Imagem meramente ilustrativa (Foto: Clube Português de Canicultura)
Duas cadelas de raça Podengo Português desapareceram, esta semana, de uma vivenda, junto ao Chafariz d’el Rey, na Estrada da Calçadinha, em Elvas.
O proprietário dos animais, Francisco Moreira, que tem nestas duas cadelas a sua grande companhia, pede a quem as vir para que entre em contacto, através de um dos seguintes números: 962 684 726 ou do 268 620 970.
Ainda que não tenha fotografias das suas fiéis companheiras de quatro patas, o dono revela que as cadelas – mãe e filha – são ambas amarelas, de porte pequeno e de orelha direita.
A Prova do Vinho Novo de Talha de Cabeção, no concelho de Mora, está de regresso este fim de semana, de 23 a 25 de janeiro, para a sua 29.ª edição.
Trata-se de uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Mora, em colaboração com a Junta de Freguesia de Cabeção e a Confraria do Vinho de Talha de Cabeção, com o objetivo de valorizar o vinho de talha desta freguesia, num evento emblemático que reflete a identidade da freguesia e das suas gentes.
O programa inclui, esta sexta-feira, o Concurso de Vinhos, e amanhã e domingo, dias 24 e 25, a Prova do Vinho no Pavilhão Gimnodesportivo, com a participação dos produtores locais, e a Rota das Adegas, dinamizada pela Confraria do Vinho de Talha de Cabeção.
“Esta prova do vinho já é marcante, quer para a freguesia de Cabeção, quer para o concelho de Mora”, garante o presidente da Câmara de Mora, Luís Simão de Matos, que lembra que o evento dá a possibilidade aos produtores de vinho de talha de apresentarem “aquilo que de bom produzem”. “Os amantes do vinho e aqueles que gostam de provar vinho de qualidade já têm nas suas agendas esta data marcada”, assegura.
“Com esta prova, os produtores do vinho escoam muito mais facilmente o seu produto e aí mexe de forma muito acentuada com a nossa economia. Por outro lado, muitas das pessoas que nos visitam já vêm passar aqui pelo menos o fim de semana e ficam por aqui e fazem todo o movimento nas dormidas e na restauração. E depois, porque esta tradição que aqui se criou vem cimentar aquilo que é a identidade do nosso povo, da nossa freguesia de Cabeção, que gira há algumas boas centenas de anos à volta do vinho de talha”, acrescenta o autarca.
Luís Simão de Matos, que assegura que o vinho da talha tem características “muito particulares” e que “todas as talhas dão um toque muito especial ao vinho que produzem”, revela ainda que, desta feita, participam no evento cerca de 50 produtores.
Devido aos trabalhos de reparação de uma rotura na conduta de abastecimento de água, o Bairro de Santo Onofre, em Elvas, está, esta sexta-feira, 23 de janeiro, com falhas no abastecimento.
A falha no abastecimento de água, segundo a Aquaelvas, verifica-se em duas das torres do bairro. A empresa faz ainda saber que não há previsão para o término dos trabalhos e para a retoma normal do serviço.
Os municípios de Campo Maior e Alandroal são duas das seis autarquias parceiras de um projeto que, através da inteligência artificial (IA), procura democratizar o acesso à informação municipal.
Trata-se de Citilink, um projeto desenvolvido ao longo do último ano, numa parceria entre as universidades da Beira Interior e do Porto e o INESC TEC, cujos resultados foram apresentados na terça-feira, 22 de janeiro, na Covilhã, numa sessão que contou com as participações dos presidentes das câmaras municipais de Campo Maior e Alandroal, Luís Rosinha e João Grilo, respetivamente.
A plataforma Citilink permite aos municípios carregar as atas das reuniões de Câmara, para que possam ser consultadas, com a ajuda de IA, podendo ser pesquisada por temas, tópicos e palavras-chave, permitindo assim aos cidadãos encontrar de forma mais simples e rápida os assuntos que lhes interessam. A plataforma permite ainda consultar o sentido de voto dos vários autarcas nas tomadas de decisão.
Este projeto contou com o financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), através Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), NextGenerationEU.
Para além de Campo Maior e Alandroal, participaram neste projeto os municípios da Covilhã, Fundão, Porto e Guimarães. No projeto foram usadas mais de 400 atas destas seis autarquias.
