Um conto tradicional com cerca de um século de história, “Aventuras do Pinto Bola d’Ouro”, intimamente ligado à identidade e às gentes de Redondo, vai ser divulgado junto dos alunos das escolas do 1.º ciclo do concelho. A iniciativa municipal e educativa pretende resgatar e preservar a memória coletiva da comunidade, aproximando as crianças do valioso património imaterial, literário e histórico da sua terra natal de uma forma lúdica e pedagógica.
Através da partilha e apresentação desta obra centenária nas salas de aula, o projeto procura incentivar os hábitos de leitura entre os mais novos, ao mesmo tempo que promove o orgulho pelas raízes locais. Com esta ação de salvaguarda cultural, garante-se que a sabedoria popular, as tradições e a herança oral deixada pelos antepassados de Redondo continuam vivas e a passar de geração em geração.
Há uma transformação a acontecer nas estradas portuguesas que muitos empresários ainda tratam como assunto do futuro, quando na verdade já é presente. A pressão para tornar as frotas mais eficientes e menos poluentes deixou de ser uma questão de imagem e passou a mexer diretamente com os custos e com a própria viabilidade de certos negócios. Quem gere veículos para trabalhar tem, hoje, decisões pela frente que vão definir a sua competitividade nos próximos anos.
Há uma transformação a acontecer nas estradas portuguesas que muitos empresários ainda tratam como assunto do futuro, quando na verdade já é presente. A pressão para tornar as frotas mais eficientes e menos poluentes deixou de ser uma questão de imagem e passou a mexer diretamente com os custos e com a própria viabilidade de certos negócios. Quem gere veículos para trabalhar tem, hoje, decisões pela frente que vão definir a sua competitividade nos próximos anos.
O que torna este momento particularmente delicado é que ninguém pode simplesmente ignorar a mudança nem abraçá-la de uma vez só. Trocar uma frota inteira de um dia para o outro é inviável para a esmagadora maioria das empresas. O caminho realista é híbrido, no sentido literal e figurado, e exige um planeamento que equilibre o que já existe com aquilo que aí vem.
Os incentivos mudaram o cálculo
Durante muito tempo, a conta era simples: o combustível fóssil era mais barato à cabeça e pronto. Essa lógica está a inverter-se. Com o ISP a subir no início de 2026 e novos apoios fiscais a veículos elétricos e híbridos a serem alargados às empresas, o cálculo de longo prazo começou a favorecer soluções que há uns anos pareciam caras demais.
Isto não significa que todos devam correr para o elétrico já. Significa que a decisão passou a exigir números concretos em vez de instinto. Para muitas empresas, a adoção de veículos mais eficientes traz retorno real, sobretudo em percursos urbanos e previsíveis. Para outras, com longas distâncias diárias, o gasóleo ainda faz mais sentido durante alguns anos. O erro é decidir sem fazer as contas.
O combustível continua a mandar na transição
Mesmo com a eletrificação a ganhar terreno, a verdade é que a maioria das frotas portuguesas ainda depende de combustível, e vai continuar assim durante bastante tempo. Por isso, gerir bem o que se gasta hoje é o que liberta capital para investir na mudança de amanhã. Uma empresa que controla mal o combustível dificilmente terá margem para modernizar a frota.
É aqui que instrumentos de gestão fazem a diferença. Um cartão de combustível centraliza os abastecimentos, define limites por condutor e transforma um custo caótico em algo previsível e auditável. Num cenário em que o gasóleo em Portugal ronda os 1,77 euros por litro e oscila quase todas as semanas, essa previsibilidade vale ouro. E muitas destas soluções já acompanham a transição, integrando também a gestão de carregamento elétrico, o que permite às empresas atravessar a fase híbrida sem terem de gerir dois sistemas separados.
Formar quem conduz é metade do trabalho
De nada serve modernizar a frota se quem está ao volante mantém velhos hábitos. A eco-condução, com aceleração suave, antecipação e velocidades constantes, reduz consumos de forma imediata, seja num motor a gasóleo ou num elétrico. Segundo os dados oficiais da DGEG, o peso dos impostos e da volatilidade torna cada litro poupado mais valioso do que parece. Investir na formação dos condutores costuma dar retorno mais rápido do que qualquer troca de veículo.
Começar pequeno, mas começar
A transição das frotas não se vence com grandes gestos, mas com decisões graduais e bem informadas. As empresas que saírem à frente não serão as que gastaram mais, e sim as que planearam melhor. Perceber os números, controlar o presente e preparar o terreno para o que vem é, no fundo, aquilo que sempre distinguiu os negócios que duram. A mudança já está na estrada. A única escolha real é conduzi-la ou ser ultrapassado por ela.
