Realizou-se no passado sábado, dia 14, em Corroios, mais uma edição da Taça AKGP (Associação Karate Goju Ryu Portugal).
Os karatecas de Elvas, do Clube de Artes Marciais do Alto Alentejo, estiveram em destaque com uma excelente participação.
Entre os 20 pódios conquistados pelo clube, dois foram alcançados por atletas elvenses: 2.º lugar – Kata 12/13 anos- David Gonçalves; 2.º lugar – Kata em equipa 12/13 anos – David Gonçalves, Santiago Mataloto e David Mecic.
O clube deixa ainda “uma palavra de reconhecimento também para todos os restantes atletas que participaram na competição. Mesmo não tendo alcançado pódio, demonstraram grande empenho, espírito de equipa e evolução, representando Elvas e o clube com enorme dedicação. O trabalho, a persistência e o respeito pelos valores do karaté continuam a ser o verdadeiro resultado de cada competição”.
A Revista de Cultura Callipole, propriedade da Câmara Municipal de Vila Viçosa, com mais de trinta anos de existência, afirma-se pela sua qualidade histórica e pelo seu interesse público, uma vez que ao longo dos anos tem reunido um enorme e valioso conteúdo documental, com elevado valor para historiadores, investigadores, académicos, estudiosos e outros possíveis interessados
De modo a preparar a edição do próximo número, o Conselho Editorial reuniu-se, com a maior parte dos membros presentes para definir as ações de suporte à próxima edição.
O Conselho Editorial, enquanto centro nevrálgico da Revista, conseguiu colocar em diálogo diferentes pontos de vista sobre a situação geral da mesma e criou um espaço para a participação direta dos conselheiros acerca dos diferentes temas do alinhamento e com vista a uma pluralidade de leituras.
Importa realçar que a Revista Callipole é publicação de referência e de alta divulgação de diferentes formas culturais, literárias e de pensamento, com qualidade e prestígio que excedeu os limites da região e do país e que dessa forma pretende continuar.
A Delta Cafés apresenta uma nova experiência pensada para verdadeiros apreciadores de café que procuram qualidade superior sem sair de casa. Os novos Signature, Crema e Intense, elevam o ritual diário a um novo patamar de excelência, transformando cada chávena numa experiência sensorial distinta, que alia sabor, aroma e sofisticação.
Criados para consumidores exigentes que valorizam momentos premium e experiências sensoriais marcantes, os dois blends foram cuidadosamente desenvolvidos para responder a perfis distintos — do equilíbrio suave e envolvente do Crema à intensidade rica e profunda do Intense. Cada proposta recria uma experiência de café de especialidade, agora acessível todos os dias.
Da preparação à chávena, os novos Signature são para os experts em café, que reconhecem que o verdadeiro luxo reside na qualidade e na atenção ao detalhe; e que desejam transformar um gesto quotidiano num momento de prazer sofisticado. Ideais para momentos partilhados ou para pausas a solo, vividas com toda a intensidade que cada instante merece.
Com a qualidade de assinatura Delta Cafés, marca líder no segmento de café em grão, os Signature, Crema e Intense, chegaram para elevar o ritual do café e fazer a diferença no dia a dia dos consumidores, reforçando o compromisso da marca com a excelência e a inovação.
“A nova gama Delta Signature foi desenhada para elevar a experiência de consumo de café em grão em casa. Impulsionada pelo crescimento de um segmento cada vez maior de consumidores que privilegiam uma experiência de café de elevada qualidade e que se estão a tornar verdadeiros coffee lovers. A gama Signature chega em dois blends — Signature Crema e Signature Intenso — e destaca-se por um perfil sensorial rico, permitindo ao consumidor desfrutar de um café acabado de moer e adaptado ao seu método de extração preferido. Com esta nova gama, a Delta Cafés reforça o seu compromisso com a inovação e com a democratização do acesso a cafés de elevada qualidade.” afirma Mónica Oliveira, Diretora de Marketing e Comunicação do Grupo Nabeiro-Delta Cafés.
Os novos Signature, Crema e Intense, já estão disponíveis em embalagens de 500g, a quantidade ideal para depósitos de máquinas automáticas, nos pontos de venda habituais, nos Hipers e Supermercados de norte a sul do país, e em www.thedeltahouse.com.
A Cerimónia de Encerramento do Curso de “Conduzir e Operar com o Trator em Segurança” (COTS) realizou-se no passado dia 13 de março, na Sala do Capítulo do Regimento de Cavalaria N.º 3 (RC3). Esta cerimónia tratou-se da conclusão de mais uma importante ação de formação, ministrada pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), destinada a militares do Exército Português.
