Crescimento da população agrava desafios no Centro de Saúde de Vendas Novas 

A falta de médicos e enfermeiros é uma das preocupações atuais do Município de Vendas Novas, que tem vindo a acompanhar de perto a situação do Centro de Saúde. O presidente da Câmara Municipal, Ricardo Videira, alerta para os desafios que se colocam nos próximos meses, sobretudo devido às reformas de vários médicos e às baixas médicas que têm condicionado o atendimento aos utentes.

Segundo o autarca, existe atualmente um conjunto de médicos que exerce funções no concelho há muitos anos e que deverá reformar-se num período relativamente curto. “Temos um conjunto de médicos que prestam serviço há muitos anos aqui no concelho e que, coincidentemente, há um grupo deles que se irá reformar numa sucessão de poucos meses, com um intervalo de poucos meses”.

Para Ricardo Videira, a substituição destes profissionais constitui “um desafio muito grande”, numa altura em que também se verificam baixas médicas que têm contribuído para aumentar os tempos de espera e criar constrangimentos no atendimento.

Perante esta situação, a Câmara Municipal reuniu com o conselho de administração da unidade local de saúde para transmitir as suas preocupações e procurar soluções. “Nós conversámos um pouco com o conselho de administração da unidade local de saúde, expondo aqui as nossas preocupações e devo dizer que foram absolutamente sensíveis e ouviram-nos e serão certamente parte da solução que será necessário encontrar”.

Mas, para o presidente da Câmara, a situação do Centro de Saúde deve também ser analisada tendo em conta uma outra realidade: o crescimento da população de Vendas Novas.

Ricardo Videira refere que o concelho tem registado um aumento significativo do número de habitantes nos últimos anos e adianta que o recenseamento realizado em junho aponta para uma população de 12.860 habitantes. “A população em Vendas Novas tem crescido de forma muito significativa ao longo dos últimos anos”.

Este crescimento, que o autarca relaciona também com um movimento migratório acentuado na região, tem impacto direto na capacidade de resposta dos serviços de saúde.

De acordo com Ricardo Videira, o aumento da população tem reflexos no número de utentes por médico e, consequentemente, na pressão exercida sobre o Centro de Saúde. “Isso reflete-se no rácio de número de pessoas por médico e reflete-se também nos próprios atendimentos”.

O presidente da Câmara chama ainda a atenção para a diversidade da população que tem chegado ao concelho, considerando que esta realidade coloca desafios adicionais aos profissionais de saúde. “As pessoas muitas vezes não falam a nossa língua, têm hábitos culturais diferentes, coloca uma pressão adicional no Centro de Saúde”.

Para além da questão dos médicos, o Município identifica também necessidades ao nível dos enfermeiros, considerando que existem desafios nos dois setores.

A autarquia pretende continuar a acompanhar a situação e a trabalhar em articulação com a unidade local de saúde, numa altura em que a conjugação entre o crescimento populacional, as reformas previstas e as baixas médicas aumenta a pressão sobre os serviços de saúde de Vendas Novas.

Município de Arronches adere à rede de Refúgios Climáticos

O Turismo de Portugal, no âmbito da Agenda para a Ação Climática no Turismo 2030, encontra-se a desenvolver a Rede de Refúgios Climáticos ‘Stay Cool’, um projeto que visa a disponibilização de um conjunto de espaços preparados para responder a episódios de calor extremo, com o objetivo de proteger a população, em particular, as pessoas mais vulneráveis.

O Município de Arronches aderiu desde logo à iniciativa, tendo já preparadas as infraestruturas que oferecem conforto e proteção, sobretudo, durante os períodos de tempo quente que se fazem sentir no verão, beneficiando os utilizadores de uma zona de descanso com um ambiente termicamente controlado e com água potável, entre outras comodidades que contribuirão para controlar a temperatura corporal e minimizar os efeitos do calor na saúde.

No concelho de Arronches, os espaços disponibilizados para o efeito estão distribuídos pelas três freguesias e já se encontram devidamente identificados com o selo identificativo ‘Stay Cool’, sendo os mesmos a Sala de Centro de Convívio da Terceira Idade da Junta de Freguesia de Assunção, o Centro de Convívio para a Terceira Idade da Junta de Freguesia de Esperança e o Pavilhão Multiusos de Mosteiros.

