Município de Estremoz continua a entrega de apoios no âmbito do programa de incentivo à natalidade

O presidente da Câmara Municipal de Estremoz, José Daniel Sádio e os vereadores Sónia Caldeira, Luís Pardal e Carlos Machado continuam com a entrega de cheques de Incentivo à Natalidade, tendo sido, na passada quarta-feira, 11 de março, contempladas mais 24 famílias estremocenses elegíveis no referido programa.

Este apoio é atribuído de acordo com o regulamento em vigor, tendo sido entregues mil euros a cada criança, sendo que metade deste valor deverá ser gasto em Estremoz.

César Magarreiro lança obra dedicada à ligação do Visconde de Ouguela a Camilo Castelo Branco

A ligação de Camilo Castelo Branco a Carlos Ramiro Coutinho, o Visconde de Ouguela, é explorada em “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, a nova obra de César Magarreiro. O livro, lançado nesta reta final das comemorações do bicentenário de Camilo Castelo Branco, é apresentado esta quarta-feira, 18 de março, pelas 10h30, aos alunos do ensino secundário, no Centro Cultural de Campo Maior.

De acordo com César Magarreiro, a amizade entre o Visconde de Ouguela e o autor de obras como “Amor de Perdição” surgiu ainda no tempo de escola, em Lisboa. “Inclusive, há um conjunto de cartas entre eles, que foi posteriormente publicado, que se chama ‘Camilo Íntimo’, onde mostra ali a vida deles. É muito interessante”, avança o autor da Terrugem.

Por outro lado, e com uma “visão socialista”, em 1860, Carlos Ramiro Coutinho viria a criar em Ouguela “uma espécie de cooperativa”, uma vez que para “ele todos tinham de ter acesso à terra, todos podiam cultivar e todos tinham direito aos seus proveitos”, algo que, para aquela população, “que sempre foi uma população muito pobre”, foi “muito importante”.

Carlos Ramiro Coutinho teve também um papel importante por ter ajudado a população a impedir, em 1867, que Campo Maior fosse anexado a Elvas e deixasse, por isso, de ser concelho. “As pessoas de Campo Maior revoltaram-se e fizeram uma comissão, que foi a Lisboa exigir que isso não acontecesse. De maneira nenhuma queriam que Campo Maior deixasse de ser cabeça de concelho. Neste ambiente, este tal Carlos Ramiro Coutinho, que era na altura o Barão de Barcelinhos, ajudou o povo de Campo Maior a conseguir os seus intentos. Campo Maior não deixou de ser concelho e o que acontece é que, graças a esse feito também, este homem passou então a ser o Visconde de Ouguela”, recorda César Magarreiro.

Mais tarde, Camilo Castelo Branco viria a escrever um livro sobre Carlos Ramiro Coutinho: “Visconde de Ouguela – Perfil Biográfico”. “Este Visconde de Ouguela teve uma vida literária muito importante, uma vida bastante conhecida e bastante polémica também. E o mais importante disto é que foi morar para Lisboa: o homem saiu de Ouguela, mas Ouguela não saiu do homem”, explica César Magarreiro.

Ainda que fosse um homem rico – “a mulher dele era a dona do edifício onde são hoje os Armazéns do Chiado” –, Carlos Ramiro Coutinho desejou sempre retornar ao sítio “onde foi feliz”. E “lá está hoje, um pequeno jazigo, em Ouguela, com a cruz do lado esquerdo partida”. “Se calhar, 90% ou 95% das pessoas que ali passam não sabem a importância deste homem e das ligações que teve a Ouguela e a Campo Maior”, diz ainda o escritor.

Depois da apresentação da obra esta quarta-feira, no Centro Cultural de Campo Maior, para sábado, dia 21, para além da apresentação de “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, está prevista a realização de um passeio literário, às 14h30, em Ouguela.
De recordar que César Magarreiro, que assinala agora o encerramento do bicentenário de Camilo Castelo Branco com “Camilo-Ouguela-Campo Maior”, iniciou, em março de 2025, as comemorações com o lançamento de “Camilo-Elvas”.

Fátima Ouro – Mediação Imobiliária celebra quatro anos de crescimento e sucesso em Elvas

Fátima Ouro – Mediação Imobiliária abriu ao público, em Elvas, há quatro anos. O aniversário do projeto é celebrado esta terça-feira, 17 de março, assinalando um percurso marcado pelo crescimento e pelo sucesso ao longo destes quatro anos.

Depois de 17 anos de experiência no setor imobiliário, a trabalhar noutras empresas da área, Fátima Ouro decidiu, em 2023, apostar no seu próprio projeto, abrindo a sua imobiliária em Elvas. Ao longo deste percurso, a empresa tem vindo a afirmar-se no mercado local, conquistando a confiança de clientes e a registar um percurso de sucesso na mediação imobiliária.

Há cerca de dois anos, juntou-se à equipa Vânia Ramalho, que assume funções na área administrativa e presta apoio sempre que necessário.

Os imóveis disponíveis podem ser consultados no site oficial Fátima Ouro – Mediação Imobiliária, bem como nas redes sociais Facebook e Instagram. Quem pretender vender ou comprar casa, ou necessitar de apoio na mediação do seu imóvel, pode entrar em contacto através do email geral@fatimaouro.com ou do número +351 966 027 947.

Fátima Ouro – Mediação Imobiliária encontra-se na Avenida de São Domingos, nº1 E, em Elvas.