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Ministro da Economia e Coesão Manuel Castro Almeida enaltece localização estratégica de Elvas como motor de crescimento e atração de investimento

A localização geográfica privilegiada de Elvas, na fronteira com Espanha, foi o ponto central destacado pelo Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, ao analisar o potencial económico do concelho. Para o governante, a proximidade ao mercado ibérico e as excelentes redes de ligação tornam Elvas um território chave para alavancar a coesão territorial e gerar riqueza nacional. “Elvas tem argumentos próprios nesse caminho: a proximidade ao mercado espanhol, o património, a atividade empresarial e as melhores ligações. Não é necessário inventar uma vocação para Elvas; é necessário aproveitar melhor a que já existe”, afirmou expressamente o ministro.

Manuel Castro Almeida defendeu que a verdadeira política de coesão territorial deve potenciar as vantagens naturais de cada região: “É aqui que a coesão territorial ganha um sentido mais exigente. Corrigir desequilíbrios entre as regiões é necessário, mas não chega. O essencial é criar condições para que cada território transforme as suas próprias vantagens em crescimento”. O governante reforçou ainda que “Portugal será mais forte se tiver mais regiões capazes de produzir, exportar, criar emprego e gerar riqueza, contribuindo cada uma a partir daquilo que melhor sabe e pode fazer”.

Posição geoestratégica capta 49,3 milhões de euros do PRR

A atratividade e o posicionamento de Elvas refletem-se no volume de investimento em curso no município através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Manuel Castro Almeida revelou que o concelho conta com “163 projetos aprovados ou contratados, correspondentes a cerca de 49,3 milhões de euros de investimento”.

Deste montante, a resposta habitacional assume um papel preponderante para fixar pessoas e acompanhar o crescimento económico propiciado pela localização do concelho. O ministro salientou a entrega de 60 fogos na Quinta dos Arcos, um projeto de renda acessível superior a 6 milhões de euros, felicitando o Presidente da Câmara, Rondão Almeida, e a sua equipa pela execução.

Ao todo, o setor da habitação no concelho mobiliza “15 projetos e mais de 26 milhões de euros de investimento aprovado”, sublinhou o governante, lembrando que a resposta à crise da habitação exige o esforço conjunto do Estado, autarquias, setor cooperativo e privado, constituindo uma “condição essencial para o desenvolvimento económico do país”.

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