
O Partido CHEGA enviou à nossa redação uma Nota de Imprensa sobre a reunião da Câmara de Elvas realizada ontem:
“Há uma diferença entre entrar dinheiro e haver saúde financeira.
Rigor orçamental não é propaganda!
Boa gestão não se mede por anúncios, nem por um saldo positivo num dia e por umas horas!
Mede-se pela transparência sobre a origem das verbas, pelos encargos que deixam para amanhã e pela verdade das contas públicas.
O CHEGA fará aquilo que lhe compete: escrutinar, comparar, exigir clareza e recusar histórias de boa gestão que afinal não têm suporte técnico.
O Orçamento de 2026 do Município de Elvas inclui passivos financeiros, encargos futuros e programação plurianual. E logo nos primeiros meses do ano já surgiram mais de 10 alterações e revisões orçamentais.
Por isso, receber verbas agora não prova NADA, porque alguém vai ter que pagar as contas já assumidas.
Dizem aos Elvenses que há dinheiros a entrar na Câmara, mas esquecem-se de explicar que o dinheiro já tem destino.
O CHEGA está cá para garantir que os mesmos de sempre, com a ajuda de alguns distraídos, não continuem a enganar os Elvenses!
O executivo de Elvas prefere repudiar a oposição e o voto do CHEGA em vez de esclarecer os elvenses.
A recente nota de repúdio do executivo municipal de Elvas não resolve as dúvidas legítimas sobre a realidade financeira do Município e a tentativa de vender como “boa situação” aquilo que os próprios documentos oficiais obrigam a olhar com muito mais prudência.
O CHEGA questionou, com base em documentos públicos, o orçamento, as revisões orçamentais, os compromissos assumidos e os encargos futuros, porque cumpre o seu dever e o respeito pelo voto dos Elvenses.
O Orçamento Municipal de 2026, no valor global de 44.286.060 euros, inclui passivos financeiros e encargos associados, tendo sofrido já muitas alterações e revisões logo no início do ano. Isto não é opinião. São factos. E os factos demonstram que entrada de dinheiro não significa automaticamente saúde financeira, sobretudo quando existem compromissos presentes e futuros que têm de ser honrados.
O repúdio do executivo, às perguntas do CHEGA é uma fuga ao debate sério. Em vez de esclarecer, dramatiza. Em vez de responder com números e responsabilidade, ataca quem fiscaliza. Não contem connosco para esse teatro político.
O CHEGA continuará a fazer o que lhe compete: fiscalizar sem medo, denunciar a propaganda, exigir transparência e defender o interesse público acima da encenação comunicacional do executivo. Elvas não precisa de notas de repúdio contra quem questiona.
Precisa de verdade, seriedade e respeito pelos cidadãos.”















