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Estudantes de Erasmus estiveram em Campo Maior

O Agrupamento de Escolas de Campo Maior recebeu, entre 20 e 24 de outubro de 2025, estudantes de vários países e a sua passagem por Campo Maior e Elvas foi publicada no jornal local polaco Krasnic.pl da cidade de Kraśnik, 50 km a sudoeste de Lublin, no leste do país. A noticia foi escrita por Grzegorz Jankowski:

“O projeto do programa Erasmus+ “Jovens Europeus – criativos e responsáveis defensores da natureza” (Young Europeans – the CREW – Creative and Responsible Environment Warriors) já é conhecido pela comunidade local devido ao vasto leque de atividades a ele associadas. Muitas delas tiveram lugar também fora das paredes da escola. Exposições internacionais em bibliotecas municipais, encontros, visitas a diferentes instituições são apenas algumas das iniciativas realizadas pela Escola Secundária n.º 1 no âmbito do projeto.

Creditos Krasnic.pl

O ano letivo de 2025/2026 marca o terceiro ano da sua execução. Já se realizou a quarta mobilidade internacional. Entre os dias 20 e 24 de outubro de 2025, representantes dos países parceiros – República Checa, Itália, Roménia, Polónia e Portugal – reuniram-se em Campo Maior para concretizar os objetivos do projeto: desenvolvimento sustentável, biodiversidade, património natural e cultural, bem como inclusão digital.

Os parceiros portugueses do Agrupamento de Escolas de Campo Maior empenharam-se para que a nossa estadia fosse atrativa e decorresse num ambiente de apoio e cordialidade. A região onde se situa Campo Maior – o Alentejo – é conhecida pelas oliveiras, que constituem uma parte significativa da paisagem desta zona de Portugal. Assim, durante a visita, conhecemos uma fábrica de azeite com tradição de várias gerações, onde as oliveiras são cultivadas e transformadas de forma sustentável e amiga do ambiente. Ficámos a saber que, infelizmente, as plantações modernas, orientadas para o lucro rápido, empobrecem os solos e recorrem a numerosos produtos químicos, o que afeta a qualidade dos frutos e tem impacto negativo no meio ambiente e na saúde humana. A visita terminou com uma prova de azeitonas e de diferentes tipos de azeite fresco produzido localmente. Fomos também levados ao museu do azeite, onde pudemos aprofundar os nossos conhecimentos sobre os métodos de transformação da azeitona ao longo da história”

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