“28 Anos Depois – O Templo dos Ossos” é o filme em exibição esta sexta-feira, 30 de janeiro, pelas 21h30, no Auditório São Mateus, em Elvas.
Numa continuação da história épica, Dr. Kelson (Ralph Fiennes) vê-se numa nova e chocante relação, com consequências que podem mudar o mundo tal como o conhecem, e o encontro de Spike (Alfie Williams) com Jimmy Crystal (Jack O Connell) torna-se num pesadelo do qual não consegue escapar. No mundo de “O Templo dos Ossos”, os infetados já não são a maior ameaça à sobrevivência, a desumanidade dos sobreviventes pode ser mais estranha e mais aterradora.
Os bilhetes encontram-se à venda na Ticketline ou meia hora antes da sessão, no Auditório São Mateus.
O Município de Borba procedeu à contratação de uma empresa especializada para a realização dos serviços de limpeza de condutas e tubagens, dos sistemas de exaustão da cozinha do Agrupamento de Escolas de Borba e das cozinhas do Pavilhão de Eventos.
Esta intervenção teve como principal objetivo assegurar melhores condições de higiene, segurança e funcionamento dos equipamentos, cumprindo as normas legais em vigor e contribuindo para a saúde e bem-estar de todos os utilizadores destes espaços.
Relembrando que a acumulação de gordura e sujidade nas tubagens pode causar um incêndio, mau cheiro e contaminação de alimentos.
O Município continua a investir na manutenção preventiva das suas infraestruturas, reforçando a qualidade dos serviços prestados à comunidade.
O contrato de exploração da Praça de Touros de Estremoz entre o Município, representado pelo presidente José Daniel Sádio, e a TTE – Tertúlia Tauromáquica de Estremoz, representada por Marco Faneco, foi assinado ontem, terça-feira, dia 28.
O acordo garante a continuidade da gestão e dinamização da principal infraestrutura tauromáquica do concelho, permitindo a programação de espetáculos taurinos nos próximos quatro anos.
A TTE foi a entidade vencedora do concurso público lançado pelo Município, em dezembro, cuja adjudicação foi aprovada em reunião do Executivo Municipal no dia 21 de janeiro.
A escolha para o Prémio Vergílio Ferreira recaiu, este ano, sobre José Luís Peixoto, escritor português internacionalmente reconhecido e traduzido em mais de 30 línguas, natural da Vila de Galveias, no Alentejo.
Criado pela Universidade de Évora em 1997, o Prémio Vergílio Ferreira é atribuído anualmente ao conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa destacado no âmbito da narrativo e/ou do ensaio. A 28 de janeiro de 2026, data em que se assinalam 110 anos sobre o nascimento de Vergílio Ferreira, o júri da edição 2026, presidido por Antonio Sáez Delgado, deliberou, por unanimidade, atribuir a distinção a José Luís Peixoto, “pela força criativa da sua ficção, que parte da experiência vital no Alentejo e chega ao mundo inteiro, com uma escrita rica em densidade emocional que aborda temas como identidade, memória, ruralidade e diáspora”.
Exemplos paradigmáticos da sua identidade de escritor são a sua primeira obra “Morreste-me”, publicada há um quarto de século, que marca o início do seu percurso, “Galveias” (2014) que se desenrola na sua terra natal e, mais recentemente, “Almoço de Domingo” (2021) e “A Montanha”, que chegou às livrarias em outubro de 2025.
Amplamente premiado, José Luís Peixoto é uma das vozes contemporâneas mais marcantes da literatura em língua portuguesa, tendo sido distinguido com o Prémio Literário José Saramago, em 2001, pela obra “Nenhum Olhar”, a que se seguiram, em 2007, o Prémio Cálamo Otra Mirada, reservado ao melhor romance estrangeiro publicado em Espanha, pelo “Cemitério de Pianos”. Em 2012 o “Livro” foi o prémio Libro d’Europa, atribuído em Itália ao melhor romance europeu nesse ano. Já “Galveias” foi duplamente premiado: recebeu no Brasil o Prémio Oceanos para a melhor obra literária em língua portuguesa e no Japão, em 2019, o Prémio da Melhor Tradução de 2018.