Plataforma “Comércio com História” apresentada aos Municípios do Alto Alentejo

A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) organizou uma sessão de apresentação da plataforma “Comércio com História”, que decorreu na passada quinta-feira, 3 de setembro, com a presença de autarcas e técnicos dos Municípios do Alto Alentejo.

O Inventário Nacional “Comércio com História” é uma plataforma que identifica, reconhece e protege os estabelecimentos comerciais tradicionais de interesse histórico, cultural ou social local.

Nesta sessão, os representantes da Direção-Geral da Economia apresentaram esta medida nacional de promoção e preservação do comércio tradicional português, os benefícios de integração quer para os proprietários dos estabelecimentos, quer para os municípios, e ainda o processo de reconhecimento dos estabelecimentos que reúnam as caraterísticas “Comércio com História”.

I Jornadas Educativas do Nordeste Alentejano no dia 9 em Santo António das Areias

O CEFOPNA – Centro de Formação de Professores do Nordeste Alentejano e os seus Agrupamentos de Escolas e Escolas associados, promovem, no próximo dia 9 de setembro, as I Jornadas Educativas do Nordeste Alentejano, que terão lugar no Auditório do Grupo Desportivo Arenense, em Santo António das Areias, concelho de Marvão.

Subordinadas ao tema “Redes e Caminhos da Educação no Nordeste Alentejano”, as Jornadas pretendem afirmar-se como um espaço de encontro da comunidade educativa da região, promovendo a reflexão e o debate sobre os desafios atuais da educação, a partilha de experiências e a valorização do trabalho desenvolvido pelas escolas do território.

O programa contará com a participação dos professores doutores Ariana Cosme e Marçal Grilo, duas personalidades de reconhecido mérito no panorama educativo nacional, que irão proporcionar diferentes perspetivas e contributos para a reflexão em torno da escola e da educação.

Um dos momentos centrais das Jornadas será dedicado à apresentação de boas práticas pelos Agrupamentos de Escolas e Escolas associados do CEFOPNA, dando visibilidade a projetos, experiências e iniciativas que têm vindo a ser desenvolvidos nos diferentes contextos educativos do Nordeste Alentejano.

Mais do que um encontro de formação, as Jornadas Educativas do Nordeste Alentejano pretendem contribuir para o reforço das redes de colaboração entre escolas, profissionais e instituições do território, criando oportunidades para a partilha de conhecimento e para a construção conjunta de respostas aos desafios da educação.

O programa integra ainda momentos de convívio entre os participantes e, no final do dia, uma visita guiada à vila de Marvão, proporcionada pela Câmara Municipal de Marvão.

As Jornadas encontram-se acreditadas como Ação de Curta Duração (ACD), com a duração de seia horas, e destinam-se à comunidade educativa.

Exposição “Madrepérola” inaugurada em Portalegre

A exposição “Madrepérola”, da artista Adelaide Feitinha, será inaugurada no dia 8 de setembro, às 18h00, no espaço de exposições dos Serviços Centrais da Universidade Politécnica de Portalegre.

A mostra resulta de uma organização conjunta entre a Universidade Politécnica de Portalegre e o Atelier de Artes Plásticas de Portalegre e fica patente até dia 16 de outubro.

Forte da Graça recebe duas visitas especiais guiadas

O Forte da Graça recebe, nos dias 8 e 20 de setembro, duas visitas guiadas especiais, com início marcado para as 10h00, proporcionando aos participantes a oportunidade de conhecer espaços habitualmente menos acessíveis deste monumento elvense.

O percurso contempla a passagem pela cisterna, contraminas, entre outros locais permitindo descobrir alguns dos elementos mais singulares da arquitetura e do sistema defensivo desta fortificação, classificada como Património Mundial pela UNESCO.

A visita do dia 8 de setembro será realizada em espanhol, dirigindo-se especialmente ao público de língua espanhola, enquanto a iniciativa agendada para 20 de setembro decorrerá em português.

