Rastreio do Cancro da Mama: Unidade Móvel da LPCC já está a percorrer o concelho de Elvas

O Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), em parceria com o Serviço Nacional de Saúde, promove até 16 de outubro uma nova ação de rastreio gratuito do cancro da mama no concelho de Elvas.

A Unidade Móvel de Rastreio do Cancro da Mama encontra-se, até sexta-feira, dia 7 de agosto, junto ao Pavilhão Multiusos de Santa Eulália; passa depois, entre os dias 10 e 12, pelo Pátio Alentejano, na Terrugem; de 13 a 18 de agosto pela Junta de Freguesia de Vila Boim; e estará disponível junto ao Centro de Saúde de Elvas de 19 de agosto a 16 de outubro.

De acordo com a LPCC, o cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres e corresponde à primeira causa de morte por cancro na mulher. Em Portugal, anualmente são detetados cerca de 9000 novos casos deste tipo de cancro e mais de 2000 mulheres morrem com esta doença.

A coordenadora da LPCC em Portalegre, Cristina Bruno, destaca a importância da deteção precoce da doença, sublinhando que o número de casos tem vindo a aumentar nos últimos anos. “O cancro da mama é um cancro que tem aumentado muito: o número de casos tem sido maior e têm sido detetados em mulheres mais jovens. A boa notícia é que, devido ao rastreio e à deteção precoce deste tipo de cancro – não podemos falar em cura, porque com cancro nunca se fala em cura –, temos, cada vez mais, uma resposta e um resultado francamente positivo, porque se atua em tempo útil”, afirma.

A responsável recorda que o programa de rastreio é uma iniciativa nacional que percorre o país através das conhecidas unidades móveis da LPCC. “O rastreio, que é uma ação nacional e que está em todo o lado, também está no distrito de Portalegre, através daquilo que normalmente as pessoas chamam os carrões, mas que são as unidades móveis. Apesar do seu aspeto de autocaravana ou de caravana, lá dentro têm material e aparelhagem topo de gama”, refere.

Cristina Bruno explica ainda que os exames realizados são sujeitos a uma dupla avaliação médica independente, garantindo maior rigor no diagnóstico. “Os exames que as senhoras fazem, agora numa faixa etária mais alargada – que começa aos 45 anos –, são vistos por dois médicos separadamente. Se o relatório não for coincidente, a senhora é chamada a fazer mais exames, o que não significa necessariamente que exista um problema. Muitas vezes trata-se apenas de uma dúvida ou de uma imagem que necessita de ser esclarecida”, esclarece.

O Programa de Rastreio do Cancro da Mama da LPCC é realizado em colaboração com as Administrações Regionais de Saúde e segue as Diretrizes Europeias para o Rastreio do Cancro da Mama. Trata-se de um rastreio organizado e monitorizado, realizado de dois em dois anos, considerado mais eficaz do que o rastreio ocasional, por permitir melhores resultados na deteção precoce e no combate à doença.

O rastreio destina-se a mulheres entre os 45 e os 74 anos, sem sintomas ou alterações mamárias, sem próteses mamárias, que não tenham realizado mastectomia e que nunca tenham tido cancro da mama.

As utentes elegíveis recebem habitualmente um convite por carta, mas podem também efetuar o agendamento através dos contactos da Liga Portuguesa Contra o Cancro ou dirigir-se diretamente à Unidade Móvel durante o período da campanha.

IPO de Lisboa na vanguarda da cirurgia robótica

O IPO Lisboa iniciou este ano o seu programa de cirurgia robótica, contando agora com dois robôs capazes de intervir em todas as áreas cirúrgicas do Instituto e dar resposta a doentes complexos.

O segundo equipamento, também financiado pelo PRR, chegou no final de junho e encontra-se atualmente em fase de integração, prevendo-se o início da sua atividade cirúrgica em setembro. Esta semana, o Conselho de Administração deslocou-se às duas salas operatórias para reunir com a equipa, acompanhar os progressos e conhecer as perspetivas futuras deste projeto.

O IPO Lisboa já era uma referência em cirurgia laparoscópica de elevado desempenho. Com a introdução destes equipamentos passa a ser possível proporcionar maior precisão e capacidade de manobra aos cirurgiões. No futuro, espera-se ainda contribuir para uma maior capacidade para cirurgias diferenciadas, aliando a experiência das nossas equipas aos novos recursos tecnológicos.

Este programa representa um importante salto tecnológico, que exige formação contínua e adaptação das equipas, de forma a assegurar elevados padrões de qualidade, segurança e eficiência.

Jardim de Vila Fernando recebeu espetáculo de fado A Taberna

O Jardim de Vila Fernando recebeu ontem, sábado 1 de agosto, o espetáculo de fado A Taberna, que prossegue a sua digressão pelas freguesias rurais de Elvas.

