A competir em “casa”, IALBAX foi a melhor equipa na Corrida das Linhas de Elvas

A Associação Desportiva Ialbax competiu em “casa”, no passado sábado, dia 17 de janeiro, participando na 32.ª Corrida das Linhas de Elvas, onde obteve bons resultados individuais e coletivos: Luís Velez – 1.º Classificado Júnior; Manuel Rodrigues – 2.º Classificado Veteranos IV; Carlos Pimenta – 1.º Classificado Veteranos I; Luís Carranca – 3.º Classificado Veteranos III; Pedro Afonso – 2.º Classificado Veteranos I; Vanda Rosa Nanques – 1.ª Classificada Veteranos III e 3.ª Classificada da Geral Feminina; António Real – 2.º Classificado Veteranos VI; Fátima Pimenta – 1.ª Classificada Veteranos II e Ana Santos – 3.ª Classificada Veteranos III. 

Participaram igualmente na prova os atletas Sérgio Cacheirinha, Miguel Crespo, Rui Morais, Paulo Araújo, José Russo, Cristina Canário, Marco Santos, Rui Rodrigues, Manuel Mexia, Edgar Monho, Alexandre Leal, Vanda Valente, Ana Frescata Cunha, Luís Santinhos, Alexandra Rodrigues e Andrés Perez. 

Em termos coletivos, a Associação Desportiva Ialbax conquistou o 1.º lugar. 

Na caminhada associada ao evento, a AD Ialbax contou com a participação de cinco elementos: Ana Paula Russo, Anabela Albernú, Nuno Albernú, Joaquim Catela e Eugénio Leitão.  

Ainda no dia 17 de janeiro, Martim Pão Finto deslocou-se até à vila de Redondo para participar na 4ª Corrida Vila de Redondo, onde obteve o 2º lugar em Seniores. 

Já no dia 18 de janeiro, os atletas Eduardo Lagareiro e Carlos Santos deslocaram-se à Extremadura (Espanha) para participar no XXIII Cross Don Bosco, em Puebla de la Calzada. Destaque para Eduardo Lagareiro que voltou a subir ao pódio, alcançando o 3.º lugar no escalão Master E. 

Rede Intermunicipal de Bibliotecas reuniu em Elvas

A Biblioteca Municipal de Elvas Dra. Elsa Grilo recebeu ontem, terça-feira, dia 20, um encontro da Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Alto Alentejo.

O encontro de trabalho serviu para articular projetos e atividades a desenvolver em conjunto ao longo deste ano, nos municípios aderentes e a partilha de experiências entre todos.

Campo Maior: Junta de São João Baptista cria “Oficina do Mayor” para apoiar população idosa com pequenas obras

Ainda que já o faça com alguma regularidade, a Junta de Freguesia de São João Baptista, em Campo Maior, pretende vir a oficializar o trabalho de pequenas obras que tem vindo a realizar sempre que solicitada para o efeito.

O projeto, a que a junta irá chamar “Oficina do Mayor”, explica a presidente Anselmina Caldeirão, procura dar resposta, sobretudo, às necessidades da população idosa. Para poder usufruir desta ajuda, a franja da população abrangida pela medida só tem de se dirigir à Junta de Freguesia e preencher um formulário.

“Pode acontecer uma pessoa precisar de mudar a banheira e pôr um polibã ou montar um autoclismo”, diz Anselmina Caldeirão, que explica que é esse tipo de obras a que a junta se propõe a realizar, quando necessário. “E, às vezes, há outras situações que surgem, em que se precisa no momento e não há pessoas disponíveis para o fazer ”, acrescenta.

Considerando esta uma ajuda importante, a presidente da junta lembra que a mão de obra está cada vez mais cara e que as pensões dos idosos não são muito altas. “Daremos essa ajuda, com certeza, como tem sido feito aqui ao longo destes anos”, assegura ainda Anselmina Caldeirão.

Para o efeito, a Junta de Freguesia de São João Baptista conta com dois colaboradores aptos a realizar este tipo de trabalho.

João Loy e Emanuel Ribeiro trazem a Elvas o espetáculo “Luís de Camões – Uma Voz Escrita”

João Loy e Emanuel Ribeiro, em representação da associação “Coisa Feita”, trazem ao Auditório São Mateus, em Elvas, na manhã desta sexta-feira, 23 de janeiro, o espetáculo “Luís de Camões – Uma Voz Escrita”.

Destinado ao público escolar, o espetáculo resulta de uma parceria com o Ministério da Cultura, Juventude e Desporto e a Comissão de Missão para as comemorações do 5º Centenário do Nascimento de Luís de Camões, que escolheu a associação “Coisa Feita” para esta celebração junto das escolas.

“A determinada altura, esta comissão, juntamente com a Biblioteca Nacional, ao comprar-nos um pacote de espetáculos, sabendo que nós trabalhamos há muitos anos com câmaras municipais, com bibliotecas municipais e com o ensino, deu-nos a hipótese de sermos nós a escolher dez bibliotecas”, começa por explicar o elvense João Loy. Foram então escolhidas dez bibliotecas para a apresentação deste espetáculo: “oito que trabalham há muitos anos connosco, uma por ser a minha terra e outra por ser a terra do Emanuel Ribeiro”. “A comissão acaba por oferecer, por meu intermédio, à Câmara e à Biblioteca de Elvas, este espetáculo no âmbito das comemorações dos 500 anos do Camões”, revela o ator.

Num espetáculo em que a palavra se une à música, “Luís de Camões – