O Município de Vila Viçosa acolheu entre os dias 26 a 29 de julho jovens de Sintra, de Omura e de Vila Viçosa com o objetivo de aproximar os três municípios, os dois países e as suas culturas.
Este intercâmbio tem por base a visita histórica da Embaixada Tenshö em 1584, data em que Vila Viçosa recebeu durante cinco dias a visita de quatro jovens estudantes e um acompanhante adulto de Omura (Japão).
O Município de Redondo deu mais um passo decisivo no seu potencial turístico com o lançamento do concurso público para a construção do Centro de Descoberta do Misticismo da Serra d´Ossa, num investimento base de 430 mil euros, que corresponde ao edificado. O valor global do projeto ronda os 800 mil euros.
Com um prazo previsto de execução de 365 dias, após a consignação dos trabalhos, o novo equipamento, em pleno coração da Aldeia da Serra, traduz-se na construção de dois edifícios, que vão ser a porta de entrada para a herança cultural, natural e religiosa da região.
A infraestrutura prevê acolher uma área expositiva e interativa sobre o misticismo local e a presença dos Monges Eremitas da Ordem de São Paulo na Serra d´Ossa, que se dedicavam à vida contemplativa e à oração, mas que também trabalhavam a terra e criavam animais. O Centro, que servirá de apoio ao turista que procura os passadiços e a restante envolvente natural da zona, prevê proporcionar uma experiência imersiva no ecossistema “Serra d´Ossa”, com recurso a realidade virtual/ aumentada, assim como a vídeos e descrições áudio. O espaço contará ainda com uma área de loja, com produtos endógenos, uma cafetaria com esplanada, postos de carregamento para carros elétricos e funcionará em articulação com atividades existentes no Concelho de Redondo e na Serra, nomeadamente percursos pedestres e cicláveis, no âmbito intermunicipal com os concelhos que integram a Serra d’Ossa.
A integrar um plano global de valorização do território e que envolve os cinco municípios vizinhos, o equipamento vai traduzir-se num “elo de ligação” entre o património cultural, o património histórico, a fauna, a flora, os vinhos e a gastronomia típica.
O Município pretende fixar visitantes por mais tempo na região e promover a sustentabilidade ambiental, e espera que a nova infraestrutura possa atrair novos perfis de viajantes, posicionando a Serra d´Ossa como um destino obrigatório no roteiro de quem visita o Alentejo.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) deixa recomendações à população para a observação do eclipse total do Sol, que poderá ser visto em Portugal esta quarta-feira, 12 de agosto.
O fenómeno terá início previsto para as 18h33 e terminará pelas 20h23, estando o momento de máxima ocultação do Sol previsto para as 19h30.
A DGS alerta para os riscos associados à observação direta do Sol, que pode provocar lesões permanentes na retina em apenas alguns segundos. A população deve, por isso, utilizar exclusivamente óculos próprios para eclipses solares, certificados pela norma internacional ISO 12312-2 e com marcação CE.
A utilização de óculos de sol convencionais, radiografias, vidros escuros ou outros materiais não garante proteção adequada. A DGS alerta também para que nunca se observe o Sol através de smartphones, câmaras, binóculos ou telescópios sem filtros solares específicos.
As crianças devem ser acompanhadas por um adulto durante a observação, sendo recomendada, para os mais pequenos, a utilização de formas indiretas e seguras, como transmissões em direto ou projeções da imagem do Sol.
Visão turva ou distorcida, manchas ou pontos negros, alterações na perceção das cores, perda súbita da visão ou dor ocular intensa são alguns do sinais de alerta. Perante estes sintomas durante ou após o eclipse, a DGS recomenda o contacto imediato com o SNS 24, através do 808 24 24 24.
O conhecido rosto de “O Preço Certo” é um dos embaixadores da edição deste ano das Festas do Povo de Campo Maior e não esconde o entusiasmo perante a dimensão e a beleza do evento. Em declarações à Rádio Campo Maior, Fernando Mendes destacou o trabalho da comunidade campomaiorense e a singularidade das festividades.
“É giro ver esta moldura humana e esta paisagem lindíssima, este cenário único”, afirmou, confidenciando ter sido a primeira vez que teve oportunidade de acompanhar o evento.