Neste serão dedicado à canção nacional ouviram-se as vozes de Berta Miranda, Nelson Cardoso, Ramiro Santos, Rosamaria Abrunheiro e Toi Faria.

Desta vez no acompanhamento à guitarra portuguesa esteve Jorge Silva e Joaquim Ferreira na viola.

A apresentação coube uma vez mais a António Pinto e os momentos de humor foram protagonizados por Manuel Pacheco.

Neste domingo, 2 de agosto, será a vez de A Taberna passar por Varche, com início às 21h30 no recinto da Escola daquela localidade da freguesia de São Brás e São Lourenço.

Casa cheia na segunda noite de folclore em Elvas

Centenas de pessoas assistiram este sábado 1 de agosto, na Praça da República, à segunda noite do 36º Festival Internacional de Folclore de Elvas.

Como habitualmente a primeira parte foi dedicada à representação nacional, desta vez a cargo do Rancho Folclórico Flores de Serpins, do concelho da Lousã e distrito de Coimbra.

Depois da Indonésia na véspera, o México foi o país contemplado neste serão de folclore, com a presença em Elvas do Ballet Folklórico do Instituto Tecnológico de Celaya e Conjunto Sonlince.

O primeiro de dois fins-de-semana do certame encerra este domingo, 2 de agosto, a partir das 21h30, com a primeira parte entregue ao anfitrião Rancho Folclórico de Elvas e a segunda ao Grupo Nacional “Etnos”, da Macedónia do Norte.

O Festival Internacional de Folclore é uma organização do Município em colaboração com o Rancho Folclórico de Elvas e a Federación Extremeña de Folklore.

Oficinas de Verão no MACE juntaram crianças em torno da arte, criatividade e aprendizagem

As Oficinas de Verão, promovidas ao longo do mês de julho no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), proporcionaram às crianças momentos de aprendizagem, criatividade e convívio, através de um conjunto diversificado de atividades inspiradas na arte e na expressão artística.

Durante as as oficinas de verão, os participantes tiveram a oportunidade de explorar diferentes técnicas, desenvolver a imaginação e conhecer melhor o universo da arte contemporânea, num ambiente lúdico e educativo

Espaço Cidadão inaugurado em Vila Boim

No fim-de-semana em que Vila Boim vive a edição 2026 das suas tradicionais Festas de Verão, o Espaço Cidadão da localidade foi inaugurado ao final da manhã deste sábado, 1 de agosto.

Localizado no número 38 da Rua de Borba, o novo equipamento funciona de segunda a sexta-feira entre as 9h00 e às 15h00, disponibilizando um conjunto de serviços da Administração Pública à população local e do concelho.

Renovações do Cartão de Cidadão e da Carta de Condução, e o apoio em assuntos relacionados com a Autoridade Tributária, Segurança Social e ADSE contam-se entre os serviços disponíveis a partir de agora.

A inauguração do Espaço Cidadão contou ainda com a benção das instalações pelo diácono Rui Romão, descerramento de uma placa evocativa da data e um almoço no Pavilhão Multiusos da localidade.

Parque de Merendas da Expectação reforça papel como espaço de lazer e solidariedade em Campo Maior

O Parque de Merendas do Polidesportivo da Expectação, em Campo Maior, continua a registar uma forte adesão da população, sobretudo durante os períodos de bom tempo. A garantia é dada  pelo presidente da Junta de Freguesia da Expectação, Hugo Milton, que sublinha o crescimento deste espaço de lazer e o seu impacto na comunidade.

Segundo o autarca, a elevada procura pelo Parque de Merendas levou mesmo a Junta de Freguesia a manter livre uma área situada em frente aos campos de padel, permitindo uma melhor utilização do espaço pelos visitantes.

Hugo Milton explica ainda que que a utilização do Parque de Merendas não tem qualquer custo para os utentes. Em contrapartida, é apenas solicitado que cada grupo contribua com 12 produtos alimentares não perecíveis, como latas de salsichas ou de atum. Estes bens são posteriormente entregues à Loja Social, que os distribui pelas famílias mais carenciadas de Campo Maior.

O presidente apela também ao sentido de responsabilidade de todos os utilizadores, lamentando que, por vezes, o espaço não seja deixado nas mesmas condições em que é encontrado. “Aquilo está a ser usado por mim hoje e amanhã pode estar a ser usado por outro pessoa”, recorda, defendendo que o cuidado pelos espaços públicos deve ser uma preocupação coletiva.

Relativamente ao Polidesportivo da Expectação, Hugo Milton faz ainda um balanço positivo das atividades recentemente realizadas. Entre elas destaca um evento promovido pela Casa do Benfica de Campo Maior, deixando uma palavra de reconhecimento ao seu presidente, Miguel Minas, pelo trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos.