A participação, gratuita, está sujeita a inscrição prévia, que poderá ser efetuada diretamente no Forte da Graça, através do endereço eletrónico forte.graca@cm-elvas.pt ou pelo telefone 268 639 741.

Cágados de Portugal: como os podemos proteger? No “Ambiente em FM” a Quercus explica

O programa Ambiente em FM desta semana dá a conhecer o primeiro Guia de Campo dos Cágados de Portugal, uma nova ferramenta destinada a ajudar a população a identificar estes répteis de água doce. Descubra a importância de proteger as espécies nativas e saiba quais são as principais ameaças que estes animais enfrentam no nosso território.

Portugal acolhe onze espécies de tartarugas de água doce, mas apenas duas são autóctones: o cágado-de-carapaça-estriada e o cágado-mediterrânico. A introdução de espécies exóticas por ação humana representa um dos maiores perigos para estes animais, uma vez que o surgimento de populações invasoras gera uma competição direta por alimento e abrigo, empurrando os cágados nativos para o declínio. Somam-se a este cenário adverso outros riscos graves como a poluição, o atropelamento e a destruição contínua das zonas húmidas. O agravamento das alterações climáticas, acompanhado por períodos prolongados de seca e temperaturas elevadas, ameaça reduzir ainda mais os ecossistemas aquáticos fundamentais para a sobrevivência e reprodução destas espécies

Tudo para saber sobre o assunto com José Janela, da Quercus. O programa desta semana para ouvir, na íntegra, no podcast abaixo:

“Parque Para Todos” não chega a votação: Margarida Paiva acusa executivo de bloquear proposta

A vereadora do PSD na Câmara Municipal de Elvas, Margarida Paiva, revela, em comunicado, que o executivo municipal optou por não incluir na ordem do dia da reunião de Câmara do passado dia 1 de setembro a proposta “Parque Para Todos”, que tinha apresentado para discussão.

Segundo a autarca social-democrata, a proposta aborda um conjunto de situações relacionadas com as condições de utilização e segurança do parque de estacionamento subterrâneo da Praça da República, nomeadamente a existência de lugares de estacionamento destinados a grávidas, o funcionamento de um elevador que, segundo afirma, se encontra avariado há vários meses, e a revisão do plano de segurança contra incêndio, que estará, de acordo com a vereadora, sem atualização há quase três anos.

Margarida Paiva considera que a decisão de não levar a proposta à reunião de Câmara impede a sua discussão e eventual votação pelos restantes membros do executivo.

“Tenho notado que se tem tornado cada vez mais difícil ao executivo encontrar argumentos técnicos para rejeitar propostas que, no fundo, são boas para o concelho”, afirma a vereadora.

A eleita do PSD considera que, quando não existem argumentos para rejeitar uma proposta, a alternativa parece passar por impedir que esta chegue sequer a votação. Na sua leitura, essa situação evitaria que ficasse registado em ata o resultado de uma eventual votação e o mérito da proposta apresentada.

Margarida Paiva garante, contudo, que a proposta “Parque Para Todos” será novamente apresentada. “Continuamos a achar que uma câmara municipal devia querer discutir isto o mais depressa possível, não adiar”, remata.

O comunicado para ler na íntegra:

“Parque Para Todos, ainda não foi para a Ordem do Dia

Apresentei a proposta “Parque Para Todos” para a reunião de Câmara de 1 de setembro. Grávidas sem lugar de estacionamento, um elevador que avaria há meses, um plano de segurança contra incêndio sem revisão há quase 3 anos.

O Presidente da Câmara optou por não a incluir na Ordem do Dia desta reunião.

Tenho notado que se tem tornado cada vez mais difícil ao executivo encontrar argumentos técnicos para rejeitar propostas que, no fundo, são boas para o concelho. E quando não há argumento para rejeitar, a alternativa parece ser não deixar sequer chegar a votação, o que evita ter de reconhecer, em ata, que a proposta fazia sentido e que o trabalho está bem feito.

Iremos reapresentá-la. Continuamos a achar que uma câmara municipal devia querer discutir isto o mais depressa possível, não adiar.”