A cerimónia foi presidida pelo Excelentíssimo 2.º Comandante do RC3, Tenente-Coronel de Cavalaria Fernando Lopes, contando igualmente com a presença do formador do curso supracitado, proveniente do Centro de Emprego e Formação Profissional de Évora (CEFP-Évora), Rui Carlos (Engenheiro Agrónomo), tal como dos respetivos Examinadores: Simão Abelho (Engenheiro Mecânico), coordenador da área de formação agrícola e agroindustrial deste Centro e Riscado (Engenheiro Agrónomo), pertencente à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo.
Num ambiente de reconhecimento e espírito de missão, o momento serviu para assinalar o empenho demonstrado pelos formandos e reforçar a importância da cooperação institucional entre o RC3 e o IEFP, no âmbito da valorização das competências técnicas dos militares.
O Regimento de Cavalaria N.º 3, plenamente consciente da importância estratégica da qualificação e do desenvolvimento profissional dos seus militares, aposta, diariamente, na formação, valorização e reforço das respetivas competências. Cada ação formativa, cada orientação prática e cada investimento em conhecimento, refletem o compromisso inequívoco desta Unidade, em preparar profissionais altamente competentes e prontos para responder aos desafios do Exército Português, com excelência, dedicação e rigor.
O castelo de Marvão, através do FIMM – Festival Internacional de Música de Marvão, foi distinguido na 10ª edição dos Iberian Festival Awards, com o prémio nacional da categoria “Best Venue” – Melhor Palco.
Reconhecido com “um local extraordinário, onde a música se funde com paisagens inesquecíveis”, o castelo de Marvão foi considerado como “cenário ideal para eventos únicos e pitorescos em Portugal”.
Promovido pela APORFEST – Associação Portuguesa Festivais de Música e integrado no Talkfest – Music Fest Summit, este evento reuniu profissionais, promotores e especialistas do setor, numa gala realizada no passado fim de semana, em Ponta Delgada, que contou com a presença do presidente do Município de Marvão, Luís Vitorino.
Os Iberian Festival Awards premiaram os principais festivais da Península Ibérica, em mais de duas dezenas de categorias, através dos votos do júri e do público, avaliando critérios como inovação, impacto cultural e experiência do público.
A Assembleia Municipal de Elvas reúne esta segunda-feira, dia 23 de março, pelas 15h00, em sessão extraordinária, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
A ordem de trabalhos é composta por dois pontos: Assunção Prévia de Compromissos Plurianuais e Revisão Orçamental n.º 2.
Dorine Jansen e Elsa Frigge inauguram na próxima quarta-feira, 25 de março, a exposição “Bella Vista”, na Galeria de Arte do Cineteatro Florbela Espanca, em Vila Viçosa.
A inauguração está marcada para as 18h00, sendo que exposição ficará patente ao público até 19 de abril.
O protocolo de colaboração para a concretização das Festas de Santa Bárbara, em Borba, aprovado na última reunião do Executivo Municipal, foi assinado na passada segunda-feira, 16 de março, pela vereadora Helena Caldeira e por Carlos Pécurto, presidente do Grupo União de Veteranos Borbense, coletividade que este ano assume a organização e realização do evento.
As tradicionais festividades de Santa Bárbara acontecem na segunda-feira de Páscoa, 6 de abril, que é também feriado municipal. Estas festas juntam sempre muitos borbenses e não só, que nesta data rumam até à Igreja de Santa Bárbara, que foi sede de freguesia em outros tempos, para comemorar a padroeira, mas também para celebrar a Páscoa.
O apoio do município traduz-se numa verba financeira para fazer face às despesas com a festa e ainda em apoio logístico.
“Delta 4.0: Servir o Futuro com Inteligência Artificial” é o nome do evento que decorreu ontem, dia 20, no Auditório do Centro de Ciência do Café, em Campo Maior.
A iniciativa, promovida pelo Grupo Nabeiro e pela Claranet Portugal, contou com a participação de diversas entidades com o objetivo capacitar a comunidade e os profissionais para a utilização prática de ferramentas de Inteligência Artificial no contexto empresarial e organizacional.
Ao longo do evento, foram apresentados exemplos concretos de aplicação destas tecnologias, evidenciando o seu impacto na produtividade, na eficiência operacional e no desenvolvimento de competências digitais, bem como o papel da inovação no reforço da competitividade regional.
No final, Luís Rosinha, presidente da Câmara de Campo Maior, que marcou presença na sessão de encerramento, destacou a importância de iniciativas desta natureza para a afirmação de Campo Maior como território de inovação, conhecimento e ligação entre empresas, academia e comunidade, sublinhando ainda o contributo da transformação digital para o desenvolvimento sustentável da região.