O autarca refere igualmente o apoio prestado pela Junta à realização de uma iniciativa de ginástica, considerando que estas atividades contribuem para a dinamização do espaço e da freguesia.

Por fim, Hugo Milton enaltece o trabalho desenvolvido pelos funcionários e colaboradores da junta, afetos ao Polidesportivo da Expectação, salientando que os utilizadores deixam regularmente avaliações muito positivas sobre a manutenção das instalações. “Têm feito um trabalho excelente”, afirma, deixando uma mensagem de agradecimento e reconhecimento pelo empenho de toda a equipa.

AHRESP critica sistema Volta e exige mudanças na recolha de embalagens

O presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), Carlos Moura, considera que o sistema de depósito e reembolso de embalagens de bebidas (SDR), conhecido como Volta, continua a apresentar “graves problemas” na sua implementação, sobretudo para o canal HORECA, defendendo alterações urgentes ao modelo de recolha e alertando para impactos na atividade das empresas e na higiene urbana.

Segundo Carlos Moura, a associação manifestou desde o início a sua oposição à antecipação, em quatro meses, da entrada em vigor do regime nacional, face ao calendário da regulamentação europeia, que passa a aplicar-se a todos os Estados-membros a partir de 12 de agosto. O dirigente explica que, logo que tomou conhecimento do funcionamento do sistema, a AHRESP iniciou contactos com o Governo e com a SDR, entidade gestora do sistema, para alertar para os constrangimentos que previa.

“Dissemos aos Ministérios da Economia e do Ambiente que tínhamos obrigatoriamente de nos sentar à mesa”, afirma, sublinhando que a associação optou por um trabalho de negociação institucional em vez de uma contestação pública.

Carlos Moura recorda que cerca de 50% das embalagens de plástico e alumínio em circulação encontram-se no canal HORECA, considerando, por isso, essencial que qualquer sistema de sustentabilidade ambiental tenha em conta a realidade da restauração e do alojamento turístico.

Na sequência de várias reuniões que envolveram a SDR, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a Direção-Geral das Atividades Económicas (DGAE), a ASAE e representantes dos ministérios da Economia e do Ambiente, a AHRESP conseguiu que algumas das suas propostas fossem acolhidas.

Entre as alterações alcançadas, o presidente da associação destaca a eliminação da obrigação inicial de os estabelecimentos de restauração aceitarem todas as embalagens devolvidas, independentemente de o consumidor ser cliente do estabelecimento. “Conseguimos que os estabelecimentos de restauração não fossem altamente penalizados”, garante.

Apesar disso, Carlos Moura considera que o principal problema permanece por resolver: o sistema de recolha das embalagens.

Segundo explica, os operadores económicos continuam obrigados a receber centenas de embalagens — atualmente cerca de 600 referências —, incluindo em centros comerciais onde não existem máquinas de recolha. Na sua opinião, muitos estabelecimentos não dispõem de espaço nem de condições de segurança para armazenar esse volume de embalagens.

O presidente da AHRESP critica ainda o facto de os empresários terem de transportar as embalagens para máquinas instaladas, na maioria dos casos, em supermercados, onde o processo de devolução é moroso e implica ainda esperar para receber o valor correspondente ao depósito.

Outra preocupação prende-se com a recolha das embalagens acumuladas. Carlos Moura refere que a recolha gratuita apenas é efetuada quando é atingido um número mínimo de embalagens, situação que, defende, obriga muitos estabelecimentos a armazenar grandes quantidades de resíduos.

Na sua perspetiva, esta situação está também a contribuir para problemas de higiene urbana. O dirigente aponta o caso de turistas que optam por deitar as embalagens no lixo em vez de as devolverem, criando espaço para uma recolha informal por terceiros. “Isto já tem uma economia paralela”, afirma, acrescentando que esta realidade foi igualmente assinalada pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, ao alertar para impactos na limpeza da cidade.

O objetivo da AHRESP é encontrar soluções que conciliem os objetivos ambientais com a realidade operacional das empresas da restauração e do alojamento.

10ª Caminhada Noturna do Ginásio Sénior de Elvas com mais de uma centena de participantes

Contou com mais de uma centena de participantes a 10ª Caminhada Noturna que o Ginásio Sénior de Elvas realizou na passada sexta-feira, 31 de julho.

A iniciativa que assinalou o final das atividades 2025/26 daquele equipamento municipal teve início na Praça da República, foi coordenada pelo professor Rui Pires e estendeu-se por um percurso urbano com cerca de cinco quilómetros.

Esta 10ª edição da Caminhada Noturna do Ginásio Sénior de Elvas teve a colaboração da PSP e Cruz Vermelha de Elvas.

