“Greenland: Um Novo Começo” é o filme em exibição esta sexta-feira, 23 de janeiro, pelas 21h30, no Auditório São Mateus, em Elvas.
A ameaça imediata do impacto do cometa Clarke foi ultrapassada, mas o mundo encontra-se totalmente alterado. Depois de cinco anos a viver em modo de sobrevivência num “bunker” subterrâneo, os que resistiram à catástrofe deparam-se com uma nova realidade: praticamente todas as zonas do planeta se tornaram inabitáveis.
Em busca de um lugar com condições mínimas de subsistência, John e Allison Garrity deixam a Gronelândia e seguem em direção a uma cratera situada no sul de França que, segundo os especialistas, parece reunir condições para sustentar a vida.
Os bilhetes encontram-se à venda na Ticketline ou meia hora antes da sessão, no Auditório São Mateus.
Considerando que nesta época de frio muitas famílias recorrem às lareiras, salamandras e braseiras como forma de aquecimento, a Câmara Municipal de Campo Maior alerta para a importância da colocação das cinzas, devidamente arrefecidas, nos contentores metálicos e identificados para o efeito, sempre que disponíveis.
“Neste sentido apelamos à compreensão de todos para que não depositem cinzas quentes ou brasas nos contentores de plástico, devido ao perigo de entrar em combustão, junto com outros resíduos e resultar daí um incêndio, o que, infelizmente se tem verificado nos últimos dias”, diz o Município de Campo Maior nas redes sociais.
Para que tal não aconteça, a Câmara Municipal apresenta algumas medidas preventivas simples a ter em consideração: “ao limpar a lareira, salamandra, braseiro ou fogareiro não deite as cinzas fora de imediato; guarde-as num recipiente metálico ao ar livre durante um ou dois dias, para que arrefeçam; e deposite as cinzas arrefecidas nos contentores metálicos existentes para o efeito”.
“Por razões de higiene e saúde pública, deposite sempre o lixo doméstico devidamente ensacado, nos restantes contentores de RSU, não o deposite avulso”, diz ainda a autarquia.
Um homem de 58 anos, suspeito do crime de violência doméstica, viu ser-lhe aplicada, pelo Tribunal de Fronteira, esta quarta-feira, 21 de janeiro, a medida de coação de vigilância por pulseira eletrónica.
O suspeito foi detido na terça-feira, dia 20, no concelho de Avis, no âmbito de uma investigação da GNR, durante a qual se apurou que exercia violência física e psicológica sobre a sua companheira, de 45 anos.
Na sequência de um mandado de detenção, a GNR realizou “uma busca domiciliária, da qual resultou a apreensão de uma arma de ar comprimido”, revela o Comando Territorial de Portalegre da GNR em comunicado.
Para além do controlo por pulseira eletrónica, o Tribunal Judicial de Fronteira aplicou a este homem outras medidas de coação: a obrigação de apresentações periódicas semanais no posto policial da área da sua residência, a proibição de contactar com a vítima por qualquer meio, físico ou eletrónico e a proibição de permanecer nas imediações da residência da vítima, guardando uma distância mínima de 250 metros.
A final da 3.ª edição do Festival “Vozes da Nossa Escola – Delta Cafés” realizou-se ontem, dia 21 de janeiro, no auditório da Escola Básica n.º 1 de Santa Luzia, em Elvas, reunindo alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. A iniciativa foi promovida pelo grupo de Educação Musical, após uma fase de pré-eliminatórias que contou com a adesão de vários alunos.
Para a fase final foram apurados nove finalistas, que foram avaliados através da interpretação de uma obra vocal. Do júri fizeram parte a docente Maria José Trindade, em representação da Direção do Agrupamento; Rosário Caicheirinha, do Departamento de Expressões; Júlia Mira, em representação dos docentes; e Telma Cordeiro, representante da comunidade educativa.