Fernando Mendes fez questão de elogiar o esforço dos campomaiorenses responsáveis pela construção das tradicionais flores de papel que decoram as ruas da vila. “Parabéns, principalmente, às pessoas que construíram isto, que se fartaram de trabalhar. Essa gente merece tudo”, sublinhou.
O papel de embaixador passa também pela divulgação das Festas do Povo junto de públicos mais alargados. A presença de uma figura tão conhecida como Fernando Mendes em Campo maior tem contribuído para aproximar visitantes do evento, com o apresentador a ser frequentemente abordado para fotografias e cumprimentos.
“Felizmente as coisas assim acontecem e eu estou aqui porque gostava muito do senhor Nabeiro”, explicou, referindo a ligação de amizade e admiração que mantém com a família Nabeiro. “Esta família diz-me muito. Quando apareceu o convite, eu tive que dizer que era obrigatório estar aqui e cá estou.”
Com 23 anos de presença televisiva à frente de “O Preço Certo”, Fernando Mendes considera que a longevidade do programa se deve, sobretudo, à relação com os portugueses. “Temos um país como o nosso, temos um povo como o nosso”, afirmou, defendendo que o programa representa “o país real”. Essa ligação, acrescentou, permite-lhe encontrar portugueses de norte a sul e também nas comunidades emigrantes.
A mesma diversidade de público está patente nas Festas do Povo. Fernando Mendes contou ter encontrado visitantes portugueses e emigrantes provenientes de países como França, Suíça e Alemanha, além de espanhóis que também atravessam a fronteira para conhecer o evento.
“É ótimo, é muito bom”, concluiu o embaixador, satisfeito com a adesão e com a dimensão humana das Festas do Povo de Campo Maior.
Após 11 anos de interrupção, o regresso das Festas do Povo voltou a transformar Campo Maior num imenso cenário de cor e criatividade, resultado de meses de trabalho voluntário da população e de uma tradição que continua a afirmar-se como uma das manifestações culturais mais emblemáticas do Alentejo.
O Festival Sete Sóis Sete Luas está de regresso a Montemor-o-Novo com uma programação internacional que se prolonga durante os meses de agosto e setembro, reunindo artistas do Mediterrâneo, de África e da América Latina e reforçando a ligação histórica do concelho a um projeto cultural que nasceu precisamente em terras montemorenses.
Na apresentação da programação, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, Carlos Pinto de Sá, recordou que o Festival Sete Sóis Sete Luas teve origem no concelho, no início da década de 1990, como uma iniciativa destinada a aproximar as culturas portuguesa e italiana. “O Festival Sete Sóis Sete Luas foi criado aqui em Montemor, nos anos 90, como um projeto que pretendia dar um maior conhecimento da cultura portuguesa em Itália e da cultura italiana em Portugal”, afirmou.
O autarca lembrou ainda que, ao longo da sua história, o festival trouxe a Montemor-o-Novo algumas das mais importantes figuras da cultura italiana e internacional, destacando nomes como Michelangelo Antonioni e os irmãos Taviani. Recordou igualmente o papel desempenhado pelo festival na projeção internacional de José Saramago, referindo que foi através desta iniciativa que o escritor recebeu o seu primeiro doutoramento honoris causa internacional, atribuído pela Universidade de Pisa.
Para Carlos Pinto de Sá, o regresso do festival representa também a oportunidade de recuperar o espírito fundador do projeto e de lhe conferir uma nova dimensão, assente na cooperação cultural entre diferentes territórios.
Além da programação artística prevista para agosto e setembro, que incluirá também iniciativas integradas na Feira da Luz/Expomor, o Município pretende aproveitar a rede internacional do Festival Sete Sóis Sete Luas para promover novas parcerias entre pequenas cidades europeias. “O que queremos é retomar o sonho que tínhamos inicialmente: criar uma rede de pequenas cidades europeias que possam intercambiar projetos culturais e relacionar os seus agentes culturais. É um sonho velho, mas vamos ver se é possível avançar nesse sentido”, sublinhou.
O presidente da Câmara revelou ainda que estão previstas reuniões com o município italiano de Pontedera, igualmente ligado às origens do festival, e com os responsáveis da organização, numa estratégia que pretende reforçar a cooperação internacional. “Julgo que temos condições para dar aqui um salto qualitativo na intervenção do Festival Sete Sóis Sete Luas, garantindo o desenvolvimento de Montemor e abrindo Montemor ao mundo. Queremos que o concelho continue a afirmar-se como uma referência cultural, tanto a nível nacional como internacional”, concluiu Carlos Pinto de Sá.