Na edição 2026 do prémio, o júri, presidido por Antonio Sáez Delgado, integra também os docentes universitários Cristina Robalo Cordeiro (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), Giorgio de Marchis (Università Roma Tre), Carla Isabel Ferreira de Castro (representante do Departamento de Linguística e Literaturas da Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora) e o crítico literário Frederico Pedreira.
A cerimónia de entrega do galardão realiza-se habitualmente no dia 1 de março, data em que se assinala o aniversário da morte do escritor Vergílio Ferreira (1916-1996), patrono do prémio e autor de “Aparição”, sendo que este ano está agendada para o dia 2 de março, segunda-feira.
O Prémio Vergílio Ferreira foi atribuído, pela primeira vez, a Maria Velho da Costa, seguindo-se Maria Judite de Carvalho, Mia Couto, Almeida Faria, Eduardo Lourenço, Óscar Lopes, Vítor Manuel de Aguiar e Silva, Agustina Bessa-Luís, Manuel Gusmão, Fernando Guimarães, Vasco Graça Moura, Mário Cláudio, Mário de Carvalho, Luísa Dacosta, Maria Alzira Seixo, José Gil, Hélia Correia, Ofélia Paiva Monteiro, Lídia Jorge, João de Melo, Teolinda Gersão, Gonçalo M. Tavares, Nélida Piñon, Carlos Reis, Ana Luísa Amaral, Helena Carvalhão Buescu, Ondjaki, Maria Irene Ramalho e Djaimilia Pereira de Almeida .
A Theatron – Associação Cultural regressa à Blackbox d’O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo, para apresentar o espetáculo “Traições”, esta sexta-feira e sábado, dias 30 e 31 de janeiro, pelas 21h30.
“Traições” tem por base um texto de Harold Pinter com o mesmo nome. “Harold Pinter é um conceituado dramaturgo, que foi Prémio Nobel da Literatura em 2005 e por quem a Theatron nutre um particular apreço. Nós já havíamos estreado este texto em 2019, sob a encenação de Paulo Quedas, numa apresentação que, entretanto, foi subitamente interrompida pela pandemia”, começa por recordar a atriz Rosa Souto Armas.
Sete anos depois, a Theatron resolveu voltar a pegar no texto, dando-lhe agora uma outra roupagem. Ao público é apresentada uma “complexa história de amor e de amizade, contada pelas vozes de três personagens: Jerry, Emma e Robert”.
A história, sobre “aquilo que é a fragilidade do amor e das relações humanas”, é apresentada ao espectador de uma forma particular, uma vez que “é contada desde o seu final até ao seu princípio”. “Acreditamos que Pinter, quando assim a escreveu, teve esta intenção de abordar também o que é a complexidade da passagem do tempo, a forma como construímos as memórias e como as nossas escolhas para comunicarmos nem sempre são lineares e objetivas”, revela a atriz
Ainda que escrita na década de 60, esta é uma história que “transporta em si toda uma contemporaneidade”. “Foi também esta atualidade que nos fez considerar a apresentação, de novo, deste texto”, assegura Rosa Souto Armas.
Para maiores de 16 anos, o espetáculo conta com as interpretações de Bernardinho Sabino, Filipe Fernandes e Rosa Souto Armas. A encenação é da responsabilidade da Theatron, a produção executiva de Todinha Santos, a direção técnica de Tiago Coelho e a conceção da imagem gráfica de Helena Barreiras.
Sinopse de “Traições”:
Um homem e uma mulher encontram-se à mesa de um café e relambram o passado … Este é o ponto de partida de uma história de amor e amizade que nos chega pelas vozes de Jerry, Emma e Robert, concebida por Harold Pinter através de uma linha temporal inversa, desfeita. Esse ato pode ser a forma clara de abordar a complexidade da passagem do tempo, como construímos memórias e como as nossas escolhas para comunicar não são lineares e objetivas. Talvez seja mesmo o espaço entre o ato e a palavra, a “PAUSA” de Pinter, que carrega toda a tensão e toda a verdade de um diálogo que pode parecer, à partida, inconsequente.