No final, foram atribuídos prémios aos nove finalistas, bem como certificados de presença a todos os participantes. O prémio especial do concurso foi entregue a Beatriz Moreiras, primeira classificada. O professor de Educação Musical António Raimundo destacou “a elevada competência ao nível da interpretação vocal”, sublinhando que os alunos demonstraram “grande responsabilidade, dedicação e gosto pela música”.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil emitiu um aviso à população devido ao agravamento das condições meteorológicas em Portugal continental, provocado pela depressão INGRID. De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, estão previstos para os próximos dias períodos de precipitação por vezes forte, vento intenso, forte agitação marítima e queda de neve, com maior impacto entre 22 e 24 de janeiro.
A Proteção Civil alerta para possíveis inundações em meio urbano, cheias, instabilidade de vertentes, piso rodoviário escorregadio e riscos associados à forte agitação marítima, recomendando a adoção de comportamentos preventivos, nomeadamente a desobstrução dos sistemas de drenagem, a fixação de estruturas soltas e uma condução defensiva.
No que diz respeito ao Alentejo, a previsão aponta para períodos de chuva por vezes intensa, sobretudo durante a tarde e início da noite desta quarta-feira, bem como vento forte com rajadas, em especial nas terras altas da região, com maior intensidade esperada nos dias 23 e 24 de janeiro. A Agência Portuguesa do Ambiente alerta ainda para a possibilidade de subida de caudais na bacia do rio Guadiana (sul), podendo ocorrer variações significativas dos níveis hidrométricos em zonas historicamente mais vulneráveis.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil apela à população para que acompanhe as informações meteorológicas e siga as indicações das autoridades, evitando comportamentos de risco e adotando medidas de autoproteção, sobretudo nas áreas mais expostas aos efeitos do mau tempo.
Já se encontra disponível, para consulta, a lista definitiva de candidatos às Bolsas de Estudo da Câmara Municipal de Elvas para o Ensino Superior e Cursos Técnicos Superiores Profissionais, referentes ao ano letivo 2025/2026.
De acordo com as previsões meteorológicas do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para o distrito de Portalegre, está prevista chuva intensa e vento forte, esta quinta-feira, 22 de janeiro, a partir das 15 horas.
Com o distrito sob aviso amarelo, que se estende até sábado, dia 24, a partir de amanhã, entre as 18 horas, está prevista queda de neve acima dos 600 a 800 metros, com acumulação entre um a cinco centímetros acima dos 800 metros. O aviso amarelo para neve estará ativo entre as 18 horas desta sexta-feira e as 6 horas de sábado.
Perante este cenário, a Proteção Civil e as Forças de Segurança recomendam a adoção de medidas de autoproteção.
Decorreu na Ponte de Sor, no âmbito do Curso Técnico Superior Profissional em Desporto e Atividade Física da Escola Superior de Biociências de Elvas-Politécnico de Portalegre, uma formação de polo aquático, orientada pelo selecionador nacional masculino, Fernando Leite.
Esta ação formativa teve como objetivo aprofundar o conhecimento da modalidade e promover a sua divulgação junto de alunos e profissionais da área. A sessão foi dirigida aos alunos do 2º ano do Curso Técnico Profissional de Desporto e Atividade Física (turma da Ponte de Sor), bem como aos professores da Escola Municipal de Natação de Ponte de Sor, tendo decorrido nas infraestruturas desportivas do Município (Estádio Municipal e Piscinas Municipais).
A atividade incluiu uma componente teórica e prática, centrada nos fundamentos do polo aquático, abordando aspetos técnicos, regras básicas e metodologias de ensino aplicadas à modalidade.
A formação permitiu aos alunos aprofundar conhecimentos técnicos e pedagógicos do polo aquático, assim como desenvolver competências como trabalho em equipa, contribuindo para a sua preparação profissional na área do desporto aquático.
Iniciou-se na tarde de ontem, quarta-feira, dia 21 de janeiro, a simulação de caudal de cheia a jusante da Barragem de Pedrógão, no concelho de Vidigueira, no âmbito do regime de caudais ecológicos definido no contrato de concessão celebrado entre o Estado Português e a EDIA.