Com uma programação que valoriza o diálogo entre diferentes culturas e promove a circulação de artistas de vários países, o Festival Sete Sóis Sete Luas volta a afirmar Montemor-o-Novo como um importante palco de intercâmbio cultural e de projeção internacional.
Sem tempo para descansar, desde o início das Festas do Povo, no passado sábado, a presidente da Junta de Freguesia de São João Baptista, Anselmina Caldeirão, assegura que a sua principal preocupação tem sido olhar por aqueles que
“Temos visitas em casa, temos de dar esse apoio e não há tempo para dormir, porque a minha preocupação também são as pessoas que andam aqui nas horas de maior calor: é dar-lhes água e ter uma cadeira para descansarem”, revela.
Ainda assim, e pese embora o calor e o cansaço, “as pessoas adoram esta festa”. “Dizem que nunca viram uma festa igual a esta, que é encantadora. Estão sentadas cinco minutos à minha porta, mas vão embora cinco minutos depois, mesmo com o cansaço”, acrescenta.
Lamentando a falta de tempo para ajudar, Anselmima Caldeirão agradece ainda a todos quantos colaboraram com a ornamentação da sua rua, a Rua Dr. Telo da Gama, que diz ser “a mais bonita de todas”.
“Quero deixar um agradecimento muito grande a todas as pessoas que se empenharam, que trabalharam e fizeram este lindo trabalho, porque nós não tivemos muito tempo para ajudar nestes trabalhos. E já agora, dar os parabéns a todas as ruas, porque todas estão lindas”, remata.
Depois de percorrer diferentes regiões do país para celebrar as histórias, tradições e comunidades que dão forma à identidade portuguesa, a Delta Cafés conclui esta história de campanhas regionais no território onde tudo começou: o Alentejo. Com “Há muito Alentejo em Delta”, a marca regressa ao seu berço, em Campo Maior, e dá novo significado ao valor da origem, celebrando as pessoas, os saberes e as tradições que moldam o carácter da região – um Alentejo que vê mais além, que é maior, intemporal e que continua a cultivar o futuro.
Nesta campanha, o Alentejo ganha um significado especial para a Delta Cafés por ser a região que a viu nascer, onde se encontram as origens e a génese da marca. Entre campos decortiça, a tapeçaria de Arraiolos, o céu estrelado do Alqueva e as flores de papel que anunciam o regresso das emblemáticas Festas do Povo de Campo Maior, dez anos depois, a campanha dá voz a histórias e pessoas reais, revelando os seus ofícios e celebrando diferentes formas de viver, criar e preservar a região.
Do respeito pelos ritmos da natureza de quem trabalha a cortiça, à continuidade de uma arte transmitida entre gerações, passando pelo olhar de quem encontra no céu estrelado uma janela para o universo, esta narrativa acompanha ainda uma mulher que, com papel, destreza e dedicação, ajuda a preparar o regresso de uma tradição que transformae volta a florir as ruas de Campo Maior em autênticos jardins. Estas são expressões distintas de um território feito de trabalho, criatividade, conhecimento e orgulho nas suas tradições, unidas por uma ligação profunda à região e aos saberes que mantêm viva a sua identidade.
Ao longo destas histórias, o café acompanha os momentos que marcam o quotidiano: o início de um dia de trabalho, a momentos de pausa, a partilha de um saber, o encontro entre pessoas ou uma noite sob o céu, ajudando a manter os sentidos despertos para contemplar as estrelas.São momentos simples, mas profundamente Delta Cafés, porque traduzem traços comuns à marca: a proximidade às pessoas, a valorização das comunidades, a autenticidade dos gestos e a ligação às origens. Porque há um Alentejo que se faz com as mãos, se preserva na memória, se contempla no céu e floresce em comunidade. E há muito Alentejo em Delta!