Depois de vários anos como elemento da banda B3L2, o jovem campomaiorense André Rabaça apresenta-se agora em nome próprio, sob o nome artístico Drezin’, numa nova etapa da sua carreira musical.
A estreia ao vivo deste projeto a solo aconteceu na mais recente edição do Festival Raya, em Campo Maior, um palco que o artista já conhecia bem das atuações realizadas com os B3L2. Agora, assume sozinho a responsabilidade de um percurso que começou a ganhar forma há cerca de um ano.
“Sempre vivi muito relacionado com a música. Sempre tive um projeto de grupo. Acabámos por seguir caminhos diferentes, por causa da distância também, que não facilitava tanto, e comecei a dedicar-me um bocado mais ao projeto a solo”, explica.
Para Drezin’, esta nova fase representa um desafio maior, uma vez que todo o processo criativo e artístico depende exclusivamente de si. “É diferente porque lido com tudo sozinho. Acabo por ter uma responsabilidade um bocadinho maior e também mais trabalho”, refere.
O artista escreve todas as letras das suas músicas, grava as vozes em casa e está atualmente a dar os primeiros passos na produção dos instrumentais. Apesar de lançar os temas nas plataformas digitais, garante que os concertos são pensados para proporcionar uma experiência distinta ao público.
“Quero sempre entregar a melhor versão daquela faixa ao vivo. Se alguém quiser ouvir a música normal, vai ao Spotify ou às outras plataformas. Quero que quem venha a um concerto tenha uma experiência diferente, que sinta que vale a pena sair de casa. Quando o público está connosco, a energia em palco é muito mais viva”, afirma.
Com ambição e determinação, Drezin’ assume que o objetivo passa por continuar a crescer, sem estabelecer limites para o futuro.
“O meu objetivo é chegar lá. O ‘lá’ ainda nem sequer sabemos bem o que é, mas é chegar lá. Não sabemos o que nos espera, mas vou continuar a trabalhar para tentar descobrir qual é o meu ‘lá’”, diz.
Questionado sobre se esse objetivo passa por viver exclusivamente da música, a resposta é clara: “Para mim, viver da música é o início. A partir daí, é ser algo mais do que mais um músico em Portugal. É tentar mesmo afirmar-me nisto”.
Depois da estreia do projeto a solo no Festival Raya, Drezin’ pretende continuar a lançar novos temas e a conquistar o seu espaço no panorama da música portuguesa, levando ao público um espetáculo onde a proximidade e a energia são elementos centrais.
O grande dia chegou! A partir de hoje, o Mundial entra na reta final com a realização das meias-finais, onde apenas os quatro melhores colossos do futebol mundial continuam firmes na luta pelo troféu. Hoje, todas as atenções estão viradas para o Estádio de Dallas, no Texas, que será o palco de um dos maiores clássicos do futebol europeu e mundial: França contra Espanha.
🇪🇸 Espanha vs. França 🇫🇷: Choque de Titãs em Dallas
O confronto de hoje coloca frente a frente os atuais campeões da Europa (Espanha) e os finalistas do último Campeonato do Mundo (França), num duelo que promete parar o planeta. As duas seleções trazem dinâmicas e dados impressionantes para esta meia-final:
🚀 O Momento de Forma e Estatísticas
Ataque Demolidor vs. Controlo de Jogo: A França chega a esta fase com um percurso perfeito na fase de grupos e um dos ataques mais explosivos da prova, somando 16 golos no total do torneio. Curiosamente, a seleção francesa resolve a maior parte dos jogos na segunda parte: 11 dos seus 16 golos na competição foram marcados após o intervalo. Além disso, a França lidera a estatística de remates enquadrados com a baliza, somando uma média de 7,8 remates certeiros por jogo.
Segurança Defensiva: Do lado espanhol, o grande trunfo tem sido a consistência coletiva e o rigor defensivo. A La Roja dominou o seu grupo sem sofrer um único golo e tem mostrado uma enorme capacidade para controlar o ritmo dos jogos através da posse de bola, permitindo pouquíssimas oportunidades aos adversários.
⚔️ O Histórico Recente Sorri para a Espanha
A rivalidade recente em fases a eliminar tem sido favorável aos espanhóis. Nos dois últimos grandes encontros em meias-finais, a Espanha levou a melhor: venceu por 2-1 na meia-final do Euro 2024 e bateu os franceses num jogo eletrizante por 5-4 nas meias-finais da Liga das Nações da UEFA em 2025. No histórico geral de confrontos, os espanhóis somam 18 vitórias contra 13 dos gauleses, registando-se ainda 7 empates.