A exposição de fotografia “Campo Maior – Uma Visão Estereoscópica”, da autoria de Luís Caraças, é inaugurada este sábado, 24 de janeiro, no espaço.arte.
A mostra apresenta, na galeria municipal da vila, através de um conjunto de imagens, o território através da técnica da fotografia estereoscópica, criando uma experiência visual imersiva e diferenciadora sobre o quotidiano de Campo Maior.
De acordo com o autor, neto de um antigo fotógrafo amador campomaiorense, esta exposição surge na sequência de um livro que editou com imagens captadas pelo seu avô: a obra “Campo Maior a Preto e Branco”, que retrata a vila entre os anos 20 e 50.
Detentor do espólio do seu avô e depois de uma recolha que fez em Campo Maior, em termos de “material socialmente gráfico”, Luís Caraças, também ele natural do concelho, considerou que era interessante apresentar “uma exposição diferente de uma exposição tradicional de fotografia”. Esta é uma exposição que apresenta “fotografia estereoscópica, que é uma questão diferente, que muita gente desconhece, que existiu e que está na base do que hoje conhecemos como a fotografia digital 3D e tudo o que está à volta dela”.
A exposição reúne um total de 38 imagens, sendo que a par das do seu avô, que acabou tornar estereoscópicas, Luís Caraças apresenta também nesta mostra fotografias de dois outros fotógrafos, depois de ter conseguido recolher vários negativos.
Relativamente às temáticas das imagens, o autor da exposição explica que são diversos os temas apresentados, que mostram “pequenos pedaços da história” de Campo Maior: indo desde as muralhas, às procissões e aos eventos, entre o século XIX e 2025, ano em que se realizou a última edição das Festas do Povo.
Um dos principais objetivos da mostra é dar a conhecer “às pessoas, aos interessados e à população escolar o que é a estereoscopia”. A estereoscopia, adianta Luís Caraças, “é uma coisa que vai além da fotografia normal”. “Ao contrário da filosofia plana, provoca no observador uma sensibilidade de presença, como se o espaço representado se abrisse à sua frente. No momento em que as duas imagens se fundem numa só, simulam o nosso olhar, os planos afastam-se, os objetos ganham volume e a distância entre os elementos torna-se subitamente mensurável”, esclarece.
As fotografias em exposição terão de ser visualizadas com uns óculos próprios, entregues aos visitantes à entrada do espaço.arte. “Cada uma das imagens tem uma legenda, um pequeno troço com uma explicação histórica, em resumo. Portanto, não se fica apenas por contemplar a fotografia. Além de contemplar a fotografia com a profundidade que ela nos dá, ainda tem uma nota histórica relacionada com o que estamos a ver”, remata Luís Caraças.
A mostra, que é inaugurada este sábado pelas 16 horas, fica disponível para visita até dia 12 de abril.
São Vicente, no concelho de Elvas, comemora, este sábado, dia 24 de janeiro, o seu santo padroeiro.
O programa comemorativo deste dia de São Vicente, assinalado anualmente a 22 de janeiro, tal como revela o presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa, João Charruadas, inicia-se às 15 horas, com missa, “onde será feita a bênção dos Bolinhos de São Vicente”. “De seguida teremos a procissão, acompanhada pela Banda 1º de Dezembro de Campo Maior”, acrescenta.
Já o padre da freguesia, António Carlos, explica que esta era uma festa que antes da sua chegada à paróquia não era celebrada. “Quando cheguei aqui, cultivei essa devoção, porque as pessoas não conheciam o dia de São Vicente, que é celebrado no calendário litúrgico a 22 de janeiro. Então, para solenizar, para dar uma maior ênfase e uma maior importância à festa do nosso padroeiro, nós passamos a celebrá-la com a missa e também com procissão pelas ruas da freguesia”, esclarece o pároco.
Quanto aos Bolinhos de São Vicente, a pároco adianta qual a simbologia associada: “a tradição vem de São Sebastião que vem de Barbacena, mas é uma questão de lembrar que Cristo se dá no pão, através da Eucaristia, distribuindo-o e olhando para aqueles que dele necessitam”.
As cerimónias religiosas são organizadas pela Fábrica Paroquial com o apoio da Junta de Freguesia de São Vicente e Ventosa.