
Uma chávena de café é, para milhões de portugueses, um ritual diário. Mas poderá este hábito tão enraizado também ter um papel positivo na prevenção do cancro da mama? É a esta e muitos outras perguntas cientificamente desafiantes que a Fundação Champalimaud procura responder, agora com apoio da Delta Cafés.
O acordo entre as duas entidades permitirá reforçar a investigação da Unidade da Mama e lançar uma linha de investigação pioneiras em Portugal. Esta linha de investigação é inteiramente financiada pela Delta Cafés, que assume assim um papel ativo e comprometido no avanço do conhecimento científico em Portugal.
O café é a bebida mais consumida no mundo logo depois da água. Contém centenas de compostos bioativos, entre os quais a cafeína, os polifenóis e outros antioxidantes, cujo impacto na saúde humana a ciência procura aprofundar.
No caso específico do cancro da mama, a evidência científica disponível indica para uma relação positiva entre o consumo de café e fatores como qualidade de vida, fadiga, composição corporal ou interação com terapêuticas. A investigação agora anunciada pretende contribuir para uma melhor compreensão destas questões, através de estudos conduzidos com rigor científico e metodológico.