A realização de descargas nesta altura permite o aproveitamento das afluências naturais, reduzindo o volume que terá de ser descarregado em Pedrógão para assegurar caudais de cheia da ordem dos 300 m³/s no rio Guadiana. Devido às baixas temperaturas que se verificam, os consumos elétricos estão a ser elevados, pelo que um aumento da produção elétrica em Alqueva neste período também constitui uma vantagem para o sistema.
No presente ano hidrológico, a precipitação registada entre 1 de outubro de 2025 e 11 de janeiro de 2026 foi de cerca de 261 mm, enquadrando-se num ano não seco. Não se tendo verificado, desde o início de novembro, caudais da ordem dos 300 m³/s na secção do Pulo do Lobo, torna-se necessário assegurar o cumprimento desta condição ambiental.
Após articulação entre a EDIA e a EDP Produção, a simulação decorrerá hoje e amanhã, dias 21 e 22 de janeiro. Previamente, a cota da albufeira de Pedrógão foi ajustada de forma a garantir as descargas programadas.
O tempo de trânsito dos caudais até à secção do Pulo do Lobo é de cerca de 18 horas, pelo que o aumento do escoamento em Mértola poderá verificar-se apenas após esse período.
A EDIA apela à colaboração de todos para a salvaguarda de pessoas e bens face à subida temporária do nível do rio Guadiana a jusante da Barragem de Pedrógão.
As entidades competentes foram devidamente informadas desta operação.
No âmbito das comemorações dos dez anos da reabilitação do Forte da Graça (2015–2025), realiza-se a visita guiada “O Forte no Meu Tempo”, este sábado, 24 de janeiro, pelas 11 horas.
Trata-se de uma iniciativa que convida a comunidade a revisitar a história, as memórias e as vivências deste emblemático monumento de Elvas, pela mão de Manuel António Cigarro Nepomuceno, para explorar os anos 60 e 70.
Através de um percurso interpretativo, a visita propõe uma viagem ao passado do Forte da Graça, dando a conhecer diferentes fases da sua ocupação e utilização ao longo do tempo, bem como a importância estratégica, patrimonial e simbólica desta fortificação, classificada como Património Mundial pela UNESCO.
Mais do que um simples percurso histórico, “O Forte no Meu Tempo” pretende reforçar a ligação entre o monumento e a comunidade, valorizando o património enquanto espaço de memória coletiva e identidade local.
Esta iniciativa integra o programa comemorativo da reabilitação do Forte da Graça, assinalando uma década de valorização, preservação e fruição pública de um dos mais marcantes ícones do património elvense.
O concelho de Montemor-o-Novo tem vários pontos de atratividade, sendo que, para o presidente da Câmara, Carlos Pinto de Sá, o turismo é das “áreas que tem grande potencialidade de crescimento e que pode dar um contributo muito importante para o desenvolvimento económico”.
“Não queremos apostar apenas no turismo, mas temos dito sempre isto: é importante que a nossa economia seja uma economia diversificada, que tenha apostas no setor produtivo, na área agropecuária, na indústria – que se possa ampliar em termos dos serviços -, mas o turismo tem, de facto, essa capacidade grande de crescimento e de geração de riqueza e de receitas para Montemor”, avança o autarca.
O programa preparado pelo executivo, que será articulado com a vereadora do PS, que detém o pelouro do turismo, “passará muito por analisar quais são as características do turismo em Montemor e o que é que se pode oferecer” nesta área. “Portanto, nós temos a possibilidade de fazer crescer o número de camas em Montemor, não apenas na cidade, mas também nas freguesias. Dizer, aliás, que o turismo em Montemor cresceu sobretudo por via do turismo rural. Se os números não me falham, cerca de 33% das dormidas em Montemor são nas zonas rurais, portanto, isto significa que há uma procura de um determinado ambiente, de natureza, e isso é algo que tem que ser potenciado”, acrescenta o presidente.
