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Exército Português honra a história numa das mais emblemáticas tradições da Arma de Cavalaria

O Regimento de Cavalaria N.º 3 (RC3) de Estremoz voltou a cumprir uma das mais emblemáticas tradições da Arma de Cavalaria, participando na histórica Marcha a Cavalo rumo à vila da Batalha, integrada nas Atividades da Arma de Cavalaria, que este ano se celebram a 18 de julho de 2026.

Com partida da Escola das Armas, em Mafra, esta marcha representa muito mais do que um percurso a cavalo. É um símbolo vivo da identidade da Cavalaria Portuguesa, no qual a resistência, a disciplina, a coragem e o espírito de corpo se unem para manter viva uma herança construída ao longo de gerações.

A atividade contou com a participação do Regimento de Cavalaria N.º 3, do Regimento de Cavalaria N.º 6, do Regimento de Lanceiros N.º 2, do Quartel da Cavalaria da Brigada Mecanizada, Alunos da Academia Militar e Militares da Unidade de Segurança e Honras de Estado da Guarda Nacional Republicana.

Esta atividade teve como objetivo homenagear o patrono da Arma de Cavalaria, Tenente-Coronel Mouzinho de Albuquerque, evocando a brilhante conduta dos militares portugueses por si comandados nos combates de Macontene, durante as Campanhas de Pacificação em Moçambique, em 1897.

Mais do que uma marcha, este é um testemunho de continuidade. Um momento em que o passado encontra o presente para preparar o futuro, mantendo viva a essência de uma Arma que continua a servir Portugal com dedicação e excelência. Porque há tradições que resistem ao tempo. Há valores que nunca se rendem. E há uma Cavalaria que continua, todos os dias, a honrar o passado, a servir o presente e a preparar o futuro

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