“Só faria sentido fechar este capítulo de campanhas regionais no Alentejo, a região que viu nascer a Delta Cafés e que continua a inspirar a forma como olhamos para o futuro. Falar do Alentejo é voltar à origem: é falar do tempo, da dedicação, dos saberes transmitidos entre gerações e da força das comunidades que mantêm viva a identidade destaincrível região. E falar da Delta Cafés é, também, descrever uma região e uma origem que tanto nos orgulham. Com ‘Há muito Alentejo em Delta’, quisemos celebrar essa ligação profunda, dando protagonismo a pessoas e histórias reais que mostram diferentes formas de criar, cuidar e olhar para o território. São valores que reconhecemos na nossa marca e que continuam a guiar a forma como estamos próximos das pessoas, das regiões e das nossas origens. É também quando reconhecemos e nos orgulhamos da identidade e da história que nos fizeram quem somos que ganhamos ainda mais confiança naquilo que queremos construir enquanto marca, mantendo viva essa ligação entre a nossa origem e o futuro que queremos continuar a alcançar.”, afirma Mónica Oliveira, Diretora de Marketing e Comunicação de Cafés do Grupo Nabeiro.
Com visibilidade em meios de exterior e digital, a campanha contará com uma comunicação de forte presença na região do Alentejo e em localizações de elevada afinidade com este território, chegando ao público num momento especialmente simbólico para Campo Maior. Acompanhando o regresso das Festas do Povo, celebra uma tradição que transforma milhares de flores de papel numa expressão única de criatividade, união e orgulho local.
“Há muito Alentejo em Delta” dá continuidade à estratégia de aproximação regional da Delta Cafés, através da qual a marca percorre Portugal para valorizar as pessoas, os ofícios, as tradições e as histórias que tornam cada região única.
A Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem estado a acompanhar, a par e passo, a edição deste ano das Festas do Povo, levando aos ouvintes o ambiente, as histórias e os protagonistas desta grande celebração campomaiorense.
Esta segunda-feira, 10 de agosto, o estúdio desta estação, instalado no coreto do Jardim Municipal de Campo Maior, voltou a ser ponto de encontro de várias personalidades ligadas ao concelho e às Festas do Povo.
Ao longo da tarde, passaram pelo estúdio, para entrevista, os presidentes das três juntas de freguesia do concelho: Anselmina Caldeirão, de São João Baptista, Hugo Milton, da Expectação, e Florival Cirilo, de Degolados. Também Jorge Grifo, presidente da Assembleia Municipal de Campo Maior, marcou presença, assim como a cantora Chiquita.
As conversas permitiram conhecer diferentes perspetivas sobre esta edição das Festas do Povo, desde o envolvimento das freguesias e das populações até à importância cultural e turística de um evento que transforma Campo Maior e que, este ano, volta a trazer milhares de visitantes às ruas da vila.
Com o estúdio instalado no coração da festa, a Rádio Campo Maior/Rádio ELVAS tem também procurado dar voz aos campomaiorenses e a todos aqueles que contribuem para a concretização das Festas do Povo, acompanhando diariamente a programação e o movimento que se vive nas ruas ornamentadas.
Na galeria abaixo, mostramos-lhe mais algumas das ruas ornamentadas nesta edição das Festas do Povo, que continua a transformar Campo Maior num verdadeiro cenário de cor, criatividade e tradição.