Vila Viçosa volta a vestir-se de festa: Capuchos trazem seis dias de tradição e música

Prometendo seis dias de animação, tradição e reencontros, as emblemáticas Festas dos Capuchos estão de regresso a Vila Viçosa, entre quinta e terça-feira, de 10 a 15 de setembro.

O programa arranca na quinta-feira, com as tradicionais caminhada e abertura do barril, e prolonga-se ao longo de seis dias, com uma programação que cruza música, cerimónias religiosas, atividades tauromáquicas e fogo de artifício.

Em declarações à Rádio ELVAS, o vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa, Tiago Salgueiro, destaca a importância das festas para a identidade local e para o reencontro da comunidade calipolense, considerando o evento uma referência não só no concelho, mas em toda a região.

“As Festas dos Capuchos são uma referência já a nível do Alentejo e, portanto, são sempre um momento em que os calipolenses regressam a casa. Para além desse momento de partilha, temos vindo a desenvolver um conjunto de iniciativas do ponto de vista cultural e de animação que considero relevantes e que acabam por deixar a sua marca no calendário anual de atividades”, afirma o autarca.

A tradição continua, assim, a ocupar um lugar central na programação, com destaque para as emblemáticas largadas de touros na Praça da República e os espetáculos musicais.

“Vamos manter aquilo que é a tradição das nossas festas, com as largadas de touros, com o vasto programa cultural que também acaba por envolver a nossa comunidade e as associações da terra e do concelho. O que se pretende é gerar esse convívio e celebrar também aquilo que é a nossa tradição”, sublinha Tiago Salgueiro.

Com origens que remontam ao século XIX, as Festas dos Capuchos são uma das mais antigas e emblemáticas celebrações do concelho. Para o vice-presidente da autarquia, preservar este património imaterial é essencial para reforçar a identidade calipolense e manter viva uma tradição que atravessa gerações.

“As festas são seculares, tiveram o seu início em meados do século XIX e são também uma referência. Aquilo que queremos é realmente manter essa tradição, que remete para a nossa identidade local. Não basta termos apenas os monumentos; somos também conhecidos pela hospitalidade dos calipolenses. A altura dos Capuchos é a altura de receber as pessoas que aqui se deslocam”, refere.

Na vertente musical, o palco das Festas dos Capuchos recebe, este ano, Zé Pedro Sousa, na quinta-feira, na noite da abertura do barril; Chaíto y Palosanto, na sexta-feira; Badoxa, no sábado; Vitor Kley, no domingo; e Emanuel, na segunda-feira.

As festividades terminam na terça-feira, com uma garraiada durante a tarde, na Praça da República, encerrando mais uma edição de uma das celebrações mais marcantes do calendário festivo de Vila Viçosa.

A programação completa das Festas dos Capuchos pode ser consultada aqui.

Município de Campo Maior volta a atribuir cem bolsas de estudo a estudantes do ensino superior

As candidaturas às Bolsas de Estudo do Município de Campo Maior para o ano letivo 2026/2027 abrem no próximo dia 15 de setembro, com o Município a reforçar o apoio aos jovens do concelho que frequentam o ensino superior.

A Câmara Municipal de Campo Maior aprovou a atribuição de cem bolsas de estudo, sendo que cada bolsa terá um valor de 750 euros, o que corresponde a 75 euros por mês, ao longo de dez meses.

O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, destaca a importância desta medida para os jovens e para as famílias do concelho. “Vamos abrir à mesma cem bolsas de estudo, à semelhança dos últimos dois anos letivos, num valor que ascenderá mais ou menos a 750 euros por bolsa”, afirma o autarca, acrescentando que o Município decidiu, uma vez mais, contemplar “todas as vertentes universitárias, desde CTeSP a licenciaturas e mestrados”.

Luís Rosinha deixa ainda um apelo aos estudantes para que apresentem as suas candidaturas. “Concorram, que o município terá todo o gosto de ajudar os jovens campomaiorenses, numa medida que cobre praticamente aquilo que são os valores das propinas universitárias”, sublinha.

O presidente da Câmara admite, por outro lado, que o Município gostaria de ir além das cem bolsas previstas, caso o número de candidaturas o justifique. “Gostávamos muito de até ultrapassar o valor das cem bolsas atribuídas”, refere, garantindo que a autarquia aguarda “as candidaturas de todos”.

