O parque de jogos da Calçadinha acolheu na tarde de ontem, sábado, 11 de abril, a oitava jornada do 30º Torneio do Jogo da Malha do Concelho de Elvas “João Brioso”, correspondente à freguesia de São Brás e São Lourenço.
Em seniores masculinos a vitória foi para Nuno Conceição, de Caia, São Pedro e Alcáçova, com 5 derrubes; nas senhoras triunfou Regina Saraiva, de Vila Viçosa, com 4; em veteranos Venâncio Cachapela, de Vila Viçosa, com 7; e em sub-13 venceu Leonardo Branco, de São Brás e São Lourenço, com 2 derrubes.
Estiveram presentes este sábado na Calçadinha a presidente da Junta de Freguesia de São Brás e São Lourenço, Vitória Lérias, e os restantes membros do executivo.
A nona e penúltima jornada do 30º Torneio Concelhio da Malha está marcada para as 14h30 do próximo sábado, 18 de abril, no parque de feitas do bairro da Boa-Fé, correspondendo à freguesia de Caia, São Pedro e Alcáçova.
“Entre Extremadura e Portugal: Arte, Literatura t Vínculos Culturalee” é o tema central da edição 2025/2 da Revista de Estúdios Extremeños, cuja edição 2025/02 foi apresentada ontem, sábado, 11 de abril, no MACE – Museu de Arte Contemporânea de Elvas.
Criada há quase um século, em 1927, a publicação aborda temas históricos, literários e artísticos, tendo o apoio da Diputación de Badajoz, através do Centro de Estudos Extremeños (CEEx).
A sessão deste sábado no MACE abriu com intervenções do vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha; de Ricardo Cabezas, concejal dó Ayuntamiento de Badajoz; e Sara Espina, Chefe de Secção do CEEx.
Seguiu-se uma conversa sobre a revista e a ligação social e cultural entre Portugal e a Extremadura, com as intervenções do comendador António Cachola, proprietário da coleção que serve de base ao MACE; Antonio Sáez, catedrático de Literaturas Ibéricas na Universidade de Évora; e Patrícia Machado, diretora do Museu de Arte Contemporânea de Elvas.
Luís Caraças, autor da exposição “Campo Maior – Uma Visão Estereoscópica”, vai estar no espaço.arte, na tarde do próximo dia 24, para uma conversa de artista com alunos da Escola Secundária da vila. Esta será, para os estudantes, uma oportunidade de descobrir mais sobre a estereoscopia e sobre os trabalhos expostos.
A mostra em questão apresenta, na galeria municipal da vila, desde janeiro, através de um conjunto de imagens, o território através da técnica da fotografia estereoscópica, criando uma experiência visual imersiva e diferenciadora sobre o quotidiano de Campo Maior. De acordo com o autor, neto de um antigo fotógrafo amador campomaiorense, esta exposição surgiu na sequência de um livro que editou com imagens captadas pelo seu avô: a obra “Campo Maior a Preto e Branco”, que retrata a vila entre os anos 20 e 50.
Detentor do espólio do seu avô e depois de uma recolha que fez em Campo Maior, em termos de “material socialmente gráfico”, Luís Caraças, também ele natural do concelho, considerou que seria interessante apresentar “uma exposição diferente de uma exposição tradicional de fotografia”. Esta é uma exposição que apresenta “fotografia estereoscópica, que é uma questão diferente, que muita gente desconhece, que existiu e que está na base do que hoje conhecemos como a fotografia digital 3D e tudo o que está à volta dela”.
A exposição reúne um total de 38 imagens, sendo que a par das do seu avô, que acabou tornar estereoscópicas, Luís Caraças apresenta também nesta mostra fotografias de dois outros fotógrafos, depois de ter conseguido recolher vários negativos.
Os temas apresentados nesta exposição, e que mostram “pequenos pedaços da história” de Campo Maior, vão desde as muralhas, às procissões e aos eventos, entre o século XIX e 2025, ano em que se realizou a última edição das Festas do Povo.
Um dos principais objetivos da mostra é dar a conhecer “às pessoas, aos interessados e à população escolar o que é a estereoscopia”. A estereoscopia, adianta Luís Caraças, “é uma coisa que vai além da fotografia normal”. “Ao contrário da fotografia plana, provoca no observador uma sensibilidade de presença, como se o espaço representado se abrisse à sua frente. No momento em que as duas imagens se fundem numa só, simulam o nosso olhar, os planos afastam-se, os objetos ganham volume e a distância entre os elementos torna-se subitamente mensurável”, esclarece.
As fotografias em exposição têm de ser visualizadas com uns óculos próprios, entregues aos visitantes à entrada do espaço.arte. “Cada uma das imagens tem uma legenda, um pequeno troço com uma explicação histórica, em resumo. Portanto, não se fica apenas por contemplar a fotografia. Além de contemplar a fotografia com a profundidade que ela nos dá, ainda tem uma nota histórica relacionada com o que estamos a ver”, remata Luís Caraças.
O EP “Afro Texas”, que resulta de uma colaboração dos músicos Ribas e Sardo, é apresentado ao público, no bar do Castelo de Elvas, a 1 de maio, numa noite que promete ser de grande festa.
É nesse dia que o álbum fica disponível, tanto em formato físico como digital, sendo que três dos seis temas que compõem este trabalho foram já lançados. “Ainda faltam sair algumas canções, não queremos expor já tudo, mas podemos prometer que vai ser um álbum com muita animação”, garante Sardo. Na festa, para além da dupla, participarão outros artistas, incluindo um “com algum nome”, adianta o músico elvense, sem desvendar de quem se trata. Também o DJ Gasmuski irá animar o público presente.
Já Ribas, natural do Barreiro, mas com família em Elvas, onde reside há já três anos, recorda que foi Sardo quem o procurou, numa primeira instância, na altura em que começava a cantar e a gravar os seus primeiros temas. “Como eu tenho um estúdio em casa, começámos por aí: a ajudarmo-nos e ficámos logo com uma amizade que nunca esperámos e toda a gente sabe e diz que nós os dois juntos temos uma boa conexão. Foi isso que aproveitámos: o bom feedback que as pessoas nos deram”, adianta o artista. Dizendo que, fora a música, os dois têm já uma amizade “gigante”, Ribas revela que, entretanto, a dupla começou também a “despertar alguma atenção das editoras”.
A festa, no dia 1, tem início marcado para as 23 horas. As pulseiras de acesso, já em pré-venda, têm um custo de três euros. No próprio dia, o preço sobe para cinco euros.
Durante este fim-de-semana realiza-se a quarta edição do EuroBEC Granfondo, prova de ciclismo que terá o seu ponto alto este domingo 12 de abril, com a realização da prova destinada aos escalões principais, que reunirá cerca de 2000 participantes.
A competição realizada no território da Eurocidade que congrega Badajoz, Elvas e Campo Maior, tem desta vez partidas e chegadas junto ao Estádio Nuevo Vivero, em Badajoz, depois de em 2023, 24 e 25 ter tido por cenários principais Badajoz, Elvas e Campo Maior, respetivamente.
Na tarde de sábado, dia 11, realizou-se o EuroBEC Kids, corrida destinada aos escalões infantis.
A organização do EuroBEC Granfondo é assegurada pelos municípios que compõem a Eurocidade, com toda a logística da prova a cargo da empresa portuguesa BikeService, líderada pelo antigo ciclista Manuel Zeferino.