
As produções portuguesas estiveram em destaque na edição deste ano do Festival Ibérico de Cinema, conquistando três distinções. A curta-metragem «A Fronteira Azul», de Dinis M. Costa, arrecadou dois dos principais prémios do festival: o galardão para Melhor Música Original, atribuído a Francisco Ferro, e o prémio da Associação Espanhola de Diretores de Fotografia (AEC) para Melhor Fotografia, entregue a Tomás Brice.
Também a curta «Rui Carlos», realizada por Margarida Paias, foi distinguida ao vencer o Prémio do Público Infantil, no âmbito do Festival dos Miúdos. O filme, passado em meados da década de 1980, acompanha o crescimento de um jovem após um episódio aparentemente simples que marca a passagem da infância para a adolescência. Ambas as obras estiveram nomeadas nos mais recentes Prémios Sophia, da Academia Portuguesa de Cinema.
O Festival Ibérico de Cinema teve cinco curtas portuguesas na Secção Oficial. O prémio de Melhor Curta-Metragem foi atribuído à produção «Homing», de Hansel Rodrigues e Elizabeth Atherton, enquanto «In Memoriam», de Teresa Bellón e César F. Calvillo, conquistou os Prémios do Público em Badajoz, Olivença e San Vicente de Alcântara. Com mais de 30 anos de história, o Festival Ibérico de Cinema é considerado o mais antigo dedicado à promoção conjunta do cinema de Portugal e Espanha.















