foram oferecidos pela Câmara Municipal de Elvas. O responsável por realizá-los foi o enfermeiro, e também antigo atleta do CEN, João Madeira.

Já a treinadora do clube elvense, Ana Cristina Jantarão, revela que, tendo em conta a pandemia, só cinco clubes puderam participar na prova, sendo esta apenas a terceira competição, desta temporada desportiva que se aproxima do fim, deste escalão etário. “Não estamos muitos, todos testados e negativos, mas esta semana foi um bocado atribulada. A nível de prestação, eles têm estado a trabalhar, numa época que está no fim e que não tem muito que se lhe diga”, assegura Ana Cristina Jantarão.

Apesar das dificuldades inerentes à pandemia, a treinadora confessa que, ainda assim, conseguiram ir treinando, porque tiveram “quase sempre” a piscina municipal de Elvas à sua disposição. Quando questionada sobre a possibilidade de, entre estas crianças, saírem alguns excelentes nadadores, a treinadora garante que tudo depende de cada um e das suas próprias vontades.

Em prova, promovida pela Associação de Natação do Interior Centro e organizada pelo CEN, para além do clube da casa, estiveram ainda equipas de Ponte de Sor, Castelo Branco, Fundão e Guarda.

Crianças de Elvas celebram Primeira Comunhão na Igreja de Santa Luzia

A igreja de Santa Luzia, em Elvas, acolheu ontem, 3 de julho, a celebração da Primeira Comunhão de 16 crianças, numa cerimónia presidida pelo padre Ricardo Lameira.

Neste momento, no qual é celebrada a primeira vez que a criança cristã recebe o “Corpo de Deus”, e tendo em conta a situação pandémica do concelho, apenas os familiares mais diretos puderam marcar presença.

A igreja de Santa Luzia conta, por esta altura, com uma sala de isolamento, sendo que todos aqueles que entrarem naquele espaço religioso da cidade terão de medir a temperatura. Em caso de febre, a pessoa ficará nessa sala de isolamento, sendo que, durante as cerimónias, encontra-se uma enfermeira de serviço.

Também ao final da manhã deste domingo, outras crianças farão a sua Primeira Comunhão. Tendo em conta as medidas de prevenção da propagação da Covid-19, o grupo de crianças teve de ser dividido por duas cerimónias.

Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência visita APPACDM de Elvas

A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, esteve esta sexta-feira, 2 de julho, de visita à Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Elvas, para conhecer o trabalho desenvolvido na instituição, bem como para perceber quais as suas principais necessidades.

No final da visita, Ana Sofia Antunes revelou que, nesta casa, encontrou uma equipa de trabalho muito ativa, dando destaque à forma como tem sido feita a inserção das pessoas que frequentam a APPACDM na sociedade e a adaptação ao momento de pandemia que se vive. “Temos aqui respostas muito variadas, que vão desde o Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão, que está a fazer agora um trabalho de adaptação e transição à nova legislação que foi aprovada, e que está a apostar, cada vez mais, na inserção de pessoas com deficiência na comunidade, seja através de atividades socialmente úteis, seja através de tentativas de experiências profissionais”, revela.

Ana Sofia Antunes destaca ainda o facto de, através dos serviços de restauro de móveis, da lavandaria e da confeção de produtos alimentares, a instituição conseguir levar a comunidade até ela. “É uma instituição extremamente ativa e que teve a capacidade e sabedoria de se adaptar a todas as restrições e contingências que este quase ano e meio trouxe à vida de todos nós”, acrescenta.

A secretária de Estado assegura ainda que a APPACDM de Elvas precisa de mais vagas disponíveis em lar residencial, ainda que as pretensões da instituição passem por transformar o seu lar residencial em mais residências autónomas, algo que, do ponto de vista de Ana Sofia Antunes é uma “solução difícil”. “Estamos a falar de uma resposta de autonomização e convertê-la numa resposta residencial, mais fechada, é difícil”, remata.

Já o presidente da direção da APPACDM de Elvas, Luís Mendes, espera que se possa encontrar “a melhor solução” para esta situação, garantindo que “a resposta atual não está adequada à necessidade”.  “Para que fique adequada a cem por cento, necessitamos ali de alguma transformação e foi isso que transmitimos à secretária de Estado, cientes que a mesma irá debruçar-se sobre a situação”, acrescenta.

Essa transformação do lar residencial em residências autónomas, alega ainda Luís Mendes, seria uma mais-valia, a vários níveis, sendo que, desde logo, aumentaria o número de vagas. “Aumentaria o número de vagas, o número de recursos humanos e o valor das comparticipações”, garante. “Foi muito importante ela conhecer a nossa dinâmica, do dia a dia, como também conhecer algumas das problemáticas que estas instituições vivem, nomeadamente nas áreas social e solidária”, revela ainda Luís Mendes, agradecendo a visita da secretária de Estado.

Nuno Mocinha, presidente da Câmara de Elvas, lembra que a APPACDM, à semelhança de outros instituições do género, não conseguem ir para a frente sem o apoio da comunidade local e das instituições públicas, como é o caso da autarquia e dos vários ministérios do Governo. “Tem que haver sempre pessoas que queiram levar os projetos por diante e a APPPACDM tem demonstrado isso”, assegura, lembrando que a presença da secretária de Estado serviu, sobretudo, para “colocar em prática a visão do Governo para esta área”.

O autarca destaca ainda o facto dos corredores da instituição já contarem com identificação em Braille. “Quem tem visão, muitas vezes, não se lembra que há pessoas invisuais”, lembra, dizendo ainda que a APPACDM é uma casa que muito acarinha, estando a Câmara Municipal de Elvas sempre disponível para colaborar com o Governo para ajudar a instituição em projetos que ambicione colocar em prática.

No início da visita, a secretária de Estado, juntamente com Luís Mendes, tiveram oportunidade de descerrar uma placa, para marcar esta passagem de Ana Sofia Antunes pela APPACDM de Elvas.

Mocinha pede “campanha honesta” aos outros candidatos à Câmara

Nuno Mocinha recandidata-se à presidência da Câmara Municipal de Elvas pelo Partido Socialista (PS), garantindo que o faz pelo amor que tem a Elvas e para poder dar continuidade ao trabalho começado, mas ainda não terminado. “A obra ainda não está concluída e daí que até o próprio slogan seja ‘Elevar Ainda Mais Elvas’”, revela.

Aos seus adversários políticos, Mocinha deseja “a melhor sorte do mundo”. Ainda assim, pede-lhes que façam uma “campanha honesta”. “Tudo farei para desmentir aquilo que forem dizendo que não for verdade”, acrescenta.

“Não se pode dizer a um domingo que se tem que defender o hospital e depois chega-se a uma quarta-feira, a uma reunião de câmara, e vota-se contra a aquisição de um mamógrafo. Não se pode dizer a uma segunda-feira que se quer habitação e depois chega-se à quarta e vota-se contra o financiamento dessa mesma habitação”, assegura Nuno Mocinha.

O atual presidente da Câmara Municipal de Elvas garante ainda estar de “consciência tranquila”, sendo que tudo aquilo que prometeu, há quatro anos, “está feito”. “Pelo contrário, fizemos mais que aquilo que era o nosso compromisso, porque não nos cansamos de fazer mais por Elvas”, acrescenta.

O programa eleitoral do PS, revela Mocinha, encontra-se ainda em elaboração, sendo que os principais desafios futuros prendem-se com o parque de negócios de Elvas, assim como com a requalificação hospital da cidade e com a habitação.

Na lista à Câmara Municipal de Elvas, e depois de Nuno Mocinha, seguem-se Cláudio Monteiro, Vitória Branco, Tiago Afonso, Sérgio Ventura, Isabel Pinto, Carlos Dores, Ana Sofia Rosa, António Balsinhas, Marta Caixas Inácio, José Luís Zuna, Elisa Rodrigues, Odete Alves e Abílio Reis.

O candidato à Assembleia Municipal é José Chocolate Contradanças. Na lista, a este órgão deliberativo, encontram-se ainda nomes como Francisco Espiguinha, Cláudia Ferreira, Carlos Pernas, António Falé Canoa, Vera Escoto, Leonor Carvalho, Rui Jesuíno, André Cachola e Raquel Guerra.

O mandatário da campanha é Paulo Canhão e os mandatários para a juventude são Beatriz Dores e Luís Carlos Dias.

José Laço é candidato à Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso; Patrícia Peixoto e Teresa Galego são as candidatas a Barbacena e Vila Fernando; João Rondão a Caia, São Pedro e Alcáçova; Joaquim Feijão a São Brás e São Lourenço; Adriano Carlos a Santa Eulália; João Charruadas a São Vicente e Ventosa; e Líria Carvão e Vera Guelha a Terrugem e Vila Boim.

As listas foram apresentadas ontem, ao final da tarde, no Auditório São Mateus, em Elvas.

Piscinas de Elvas abertas ao público com medidas de segurança

As Piscinas Municipais de Elvas reabriram este sábado, dia 27, para todos os veraneantes. O horário de funcionamento é das 11 às 19 horas, de terça-feira a domingo; nas segundas-feiras, o período da manhã é reservado a manutenção mais profunda do espaço, que abre ao público entre as 14 e as 19 horas.

Este equipamento municipal sofreu algumas obras de requalificação e manutenção, nomeadamente com a substituição do pavimento dos cais das piscinas, bem como substituição de tijoleira por mosaico, nas superfícies das paredes exteriores das piscinas.

A Rádio ELVAS esteve neste primeiro dia de abertura das piscinas municipais, para perceber qual opinião daqueles que ali, decidiram ir a banhos, relativamente ao equipamento e medidas de segurança, no que à pandemia diz respeito.

Débora Serrano já aguardava há muito tempo para a reabertura das piscinas, porque “no ano passado não consegui vir devido à pandemia e, como melhoraram as piscinas, esta é uma boa oportunidade, porque o calor também já pede”. Revela que se sente segura, uma vez que é medida a temperatura à entrada, onde é deixado o número de telemóvel, para o caso de existir algum caso covid detetado, é obrigatório o uso de máscara e há um distanciamento, na zona de relva. Já Mariana Almeida está feliz com esta reabertura, e considera que todos cumprem as medidas de segurança.

Os espanhóis, principalmente de Badajoz, são presença assídua nas piscinas de Elvas, e este ano não foi exceção. É o caso de Maria que destaca a “limpeza e organização do espaço”, sendo esse um dos motivos que a leva até este espaço, na cidade.

Pilar, também veio de Badajoz destaca que, em Elvas, há mais medidas preventivas no que à Covid-19 diz respeito, comparativamente com as restantes piscinas perto de Badajoz, destacando ainda “os melhoramentos nas instalações”.

Já Carlos deslocou-se até às piscinas sem saber que a sua reabertura era hoje, tendo por isso a sorte de terem já reaberto. Aos nossos microfones destaca a “limpeza e as instalações deste equipamento e também o distanciamento que existe na zona de relvado”.

Piscinas municipais de Elvas que reabriram hoje ao público, com todas as medidas de segurança, nomeadamente com medição da temperatura corporal à entrada, utilização de máscara, exceto para ir à piscina, há indicação do distanciamento a ser mantido, nas zonas verdes.

140 nadadores no Meeting Internacional Cidade de Elvas

Dez clubes, num total de 140 atletas participaram esta tarde de sábado, dia 26, no Meeting Internacional “Cidade de Elvas”, que decorre nas Piscinas Municipais descobertas, numa organização do Clube Elvense de Natação (CEN).

Para José Caldes, presidente da Direção do clube era um “grande grande objetivo voltar a realizar esta prova, uma vez que é o meeting mais antigo do país, “e está a correr muito bem”. “Esta é uma moldura humana muito bonita, porque juntamos o futuro (atletas mais novos), o presente e o passado, e clube sai desta iniciativa muito contente”.

São vários os escalões do CEN que participam neste meeting, sendo que o presidente da direção do clube, adianta que há atletas dos 10 aos 24 anos, mas “há uma maioria de atletas mais novos, que é o futuro do clube, e dos outros clubes também”. “A natação alimenta-se dos mais novos e com muita pena não posso ter hoje aqui as escolinhas”, afirmando que nunca se pode esquecer deles, que “são também o futuro de clube”.

Quanto à prestação dos atletas do clube, José Caldes refere que para o clube “a prova está a correr muito bem, sendo que é o resultado do trabalho deles, dos técnicos e o clube só está para dar suporte, sendo este um orgulho e uma satisfação enorme contar com esta moldura humana”.

Ana Cristina Jantarão, treinadora do CEN, afirma que gostou da prestação dos seus atletas afirmando que “estes estão motivados para a competição, estando num bom caminho”.

O Sporting Clube Campomaiorense foi um dos clubes que participaram no Meeting, em Elvas. José Mercês, treinador no clube, revela que, depois um ano e meio sem competições, os atletas estão a superar as expetativas, e “estão todos a melhorar os seus tempos”, apesar de se notar algumas dificuldades devido a esta longa paragem. São 12 os atletas do Campomaiorense que marcaram presença no meeting, sendo aqueles que “têm melhores condições para esta competição” e José Mercês afirma ainda que “o convite para esta prova acabou por ser “um empurrão para que o clube voltasse as competições”.

O Meeting Internacional de Natação “Cidade de Elvas”, numa organização do Clube Elvense de Natação decorreu esta tarde nas Piscinas Municipais de Elvas.

Piscinas de Campo Maior já recebem veraneantes

As piscinas municipais de Campo Maior reabriram hoje ao público, depois de, no ano passado tal não ter sido possível, devido à pandemia.

Para já, este equipamento municipal apenas reabre este fim de semana e o próximo, sendo que a partir do dia 10 de julho e até 5 de setembro, estará aberto diariamente.

Foram já algumas as pessoas, que tendo em conta o calor que se faz sentir, quiseram ali refrescar-se.

É o caso de Catarina Inácio, natural de Torres Vedras, e que acompanhada da família, decidiu este fim de semana conhecer Campo Maior e acabou por ir até à piscina municipal. Considera que “o clima é ótimo e as pessoas de Campo Maior são ótimas, tendo, a vila, “pontos turísticos de muito interesse”. No que diz respeito às normas de segurança das piscinas afirma que “o espaço é muito bom, é possível estar com a família à vontade, uma vez que não há muitas pessoas, as regras de segurança são eficazes, e o espaço é bastante agradável”.

Duas amigas Rita Brotas e Lara Pilar, duas amigas, foram também das primeiras a frequentar o espaço, na reabertura e à nossa reportagem afirmam que com o calor que se sente já é possível refrescarem-se e conviver. Relativamente às medidas a ter em conta revela que, uma vez que são menores de 16 anos, tiveram que entregar uma autorização dos pais para frequentar o espaço e o uso de máscara é obrigatório, em todo o espaço, exceto na água, considerando que tudo está a ser cumprido”.

Bruno Galvão, acompanhado da sua filha, refere que para as crianças esta reabertura “é boa”, mas adianta que “é necessário cumprir as medidas”.

Piscinas de Campo Maior que reabriram hoje ao público, com todas as medidas de segurança, no que à Covid-19 diz respeito, como a utilização obrigatória de máscara, exceto na água, distanciamento social, uso de touca, para entrar na água, e os jovens menores de 16 anos devem levar uma autorização dos pais, ou estar acompanhados de um adulto, para frequentar as piscinas.

Futebol Benfica e Huelva ganham em Campo Maior (c/fotos e vídeos)

O Estádio Capitão César Correia, em Campo Maior, acolheu esta manhã de sábado, dia 26, a 10ª edição da Taça Feminina de futebol.

Foram quatro os clubes que jogaram as meias-finais em Campo Maior: dois portugueses e dois espanhóis.

Para Luís Maia, responsável pela modalidade no Campomaiorense “é um prazer receber este torneio, em Campo Maior, é sempre bom para a prática do desporto e para mostrar as instalações, às equipas portuguesas e espanholas”, lamentando “a inexistência de público”. As atletas, revela Luís Maia, “ficaram surpreendidas pelas instalações do clube e destacaram o relvado, considerando-o um tapete autêntico”.

Esta é uma organização do Civitas Santa Teresa, de Badajoz, e o presidente do Clube, Manuel Guerra, recorda que o ano passado não foi possível realizar o torneio, mas que “este ano regressa em força, principalmente por se realizar em Campo Maior”, realçando a “união com Portugal” e “enaltece que o futebol feminino, que em Espanha foi declarado profissional, algo que é muito importante para igualdade de género, sendo também esta uma maneira de expressar a alegria por este acontecimento”. Com a participação de duas equipas portuguesas “é uma forma de unir o futebol feminino dos dois países”, revela o presidente do Civitas Santa Teresa.

Manuel Guerra destaca a qualidade das equipas que disputam esta taça e refere que tem boas expectativas para a final que se joga amanhã, em Badajoz. “São equipas muito boas com qualidade extraordinária”.

O presidente do Civitas Santa Teresa refere ainda que ficou muito entusiasmado com as instalações do Campomaiorense, lançando um desafio ao Clube e mostrando-se interessado em que mesmo forme uma equipa feminina. “No primeiro dia que vi o estádio fiquei entusiasmado porque as instalações são extraordinárias, num local pequeno como Campo Maior e estamos entusiasmados, tanto que vamos abusar desta oferta e gostávamos de formar uma equipa feminina em Campo Maior” .

Pedro Murcela, há muitos anos ligado ao Campomaiorense, foi parte integrante para a realização desta Taça em Campo Maior, pelo que considera que esta é uma forma de promover o futebol feminino bem como o conceito de Eurocidade. “Sou um homem do futebol e continuo a ser, por isso ajudei à realização desta Taça, que foi solicitada ao presidente do Clube, João Manuel Nabeiro, ao qual ele acedeu, sendo esta uma forma de aproximação da Eurocidade e contribuindo para a igualdade de género, é também uma forma de aproveitar sinergias para que através do desporto nos aproximemos e convivamos ao fim de semana, que é necessário, nos tempos em que vivemos”.

Relativamente à proposta do presidente do Civitas Santa Teresa, Pedro Murcela afirma que “tudo é possível” e, que esta deve ser analisada pelo presidente do Campomaiorense, que é João Manuel Nabeiro, e a acontecer “é bom para a região e para as atletas, uma vez que está a crescer o futebol feminino, e penso que as mulheres merecem”.

Relativamente ao primeiro jogo, estiverem frente a frente o Clube Futebol Benfica e Clube Atlético Ouriense, em que o o resultado foi 3-1 dando a vitória ao Clube Futebol Benfica.

No final da partida, Ruben Reboredo, treinador do Futebol Clube Benfica, referiu que esta iniciativa “é boa, principalmente numa altura em que na formação há perda de jogadoras, e torna-se revelante para as atletas evoluírem, enquanto jogadoras e enquanto pessoas”.

