De 23 a 26 de abril todos os caminhos prometem ir dar a Alter do Chão, onde terá lugar mais uma edição da tradicional Feira de São Marcos.
Serão quatro dias de animação, cultura e de celebração da forte ligação de Alter ao mundo equestre, que têm vindo a ser preparados, de acordo com o presidente da Câmara, Francisco Miranda, para que se possa, no decorrer do certame, mostrar o que de melhor faz e produz no concelho.
“Temos o programa montado, temos todos os setores da Câmara a trabalhar para termos mais um São Marcos de grande qualidade, para que se possa mostrar aquilo que melhor temos, melhor sabemos fazer, divulgar e promover o cavalo Alter Real, as nossas empresas, os nossos produtos endógenos. É por aí o caminho e queremos que seja mais um sucesso, como tem sido nos anos anteriores”, diz o autarca aos nossos microfones.
Já com o cartaz de espetáculos anunciado, a Feira de São Marcos conta, desta vez, com as atuações de João Pedro Pais e Zé Pedro Sousa, no dia 23; Los Romeros e Insert Coin, no dia 24; Vizinhos e Karetus, no dia 25.
A par dos espetáculos e da componente equestre, a Feira de São Marcos, uma vez mais, contará com espaços dedicados ao artesanato, à gastronomia, à doçaria e aos produtos locais.
O evento, que contempla ainda diversas atividades para miúdos e graúdos, é promovido pela Câmara Municipal, em parceria com a Coudelaria e a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Alter do Chão.
O Município de Campo Maior e a APPACDM de Elvas assinaram, recentemente, o protocolo de renovação da colaboração entre as duas instituições para este ano de 2026.
Em causa está o documento que estabelece que a APPACDM, através dos seus técnicos, continuará a proporcionar às crianças e respetivas famílias da Unidade Especializada de Inclusão com multideficiência do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, nos períodos de interrupção letiva, o desenvolvimento de atividades visando a promoção da sua autonomia e da participação ativa das mesmas.
Para o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha, a intenção é manter sempre a aposta neste projeto. “Nós vamos querer manter esta ideia inovadora – o presidente Luís Mendes sempre disse que era uma questão inovadora -, e pelo menos enquanto eu estiver à frente dos destinos do Município de Campo Maior, a APPACDM contará sempre connosco e nós contaremos sempre com a APPACDM”, assegura.
“O que está em causa aqui são os alunos da unidade, e a APPACDM vem garantir-nos, a nós e principalmente às famílias e aos alunos, um período em que não havia capacidade de trabalhar com eles”, adianta o autarca.
“Quero saudar a APPACDM pela sua disponibilidade e boa vontade e, da parte do Município de Campo Maior, dizer que estamos sempre disponíveis para continuar a apoiar essa mesma instituição”, remata Rosinha.
O apoio da Câmara Municipal de Campo Maior à instituição elvense no âmbito desta colaboração é de 10.150 euros.
O Clube de Amadores de Caça e Pesca de Elvas reúne-se, no próximo sábado, dia 28 de março, em Assembleia-Geral. Em cima da mesa está a aprovação do relatório de contas de 2025 e todos os assuntos que os sócios considerem importantes tratar junto da Mesa da Assembleia e da direção administrativa.
A verdade é que a atividade do clube, atualmente, contrasta com a que teve em outros tempos, com a área da pesca inativa “há já bastantes anos”. Para isso, garante o vice-presidente do clube, João Silva (na imagem), tem contribuído, sobretudo, a elevada faixa etária dos sócios.
“No ano passado tivemos dois sócios que se interessaram, principalmente um que se interessou em reativar essa atividade da pesca. No entanto, e por força das circunstâncias e da faixa etária das pessoas, dos poucos sócios que ainda se dedicam a essa atividade, não foi possível reunir condições para que essa fosse relançada outra vez”, começa por explicar o responsável. Depois também, infelizmente, por questões de saúde, essa pessoa que iria relançar a pesca desistiu dessa atividade e de procurar que isso fosse reativado”, acrescenta.
