
Margarida Paiva, vereadora do PSD na Câmara Municipal de Elvas, revela, em comunicado enviado à redação da Rádio ELVAS, que a proposta de fiscalização da Aquaelvas “continua a ser escondida da ordem de trabalhos” e que a auscultação da população sobre a Variante de Santa Eulália foi chumbada, no decorrer da última reunião do executivo, realizada ontem, dia 8 de abril.
“Isto não é governar, é decidir à porta fechada e fugir ao escrutínio”, assegura a vereadora, que refere ainda que, no período antes da ordem de trabalhos, “foi denunciado que o gerador do parque subterrâneo está avariado há meses, colocando em risco os utilizadores em caso de falha de energia”. “Foram ainda exigidos esclarecimentos sobre o relatório de segurança, a atuação da Aquaelvas, as restrições do PDM aos agricultores sem consulta prévia e a ausência de respostas sobre o Hospital de Elvas”.
No que toca à ordem de trabalhos, Margarida Paiva destaca: “aprovação do Plano Municipal de Ação Climática, com reservas; abstenção no regulamento de resíduos; contas de 2025 com declarações críticas; e falta de apoio ao Elvas CAD, apesar do impacto económico do evento que se irá realizar no próximo mês de maio”.