Quanto à vitória do clube adianta que “é o reflexo do trabalho feito nos treinos de preparação, aos quais se mantiveram fiéis”. Quanto ao jogo de amanhã, na final, afirma que se mantêm “fiéis ao plano de jogo e que é para ganhar, como sempre”.

Carolina Quental foi a autora de dois dos três golos do clube de Benfica e revela que foi “um bom jogo, apesar de na primeira parte, altura em que sofrerem o golo, estarem mais distraídas, na segunda parte correu tudo lindamente e amanhã estamos preparadas para vencer”.

Já Tânia Sá, diretora no Clube Atlético Ouriense, demonstra-se agradada pelo convite, para esta Taça, “é um orgulho e foi com agrado que recebemos o convite do Santa Teresa para disputar esta Taça”. “Para nós, um clube que ganhou duas taças no futebol feminino, é com muito orgulho que vemos o futebol feminino em expansão não só a nível nacional, mas internacional”. Apesar da derrota está orgulhosa da equipa, considerando que “a experiência é o mais importante”. A diretora do Ouriense destaca ainda as “condições magníficas” do Estádio, em Campo Maior.

A jogadora do Ouriense e autora do único golo da equipa, Alexandra Vedor, afirma que “infelizmente não chegou para a vitória, mas está feliz pelo golo”, admitindo que, ainda assim, “ficaria mais feliz se tivesse chegado à vitória”. Classifica o torneio como “uma oportunidade para crescer e mais importante que ganhar, é tirar partido” do mesmo.

Quanto ao segundo jogo, o Sporting Clube Huelva venceu por 3-2 o Civitas Santa Teresa. Assim, amanhã tem lugar a final no Estádio Nuevo Vivero, em Badajoz, entre o Clube Futebol Benfica e o Sporting Club Huelva.

“Europa Minha” em exposição na Casa da Cultura de Elvas

Há quatro anos que o Agrupamento de Escolas n.º3 de Elvas é Escola Embaixadora do Parlamento Europeu e uma mostra, com alguns dos trabalhos realizados nesse contexto, foi inaugurada na tarde desta quinta-feira, 24 de junho, na Casa da Cultura de Elvas.

A exposição “Europa Minha” conta com vários trabalhos artísticos, para além de muitas fotografias, que retratam parte do projeto levado a cabo, em que estiveram envolvidos alunos, professores e até as cozinheiras da escola.

Este projeto, para além de ter permitido “uma aprendizagem transversal ao nível da Europa”, aos alunos, possibilitou também um “forte enriquecimento curricular”, em que o empenho de todos foi notório, assegura a diretora do agrupamento, Fátima Pinto. “São projetos transversais, de uma forma direta ou indireta, para a aprendizagem do currículo e principalmente para a motivação, porque o aluno está mais motivado, sente que faz parte integrante do projeto e isso faz com que não olhe a horas”, acrescenta.

Fátima Pinto assegura ainda que, com projetos como este, a Escola Secundária de Elvas, não sendo de ranking, “é uma escola de inclusão”, onde, cada vez mais, são “alunos que não abandonam”. Para além disso, destaca a professora, “os alunos que vão para o Ensino Superior, de uma forma geral costumam ter sempre muito sucesso”.

A professora explica ainda que a exposição, agora inaugurada é apenas uma pequena mostra de todo o trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos anos, no âmbito deste projeto da Escola Embaixadora do Parlamento Europeu.

Presente na sessão de abertura desta exposição esteve a coordenadora nacional do projeto Escola Embaixadora do Parlamento Europeu, Isabel Baltazar, que se revelou “muito satisfeita” com o trabalho realizado e apresentado nesta exposição. “É com imenso orgulho que estou aqui, em Elvas, porque estou alegremente satisfeita com o trabalho realizado por esta escola na pandemia. Os alunos não pararam na pandemia. Aproveitaram a pandemia para fazer novos projetos e mostram que são uma Escola Embaixadora, mas não medalhada apenas”, revela.

Isabel Baltazar revelou-se ainda feliz com a iniciativa solidária que a escola tem vindo a promover, com o objetivo de fazer chegar roupa a países de África. “É uma escola que leva a Europa ao resto do mundo” e que faz valor “os valores europeus”, comenta.

Já o professor responsável pelo projeto no Agrupamento nº 3 de Elvas, Nuno Inácio, revela que a pandemia veio dificultar parte do trabalho a desenvolver, mas que, ainda assim, conseguiu-se angariar cerca de 500 peças de roupa para enviar para África.  Nuno Inácio explica ainda que, com projetos como este, acabam por se trabalhar outras competências, que não as académicas dos alunos, mas que são também muito importantes para o seu desenvolvimento.

Em representação da Câmara Municipal de Elvas, a vereadora Vitória Branco, presente na inauguração da mostra, relembra que a Casa da Cultura é um “espaço privilegiado” para receber todo o tido de exposição, agradecendo a toda a comunidade escolar pelo trabalho apresentado.

“Europa Minha” está disponível para visita, na Casa da Cultura de Elvas, até ao próximo dia 6 de julho.

Gastronomia de Campo Maior divulgada em Badajoz

Sete restaurantes de Campo Maior vão, ao longo desta semana, promover a gastronomia da vila, na Mostra Gastronómica que teve início hoje e decorre até sexta-feira em Badajoz, numa iniciativa integrada na promoção da Eurocidade Badajoz-Elvas-Campo Maior.

“Trazer aquilo que de melhor se faz, no âmbito da gastronomia de Campo Maior”, é um dos objetivos desta iniciativa, revela João Muacho, presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, o que permite de igual forma “trazer alguma retoma a este setor, que se viu bastante afetado com a pandemia”.

Há três restaurantes por dia, nesta iniciativa que decorre na Avenida Juan Carlos I, tendo ainda como objetivo que esta “mostra possa ter os frutos, e levar as pessoas até Campo Maior, degustar outros pratos e contribuir, de igual forma, para a economia local”. O município teve em atenção o atual cenário da pandemia e tendo por base as normas de segurança.

A degustação “é totalmente gratuita”, adianta João Muacho, sendo que o município patrocina “a oferta dos cerca de 270 mini pratos que são distribuídos, diariamente, sendo uma forma de aguçar o apetite e convidar as pessoas a visitar Campo Maior, Elvas, o Alentejo e a Eurocidade, enquanto região”.

Já Sérgio Ventura, vereador no município de Elvas adianta que “esta é mais uma das iniciativas que têm vindo a ser desenvolvidas no âmbito da Eurocidade, dando destaque à gastronomia, algo que se pretende continuar a fazer, numa altura em que pouco a pouco voltamos à normalidade”.

Para o alcaide de Badajoz, Ignacio Gragera Barrera, esta é uma “iniciativa muito interessante, que aproxima a gastronomia de Campo Maior até à população de Badajoz”, dando destaque aos pratos que degustou, como o bacalhau e bochechas. O Alcaide considera que e “é importante que se continuem a dar destaque ao conceito da Eurocidade: dois países, três localidades e um só destino, é bom partilhar toda a tradição, cultura e arte gastronómica, em Badajoz”.

Um dos restaurantes presentes hoje é a Taberna “O Ministro”, e Laura Garcia, funcionária do estabelecimento, explica que disponibiliza um prato de bochechas de porco, bem como o bacalhau à Taberna,  considerando a iniciativa uma mais-valia, para mostrar a comida tradicional do Alentejo.

Outros dos estabelecimentos presentes é o Tapas Bar Azeitona, que preparou um bacalhau dourado e tomatada de frango, típica de Campo Maior. Isabel Martins, proprietária do restaurante, considera que esta “é uma excelente iniciativa”. Tendo em conta que o seu restaurante abriu há cerca de três anos, considera que não são muito conhecidos, pelo que “esta mostra é importantíssima”. No stand de Isabel, é possível sentir o espírito campomaiorense, através da decoração e do som das saias de Campo Maior. A proprietária revela ainda que quem degustar as iguarias no seu stand, tem um cartão com 10% de desconto para usufruiu no seu restaurante em Campo Maior.

O terceiro restaurante presente neste primeiro dia da Mostra Gastronómica de Campo Maior é o Hotel Rural Olivale. Vítor Canhão, proprietário, explica que esta é “uma forma de crescermos todos e sermos mais fortes juntos. Para apresentar à população de Badajoz, tem disponível o bacalhau espiritual e bacalhau com espinafres e gambas, que, segundo o proprietário, “os espanhóis apreciam e gostam bastante”.

Pratos gastronómicos de sete restaurantes de Campo Maior vão poder ser degustados até sexta-feira, dia 25, na Avenida Juan Carlos I, junto à Calle Menacho, em Badajoz.

Inauguração do São João de Badajoz (c/fotos e vídeo)

A edição deste ano da Feira de São João abriu portas ontem à noite, em Badajoz. Apesar das limitações impostas, devido à Covid-19, muitas foram as pessoas que quiseram garantir a sua entrada no recinto, limitada a metade da capacidade máxima.

O evento, em conformidade com as medidas restritivas de controlo da pandemia atualmente em vigor, terá a meia-noite como limite de horário de funcionamento.

O projeto “Ella baila sola” atua hoje, às 22 horas (horário português), na Feira de São João, em Badajoz. O concerto tem capacidade máxima para 1500 pessoas.

A Feira de São João decorre até ao próximo sábado, dia 26.

 

Elvas: 24 milhões de euros em obras no concelho (vídeo e fotos)

A Câmara Municipal de Elvas organizou ontem, 16 de junho, uma visita às obras que estão a decorrer no concelho, e que resultam de um investimento total de cerca de 24 milhões de euros.

À comunicação social, presidentes de juntas de freguesias e técnicos da autarquia com “responsabilidades acrescidas”, foram apresentados os futuros laboratórios do InnovPlantProtect, sediados na antiga Estação de Melhoramento de Plantas de Elvas, bem como as obras do lar da Boa-Fé e da Escola EB 2,3 de Santa Luzia.

Relativamente ao renovado ciclo de Santa Luzia, o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, revela que a obra está praticamente acabada. “Estamos em condições de a inaugurar, sendo que parte daquela escola já está a ser usada pelos alunos”, acrescenta.

Nuno Mocinha procurou ainda dar a conhecer outras obras em curso, como é o caso de alguns largos, da Segurança Social, para a ULSNA poder aí instalar os serviços de retaguarda da Hospitalização Domiciliária”, e da sede da Banda 14 de Janeiro, e outras tantas que estão programadas e que vão arrancar, algumas delas, ainda este mês. Uma dessas obras é a da residência para estudantes da Escola Superior Agrária de Elvas. “Veio a autorização do Tribunal de Contas, na passada sexta-feira, o que quer dizer que podemos partir para a obra efetiva”, adianta Mocinha. Esta é uma obra que resulta de um investimento de cerca de quatro milhões de euros, entre intervenção e mobiliário, que “tem de estar pronta em 2023”.

O autarca garante ainda que levar todo este conjunto de obras a cabo não será tarefa fácil, mas que a aposta da Câmara feita tem estado a dar os seus frutos.


Conheça todas as obras que já estão em curso no concelho e aquelas que se seguem, assim como o valor investido em cada uma delas:

Ampliação do Complexo Social da Boa-Fé – 1.348.270 euros – início em setembro de 2020 – conclusão em fevereiro de 2022

Requalificação e Reabilitação do Largo dos Terceiros – 68.702 euros – início em março de 2021 – conclusão em julho de 2021

Requalificação do Largo de São Domingos e da Rua Mouzinho de Albuquerque – 181.212 euros – início em março de 2021 – conclusão em julho de 2021

Requalificação da Avª 14 de Janeiro – 730.836 euros – início em março de 2019 – conclusão em julho de 2021

Parques Infantis das Freguesias – 154.608 euros (concluído)

Parques Infantis Quinta dos Arcos e Morgadinho – 260.000 euros – início em junho de 2021 – conclusão em julho de 2021

Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia (CVTT) – 2 451.299 euros – início em janeiro de 2021 – conclusão em setembro de 2021

Recuperação, Conservação e Valorização do Aqueduto da Amoreira – 1ª Fase – 1 985.471 euros – início em fevereiro de 2021 – conclusão em julho de 2022

Cobertura das Bancadas dos Campos de Futebol e Renovação de Cadeiras da Bancada Central do Campo Patalino – 63.000 euros – início em setembro de 2020 – conclusão em agosto de 2021

Pintura e Reparação da Cobertura da Igreja de Sta. Luzia – 90.000 mil euros – início em setembro de 2020 – conclusão em agosto de 2021

Escola E.B. 2, 3 de Santa Luzia – 7.743.872 euros – início em agosto de 2017 – conclusão em junho de 2021

Novos Acessos Escola E.B 2, 3 de Santa Luzia – 227.344 euros (concluído)

Biblioteca – 158.841 euros – início em junho de 2021 – conclusão em dezembro de 2021

Requalificação das Zonas Industriais das Fontainhas e Gil Vaz – 984.515 euros – início em junho de 2021 – conclusão em dezembro de 2021

Reabilitação do Edifício Sede da Banda 14 de Janeiro – 432.482 mil euros – início em setembro de 2020 – conclusão em setembro de 2021

Reabilitação do Antigo Lagar dos Lopes – Residência para Estudantes – 4.117.519 euros – início em junho de 2021 – conclusão em junho de 2023

Hospitalização Domiciliária – 64.505 euros (concluído)

Estrada da Chamorra – 113.264 euros (concluído)

Estrada da Amoreirinha – 97.520 euros – início em maio de 2021 – conclusão em julho de 2021

Santa Eulália, Rossio de Vila Boim e Parque da Terrugem – 260.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em novembro de 2021

Requalificação do Antigo Pavilhão Desportivo da Escola de Santa Luzia – 210.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em dezembro de 2021

Pavimentação – 980.557 euros – início em junho de 2021 – conclusão em outubro de 2021

Sinalização Horizontal – 124.393 euros – início em junho de 2021 – conclusão em julho de 2021

Requalificação dos Acessos e Nova Sede dos Escuteiros – 500.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em setembro de 2022

Reabilitação e Requalificação do Largo dos Combatentes – 207.557 euros – início em julho de 2018 – conclusão em junho de 2021

Requalificação Jardim Municipal – 128.000 euros – início em setembro de 2021 – conclusão em novembro de 2021

Pintura de Igreja e Posto da GNR de Vila Boim – 20.000 euros – início em agosto de 2021 – conclusão em setembro de 2021

Protocolo ULSNA: Mamógrafo e Televisores para Hospital de Santa Luzia – 50.000 euros

Protocolo ULSNA: Pintura do Centro de Saúde de Elvas – 100.000 euros

Bombeiros Voluntários de Elvas – Nova Ambulância, Requalificação de Balneários e Cofinanciamento EPI – 90.000 euros

Requalificação dos Sinos Igreja Santa Eulália – 10.000 euros

Novas Condutas de Água em Vila Boim – 75.000 euros – início em julho de 2021 – conclusão em agosto de 2021

Levantamento Topográfico (Parque de Negócios de Elvas e Terrenos Adjacentes ao Hospital de Santa Luzia) – 11.000 euros – início em junho de 2021 – conclusão em julho de 2021

 

Padre João Luís vem a Campo Maior e apresenta livro

O padre João Luís da Silva voltou, na tarde deste domingo, 13 de junho, a Campo Maior, onde foi pároco durante dois anos, para apresentar o seu mais recente livro: “Todos os Caminhos Vão Dar a Tua Casa”.

A obra, apresentada aos campomaiorenses, no Centro Cultural da vila, conta com o testemunho de 54 figuras públicas, relativamente à sua devoção a Nossa Senhora de Fátima.

Em Campo Maior, garante o padre, deixou alguns amigos, pelo que a vila e os campomaiorenses continuam na sua vida. “Foram dois anos muito bonitos, que aqui estive, como pároco, e quando há uma atividade, como o lançamento de um livro, Campo Maior fica sempre na rota destes caminhos”, revela o padre.

O livro, que é um “tributo a Nossa Senhora”, conta com as participações do comendador Rui Nabeiro, do secretário de Estado e antigo presidente da Câmara de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, de Fátima Lopes, Marco Paulo, Aura Miguel, entre muitos outros. Todas as personalidades que participam neste livro, que conta com prefácio escrito por Marcelo Rebelo de Sousa, “têm um carinho muito especial por Fátima”.

O comendador Rui Nabeiro, presente na sessão de apresentação do livro, assegura que o padre João Luís da Silva deixou saudades em Campo Maior, reconhecendo nele uma “pessoa extraordinária”.

Já o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, João Muacho, garante que há um sentimento de amizade que une os campomaiorenses ao padre João Luís da Silva, e que a apresentação do livro na vila surge, precisamente, dessa ligação. Também a vereadora Vanda Alegria garante que sempre que o padre tem vontade de voltar a Campo Maior, a população recebe-o de braços abertos.

A venda do novo livro do padre João Luís da Silva reverte a favor do Projeto MENTALizar da Fundação São João de Deus, que intervém junto de pessoas e organizações na promoção da Saúde Mental.

Festa do Teatro em Elvas apresenta peça para bebés no cineteatro

No âmbito do ACTO – a Festa do Teatro de Elvas, evento organizado pela associação cultural UmColetivo, em parceira com o município elvense, o cineteatro da cidade acolheu, na manhã deste domingo, 13 de junho, uma peça para bebés.

O evento, que teve início do final de maio, e que ainda se estende ao último fim de semana deste mês, nos dias 25, 26 e 27, tem, sobretudo, por objetivo, demonstrar às pessoas que merecem ter acesso à cultura, à semelhança do que acontece com as escolas e os hospitais públicos, revela Cátia Terrinca, uma das responsáveis da associação. “As pessoas merecem um cineteatro de portas franqueadas, que possam frequentar, com toda a vontade de gostar mais e menos de uma coisa e de outra”, comenta.

“O que nós trazemos aqui são, no fundo, pequenas possibilidades de abrir as portas para o teatro, para a dança ou para formas mais híbridas de fazer estas coisas, para que as pessoas possam construir pontes com coisas diferentes, das quais são livres de gostar e de não gostar, algumas que lhes permitem mais pensamento, outras mais sensação”, explica Cátia Terrinca.

Este festival do teatro foi preparado para este período de pandemia, sendo que estava, inicialmente previsto, para acontecer em março. Para levar a cabo o evento, foi necessário fazer uma grande reestruturação de agendas. Cátia Terrinca assegura ainda que é muito difícil, por esta altura, as companhias e os artistas, conseguirem apresentar-se a público, com todas as limitações que são impostas.

“Lullaby”, a peça de teatro para bebés, que subiu esta manhã ao palco do cineteatro de Elvas, foi apresentada pelo Teatro Plage.

Quatro países e 74 cavaleiros no Raide Hípico de Santa Eulália

Santa Eulália acolhe este sábado, 5 de junho, mais uma edição do Raide Hípico “Luís Tello Barradas”, que, habitualmente, acontece sempre no último sábado de janeiro.