⭐ Estrelas em Campo
Kylian Mbappé: O astro francês é a principal arma da sua seleção. Mbappé lidera a corrida à Bota de Ouro deste Mundial com 8 golos e 3 assistências. Apesar de ter sido poupado na reta final dos quartos de final contra Marrocos devido a fadiga, o capitão francês está totalmente apto para o jogo de hoje. No apoio, a velocidade de Ousmane Dembélé e a criatividade de Michael Olise prometem explorar os contra-ataques rápidos.
Lamine Yamal: Do lado espanhol, o prodígio continua a espantar o mundo com a sua capacidade de drible e visão de jogo, contando com o apoio de referências como Mikel Oyarzabal e Nico Williams na linha da frente.
🗓️ Calendário e Agenda das Meias-Finais
Para não perder nenhuma jogada, confira a agenda completa das duas grandes transmissões de meias-finais desta semana. Os jogos realizam-se hoje e amanhã no horário nobre em Portugal:
Data
Jogo
Estádio / Local
Hora (WEST / Portugal)
Terça-feira, 14 de julho
França vs. Espanha
Estádio de Dallas (Texas)
20:00
Quarta-feira, 15 de julho
Inglaterra vs. Argentina
Mercedes-Benz Stadium (Atlanta)
20:00
📌 Lembrete: Os dois grandes vencedores carimbam o passaporte rumo à finalíssima do próximo domingo, dia 19 de julho. As equipas derrotadas jogam no sábado, dia 18, para decidir o 3.º e 4.º lugar da hierarquia mundial.
O Festival Sete Sóis Sete Luas regressa a Elvas entre os dias 18 e 25 de julho, trazendo à cidade Património Mundial uma programação que cruza música, gastronomia e intercâmbio cultural mediterrânico. A iniciativa inclui quatro laboratórios de gastronomia, concertos e degustações gratuitas, reforçando a aposta na valorização das diferentes culturas do Mediterrâneo.
“O festival está feliz por voltar a Elvas, uma cidade cultural por excelência. É um festival cultural, de troca de experiências, inclusivo e multicultural”, diz o diretor artístico do festival, Marco Abbondanza.
Os dois primeiros laboratórios gastronómicos realizam-se nos dias 18 e 19 de julho, orientados pelo chef tunisino Ameur Bouchmel, responsável pela cozinha da Casa Presidencial da Tunísia e com um percurso que inclui a preparação de jantares oficiais para chefes de Estado.
“Vamos ter umas belíssimas experiências gastronómicas. Virá o chef Ameur Bouchmel, da Tunísia, um chefe muito conceituado, o chefe da Casa Presidencial tunisina, que já preparou jantares para presidentes como Macron, em visita à Tunísia”, destaca Marco Abbondanza.
O responsável explica ainda que esta participação resulta de uma parceria consolidada: “é um projeto que realizamos em parceria com a Embaixada da Tunísia em Portugal e, naturalmente, com o Município de Elvas, que é a grande entidade organizadora e apoia o festival há quase 15 anos”.
Uma das principais novidades desta edição passa pela realização dos workshops de gastronomia em novos espaços da cidade. O primeiro decorre no Mercado Municipal da Casa das Barcas e o segundo no Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas.
“O chef Ameur Bouchmel realizará este ano workshops de gastronomia abertos ao público, com inscrição gratuita. A novidade é um workshop dedicado à gastronomia tunisina no mercado. É uma forma de chegar a um novo público. O outro decorrerá no Museu de Arqueologia de Elvas, um novo espaço que passa a integrar a programação deste ano. É uma forma de cruzar o património do passado com um património vivo da atualidade. Estamos muito satisfeitos com estas novas localizações”, assegura Marco Abbondanza.
No segundo fim de semana do festival, nos dias 24 e 25, será a vez da chef croata Svetlana dinamizar mais dois laboratórios gastronómicos.
Além dos workshops, os chefs da Tunísia e da Croácia irão promover degustações gratuitas antes dos concertos, agendados para as noites de 19 e 25 de julho..
No dia 19 de julho, às 21 horas, o Pátio do Museu de Arqueologia e Etnografia recebe o músico tunisino Ziad Trabelsi e o seu grupo. Já no dia 25, também às 21 horas, a Praça da República acolhe o grupo siciliano Agricantus, oriundo de Palermo (Itália).
Todas as atividades do festival têm participação gratuita, mas os laboratórios gastronómicos requerem inscrição prévia, que deve ser feita através do endereço de correio eletrónico mae@cm-elvas.pt.