Para Luís Rosinha, este apoio representa uma forma concreta de acompanhar os jovens do concelho na passagem para o ensino superior, para além de um importante auxílio às famílias. “É com muito orgulho que o Município de Campo Maior apoia os seus jovens da transição para o ensino superior numa medida que é muito ativa, que é muito boa para as famílias, porque é um apoio muito digno”, conclui.

Das cem bolsas disponíveis, 50 serão destinadas a estudantes de Licenciatura e Mestrado, enquanto as restantes 50 serão atribuídas a alunos que frequentem Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) e Cursos de Especialização Tecnológica (CET).

As candidaturas podem ser apresentadas no Balcão de Inclusão do Município de Campo Maior, entre 15 de setembro e 2 de novembro.

O verão termina, as memórias ficam: o balanço de mais de dois meses de ATL da Arkus

Com as férias de verão a chegarem ao fim, o ATL da Arkus prepara-se para encerrar mais uma edição marcada pela animação, pela descoberta e pela forte adesão das famílias de Elvas.

A iniciativa, que arrancou em julho, termina na próxima sexta-feira, dia 11 de setembro, e contou este ano com mais de meia centena de crianças, um número superior ao registado em edições anteriores. Devido à elevada procura, a Arkus viu-se mesmo obrigada a limitar o número de inscrições.

Melanie Carona, uma das responsáveis pelo ATL, destaca a forte adesão à iniciativa e a satisfação manifestada pelas famílias. “Eu acho que é um balanço muito positivo, como é todos os anos. Este ano tivemos muita procura, foi muito complicado. Nós queríamos aceitar mais crianças, mas não conseguíamos”, afirma.

Para além da resposta dada às famílias, a responsável salienta o ambiente vivido ao longo do verão entre crianças e monitoras. “Tem sido muito divertido, tanto para eles como para nós. Lá está, nós acabamos por ser também um bocadinho crianças e acho que é isso que marca a diferença e eles sentem-se bem”, refere, acrescentando que o feedback recebido por parte dos pais tem sido “muito positivo”.

O crescimento do número de participantes levou também ao reforço da equipa. “Tivemos entre 50 a 60 crianças, ou seja, foi um ano que subiu muito o número de participantes, daí também termos mais colaboradoras connosco”, explica Melanie Carona.

Uma das particularidades deste período de férias prende-se ainda com a necessidade de dar resposta às famílias durante o mês de agosto, altura em que muitos infantários encerram. Segundo a responsável, isso levou à participação de crianças mais pequenas, sobretudo durante a primeira quinzena.

Ao longo do verão, o ATL procurou proporcionar um programa diversificado, conciliando momentos de lazer com atividades de caráter educativo e cultural. Entre as propostas estiveram idas à piscina, visitas aos monumentos de Elvas, deslocações à biblioteca, jogos aquáticos, jogos dramáticos e as mais diversas atividades realizadas nas instalações da Arkus.

As tardes de sexta-feira ficaram sempre reservadas para as sessões de cinema, enquanto outras iniciativas procuraram introduzir as crianças a experiências diferentes. Foi o caso de uma “manhã tecnológica” e de uma tarde dedicada às consolas dos anos 90.

“Ir à piscina é sempre o momento preferido deles”, reconhece Melanie Carona, mas a responsável sublinha a importância de oferecer “um leque grande de ofertas” para manter as crianças envolvidas e proporcionar-lhes novas experiências.

A Arkus prepara agora os últimos momentos desta edição do ATL. Para o encerramento, está prevista a tradicional noite do pijama, que este ano terá será “um bocadinho diferente”. “Vamos fazer um acampamento, portanto está tudo ansioso, tanto monitoras como crianças”, revela Melanie Carona.

Com a aproximação do final da iniciativa, a responsável faz um balanço marcado pela satisfação e pelo orgulho no trabalho desenvolvido. O objetivo, garante, passa por proporcionar às crianças momentos de diversão, mas também oportunidades de aprendizagem e descoberta durante as férias escolares.

“Temos tentado dar o nosso melhor. Portanto, momentos divertidos, mas também de alguma forma de aprendizagem”, conclui.