A pandemia, desta feita, impediu que a prova se realizasse no primeiro mês do ano, ainda assim, não impossibilitou que este evento desportivo não conduzisse, hoje, até àquela freguesia do concelho de Elvas, várias dezenas de cavaleiros.

O raide, garante Alberto Barradas, da organização, tem já o seu estatuto adquirido, sendo que, agora, realiza-se com todas as normas de segurança garantidas. “Estamos muito felizes por ter aqui 74 concorrentes, a cumprirmos todos nós todas as medidas de segurança da Direção-Geral da Saúde, que do meu ponto de vista, são muito necessárias e não merecem qualquer tipo de discussão”, assegura.

Dos 74 cavaleiros em prova, a maioria são portugueses, mas também marcaram presença atletas oriundos de Espanha, Áustria e Argentina. Alberto Barradas destaca ainda a grandeza deste raide hípico, organizado há 22 anos em homenagem ao seu irmão, Luís Tello Barradas, que “na década de 60, foi, sem qualquer dúvida, o maior cavaleiro da sua geração”. Revela ainda que, recentemente, em Badajoz, uma prova do género, na qual integrou o júri, contou com a participação de apenas metade dos cavaleiros que estão hoje em Santa Eulália.

O regresso às competições, com este raide, garante ainda Alberto Barradas, é “um sinal de esperança” para todos os cavaleiros. Relativamente às edições anteriores do raide, desta feita, não se pode fazer o tradicional jantar de confraternização entre os participantes, onde era feita a entrega dos prémios. Ainda assim, depois de terminadas as provas, serão entregues os prémios aos primeiros cinco classificados nas quatro competições que integram este raide hípico: raide de iniciação, de 20 quilómetros, raide de 41,5 quilómetros, o de 83 quilómetros, que dá acesso à carreira internacional e o raide internacional de 100 quilómetros. Para além destas quatro provas, há ainda um passeio para crianças.

Estivemos ainda à conversa com alguns dos cavaleiros que se encontram em competição. Francisco Duarte, de Palmela, por exemplo, depois de participar na primeira etapa da prova dos 40 quilómetros, revelava que o seu cavalo se “portou bem”. “É a segunda prova dele, é um cavalo jovem, que está a iniciar a sua carreira desportiva”, refere, adiantando que o calor que se faz sentir hoje pode-se equiparar à lama que, normalmente em janeiro, dificulta a vida de todos aqueles que participam no evento.

Já Jennifer Perez, de Madrid, que habitualmente participa neste raide, revela que, até então, viveu “tempos complicados”, pois não pôde competir. “Mas os cavalos vêm bem, vêm fortes”, diz, por outro lado, assegurando que, em Santa Eulália, neste raide, todos são “amigos” e todos ajudam nas dificuldades.

Paulo Batista, de Évora, participa neste raide hípico há já vários anos, e explica que, desta feita, e tendo em conta que o mesmo se realiza sempre no inverno, o mais importante é ir refrescando os cavalos. Relativamente à organização do raide de Santa Eulália, garante não haver nada a apontar.

Já Rita Serra, uma jovem de Lisboa, estreou-se no raide de Santa Eulália, numa prova que lhe correu de feição, sendo que, antes da pandemia, nunca tinha participado numa competição. Com Irina, a égua que trouxe até esta prova, conseguiu alcançar uma boa classificação.

O Raide Hípico é organizada pelo Associação Humanitária e pela Secção de Veteranos da Sociedade Recreativa, Popular e Desportiva de Santa Eulália.

Edição especial da Ecuextre já começou em Badajoz

A 12ª edição da Ecuextre, a Feira do Cavalo e do Touro, teve início esta quinta-feira, 3 de junho, nos pavilhões da IFEBA, em Badajoz, em moldes muito diferentes do habitual, tendo em conta que, desta feita, o certame contempla apenas concursos e campeonatos hípicos, sem a presença dos habituais stands relacionados com o setor.

Esta é a última feira na IFEBA de Francisco Fragoso enquanto alcaide de Badajoz. Ainda assim, o autarca prefere destacar que o evento é “o primeiro depois da pandemia” e que oferece “alguma esperança no futuro”. “O importante sempre é sentir o dever cumprido e não que esteja seja, para mim, a última feira”, acrescenta.

O alcaide adianta que, pela primeira vez, realiza-se neste evento, um concurso dedicado ao cavalo lusitano, revelando ainda ter esperança que, nas feiras que se vão realizar no verão, já se possa “atingir a normalidade”. Também pela primeira vez, nesta feira, realiza-se um campeonato do mundo de Doma Vaquera.

Presente, na sessão de abertura do evento, esteve o comendador Rui Nabeiro, que, aos nossos microfones, quis destacar a “camaradagem” de Francisco Fragoso com Campo Maior e Elvas, lamentando que o mesmo vá deixar o cargo de alcaide. “O presidente vai sair, mas eu vejo-o sair com muita tristeza, porque é um homem que soube ganhar a amizade, que pensa no vizinho do lado. Este homem é extraordinário”, comenta.

Já o vereador na Câmara de Elvas, Sérgio Ventura, assegura que este é um evento, que marca o regresso à normalidade possível, sendo muito importante para a região e para a Eurocidade. “É muito importante para a nossa atividade económica,  para a nossa atividade social, continuamos com a vacinação e vamos ver se, para o final do ano, já vamos poder estar com as atividades normais”, diz. Sérgio Ventura lembra ainda que a atividade ligada ao cavalo e ao touro, quem “vem do nosso passado”, gera muito dinheiro e une os dois lados desta região transfronteiriça.

Luís Rosinha, vereador na Câmara de Campo Maior, garante que este evento marca o “reatar de relações”, que muito têm sofrido, entre os três vértices da Eurocidade, agradecendo a Francisco Fragoso por se lembrar de Campo Maior e Elvas. O certame, adianta, “é um sinal claro de apoio ao mundo do cavalo e ao mundo do touro”. Rosinha recorda ainda, e por se tratar da feira do cavalo e do touro, a marca que Joaquim Bastinhas deixou no mundo da tauromaquia.

A Ecuextre decorre entre hoje e domingo, dia 6, de 10 a 13 e, ainda, entre os dias 18 e 20 de junho. Para além de vários campeonatos, troféus e provas, estão programadas algumas atividades taurinas, como aulas práticas da Escola Taurina de Badajoz, a entrega de prémios de concursos de fotografia e várias conferências.

Gota d’Arte anima Dia da Criança nas freguesias rurais de Elvas

O Dia da Criança, que se assinala esta terça-feira, 1 de junho, está a ser celebrado junto de todas as escolas básicas do concelho de Elvas, com uma animação musical, por parte da associação Gota d’Arte.

Numa iniciativa da Câmara Municipal de Elvas, “Os Goticas”, assim se chama o espetáculo itinerante, levam as músicas do Panda até à criançada, proporcionando-lhe momentos de muita alegria e diversão.

A festa, hoje, começou com o trio elétrico a passar pela escola de São Vicente. Esta passagem pelas freguesias rurais, que é uma novidade, foi, no ano passado, uma “pedra no sapato” da Gota d’Arte, de acordo com o presidente da associação, Luís Rosário.

“No ano passado, tínhamos tido também uma arruada que programámos e que propusemos à Câmara, quase de última hora, e devido às circunstâncias que ainda estamos a atravessar, foi a forma que encontrámos de assinalar esse dia”, recorda Luís Rosário. “Faltavam as freguesias rurais e, este ano, em boa hora a Câmara apostou nas freguesias, porque eles também merecem”, acrescenta. O presidente da direção da Gota d’Arte assegura ainda que esta não é a festa desejada, mas a possível, por esta altura, mas que não se podia deixar passar a data em branco.

Já a vereadora municipal Vitória Branco lembra que este é um dia para ser celebrado, de “uma forma lúdica e descontraída”, adiantando que, desta feita, a Câmara de Elvas quis oferecer duas prendas a todas as crianças do concelho: para além do trio elétrico, uma prenda didática. “Queremos que as crianças desfrutem deste dia da criança e que possam receber uma prendinha. É para isso que nos esforçamos”, acrescenta.

O árduo trabalho de professores e auxiliares, nesta época, em que as regras de segurança exigidas nas escolas, e depois de um largo período de aulas à distância, é lembrando ainda por Vitória Branco, que garante que os estabelecimentos de ensino têm sido “um exemplo de persistência, resiliência e de dedicação” às crianças.

Também a Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa se quis associar às comemorações deste dia, oferecendo uma lancheira térmica e um estojo com canetas às crianças do jardim de infância e do primeiro ciclo. Durante a tarde, segundo revela o presidente da junta, João Charruadas, as crianças vão poder partir um bolo, em mais um momento de convívio. “As crianças são uma peça importante da nossa freguesia e gostamos sempre de marcar a data”, garante.

E porque hoje é o dia delas, não quisemos deixar de ouvir o que as crianças têm a dizer sobre o que pensam ser os seus direitos e aquilo que é ser criança. Martim Marques, por exemplo, garante que ser criança “é ser feliz e ter direitos”. Desses direitos, esta criança de dez anos, destaca “ter um lar e amor dos pais”. Já Caetana Guerra garante cumprir as regras, na escola e em casa, são  as principais obrigações das crianças.

 

Ministra da Coesão Territorial inaugura Museu de Arqueologia e Etnografia

O Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires, em Elvas, foi inaugurado esta tarde, na presença da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Presentes, na sessão de inauguração, para além do presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, estiveram também o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, António Ceia da Silva, e a diretora regional de Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira.

O novo espaço museológico da cidade, instalado no edifício da antiga Manutenção Militar de Elvas, resulta de um investimento de cerca de três milhões e meio de euros, com comparticipação a 85 por cento de fundos comunitários.

Para Ana Abrunhosa, este é um museu “riquíssimo” que, apesar de levar os visitantes a viajar no tempo, é feito de muita modernidade e tecnologia, sendo que, quem o visitar, poderá passar um dia inteiro a descobrir a etnografia e a arqueologia de Elvas. “Consegue levar-nos ao tempo dos objetos, das pessoas e simultaneamente entusiasmar-nos, porque tem tecnologia”. Neste espaço, adianta, é possível “descobrir Elvas e as pessoas que fizeram de Elvas o que Elvas é hoje”.

A ministra lembra ainda que Elvas, tal como todo este território, é uma área muito rica do país, pelo que a cidade deve continuar a trabalhar, de forma inteligente, para dar vida ao seu património. “É fazendo o que Elvas está a fazer, porque Elvas já é património da Humanidade. Esse selo dá-lhe também uma responsabilidade muito grande em tudo o que faz”, diz ainda.

Já o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, diz-se muito satisfeito com a inauguração do museu, sobretudo por ali ser “respeitada a história dos elvenses”. “O melhor que posso fazer é convidá-los a todos. Como sabem, a entrada é gratuita. Venham ver aquilo que é o vosso museu, reencontrar a vossa história”, convida o autarca.

Este é um equipamento que qualifica, não só a oferta cultural que Elvas tem, garante Mocinha, mas também o património mundial, uma vez que o espaço, onde está instalado o museu, encontra-se agora totalmente requalificado.

Mocinha lembra ainda que a ideia deste museu surgiu de um conjunto de pessoas que com este projeto colaborou, em quem o município “depositou a sua confiança”. “Elvas faz-se a partir dos elvenses e dos amigos dos elvenses e foi isso que fez possível este museu”, diz ainda.

Este museu, que para o vereador Rondão Almeida, “é mais um marco histórico” em Elvas, dá continuidade ao trabalho iniciado, há cerca de 18 anos, com o ciclo de museus temáticos. “Lembro-me que quando fizemos a estrutura completa da atual biblioteca, onde se encontrava grande parte do espólio etnográfico, que hoje tivemos oportunidade de aqui ver, logo naquela altura se pensou de fazer a obra da biblioteca com responsabilidade de o trazer para aquilo que é hoje o nosso grande museu de arqueologia e etnografia”, recorda.

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, António Ceia da Silva, garante que esta é mais uma “estrutura cultural atrativa”, que vem dignificar, não só Elvas, como a região e o país. “Um destino turístico não é criado só por um hotel de cinco estrelas. É necessário ter bons equipamentos culturais, boas acessibilidades e este museu conta a história de uma cidade que hoje fica muito mais rica, porque os elvenses vão se sentir aqui reconhecidos”, assegura. “É um museu diferente dos outros, muito bem feito, bem estruturado”, remata.

O Museu de Arqueologia e Etnografia António Tomás Pires abre ao público amanhã, dia 1 de junho.

Nacional de Tiro às Hélices em Elvas (fotos+vídeo)

São mais de cem os atiradores, vindos de várias partes do país e alguns, também da Europa, que durante este fim de semana disputam quatro provas, no Clube de Tiro e Caça de Elvas, da 2ª contagem do Campeonato Nacional de Tiro às Hélices.

Para Luís Villar Mayor, presidente do Clube, é com grande satisfação que vê o retomar desta atividade em Elvas, e afirma que “é sempre um prazer organizar provas do Campeonato de Portugal”, revelando que “há mais de cem pessoas inscritas”. O presidente do Clube de Tiro e caça de Elvas adianta que “as provas são boas, não só para o clube, como também para a economia local”.

Já o representante da Federação Portuguesa de Tiro com Armas de Caça, Nuno Veloso afirma que “é fantástico retomar a prática da modalidade, mas é pena que seja a única contagem no sul, pelo que se desdobra numa importância redobrada”. O número de inscritos mostra “a vitalidade da região e da modalidade nesta zona do país”, na esperança de a alargar a outros clubes do sul. Nuno Veloso afirma que, “nos últimos anos o número de praticantes, a nível nacional tem vindo a aumentar”.

Hoje no Clube de Tiro e Caça de Elvas decorre a Taça Henrique Menezes, em homenagem ao atirador do Clube. O homenageado considera que este “é um bom convívio”, e que a homenagem é simpática, por parte do presidente do Clube”, que para si, fê-la também “com o objetivo de o levar para esta modalidade de tiro às hélices e que terá continuidade”. Quanto à prova, considera que, “para quem não atira há mais de uma ano, a prova não correu mal”.

Também hoje tem lugar a Taça Federação. Amanhã, domingo, dia 23, há a Taça Abertura- Taça Sanielvas seguida da Taça Carlos Vasconcelos, provas que contam para a 2ª contagem do Campeonato Nacional de Tiro às Hélices, que decorre este fim de semana, no Clube de Tiro e Caça de Elvas.

 

“Mistério da Rainha da Fronteira” divulga Elvas em atividade da Eurocidade (fotos+vídeo)

Desvendar o “Mistério da Rainha da Fronteira” é o objetivo da visita teatralizada, promovida pela Associação Juvenil Arkus, que decorre este sábado, dia 22, em Elvas.

Uma atividade inserida no âmbito da Eurocidade, e que passa pelos principais pontos da cidade, conta com cerca de 20 participantes, das três localidades que compõem a Eurobec, seguindo as normas da Direção-Geral da Saúde. Carlos Beirão, presidente da Associação revela que “este encontro é interessante, porque junta dois países, onde o objetivo é não só, dar a conhecer, mas também dinamizar a cidade aos participantes, uma vez que muitos não conhecem a história e os monumentos de Elvas”.

Carlos Beirão explica que “esta ação foi o retomar de uma atividade que era habitual”, sendo esta “uma forma prática e dinâmica de conhecer a cidade, onde o humor quebra a monotonia das visitas guiadas”. No percurso são dadas várias pistas sobre quem é efetivamente a rainha da fronteira, e onde os participantes tente desvendar e descobrir este mistério.

A Rádio ELVAS falou ainda com alguns participantes desta visita. Luís Meruje, de Elvas, considera a visita “muito interessante”, uma vez que há pormenores, que muitas vezes desconhecemos e que vem acrescenta ao que já sabemos”, e destaca a interação com Campo Maior e Badajoz.

António Mendes, de Campo Maior, acompanhado da sua pandeireta e ao som das saias, animou esta visita e revela que a mesma se torna interessante “pela animação”, e diz que é “extraordinária a interligação entre as três localidades, porque conhecemos melhor os vizinhos espanhóis e portugueses”, reconhecendo que existem muitos campomaiorenses que não conhecem a história de Elvas e vice-versa, sendo algo que esta visita permite.

Já Teresa, natural de Badajoz considera a visita “muito bem planeada, e quando se inscreveu o objetivo foi ver os monumentos de uma forma personalizada, tal como esta visita permite”.

Esta visita teatralizada é a primeira de cinco atividades desenvolvidas pela associação elvense, depois de uma parceria estabelecida com a associação Amigos de Badajoz.

“Mistério da Rainha da Fronteira” para descobrir em atividade da Eurocidade

A Associação Juvenil Arkus volta, já este sábado, dia 22, às ruas de Elvas, para, no âmbito da Eurocidade Badajoz – Elvas – Campo Maior (Eurobec), desvendar o “Mistério da Rainha da Fronteira”.

Esta visita teatralizada pelos principais pontos da cidade é a primeira de cinco atividades desenvolvidas pela associação elvense, depois de uma parceria estabelecida entre esta e a associação Amigos de Badajoz.

Depois da coletividade da cidade espanhola ter já ter desenvolvido cinco atividades, no decorrer desta parceria, cabe agora à Arkus apresentar as suas, sempre com o objetivo de “dinamizar esta zona transfronteiriça, explica o professor Carlos Beirão, presidente da associação elvense. “É bom relembrar que um dos principais objetivos desta Eurobec é fomentar o intercâmbio entre Portugal e Espanha, estimular a prática e produção linguística e os laços de amizade estão a ser criados”, acrescenta.

Carlos Beirão adianta que a visita guiada pelas ruas da cidade, através da peça “Mistério da Rainha Fronteira” terá início pelas 9 horas, na Igreja de Nossa Senhora da Nazaré. Após cerca de três horas e meia, segue-se um almoço, num hotel da cidade, no antigo hospital militar de Elvas, onde serão provados pratos típicos da região: sopa de tomate, bacalhau dourado, carne à lavrador com migas e pudim de ovos.

Este almoço vai ser acompanhado de fado, com as participações dos fadistas Sofia Saragoça, Rui Grilo, Helena Brita e Ramiro Santos, acompanhados por Miguel Monteiro, na viola de fado, Francisco Carvalho, na viola baixo e Paulo Cachinho, na guitarra portuguesa.

No mês de junto, a Arkus apresenta mais um conjunto de atividades, no âmbito da Eurobec, como peças de teatro e um concurso de poesia. Com estas atividades, a associação elvense pretende “abarcar as diferentes vertentes artísticas”.

