A 3.ª edição do Torneio Luís Pires Goldenergy decorreu este sábado, 12 de setembro, reunindo quatro equipas num dia dedicado ao futebol de formação, à competição e ao fair play.
O torneio teve um momento especial com o pontapé de saída simbólico, dado pelo neto de Luís Pires, numa cerimónia que contou também com a presença da sua esposa, filhas, irmãos e restante família. A iniciativa pretende manter viva a memória e o legado de Luís Pires junto das novas gerações.
A equipa de sub-15 do Clube Desportivo de Alcains venceu daquele escalão etário, na final do torneio quadrangular que teve por cenário o Estádio Municipal de Atletismo, a formação da Beira Baixa derrotou a equipa anfitriã por 2-1, enquanto no encontro para apuramento dos 3° e 4° classificados o Despertar Sporting Clube, de Beja, venceu o Lusitano Ginásio Clube, de Évora, no desempate por grandes penalidades.
O Torneio Luís Pires homenageia o antigo futebolista elvense e dirigente associativo falecido a 30 de janeiro de 2024, aos 52 anos de idade.
A aldeia de Porto da Espada, no concelho de Marvão, volta a receber, já este domingo, dia 13 de setembro, uma das provas do Campeonato Nacional de Carrinhos de Rolamentos e do Circuito Nacional de Trikes.
Em competição, a partir das 14h00, vão estar pilotos oriundos de diversos pontos do país, na disputa pela vitória final, nas diferentes categorias que compõem o Campeonato (ladies, classe A, tradicional, alterado e trike), em carros artilhados das mais diversas formas e feitios, que prometem fazer as delícias do público.
Esta pretende ser uma grande jornada de convívio, mas acima de tudo, o relembrar de atividades tão tradicionais e outrora populares, como as corridas de carrinhos de rolamentos e trikes (triciclos), quando a diversão acontecia na rua.
A prova é promovida pelos “Trilhos do Zêzere”, com o apoio do Município de Marvão.
O Município de Monforte formalizou, na passada terça-feira, 8 de setembro, o auto de consignação para a empreitada de “Reparação de danos em infraestruturas municipais provocados por chuvas anómalas e intensas – Parque Social de Vaiamonte”.
Os trabalhos foram adjudicados por despacho do presidente da Câmara Municipal, proferido a 27 de julho de 2026, à empresa “Américo Cristóvão Correia”, pelo valor global de 128.240,00 euros (acrescido de IVA à taxa legal em vigor) e contam com um prazo de execução de 60 dias.
O encargo financeiro da empreitada será suportado por financiamento atribuído especificamente para a cobertura dos danos das intempéries ocorridas em 2022.
O auto de consignação foi assinado por Miguel Rasquinho, presidente do Município de Monforte e representante do dono da obra; Ricardo Carrilho, responsável pela fiscalização; e Francisco Correia, representante da empresa adjudicatária.
A Universidade de Évora (UÉvora), em parceria com a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA, I.P.), promoveu, na passada quarta-feira, dia 9 de setembro, na Sala dos Docentes do Colégio do Espírito Santo, a cerimónia de assinatura do Protocolo de Colaboração no âmbito do Gabinete do Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), que contou com a presença do Reitor da Universidade de Évora, António Candeias, e do Presidente do Conselho Diretivo da AIMA, Pedro Portugal Gaspar.
Na sessão o Reitor da UÉvora começou por destacar que “é com enorme alegria que assinalamos hoje a abertura do Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes”. A iniciativa representa “mais um passo na construção de uma instituição verdadeiramente aberta, internacional e inclusiva”, num contexto em que a Universidade de Évora acolhe uma comunidade académica cada vez mais diversificada. Atualmente, a UÉvora conta com mais de 630 estudantes internacionais, dos quais 595 fora da União Europeia, além de docentes, investigadores e outros profissionais de diferentes nacionalidades. “Somos uma academia com um universo multicultural com cerca de 80 nacionalidades diferentes”, revelou.
Na intervenção, António Candeias sublinhou que, para a integração de quem chega a um novo país, o CLAIM assume um papel central, enquanto “ponto de proximidade, de orientação e de apoio”, procurando facilitar processos e contribuir para reduzir algumas das barreiras.