Há momentos em que a traição está implícita meramente numa falta de diálogo, numa pausa ou troca de olhares, numa evocação do passado, numa promessa não cumprida. Uma inquietante história sobre a fragilidade do amor e das relações humanas.
O Regimento de Cavalaria n.º 3 (RC3) foi ontem, dia 28 de janeiro, palco da cerimónia de despedida do Pelotão de Reconhecimento ISTAR, o qual marcha para o Regimento de Infantaria Nº14 (Viseu), a fim de integrar a 9.ª Força Nacional Destacada (FND), e iniciar o respetivo aprontamento, com destino ao Teatro de Operações da Roménia, no âmbito da missão de reforço da presença aliada no flanco leste da NATO.
A cerimónia foi presidida pelo comandante do RC3, Coronel de Cavalaria Luís Pimenta, que dirigiu palavras de incentivo aos militares, sublinhando a importância da missão e o papel deste Pelotão, na qualidade de representante do Regimento e do Exército Português, em contexto internacional.
Durante o ato, o comandante do RC3 entregou ao comandante do pelotão, alferes de cavalaria Tiago Figueiras, um quadro de Mouzinho de Albuquerque, patrono e figura emblemática da história da Cavalaria Portuguesa, no intuito de ser projetado, junto com a Força. Este gesto, de significado simbólico, histórico e identitário, insere-se nas tradições da Arma de Cavalaria e visa reforçar os valores da honra, coragem, liderança e espírito de missão que, acompanharão os militares ao longo de toda a operação.
No decorrer da Cerimónia, o Comandante do RC3, mencionou o seguinte: “Vocês levam convosco a história, os valores e a tradição do Regimento e da Arma de Cavalaria”.
O Jantar de Ano Novo da JSD Distrital de Portalegre realizou-se no passado sábado, dia 24 de janeiro, em Santo António das Areias, onde marcaram presença o presidente da Câmara Municipal de Marvão, Luís Vitorino, acompanhado pelo seu executivo camarário, João Bugalhão, presidente do PSD/Marvão, Marisa Garção, recém-eleita presidente da JSD/Marvão e dezenas de jovens oriundos dos quatro cantos do Alto Alentejo.
Num momento de boa disposição e convívio entre os social-democratas, o presidente da JSD Distrital de Portalegre, Pedro Barreto, elogiou a postura que os responsáveis do PSD em Marvão têm assumido, reiteradamente, perante os jovens que despertam interesse pela política local, visto que “hoje em dia é muito fácil criticar a juventude, dizendo que não se preocupa pela causa pública nem pretende participar ativamente em prol da sua região. Difícil é dar-lhes abertura para intervir, integrando listas aos órgãos autárquicos do seu concelho, com coragem e compromisso face ao futuro da nossa região”.
Com casa cheia no concelho de Marvão, o jovem nisense defendeu uma JSD que deve dinamizar a região através da defesa intransigente de causas afetas ao desenvolvimento do Alto Alentejo, referindo que “antes de congratular o Eng. Ricardo Pinheiro pela sua vitória nas eleições da CCDRA, a JSD lamenta o facto de se ter perdido mais uma oportunidade para se discutir, no espaço público mediático, a implantação da regionalização em Portugal”, afirmando que “já está na hora de cumprir o disposto na Constituição, por uma democracia regional transparente capaz de aproximar os responsáveis políticos das pessoas”, reforçando que “a imagem de entendimentos às escuras entre PSD e PS sobre a escolha de políticos a integrar a direção da CCDRA desgasta o espírito democrático e apenas alimenta e intensifica os discursos populistas que marcam a cena política nacional”.
