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Belga Verbrugghe vence ao sprint em Évora e Tiago Antunes conquista Volta ao Alentejo/Crédito Agrícola

O belga Jens Verbrugghe venceu ao sprint a última etapa da Volta ao Alentejo em Bicicleta, disputada entre Moura e Évora, após 163,1 quilómetros. O corredor foi o mais forte na chegada final, superiorizando-se à concorrência numa etapa decidida ao detalhe.

A tirada foi fortemente atacada desde o quilómetro zero, e após uma primeira tentativa sem sucesso, um grupo de 19 corredores conseguiu ganhar a dianteira face ao pelotão e distanciar-se.

Desse grupo de 19 ciclistas, Nico Tivani era o mais perigoso para Antunes e o argentino da Aviludo-Louletano-Loulé chegou mesmo a ser virtualmente o líder da Geral, o que obrigou a Efapel Cycling a trabalhos redobrados no pelotão.

A fuga já havia sido formada aquando da primeira e única contagem de montanha de terceira categoria, em Monsaraz: foi Gonçalo Leaça, corredor Credibom / LA Alumínios / Marcos Car, que recebeu o Prémio da Combatividade A MatosCar, a passar na frente, embora já sem grandes implicações para a liderança da classificação da montanha. Essa já havia sido assegurada na véspera por Alexis Guérin (Anicolor/Campicarn), depois de o Camisola Azul – RTP ter ganho nas Antenas de São Mamede.

Nas metas volantes, em Reguengos e Évora, os protagonistas foram outros: Enea Sambinello (UAE Team Emirates Gen-Z) foi o mais rápido na primeira, Santiago Mesa, sprinter da Anicolor/Campicarn que viria a ser protagonista também na meta e que garantiu a Camisola Verde – Delta Cafés, dos pontos, foi o mais rápido na segunda – na juventude, Ugo Fabries, francês da UAE Team Emirates Gen-Z, também manteve a Camisola Branca – Turismo do Alentejo.

Na classificação geral, o português Tiago Antunes confirmou a vitória final, garantindo a conquista da “Alentejana” após vários dias de grande equilíbrio. O pódio ficou completo com Alexis Guérin e Ugo Fabries, que acompanharam o português nas primeiras posições da geral.

Terminou assim uma grande edição da prova, marcada por constantes mudanças na camisola amarela, com um líder diferente praticamente todos os dias até à véspera do final. A corrida contou ainda com um contrarrelógio para especialistas e uma exigente etapa rainha na Serra de São Mamede, decisiva para as contas finais. Na classificação coletiva, a vitória pertenceu à equipa Efapel Cycling.

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