Recordando que “a Universidade não existe isolada da cidade nem do território onde está inserida”, António Candeias revelou que a UÉvora pretende trabalhar com a AIMA, a Câmara Municipal de Évora e outras instituições, nomeadamente a Santa Casa da Misericórdia de Évora, no sentido de reforçar progressivamente os recursos humanos e a capacidade de resposta do serviço agora aberto. O objetivo será permitir que, no futuro, o CLAIM possa apoiar não apenas a comunidade internacional da Universidade, mas também a população migrante do concelho e da região. “Seria uma forma muito concreta de colocar a capacidade das instituições ao serviço das pessoas e de construir uma resposta conjunta entre Administração Pública, Universidade e poder local”, salientou.
O Reitor da UÉvora referiu ainda que “a internacionalização não se mede apenas pelo número de estudantes ou investigadores estrangeiros que conseguimos atrair. Mede-se também pela capacidade que temos de os fazer sentir parte da nossa comunidade”, afiançando que “é essa Universidade que queremos construir em Évora: uma Universidade internacional não apenas nos seus indicadores, mas sobretudo na sua cultura; aberta ao mundo, capaz de acolher a diferença e consciente de que a diversidade é uma das maiores riquezas de uma instituição académica”.
“Desejo que este CLAIM seja, acima de tudo, uma porta aberta. Uma porta para quem chega à Universidade de Évora, para quem escolhe a nossa cidade e para todos aqueles que querem construir connosco uma comunidade mais aberta, mais diversa e mais inclusiva”, concluiu António Candeias.
Já Pedro Portugal Gaspar sublinhou que o principal objetivo do CLAIM agora aberto na UÉvora será apoiar os procedimentos documentais da comunidade académica internacional. “O principal foco na Universidade vai ser, naturalmente, o apoio à regularização e à dinâmica documental dos estudantes, mas também dos investigadores e dos docentes estrangeiros”, afirmou. Além da resposta aos estudantes, o Presidente da AIMA referiu que os CLAIM universitários “podem contribuir para atrair professores e investigadores estrangeiros e reforçar a posição das instituições portuguesas no panorama internacional”.
Pedro Portugal Gaspar explicou ainda que os CLAIM não seguem todos o mesmo modelo. “Há configurações diferentes consoante os desafios e os territórios onde os CLAIM se desenvolvem”, apontou, explicando que alguns asseguram a tramitação documental e a descentralização de funções da AIMA, enquanto outros se concentram na informação ou na integração social. De acordo com o Presidente da AIMA, existem cerca de 100 CLAIM municipais e aproximadamente 50 ligados a associações e entidades da sociedade civil. No ensino superior, a rede está a aproximar-se da dezena de gabinetes. Em 2025 a AIMA emitiu cerca de meio milhão de títulos válidos, tendo realizado mais de 600 mil atendimentos.
Após a assinatura do Protocolo de Colaboração e do Acordo de Responsabilidade Conjunta no Tratamento de Dados Pessoais, decorreu uma visita ao Gabinete do CLAIM, localizado no Edifício de Santo Agostinho.
Com a celebração deste Protocolo de Colaboração entre a AIMA e a UÉvora procura-se facilitar e simplificar os procedimentos administrativos da competência da AIMA, designadamente no que respeita à prestação de informação e recolha da documentação exigível para a formalização de pedidos de concessão e renovação de autorização de residência, assim como pedidos de prorrogação de Vistos de Estada Temporária e comunicação da mobilidade de estudantes, investigadores e docentes.
O Gabinete do CLAIM, localizado no Edifício de Santo Agostinho, conta com funcionários da Universidade de Évora que receberam formação para utilizar o software da AIMA, o que permite que os processos possam ser instruídos dentro da Universidade de Évora, sendo posteriormente validados pela AIMA.
O Auditório da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) recebeu nos dias 27 e 28 de agosto, a 1.ª edição da ação de formação “SIADAP nas Autarquias Locais – Na Ótica do Avaliador”, integrada no Plano de Formação Intermunicipal da CIMAA.
