
O presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha, fez um balanço “muito positivo” da edição de 2026 das Festas do Povo (Festas das Flores), sublinhando o sucesso do evento tanto a nível de organização como de afluência de visitantes.
Em declarações sobre o decorrer do certame, o autarca destacou que o evento foi “excecional do ponto de vista da organização e do ponto de vista dos visitantes”. Luís Rosinha salientou ainda que as condições climatéricas têm sido favoráveis ao longo dos dias, ainda que com temperaturas elevadas típicas do mês de agosto: “O tempo tem ajudado imenso também, talvez até por um excesso de temperatura — podia ser menos quente —, mas estamos em agosto e é a temperatura que temos. Tem sido um sucesso, o balanço decorre como todos os dias têm decorrido até hoje.”
Quando questionado sobre o balanço geral da presente edição, o edil foi perentório: “Muito positivo, sem dúvida alguma.”
Reconhecimento ao trabalho comunitário e elogios dos visitantes
O presidente do município fez questão de estender o agradecimento às várias entidades envolvidas no planeamento e na segurança das festas, mas dedicou um louvor especial aos habitantes da vila, apontando-os como os verdadeiros protagonistas do evento “Há uma referência grande a todas as entidades, que saberão o esforço que têm feito. Tem sido um esforço grande, mas compensatório. Todas as entidades estão de parabéns, mas nunca esquecendo — e faço sempre questão de o frisar — aqueles que verdadeiramente merecem os parabéns: as mulheres e os homens campomaiorenses. Só com eles é que é possível chegarmos até este ponto e termos aqui uma arte fantástica e ruas tão divinais.”
Luís Rosinha referiu ainda que o feedback dos visitantes foi extremamente gratificante, destacando que as pessoas deixam a vila “com uma fantástica imagem daquilo que é a arte campomaiorense” e com rasgados elogios à organização e ao sentimento de segurança transmitido ao público. “Quando percebemos que as pessoas se vão daqui extremamente satisfeitas com tudo o que viram, da forma como viram, da forma como se sentiram e que a organização também os protege, é sinal de missão cumprida para nós. A Câmara Municipal e a Associação das Festas têm aqui uma responsabilidade grande”, acrescentou.
Aprimoramento da arte popular após interregno

O autarca destacou também a evolução técnica e artística demonstrada pela população na decoração manual das ruas com flores de papel, salientando que, após o interregno desde a edição anterior, os habitantes da vila regressaram com ainda maior mestria,”Acho que os campomaiorenses, neste interregno destes 11 anos, ainda se aprimoraram mais para mostrar os melhores trabalhos.”
A organização, o funcionários do Município e a cooperação das forças de segurança, bombeiros, INEM, com a presença de equipas de apoio e cooperação internacional – Espanha e França – têm garantido um decorrer suave do evento, reforçando a projeção de Campo Maior e do seu património imaterial reconhecido pela UNESCO.