Já o vereador na Câmara Municipal de Elvas, Sérgio Ventura, lembra que estas atividades resultam de um desafio lançado às associações das três localidades da Eurocidade, através do projeto INTERREG,  para se unirem e apresentar os seus projetos. Sérgio Ventura lembra ainda as limitações com que, por esta altura, os eventos se realizam, tendo em conta a pandemia. “No entanto, penso que se vai dar a conhecer o melhor que se faz de melhor no nosso território da Eurocidade”, remata o vereador, revelando que, num futuro próximo, se possam desenvolver mais eventos deste género.

A Associação Amigos de Badajoz, que existe há já 25 anos, de acordo com um dos seus membros, Manuel López, tem como principal objetivo “dar a conhecer o património” da cidade espanhola, sendo que a Eurobec, adianta, “se tem revelado uma oportunidade para trabalhar em conjunto” com aqueles que fazem o mesmo, em Elvas e Campo Maior.  A Arkus, revela ainda Manuel López, surge como parceiro dos Amigos de Badajoz, nesta âmbito, para que se consiga apresenta uma proposta capaz “de cumprir com os objetivos da Eurocidade”.

Durante uma conferência de Imprensa de apresentação das atividades da Arkus, na tarde desta quinta-feira, 20 de maio, na sede da associação elvense, Manuel López deu conta de algumas daqueles que, em Badajoz, foram e vão ser desenvolvidas no âmbito deste projeto, como um encontro gastronómico e vários jogos didáticos sobre a história e o património das três localidades que compõem a Eurocidade, destinados, sobretudo, às comunidades escolares.

“Limbo” marca Dia Internacional dos Museus em Elvas

O Município e o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE) assinalaram esta terça-feira, 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus, com a inauguração da instalação de arte pública “Limbo”, de Luís Campos, no Paiol de Nossa Senhora da Conceição.

Para além da inauguração desta peça de arte, foi assinado um protocolo para o prolongamento da colaboração entre o MACE e a coleção António Cachola, por mais dez anos. “Era importante, porque isso assegura que, pelo menos, por mais dez anos, a coleção está nesta que é a sua casa, que é Elvas”, lembra o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha. O autarca convida a população a conhecer a obra, assegurando que a mesma, que classifica de “genial”, nos permite “fazer uma espécie de viagem para aquilo que é o nome da própria peça”.

A sessão de inauguração desta instalação artística contou com a presença do secretário de Estado do Planeamento, Ricardo Pinheiro, que lembra que Elvas tem feito, ao longo dos anos, uma aposta muito forte na promoção da arte contemporânea: “não só à escala regional ou nacional, porque de facto esta coleção consegue atingir públicos internacionais”.

Ricardo Pinheiro lembra ainda que, apesar da Cultura ser uma das áreas que mais tem sofrido com a pandemia, tem sido feito “um esforço grande”, por parte do Governo, através do Plano de Recuperação e Resiliência. “A introdução dos últimos 250 milhões de euros, em dois grandes investimentos da área da cultura, a digitalização de todas as obras de artes à escala nacional e também a recuperação de muito património edificado associado ao mundo da cultura foram questões muito importantes que, nesta fase, pós consulta pública do próprio Plano de Recuperação e Resiliência, entraram”, diz ainda.

Já o comendador António Cachola revela que o MACE não quis de deixar de comemorar este Dia Internacional dos Museus com a apresentação da peça de Luís Campos, num local em que se associa a arquitetura militar à arte e à cultura. “Depois de muitos anos, de terem sido construídos estes edifícios, os artistas do presente, contemporâneos, encontram neste lugar o espaço ideal para apresentar as suas peças” acrescenta.

Luís Campos integra a coleção de arte de António Cachola há cerca de 15 anos, sendo que este “Limbo” foi apresentado, pela primeira vez, em 2004, na LUZBOA, a bienal da Luz, em Lisboa.

A instalação artística, de acordo com o autor, resulta de um conjunto de fotografia, de 32 corpos nus sobre um fundo negro, “amolgados contra um vidro”. As imagens são apresentadas em vídeo, com uma animação em movimentos de subida e descida, focagem e desfocagem, aproximação e afastamento. O vídeo, tal como a instalação, “assume a semelhança com o teto pintado de uma capela ou igreja invocando um motivo escatológico, e como tal religioso, que, tentando incorporar as marcas da contemporaneidade, remete para as cenas pintadas nos tetos das igrejas barrocas”.

As fotografias de Luís Campo são apresentadas, nesta instalação de arte pública, ao som da música de Rui Gato.

Atletas do CF “Os Elvenses” já retomaram os treinos

Depois de mais de um ano sem treinar, devido à interrupção provocada pela pandemia, os escalões de formação de futebol puderam já, no passado mês de abril, regressar aos campos.

A Rádio ELVAS acompanhou um treino dos escalões de benjamins e infantis do Clube de Futebol “Os Elvenses”, e a felicidade por este regresso aos campos foi evidente, por parte de treinador e atletas.

Para Nelinho, treinador destes escalões, este era um regresso muito aguardado, pelo que “é uma alegria e uma satisfação ver o sorriso das crianças, e para nós, que gostamos de ensinar também estamos muito contentes por voltar, porque depois desta paragem, voltar a praticar a modalidade que abraçaram, com os colegas de equipa é de louvar”. Na esperança que as coisas vão melhorando, e de poderem entrar nos campeonatos da Associação de Futebol de Portalegre.

A paragem, “quer queiramos quer não, acaba sempre por fazer mal aos atletas”, sendo que agora o objetivo é dar início a uma pré época para que os atletas “voltem aos seus índices físicos”, que tinham anteriormente, uma vez que antes da paragem, considera Nelinho, eram a equipa, “fisicamente mais forte”.

O clube conta atualmente com cerca de 75 atletas. Ao contrário do que aconteceu em alguns clubes, no caso do Elvenses houve quatro desistências, mas para compensar houve também mais atletas a entrar. O treinador afirma que “há mais modalidades e as crianças gostam de experimentar outro tipo de modalidade”, afirmando que “há atletas que praticam natação, simultaneamente com o futebol, pelo que dá mais destreza e mobilidade” aos mesmos.

Relativamente às medidas a ter em conta, com a Covid-19, Nelinho explica como se processa o treino: inicialmente é medida a temperatura corporal, “os atletas só tiram a máscara quando começam o treino e voltam a colocá-la quando o mesmo acaba”, durante o treino tentam manter o distanciamento, à exceção da parte em que começa a dinâmica de jogo, que é a altura em que existe maior proximidade”. De recordar também que todos os técnicos e atletas foram testados à Covid-19, previamente.

A nossa reportagem teve ainda oportunidade de falar com algumas das crianças que regressaram aos treinos do Clube de Futebol “Os Elvenses”. Joana Lopes iniciou recentemente no clube e afirma que “é divertido voltar aos treinos, voltar a correr e ao convívio com os colegas”. A atleta relata ainda que o facto de todos terem feito o teste antes do treino os deixou “mais descansados”.

Duarte Martins joga há três anos no clube e adianta que esta paragem foi “complicada”, porque queria jogar futebol e não podia, no entanto ia para um campo perto de casa, jogar um pouco, e agora, apesar de se sentir feliz por este regresso sente que não tem “a mesma resistência física”. Carolina Cristiano joga no Elvenses há quatro anos e explica que voltar “foi bom para reencontrar os colegas”, e fazer aquilo que mais gosta que “é jogar futebol”, admitindo também que a resistência física não é a mesma.

Já Chayenne Castro, outros dos atletas do clube afirma que tentava treinar em casa, e o regresso foi bom para “voltar a sentir o que é estar com uma bola e por isso foi uma grande felicidade”.

Atletas de formação, do Clube de Futebol “Os Elvenses” que retomaram recentemente os treinos, com todas as medidas de segurança emitidas pela Direção- Geral da Saúde, depois de um longo período de interrupção, devido à pandemia.

JABA 2020 em exposição na Casa da Cultura de Elvas

A Casa da Cultura de Elvas volta a acolher a exposição “JABA”, que resulta de um conjunto de trabalhos artísticos, de jovens criadores da Estremadura espanhola e do Alentejo.

A mostra de trabalhos foi inaugurada na tarde desta segunda-feira, dia 10, e conta com 81 trabalhos, dos mais 120 artistas inscritos, nas categorias de audiovisual, banda desenhada, design gráfico, escultura, fotografia, fotojornalismo e pintura.

Tiago Afonso, vereador na Câmara de Elvas, explica que o objetivo desta exposição “é dinamizar a cultura dos dois lados fronteira, em que os dois municípios Elvas e Badajoz estão unidos nesta vontade”. Esta assume-se como “mais uma oferta cultural, para quem quiser visitar a cidade”. O vereador no município de Elvas considera a “JABA 2020” uma exposição “com muita qualidade”.

Para o Consejal da Juventude do Ayuntamiento de Badajoz, Juan Pérez Márquez, “é uma festa podermos voltar a estar reunidos, na Casa da Cultura de Elvas”. Para o Pelouro que gere em Badajoz, enquanto parte organizadora e para os criadores, “é importante contar com Elvas e com Portugal, sendo por isso um “momento muito emotivo”, explica.

Juan Perez Márquez adianta que, este ano, houve mais jovens a participar no “JABA 2020”, pelo que se sente “contente com a exposição e por poder compartilhá-la na Casa da Cultura”.

O consejal da Juventude do Ayuntamiento de Badajoz afirma ainda que este é um passo para que, na raia, que “cada vez nos une mais, estejamos cada vez mais juntos”. “Somos mais importantes todos juntos”, remata.

JABA 2020 é uma organização do Pelouro da Juventude do Ayuntamiento de Badajoz, e vai estar patente na Casa da Cultura de Elvas, de segunda a sexta-feira das 10 às 13 horas e das 14 às 17 horas, e aos sábados entre as 10 e as 13 horas.

Campomaiorense transportado de helicóptero para Lisboa (c/fotos e vídeo)

Um homem, natural de Campo Maior, foi helitransportado ao início da tarde de hoje, sábado, dia 8, de Elvas para Lisboa.

O homem sentiu-se mal, por volta das cinco da manhã, tendo sido transportado para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas.

O facto de necessitar de tratamento cardiovascular mais complexo levou a que fosse transferido para a unidade hospitalar de Lisboa.

O doente foi transportado pelos Bombeiros Voluntários de Elvas, até ao Complexo Desportivo da Fonte Nova, onde o aguardava o helicóptero do INEM.

 

Nos 92 anos, bombeiros de Elvas hasteiam bandeiras (c/fotos e vídeo)

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas comemora hoje, 5 de maio, 92 anos de existência. Para comemorar a data hoje, teve lugar o hastear das bandeiras, no quartel.

Amadeu Martins, presidente da Associação Humanitária, parabenizou “os bombeiros que servem ou serviram nesta casa, porque sem eles a associação não existiria”, pelo que “estamos num bom caminho” e assume que a Associação é “uma mais-valia para o concelho e para o distrito”.

Os Bombeiros Voluntários de Elvas têm, atualmente, 30 colaboradores e 36 viaturas. Amadeu Martins adiantou que “os bombeiros agradecem a colaboração de todos os elvenses e estamos cá para os ajudar sempre que precisarem de nós”.

Um dos objetivos para este ano é conseguir remodelar as instalações no interior do quartel, que tem uns anos e “está já ultrapassado”. Amadeu Martins revela que estão a tentar que “as condições para quem serve nos bombeiros sejam as melhores, tentando que, daqui a um ano, estejamos a inaugurar as instalações remodeladas dos balneários e da sala do bombeiro”.

José Laço, presidente da Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda Salvador e Santo Ildefonso e igualmente presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros de Elvas, referiu que “seria impensável não marcar presença”. José Laço adianta que “os bombeiros são de todos, felizmente ajudam e colaboram em todo o país, sendo este o espírito de equipa que aqui se vive, pelo que estamos todos para ajudar e os bombeiros merecem o nosso respeito”.

Bombeiros Voluntários de Elvas que assinalam 92 anos de existência ao serviço de toda a população.

 

Centro Interpretativo da Fortificação conta história de Campo Maior

Na Praça Velha, em Campo Maior, está localizado o Centro Interpretativo da Fortificação Abaluartada, que ainda não está concluído para reabrir ao público.

Este Centro, como revela João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, vai retratar a história da vila, desde os seus primórdios até aos dias de hoje. “Haverá imagens da fortificação, das Festas do Povo, de alguns generais e oficiais que defenderam Campo Maior nos cercos, nomeadamente em 1911, das guerras napoleónicas, e no cerco de 1712”, refere João Muacho. O objetivo é que quem visite a Fortificação, “este seja o primeiro local onde vai ser acolhido e dali pode planear uma visita pela própria fortificação, interior do castelo, baluartes”.

Também no interior deste Centro Interpretativo há um pequeno auditório, com uma vertente “não só para mostrar o que os turistas podem visitar e conhecer na Fortificação, mas também para realização de diversas iniciativas, como Assembleias municipais, iniciativas de cariz cultural ou social, é assim uma mais valia para o nosso território, certamente, revela, o presidente.

A obra de recuperação da fortificação representa um investimento total na ordem dos cinco milhões de euros, 600 mil destinados a este centro interpretativo.

Pré-Lançamento do Novo Nissan Qashqai em Elvas (c/fotos e vídeo)

O pré-Lançamento do Novo Nissan Qashqai decorre hoje e amanhã, na Nissan Boutigest em Elvas, o concessionário escolhido para este pré lançamento.

Patrícia Perdigão, secretária comercial na Nissan Boutigest em Elvas afirma que “o primeiro dia está a superar a expetativas”, está a correr bem, tentámos fazer algo mais dinâmico para os nossos clientes e novos clientes, a quem é dirigido o convite para conhecerem este novo modelo do Qashqai.

Tem havido muita curiosidade acerca deste novo modelo que “é a gasolina e mild híbrido, havendo já abertura por parte das pessoas a receber propostas, e com certeza que vai fazer parte do futuro, e o futuro está aqui”, diz Patrícia Perdigão.

Para além de toda a tecnologia que a Nissan tem vindo a implementar, neste novo Qashqai, uma das características é o facto de “o banco se ajustar automaticamente à altura da pessoa, sendo ainda uma versão première edition, mais personalizada e equipada”.

O novo Nissan Qashqai vai estar disponível para venda entre junho e julho na Nissan Boutigest. Entre hoje e amanhã, terça e quarta-feira quem quiser pode dirigir-se às instalações da Nissan Boutigest, em Elvas, e conhecer este novo modelo.

Avança a ampliação da ERPI da Santa Casa de Campo Maior

Já decorrem as obras para ampliação da Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior, que contemplam também a requalificação edifício existente.

Este edifício tem mais de 30 anos, adianta Luís Machado, provedor da Santa Casa de Campo Maior, e revela que a obra dará a capacidade para acolherem mais 12 utentes. No entanto, “fazer obras com os utentes lá, traz enormes constrangimentos e exige planeamento, por isso tem uma sequência, para que as pessoas sejam mudadas de local, à medida que é feita a requalificação”.

Neste momento está a ser feita a nova ala da ERPI, “para onde será transferidos uma parte dos idosos, que são residentes, para depois se poder jogar com os espaços livres e recuperar a parte de ERPI que será alvo de requalificação”, revela Luís Machado.

Devido às obras os utentes de Centro de Dia foram deslocados para o edifício das piscinas municipais, e os utentes da ERPI ficaram alojados no Centro de Dia da Santa Casa. Segundo o provedor, o espaço, nas piscinas municipais, cedido pelo município, “reúne todas as condições e foi requalificado em termos de políticas Covid e regras relativas à pandemia, para que os utentes estejam em segurança”. Neste edifício das piscinas municipais está também, por agora, “centralizada a cozinha central, onde são confecionadas as refeições para todas as valências da Santa Casa, à exceção do infantário”.

Luís Machado explica ainda que “têm havido avanços significativos para a conclusão das obras”. Estava previsto que as obras terminassem em novembro deste ano, mas “tal não vai acontecer”, tendo em conta a pandemia, e as novas requalificações que serão lançadas a concurso, “a obra irá prologar-se até ao próximo ano, mas ainda não se sabe até quando”.

A obra que decorre na Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior resulta de um investimento total de mais de 981 mil euros que será financiado a 85% pelo Programa Alentejo 2020, cabendo ao Município de Campo Maior assumir a contrapartida pública nacional de 147 mil euros.

Edifício do Assento em Campo Maior tem auditório e gabinetes

No antigo Edifício Militar do Assento, em Campo Maior, para além da Casa das Flores, localizada no rés-do-chão, está também localizada a Casa do Assento, no piso superior.

João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, explica que “nos corredores deste piso superior será instalado um pequeno auditório, que vai ter um palco com 15 cm de altura e as pessoas que assistem vão estar em filas de quatro cadeiras, de forma a permitir que se consiga circular com segurança, até ao elevador”. Noutros corredores, da galeria, serão também instalados gabinetes de trabalho.

Pouco mais de um milhão de euros foi o investimento feito neste edifício Militar do Assento, em termos de obra física, “comparticipados pela União Europeia, através do FEDER Alentejo 2020” e, segundo o presidente da câmara campomaiorense, “só assim é possível, a municípios no interior, dar sequência a uma política turística de atratividade, no concelho de Campo Maior”.

Piso superior do Antigo Edifício Militar do Assento, que dará origem a um pequeno auditório e salas de trabalho.

Fundação EDP entrega 178 computadores ao 1º ciclo do Agrupamento nº1 de Elvas

178 computadores portáteis foram, esta sexta-feira, dia 30, entregues a alunos do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas nº 1 de Elvas.

A entrega foi feita pela Fundação EDP, numa parceria com o ministério da Educação e com a Escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária).

Felipa Sá Carneiro, diretora da Inovação Social da Fundação EDP, afirma que esta colaboração pretende assim “suprimir as necessidades dos alunos e tem muito mérito porque permite dar igualdade de acesso à educação”. A diretora assume que, “antes quando a educação era presencial era mais facilmente assegurada, quando se tornou digital salientam-se algumas diferenças entre os alunos” e, por isso “é com muito entusiasmo que entramos nesta iniciativa porque acreditamos na educação e  queremos suprimir as necessidades e que estejam todos em pé de igualdade, em termos de ferramentas, para terem o melhor sucesso escolar possível”.

Para Paula Rondão, diretora do Agrupamento de Escolas nº1 de Elvas afirma que a entrega destes computadores foi “determinante para colmatar as desigualdades existentes nos alunos do primeiro ciclo”. O ensino “é cada vez mais digital e isto foi um grande salto e muito importante para o ensino aprendizagem” dos alunos deste agrupamento.

Estes computadores destinam-se as alunos sem escalão, de todas as escolas de primeiro ciclo deste agrupamento: Boa-Fé, Raposeira e Alcáçova, porque sem escalão os alunos não recebem os computadores do ministério e recebem, neste caso, da Fundação EDP, “ficando tudo em pé de igualdade”, garante Paula Rondão.