Atualmente com cerca de cem associados, depois de já ter tido mais de 300, e apenas dedicado à área cinegética, o clube não tem vindo a conseguir atrair sócios com idade abaixo dos 50 ou 60 anos.
A faixa etária dos sócios do Clube de Amadores de Caça e Pesca de Elvas é “muito elevada”, garante João Silva, que dá o seu próprio exemplo, que em 2026 chega aos 71 anos. “Somos nós, os velhos, que ainda nos vamos dedicando a arrastar as botas para o campo e a espingarda, muitas vezes só para ir dar uma volta, porque cada vez as peças cinegéticas são menos. Mas gostamos de ir para o campo, de estar no campo, de conviver, de fazer uns almoços, uns petiscos, muitas vezes debaixo de uma árvore à sombra, e é isto que vai mantendo a atividade do clube”, confessa.
Ainda que o regime das atividades cinegéticas em Portugal seja rigoroso no que toca, entre outros, a períodos, locais e métodos autorizados para a caça, João Silva garante que o clube elvense cumpre todas as regras impostas. “Aliás, o clube faz a gestão de duas reservas municipais, uma em Elvas e outra em Barbacena, e ainda recentemente tivemos uma auditoria do ICNF” (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas), avança.
A cada renovação, realizada de seis em seis anos, através da Federação de Caçadores (FenCaça), o clube tem de tratar de “muitos documentos, muita papelada, muita burocracia”, recebendo, posteriormente, uma auditoria do ICNF. “Mas está tudo em ordem, cumprimos todas as regras: nem damos cabo de árvores, nem de cercas, nem de coisas nenhumas e os caçadores são sempre acompanhados por um responsável do clube para ver se não há transgressões, se cumprem as regras que são impostas e que temos que fazer cumprir”, diz ainda o vice-presidente da associação.
A Assembleia Geral, no sábado, a ter lugar na sede da coletividade, no Largo Luís de Camões, no centro histórico de Elvas, está marcada para as 16 horas. “Apelamos a que todos os sócios do clube compareçam na Assembleia Geral, até para dar outra dinâmica ao clube e para que coloquem os problemas que têm e digam o que é que gostariam que o clube fosse e que atividades tivesse”, remata João Silva.
O livro de poesia “Silêncio Ensurdecedor II”, de Luís Pedras, foi apresentado ao final da tarde de sábado, 21 de março, na sala polivalente da Biblioteca Municipal de Elvas Dra. Elsa Grilo.
Ceramista e poeta – criador daquelas que são actualmente as mais conhecidas roncas de Elvas -, Luís Pedras aproveitou também este momento para interpretar alguns temas musicais de sua autoria ao som do instrumento de percussão designado por Handpan.
Além do autor, a obra foi apresentada pela diretora da Biblioteca Municipal, Tânia Rico, pela poetisa espanhola Antonia Cerrato e pelo jovem escritor elvense Rodrigo Fialho.
Em representação do presidente, comendador José Rondão Almeida, o vice-presidente do Município, Nuno Mocinha, deixou palavras de apreço a Luís Pedras pelos seus multifacetados talentos como ceramista, músico e escritor, desejando o maior sucesso para o novo livro, cuja edição é apresentada em quatro línguas: português, espanhol, inglês e mandarim.
Integrada na programação cultural do “Março Mês do Teatro”, a comédia “Despedida de Casados”, da Companhia Caixa de Cena, subiu ao palco do Centro Cultural, na noite de 21 de março.
Protagonizado por Kapinha e Mafalda Teixeira, o espetáculo acompanha a história de um casal em crise que, determinado a salvar o casamento, decide experimentar as soluções mais diversas e improváveis. Entre discussão, mal-entendidos e momentos surpreendentes, a narrativa conduz o público por uma reflexão divertida sobre o amor, as relações e os desafios da vida a dois.
Com um ritmo sonoro e repleto de momentos cômicos, uma peça garantida gargalhadas do início ao fim, envolvendo o público numa viagem leve e bem humorada sobre as complexidades da vida em casal.