Município de Borba na apresentação do projeto “O Vagar é a cena”

Évora deu ontem, sexta-feira, dia 6, o pontapé de saída para a contagem decrescente para a tão aguardada Capital Europeia da Cultura – Évora_27.

“O Vagar é a cena” foi a iniciativa que deu esse mesmo arranque, com a apresentação da Petição Pública para a instituição do Dia Nacional do vagar e recolha de assinaturas, na Câmara Municipal de Évora. Após a sessão, houve ainda tempo para momentos musicais, que demonstraram a todos os presentes a importância dada aos agentes culturais do Alentejo.

A vereadora na Câmara Municipal de Borba, Helena Caldeira, marcou presença nesta iniciativa, demonstrando assim a importância que a cultura tem para o município, um dos apoiantes do Évora 2027, Capital Europeia da Cultura.

“O Vagar é a cena” conta com dois dias repletos de atividades culturais que vão desde a música ao teatro, não esquecendo palestras e arte urbana.

Évora 2027, Capital Europeia da Cultura é promovida pela Comissão Executiva Évora 2027, liderada pela Câmara Municipal de Évora e composta ainda pela Direção Regional de Cultura do Alentejo, Universidade de Évora, Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Alentejo, Turismo do Alentejo – ERT, Fundação Eugénio de Almeida e Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo – ARPTA, contando também com o apoio das quatro comunidades intermunicipais do Alentejo que representam os 47 municípios da região.

Bombeiros de Campo Maior de luto

Os Bombeiros de Campo Maior lamenta o falecimento do seu bombeiro Luís Silveirinha e colocaram mensagem de luto “despedimo-nos com profunda tristeza do Luis Francisco Abreu Silveirinha, bombeiro de 3.ª, nascido a 25 de agosto de 1968.

Entrou para os Bombeiros de Campo Maior no dia 22 de abril de 1983, dedicando parte da sua vida ao serviço da comunidade, encontrando-se na reserva.

Fica na memória de todos como um homem de amizade sincera, bondade e simpatia, qualidades que marcaram colegas, amigos e todos aqueles que com ele privaram. Deixando um vazio, mas também um legado de exemplo, companheirismo e dedicação.

À família, amigos e camaradas, endereçamos as mais sentidas condolências.
Que descanse em paz.”

Novos postaletes assinalam a expansão do serviço do Transporte a Pedido no Alto Alentejo

No âmbito da execução dos projetos piloto de Transporte a Pedido que ficaram previstos no respetivo estudo de implementação, estão agora a ser instaladas novas paragens para a expansão do serviço do Transporte a Pedido (TAAPedido) em mais localidades e municípios do Alto Alentejo.

Esta nova sinalética de paragem está a ser colocada progressivamente em todas as localidades para as quais o serviço está previsto e que, até então, ainda não beneficiavam de uma paragem de transporte público, reforçando a proximidade e a expansão dos serviços de transporte público aos lugares e pessoas no Alto Alentejo.

Os trabalhos de instalação destes postaletes estão a ser realizados pela CIMAA em estreita articulação com os municípios de Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte de Sor e Sousel.

Atualmente, os trabalhos de instalação que se iniciaram a 19 de janeiro aguardam apenas condições meteorológicas favoráveis para retomar a instalação nas restantes localidades.

Nas próximas semanas serão divulgadas informações adicionais sobre as datas e localidades para início dos novos serviços, estando já disponível uma linha telefónica dedicada para dúvidas, informações e marcações dos serviços já em funcionamento: 800 500 506 (chamada gratuita)

A Autoridade de Transportes da CIMAA continuará a trabalhar para garantir uma mobilidade mais próxima, acessível e eficiente para todos os cidadãos.

“Campo Maior – Uma Visão Estereoscópica” para visitar até 12 de abril no espaço.arte

O espaço.arte, em Campo Maior, acolhe até 12 de abril, a exposição “Campo Maior – Uma Visão Estereoscópica”, da autoria de Luís Caraças.

A mostra apresenta, na galeria municipal da vila, através de um conjunto de imagens, o território através da técnica da fotografia estereoscópica, criando uma experiência visual imersiva e diferenciadora sobre o quotidiano de Campo Maior. De acordo com o autor, neto de um antigo fotógrafo amador campomaiorense, esta exposição surge na sequência de um livro que editou com imagens captadas pelo seu avô: a obra “Campo Maior a Preto e Branco”, que retrata a vila entre os anos 20 e 50.

