
O Centro de Saúde de Elvas está, esta sexta-feira, 2 de outubro, a ser afetado pela greve da Função Pública, com a adesão de alguns funcionários.
Devido à paralisação, não estão a ser realizadas consultas na unidade de saúde, situação que está a condicionar o normal funcionamento dos serviços e o atendimento aos utentes.
A greve da Administração Pública teve início às 00h00 desta sexta-feira e tem uma duração prevista de 24 horas. A paralisação foi convocada por três estruturas sindicais afetas à CGTP: a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) e o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML).
Segundo as estruturas sindicais, a greve abrange cerca de 350 mil trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública central, direta e indireta, local e regional, incluindo assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos superiores.
A paralisação poderá provocar constrangimentos em vários serviços públicos, nomeadamente escolas, universidades, serviços da Segurança Social, registos e notariado, justiça e recolha de lixo.
Entre as reivindicações apresentadas pelos sindicatos estão a valorização imediata das carreiras, o reconhecimento das especificidades das diferentes profissões e o início imediato das negociações salariais, sem aguardar pelo próximo ano.
No caso do Centro de Saúde de Elvas, a adesão à greve está a traduzir-se, esta manhã, na ausência de consultas.