Na entrega destes computadores estiveram, de forma simbólica algumas crianças que receberam este equipamento. Falámos com algumas delas para perceber a importância desta oferta. Liane Santos, adianta que com este computador pode “aprender novas matérias”, já Lia Gouveia diz que “este computador permite pesquisar para os trabalhos da escola, fiquei muito feliz”; Ana Sofia revela que esta oferta é “importante para termos mais informações do que tínhamos”; Leonor diz “fiquei muito feliz porque podermos fazer as coisas da escola”; Duarte Madeira revela que é igualmente “importante porque agora tenho um para mim”, e Tiago dos Santos diz que se sente “muito feliz”.

A entrega de computadores decorreu na Escola Básica da Boa-Fé, em Elvas, sendo que a Fundação EDP entrega, a nível nacional, um total de  de três mil computadores, todos neste contexto de igualdade de acesso a educação.

Operação da PSP nas Pias fez dois detidos (c/fotos e vídeo)

A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Elvas, em articulação com o Comando Metropolitano de Lisboa e o Comando Distrital de Portalegre, desenvolveu uma grande operação policial no Bairro das Pias, em Elvas, desencadeado por vários mandados de busca domiciliária de que resultaram dois detidos e a apreensão de estupefacientes, armas e dinheiro em quantidades ainda por apurar.

Desta operação fizeram parte cerca de 500 agentes de várias valências da PSP, designadamente a Unidade Especial de Policia, com o Corpo de Intervenção, Grupo Operacional Cinotécnica e o Corpo de Inativação de Engenhos Explosivos que realizou buscas no subsolo, bem como outros elementos afetos à investigação criminal.

Esta mega operação policial teve inicio no terreno cerca das seis da manhã desta quinta-feira, dia 29, no Bairro das Pias, em Elvas.

A PSP fez deslocar vários autocarros, mais de 40 viaturas ligeiras descaraterizadas e cerca de 28 carrinhas do Corpo de Intervenção. A entrada para o Bairro esteve interdita até cerca das 9.30 horas da manhã.

Veja o vídeo

 

Ourivesaria Gomes no “Retoma da Economia”

Foi há 35 anos que Mário Silva Gomes começou com uma empresa no ramo da ourivesaria/relojoaria, na Rua Morais Coelho, depois foi o seu filho, José Manuel Gomes, e atual proprietário da Ourivesaria Gomes, que seguiu as pisadas do pai no negócio, ficando a assumir os comandos do mesmo.

A Ourivesaria Gomes está localizada na Rua da Carreira, no centro histórico de Elvas e presta vários serviços ao nível de ourivesaria e relojoaria. José Manuel Gomes explica que fazem “várias reparações de prata, ouro e relojoaria e vendem todo o tipo de artigos de relojoaria ourivesaria”. O proprietário explica que o seu cliente é maioritariamente da cidade e região.

São três os funcionários da Ourivesaria Gomes, e para José Manuel Gomes, o que distingue o seu negócio é o nível de serviços e o atendimento personalizado, “tratamos bem o cliente”, refere.

Relativamente à pandemia, para o proprietário da Ourivesaria Gomes, “o não abrir foi muito complicado a nível económico, mas superámos, vamos tentar ver se não voltamos a confinar”, uma vez que neste segundo confinamento as “quebras rondaram entre os 40 e 50%”. Questionado sobre os apoios recibos, refere que os únicos que recebeu foram da segurança social, relativos ao lay-off dos funcionários.

Para já, a Ourivesaria Gomes apenas vende na loja física, sendo que ainda este ano passará a estar disponível também nas plataformas digitais.

Como objetivo futuro, José Mauel Goes refere que é objetivo “tentar levar isto para a frente, com boa disposição e que os clientes apareçam, porque esta reabertura foi muito boa, as pessoas tinham ânsia de por a pilha no relógio e comprar alguma coisa”

O programa “Retoma da Economia” conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.

Onde tudo se faz flor é marca turística de Campo Maior para o mundo

“Onde tudo se faz flor” é o nome da marca turística que apresenta Campo Maior ao mundo e que foi apresentada este domingo, dia 25, no Espaço.arte.

A marca representa uma flor de papel de Campo Maior, onde cabem outras quatro flores: flor histórica, relacionada com a história da vila; flor cultural, que retrata aquilo que é a cultura campomaiorense; flor natural, relacionada por exemplo com espaços náuticos e paisagem natural que existe, como o birdwatchig; e a flor religiosa, relacionada com a primeira santa portuguesa, Santa Beatriz da Silva, que nasceu em Campo Maior, bem como com outros espaços religiosos de Campo Maior, como a Capela dos Ossos e a Igreja Matriz.

A marca foi desenvolvida pela campomaiorense Cláudia Gaminha, juntamente com a sua equipa, em paralelo com o município. João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, enaltece que “esta marca está intrinsecamente relacionada com as Festas do Povo de Campo Maior e com a arte maior da vila, a arte de fazer flores de papel”, e adianta que Cláudia desenvolveu “um trabalho muito feliz” e que a marca tem “umas cores alegres e que representam os campomaiorenses, o seu povo e também as cores do Alentejo”.

Simultaneamente, foi lançado também o website dedicado a promover o turismo da vila, e com esta nova marca: www.campomaior.pt. e toda uma sinalética pela vila, que indica os vários pontos turísticos de Campo Maior. Esta foi um a rampa de lançamento para o potencial turístico de Campo Maior, mas também que os campomaiorenses se revejam nesta mesma marca”, diz o presidente.

Paralelamente à apresentação da marca turística de Campo Maior, foi também inaugurado o Posto de Turismo, que temporariamente irá ficar localizado no Espaço.arte, até que as obras de requalificação na Escola da Fonte Nova estejam concluídas. “Quem visita Campo Maior vai passar por este Posto de Turismo e, a partir daqui, idealizar o trajeto e percurso para visitar o concelho”, afirma João Muacho.

Criador da Delta Cafés, o comendador Rui Nabeiro, destacando que ele também criou uma marca e “que continua viva”, enaltece o trabalho realizado por Cláudia Gaminha e afirma que, ao desenvolver a marca de Campo Maior, “conseguiu introduzir as cores de uma forma que encanta; por isso, Campo Maior está de parabéns e a nossa região está de parabéns, porque realmente esta marca vai nos olhos das pessoas e marca tem força, dinâmica, cor e chama”, remata o Comendador Rui Nabeiro.

“Onde tudo se faz flor,” a marca turística de Campo Maior que foi hoje apresentada.

25 de abril assinalado de forma simbólica em Campo Maior (c/fotos e vídeo)

As comemorações dos 47 anos do 25 de abril de 1974, em Campo Maior, este domingo, decorreram de forma simbólica, na Praça da República, com o hastear das bandeiras, no edifício da Câmara Municipal, ao som da Banda 1º de Dezembro de Campo Maior.

Para o comendador Rui Nabeiro, “esta foi uma manifestação bonita e não devemos deixar manchar este dia, e é chato olharmos e vermos que há quem queira derrubar o 25 de abril, na verdade precisa de ser mais certinho e arrumado, e devemos que estar atentos a quem está carente, e é o dever de todos”. O comendador Rui Nabeiro refere que apesar da pandemia, em Campo Maior sempre assinalaram o dia e “devemos fazer deste dia, uma dia para acreditar”.

Apesar da pandemia e de não ter havido arruada, o momento foi assinalado por parte do município, e o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, afirma que este “foi um momento bonito e para recordar e que ficará na retina de todos aqueles que assistiram”. O presidente deseja ainda que “a liberdade, a democracia e a fraternidade continuem a ser elementos principais do povo e Estado português”.

Pedro Murcela, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, afirma que é um homem de abril, uma vez que era militar em Santarém e continuará a ser, lembrando que “passados 47 anos da Revolução dos Cravos, devemos continuar a preservar a liberdade e os direitos dos cidadãos, por isso é que esta data é muito importante, porque nos deu a liberdade, garantias e direitos e continua a ser importante”, esperando que o povo português “reconheça que o 25 de abril tem valores que nos beneficiam a todos, por isso devemos defendê-lo acerrimamente”.

Os 47 anos do 25 de abril de 1974 foram assinalados este domingo, na Praça da República de Campo Maior ao som da Banda 1º de Dezembro.

 

Parque Verde inaugurado em Degolados (c/fotos)

O Parque Verde, em Degolados, foi inaugurado esta tarde de sábado, dia 24.

Um espaço verde, amplo e que conta com jogos tracionais da malha e petanca, e ainda um circuito de água, onde a população pôde, desde logo, começar a explorar e a usufruir do mesmo.

Depois do ato da inauguração, Florival Cirilo revelou que “este é um espaço do qual a população pode usufruir e que dignifica Degolados”, considerando que tentaram pensar num espaço, “logo à entrada de Degolados, verdadeiramente importante e útil à freguesia”, convidando todos aqueles que queiram, a visitar este espaço. Este é um local que permite que “as tradições e costumes não se percam” e Florival Cirilo apela a “que preservem o espaço, que é de todos e para todos”.

O comendador Rui Nabeiro relembra que desde em que foi presidente da Câmara, uma altura em que Degolados tinha poucas condições, sempre houve o objetivo de que esta freguesia fosse sinalizada para que viesse a ser o que é hoje. O comendador enaltece a iniciativa do presidente da Junta, para tornar este espaço, na Zona Verde de Degolados, revelando que “aqui está a tradição e a possibilidade das pessoas usufruírem da modernidade, sem nunca esquecer as origens”.

O município de Campo Maior foi um parceiro ativo neste projeto, e para João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, “o que interessa é que as pessoas saibam preservar o espaço e usufruir, do mesmo”, classificando-o como “um espaço bonito, agradável e aprazível”.

Espaço.arte já inaugurado em Campo Maior (c/fotos)

Espaço. arte assim se chama o espaço inaugurado esta tarde de sábado, dia 24, em Campo Maior, localizado na Antiga Escola da Avenida.

Com duas salas de exposição o Espaço.arte abriu com duas exposições: “Mestre Júlio”, composta por obras do pintor Júlio Ferreira, e “Coleção do Município de Campo Maior – Espólio da Associação de Artes Plásticas de Campo Maior.

A diretora Regional da Cultura no Alentejo, Ana Paula Amendoeira, inaugurou este espaço, e enaltece que “disponibiliza à fruição pública um conjunto de artes plásticas da Associação de Campo Maior, sendo que este é um caso feliz, porque o município investiu neste edifício escolar, que está muito bem recuperado por parte do município, e permite disponibilizar ao público o espólio doado pela Associação de Artes Plásticas de Campo Maior. “Este acervo contempla nomes maiores das artes portugueses e de renome internacional, sendo uma mais valia par este espaço, mas também para o Alentejo e para o país”.

Ana Paula Amendoeira adianta ainda que o facto de o governo ter criado a Rede de Arte Contemporânea, assume especial relevância no Alentejo, uma vez que com a abertura deste espaço, “simbolicamente inaugurado nas comemorações do 25 de abril, devemos ligar a comemoração da cultura à liberdade e as artes à liberdade, sendo por isso um binómio muito feliz”.

Depois de uma breve visita às obras em exposição, foi descerrada a placa, no ato de inauguração do espaço.arte. O Comendador Rui Nabeiro, referiu que vê a inauguração deste espaço “com muita alegria e satisfação” e classifica-o como “agradável”. O comendador Rui Nabeiro considera o espaço está bem localizado no coração da vila. Pelo que explica que, “o que temos que fazer é dar qualidade de vida às pessoas a nível social e cultural. “Estou encantado e dou os parabéns e todos”. “Campo Maior fica agora mais forte”, revela.

Este foi um projeto que teve início quando Ricardo Pinheiro era ainda presidente da Câmara de Campo Maior. O Atual secretário de Estado do Planeamento refere aos microfones da Rádio ELVAS que se sente “de consciência tranquila e sente-se bem pela forma como o município está a ser gerido”, e acima de tudo “pelo facto de nos últimos anos, a Associação de Artes plásticas se ter dedicado à arte”. “Neste momento fico satisfeito que tenha existido um reconhecimento a todos os membros desta associação, pelo promoção da arte através de Campo Maior, para o Mundo, revela ainda Ricardo Pinheiro.

“Um espaço onde cabe todo o tipo de artes performativa, desde as plásticas, à escultura”, é como João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior classifica este espaço. Aproveitando para agradecer à Associação, aos fundadores, pela cedência do espólio ao município. “É um marco importante para Campo Maior, enaltecendo a presença da diretora regional da cultura”.

Já Pedro Murcela, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior explica que, “Campo Maior não é uma terra qualquer, porque em tudo o que faz põe sempre a sua paixão, empenho e dedicação, dando aos campomaiorenses e todos os que os visitam um espaço maravilhoso, algo que o interior precisa, e localidades como esta, precisam de ser valorizadas através da cultura”.

Esta é também uma forma de “reinventar e reviver a história e agradecer aos antepassados o que fizeram por nós”, refere Pedro Murcela, relativamente aos vários espaços que vão ser inaugurados na vila, também apensar no turismo.

O espaço vai estar aberto ao público amanhã entre as 15 e as 20 horas e de terça a domingo entre as 10 e as 13 horas e das 14 às 18 horas.

40 crianças no básquete do CEN é um dia feliz, diz José Caldes

O Clube Elvense de Natação (CEN) realizou, esta manhã de sábado, dia 24, um evento de captação de atletas de basquetebol, uma modalidade que está de regresso ao clube.

Na iniciativa, que decorreu no Pavilhão Desportivo Municipal de Elvas, na Fonte Nova, compareceram cerca de 40 crianças, entre os seis e dez anos.

“Hoje é um dia muito feliz para o clube”, diz José Caldes presidente da Direção do CEN, por ver a quantidade de crianças que compareceram neste treino. “Estamos a recuperar uma secção que já fez parte da história do clube, estou muito feliz, o clube está feliz, estamos orgulhosos de ver aqui 40 crianças a praticar desporto, que são os protagonistas”.

José Caldes adianta que “este é o caminho, é o que queremos para o clube, revitalizar o clube, e em cada secção haver a sua escola”, sendo este um objetivo do CEN, é por isso, para si “um orgulho enorme, ver as crianças aqui felizes”. Estre treino “superou a expectativas”, uma vez que, tendo em conta a pandemia.

O diretor da secção de basquetebol é Bruno Dias, Gonçalo Piçarra é o responsável, dentro da Direção, e a nível técnico a modalidade conta com Ricardo Rondão, Tiago Oliveira, Inês Aragão e Pedro Sereno, entre outros, que trabalham em “prol das crianças”, adiantou José Caldes, aproveitando para deixar “uma palavra de apreço”.

A partir de segunda-feira, os atletas começam já a treinar, refere o presidente do CEN, entre as 17.30 horas e as 20 horas, com horários definidos para cada equipa, não havendo ainda competição, mas para já vão prepara-se para a próxima época.

José Sargaço, presidente da Associação de Basquetebol do Alentejo, recorda que “Elvas sempre teve bons jogadores de basquetebol”, sendo a reativação da modalidade algo que para si era “uma batalha”, e “em boa hora começámos a trabalhar”, neste sentido.

“É com muita uma alegria”, ver este treino de captação com muitas crianças, principalmente numa altura de pandemia como esta, revela José Sargaço. Neste momento há apenas quatro equipas seniores no distrito a participar na modalidade do basquetebol.

O presidente da Associação de Basquetebol do Alentejo tem esperança que “Elvas vai singrar novamente e vai ser um clube a respeitar, ao nível desta modalidade, no Alentejo”.

Para Tiago Afonso, vereador na Câmara de Elvas, “é uma alegria ver tantas crianças a disfrutar de uma modalidade como esta”, e a Câmara apoia esta iniciativa, “dentro das suas competências e estratégia para o desporto”.

Clube Elvense de Natação que, depois de reativar a modalidade de basquetebol no clube, realizou esta manhã um evento de captação de novos atletas, para esta secção, onde compareceram 40 crianças.

Melhores leitores da Biblioteca de Elvas recebem diploma

Os melhores leitores da Biblioteca Municipal de Elvas Dr.ª Elsa Grilo foram distinguidos esta tarde de sexta-feira, dia 23, pelo município.

A iniciativa serviu não só para distinguir estes leitores, mas também para assinalar o Dia Mundial do Livro, que se comemora hoje.

Incutir o gosto pela leitura à população e como dar a conhecer os principais benefícios da leitura, para o desenvolvimento cognitivo dos mais jovens é outro dos objetivos.

No total, foram 20 pessoas a quem foi entregue o diploma, dos quais dez na categoria de adultos e dez na categoria infantil, juvenil e jovem adulto.

Na categoria de adultos, foram distinguidos: Dora Cristina Dias, Irmgard Mateus, Alessandra Santos, António Reis, Júlio Coutinho, Francisco Madriana, Maria Margarida Guerreiro, Vera Jacinto, Aida Boné e Maria de Jesus Cunha.

Aida Boné foi uma das pessoas que receberam este diploma, na categoria de adultos e, ao nosso microfone, explicou que ficou “muito contente” por esta distinção e se sente “lisonjeada”, considerando que a leitura lhe “traz muitos bons momentos” e revela ainda que tenta “incutir o ato de ler” aos seus filhos. Também António Reis foi um das pessoas distinguidas e referiu que gosta de “ocupar o seu tempo livre a ler, sinto-me bem, viajo sem sair de casa, adoro ler” e sente-se admirado por ver “crianças tão pequenas a receber igualmente um diploma”, algo que o deixa “orgulhoso”.

Na categoria de infantil, juvenil e jovem adulto, foram distinguidos os seguintes leitores: Tomás Casacão, Joana Bravinho Figueiredo, João Pereira, Victor Grandabur, Ana Margarida Conceição, João Janeiro, Luís Rijo, Leonor Beicinha, João Roque e Francisco Cunha.

A nossa reportagem falou com Ana Margarida Conceição, de dez anos, que recebeu o diploma nesta categoria e referiu que se sente “feliz por ganhar o prémio”, porque gosta muito de ler. A leitura, para Ana Margarida, permite-lhe, segundo a própria, “ganhar mais vocabulário e ter mais imaginação para criar textos”.

Já João Pereira, de nove anos, sente-se “muito contente” por receber este diploma, considerando que “a leitura ajuda a ter mais imaginação”.

O Município de Elvas assinalou o Dia Mundial do Livro, com a entrega de diplomas aos melhores leitores da Biblioteca Municipal de Elvas Dra. Elsa Grilo.

Profissionais de saúde vacinam ao domicílio em Elvas (fotos e vídeo)

A vacinação contra a Covid-19 no domicílio já está a decorrer em Elvas. A equipa de vacinação ao domicílio administra a vacina contra a Covid-19 a doentes acamados ou que não podem sair de casa, um pouco por todo o país.

