A ouvinte da Rádio Elvas Isabel Figueira, de Vila Boim, enviou-nos imagens da situação crítica de inundação que viveu na sua casa esta manhã, com a rua alagada e com a água da chuva que lhe entrou por casa.
Graças à intervenção dos Bombeiros de Elvas e da Junta de Freguesia de Vila Boim foi possível ultrapassar a situação.
A Associação Distrital de Judo de Portalegre (ADJP) realiza o Campeonato Zonal de Juniores este sábado, dia 31 de janeiro.
A competição, que abrange os escalões masculino e feminino, terá lugar no Pavilhão Rui Nabeiro, em Campo Maior, com o início dos combates agendado para as 10 horas.
Para além das provas individuais por categorias de peso, está prevista a realização de um treino conjunto a partir das 11h30, sob a direção da ADJP, com o objetivo de potenciar o intercâmbio entre os atletas participantes.
Esta iniciativa conta com o apoio do Sporting Clube Campomaiorense, da Delta Cafés e da Câmara Municipal de Campo Maior.
No dia 7 de fevereiro, às 16 horas, a Biblioteca Municipal de Estremoz será palco da apresentação da obra “Estremoz nos Alvores do Liberalismo (1820–1834)”, da autoria de Teresa Fonseca.
O livro convida à descoberta das profundas transformações sociais e políticas vividas em Estremoz durante o conturbado processo de implantação do Liberalismo em Portugal. Entre avanços e recuos, a autora analisa os acontecimentos e contradições locais que marcaram esta importante transição histórica.
Teresa Fonseca é professora aposentada do Ensino Secundário, licenciada em História, mestre em História Cultural e Política e doutorada em História das Ideias Políticas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde realizou também pós-doutoramento, em articulação com a Universidade de Évora. As suas investigações incidem sobre o ideário político setecentista, o memorialismo ilustrado alentejano, as instituições municipais, a história das mulheres, as misericórdias e a sociedade e economia do Alentejo e Algarve no Antigo Regime.
A vereadora do PSD no Município de Elvas, Margarida Paiva, revela, em comunicado enviado à redação da Rádio ELVAS, que no decorrer da reunião do executivo desta terça-feira, 27 de janeiro, apresentou “várias recomendações e solicitações, com particular enfoque na segurança, transparência e manutenção do espaço público”.
A vereadora votou ainda contra a alteração orçamental apresentada, “por coerência com a sua posição anterior de voto contra o orçamento inicial, entendendo que, estando a génese do documento mal elaborada, as alterações subsequentes (remendos) não corrigem os problemas estruturais existentes”.
O comunicado para ler na íntegra:
“No âmbito da Reunião de Câmara Municipal realizada no dia 27 de janeiro de 2025, importa dar conta das intervenções e posições assumidas pela Vereadora do PSD, Margarida Coelho de Paiva, quer no período antes da ordem do dia, quer no decurso da ordem de trabalhos.
Período antes da ordem do dia
Durante este período, foram apresentadas várias recomendações e solicitações, com particular enfoque na segurança, transparência e manutenção do espaço público, nomeadamente:
• A recomendação da retirada, imediata, por razões de segurança, do sistema de sombreamento existente na Rua de Alcamin, Travessa de Alcamin e Rua da Feira;
• A solicitação para divulgação pública do relatório de segurança dessas artérias, elaborado pela Proteção Civil;
• O pedido para esclarecimento da população relativamente à avaria da televisão instalada no Centro Histórico, defendendo ainda uma utilização mais informativa e menos promocional das redes institucionais do Município;
• A necessidade de reparação do piso e melhoria da drenagem do Jardim Municipal.