Numa fase de contagem decrescente para as eleições internas do PSD, que decorrerão no próximo dia 28 de fevereiro, a nível concelhio e distrital, Pedro Barreto agradeceu o trabalho realizado pelos dirigentes que terminarão o seu mandato nas diversas estruturas do distrito e desafia as novas Comissões Políticas que serão eleitas a “fazer diferente, tanto no terreno como no digital, porque quem for eleito sem o espírito de inovar estará apenas a estorvar”, alertando para o facto de que o PSD não elege um deputado no Círculo Eleitoral de Portalegre desde as eleições legislativas de 2015.
Um homem de 45 anos foi detido na passada segunda-feira, 26 de janeiro, no concelho de Nisa, por militares do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR de Portalegre.
O suspeito é indiciado pelo crime de violência doméstica contra a sua companheira, uma mulher de 39 anos. No decurso das diligências policiais, a GNR apurou que a vítima era alvo de agressões físicas e psicológicas, tendo dado cumprimento a um mandado de detenção.
Presente já a primeiro interrogatório judicial, no Tribunal de Nisa, este homem viu serem-lhe aplicadas as seguintes medidas de coação: proibição de contacto com a vítima, direta ou indiretamente, por qualquer meio; e proibição de permanecer ou de se aproximar da residência da vítima, bem como dos locais habitualmente frequentados por esta, como o local de trabalho, num raio mínimo de 400 metros, com fiscalização por meios técnicos de controlo à distância (pulseira eletrónica).
A Piscina Municipal Coberta dos Assentos, em Portalegre, estará encerrada a partir desta quinta-feira, 29 de janeiro, para manutenção.
Segundo a Câmara Municipal de Portalegre, “existem algumas anomalias que afetam o normal funcionamento da piscina, principalmente no que diz respeito às temperaturas do ambiente e água, pelo que irá ser feita uma intervenção no sistema das caldeiras, de forma a solucionar estas questões”.
Além desta intervenção, irá ser efetuada uma manutenção mais profunda nas instalações, que envolve “trabalhos de limpeza, tratamentos intensivos da água da piscina, entre outros, de forma a garantir que continuamos a cumprir com os requisitos legais para o normal funcionamento desta instalação desportiva”.
A data de reabertura da piscina será atempadamente anunciada pelo Município de Portalegre, através das suas redes sociais e site.
O Convento dos Agostinhos, em Vila Viçosa, volta, pelo terceiro ano consecutivo, a ser palco da Feira de Doçaria Conventual. O evento, promovido pela Câmara Municipal este fim de semana (de 30 de janeiro a 1 de fevereiro), realiza-se desta vez não nos claustros do convento, mas no seu interior, tendo em conta as previsões do estado do tempo.
“Os nossos serviços estão, no fundo, a fazer um esforço de acomodação e instalação, digamos assim, de todos os equipamentos necessários para que, no fundo, o evento possa decorrer nos espaços anexos ao claustro”, começa por explicar o vice-presidente da Câmara, Tiago Salgueiro.
Ao certame, que serve agora de homenagem à doceira local Lurdes Ramos, uma impulsionadora da iniciativa que faleceu tragicamente no ano passado, o autarca espera “uma adesão significativa” por parte do público. Com a participação de 19 expositores, oriundos de vários pontos do país, o evento tem como um dos seus propósitos a valorização da doçaria conventual, sobretudo, do Alentejo.
Apesar da mudança no que toca ao espaço, a programação do evento não conhece qualquer alteração. “A única coisa que vai ser alterada é, efetivamente, a utilização dos espaços, portanto, ao invés dos claustros, como aconteceu nas edições passadas, vamos utilizar os espaços interiores do convento, que foram disponibilizados pelas Sementes do Verbo, a congregação que gere o antigo Seminário de São José”, explica o vice-presidente do Município de Vila Viçosa.
Da programação desta terceira edição da feira, que arranca esta sexta-feira pelas 17h30, fazem parte, para além da exposição de doces, diversos momentos musicais, com o Cante Alentejano em destaque. “Vamos ter atividades também para as crianças, que poderão aprender a confecionar bolos e bolinhos relacionados com a doçaria conventual e depois teremos também as pinturas faciais”, adianta Tiago Salgueiro.
