
Na Reunião de Câmara de Elvas, realizada a 14 de maio de 2026, o PSD, representado por Diogo Reis (em substituição de Margarida Paiva), confrontou o executivo sobre as recorrentes avarias nos elevadores do parque subterrâneo e da Biblioteca Municipal. Segundo o PSD a resposta obtida da autarquia, esta prevê que a situação esteja normalizada num prazo de duas a três semanas. Outro ponto de destaque, segundo este partido, foi o anúncio da abertura de um procedimento para a requalificação da avenida de acesso aos Bombeiros, uma medida que o PSD sublinha ser tardia e fruto das recomendações anteriormente apresentadas pela vereadora Margarida Coelho de Paiva.
A gestão da água esteve também no centro do debate com a apresentação do relatório da Aquaelvas, que revela indicadores “insatisfatórios” em metade dos parâmetros da ERSAR. O PSD defendeu a criação de uma equipa de acompanhamento e fiscalização para monitorizar o serviço, mas a proposta foi chumbada pela maioria socialista. Os sociais-democratas lamentaram a falta de abertura do executivo para rever o modelo atual, criticando a ausência de vontade política para resolver os problemas crónicos que afetam a concessão da Aquaelvas.
Segue o comunicado na íntegra:
“Comunicado Reunião de Câmara de dia 15 de Maio de 2026:
Na reunião de Câmara de Elvas de ontem, em substituição da vereadora eleita pelo PSD Margarida Paiva, esteve presente Diogo Reis, também presidente da concelhia de Elvas do PSD.
No período antes da ordem do dia, voltámos a questionar as constantes avarias dos elevadores do parque subterrâneo e da Biblioteca Municipal. A resposta do executivo foi que o problema poderá ficar resolvido “dentro de duas ou três semanas”.
Finalmente os Socialistas perceberam que a avenida que vai para os Bombeiros está num estado lastimável e, de acordo com as recomendações apresentadas pela vereadora Margarida Coelho de Paiva, decidiram que se vai abrir um procedimento para requalificação da mesma. Não é só em tempo de eleições que se deve cuidar das vias públicas.
Foi ainda apresentado o relatório da Aquaelvas. Perante o facto de metade dos indicadores da ERSAR classificarem o serviço como “insatisfatório”, defendemos que o relatório devia assumir claramente essa realidade.
A proposta para criar uma equipa de acompanhamento e fiscalização da Aquaelvas foi chumbada, sem qualquer abertura do executivo para refletir sobre o modelo atual.
É lamentável que continue a faltar vontade política para resolver os problemas da Aquaelvas.“