Ordem de trabalhos
No decurso da ordem de trabalhos, a Vereadora interveio nos seguintes pontos:
• Foi solicitado que fossem identificados os espetáculos que a empresa concessionária do Coliseu de Elvas previa realizar e que não puderam ocorrer devido à realização de outros eventos promovidos pelo Município;
• Relativamente ao Orçamento Participativo, foi sugerido que, caso o projeto vencedor não atingisse o valor máximo do prémio (25.000,00€), o remanescente fosse atribuído aos projetos seguintes na classificação. O ponto acabou por ser retirado da ordem de trabalhos, de forma a permitir o seu estudo e a eventual inclusão desta proposta no regulamento;
• No que respeita às Bolsas de Estudo, foi identificada uma imprecisão no texto regulamentar que poderia traduzir-se num tratamento menos igualitário. A observação foi prontamente acolhida, tendo o texto sido corrigido;
• A Vereadora votou contra a alteração orçamental apresentada, por coerência com a sua posição anterior de voto contra o orçamento inicial, entendendo que, estando a génese do documento mal elaborada, as alterações subsequentes (remendos) não corrigem os problemas estruturais existentes;
• Foi retirada a proposta de Modernização e Acessibilidade Urbana Inclusiva, uma vez que a mesma já se encontra formalmente aprovada desde 2024, o que quer dizer, aprovada, mas sem qualquer execução ou utilidade prática
Estas intervenções refletem uma atuação assente na coerência política, na defesa da segurança pública, da igualdade de tratamento e da transparência na ação municipal.
O Presidente da Câmara Municipal de Monforte, Miguel Rasquinho, recebeu, no seu gabinete Tiago Teotónio Pereira, vogal executivo da Comissão Diretiva da Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional do Alentejo, responsável pela coordenação da preparação de documentos para o ciclo de programação de fundos europeus de 2021-2027.
Este encontro serviu essencialmente para fazer o ponto de situação relativamente a processos de candidaturas em curso e abordar também algumas questões relacionadas com outros projetos que o executivo tem executar.
O Serviço Municipal de Proteção Civil de Elvas registou, esta quarta-feira, 28 de janeiro, mais de duas dezenas de ocorrências no concelho, na sequência das condições meteorológicas adversas, caracterizadas por vento forte e precipitação intensa.
Entre as situações reportadas destacam-se a queda e destruição de várias árvores, danos em estruturas de coberturas, bem como inundações causadas pela precipitação intensa, com o consequente extravasamento de ribeiras, que ultrapassaram os seus limites normais, afetando sobretudo zonas baixas.
De forma preventiva, mantêm-se estradas interditas à circulação, nomeadamente a CM 1116, cortada em quatro pontos nas zonas baixas próximas ao rio Caia, devido à acumulação de água e aos riscos associados à circulação rodoviária.
No âmbito das ações de prevenção e proteção de pessoas em situação de maior vulnerabilidade, e por precaução, uma pessoa pernoitou na noite anterior em casa de familiares, numa intervenção articulada entre a Proteção Civil e os Serviços Sociais do Município, por residir muito próxima de uma linha de água e apresentar mobilidade reduzida.
Nas operações de resposta estiveram envolvidos o Município de Elvas, as Juntas de Freguesia, os Bombeiros Voluntários de Elvas, a GNR e a PSP, numa ação coordenada que permitiu dar resposta célere às diversas ocorrências registadas.
Para o apoio aos trabalhos no terreno, foram mobilizados meios mecânicos e logísticos, incluindo retroescavadoras, um camião, carrinhas, bem como vários funcionários e a equipa de sapadores florestais, que colaborou na remoção de obstáculos, limpeza de vias e reposição das condições de segurança.
A Proteção Civil de Elvas continua a acompanhar a evolução da situação, apelando à população para que adote comportamentos preventivos, evite a circulação em zonas inundadas ou com vias condicionadas e respeite as indicações das autoridades.
António Soares Mendes apresenta o livro “Do Ser… Do Viver” no Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas (MAEE) António Tomás Pires este sábado, 31 de janeiro, pelas 16 horas.
A iniciativa, aberta ao público, constitui um momento de encontro entre o autor e os leitores, com vista à divulgação de uma obra que convida à reflexão sobre a vivência e a condição humana, num ambiente cultural de referência na cidade.
A sessão integra a programação cultural do Município de Elvas e pretende valorizar a literatura e a proximidade entre criadores e comunidade, reforçando o papel dos espaços museológicos como locais de partilha e dinamização cultural
O Turismo do Alentejo encerrou a participação na edição deste ano da FITUR, em Madrid, com um balanço claramente positivo, marcado por uma forte visibilidade do destino, uma agenda intensa de contactos profissionais e uma resposta encorajadora do mercado espanhol, considerado estratégico e natural para o território.
A presença do Alentejo na feira, a maior de sempre neste certame, foi orientada para reforçar a notoriedade junto dos nossos vizinhos, nas regiões transfronteiriças e também noutras regiões de Espanha, com especial foco em públicos urbanos e viajantes que procuram escapadas curtas, experiências autênticas e destinos próximos para viajar ao longo de todo o ano.
“Saímos de Madrid com sinais muito claros de interesse e com a convicção reforçada de que o Alentejo está no radar dos viajantes espanhóis. O trabalho feito aqui foi determinante para consolidar parcerias e afirmar o destino como uma escolha óbvia, mesmo ali ao lado”, afirmou José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo.
Ao longo do certame, o Alentejo apresentou uma narrativa centrada em cultura, enoturismo, gastronomia, património e experiências de natureza, reforçando o posicionamento do território como destino de vida lenta, com identidade, hospitalidade e diversidade de propostas, do litoral ao interior.
“Temos uma agenda muito forte para 2026 e 2027 e queremos que seja impossível ignorar o Alentejo. Entre grandes eventos, cultura e vinho, estamos a criar motivos concretos para visitar, regressar e recomendar. O objetivo é claro, colocar o Alentejo no centro das escolhas e torná-lo um destino da moda, sem perder a autenticidade”, acrescentou.
Calendário de grandes momentos que projetam o Alentejo em 2026 e 2027
Entre os temas em evidência na FITUR esteve Évora Capital Europeia da Cultura 2027, que representa uma oportunidade estruturante para reforçar a atratividade cultural do destino e ampliar a sua projeção internacional.
O Baixo Alentejo, Cidade Europeia do Vinho 2026, foi outro dos eixos centrais, com a ambição de mobilizar o território em torno do enoturismo, da gastronomia e da valorização dos produtos locais, com impacto direto na procura e na dinamização da oferta ao longo de todo o ano.
Foi igualmente destacado o regresso das Festas do Povo de Campo Maior, este ano após muitos anos de ausência, como um dos momentos mais emblemáticos do calendário cultural, capaz de atrair visitantes e reforçar a imagem do Alentejo como território vivo, participado e singular.
A passagem da depressão Kristin pelo concelho de Elvas, com chuva e vento forte, deixou as suas marcas, não só, mas também no centro histórico da cidade esta quarta-feira, dia 28 de janeiro.
Na Praça da República, para além do muppi (Mobiliário Urbano para Promoção e Informação), junto a uma das entradas do Parque Subterrâneo, que se partiu por completo, também uma das árvores da praça caiu ao chão, tendo acabado por, posteriormente, ser cortada. No piso -1 do Parque Subterrâneo, na zona das casas de banho, que está agora interdita, há a registar a queda de uma parte do teto.
Já na Rua das Alcoutinas, ruiu parte de uma habitação, adquirida pela Câmara Municipal, causando prejuízos na casa ao lado. O mau tempo fez também estragos no novo equipamento de sombreamento da Rua de Alcamim.
A juntar às diversas inundações e à queda de inúmeras árvores por todo o concelho, incluindo uma de grandes dimensões que tombou na Estrada Nacional 4, junto à saída de Vila Boim, das ocorrências de maior relevo registadas destaca-se ainda os estragos na cobertura das bancadas do Campo António Semedo.
Algumas das imagens dos estragos para ver na galeria abaixo:
A edição desta semana do programa “Crescer com Voz”, do CLDS 5G de Elvas, é dedicada aos desafios da parentalidade.
Com alguma leveza, e até um toque de humor, a animadora sociocultural Sandra Fouto e a assistente social e coordenadora do CLDS 5G de Elvas Sara Abreu abordam o tema, descrevendo a parentalidade como um “comboio mágico que arranca sem pedir licença”, em que o amor se mistura com cansaço, culpa, muitas dúvidas, birras e gargalhadas.