A Câmara Municipal de Elvas tem uma reunião ordinária do seu Executivo, esta quarta-feira, dia 12 de agosto, às 16 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
A sessão, fechada ao público, apresenta a seguinte ordem de trabalhos: 1 – Período Antes da Ordem do Dia 2 – Aprovação da Ata de 22/07/2026 3 – Expediente Geral 3.1 – Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos: – Férias dos Eleitos – Atos praticados no âmbito da subdelegação de competências – Propriedade horizontal no processo de obras n.º 65/23 – Processo de obras n.º 69/26 – Pedido de redução de taxas – Processo de obras n.º 27/26 – Pedido de redução de taxas – Direito de preferência do prédio situado na Rua da Igreja, n.º 8 – Terrugem – Direito de preferência do prédio situado no Largo da Calçadinha, n.º 22 – S. Brás e S. Lourenço – Direito de preferência do prédio situado na Rua do Tabolado, n.º 9 – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Av. da Piedade, n.º 3 – C/V – Esq., fração “Q” – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua do Emigrante, n.º 25, Bairro de S. Pedro – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua de Madrid, n.º 12, fração “D” – Elvas – Direito de preferência do prédio situado no Beco Pêro Picão, n.º 7 – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua de Elvas, n.º 24 – Terrugem – Direito de preferência do prédio situado na Rua de Campo Maior, n.º 46 – R/C, fração “B” – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua da Igreja, n.º 71 – Terrugem – Direito de preferência do prédio situado na Rua de Londres, n.º 4 – 2º Dto., fração “F”, Bairro Europa – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua Gago Coutinho, n.º 57 – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua Nossa Senhora do Passo, n.º 6 – Barbacena – Direito de preferência do prédio situado na Travessa de S. João à Boa Vista – Stª. Eulália – Direito de preferência do prédio situado na Av. da Boa-Fé, n.º 77, fração “E” – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua Alcide Nogueira Vaz Leitão, n.º 13 – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Antiga E.N. 4, Quinta do Paraíso, n.º 10, fração “F” – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua do Espírito Santo, n.º 57-A – 1º andar, fração “B” – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua da Cadeia, n.º 22-A, fração “A” – Elvas – Direito de preferência do prédio situado na Rua da Cadeia, n.º 22-A, fração “A” – Elvas – Processos despachados de acordo com a delegação de competências – Processo de informação prévia de obras n.º 10/26 – Processo de obras n.º 34/23 – Alterações; n.º 8/25, n.º 81/25, n.º 29/26, n.º 44/26, n.º 51/26
3.2– Departamento Financeiro e Desenvolvimento: – Resumo diário de Tesouraria do dia 11 de agosto de 2026 – Alteração Orçamental – Proposta de Reprogramação da Operação 0183_EUROBEC_ENERGY_4_E”. – Operação ALT2030-FEDER-02912700 – Recuperação, Conservação e Valorização do Aqueduto da Amoreira – Fase II, tramo 1, 2 e 3
3.3- Departamento de Obras e Serviços Urbanos: – Atos praticados pelo presidente no período entre os dias 17 de julho e 5 de agosto de 2026 – Empreitada n.º 31/2024 de “Adaptação da casa da Quinta do Bispo a Centro Interpretativo da memória de António Sardinha”, receção provisória – Empreitada n.º 31/2024 de “Adaptação da casa da Quinta do Bispo a Centro Interpretativo da memória de António Sardinha”, multa por incumprimento de prazo – Empreitada n.º 04/2025 de “Reabilitação de Edifício na Estrada de Santa Rita, antigo lote 6, n.º 20”, trabalhos a menos – Empreitada n.º 09/2025 de “Construção do Loteamento da Terrugem – 1 ª fase”, receção provisória – Empreitada n.º 09/2025 de “Construção do Loteamento da Terrugem – 1 ª fase”, multa por incumprimento de prazo – Empreitada n.º 04/2026 de “Conservação da Rede Viária – Corte de Ervas 2026”, receção provisória – Empreitada n.º 13/2026 de “Reabilitação do Paiol de Santa Bárbara”, ata n.º 1 do Júri do Procedimento – Empreitada n.º 13/2026 de “Reabilitação do Paiol de Santa Bárbara”, ata n.º 2 do Júri do Procedimento – Empreitada n.º 17/2026 de “Requalificação da Escola Básica de Vila Boim, Elvas (Agrupamento de Escolas D. Sancho II)”, ata n.º 1 do Júri do Procedimento
3.4 – Departamento de Cultura, Turismo, Inovação e Comunicação: – XVI Encontros de Arqueologia do Sudoeste Europeu – Adiamento da realização para 2027, – Cedência do Forte da Graça para a realização de uma roadtrip com colecionadores, – Proposta de cedência do CNT para a realização do II Open de Xadrez da Cidade de Elvas, – Proposta de cedência do CNT ao Agrupamento nº 189 – Escuteiros de Vialonga, – Propostas de cedência da nave 3 do Centro de Negócio Transfronteiriço a Organização do 7 Open Cidade de Elvas de Setas, – Proposta de cedência do Auditório São Mateus à Nova Aliança Igreja Cristã – Elvas para a realização do Congresso de Homens, – Proposta de cedência do Centro de Negócios Transfronteiriço à CIMAA, para a realização do evento anual do FCSAL 2026 (nave 3 e auditório)
4 – Assuntos propostos pelo presidente, pelo vice-presidente e vereadores: 4.1. – Projeto de: “Construção de Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia (CROAC) na Antiga Carreira de Tiro do RI8 no Monte do Falcato – Prédio Militar n.º 100 de Elvas”, especificações técnicas, 4.2. – Proposta de realização do Mês do Teatro 2026, 4.3. – Adjudicação do concurso público para Cessão de Exploração de Meeting Point (Bar) na Expo São Mateus – Relatório final do júri, 4.4. – Sessão de Formação “Gestão Cultural”, no MACE, dias 12 e 13 de outubro de 2026, 4.5. – Cedência de transporte à Gota D´Arte, 4.6. – Protocolo com a Polícia de Segurança Pública (PSP), 4.7. – Projeto «Alegria com Memória» – Compromisso de investimento social, 4.8. – Alteração de titular da banca n.º 49 do Mercado Municipal da Casa das Barcas, 4.9. – Alteração de titular das bancas n.ºs 50, 51 e 52 do Mercado Municipal da Casa das Barcas, 4.10. – Concessão de loja no Mercado Municipal da Casa das Barcas, 4.11. – Proposta “Elvas: Centro Empresarial do Interior Alentejo” – Manifestação de Interesse para a Grande Área Empresarial, 4.12. – Apoios: a) Ligas dos Unidos de Vila Boim, b) Juventude Desportiva da Terrugem.