Para que ninguém fique de fora, a Câmara Municipal disponibiliza transporte gratuito às populações das freguesias de Bencatel, São Romão e Pardais. “O que quisemos fazer foi, no fundo, permitir às pessoas que têm mais dificuldades em termos de deslocações poderem visitar a feira no sábado à tarde, para passarem uma tarde agradável connosco”, diz ainda Tiago Salgueiro.
A programação completa do evento para conhecer na imagem abaixo:
A noite desta sexta-feira, dia 30 de janeiro, será de fados no Centro Polivalente de Degolados.
A iniciativa, promovida pelo lar de idosos daquela freguesia de Campo Maior, explica o diretor da instituição, Pedro Bastos, tem como objetivo “angariar o máximo de verba possível” para a realização do maior número de atividades com os utentes.
“Nós temos cerca de 49 residentes, aqui na nossa instituição, e queremos dar algo diferente a estas pessoas, para não terem a monotonia do dia-a-dia a passar e não terem forma de poderem sair, passear, de realizar atividades, tanto internas como externas. Esse é o grande objetivo desta noite de fados: conseguirmos munir-nos da maior quantidade possível de fundos para podermos encarar o plano de atividades que temos delineado da forma mais completa possível”, acrescenta.
No evento participa um conjunto alargados de fadistas, que de forma “muito célere” aceitaram o desafio de participar, contribuindo com o seu talento, no evento: evento que o responsável espera que possa contar com “casa cheia”. A palco irão subir Ana Cirilo, Duarte Silvério, Leonor Alegria, Olinda Moriano, Rosa Maria e Toy Faria, que serão acompanhados por Alexandre Gomes, na viola, e Nuno Cirilo, na guitarra.
Para além do fado, o público poderá ainda degustar de uma refeição “bastante completa”, com caldo verde, salgados, enchidos, queijo, sobremesa e bebidas. “Temos várias coisas para as pessoas poderem estar o mais confortável possível e podermos também usufruir deste momento todos em conjunto: nós, como instituição, e com a população em geral também”, diz ainda Pedro Bastos.
Com um preço de 15 euros, os bilhetes para o espetáculo encontram-se à venda em dois locais: no próprio Lar de Degolados e no Centro Cultural de Campo Maior.
O mau tempo que se fez sentir nos últimos dias, e especialmente na madrugada desta quarta-feira, dia 28 de janeiro, provocou danos no concelho de Arronches.
O Município, através do Serviço Municipal de Proteção Civil, acompanhou de perto a situação, em articulação com as Juntas de Freguesia, os Bombeiros Voluntários de Arronches e a Guarda Nacional Republicana, de modo a garantir, dentro do possível, a reposição da normalidade, a segurança e o bem-estar da população.
Entre as ocorrências registadas destacam-se várias vias do concelho cortadas temporariamente devido à queda de árvores e outros constrangimentos, incluindo a Estrada Nacional 371 (Arronches – Campo Maior), Estrada Regional 246 (junto à Zona Industrial), Estrada Municipal 371 (Arronches – Assumar), Caminho Municipal 1158 (Hortas de Baixo – Barragem do Abrilongo), Caminho Municipal 1107 (ligação da EM 516 à Parra) e o caminho de ligação às Pinturas Rupestres, em Hortas de Baixo.
Uma ocorrência envolveu o resgate de um gato. Foram ainda desobstruídos diversos acessos no meio rural devido à queda de arvoredo.
No terreno estiveram o executivo municipal, representado pelo presidente da Câmara, João Crespo e pelo vice-presidente, Paulo Furtado, bem como o coordenador municipal de Proteção Civil, Nelson Velez e o comandante dos Bombeiros Voluntários de Arronches, Ricardo Pinto, tendo acompanhado toda a operação é coordenado a resposta às ocorrências.
A Câmara Municipal de Elvas aprovou esta terça-feira, 27 de janeiro, em reunião do executivo, realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a realização de várias iniciativas municipais, assim como de efemérides locais.