Para fazer face às birras, que não devem ser vistas como maldade, mas como uma linguagem, uma vez que resultam da falta de ferramentas emocionais dos mais novos, é importante que se valide a emoção das crianças, que se imponham limites claros e que se mantenha a calma que os mais pequenos não conseguem ter.
Quanto aos ecrãs, e ainda que a tecnologia não seja inimiga, as duas profissionais lembram que as crianças precisam de movimento, imaginação e até de tédio. O problema não reside no uso da tecnologia, mas sim quando esta substitui o movimento e o brincar livre.
O episódio de “Crescer com Voz” desta semana para ouvir no podcast abaixo:
As fortes rajadas de vento que se fizeram sentir durante a madrugada e a manhã desta quarta-feira, 28 de janeiro, causaram vários estragos no concelho de Elvas. Entre árvores caídas e estruturas danificadas, foram várias as ocorrências registadas pelos Bombeiros Voluntários.
A verdade é que, de acordo com o comandante dos Bombeiros e coordenador municipal de Proteção Civil de Elvas, Paulo Moreiras, a noite até foi, em termos de ocorrências, “relativamente calma”, uma vez que “a maior parte das pessoas, estando no descanso, não foram diretamente afetadas e então não tiveram bem a noção e a percepção daquilo que estaria a acontecer no concelho”.
Foi com o aproximar do nascer do dia, com fortes rajadas de vento registadas entre as 5 e 6 horas, que começaram a surgir as ocorrências, desde logo com uma “grande quantidade de árvores que caíram, partiram, algumas delas até pela raiz, porque os solos, estando saturados em água, não têm capacidade de se aguentar”.
“Temos a registar também uma série de inundações, essencialmente nas vias públicas, isto porque, tendo em consideração a água que caiu nos últimos dias, todos os terrenos estão saturados, os solos estão saturados, as linhas de água já estavam próximas dos seus caudais máximos e, como é óbvio, não têm capacidade para aguentar também aquilo que choveu esta noite”, adianta Paulo Moreiras.
Entre Município, Bombeiros e Proteção Civil, foram vários os meios que foram mobilizados “para dar resposta a tudo aquilo que foram sendo as ocorrências detetadas durante a manhã de hoje”.
Por volta das 11 horas, Paulo Moreiras revelava à Rádio ELVAS que todas as ocorrências registadas, até então, já estavam, pelo menos, “estabilizadas”. “Mas há aqui ainda muito trabalho a ser feito, porque houve algumas estruturas e algumas coberturas que foram danificadas pela ação do vento extremo. Vão ter que ser cortadas, vão ter que ser removidas. A maior parte delas já estão colocadas em segurança e este trabalho vai ter que se desenvolver nos próximos dias”, adianta.
Dando conta que todas as principais vias de acesso do concelho – as estradas quem ligam Elvas a Campo Maior, a Portalegre e a Estremoz – se encontram transitáveis, Paulo Moreiras adianta que, por outro lado, há três pontões, no Caminho Municipal 1116, interrompidos ao trânsito. “A barragem do Caia continua a fazer descargas, e com toda a chuva, os terrenos estão a drenar para toda aquela zona mais baixa e temos esses pontões todos interditos ao trânsito”, esclarece.
“Temos ainda aí alguns caminhos rurais em que as ribeiras transbordaram, com pequenos acessos a algumas habitações que estão ainda interditos. Estamos a aguardar também que o próprio leito das ribeiras baixe para que as pessoas possam, entretanto, ter as situações restabelecidas às suas casas”, remata o responsável.
A Associação Desportiva Ialbax teve dois atletas no Campeonato Nacional Militar de Corta Mato, no dia 22 de janeiro, no qual Eduardo Lagareiro e Manuel Rodrigues, em representação da instituição para a qual laboram, tiveram um excelente desempenho.
No dia 24 de janeiro, na localidade de Figueira e Barros, a AD Ialbax, obteve os seguintes resultados: Luís Velez – 1.º Classificado Júnior; Manuel Rodrigues – 2.º Classificado V50; Pedro Afonso – 2.º Classificado V35; Carlos Pimenta – 1.º Classificado V35; Sérgio Cacheirinha – 3. Classificado V50; José Russo – 1.º Classificado V60; Manuel Mexia – 4.º Classificado V50; Vanda Rosa Nanques – 1.ª Classificada V45 e 2.ª Classificada da Geral Feminina; Fátima Pimenta – 1.ª Classificada V40; Cristina Canário – 2.ª Classificada V50 e Ana Duarte – 3º Classificada V50.
Em termos coletivos, a Associação Desportiva Ialbax conquistou o 1.º lugar, confirmando a excelente prestação do clube.
No dia 25 de janeiro, os atletas ialbaxianos deslocaram-se até à Extremadura espanhola para participar no 40º Cross Popular Vuleta al Baluarte, em Badajoz. Os resultados foram os seguintes: António Real – 1.º Classificado Master H e Eduardo Lagareiro – 3º Classificado Master E. Participaram ainda Paulo Araújo, Nuno Caeiro, Manuel Rodrigues e José Russo.
No mesmo dia, uma numerosa comitiva de atletas deslocou-se até Alter do Chão para participar no Trail local. No trail longo, os resultados foram: Luís Carranca – 3.º Classificado M45 e Cristina Canário – 2.ª Classificada F50. Participaram também Jorge Chaves e Manuel Mexia.
No trail curto, Luís Velez foi 1.º Classificado Júnior; Sérgio Cacheirinha – 3.º Classificado M50; Ana Santos – 2.ª Classificada F45 e Ana Duarte – 1.ª Classificada F50.
Participaram também Pedro Afonso, Marco Santos, Fátima Pimenta e Edgar Monho.
Já no mini trail Vanda Valente foi 1.ª Classificada F40. Participou também Maria do Céu Cordeiro.
Para uma comemoração em cheio do Dia de São Valentim, celebrado no próximo dia 14 de fevereiro, o Município de Estremoz preparou uma programação recheada de atividades, para que os casais apaixonados possam desfrutar de momentos únicos na cidade.
O programa comemorativo deste Dia dos Namoradas em Estremoz, como revela a vice-presidente da Câmara, Sónia Caldeira, vai muito para além da entrada gratuita em todos os museus e centros interpretativos do concelho. “Nos próprios museus existe um conjunto de atividades que propomos a quem os visita. No Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz e no Museu Municipal, convidamos os visitantes a fazerem a pintura de um coração, que depois poderão levar para casa”, começa por explicar a autarca.
A autarquia vai, por esta ocasião, apresentar diferentes exposições alusivas à ocasião. “Aqui aproveitamos, claro, os nossos Bonecos de Estremoz – e um dos mais conhecidos é o ‘Amor é Cego’ – para fazer no Centro Interpretativo de Bonecos de Estremoz uma exposição específica e dedicada ao ‘Amor é Cego’, este Boneco de Estremoz que é apreciado por tanta gente”, adianta Sónia Caldeira.
“Para além disso, vamos ter provas de vinhos no Museu Berardo, aproveitando também aqui o facto de termos uma loja de vinhos no museu para oferecer uma visita guiada com provas de vinhos aos casais que nos visitarem”, acrescenta a vice-presidente.
Mas ainda antes de dia 14, no Posto de Turismo da cidade, será possível visitar a exposição “Chapéus de Amor”. Esta exposição, que ficará patente entre os dias 11 de fevereiro e 15 de março, à semelhança do que aconteceu em anos anteriores, é uma mostra de trabalhos produzidos pelos alunos da Academia Sénior de Estremoz. “Este ano escolhemos o tema dos chapéus e nas mais diversas disciplinas que temos na nossa Academia Sénior, os alunos são convidados, no âmbito da sua criatividade, a fazer, a desenhar ou a pintar chapéus, que depois irão estar expostos no nosso posto de turismo”, remata Sónia Caldeira.
Conheça a programação completa da iniciativa “Namorar em Estremoz”:
– Pintura de Coração de Amor é Cego no Museu Municipal de Estremoz e Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz, das 9:30 às 12:00 e 14:00 às 17:00 horas. Oferta de atividade e Coração de Amor é Cego;
– Pintura de Azulejo, no Museu Berardo Estremoz, das 9:30 às 12:00 e 14:00 às 17:00 horas. Oferta de Atividade e Azulejo;
– Exposição “Amor é Cego”, no Centro Interpretativo do Boneco de Estremoz, entre as 9:30 às 12:30 e 14:00 às 17:30 horas;
– Visita guiada especial para casais “Cenas Galantes em painéis de azulejos”, no Museu Berardo Estremoz, entre as 10:30 e 15:00 horas. Oferta de visita e Prova de vinho diferenciada (até 12 casais). Reserva através do e-mail cultura@cm-estremoz.pt;
– Exposição “Chapéus de Amor”, no Posto de Turismo de Estremoz, de 11 de fevereiro a 15 de março, das 9:00 às 12:30 e das 14 às 17:30 horas;
– Entrada livre nos Museus e Centros Interpretativos no concelho de Estremoz, das 9:00 às 12:30 e das 14 às 17:30 horas.
Devido à chuva registada nas últimas horas e à consequente subida do nível da água da Ribeira de Sousel, a circulação na Estrada Municipal 538, que liga a EN243, junto a Figueira e Barros, no concelho de Avis, a Sousel, encontra-se interdita ao trânsito.
Por outro lado, informa a Câmara Municipal de Avis, a circulação entre Aldeia Velha e Cabeção já foi restabelecida, após a remoção de uma árvore de grandes dimensões que se encontrava tombada no Caminho Municipal 1166, que liga as duas localidades.
A chuva mais intensa que caiu, na madrugada desta quarta-feira, 28 de janeiro, fez aumentar, consideravelmente, o caudal da Ribeiro do Cêto, na Belhó, em Elvas.
Num vídeo enviado por um ouvinte à redação da Rádio ELVAS, gravado às 6h10, é possível perceber-se a água a correr na ribeira a grande velocidade e o risco que esta tem de transbordar.
A situação causa, naturalmente, alguma apreensão aos habitantes daquela zona da cidade, que receiam a entrada da água nas suas casas.
Na sequência da implementação do Projeto de Recolha Seletiva de Biorresíduos, e um ano após a campanha de informação e a distribuição dos contentores castanhos, devidamente identificados, aos cerca de 30 estabelecimentos aderentes do canal HORECA (hotelaria, restauração e cafetaria) de Campo Maior, foi possível desviar de aterro, no concelho, em 2025, perto de 60 toneladas de resíduos alimentares.
Com uma candidatura em curso de quase “1,6 milhões de euros” relacionado com o regime de recolha e tratamento de resíduos sólidos urbanos, este é um setor com grande peso no Orçamento do Município de Campo Maior em 2026, revela o presidente da Câmara, Luís Rosinha, que diz ser “importantíssima” a quantidade de resíduos alimentares que se conseguiram desviar de aterro no último ano.
“Cada vez mais a questão da separação é fundamental do ponto de vista da despesa municipal, porque nós, neste momento, passámos praticamente de 50 euros, que pagávamos por tonelada à operadora em alta, para cerca de 90 euros. É importante porque tem reflexo no orçamento, sendo que nós, Câmara Municipal, decidimos não aumentar o valor dos resíduos”, adianta o autarca. Este esforço do município, para que a “fatura não passe para os campomaiorenses”, representa cerca de “150 mil euros anuais” de despesa com o tratamento dos resíduos.
“Por enquanto conseguimos fazê-lo, porque ainda não temos uma obrigatoriedade por parte da entidade reguladora”, adianta Rosinha, que, ainda assim, alerta para o facto de que se todos não continuarem a fazer este trabalho, o município terá pela frente um processo “muito difícil”, até porque não quer vir a “honorar os munícipes”.
Por outro lado, e agradecendo aos estabelecimentos do canal HORECA que têm “participado muito corretamente nesta separação” dos biorresíduos, Luís Rosinha destaca também a separação do vidro como “outro elemento muito importante”. “Por isso mesmo também fizemos aqui o ‘Vidro com Valor’, em que é disponibilizado um contentor próprio com sistema de basculação aos estabelecimentos do Canal HORECA, para que possamos também ter o cuidado de o separar, tendo em conta que o vidro tem ainda outra característica maior, que é o próprio peso”, esclarece.