Natural de Campo Maior, Chiquita regressou à vila, no decorrer das Festas do Povo, para apreciar a arte dos seus conterrâneos, que descreve como “um milagre”.
Dizendo que a sua terra é um verdadeiro jardim, em entrevista à Rádio ELVAS/Rádio Campo Maior, a artista, que agradece e dá os parabéns aos campomaiorenses, começa por dizer que Campo Maior não podia estar melhor nem mais bonito.
“Campo Maior está lindo, está maravilhoso. Isto é um paraíso”, diz a cantora, que agradece, em primeiro lugar, às mulheres campomaiorenses, uma vez que é das mãos delas que sai a “beleza toda” das festas: as flores. “Em seguida é que vêm os homens. Então, o meu muito obrigado aos homens de Campo Maior e à população em geral, que, mais uma vez, fizeram o milagre das rosas, dos malmequeres… É um jardim a minha terra”, acrescenta.
Revelando-se “muito feliz” por ver a terra onde nasceu “tão bonita”, Chiquita destaca também a afluência de público ao evento. “Tanta e tanta gente que vem de fora. Eu vinha aí a andar no jardim e ouve-se falar francês, ouve-se falar espanhol e ouvem-se falar até línguas que eu não conheço”, assegura.
Assegurando que as festas são “a cultura de um povo”, Chiquita assegura que sempre representou Campo Maior além-fronteiras, através das tradicionais saias, da maneira de cantar e até da própria alegria das gentes da terra, ao longo dos seus quase 50 anos de carreira: “Sempre falei da minha terra, sempre representei a minha terra. Fui a muitos países e lá representei Campo Maior”.
“Eu parti de Campo Maior tinha 11 anos, em 1963. Em 1969 fui para Paris e levei sempre, no ADN, Campo Maior e a minha gente. Eu sou filha e neta de gente humilde e isto para mim é muito importante”, recorda ainda Chiquita.
No âmbito da estratégia de conservação e valorização do património municipal, foram recentemente realizadas pinturas no interior da Praça de Touros de Monforte.
Esta intervenção integra o conjunto de ações de manutenção promovidas pelo Município, com o objetivo de preservar os edifícios culturais do concelho, garantindo melhores condições para todos os que os utilizam e valorizando um espaço de grande significado para a nossa identidade.
O Convento de Nossa Senhora da Luz, em Arronches, abre as suas portas no próximo sábado, dia 15 de agosto, pelas 17h30, para acolher em simultâneo duas propostas artísticas distintas: a exposição “Simplicitude”, do artista plástico Alfredo Martins, e a mostra “Artesanato”, do artesão Belmiro Gonçalves.
A iniciativa, que conta com o apoio do Município de Arronches, visa dinamizar o panorama cultural da região e cruzar diferentes linguagens criativas — a arte contemporânea e o saber-fazer tradicional — num dos espaços mais emblemáticos e históricos da vila.