Este sábado, 21 de março, às 16h30, a Biblioteca Municipal de Elvas recebe o primeiro concerto do projeto “Música de Tecla Portuguesa em 3D – Análise, Partitura e Registo Sonoro” de Mafalda Nejmeddine. Um projeto científico e artístico dedicado à recuperação, estudo, edição e divulgação da música portuguesa para instrumentos de tecla do século XVIII. Esta iniciativa irá criar um suporte unificador, acessível e contemporâneo que permita conhecer este repertório de forma integrada — nas suas dimensões histórica, analítica e interpretativa.
Um património reunido pela primeira vez Pela primeira vez, será disponibilizado, em formato digital e em acesso aberto, a integral das sonatas para tecla de três compositores portugueses fundamentais da segunda metade do século XVIII: Pedro António Avondano (1714?–1782) – 9 sonatas; Alberto José Gomes da Silva (173?–1793) – 6 sonatas e Francisco Xavier Baptista (1741–1797) – 16 sonatas.
Uma abordagem inovadora em “3D” O projeto apresenta uma abordagem inovadora em “3D”, estruturada em três dimensões complementares que pretendem analisar, gravar e editar um património musical de grande relevância histórica:serão publicados três livros de carácter musicológico-analítico, dedicados à biografia dos compositores, ao enquadramento histórico e à análise das sonatas. Ficarão disponíveis online em acesso aberto e serão apresentados publicamente.
As partituras destas sonatas serão também disponibilizadas no formato de edições críticas, fundamentais para uma interpretação histórica informada. Estas edições incluirão transcrição moderna, revisão crítica e comentário editorial, ficando todo o material acessível online em regime de acesso aberto.
Serão produzidas gravações integrais das sonatas de Avondano e Baptista, interpretadas ao cravo, que se juntam à integral das sonatas de Gomes da Silva, gravadas em 2018 por Mafalda Nejmeddine no National Music Museum (EUA). Os registos sonoros estarão igualmente disponíveis online e integrados nos livros através de QR Codes, promovendo uma articulação dinâmica entre investigação, edição e performance.
Contributo cultural e científico “Música de Tecla Portuguesa em 3D” representa um contributo relevante para a preservação e internacionalização do património musical português. Ao reunir num único projeto materiais científicos e artísticos até agora dispersos, promove o conhecimento da música para tecla portuguesa e incentiva novas investigações e interpretações.
“A música portuguesa do século XVIII continua à espera de ser revelada ao público e de fazer parte do património musical universal”, afirma Mafalda Nejmeddine. “Grande parte deste património permanece ainda preso no papel e nas gavetas dos arquivos e das bibliotecas. Com este projeto, procuramos dar-lhe voz, contexto e presença, transformando manuscritos silenciosos em som vivo, acessível a todos. Só quando esta música for estudada, editada e tocada é que pode ocupar o lugar que verdadeiramente merece na história cultural europeia.”
A Orquestra de Sopros do Alto Alentejo (OSAA) apresenta-se, na noite deste sábado, dia 21 de março, em concerto, no Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP).
O espetáculo, que promete ser “muito especial”, uma vez que será prestada homenagem, pela Federação de Bandas do Distrito de Portalegre, a cerca de 30 mulheres de todo o Alto Alentejo que se dedicam “de coração” à atividade da filarmonia há já mais de 20 anos, vai “congregar uma viagem”.
“Nós vamos iniciar uma viagem pela magnífica arte criativa de diferentes compositores. Vamos viajar por música intemporal, num arranjo bastante arrojado para a orquestra de sopros. Temos um arranjo de James Hosey de uma canção icónica, ‘The Sound of Silence’, da dupla infalível Paul Simon & Garfunkel”, avança o maestro da orquestra, José Rodrigues.
Aquilo que tem sido “o papel identitário” da OSAA vai manter-se fiel à inclusão de música portuguesa no repertório deste espetáculo, para o qual José Rodrigues convida todos. Esta será “uma noite incrível”, num concerto que conta com a participação de “músicos talentosos, músicos que estão a fazer sua atividade de formação nas bandas filarmónicas filiadas na Federação de Bandas e músicos que já têm as suas carreiras musicais: uns numa fase mais precoce, outros já numa fase mais afirmativa, mas que mesmo assim continuam a colaborar com a OSAA”, adianta o maestro.
Prometendo uma noite de muitas surpresas, José Rodrigues explica ainda que o repertório escolhido conta com temas de um único compositor português: Hélder Bettencourt.
O concerto, de entrada gratuita, tem início às 21 horas.
“Este Ano Há Festas”: assim se chama a peça que o Centro de Talentos Alice Nabeiro apresenta este domingo, 22 de março, pelas 17 horas, no Centro Cultural de Campo Maior, no âmbito do Mês do Teatro, iniciativa promovida pela Câmara Municipal.
O espetáculo, que celebra a identidade de Campo Maior e a tradição das Festas do Povo, tal como explica a encenadora, Ana Paio, estava já escrito desde 2020, numa altura em que tudo apontava para que o evento maior do concelho se realizasse em 2021. A peça, na altura, que era para ter como título “Para o ano há festas”, esteve guardada na gaveta até há relativamente pouco tempo. “Como já tínhamos este trabalho feito, aproveitámos para o lançar este ano, em ano de festas”, adianta a responsável.
Sobre a história do espetáculo, Ana Paio revela que tudo se passa na vila de Campo Maior, “talvez nos anos 70, 80”, quando a população se juntava e começava a surgir o “burburinho”. “Ia passando de boca em boca, porque como todos nós sabemos, isto vem da vontade do povo. E assim era: entre a Cesaltina, a Mariana e a Sebastiana começavam as conversas de rua e a nascer o bichinho das festas”, recorda a encenadora do espetáculo.
Se para os mais velhos, a peça promete fazer “recordar nomes antigos, de pessoas que fizeram parte da história da vila”, para os mais novos será, acima de tudo, uma forma de passar um pouco das raízes dos campomaiorenses. “É o passar um bocadinho aquilo que foi a nossa terra e as pessoas que marcaram, de alguma forma, a vila de Campo Maior noutros tempos”, assegura Ana Paio.
Para este espetáculo muito contribuiu, em 2020, Idaulina Borrega, campomaiorense que já desenvolveu um sem fim de trabalhos relacionados com a vila e com as Festas do Povo, incluindo um livro. “Ela foi-nos contando algumas histórias de como é que era, como é que surgiam as coisas, quem eram as personalidades marcantes da nossa vila, quem ajudava e algumas formas que fomos alterando, ao longo dos tempos, do nosso dialeto, da nossa forma de falar: foi ela que me foi passando esta informação toda e para ela, desde já, o nosso muito obrigado, porque é sempre bom termos alguém que nos faça essa história viva, essa história daquilo que aconteceu e quem foram as gentes da nossa terra”, diz a responsável.
A palco, para contar a história das Festas do Povo, para fazer flores de papel e cantar as saias, subirão 22 crianças, com idades entre os cinco e os 12 anos.
As entradas no espetáculo têm um custo de três euros, sendo que a bilheteira servirá para ajudar a custear a viagem que os finalistas do Centro de Talentos Alice Nabeiro farão a Paris. O espetáculo, este domingo, está marcado para as 17 horas.
A Unidade Pastoral de Elvas promove, entre os dias 1 e 5 de abril, um conjunto de celebrações religiosas no âmbito da Semana Santa, um dos momentos mais significativos do calendário litúrgico cristão.
Este ano, a principal novidade prende-se com o local das celebrações do Tríduo Pascal, que decorrerão na Igreja de São Domingos, ao contrário dos anos anteriores em que se realizavam na Sé de Elvas. A alteração pretende garantir melhores condições para a realização das celebrações e para a participação dos fiéis, uma vez que a Igreja da Sé, neste momento, não reúne as condições necessárias para o efeito.
O programa inicia-se na quarta-feira, com a realização de uma Via-Sacra pública pelas 21h30, na Igreja das Domínicas.
Na quinta-feira, as celebrações começam às 17h45, com a recitação do terço e confissões, seguindo-se, às 18h30, a Missa da Ceia do Senhor. A noite termina com a Procissão do Mandato, organizada pela Santa Casa da Misericórdia de Elvas, marcada para as 21h (e não às 21h30 como consta no cartaz abaixo).
Na Sexta-feira Santa, às 15h00, realiza-se a Via-Sacra e confissões. Pelas 16h30 decorre a Celebração Litúrgica da Paixão do Senhor, culminando o dia, às 21h30, com a Procissão do Enterro do Senhor.
No sábado, pelas 21h30, terá lugar a Solene Vigília Pascal, uma das celebrações centrais da liturgia cristã, que assinala a ressurreição de Cristo.
Já no Domingo de Páscoa, as eucaristias decorrerão no horário habitual nas comunidades da cidade. Ao meio-dia, a Santa Casa da Misericórdia organiza a Procissão da Ressurreição.
A Unidade Pastoral de Elvas convida toda a população a participar nestes momentos de oração e reflexão que assinalam os últimos dias da Quaresma e celebram o mistério central da fé cristã.