Carlos Pinto de Sá defendem ainda assim, a necessidade de se “olhar para outras possibilidades”, destacando que seria importante que mais unidades hoteleiras se viessem a instalar na cidade e no concelho. “Vamos procurar investidores que estejam disponíveis para essa solução”, garante.
“Queremos propor novos focos de atração a Montemor. Há aqui um grande projeto estruturante, que é um projeto que eu diria que não é para um mandato, é para dois, três ou quatro mandatos, mas que temos que preparar já neste mandato. Já procurámos fazê-lo uma vez, mas não foi possível avançar como gostaríamos, que é o castelo. O castelo tem uma potencialidade imensa. O castelo atrai só por si, há muitos visitantes que vão ao castelo apenas porque estão a passar por Montemor e veem o castelo ao longe e vão ao castelo. Estamos a falar de centenas de visitantes que temos no castelo e, portanto, o castelo pode ter ali um conjunto de projetos integrados que façam uma grande atratividade a Montemor”, assegura o autarca.
“Temos ainda um conjunto de outras apostas, temos a Gruta do Escoural, temos um conjunto de monumentos megalíticos por todo o concelho, temos a possibilidade de fazer essa ligação com Évora, por exemplo, através do Escoural e São Brissos, com a gruta do Escoural, que se pode ligar, digamos, ao Cromeleque dos Almendres ou à Anta Grande do Zambujeiro em Évora. Portanto, podemos criar circuitos turísticos que possam ser partilhados entre Montemor e Évora”, conclui Carlos Pinto de Sá.
O Município de Viana do Alentejo vai proceder à retirada faseada dos ecopontos, prevalecendo a recolha porta-a-porta de resíduos, implementada, nos últimos anos, no concelho.
O Município irá avançar com um sistema que permite que todos os resíduos seletivos, indiferenciados e biorresíduos, passem a ser recolhidos diretamente porta-a-porta, tornando o modelo mais eficaz e sustentável, proporcionando melhores resultados ambientais.
A opção de reduzir progressivamente o número de ecopontos está integrada “na transição para um sistema de recolha seletiva de resíduos, mais eficaz e próximo dos munícipes”, explica o presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Luís Metrogos. Este modelo, que privilegia a recolha porta-a-porta, “tem demonstrado ser mais eficiente na separação dos resíduos na origem e, deste modo, contribuir para melhores resultados ambientais e de reciclagem”.
O sistema baseia-se na entrega de contentores aos munícipes para diversos tipos de resíduos (como papel/cartão, plástico/metal, vidro e biorresíduos), que são recolhidos, em dias e horários previamente definidos, diretamente junto às habitações ou estabelecimentos. Esta recolha é feita pelos serviços municipais, nos aglomerados urbanos do concelho.
A recolha porta-a-porta foi implementada no concelho em outubro de 2022 “como parte de uma política de gestão de resíduos que prevê este tipo de sistema como um dos meios para aumentar a recolha seletiva”. A redução dos ecopontos “acompanha a mudança gradual para este novo modelo de recolha, com base na experiência obtida e na necessidade de adaptar os serviços às melhores práticas ambientais”.
De acordo com o autarca, os principais objetivos são: “melhorar a separação de resíduos na origem, facilitando a reciclagem; reduzir a quantidade de lixo indiferenciado a encaminhar para o aterro; tornar a recolha mais cómoda e acessível aos munícipes; e reduzir deposições indevidas em torno de ecopontos e promover maior higiene na via pública”.
A recolha porta-a-porta tem mostrado, “incluindo noutros municípios e no próprio município, no âmbito da Associação de Municípios do Alentejo Central (AMCAL), um aumento significativo de resíduos recicláveis e uma redução na recolha de resíduos indiferenciados, refletindo uma maior participação dos munícipes na separação seletiva”, conclui o autarca.
O Município de Campo Maior está prestes a dar por concluída a sua Estratégia Local de Habitação, com a construção de quase 20 fogos.