Na exposição “Simplicitude”, Alfredo Martins propõe uma reflexão visual guiada pelo despojamento e pela essência das formas, onde a complexidade dá lugar à beleza do essencial. Em paralelo, a mostra “Artesanato”, de Belmiro Gonçalves, celebra a identidade local e a mestria manual, transformando matérias-primas simples em peças de elevado valor cultural e etnográfico.
A cerimónia de inauguração contará com a presença dos autores, proporcionando um momento de partilha direta com o público e com a comunidade local.
Ambas as exposições ficarão patentes ao público nas salas do Convento de Nossa Senhora da Luz, podendo ser visitadas gratuitamente durante o horário regular de funcionamento do espaço rodoviário/cultural.
A nutricionista Elisabete Simões dinamiza iniciativas pedagógicas com as crianças da Oficina da Criança de Borba focadas na promoção de hábitos alimentares saudáveis. Através de dinâmicas práticas e lúdicas, o objetivo é ensinar os mais novos a fazer escolhas alimentares equilibradas no seu dia a dia.
As sessões orientadas pela nutricionista na Oficina da Criança de Borba assentam em pilares de saúde pública e bem-estar infantil: capacitar as crianças para reconhecerem os benefícios de uma ementa variada; combater o sedentarismo e o consumo excessivo de açúcares ou produtos processados e criar pontes para que as ementas saudáveis e os lanches equilibrados cheguem a casa.
O Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas António Tomás Pires recebe, no próximo dia 15 de agosto, o workshop de escultura “Conchas e o que elas sugerem”, orientado por Maria José Rijo.
A iniciativa decorre entre as 10h30 e as 12h30 e convida os participantes a explorar a criatividade e as formas sugeridas pelas conchas, transformando estes elementos naturais em inspiração para trabalhos escultóricos.
O workshop tem inscrições limitadas a 15 participantes, permitindo um acompanhamento mais próximo durante a atividade.
Promovida pelo Município de Elvas, a iniciativa proporciona uma experiência de aprendizagem e criação artística, incentivando a imaginação e o contacto com diferentes formas de expressão plástica.
O presidente da Câmara Municipal de Arraiolos, Jorge Macau, considera que o concelho tem em curso um conjunto de projetos estruturantes, capazes de impulsionar o desenvolvimento económico, valorizar o património e criar condições para fixar população e atrair investimento.
Entre as principais apostas está o POETA – Polo de Oportunidades Tecnológicas de Arraiolos, uma incubadora de empresas que representa um investimento de cerca de 3,1 milhões de euros. Apesar de os dois concursos públicos para a empreitada terem ficado desertos, a autarquia prepara o lançamento de um terceiro procedimento, mantendo a determinação em concretizar o projeto. “Temos projetos que consideramos estruturantes para o futuro de Arraiolos, começando logo pelo POETA, que é um Polo de Oportunidades Tecnológicas, uma incubadora de empresas. Infelizmente, já abrimos concurso por duas vezes e ficou deserto, mas vamos abrir um terceiro concurso público para uma empreitada no valor de 3 milhões e 100 mil euros”, afirmou Jorge Macau.
O autarca reconhece que o investimento representa um esforço significativo para o Município, uma vez que apenas uma pequena parte é cofinanciada, mas considera que o projeto será determinante para o futuro do concelho. “Queremos muito fazer este projeto porque fará toda a diferença no futuro. É um investimento de grande peso para o orçamento municipal, mas pensamos que temos mesmo de o concretizar. O objetivo é fixar a população que temos, atrair novos habitantes, novas empresas e, sobretudo, criar condições para que exista emprego qualificado em Arraiolos”, sublinhou.
Na área do património e da cultura, Jorge Macau destacou também a requalificação do Palácio dos Condes do Vimieiro, cuja primeira fase, que incluiu o reforço estrutural do edifício e a substituição da cobertura, já foi concluída. O concurso público de ideias foi igualmente finalizado, estando escolhido o projeto que servirá de base à próxima fase da intervenção. “Como o Vimieiro é a terra dos músicos, este espaço será dedicado à música e à filarmonia. Consideramos que é um projeto essencial para o concelho”, referiu.
O presidente da Câmara anunciou ainda que será lançado brevemente o concurso público para a construção do Laboratório de Arte Têxtil Contemporânea, em parceria com a Universidade de Évora, adiantando igualmente que está em desenvolvimento o projeto do futuro Museu Durão Gomes.