A ação reuniu dirigentes, chefias e outros trabalhadores com responsabilidades no processo de avaliação do desempenho, provenientes de alguns dos Municípios associados da CIMAA, tendo como principal objetivo aprofundar conhecimentos e reforçar competências no âmbito da aplicação do Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (SIADAP) à Administração Local, a partir da perspetiva e das responsabilidades do avaliador.
Ao longo dos dois dias foram abordadas as diferentes fases do processo de avaliação, com particular enfoque na definição e contratualização de objetivos e competências, no acompanhamento do desempenho, na avaliação e respetiva fundamentação, bem como nas responsabilidades inerentes ao papel do avaliador.
Para além da componente técnica, a formação proporcionou um importante espaço de partilha de experiências, reflexão e esclarecimento de questões práticas, permitindo aos participantes analisar situações concretas com que se deparam no exercício das suas funções e trocar experiências sobre a aplicação do SIADAP nas diferentes realidades municipais.
A iniciativa assume particular relevância num contexto de evolução do regime de avaliação do desempenho na Administração Pública Local, em que a atualização de conhecimentos, a consolidação de boas práticas e uma maior harmonização de procedimentos contribuem para processos de avaliação mais rigorosos, transparentes e coerentes.
Com a realização desta ação, a CIMAA reforça a sua aposta na qualificação e valorização dos recursos humanos dos Municípios do Alto Alentejo, promovendo a cooperação intermunicipal, a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de competências, com vista à melhoria contínua da Administração Pública Local e da qualidade dos serviços prestados aos cidadãos.
O filme de animação “Mínimos e Monstros” vai ser exibido este domingo, 13 de setembro, a partir das 16 horas, no Auditório São Mateus, em Elvas.
O filme apresenta “a história turbulenta e disparatada de como os Mínimos conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, libertaram monstros e, finalmente, se uniram numa tentativa desesperada de salvar o planeta do caos que eles próprios criaram.”
Os bilhetes, com um custo de cino euros, podem ser adquiridos na Ticketline ou meia hora antes do início da sessão no Auditório São Mateus.
O Alentejo 2030 continua a registar uma evolução positiva na implementação do Programa, refletida no crescimento sustentado dos níveis de aprovação, compromisso e certificação dos fundos. Com mais de metade da sua dotação já comprometida em operações aprovadas e indicadores acima da média em áreas estratégicas como o Fundo para uma Transição Justa e o FSE+, o Programa confirma a sua capacidade para transformar financiamento europeu em investimento concreto ao serviço da competitividade, da coesão social e da transição sustentável do território.
A leitura dos dados mais recentes do Alentejo 2030 recomenda uma análise equilibrada e abrangente da evolução do Programa, valorizando não apenas os indicadores de execução financeira, mas também o nível de compromisso dos fundos, a capacidade de aprovação das operações, a mobilização do investimento privado e a maturidade da carteira de projetos em implementação. Em primeiro lugar, importa destacar que o Alentejo 2030 apresenta atualmente uma taxa de aprovação de 53,5%, em linha com a média dos Programas Regionais do Portugal 2030, e sendo apenas superada, a nível regional, por Lisboa e pelo Norte. Este resultado demonstra uma evolução consistente na contratualização dos apoios e na capacidade de transformar a programação disponível em investimentos concretos para o território.
Particular destaque merece o desempenho do Fundo para uma Transição Justa (FTJ). Com uma taxa de aprovação de 88,7%, este instrumento apresenta um nível de compromisso significativamente superior à média dos Programas Regionais, situando-se 34,6 pontos percentuais acima. Este resultado constitui um dos indicadores mais positivos do Programa, demonstrando a capacidade da região para mobilizar recursos destinados à transição energética, à reconversão económica e à adaptação dos territórios aos desafios da descarbonização. Também o FSE+ do Alentejo evidencia um comportamento muito favorável, apresentando uma taxa de aprovação de 64,7%, superior à taxa média global de aprovação do Portugal 2030, fixada em 62,5%. Este desempenho reflete a forte procura e capacidade de execução das medidas dirigidas à qualificação, ao emprego, à inclusão social e ao reforço das competências da população.
Outro aspeto relevante prende-se com a natureza dos beneficiários apoiados. Os dados revelam que 61,49% dos fundos aprovados dizem respeito a entidades privadas, enquanto 38,51% correspondem a entidades públicas. Esta predominância do investimento privado constitui um sinal positivo para a economia regional, evidenciando a confiança dos investidores e a capacidade do tecido empresarial para aproveitar os instrumentos de financiamento disponibilizados pelo Portugal 2030. Relativamente à execução financeira, importa enquadrar adequadamente os indicadores disponíveis. O Alentejo 2030 apresenta uma taxa de compromisso de 53,5%, o que significa que mais de metade da dotação do Programa já se encontra comprometida através de operações aprovadas. Por sua vez, a taxa de execução situa-se nos 12,7%, refletindo uma fase em que uma parte significativa dos projetos aprovados se encontra ainda em desenvolvimento e execução física.
Este contexto é particularmente relevante quando se considera que muitos dos investimentos apoiados correspondem a projetos estruturantes, públicos e privados, cuja concretização implica procedimentos de contratação, licenciamento, execução de obra, aquisição de equipamentos ou implementação tecnológica, com ciclos temporais naturalmente mais prolongados.
A avaliação da situação do Alentejo 2030 deve igualmente considerar a evolução do Programa face à meta N+3 de 2026, um dos principais referenciais para aferir a capacidade de absorção dos fundos europeus. A análise dos dados evidencia que a leitura da execução não pode ser limitada aos montantes já declarados à Comissão Europeia, devendo integrar igualmente a despesa em validação e o potencial de certificação já identificado. De acordo com os dados mais recentes, o Alentejo 2030 já submeteu à Comissão Europeia cerca de 156 milhões de euros, correspondendo a aproximadamente 51% da meta N+3 estabelecida para 2026. Contudo, o Programa dispõe ainda de cerca de 34,5 milhões de euros de despesa executada não declarada e de uma estimativa de certificação superior a 47 milhões de euros até ao final de 2026. Quando estes montantes são incorporados na análise, a estimativa de execução ascende a cerca de 237,5 milhões de euros, o que representa 78% da meta N+3, reduzindo substancialmente a distância para o cumprimento integral do objetivo regulamentar. Ficando, neste comparativo, apenas abaixo do Programa Regional de Lisboa.
Esta projeção demonstra que uma parte muito relevante do esforço necessário para alcançar a meta já se encontra refletida em despesa realizada ou em processo de certificação. Neste contexto, a certificação assume um papel central na consolidação da execução do Programa, constituindo um dos principais fatores de aceleração dos indicadores financeiros nos próximos períodos. A existência de uma carteira de operações aprovada superior a 568 milhões de euros, aliada à elevada taxa de compromisso e ao volume significativo de despesa em validação, permite perspetivar uma evolução favorável da execução até ao final do período de referência.
Os indicadores disponíveis permitem concluir que o Alentejo 2030 apresenta uma trajetória globalmente positiva, assente em fatores estruturantes para o desenvolvimento regional: Estimativa de execução da meta N+3 de 78%, fortemente suportada pelo potencial de certificação identificado; Taxa de aprovação de 53,5%, alinhada com a média dos Programas Regionais; Taxa de aprovação do FTJ de 88,7%, cerca de 34,6 pontos percentuais acima da média dos Programas Regionais; Taxa de aprovação do FSE+ de 64,7%, superior à média do Portugal 2030; 61,5% dos apoios aprovados dirigidos ao setor privado, evidenciando uma forte mobilização empresarial; Taxa de compromisso de 53,5%, demonstrando uma carteira robusta de operações aprovadas.
O centro histórico de Elvas vai ganhar uma nova luz este sábado, 12 de setembro. Milhares de velas vão iluminar ruas, praças e monumentos na segunda edição do “Elvas Iluminada”, uma iniciativa da Arkus que promete um percurso maior, novos espaços, mais momentos artísticos e algumas surpresas pelo caminho.
Depois de uma estreia, em 2025, que ultrapassou as expectativas, com mais de 300 participantes, a associação juvenil elvense decidiu elevar a fasquia. “Não estávamos à espera de tanta gente. As pessoas aderiram muito e este ano pensámos: porque não fazer ainda maior?”, conta Melanie Carona, uma das responsáveis pela organização.
Ao longo do percurso da visita guiada pelo centro histórico estarão espalhadas cerca de sete mil velas, cinco mil das quais LED e duas mil convencionais. A opção por combinar os dois tipos resulta da experiência da primeira edição, quando o vento apagou muitas das velas de cera e a utilização de chama real dentro dos monumentos levantou também preocupações de segurança.
A noite começa às 21h00, na Praça da República, ponto de partida para a visita. O percurso passa pelo Arco da Praça, Rua da Cadeia, Lar da Misericórdia, Praça 25 de Abril, Faceira da Cisterna, sede da Arkus, Avenida 14 de Janeiro, Mercado Municipal (Casa das Barcas), Castelo, Rua das Beatas, Largo de Alcáçova e Pelourinho, antes de regressar à Praça da República.
A conduzir a “viagem” estará Catarina Dias, desta vez com uma personagem diferente da apresentada no ano passado. A organização garante, por isso, uma experiência renovada. “Vai ser completamente diferente”, adianta Melanie Carona, embora a essência do “Elvas Iluminada” se mantenha.
A luz das velas será apenas uma parte da experiência. Ao longo do percurso, o público encontrará vários momentos culturais e artísticos protagonizados por artistas e associações locais: Banda 14 de Janeiro, Autores de Elvas, Roncas d’Elvas, Gota d’Arte, Paulo Cachinho e Leonor Alegria, Joana Capelas, Saphira Belly Dance, Bomb’alen, Ana Troca, Coletivo 7350, Passar Saber e Aura.
Para que ninguém tenha de escolher entre acompanhar o percurso e assistir aos espetáculos, a organização prevê, sempre que possível, repetir as atuações cerca de meia hora depois. Assim, quem chegar posteriormente a determinado espaço poderá ainda ter oportunidade de assistir ao momento artístico.
Outra das novidades desta edição é a possibilidade de conhecer espaços e monumentos que não estiveram acessíveis no ano passado. É o caso da Igreja da Misericórdia, que irá integrar o percurso graças à colaboração da Santa Casa da Misericórdia.
A segurança será também uma prioridade. A PSP vai colaborar no corte do trânsito ao longo do percurso, enquanto escuteiros e alunos da Escola Secundária de Elvas estarão envolvidos nas tarefas de apoio e organização.
Este sábado, a partir das 21h00, na Praça da República, a proposta é simples: caminhar por Elvas de outra forma, entre património, luz, música, dança, teatro e outras expressões artísticas. A participação é gratuita e o convite está feito: basta aparecer.
O Centro Cultural de Arronches “transforma-se” na noite deste sábado, 12 de setembro, no “Pátio do Cunha”: espetáculo protagonizado por Carlos Cunha, que promete levar o público às gargalhadas.
Em declarações à Rádio ElVAS/Rádio Campo Maior, o ator, que explica que “Pátio do Cunha” é “uma comédia com cheiro a revista ou uma revista com cheiro de revista”, revela que esta peça resulta de “uma maluquice”, não só sua, mas também da sua filha, a atriz Erika Mota.
A ideia que dá origem a este espetáculo parte da intenção de Carlos Cunha em juntar várias figuras icónicas da sua carreira, algumas delas a quem deu vida há já mais 30 anos. “É juntar tudo numa situação de comédia, ou seja, tudo aqui com uma ligação grande”, adianta.
“E surgiu aqui nesta cabeça, e na cabeça da minha filha, uma coisa que devia ser um pátio, porque tanto eu, como ela, nascemos em zonas ‘nobres’ de Lisboa. Quando digo nobres, estou a brincar, como é evidente, porque eu nasci no Cais do Sodré e a minha filha em Alcântara. Portanto, com esta junção boa, fizemos o Pátio do Cunha”, acrescenta.
Várias personagens vão entrando e saindo de cena, dando origem a uma sucessão de enganos e situações divertidas, com um ritmo frenético e momentos marcantes.
Dizendo-se “abençoado” por fazer aquilo que mais gosta, Carlos Cunha não tem dúvidas de que o público vai divertir-se muito com a peça de cerca de hora e meia, à semelhança daquilo que tem acontecido desde que teve início a digressão de norte a sul de Portugal.
Em palco, neste espetáculo, que conta com momentos de música e dança, a Carlos Cunha e Erika Mota, que acompanha o pai há já 13 anos, juntam-se os atores Lígia Ferreira e Nuno Pires.
Entre a equipa técnica, encontra-se ainda o neto do ator, que tem a seu cargo a iluminação do espetáculo. “É bom trabalhar em família. Andar em digressão não é fácil, não é para toda a gente. Tem que ser gente muito especial e esta gente é muito especial”, garante.
O início do espetáculo está marcado para as 21h30. A aquisição de bilhetes pode ser feita no Centro Cultural de Arronches a partir das 20 horas.
O Parque de Merendas do Polidesportivo da Expectação, em Campo Maior, continua a afirmar-se como um espaço de lazer com forte adesão por parte da população, sobretudo nos períodos de bom tempo. A garantia é dada pelo presidente da Junta de Freguesia da Expectação, Hugo Milton, que destaca não só a crescente utilização do espaço, mas também a sua vertente solidária e o contributo que representa para a comunidade.
A utilização do Parque de Merendas, recorda Hugo Milton, é gratuita. No entanto, em vez de um pagamento, é pedido a cada grupo que usufrui do espaço que contribua com 12 produtos alimentares não perecíveis, como latas de salsichas ou de atum. Trata-se de uma contribuição simples, mas que assume uma importante dimensão social, uma vez que todos os bens recolhidos são posteriormente entregues à Loja Social de Campo Maior, que, depois, os encaminha para famílias mais carenciadas do concelho.
Para Hugo Milton, esta dinâmica permite conciliar o usufruto de um espaço público com a solidariedade, transformando um momento de lazer num gesto concreto de apoio a quem mais precisa. Através desta iniciativa, os utilizadores do Parque de Merendas são convidados a contribuir diretamente para o bem-estar de outras famílias da comunidade.
O presidente da Junta apela, por isso, à participação e ao sentido de responsabilidade de todos, sublinhando a importância de preservar o espaço e de o deixar nas mesmas condições em que foi encontrado. “Aquilo está a ser usado por mim hoje e amanhã pode estar a ser usado por outra pessoa”, recorda, defendendo que o cuidado pelos espaços públicos deve ser uma responsabilidade de todos.
Hugo Milton deixa ainda uma palavra de reconhecimento aos funcionários e colaboradores da Junta de Freguesia afetos ao Complexo Polidesportivo da Expectação, destacando o trabalho desenvolvido na manutenção das instalações. Segundo o autarca, são frequentes as avaliações positivas por parte dos utilizadores relativamente às condições do espaço. “Têm feito um trabalho excelente”, afirma, agradecendo o empenho e a dedicação de toda a equipa.
É já na noite deste sábado, 12 de setembro, que serão conhecidos os sete patrimónios eleitos como as Novas Maravilhas de Portugal. Entre os finalistas está o Aqueduto da Amoreira, em Elvas, que chega à reta final do concurso na categoria de “Grandes Obras”.
Depois de ultrapassar as várias fases da competição, o monumento elvense está agora a um pequeno passo de conquistar o título. Na mesma categoria estão também o Aqueduto da Usseira, em Óbidos, e o Aqueduto de Vila do Conde.
Ao todo, são 21 os patrimónios finalistas, distribuídos por sete categorias: Castelos, Grandes Obras, História, Religião, Século XX, Século XXI e Turismo.
A decisão cabe ao público e os vencedores serão anunciados durante a Grande Final Nacional das Novas 7 Maravilhas de Portugal, que terá lugar no Palácio Nacional de Sintra, com início marcado para as 21h30. A cerimónia será transmitida em direto pela TVI.
Para ajudar a levar o Aqueduto da Amoreira à vitória, é possível votar através do número 761 207 067. Cada chamada tem um custo de um euro, acrescido de IVA.
A expectativa cresce em Elvas, numa noite que poderá ficar marcada pela consagração do Aqueduto da Amoreira como uma das novas maravilhas de Portugal.