“Do ponto de vista da habitação, nós vamos passar aqui para um período em que concluiremos aquilo que era a Estratégia Local de Habitação, que era financiada ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Dado que o Plano de Recuperação e Resiliência terá o seu fim, nós vamos concluir todas as habitações que temos em curso”, começa por explicar o presidente da Câmara de Campo Maior, Luís Rosinha.
Lembrando que o município se tinha proposto, inicialmente, a construir cerca de 23 fogos, Rosinha explica que a autarquia vai atingir os 19 fogos, no final da Estratégia Local de Habitação. “Parece-me a mim, comparativamente a outros municípios por este país fora, que conseguimos atingir uma meta, tendo em conta os concursos desertos, os preços desequilibrados com que vivemos nos últimos anos. Do ponto de vista da construção, conseguimos ir tendo solução para gastar essas mesmas verbas que nos estavam destinadas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência”, acrescenta.
As candidaturas, do ponto de vista da habitação, vão sofrer agora uma alteração. “Aquilo que está previsto é que a habitação também integre aquilo que são os investimentos territoriais que a CIMAA gere para os 15 municípios. Nós temos projetos também preparados, tentaremos colocar aquilo que temos em cima da mesa, mas há outras vertentes que também serão propícias para que possamos continuar a investir na habitação, mas que será através de empréstimo BEI (Banco Europeu de Investimento), e nós vamos avaliar qual será o caminho que iremos continuar a dar, podendo eu, desde já, dizer que, eventualmente, abandonaremos aquilo que é a habitação do ponto de vista social, porque esta estratégia do PRR estava afeta às questões sociais e iremos, eventualmente, continuar em projetos, mas do ponto de vista da acessibilidade a todos”, avança Luís Rosinha.
Esta habitação acessível, a custos controlados, será mais direcionada aos jovens. “Continuarmos a apostar na habitação, mas deixaremos a parte social de fora e continuarmos a fazer quase que um arrendamento apoiado”, remata o autarca.
O espetáculo “Sempre que a Revista Canta” é apresentado este sábado, 24 de janeiro, no Auditório São Mateus, em Elvas.
Integrado na programação dos 367 anos da Batalha das Linhas de Elvas, o espetáculo terá início às 21h30. Os bilhetes, com um custo de cinco euros, podem ser adquiridos na Ticketline (aqui).
“Sempre que a Revista Canta” é um espetáculo de humor e de música inspirado no teatro de revista, mas estruturado de uma forma original. Este espetáculo tem como base a crítica social e política; o humor mordaz e elegante; o “dedo na ferida” em assuntos essenciais da sociedade e os trocadilhos inteligentes que são marcas dominantes nas rábulas originais. A liderar o elenco está Cidália Moreira, a eterna “Cigana do Fado”, que abrilhanta o espetáculo com as suas canções mais populares, num esperado regresso ao convívio com o seu público por todo o país. Cidália Moreira, depois de três revistas no Parque Mayer nestes últimos anos, regressa às grandes salas do país com esta digressão nacional. Trata-se de uma figura incontornável do panorama artístico, de um nome sonante e ninguém fica indiferente à sua voz, à sua coragem e à sua garra. Vítor Emanuel, que foi um dos protagonistas da telenovela “Festa é Festa” (com a personagem “Peixoto”) e um dos atores que integrou, já este ano, os “Batanetes”, regressa ao teatro e mostra ao público a sua versatilidade. Após grande sucesso em “Três, a conta que Deus fez!”, Maria Tavares volta a subir ao palco nesta produção, prometendo sonoras gargalhadas. Integra também o elenco a atriz-cantora Raquel Caneca, protagonista do musical “Amália, Fado & Saudade!”
Partindo do popular tema “Sempre que Lisboa canta”, o público pode assistir a grandes momentos de comicidade através de rábulas, uma brincadeira com os nomes mais populares da atualidade e até um momento sério que arrebatará o público. Prepare-se para uma hora e meia de muito talento, ou não estivéssemos na presença de grandes nomes que “respiram o palco” e vibram com os aplausos do público.