A vacinação contra a Covid-19 no domicílio já está a decorrer em Elvas. A equipa de vacinação ao domicílio leva a vacina contra a Covid-19 a doentes acamados ou que não podem sair de casa, um pouco por todo o país.

A Rádio ELVAS acompanhou esta fase do Plano de Vacinação, onde a médica da ULSNA, Maria Reina explica que “estão neste projeto uma vez que há muitas pessoas acamadas que não têm acesso nem ao Centro de Saúde, nem aos locais destinados para a vacinação, por isso fazem este percurso em casa das pessoas idosas que estão acamadas e que têm também todo o direito de ser imunizadas”, contra  a Covid-19.

A equipa que faz a vacinação ao domicílio é composta por dois enfermeiros, pelos Bombeiros com uma ambulância, e um médico.

Há muitos idosos e pessoas acamadas, com dificuldades de locomoção no concelho e a médica Maria Reina revela que “estamos aqui para isso, para os ajudar.”

Este processo está igualmente a decorrer nas freguesias rurais. Uma doente de 100 anos foi hoje vacinada em Santa Eulália, revela a médica, e refere que “a população é muito iodosa e estão habituados a tratar com pessoas desta faixa etária”.

A mãe de Maria Antónia Marchante, de 97 anos, está acamada há quase 12 anos e foi hoje vacinada. Para a filha a vacinação “traz mais segurança”.

Vacinação contra a Covid-19 no domicílio que já está a decorrer em Elvas.

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João Muacho: obra da Fortificação de Campo Maior “é projeto extremamente feliz”

A requalificação da Fortificação Abaluartada de Campo Maior resultou num investimento global de cinco milhões de euros.

Desde os meios baluartes, ao interior do Castelo, Praça Velha, quartéis do tronco, foram algumas das zonas intervencionadas, num total de 1600 metros que foram intervencionados.

A Rádio Campo Maior visitou toda esta zona da Fortificação, e foi no Meio Baluarte do Curral dos Coelhos que, João Muacho, presidente da Câmara de Campo Maior, afirmou que este se assume como “um local emblemático da vila”, localizado nas traseiras do castelo.

O presidente considera que este, “é um projeto extremamente feliz e onde os campomaiorenses, que possam visitar o espaço, se revejam neste, que foi feito a pensar na população e também no turismo”. A expectativa é que, depois do espaço estar completamente visitável, que os turistas “passem a palavra da beleza do concelho, em particular do Centro histórico”.

A obra está numa fase de conclusão, depois de 10 anos de estudos, projetos, lançamentos de concursos e protocolos. Passados três anos do início da obra, está agora numa fase de conclusão.

Aqui o que se vê é uma obra maravilhosa para os campomaiorenses, diz João Muacho, considerando que “todos nos sentimos extremamente orgulhosos, por aquilo que conseguimos para Campo Maior, nos últimos anos, nomeadamente por esta requalificação, que devolve este espaço, que estava como ocupação ilegal, e passou a ser de fruição dos campomaiorenses”.

Já na Zona da Praça Velha foi dada “uma maior dignidade ao espaço”, que segundo o presidente da Câmara está “mais aprazível, criou-se estacionamento e tem mais segurança, as pessoas estão satisfeitas com o que têm e com o que fizemos por Campo Maior”, remata João muacho.

Obra na Fortificação Abaluartada de Campo Maior que está praticamente concluída, num investimento de cinco milhões de euros, que devolve assim o património da vila aos campomaiorenses.

Lebróptica, em Elvas, há 30 anos ao serviço da população

A Lebróptica, localizada na Rua de Olivença, em Elvas é a empresa em destaque esta segunda-feira, dia 19, no programa “Retoma da Economia”.

Com 30 anos de atividade, a Lebróptica, foi criada por Alberto Lebre, pai de António José Lebre, atual proprietário. Inicialmente a empresa estava localizada na Rua da Feira e, há cerca de quatro anos, mudou a sua localização para a Rua de Olivença, “por uma questão estratégica”, revela António José Lebre.

O proprietário explica que a Lebróptica surge na experiência que o seu pai tinha” com os chamados oculistas” e também pela necessidade da sua antiga profissão ter obrigado, de certa forma, António José Lebre, “a enveredar por este ramo, uma vez que estava ligada às antigas fronteiras, tendo sido ajudante despachante, e por via da transformação ao nível alfandegário deu seguimento a uma atividade”, que a seu ver, “fazia todo o sentido”, revela.

António José Lebre trabalha sozinho na Lebróptica, chegou a ter dois funcionários, mas de certa forma adianta, “antevi esta situação, o que viria a acontecer”, referindo-se à pandemia. Ao nível dos serviços prestados, estando a Lebróptica ligada ao ramo ocular, dedica-se à venda de armações, receituário de lentes, lentes contacto, contando ainda com um Gabinete de optometria e contactologia.

Questionado soabre qual o tipo de cliente que o procura, António José Lebre afirma que, “por incrível que pareça vendo a muitas pessoas que não são da cidade”, exemplificando que ainda esta semana, um alemão se dirigiu à sua óptica, o que lhe leva a crer que “Elvas tem tido mais pessoas, para além dos nossos”, acreditando que possa, quem sabe, “ser fruto q da elevação de Elvas a Património Mundial da UNESCO, todos eles tem uma historia para contar”, refere. “Revejo-me na massificação da oferta, é bom para todos e há que procurar outra ofertas e outros nichos e eles estão cá, alguns até de visita”, adianta António José Lebre.

Considerado como um serviço essencial, a pandemia não foi muito notória, e em parte, “ajudou a regular as situações”, ou seja, “com o facto serem obrigatórias as marcações e estando sozinho foi possível dar atenção às pessoas e conseguir atender uma de cada vez, em devido tempo, houve assim uma gestão apropriada, ao facto de estar sozinho”.

Sobre a pandemia e o impacto causado no seu negócio António Lebre afirma que não sentiu qualquer impacto, em virtude de nunca ter encerrado, considerando que “a pandemia traz a todos os empresários, um problema transversal, e temos que olhar para a questão com olhos bem abertos, porque nada irá ser como antes”.

Através do que se esta a passar, este problema comum a todos que é a pandemia, António José Lebre afirma que “este é o momento de tentarmos pensar em virar a página, porque Elvas importa e Elvas pesa, tem um património uma riqueza extraordinária, e se cada um fizer por isso, possamos oferecer um bom atendimento e hospitalidade, os problemas poderão ser ultrapassados. Caso contrário, se virmos o muro difícil de ultrapassar, será mais difícil”.

O proprietário da Lebróptica faz ainda um apelo para que “os elvenses e aqueles que residam consumam aqui, não façam da Covid o expoente para publicitar a comprar agora, quando depois temos o resto do ano e não temos Covid, é tempo de pormos em prática a mesma postura, com os olho no que temos, os preços serão iguais, unas mais baixos e outros mais elevados, mas as pessoas têm opção de escolha, e estamos cá!”.

O programa “Retoma da Economia”, na Rádio ELVAS, conta com o apoio da Câmara Municipal de Elvas.

Pode ouvir a entrevista na íntegra aqui:

Grilo, Lda. em destaque no programa “Retoma da Economia”

“Retoma da Economia”, assim se chama o novo programa da Rádio ELVAS, que pretende dar voz ao tecido empresarial do concelho de Elvas.

Este programa tem o apoio da Câmara Municipal de Elvas e é transmitido às 9.20 e 18 horas, de segunda a sexta-feira, e tem repetição nas tardes de sábado.

No primeiro programa a ser emitido, nesta segunda-feira, dia 12, damos a conhecer a empresa Grilo Lda., numa conversa com o seu proprietário Vítor Grilo (na foto).

Foi nos anos 70 anos que Manuel Grilo e o seu filho Vítor começaram a dar os primeiros passos na recolha e venda de papelão, compra e venda de ferro velho, cobre, alumínio, antimónio e ferro fundido. Anos mais tarde, precisamente em 1991, criaram a Grilo Lda., em Elvas, uma empresa que conta já com três gerações da família Grilo, a dar cartas no ramo.

Neste mês de abril, faz 30 anos que a empresa assume o nome de Grilo Lda., localizada na Rua de Itália, na zona industrial da cidade. Para Vítor Grilo, proprietário da empresa, esta é uma empresa familiar, onde “não há interesses, todos trabalhamos para o mesmo”.

A Grilo Lda. conta com 20 funcionários ao serviço daqueles que se dirigem às suas instalações, sendo o número poderá vir a aumentar, garante o proprietário.

Das mais de duas mil marcas com as quais a empresa trabalha, na área da bricolage e construção e bricolage, entre ferros, tintas e todo o tipo de ferramentas, para construção civil. “Temos praticamente de tudo”, diz Vítor Grilo, destacando também as tintas “que são vendidas a um bom preço, algo que se vende bastante”.

Também as motosserras Stihl, são uma grande aposta da Grilo Lda. Para tal, a empresa conta com “dois mecânicos especializados que frequentam duas formações por ano, para receberem as novidades, para poder explicar ao cliente e auxiliar neste sentido, estando por isso, perfeitamente aptos”, adianta Vítor Grilo.

Ao nível do tipo de clientes que procura a empresa, o proprietário revela que são “as empresas de construção civil do concelho e também empresas que vêm de fora, como as que estão na obra do ciclo de Santa Luzia, hotéis, para quem os matérias são fornecidos pela Grilo Lda. Já no caso da vizinha Espanha, vende-se mais para particulares, revela.

Em 2018, decidiram abrir uma filial da Grilo Lda., na zona industrial de Estremoz, que segundo explica Vítor Grilo, “a cada dia que passa está a melhorar”.

Relativamente ao impacto da pandemia na empresa, Vítor Grilo explica que esta questão foi vivida com normalidade, no seio da empresa. “Não chegámos a fechar e continuamos com trabalho, porque a construção não parou”. Não se viram, por isso afetados com esta questão, apesar das adaptações necessárias com a pandemia, ao nível de higiene e segurança.

Depois de 30 anos de Grilo Lda., Vítor Grilo explica que o segredo é a união. “Somos todos unidos e ajudamo-nos uns aos outros, este é o segredo, mas também muito trabalho, e manter a união é o objetivo para os próximos anos”.

Quanto a projetos futuros Vítor Grilo referiu ainda que “já tem uma ideia para expandir o negócio, em Elvas, mas sem poder ainda adiantar mais pormenores sobre o mesmo.

A empresa Grilo Lda. localiza-se na Zona Industrial de Elvas, na Rua de Itália.

Um ferido em despiste de pesado entre Elvas e Campo Maior (c/fotos e vídeo)

Um ferido é o resultado de um despiste de um veículo pesado de mercadorias que acabou por se tombar na via de rodagem, na estrada Elvas – Campo Maior.

A vítima era o condutor do pesado, com cerca 50 anos, que foi transportado pelos Bombeiros Voluntários de Elvas, segundo o comandante da corporação Tiago Bugio, para o Hospital de Santa Luzia, em Elvas.

A estrada nacional 373 ficou cortada durante algum tempo, sendo agora permitida  circulação, embora com condicionamentos, já que os Bombeiros estão a fazer a limpeza da via, uma vez que o pesado perdeu parte da carga quando tombou.

Chegou a ser acionado o helicóptero do INEM, estacionado em Évora, mas após a observação do ferido, este meio não veio a ser utilizado.

No local, estiveram mais de 20 operacionais e dez viaturas dos Bombeiros Voluntários de Elvas e a SIV do hospital de Elvas. A GNR tomou conta da ocorrência.

Obra em curso na Capela dos Ossos em Campo Maior (fotos+vídeo)

A Capela dos Ossos em Campo Maior, a segunda maior a nível nacional, está a sofrer obras de requalificação a vários níveis, prevendo-se a sua conclusão ainda este verão.

Esta obra teve início em outubro, no entanto estava previsto iniciar em março ou abril de 2020, no entanto a pandemia de Covid-19, adiou o seu início.

Numa visita da Rádio Elvas a este local emblemático da vila, foi possível perceber, os trabalhos que estão a ser realizados, não só ao nível da requalificação do espaço, mas também dos seus acessos.

Para o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, o motivo que levou esta requalificação está relacionado, primeiramente, com “a conservação de ossadas que se encontram neste espaço, devido ao passar dos anos, bem como a climatologia da região, estavam a ficar deterioradas”, pelo que o município apostou nesta obra, “não só na conservação deste espaço, mas também a pensar na questão turística”, deixando o convite para que “dentro, dos próximos três ou quatro meses, altura em que poderá estar concluída, se possa visitar”.

Paralelamente, este espaço vai ter uma sala de audiovisuais, no seu interior, para que “todos aqueles que o visitem conheçam a história que deu origem à sua construção; também tentámos que se torne acessível a todas as pessoas que têm mobilidade reduzida, com a construção de uma rampa de acesso à Capela e à Igreja Matriz”, revela João Muacho.

Capela dos Ossos, em Campo Maior, localizada junto à Igreja Matriz, relacionada com a explosão do Paiol de pólvora em 1732, onde perderam a vida muitos campomaiorenses.

Esta obra pode estra concluída no segundo trimestre do próximo ano, e tem um custo de 232 mil euros, financiado a 75% pelo Programa Alentejo 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Alunos do Ciclo de Santa Luzia já têm aulas na nova escola

No regresso às aulas presenciais dos alunos de 2º e 3º ciclos esta segunda-feira, 5 de abril, as crianças da Escola 2,3 de Santa Luzia, em Elvas, puderam voltar à sua escola, que ainda se encontra em obra.

As diferenças, relativamente ao edifício antigo, são já notórias, sendo que um bloco de 12 salas está já pronto. É precisamente nesse espaço que os alunos têm agora aulas.  

A empreitada teve início em agosto de 2019, prevendo-se que a escola possa entrar em funcionamento completo no próximo ano letivo, a partir de setembro. 

Recentemente, em entrevista na Rádio ELVAS, o presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, apontou maio como o mês em que a obra deve estar totalmente conluída. 

A nova escola vai ter um total 29 salas de aulas, para além de quatro laboratórios, podendo receber cerca de 620 alunos. O bloco principal vai contar ainda com dois pisos, salas de professores e serviços administrativos. O recinto escolar vai ter um pavilhão desportivo, um campo de jogos descoberto e a entrada e os principais trajetos com telheiros.

GNR intensifica ações de fiscalização e sensibilização este fim-de-semana (c/fotos)

A Guarda Nacional Republicana (GNR) está a desenvolver ações de sensibilização e fiscalização, no âmbito da Operação Covid-19 Recolhimento+.

A Rádio ELVAS acompanhou uma destas ações que decorreu esta manhã de sexta-feira, dia 2, na EN 373, entre Elvas e Campo Maior.

Tendo em conta a época festiva em que nos encontramos, a Páscoa, e tal como adianta o capitão João Lourenço, comandante do Destacamento Territorial da Guarda Nacional Republicana de Elvas, “existe um conjunto de medidas para dar cumprimento ao estado de emergência e às restrições que lhe estão associadas”. Para tal, a GNR “intensifica, durante este fim-de-semana, o patrulhamento e este tipo de ações, em diversos concelhos de Portalegre e no concelho de Elvas, dedicando especial atenção aos pontos, onde anteriormente haveria grande aglomerado de pessoas, devido ao momento festivo que agora decorre”.

Até ao momento e segundo o capitão João Lourenço, “não foi detetada nenhuma situação, que não esteja enquadrada nas exceções previstas, temos verificado que as pessoas que circulam enquadram-se nas exceções, há pouco fluxo rodoviário, o que dá a entender que as pessoas estão a cumprir, e é isso também que apelamos”.

De recordar que, este fim-de-semana, está proibida a circulação entre concelhos, como medida de combate à Covid-19.

Mais de 200 professores e não docentes vacinados no CNT (c/fotos e vídeo)

Os professores e pessoal não docente, do pré-escolar e 1º ciclo, já começaram esta manhã de sábado, dia 27, a ser vacinados contra a covid-19, no Centro de Negócios Transfronteiriço (CNT), em Elvas.

Na sequência do processo de vacinação que, como garante Tiago Bugio, coordenador municipal da Proteção Civil em Elvas, “está a decorrer a bom ritmo e, depois da vacinação das forças de segurança, bombeiros e profissionais de saúde, chegou a vez dos professores”. Este processo começou as 9.30 horas deste sábado, e decorre ao longo do dia de hoje, para os professores e pessoal não docente, “que lecionam no concelho de Elvas”.

Este é um processo que está a decorrer em todo o país, mas no concelho, “há um número avultado de professores e pessoal não docente, mais precisamente 216 vacinas, serão administradas”, revela Tiago Bugio. “Os professores aceitaram ser vacinados e foram contactados para tal, havendo algum constrangimento nos contactos dos professores, que não estavam corretos e que foram facultados pelos agrupamentos, e a vacina será administrada a todos aqueles que a queiram levar”.

Professores e pessoal não docente, do pré-escolar e 1º ciclo, do concelho de Elvas, que estão hoje a ser vacinado, no Centro de Negócios Transfronteiriço de Elvas.

Degolados dá a conhecer “essência e cultura da região”

A Zona de Lazer e de Atividades Desportivas e Tradicionais em Degolados está praticamente concluída, faltando apenas alguns pormenores.

A Rádio ELVAS visitou este espaço que, anteriormente dava lugar a um olival, agora transformado, numa zona de lazer, mas sem perder a identidade e as tradições que o caracterizavam.

Florival Cirilo, presidente da Junta de Freguesia de Degolados revela que tendo em conta a pandemia, “os procedimentos estão a ser desenvolvidos de forma a lenta, e assim que a pandemia o permita será inaugurado”. O objetivo deste espaço foi também “fazer uma ligação entre a parte nova e parte antiga de Degolados, para que os jovens se fixem nas zonas mais antigas e as valorizem”.

O presidente da Junta adianta que este espaço, que conta com um circuito de água, devidamente identificado e com uma pequena explicação pretende “dar a conhecer aos jovens a essência e a cultura da região, tendo por isso, poços, o percurso da água que transmitem transparência e tranquilidade, que é o que as pessoas procuram, um ambiente calmo e tranquilo”.

Este espaço conta também com dois espaços para jogos tradicionais, uma vez que como revela Florival Cirilo, “as suas gentes estão muito ligadas a este tipo de jogos”. Por isso, há um campo para o jogo da malha e outro para petanca.

É pretendido ainda criar “um percurso em volta do espaço, para caminhadas e um outro espaço com aparelhos fitness para que as pessoas pratiquem desporto ao ar livre, que é o que todas as pessoas gostam”.

A população tem já usufruído do espaço, e para Florival Cirilo é um orgulho “ouvir o feedback positivo por parte das pessoas, uma vez que este espaço resulta de um esforço foi criado em prol da população”.

