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Ricardo Pinheiro destaca “Parcerias para a Coesão” como instrumento vital para fixar pessoas no Alentejo

O presidente da CCDR Alentejo, Ricardo Pinheiro, defendeu a importância estratégica do novo concurso de 1,25 milhões de euros destinado a combater o esvaziamento demográfico da região.

Este apoio, inserido nas “Parcerias para a Coesão Não Urbanas”, constitui uma experiência inovadora nos quadros de apoio comunitário, focando-se na atração e manutenção de pessoas em territórios rurais.

Segundo Ricardo Pinheiro, o objetivo passa por apoiar projetos em áreas como a saúde, o bem-estar e o marketing digital, afirmando que “cabe a essas associações, dentro daquilo que é o regulamento e o plano para as parcerias, perceber qual é o nível de elegibilidade e dos projetos que apresenta ao instrumento, mas fundamentalmente só dar esta nota: No último aviso que foi lançado foram impactadas cerca de 200 pessoas no território do Alentejo”.

O dirigente regional alentejano sublinhou que as entidades elegíveis, como a Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) e associações de desenvolvimento local como por exemplo a ADRAL, devem utilizar estes mecanismos para responder às necessidades da “economia real”.

Ricardo Pinheiro enfatizou que este é um instrumento em constante adaptação, explicando que “é uma experiência nova que normalmente não tem sido utilizada nos quadros de apoio comunitário anteriores, mas de facto visa fundamentalmente a atração de pessoas para o território”. A expectativa é que, através do diálogo com a Agência de Desenvolvimento e Coesão e a União Europeia, estes instrumentos ágeis possam ser ajustados às realidades específicas do Alto Alentejo, garantindo que o investimento se traduza em ganhos efetivos de coesão e vitalidade demográfica.

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