Detentor do espólio do seu avô e depois de uma recolha que fez em Campo Maior, em termos de “material socialmente gráfico”, Luís Caraças, também ele natural do concelho, considerou que seria interessante apresentar “uma exposição diferente de uma exposição tradicional de fotografia”. Esta é uma exposição que apresenta “fotografia estereoscópica, que é uma questão diferente, que muita gente desconhece, que existiu e que está na base do que hoje conhecemos como a fotografia digital 3D e tudo o que está à volta dela”.

A exposição reúne um total de 38 imagens, sendo que a par das do seu avô, que acabou tornar estereoscópicas, Luís Caraças apresenta também nesta mostra fotografias de dois outros fotógrafos, depois de ter conseguido recolher vários negativos.

Os temas apresentados nesta exposição, e que mostram “pequenos pedaços da história” de Campo Maior, vão desde as muralhas, às procissões e aos eventos, entre o século XIX e 2025, ano em que se realizou a última edição das Festas do Povo.

Um dos principais objetivos da mostra é dar a conhecer “às pessoas, aos interessados e à população escolar o que é a estereoscopia”. A estereoscopia, adianta Luís Caraças, “é uma coisa que vai além da fotografia normal”. “Ao contrário da fotografia plana, provoca no observador uma sensibilidade de presença, como se o espaço representado se abrisse à sua frente. No momento em que as duas imagens se fundem numa só, simulam o nosso olhar, os planos afastam-se, os objetos ganham volume e a distância entre os elementos torna-se subitamente mensurável”, esclarece.

As fotografias em exposição têm de ser visualizadas com uns óculos próprios, entregues aos visitantes à entrada do espaço.arte. “Cada uma das imagens tem uma legenda, um pequeno troço com uma explicação histórica, em resumo. Portanto, não se fica apenas por contemplar a fotografia. Além de contemplar a fotografia com a profundidade que ela nos dá, ainda tem uma nota histórica relacionada com o que estamos a ver”, remata Luís Caraças.

34ª Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas corre-se na manhã deste domingo

Corre-se este domingo, 8 de fevereiro, a 34ª edição da Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas.

A prova, com um percurso de 21 quilómetros, é organizada, uma vez mais, pela Câmara Municipal de Elvas, em parceria com a autarquia de Badajoz, através da Fundação Municipal de Desportos, o Clube Elvense de Natação e a Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre.

À semelhança da Meia Maratona Elvas – Badajoz, garante o vereador Hermenegildo Rodrigues, esta é “mais que uma prova desportiva”. “É um símbolo que esbate fronteiras, que reforça a cooperação transfronteiriça e, acima de tudo, permite que as cidades de Elvas e Badajoz caminhem juntas, partilhem aquilo que são objetivos e desígnios comuns de união”, assegura.

Por outro lado, o autarca destaca ambas as provas como uma forma de proporcionar aos munícipes dos dois lados da fronteira “uma qualidade de vida assente na prática desportiva”, partilhando “um futuro comum”. “É a esse futuro comum que nós queremos dar continuidade ao longo do percurso para um lado ou para o outro. Garantidamente muitos dos que participam partilham histórias, partilham a aventura e o desafio pessoal, mas afirmam e reforçam uma linguagem comum em que o desporto é o fator predominante”, acrescenta.

Dando conta que o evento, desta vez, conta com um cariz solidário, em prol da luta contra o cancro, o vereador agradece ainda a colaboração dos muitos voluntários que se associam à organização, bem como das forças de segurança, dos bombeiros e da Cruz Vermelha.

Já Juan Parejo, vereador no Município de Badajoz, recorda que a Meia Maratona Internacional Badajoz – Elvas esteve, até ao ano passado, e por diversas razões, em suspenso desde a altura da pandemia. “No ano passado, e na sequência da conversa que tivemos com os clubes de atletismo dos dois lados da fronteira, tanto de Elvas como de Badajoz, eu e o meu colega Hermenegildo Rodrigues trabalhámos para recuperar a prova. Temos a Meia Maratona Elvas-Badajoz, que se realiza sempre em novembro, mas a Meia Maratona Badajoz-Elvas teve que ser recuperada”, recorda.

Dizendo que, habitualmente, a prova iniciada em Elvas costuma ser mais participada, Juan Parejo garante que esta Meia Maratona com arranque em Badajoz é “mais complicada” para os atletas. “Enfrentam a prova com o vento na cara e a terem que subir, nos últimos quilómetros, mas essa dificuldade também torna o evento desportivo atrativo. Esse é o desafio dos atletas: superar uma meia maratona com um final assim e chegando a uma cidade que é Património Mundial”, remata o autarca espanhol.

A prova, amanhã, tem partida marcada para as 9h30, na Avenida de Huelva, em Badajoz. A meta, como habitualmente, estará instalada no Estádio Municipal de Atletismo de Elvas.