 A zona de Lazer e de Atividades Desportivas e Tradicionais em Degolados e que está praticamente concluída resulta de um investimento de aproximadamente 200 mil euros, financiado a 50% pelo Programa de Desenvolvimento Rural 2014/2020, através do FEADER, com os restantes 50% a serem assegurados pelo Município de Campo Maior.

Ministro do Ambiente visita fortaleza de Juromenha e Alandroal

O presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, recebeu o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, o secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Catarino, entre outras entidades locais e regional para uma visita à Fortaleza de Juromenha.

Já na vila de Alandroal, a comitiva com as diversas individualidades plantou várias árvores em ambiente urbano no âmbito do projeto “Além Risco”

50 anos da Académica de Santa Luzia teve homenagem aos fundadores

Foi a 13 de março de 1971, há precisamente 50 anos, que 14 jovens, de Elvas, fundavam aquela que vinha a ser a Associação Académica de Santa Luzia.

Hoje, seria dia de festa e de convívio, mas a pandemia não o permite. Ainda assim, alguns dos membros desta associação acabaram por se reunir, na tarde deste sábado, ao ar livre, no “Largo do Pingalhetas”, para um encontro de homenagem aos fundadores. Um deles, Manuel Carvalho, explica que tudo começou quando os 14, na altura com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos, todos eles residentes no Bairro de Santa Luzia, se reuniram para, simplesmente, comprar um bola de futebol.

Essa bola de futebol de 11 viria a custar 300 pesetas, o equivalente a 60 cêntimos, tendo sido comprada em Badajoz. A partir daí, foram muitas as histórias vividas por aqueles jovens, que hoje, já com outra idade, neste reencontro, procuraram recordar esses tempos.

Neste encontro, para além de uma simbólica homenagem aos fundadores, sendo que nem todos puderam estar presentes, por não viverem em Elvas, foi possível recordar algumas imagens e documentos que retratam momentos vividos ao longo destes 50 anos.

A Associação Académica de Santa Luzia teve equipas federadas de quatro modalidades: futebol, futsal, rugby e voleibol. “O que ali temos são papéis com 30, outros com 40, 50 anos, e que retratam alguns dos momentos aqui da Académica de Santa Luzia”, explica Manuel Carvalho, apontado para os cartões de sócio, documentos e as fotografias, que, em cima de uma mesa, o levam numa viagem no tempo. Para mais tarde, e quando assim for possível, a data será assinalada com uma “confraternização mais acentuada”.

Para além de Manuel Carvalho, são fundadores da Associação Académica de Santa Luzia Carlos Telo, Domingos Delgado, Francisco Salgueiro, João de Deus Guerra, João Mendes, Joaquim Paiva Rosado, José Manuel Barroso, José Manuel Picão, José Mário Mendes, Luís Filipe Garcia, Luís Salgueiro, Manuel Guerra e Mário Mendes.

 

Família da Terrugem vive sem condições (c/fotos)

Uma moradora na Rua dos Quintais, na aldeia da Terrugem vive numa casa sem condições de habitabilidade, agravados pela falta de capacidade de autonomia para desenvolver as lides domésticas que levou ao entupimento de esgotos, ficando a casa inundada, para além de problemas ao nível da eletricidade.

Maria das Dores Peixoto, vive com o filho César, nesta casa, que é arrendada, que agora ficou sem condições para os dois moradores ali viverem.

Devido ao entupimento de canos e inundação da casa, o mau cheiro e o lixo à porta de casa tornam a casa imprópria, para que Maria das Dores Peixoto consiga residir nesta habitação, “não nos querem aqui, nestas condições”, diz esta moradora. Esta noite foram realojados até que se consiga efetuar as reparações e limpeza da casa.

Esta família da Terrugem encontrava-se a residir numa casa sem condições de habitabilidade, estando inundada devido a entupimento de esgotos e sem eletricidade. A junta de freguesia  providenciou um local na Terrugem para que esta família seja realojada, enquanto se procede à recuperação e manutenção da casa onde residia. Mãe e filho foram já sinalizados, pela médica de família, para receberem acompanhamento médico uma vez que não são autónomos e deveriam receber acompanhamento de técnicos especializados.

Esgoto a céu aberto em Elvas indigna moradores (c/fotos e vídeo)

Um esgoto a céu aberto, localizado, no Olival da Marchã, perto do Centro Humanitário de Elvas, da Cruz Vermelha Portuguesa, conforme mostram as fotos abaixo, está a prejudicar os moradores daquela zona.

Helena Piçarra, uma das residentes, explica que “há vários anos que estes esgotos dão problemas e constantemente a Aquaelvas e outras empresas se deslocam ao local, para tentar solucionar o problema, mas este persiste”.

Há cerca de um mês, relata Helena Piçarra, “a carrinha da Aquaelvas esteve novamente no local”, e “não sabendo o que realmente aconteceu”, “decidiram tirar as manilhas dos esgotos”.

Segundo a moradora, “depois da retirada das manilhas, o esgoto está a céu aberto e a água escorre para o interior do olival, incluindo papéis”. Os vizinhos fizeram várias queixas, “porque, por vezes, a água corre para as suas piscinas e, inclusive, o cheiro é insuportável”.

Helena Piçarra contactou já a Aquaelvas, bem como o município, mas “ninguém resolve o problema, nem ninguém assume a responsabilidade. Não sabemos para onde nos virar, porque empurram a situação de uns para os outros e a água continua a escorrer para o terreno e já ninguém suporta o cheiro”.

A Rádio ELVAS contactou a Aquaelvas e João Carlos Lopes explicou que “esta situação é desagradável, mas foge à responsabilidade da Aquaelvas”.

João Carlos Lopes revela ainda que a Aquaelvas tem “a concessão e recolha da água residual em baixa e que este caso se refere a um emissário da rede de águas residuais em alta, que diz respeito às Águas de Portugal, através da empresa de Águas de Lisboa e Vale do Tejo”. “Já fomos chamados a responder sobre o assunto, mas foge às nossas responsabilidades. Não nos diz respeito”, garante.

Covid aumenta pedidos de ajuda à Loja Social de Campo Maior

O número de pedidos de ajuda, de famílias que ficaram sem emprego ou se encontram agora numa situação mais vulnerável, não tem parado de crescer, em todo o país.

As consequências económicas da pandemia tem levado muitos agregados familiares a pedir apoio, sobretudo, alimentar. Campo Maior não é exceção, sendo que o Município tem procurado fazer face a esses pedidos através do projeto solidário da Loja e da Lavandaria Social, ajudando todos aqueles que mais precisam.

Desde o ano passado, já foram mais de cem as famílias campomaiorenses a quem foram entregues bens alimentares, de acordo com a vereadora Vanda Alegria, que não tem dúvidas que este será um ano ainda pior, a este nível. “Infelizmente, Campo Maior não foge à regra do que se está a passar no resto do país e no mundo e a nossa Loja Social tem ajudado, na medida que tem podido, mas têm-se notado um aumento dos pedidos de ajuda para agregados familiares de Campo Maior”, revela.

“Ajudamos toda a gente que nos tem pedido e, do ano passado até aqui, temos cerca de cem pedidos de ajuda a famílias. Este ano, já levamos mais de 25. Os pedidos surgem a todo o momento. Este ano vai ser pior, porque estamos no início, mas estamos cá para ajudar na medida daquilo que podemos”, assegura a vereadora.

Com a Loja Social de portas encerradas, por esta altura, as pessoas são agora chamadas, à vez, para recolher aquilo que lhes faz mais falta. Vanda Alegria lembra ainda que as famílias mais carenciadas do concelho, por norma, usufruem dos bens disponíveis na loja a troco de trabalho na lavandaria. “Vêm aqui fazer umas horas de voluntariado, passam a ferro, e em vez de levar para casa dinheiro, levam batatas, arroz, detergentes, o que houver aqui na loja”, recorda.

A verdade é que, por esta altura, são poucas as voluntárias que estão ao serviço na Lavandaria Social. “Nós tínhamos aqui as voluntárias, que faziam parte da equipa da loja, cerca de 12, que estavam aqui todos os dias, e agora não temos”, revela Vanda Alegria. Mesmo aqueles que, agora, não podem colaborar, na lavandaria, podem recolher os bens alimentares e de primeira necessidade na loja, até porque o município, garante a vereadora, “não deixa ninguém para trás”.

“Quem tiver necessidades, sabe onde vir bater à porta. Há pessoas que fizeram muitas horas aqui nesta casa, têm os Mayores delas e quando têm necessidades vêm buscar. Não vamos deixá-las passar mais dificuldades que àquelas que têm estado a passar até agora. É para isso que estamos cá”, assegura Vanda Alegria.

A nível nacional, e de acordo com as instituições no terreno, tem vindo a registar-se uma alteração do padrão social de quem beneficia destes apoios alimentares, com “necessidades envergonhadas” entre a classe média.

Uma adoção a cada três semanas em Campo Maior

Com o confinamento, foram muitos os portugueses que decidiram adotar um animal de estimação, para lhes fazer companhia, nesta altura tão difícil.

Em Campo Maior e depois dos Amigos dos Animais terem mudado os animais para umas novas instalações, regista-se, em média, uma adoção de três em três semanas.

Mafalda Ensina, uma das voluntárias responsáveis por esta associação, sente que as pessoas procuram um amigo de quatro patas, não só devido à situação da pandemia, mas porque querem um companheiro para toda a vida: “eu acho que não é só pela pandemia, são mesmo as pessoas que procuram um companheiro, e isso também é bom, porque esperamos que isto passe, e passe rápido, e que as pessoas tomem uma atitude responsável e que não seja só para fazer companhia neste momento, mas para sempre”.

Os cerca de 15 cães, que a associação tem, atualmente, ao seu cuidado, encontram-se agora num espaço, junto à TecniDelta, cedido pela Câmara Municipal,  que tem em obra o novo centro de Recolha Oficial. “Antes, uma senhora, que morava no campo, e tinha um terreno privado e deixava-nos ter lá os cãezitos. Entretanto, a Câmara fez-nos este espaço e agradecemos, desde já, porque temos aqui outras condições para os nossos animais”.

Mafalda explica ainda aquilo que as pessoas devem ter em mente quando pensam em adotar um animal, lembrando que, por norma, a preferência recai sobre os cachorros, algo que esta voluntária considera um erro: “pensem em adotar um cão com um ano, dois, um cão adulto, ou até idoso, é uma experiência muito gratificante”. “É ter em conta que a pessoa vai trabalhar – alguns estão em teletrabalho agora, mas isto há de passar -, têm que o passear, apanhar os cocozinhos na rua, o mínimo de higiene com o animal em casa, levar ao veterinário”, lembra.

Dos animais, garante ainda Mafalda, pode-se esperar tudo, incluindo algumas surpresas, tendo em conta que também adoecem, como as pessoas, “mas tudo de bom, por que são os melhores amigos que temos”.

Quem tiver interesse em adotar um dos cães que os Amigos dos Animais de Campo Maior têm disponíveis, deve entrar em contacto com as voluntárias da associação através das respetivas contas de Facebook ou Instagram.

Campomaiorenses começaram já a ser vacinados contra a Covid-19

O processo de vacinação contra a Covid-19 no concelho de Campo Maior teve início hoje, 23 de fevereiro, no Centro Comunitário da vila.

A primeira dose vacina será administrada a pessoas com mais de 50 anos com algumas patologias e a pessoas com idade igual ou superior a 80 anos, até sábado, se até sexta-feira o processo não estiver concluído, de acordo com a diretora clínica da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), Vera Escoto.

Todos aqueles que irão ser vacinados, com idades compreendidas entre os 50 e os 65 anos, receberão a vacina da AstraZeneca. A todos os outros será administrada a vacina da Pfizer. “Começámos hoje e são cercas de 200 pessoas por dia”, adianta Vera Escoto.

A diretora clínica da ULSNA revela ainda que tem sido “extraordinário” o trabalho desenvolvido, em conjunto, pela entidades de saúde e as câmaras municipais e que foram escolhidos, para iniciar a administração da vacina, os concelhos onde o índice de casos de infeção é maior. Elvas, lembra, foi “um concelho piloto”, sendo que, na semana passada, o concelho de Castelo de Vide começou já a ser vacinado.

Esta semana, prossegue a vacinação, não só em Campo Maior, como nas duas Unidades de Saúde Familiar do Centro de Saúde de Elvas (Amoreira e Uadiana), em Arronches, Fronteira e Gavião.

Para o presidente da Câmara de Campo Maior, João Muacho, este dia é um “marco muito importante e de esperança” para todos os campomaiorenses. Até final da semana, revela o autarca, serão administradas cerca de 800 vacinas. Este processo de vacinação, garante ainda, é o “coroar” do esforço de várias entidades e de conjunto de pessoas, como os bombeiros, os autarcas e os colaboradores do município de Campo Maior.

Uma das pessoas que já recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19 é o comendador Rui Nabeiro. À nossa reportagem, garantiu que esta vacina “é uma necessidade”, lembrando ainda a incerteza dos tempos que se vivem. “É pena que estejamos nesta situação, sem saber bem o futuro e isso para o presidente de uma empresa, que representa milhares de pessoas, é um bocado duro. Mas eu tinha de dar este exemplo, receber a vacina e acreditar nos outros homens”, assegura.

Mesmo em pandemia, namorados celebram dia e oferecem flores

O Dia de São Valentim comemora-se este domingo, 14 de fevereiro, num contexto de pandemia, que impede os jantares fora, mas que leva os portugueses a reinventarem-se ou a optarem pela tradicional oferta de flores.

A venda de flores, por parte das floristas, neste dia, é sempre bastante grande, sendo que, mesmo em tempos de confinamento, a florista de São Domingos, em Elvas, Mafalda Bajanca, garante que a procura até tem sido alguma. “É um ano muito diferente, mas há sempre uma oferta e uma flor é um gesto de amor. Ao não haver tanta oferta, há mais procura nas floristas”, assegura.

A rosa vermelha, como manda a tradição, é sempre a flor mais vendida neste dia. “Os homens, principalmente, gostam muito da rosa vermelha para a sua cara metade, mas elas nem sempre gostam”, garante a florista. Por isso, a variedade de flores para arranjos que Mafalda tem disponível é sempre muito grande.

Comparativamente a outros anos, a venda de flores, neste Dia dos Namorados, será claramente inferior, garante Mafalda, ainda que tenha esperança que, dentro do possível, “corra mais ou menos bem”. “As lojas estão fechadas e as pessoas recorrem às floristas, para marcar o dia”, diz ainda.

Não só neste 14 de fevereiro, mas todos os dias, sempre que assim solicitado, Mafalda Bajanca faz entregas de flores ao domicílio. “Há muita procura de entregas, porque a pessoa não pode vir, ou porque tem medo de estar com o aniversariante, por exemplo, e liga para mim”, revela.

A florista explica ainda que estes não têm sido tempos fáceis, assegurando que 2020 foi um ano terrível, tendo em conta a falta de festas e casamentos. “Quando apareceu a pandemia, estávamos na altura da Páscoa, que é uma altura em que se vende muito, é altura dos casamentos e não houve casamentos, nem festas. Levou-nos muito abaixo e por estarmos abertos, não temos qualquer apoio do Estado”, conta.

“Este ano, estou reticente, porque não sei o que é que vai acontecer. Tenho casamentos marcados, mas está tudo em standby”, revela ainda Mafalda, adiantando que, agora, o maior fluxo de trabalho diz respeito a funerais.

Emissão dos 20 anos da Rádio ELVAS em imagens e vídeo

Ontem, 10 de fevereiro, foi dia de cantar os parabéns à Rádio ELVAS, por ocasião do seu 20 aniversário.

Para comemorar esta data, e tendo em conta a situação pandémica que se vive, apenas foi possível reunir, através da emissão, a direção, os colaboradores, as entidades da região e os ouvintes desta rádio, durante toda a manhã.

Esta emissão especial arrancou pelas 7 horas, com Bianca, até ao meio-dia, com António Ferreira Góis.

Novo minibus da Câmara de Elvas para transporte escolar

A Câmara Municipal de Elvas adquiriu um novo minibus para o transporte de passageiros, nomeadamente para transporte escolar, num investimento superior a 60 mil euros.

A viatura vem responder a uma necessidade, para o transporte escolar, com 22 lugares disponíveis.

Por estes dias, como documentam as fotografias juntas, o minibus tem estado exposto no tabuleiro da Praça da República, em Elvas.

Idosos recebem vacina contra a Covid em Elvas (c/fotos e vídeo)

Começou esta manhã a vacinação dos idosos com mais de 80 anos, no Centro de Negócios Transfronteiriço (CNT), sendo Elvas um dos concelhos piloto desta nova fase do processo de vacinação no Alentejo.

Até quinta-feira, dia 11, serão vacinadas 850 pessoas, todas elas da Unidade de Saúde Familiar Amoreira do Centro de Saúde de Elvas.

O centro de saúde de Elvas foi o selecionado, para ser pioneiro nesta segunda fase de vacinação, sendo que foi escolhida uma de duas unidades de saúde familiar, tendo em conta a respetiva densidade populacional, explica Vera Escoto, diretora clínica da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA).

“Foi com grande entusiamo que se fez todo este processo piloto. Foram selecionados os utentes com mais de 80 anos, com comorbilidades, que tenham algumas patologias, como problemas de insuficiência cardíaca, problemas respiratórios, e depois destes, os utentes com mais de 80 anos, sem estas patologias consideradas prioritárias”, revela Vera Escoto.

Os cerca de 850 utentes selecionados serão vacinados entre hoje e quinta-feira, mais de 250 por dia. Foram todos contactados telefonicamente, esclarecendo-lhes todas as dúvidas.

Depois de contactados todos os utentes com mais de 80 anos, para serem vacinados, a ULSNA foi chamar pessoas com mais de 50, também com outras doenças. “Faltavam alguns utentes, para o último dia, e fomos chamar pessoas com idade mais alta, ou seja, começámos nos utentes com 79 anos”, explica a médica.

Vera Escoto assegura que é “uma grande alegria” que Elvas seja um de dois concelhos piloto no Alentejo nesta nova fase de vacinação, garantindo que “ninguém no distrito ficará para trás”. “Tudo o que vier a seguir poderá ser melhorado. Todos os outros centros de saúde do distrito, neste momento, já fizeram todo este trabalho de seleção”, adianta. “A (Unidade de Saúde Familiar) Uadiana será a seguir, como serão os outros centros de saúde”, acrescenta.

A diretora clínica da ULSNA revela que, dentro do grupo de pessoas que poderiam ser agora vacinadas, da Unidade de Saúde Familiar Amoreira algumas recusaram, sendo que os acamados vão receber a vacina numa outra fase.

