
A direção do Movimento Cívico Por Elvas (MCPE) reuniu esta quarta-feira, dia 18 de março, num restaurante da cidade, para mais uma reunião periódica de trabalho e reflexão política “sobre o presente e o futuro do concelho de Elvas”.
Em comunicado, o MCPE revela que os trabalhos iniciaram-se “com um sentido e comovente minuto de silêncio de homenagem ao amigo José Manuel Ferreira”. De seguida, numa decisão unânime, foi aprovada a apresentação de uma proposta com vista “a sensibilizar o executivo municipal para perpetuar o nome de José Manuel Ferreira no espaço físico onde irá funcionar a extensão da Junta de Freguesia de Assunção, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso”.
No decorrer do encontro foi também feita uma análise à atual situação política local, com a direção do MCPE a considerar que “Elvas atravessa um momento que exige responsabilidade, visão estratégica e capacidade de execução na liderança do atual executivo fruto do acordo de governação com o PS o qual gerou analises e leituras díspares e controversas”, que “quase fragilizou a confiança dos cidadãos na instituição”. De acordo com o MCPE, Elvas “precisa de uma governação centrada em resultados concretos, mensuráveis e sustentáveis. Mais do que discursos ou protagonismos, importa garantir respostas efetivas aos problemas da população, nomeadamente nas áreas do desenvolvimento económico, coesão territorial, valorização das freguesias e melhoria da qualidade de vida”.
Quanto ao balanço dos quatro meses de exercício, o MCPE considera que “este período foi marcado por trabalho consistente, proximidade com os cidadãos e afirmação de uma alternativa política séria, construtiva e responsável. Este percurso reforça a convicção de que é possível fazer diferente, com rigor, compromisso e dedicação”.
Foram também “debatidas soluções e tomadas decisões” relativamente à freguesia de Santa Eulália, que serão “oportunamente comunicadas, sempre com o objetivo de salvaguardar os interesses da população local e promover um desenvolvimento equilibrado de todo o concelho”.
O Movimento Cívico Por Elvas reafirma o “seu princípio orientador, defender uma gestão de resultados e não uma gestão de ruído. A política é um instrumento ao serviço das pessoas e não um palco de confrontos estéreis”. “O nosso compromisso mantém-se inalterado, trabalhar, trabalhar e trabalhar por Elvas e para Elvas”, lê-se ainda no comunicado.




















