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Município de Campo Maior conclui Estratégia Local de Habitação e muda o foco para a habitação acessível

O Município de Campo Maior está prestes a dar por concluída a sua Estratégia Local de Habitação, com a construção de quase 20 fogos.

“Do ponto de vista da habitação, nós vamos passar aqui para um período em que concluiremos aquilo que era a Estratégia Local de Habitação, que era financiada ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Dado que o Plano de Recuperação e Resiliência terá o seu fim, nós vamos concluir todas as habitações que temos em curso”, começa por explicar o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha.

Lembrando que o município se tinha proposto, inicialmente, a construir cerca de 23 fogos, Rosinha explica que a autarquia vai atingir os 19 fogos, no final da Estratégia Local de Habitação. “Parece-me a mim, comparativamente a outros municípios por este país fora, que conseguimos atingir uma meta, tendo em conta os concursos desertos, os preços desequilibrados com que vivemos nos últimos anos. Do ponto de vista da construção, conseguimos ir tendo solução para gastar essas mesmas verbas que nos estavam destinadas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência”, acrescenta.

As candidaturas, do ponto de vista da habitação, vão sofrer agora uma alteração. “Aquilo que está previsto é que a habitação também integre aquilo que são os investimentos territoriais que a CIMAA gere para os 15 municípios. Nós temos projetos também preparados, tentaremos colocar aquilo que temos em cima da mesa, mas há outras vertentes que também serão propícias para que possamos continuar a investir na habitação, mas que será através de empréstimo BEI (Banco Europeu de Investimento), e nós vamos avaliar qual será o caminho que iremos continuar a dar, podendo eu, desde já, dizer que, eventualmente, abandonaremos aquilo que é a habitação do ponto de vista social, porque esta estratégia do PRR estava afeta às questões sociais e iremos, eventualmente, continuar em projetos, mas do ponto de vista da acessibilidade a todos”, avança Luís Rosinha.

Esta habitação acessível, a custos controlados, será mais direcionada aos jovens. “Continuarmos a apostar na habitação, mas deixaremos a parte social de fora e continuarmos a fazer quase que um arrendamento apoiado”, remata o autarca.

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