Para Jorge Macau, estes investimentos demonstram a estratégia do Município de apostar simultaneamente na inovação, na cultura e na valorização do património, criando melhores condições para viver, trabalhar e investir no concelho de Arraiolos.
As Festas do Povo de Campo Maior continuam esta terça-feira, 11 de agosto, com um programa que tem como principal destaque a atuação dos Bandidos do Cante.
A programação arranca às 21h00, no Palco do Jardim Municipal, com a atuação de Leonor Alegria. Às 21h30, o Projeto de Formação de Música do Município de Campo Maior atua no Largo do Barata.
Os Bandidos do Cante sobem ao palco do Jardim Municipal às 22h15.
A partir das 22h45, o DJ Pekedy anima o Largo do Barata e, às 23h30, Zé Pedro Sousa dá início ao baile no Jardim Municipal, prolongando a animação até às 02h00.
As Festas do Povo de Campo Maior continuam até ao próximo domingo.
“Conexão Futuro”, de Lívia Rocha, é um dos 14 projetos que se encontra a votação à edição deste ano do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Elvas: uma proposta direcionada aos alunos do 12.º ano que pretende facilitar a transição entre o ensino secundário, a universidade e o mercado de trabalho.
Em entrevista à Rádio Elvas, a promotora explica que o objetivo passa por preparar os jovens para os desafios que encontram após concluírem o ensino secundário, através de um conjunto de formações práticas ao longo do ano letivo. A implementação do projeto será feita em articulação com a Escola Secundária de Elvas, cuja direção já manifestou disponibilidade para colaborar na iniciativa.
Uma resposta às dificuldades da transição
Segundo Lívia Rocha, o projeto nasceu da sua experiência profissional e académica na área da educação e dos recursos humanos. Assistente social de formação, mestre em Gestão de Recursos Humanos e atualmente doutoranda em Economia Circular na Escola Superior de Biociências de Elvas, a responsável acredita que muitos jovens chegam à universidade ou ao mercado de trabalho sem estarem preparados para as novas exigências.
“Os alunos passam muitos anos num ambiente escolar protegido e, quando fazem essa transição, enfrentam uma realidade completamente diferente. A intenção é dar-lhes ferramentas para que esse processo seja mais seguro e consciente”, explica.
Formação prática e competências para o futuro
O “Conexão Futuro” prevê sessões dedicadas ao desenvolvimento de competências pessoais e profissionais, abordando temas como inteligência emocional, gestão de conflitos, diversidade, responsabilidade social, sustentabilidade, economia circular, economia social e inovação social. A proposta inclui ainda ações de sensibilização para a prevenção da violência escolar, do bullying e do ciberbullying.
Ao contrário de um modelo de ensino tradicional, as atividades serão desenvolvidas de forma prática e participativa, recorrendo a dinâmicas de grupo, trabalhos colaborativos, vídeos, debates e outras metodologias ativas. Os próprios alunos serão envolvidos na definição de algumas das atividades, de forma a adaptar os conteúdos às suas necessidades e interesses.
Benefícios para alunos e comunidade
Além dos estudantes, Lívia Rocha considera que o projeto poderá beneficiar toda a comunidade educativa, incluindo professores, encarregados de educação e empresas, ao contribuir para a formação de jovens mais preparados para os desafios académicos e profissionais.
A candidatura apresenta um investimento de 25 mil euros, valor destinado à implementação integral da iniciativa. O orçamento contempla materiais pedagógicos, equipamentos, apoio logístico, realização das atividades práticas, registo audiovisual das sessões — mediante autorização —, bem como os recursos humanos necessários à execução do projeto.
Objetivo passa por alargar a iniciativa
Caso seja aprovado, o projeto será inicialmente desenvolvido junto de turmas do 12.º ano selecionadas pela direção da Escola Secundária de Elvas. No entanto, a promotora espera que, após a avaliação dos resultados, a iniciativa possa ser alargada a outros anos de escolaridade e, futuramente, a outras escolas.
Durante a entrevista, Lívia Rocha apelou ainda à participação dos munícipes na votação do Orçamento Participativo, defendendo que o “Conexão Futuro” representa um investimento na preparação dos jovens e no futuro da comunidade.
A votação do Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Elvas decorre até 2 de outubro.
A entrevista completa para ouvir no podcast abaixo: