
O Centro Cultural de Campo Maior “transforma-se” na noite de sexta-feira, 27 de março, em Dia Mundial do Teatro, no “Pátio do Cunha”: espetáculo protagonizado por Carlos Cunha, que promete levar o público às gargalhadas.
Em declarações à Rádio ElVAS/Rádio Campo Maior, o ator, que explica que “Pátio do Cunha” é “uma comédia com cheiro a revista ou uma revista com cheiro de revista”, revela que esta peça resulta de “uma maluquice”, não só sua, mas também da sua filha, a atriz Erika Mota.
A ideia que dá origem a este espetáculo parte da intenção de Carlos Cunha em juntar várias figuras icónicas da sua carreira, algumas delas a quem deu vida há já mais 30 anos. “É juntar tudo numa situação de comédia, ou seja, tudo aqui com uma ligação grande”, adianta. “E surgiu aqui nesta cabeça, e na cabeça da minha filha, uma coisa que devia ser um pátio, porque tanto eu, como ela, nascemos em zonas ‘nobres’ de Lisboa. Quando digo nobres, estou a brincar, como é evidente, porque eu nasci no Cais do Sodré e a minha filha em Alcântara. Portanto, com esta junção boa, fizemos o Pátio do Cunha”, acrescenta.
Várias personagens vão entrando e saindo de cena, dando origem a uma sucessão de enganos e situações divertidas, com um ritmo frenético e momentos marcantes.
Dizendo-se “abençoado” por fazer aquilo que mais gosta, Carlos Cunha não tem dúvidas de que o público vai divertir-se muito com a peça de cerca de hora e meia, à semelhança daquilo que tem acontecido desde que teve início a digressão de norte a sul de Portugal.
Em palco, neste espetáculo, que conta com momentos de música e dança, a Carlos Cunha e Erika Mota, que acompanha o pai há já 13 anos, juntam-se os atores Lígia Ferreira e Nuno Pires. Entre a equipa técnica, encontra-se ainda o neto do ator, que tem a seu cargo a iluminação do espetáculo. “É bom trabalhar em família. Andar em digressão não é fácil, não é para toda a gente. Tem que ser gente muito especial e esta gente é muito especial”, garante.
Entretanto, “Pátio do Cunha” é apresentado em Campo Maior não só em Dia Mundial do Teatro, como no dia de aniversário de Carlos Cunha. “Para nós é um dia que nos enche de orgulho: é Dia Mundial de Teatro e nós estamos em Campo Maior, com muito orgulho”, diz ainda. Ao público, o ator promete, acima de tudo, “uma noite bem passada”, com as pessoas a divertirem-se e a não pensarem “no atual estado do mundo”.
Este, que é o penúltimo espetáculo da programação do Mês do Teatro, promovida pela Câmara Municipal de Campo Maior, tem início, na sexta-feira, às 21h30. Os bilhetes, com um custo de cinco euros, podem ser adquiridos na Ticketline.














