Festas do Povo de Campo Maior apresentadas na BTL

A edição 2026 das Festas do Povo de Campo Maior foram apresentadas na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa no dia 28 de fevereiro.

Integrado na programação do stand da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo e do Ribatejo, o momento contou com a participação do Presidente do Município, Luís Rosinha, do Presidente da ERT, José Santos e, remotamente, do Presidente da Associação das Festas do Povo, João Manuel Nabeiro. As saias de Campo Maior também estiveram presentes com o Grupo de Cantares “O Despertar Alentejano”.

Esta foi mais uma oportunidade de divulgação do nosso maior evento cultural, naquele que é um dos palcos principais do turismo a nível nacional.

O Município de Campo Maior está presente na BTL 2026 com um stand promocional do concelho, com destaque para as Festas do Povo que este ano se realizam de 8 a 16 de agosto.

Mais de uma centena caminhou pela paz em Elvas na manhã deste domingo

Em parceria com a associação juvenil Arkus, o Núcleo de Elvas da Liga dos Combatentes promoveu ontem, 1 de março, a III Caminhada pela Paz.

Desta vez, de acordo com o presidente do núcleo da Liga dos Combatentes, sargento-mor José Miguêns, “a atividade teve uma elevada participação”, com “110 pessoas de diferentes faixas etárias e formações, o que se deve a melhores condições meteorológicas, mas também a uma melhor divulgação”.

A iniciativa voltou a unir a Capela de Nossa Senhora da Conceição ao Santuário do Senhor Jesus da Piedade, num percurso de cerca de sete quilómetros.

A caminhada contou com a participação do guia Paulo Galego e com a animação musical das Roncas d’Elvas.

Viana do Alentejo suspende eventos para canalizar verbas para a recuperação de estradas e edifícios

Com o objetivo de canalizar verbas para a recuperação da rede viária do concelho e de alguns edifícios municipais, a Câmara de Viana do Alentejo decidiu suspender três dos seus eventos culturais anuais. A decisão surge na sequência dos estragos causados pelas intempéries.

“Apesar de alguns dos nossos caminhos e edifícios já necessitarem de intervenção, com as tempestades, os danos foram imensos. Quer os caminhos municipais, quer os edifícios municipais necessitam, neste momento, de intervenções urgentes”, assegura o presidente da Câmara, Luís Metrógos.

Com o orçamento municipal a “não dar para tudo”, o autarca diz que o município é assim forçado a suspender três dos eventos que promove: o Festival da Olaria (FICO), Viana em Festa e a Mostra de Doçaria de Alcáçovas. “Paralelamente, também fizemos a suspensão daquilo que seria uma programação regular de pequena escala”, acrescenta.

O concelho necessita muito destas intervenções. Não é de todo uma decisão fácil, nem tão pouco popular, mas precisámos de a tomar”, remata Luís Metrógos.

Vice-presidentes da CCDR Alentejo tomam posse esta segunda-feira

A tomada de posse dos novos vice-presidentes da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA) realiza-se esta segunda-feira, dia 2, pelas 15 horas, na sede deste organismo, em Évora.

A tomada de posse está incluída na reunião extraordinária do Conselho Regional que contará com a presença do Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida. 

Foram nomeados vice-presidentes: Sónia Ramos, na área do Ambiente; Silvino Alhinho, na Educação; Lena Cavaco, na Agricultura; Marciano Lopes, na Saúde; e Henrique Sim-Sim, na Cultura.

“Educar para o ambiente será sempre importante dentro dos nossos espaços educativos”, defende Carlos Pepê

Dando continuidade a uma estratégia assente na educação ambiental e na sustentabilidade, o Centro de Talentos Alice Nabeiro (CTAN), em Campo Maior, volta a implementar o programa Eco-Escolas, pelo 18.º ano consecutivo.

Seguindo a metodologia dos sete passos do programa, e envolvendo as famílias, alunos, colaboradores e parceiros no processo de auditoria, a instituição de ensino do Grupo Nabeiro tem levado a cabo, desta vez, um “trabalho diferente”, num ano que, segundo o professor responsável, Carlos Pepê, promete ser “desafiante”.

“É um ano desafiante, porque o centro vai fazer 20 anos e nós estamos no Eco-Escolas quase desde o início da formação do centro. O que tentámos fazer este ano foi voltar aqui quase às origens no que toca ao envolvimento também das famílias, à criação de um percurso consecutivo de avaliação de ideias novas”, começa por dizer.