“Uma rua feita por jovens, para jovens”: grupo de 11 amigos assume Bocada da Praça nas Festas do Povo

As Festas do Povo de Campo Maior continuam a ganhar forma e, na Bocada da Praça, um grupo de jovens decidiu assumir o desafio de apadrinhar e decorar a rua. Sem o apoio direto de adultos, os voluntários querem mostrar que a tradição continua viva entre as novas gerações e prometem criar uma rua “feita por jovens, para jovens”.

Uma rua feita por jovens, para jovens

A ideia surgiu de forma espontânea entre um grupo de amigos que decidiu abraçar, pela primeira vez, a responsabilidade de fazer florescer uma rua. Embora Beatriz Salgueiro e outra jovem assumam oficialmente o papel de cabeças de rua, garantem que todas as decisões são tomadas em conjunto. “No papel são elas as duas, mas a decisão final é do grupo”, explica Ana Marques, uma das voluntárias.

A equipa é composta por 11 elementos, com idades compreendidas entre os 21 e os 23 anos, contando apenas com a ajuda pontual dos familiares. “Ativamente somos nós. Por isso é que é a rua mais bonita, porque é a rua dos jovens.”, afirmam Beatriz Salgueiro e Ana Marques.

Meses de trabalho e uma mudança de planos

Os preparativos arrancaram logo em janeiro. No entanto, a equipa viu-se obrigada a alterar o plano inicial depois de perceber que outra rua iria desenvolver um tema muito semelhante.

“Inicialmente tínhamos um tema, só que depois soubemos que havia um tema muito parecido ao que nós queríamos, então tivemos que mudar tudo”, recordam, explicando que a mudança obrigou também à troca de grande parte do material já requisitado.

Ainda assim consideram que “isso também torna (o desafio) divertido”.

Entre Campo Maior e Lisboa

Durante vários meses, a preparação foi dividida entre Campo Maior e Lisboa, onde muitos dos jovens estudam. As flores eram produzidas, de segunda a sexta-feira, na capital e transportadas, ao fim de semana, para a vila raiana.

Agora, com o fim das aulas, os trabalhos decorrem diariamente num espaço cedido pela Câmara Municipal e pela Associação das Festas do Povo.

“Agora conseguimos estar todos os dias aqui, desde as três da tarde”, contam, explicando que optaram por realizar o que chamam os “tardeos”, aproveitando o período da tarde para também facilitar a participação de quem trabalha no dia seguinte.

A primeira Festa do Povo como cabeças de rua

Para o grupo, esta edição das Festas do Povo tem um significado muito especial. Na última realização do evento, muitos tinham apenas 10 ou 11 anos e sentem que ainda não compreendiam verdadeiramente a dimensão da tradição.

“Esta edição vai ser muito especial para nós porque é a primeira da nossa adolescência e é a primeira vez que nós vamos apadrinhar uma rua”, referem.

A equipa acredita ainda que a Bocada da Praça se distinguirá precisamente por ser “uma rua de jovens para jovens”, esperando que o trabalho desenvolvido consiga “tocar todas as pessoas, pelo menos de Campo Maior e arredores”.

Contagem decrescente para a enramação

A poucos dias da enramação, marcada para 7 de agosto, o entusiasmo mistura-se com algum nervosismo.

“Vai ser o mais desafiante, porque é a nossa primeira vez e ainda não temos bem noção da logística”, admitem, revelando que estão a ultimar os preparativos para que a estrutura da rua esteja pronta antes da colocação das flores.

O convite para ajudar a fazer a festa

O convite fica agora lançado a toda a população e visitantes. Além de passarem pela Bocada da Praça durante as Festas do Povo, os jovens deixam também um apelo a quem queira dar uma ajuda no dia da enramação.

“Venham, que vão-se divertir muito. Vai ser uma rua feita de jovens para jovens… e para quem já foi jovem”, desafiam, garantindo ainda que serão “bons anfitriões”.

XP Covers animam a terceira noite das Festas de Vila Boim

A banda XP Covers é a principal atração da terceira noite das Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios e São João Batista, atuando no Palco Principal à 01h00.

A programação deste domingo, 3 de agosto, começa com a Missa Solene, às 9h00, na Igreja de São Francisco, seguindo-se, às 10h00, a Procissão em honra de Nossa Senhora dos Remédios e São João Batista, acompanhada pela Charanga das Fresquinhas.

Ao final da tarde, pelas 18h00, realiza-se mais uma garraiada na Praça de Touros, também acompanhada pela Charanga das Fresquinhas.

A animação prossegue às 20h30 com a atuação de Sofia Caeiro, no Palco Coreto, e, às 22h30, com o baile protagonizado por Zé Pedro Sousa e bailarinas.

Depois do concerto dos XP Covers, a noite termina ao som do DJ S-Silva, a partir das 02h30.