Avançando que o Município prevê a construção de um EcoCentro, para que seja feita, na vila, uma “triagem de primeira linha” aos resíduos, Luís Rosinha revela ainda que a intenção é que venha a ser implementado um novo sistema de recolha de lixo no concelho, passando, desde logo, por uma recolha porta a porta. Também será implementado, ao que tudo indica, um sistema PAYT, “em que cada um irá pagar apenas aquilo que produz”.
As fortes rajadas de vento que se fizeram sentir durante a madrugada, e que ainda persistem na manhã desta quarta-feira, 28 de janeiro, resultaram em vários estragos no concelho de Elvas.
Na Estrada Nacional 4, à saída de Vila Boim, no sentido Elvas – Lisboa, está uma árvore de grandes dimensões tombada na estrada. A GNR encontra-se no local a gerir o trânsito, que é feito de forma alternada.
Na cidade de Elvas, há, entre outros, registo de árvores caídas na zona da Fonte Nova, junto ao hospital e uma árvore arrancada pela raiz, na Praça D. Sancho II. Algumas das decorações de Carnaval que ainda restavam em duas das rotundas da cidade, também ficaram destruídas.
Há registo também de queda de árvores na Estrada do Morgadinho e na Estrada Nacional 373, entre Elvas e Campo Maior.
Os bombeiros têm estado a realizar os trabalhos de remoção de árvores e de limpeza das vias.
A chuva mais intensa que caiu durante a madrugada levou também a um aumento considerável da ribeira do Cêto.
Encontram-se abertas até sábado, dia 31 de janeiro, as inscrições à primeira edição do Concurso Internacional de Composição Musical de Elvas. Promovido pela Associação Cultural Públia e Hortênsia de Castro, o concurso, nesta sua primeira edição, tem como tema “O Cante Alentejano ecoa no Forte da Graça”.
Explicando que neste concurso podem participar compositores de qualquer país, que sejam estudantes, profissionais ou não profissionais, a partir dos 16 anos, o presidente da associação, Vasco Almeida (na foto), adianta que esta é uma iniciativa de âmbito internacional, “não sendo destinada apenas a Elvas, nem exclusivamente ao Alentejo”.
Os compositores a concurso terão de apresentar “uma composição vocal inspirada no Cante Alentejano, com ligação simbólica ao Forte da Graça, em Elvas”. A obra pode ser escrita para até quatro vozes e pode incluir acompanhamento instrumental, se assim o compositor o entender. “Pode tratar-se de uma voz solista, de um pequeno conjunto vocal ou de uma formação coral simples. O mais importante não é a complexidade técnica, mas sim a ligação estética e conceptual ao Cante Alentejano e à ideia deste ecoar no Forte da Graça”, adianta Vasco Almeida.
A obra deve ser apresentada em partitura musical “clara e legível”, assim como o acompanhamento musical, no caso de o ter. “O regulamento apresenta um texto de referência opcional da autoria do jovem escritor elvense Rodrigo Fialho, como exemplo de como a palavra pode dialogar com esta edição. Esse texto não é de uso obrigatório. Podem ser utilizados o poema de referência total ou parcialmente, outro texto com indicação clara da autoria, um texto original do próprio concorrente ou vocalizações sem recurso a palavras”, explica ainda o também maestro do Coral Públia e Hortênsia de Castro.
Após o encerramento das candidaturas no sábado, os resultados serão anunciados a 28 de fevereiro. Em jogo estão quatro prémios: primeiro prémio de 500 euros, segundo de 300 euros, terceiro de 150 euros e o “Prémio Júnior”, para a melhor obra apresentada por compositores com idades compreendidas entre os 16 e 17 anos, de 75 euros.
A estreia da obra vencedora está marcada para 13 de junho, no decorrer do concerto de celebração dos 39 anos do Coral Públia Hortênsia de Castro de Elvas.