No arranque do ano letivo, o CTAN procurou “perceber quais seriam os pontos fortes e os pontos fracos daquilo que é o conhecimento na área da educação ambiental das famílias e das crianças que frequentam o centro e das suas boas práticas em casa”. Dessa auditoria, retiraram-se algumas conclusões “interessantes” em relação ao volume e à qualidade dos resultados, com os responsáveis a identificar, desde logo, “as áreas preponderantes” que deveriam vir a ser trabalhadas ao longo do ano. “Este ano vamo-nos focar com uma preponderância maior naqueles temas em que as nossas famílias e as nossas crianças mostraram menos qualidade na resolução da auditoria externa”, adianta Carlos Pepê.

Para além de uma auditoria externa, foi também levada a cabo uma auditoria interna, “para se perceber os pontos fortes e os fracos, identificados pelos próprios colaboradores e pela equipa do centro, juntamente com as crianças”. Na sequência dos resultados das duas auditorias, o Conselho Eco-Escolas reuniu com os seus parceiros – Delta Cafés, Adega Mayor, Câmara Municipal de Campo Maior e GEDA – assim como com as crianças, os familiares e funcionários. “Voltámos a discutir os resultados desta auditoria e agora estamos na fase da construção do plano de ação para 2026, que vai culminar, esperamos nós, com a atribuição do novo galardão Eco-Escolas ao centro”, explica Carlos Pepê.

Dizendo que continua a ser muito importante manter esta aposta na educação ambiental, um dos “pontos fortes da atividade pedagógica” do CTAN, Carlos Pepê revela-se ainda “orgulhoso” pelo facto de o estabelecimento de ensino manter, há 18 anos, uma “rede alargada de parceiros”.

“Nunca abandonámos esta visão de sustentabilidade e de respeito pela natureza, que nos caracteriza desde a primeira hora, e achamos que continua a ser muito premente, porque por mais que nós olhemos para o perfil das gerações de hoje, que até possamos pensar que são gerações mais eco-friendly, o que nós concluímos é que essa tendência se vai esbatendo à medida que a idade vai avançando. Depois encontramos as nossas crianças, que hoje são adultos, a esquecerem-se de algumas das coisas que aprenderam de forma tão enraizada aqui no centro e na escola, uma vez que a educação ambiental também é uma atividade desenvolvida no agrupamento de escolas”, lamenta o professor.

“Depois de tanta gente à volta das crianças a passar uma mensagem da importância e do respeito pela natureza, ainda continuamos a assistir a adultos que se esquecem dessas aprendizagens. Por isso, educar para o ambiente é obrigatoriamente sempre importante dentro dos nossos espaços educativos”, remata Carlos Pepê.

Bolsas de Estudo: Município de Elvas pretende vir a atualizar anualmente valor atribuído aos alunos do Ensino Superior

A Câmara Municipal de Elvas pretende vir a atualizar, todos os anos, o valor das Bolsas de Estudo atribuídas aos alunos do concelho que frequentam o Ensino Superior, tendo em conta a inflação que, ao longo dos últimos anos, tem vindo a contribuir para a diminuição do poder de compra das famílias.

Nesse sentido, a autarquia aprovou, recentemente, uma alteração ao Regulamento Municipal de Apoios Sociais, com o documento a ser agora, como explica o vice-presidente, Nuno Mocinha, alvo de inquérito público, para que, posteriormente, possa vir a ser aprovado pela Assembleia Municipal.

“Estamos conscientes que a Câmara de Elvas é a Câmara que maiores bolsas de estudo dá: em valor e em número. O que estava estipulado inicialmente eram 50 bolsas, mas depois houve aqui a hipótese de que fossem mais. E hoje em dia são mais de 200. Por isso compreendemos bem o esforço que a Câmara faz”, diz o autarca.

Ainda assim, Nuno Mocinha lembra que “aquilo que se comprava há uns anos com 150 euros (valor atualmente atribuído mensalmente a cada bolseiro) já não é o mesmo do que se compra hoje”. Nesse sentido, e com o aumento das bolsas, o município quer contribuir para que “as pessoas possam recuperar o seu poder de compra”.

“Nós sabemos que estas bolsas não são bem dirigidas à pessoa em si, isto é, ao aluno. Ajuda é na vida do aluno, que é o mesmo que dizer que ajuda na vida do agregado. E se nós pudermos dar essa ajuda, é para isso, no fundo, também, que estamos na Câmara Municipal”, remata o vice-presidente.

De recordar que neste ano letivo (2025/2026) o Município de Elvas atribuiu um total de 199 bolsas de estudo, num investimento na ordem dos 300 mil euros. O apoio consiste numa prestação em dinheiro, atualmente no valor de 150 euros, a ser atribuído ao estudante ao longo de dez meses.