Os lares do concelho, explica ainda a médica, já concluíram, ou estão prestes a terminar, o processo de vacinação, à exceção das instituições de Terrugem e Barbacena, tendo em conta os surtos registados. No lar da Terrugem, a vacinação inicia-se esta sexta-feira. “Tudo está a ser feito de uma forma organizada e tem corrido sempre bem”, garante.

Já o coordenador municipal de Proteção Civil em Elvas, Tiago Bugio, lembra que o processo piloto de vacinação, destas 850 pessoas, conta com todo o apoio logístico do município. “Temos dados todo o apoio, em termos logísticos, que a ULSNA necessita: primeiro com a infraestrutura, depois com a montagem de espaços em que será administrada a vacina, criando um circuito onde as pessoas são rececionadas, onde é medida a temperatura, onde temos uma zona de acolhimento, revela.

No CNT estão cinco enfermeiras, dois médicos e três assistentes operacionais. A PSP, os Serviço de Proteção Civil do Município de Elvas e voluntários da Câmara de Elvas apoiam o processo de vacinação. Os colaboradores do município, para além do apoio prestado aos idosos, tratam da higienização das cadeiras e do espaço, para garantir as máximas condições de segurança.

Entre os idosos já vacinados, encontram-se Albérico Rijo e Francisco Bagulho. O primeiro, de 95 anos, garante que ficou “radiante” por ver que o espaço foi muito bem organizado pela Câmara Municipal, a quem dá os parabéns. “As pessoas com mais idade, como eu, têm possibilidade de estar bem instaladas. Nem está frio aqui”, garante.

“Acho importante para todos nós que as vacinas sejam eficazes, para ver se resolvemos este problema que é gravíssimo para o país”, diz Francisco Bagulho.

Chuva forte provocou inundações na zona da Quinta das Alpedreirinhas (c/fotos)

A chuva intensa que se fez sentir nos últimos dias provocou diversas inundações em Elvas e deixou mesmo três famílias isoladas na “chapada” do Forte da Graça, já que a ribeira do Cêto subiu o leito e impossibilitou a passagem, como a Rádio ELVAS noticiou (ver aqui). A situação repetiu-se na zona da Quinta das Alpedreirinhas, na estrada de Torre de Bolsa.

Cláudio Carapuça, vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, assegura que “as ocorrências têm sido muitas”, com a Proteção Civil a tentar dar resposta, o mais rápido possível, a todas elas. Em algumas situações “pela sujidade que as linhas de água têm, nos pontões provocam obstáculos e obriga a ter meios mecânicos, como a retroescavadora da câmara, para fazer a limpeza das obstruções, e garantir que o escoamento é feito de forma natural”.

Quanto às pessoas que ficaram isoladas, na zona do Largar dos Frades e na zona das Alpedreirinhas, o vice presidente garante que conseguiram falar com as pessoas, por uma via alternativa, e “estas pessoas preferiram manter-se na sua residência e terem a certeza de que caso algo acontecesse, poderiam garantir o contacto, para por exemplo, por motivos de saúde, o auxilio lhes ser prestado”.

Cláudio Carapuça revela ainda “a limpeza da Ribeira do Cêto estava a ser feira e a empresa deixou as canas na berma da estrada, o que fez com que estas mesmas canas, que se encontravam na linha da água, na berma, para ser limpas, acabaram por ser arrastadas pelo caudal, e nas zonas do pontões provocaram estes obstáculos”, o que originou este tipo de inundações.

 

GNR regista aumento de fluxo rodoviário na fronteira (c/fotos e vídeo)

O controlo de fronteiras foi reposto no passado dia 31 de janeiro, pelo que a Guarda Nacional Republicana (GNR) tem intensificado o controlo de cidadãos, não só nas passagens autorizadas, mas também nas passagens não autorizadas.

A circulação entre Portugal e Espanha é limitada e apenas permitida em pontos de passagem autorizados, ao transporte internacional de mercadorias, de trabalhadores transfronteiriços e de caráter sazonal devidamente documentados, e de veículos de emergência e socorro e serviço de urgência.

O capitão João Lourenço, comandante do Destacamento Territorial da GNR de Elvas, explica que nesta semana “se verificou um grande aumento de fluxo de rodoviário, de pesados de mercadorias e de ligeiros, algo que era expectável, e na generalidade enquadram-se nas exceções previstas na lei, pelo que este controlo decorre sem incidentes”.

João Lourenço refere ainda que “há algum registo, ainda que pouco significativo, de tentativas de entrada em pontos de passagem não autorizados e é importante que a população perceba que a GNR estará atenta e a controlar estes pontos e reencaminhar para os pontos de passagem autorizados”.

Relativamente aos outros pontos de passagem, não autorizados, o capitão João Lourenço refere que estes “estão devidamente bloqueados, e também existem militares da GNR a vigiar e controlar alguma tentativa de passagem, nestes locais, por parte da população”.

Quem se enquadra nas exceções previstas para passar a fronteira, no Alto Alentejo têm duas hipóteses, ou na fronteira do Caia, ou em Galegos, em Marvão.

A GNR em Elvas intensifica o patrulhamento e controlo de Fronteiras, não só nas passagens autorizadas, mas também nas passagens não autorizadas, como em caminhos municipais.

Temos imagens da Ponte da Ajuda que liga o concelho de Elvas a Olivença, a fronteira do retiro que liga Campo Maior a Badajoz e a fronteira do Caia que liga Elvas a Badajoz.

PSP fiscaliza em Elvas com recurso a drone (c/ fotos e vídeo)

A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Elvas está a fiscalizar o confinamento, ao abrigo do Estado de Emergência que vigora no nosso país, com recurso a um drone que emite uma mensagem de aviso para que as pessoas fiquem em casa e cumpram as regras da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Na Praça da República, tal como a Rádio ELVAS acompanhou, o drone sobrevoou a área e emitiu a mensagem de alerta à população. O comissário Rui Massaneiro, comandante da PSP de Elvas, explicou que o Comando Distrital da PSP de Portalegre tem dois elementos com  o curso de operador de veiculo aéreo não tripulado, ou seja drone, e estão agora “a por em prática a possibilidade destes recursos serem disponibilizados, para que a população sinta a obrigatoriedade de permanecer na sua residência”.

Este drone tem dois operadores da PSP, que o monitorizam, mediante a escolha do local, que deverá ter características adequadas para o manobrar, e neste caso “emite uma mensagem para que a população cumpra as normas da DGS, podendo ser utilizado como filmagem, o que não esta a acontecer”, explica Rui Massaneiro, “uma vez que, para esse efeito teria de ter uma autorização por parte da Comissão Nacional de Proteção de Dados”.

O comandante da PSP de Elvas explica ainda que está planeado que, numa primeira fase, este aparelho sobrevoe o centro histórico da cidade, e numa segunda fase, junto das áreas comerciais onde há maior concentração de pessoas”.

Em Elvas, afirma o comissário, “temos sentido menos fluxo de trânsito e menos pessoas a circular na via pública, todos juntos vamos conseguir vencer esta batalha”.

Está restabelecido o controlo de fronteira no Caia (c/vídeo)

Já está restabelecido o controlo de fronteira com Espanha no Caia, desde a meia-noite deste domingo, 31 de janeiro, pelo que desde essa hora que os portugueses não podem sair do país.

A Rádio ELVAS esteve em direto no local onde as GNR realiza o controlo de fronteira, conforme apresentamos no vídeo abaixo.

De recordar que, com o agravamento da situação epidemiológica da Covid-19, o Governo determinou a “limitação às deslocações para fora do território continental dos cidadãos portugueses”, em qualquer meio: rodoviário, ferroviário, aéreo, fluvial ou marítimo.

Este controlo é feito, entre outras, na fronteira do Caia, pela GNR e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, em estreita ligação com as autoridades espanholas. João Lourenço, comandante do Destacamento Territorial da GNR de Elvas, explica que os militares vão estar, até dia 14 de fevereiro, a verificar a entrada de pessoas em território nacional, “permitindo apenas as exceções previstas no decreto” do estado de emergência.

Quanto às exceções à entrada e saída do país, apenas serão permitidas as deslocações estritamente essenciais como desempenho de atividades profissionais com dimensão internacional devidamente documentadas; saída do território continental de cidadãos portugueses com residência noutros países; transporte de carga ou correio; para fins humanitários ou emergência médica; transporte internacional de mercadorias, de trabalhadores transfronteiriços ou sazonais e veículos de emergência, socorro e urgência; e deslocações com destino às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

O capitão João Lourenço revela ainda que, às primeiras horas deste novo controlo da fronteira com Espanha, verificava-se “pouco movimento”, apelando à população para que “evite deslocações desnecessárias”.

Entre os oito pontos de passagem permanentes autorizados, 24 horas por dia, encontram-se, para além do Caia, a fronteira entre Marvão e Valência de Alcântara, em Valença (Viana do Castelo), Vila Verde da Raia (Chaves), Quintanilha (Bragança), Vilar Formoso (Guarda), Vila Verde de Ficalho (Beja) e Castro Marim (Faro).

Ferido leve em despiste entre São Vicente e Santa Eulália (c/ fotos e vídeo)

Um ferido leve é o resultado de um despiste de uma viatura ligeira de passageiros, que ocorreu esta tarde de quarta-feira, dia 27, na estrada que liga São Vicente a Santa Eulália, no concelho de Elvas.

Ao que apurámos no local, a viatura ter-se-á despistado e embateu contra um muro. Trata-se de “uma mulher de 52 anos, que foi imobilizada, avaliada e posteriormente foi transportada pelos Bombeiros Voluntários para o Hospital de Santa Luzia em Elvas”, como referiu Nuno Santana, adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Elvas.

Para o local, foram os Bombeiros de Elvas, num total de dez elementos, apoiados por duas ambulâncias, uma viatura de desencarceramento e uma viatura de comando.

PSP fiscaliza confinamento obrigatório junto dos automobilistas (c/ fotos e vídeo)

A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Elvas está a desenvolver uma ação de sensibilização e fiscalização na zona circular da cidade, no sentido Boa-Fé, Estádio de Atletismo.

Esta ação está a ser desenvolvida no âmbito do Estado de Emergência que vigora no nosso país, e consequente obrigação de confinamento que existe.

O Comissário Rui Massaneiro, comandante da PSP de Elvas refere que esta ação prevê “fiscalizar os cidadãos e automobilistas, no sentido de aferir se estão a cumprir as regras em vigor”. O comissário relembra que a lei em vigor para o Estado de Emergência no nosso país prevê que “a população deva recolher ao seu domicílio, no entanto existem situações que podem ser justificadas pelos automobilistas e que estão previstas como exceções”. A PSP está neste momento a cumprir a sua missão ao fiscalizar estes condutores, e até à hora da nossa reportagem “não tinha sido detetado qualquer condutor que apresentasse uma justificação que não fosse válida”, revela Rui Massaneiro.

A todos os condutores é exigido um documento que ateste o motivo pelo qual circula na via pública, a maioria, explica o comandante da PSP de Elvas, “circula por motivos profissionais ou para se deslocar ao supermercado, neste caso deve apresentar uma declaração de compromisso de honra, ou o talão das compras.

PSP de Elvas que fiscaliza os os automobilistas, no sentido de perceber se circulam com a devida justificação, numa altura em que a regra é ficar em casa, ou seja o recolhimento domiciliário, salvo algumas exceções previstas na lei.

Apesar das dificuldades, Zoo Shop mantém-se aberta em Elvas

O novo confinamento geral começou na passada sexta-feira, dia 15 de janeiro, e deverá durar, pelo menos, até meio de fevereiro.

A maioria dos estabelecimentos foi obrigada a voltar a fechar portas, mas alguns, considerados essenciais, mantêm-se abertos. É o caso dos estabelecimentos de venda de animais de companhia e de alimentos e rações.

Em Elvas, na Rua da Feira, a Zoo Shop, mantém-se aberta, até porque, lembra a proprietária, Elvira Henriques, “os animais precisam de comer”. “É um bem essencial para eles”, acrescenta.

Aqui, há ração, não só para cães e gatos, como para coelhos, pássaros, peixes e hamsters. Para além da alimentação, são vendidos na Zoo Shop todo o tipo acessórios para os animais de companhia, como camas e gaiolas, e complementos, como vitaminas.

Elvira Henrique lembra ainda que estes têm sido tempos “difíceis”, sendo que a compra de animais estagnou, sobretudo neste novo período de confinamento. “Cumprimos as regras todas, as pessoas têm que aguardar, mas estamos a atravessar uma época muito complicada”, acrescenta. “Mas fazemos os possíveis para estar abertos o dia todo, das 9 às 19 horas”, revela ainda.

 

Lar da Santa Casa de Campo Maior vacinado contra a Covid-19

A vacinação contra a Covid-19 nos lares no concelho de Campo Maior teve início na manhã desta sexta-feira, 15 de janeiro, na Santa Casa da Misericórdia.

Ao todo, ao longo do dia de hoje, são vacinadas 92 pessoas: 51 utentes e 41 funcionários.

Na instituição, onde não registou, até à data, qualquer caso positivo de Covid-19, esta “operação era ansiada há muito tempo”, revela Luís Machado, o provedor da Santa Casa de Campo Maior.

“Temos conseguido ter o nosso lar imune e não termos nenhum caso positivo. Tínhamos esperança que começássemos a vacinar os nossos idosos, antes que isso viesse a acontecer”, assegura.

Luís Machado adianta que, a partir de agora, “o paradigma vai ser diferente”, ainda que garanta que as medidas de segurança vão ter de ser mantidas. “Mas já vamos ter um sentimento de algum descanso, em relação aos nove meses que vivemos até agora”, remata.

 

14 de Janeiro: arcebispo grato por quem dá a vida pelo país

O arcebispo de Évora, tal como acontece todos os anos, presidiu esta quinta-feira ao Te Deum de Ação de Graças, na igreja da antiga Sé Catedral de Elvas, neste atípico 14 de Janeiro, ferido do concelho, perante um grupo de fiéis muito inferior, comparativamente a outros anos.

“A minha primeira preocupação foi valorizar este dia, a continuidade de tantas e tantas celebrações, que, ao longo dos anos, se têm realizado nesta Catedral. Por causa da pandemia, não haveria a celebração condigna nesta dia 14 de janeiro, na Sé de Elvas, mas nem que fosse para uma pessoa, eu viria”, começa por dizer D. Francisco Senra Coelho.

O arcebispo, em declarações à Rádio ELVAS, lembrou que “a igreja tem consciência da gratidão que deve às pessoas, que ao longo dos tempos fizeram, dando muitas vezes a própria vida, a nossa liberdade acontecer”.

“Não me posso esquecer que há pessoas que, no maior silêncio, trabalham para que Portugal seja uma realidade humana, com fraternidade e solidariedade. Há pessoas que hoje dão a vida por Portugal”, disse ainda D. Francisco Senra Coelho.

Içar das bandeiras na Câmara no feriado municipal de Elvas

Hoje, dia 14 de janeiro, feriado municipal em Elvas e dia em que se assinalam os 362 anos da Batalha das Linhas de Elvas, tendo em conta a pandemia que assola o país e o mundo, as comemoração foram diferentes do habitual.

Foi em silêncio que foram, esta manhã de quinta-feira, içadas ,na Câmara de Elvas, as bandeiras de Portugal, do Município e da União Europeia, pelo presidente da Câmara de Elvas, Nuno Mocinha, vice-presidente Cláudio Carapuça e vereadora Vitória Banco, como uma forma simbólica de assinalar o dia.

Depois do içar das bandeiras, Nuno Mocinha referiu que os 362 anos da Batalha das Linhas de Elvas “muito nos honram e fazem parte do que somos”, pois o ato heroico contribuiu “para a nossa liberdade e para a independência do nosso país”.  O presidente lembrou que “hoje são dias diferentes e esta foi assim uma forma diferente de lembrar essas pessoas e a nossa história”.

Nuno Mocinha afirmou que “hoje fizemos o hastear das bandeiras e o que temos mais, no âmbito das comemorações, é o Te Deum de Ação de Graças, na Sé”. Mocinha explicou ainda que a Banda 14 de Janeiro não pôde estar presente “porque não tinha capacidade, uma vez que tem algumas pessoas em isolamento, e também as cerimónias militares não se puderam realizar, devido ao Estado de Emergência em que o país se encontra, no entanto a Câmara não quis deixar de assinalar este dia, que é o dia da cidade e dos elvenses, por isso fica esta recordação”.

O presidente da Câmara de Elvas disse ainda que “deseja saúde a todos, e que este período passe rápido e todos possamos continuar a trabalhar e levar este concelho por diante”, são estes os votos que faz hoje, “neste normal, porque já há muito tempo que vivemos desta forma, com todas as medidas, e o esforço tem que ser coletivo”, relembra.

Restaurante “Para Y Come” assinala sete anos de existência

O Para Y Come celebrou ontem, terça-feira, dia 5, os seus sete anos de existência, na Boa-Fé, em Elvas.

Augusta Coutinho, a proprietária, refere que “têm sido anos muito bons”, uma vez que conseguiram ganhar muitos clientes e a casa tem funcionado bem, sendo que agora devido à pandemia têm menos gente. Augusta tem esperança que continuem “a trabalhar como têm trabalhado até aqui, e a melhorar”, e que a equipa que os acompanha se mantenha, uma vez que a seu ver, “é uma boa equipa”.

José Reis refere que foram sete anos “de muita luta e trabalho, com alturas boas e outras menos boas, com colaboração de empresas e clientes, sendo que o take-away tem ajudado, nesta altura de pandemia, e com uma equipa que dá resposta aos cliente que têm, mas que venham mais sete anos e mais sete, à frente do restaurante”.

Utentes da Misericórdia do Crato recebem vacina anti Covid

Felícia de Cunha e Sá Moutinho, de 101 anos, foi a primeira utente da Santa Casa da Misericórdia do Crato a receber a vacina que confere imunidade contra o novo coronavírus.
Um sinal de esperança no rosto de uma mulher que conta já celebrar os 102 em março.
A munícipe do Crato é apenas uma dos muitos utentes do lar e do município que têm prioridade no acesso ao fármaco durante a primeira fase da processo de vacinação. Este critério de prioridade nacional obedece ao facto de a instituição não ter sofrido qualquer surto da epidemia e de o concelho estar na lista dos que têm mais infetados por mil habitantes
O Crato faz parte da lista dos concelhos em risco extremo de incidência da Covid-19 há várias semanas. Para a contenção da pandemia, o município tem implementado uma estratégia de testagem continuada de determinadas populações mais fragilizadas, entre as quais os idosos residentes em instituições.

Presentes neste ato histórico esteve Joaquim Diogo, presidente da Câmara Municipal do Crato, o deputado Luís Testa, o Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Crato, Mário Cruz e a presidente da União das Freguesias de Crato e Mártires, Flor da Rosa e Vale do Peso, Ana Izabel Merêces.