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Vereadora do PSD questiona executivo e apresenta recomendações na reunião da Câmara de Elvas

A vereadora do PSD na Câmara Municipal de Elvas, Margarida Paiva, apresentou, na reunião ordinária do executivo desta quarta-feira, 8 de julho, um conjunto de questões dirigidas ao executivo municipal sobre diversos assuntos relacionados com o funcionamento dos serviços e o estado de equipamentos e infraestruturas do concelho.

De acordo com um comunicado divulgado pela eleita social-democrata, durante o Período Antes da Ordem do Dia foram solicitados esclarecimentos sobre a concretização da contratação de uma trabalhadora anunciada durante a campanha eleitoral, as sucessivas avarias dos semáforos das Portas de Olivença, a abertura de concursos internacionais e o estado de conservação dos espaços exteriores da Escola de Santa Luzia.

A vereadora questionou ainda o executivo sobre a situação dos painéis fotovoltaicos das Piscinas Municipais, os problemas relacionados com o sistema de ar condicionado e a limpeza da Biblioteca Municipal, onde refere existirem ervas secas que representam risco de incêndio. Entre os temas abordados estiveram também o ponto de situação do Regulamento da Tabela de Preços Municipal e os horários atualmente praticados pelos trabalhadores do Município.

No decorrer da reunião, a eleita do PSD apresentou recomendações para a limpeza urgente da Ribeira do Cancão, alegando o estado de degradação daquele espaço, e para a instalação de lombas na Avenida Garcia da Orta, com o objetivo de reduzir a velocidade do trânsito e reforçar a segurança rodoviária.

Segundo o comunicado, foi igualmente entregue um requerimento à presidência da Câmara Municipal a denunciar a ausência de resposta a seis pedidos de esclarecimento anteriormente apresentados, relacionados com a Rua dos Lagares e a Muralha Fernandina, rendas em atraso, elevadores públicos, Coliseu, mobilidade condicionada e lugares de estacionamento para pessoas com deficiência, bem como o serviço de táxis.

Margarida Paiva afirma que o tempo médio de espera pelas respostas é atualmente de 27 dias, havendo alguns pedidos com mais de 40 dias sem resposta considerada válida. No comunicado, considera esta situação “inaceitável”, defendendo que a falta de resposta aos pedidos de informação compromete a transparência e a prestação de contas por parte da presidência da Câmara Municipal.

A vereadora do PSD garante ainda que continuará a exercer uma oposição que classifica como responsável, mantendo a fiscalização da atividade do executivo e apresentando propostas que considera importantes para o desenvolvimento do concelho.

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