Foram aprovadas várias cedências de equipamentos municipais para a realização de atividades de coletividades e instituições locais e nacionais, como o XXII Congresso da Associação de Diretores de Hotéis de Portugal ou a reunião da Junta Diretiva da Rede de Cooperação das Rotas do Imperador Carlos V, em Elvas.
Os eleitos aprovaram ainda as propostas de realização dos eventos que integram a agenda regional, como o Festival Medieval de Elvas, a adenda à proposta do XXVIII Carnaval Internacional de Elvas, XXXIV Feira Escolar do Concelho de Elvas ou a proposta de programação de eventos para 2026, no âmbito do contrato de exploração da sala de eventos do Coliseu Comendador Rondão Almeida.
No decorrer da reunião foram aprovados o projeto de Regulamento Municipal de Gestão do Arvoredo em Meio Urbano do Concelho de Elvas, a revisão/execução do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil de Elvas e Planos Especiais de Emergência e Proteção Civil de Elvas e a proposta do Plano Municipal de Ação Climática para consulta pública.
A proposta de Alteração ao Regulamento Municipal de Apoios Sociais do Município de Elvas, referente às Bolsas de Estudo do Ensino Superior, foi também aprovada, seguindo para inquérito público.
Por outro lado foi reprovada a proposta de criação de um Programa Municipal de Apoio à Saúde Mental.
Atribuídos apoios à Sociedade Recreativa Popular e Desportiva da Juventude de Santa Eulália e Clube Elvense de Natação.
Está aí à porta mais uma edição do Carnaval Internacional de Elvas, que desta vez conta com a participação de um total de nove grupos do concelho. Um deles é o do Centro de Recreio Popular (CRP) da Boa-Fé, que, para este ano, escolheu o tema “África Mix”.
Para a escolha do tema, explica Rita Gago, uma das responsáveis pelas coreografias deste grupo de Carnaval, contribuiu o facto de “grande parte da comunidade do bairro da Boa-Fé ser descendente de África”. “Daí, decidimos em grupos fazer esta pequena homenagem aos africanos do nosso bairro”, justifica.
A verdade é que, comparativamente ao ano passado, o Carnaval chega desta vez mais cedo no calendário. Ainda assim, o trabalho de preparação, seja ao nível dos disfarces, seja das músicas e coreografias, foi apenas iniciado no início deste mês de janeiro.
Desde então, e quase que numa corrida contra o tempo, o grupo tem procurado reunir-se três a quatro vezes por semana para ensaios. “Às quartas, ensaia a banda e nós ensaiamos a coreografia do coliseu. Depois temos ensaios às sextas e sábado e, às vezes, também aos domingos”, revela Tamara Fonseca, outra das responsáveis das coreografias do grupo.
Os cerca de 75 elementos do grupo, maioritariamente adultos e jovens com mais de 15 anos, que se dividem entre coreografias e banda, avançam as responsáveis, irão apresentar nos seus fatos, produzidos por Célia e Bela Gago, “vários padrões africanos e cores vivas”.
Para a gala coreográfica de apresentação dos grupos participantes neste 28º Carnaval Internacional de Elvas, no Coliseu, o CRP da Boa-Fé irá dançar “um mix de músicas”, sendo que os tambores da banda não ficarão de fora. “Havemos de ter, em princípio, alguns dos elementos da banda a dançar connosco”, revela ainda Rita Gago. Contudo, a responsável confidencia que “os homens, nos ensaios, juntam-se mais, mas depois quando chega a hora da verdade encolhem-se e não vão dançar”.
Ainda no âmbito das comemorações de Carnaval, no dia 21 de fevereiro, o CRP promove um Baile da Pinha na sede da coletividade. “Queremos convidar toda a população para este baile, que tem início às 21 horas e animação com Jorge Gomes”, diz ainda Rita Gago. As entradas são gratuitas.
A entrevista completa a Rita Gago e Tamara Fonseca sobre o grupo de Carnaval do CRP da Boa-Fé para ouvir no podcast abaixo: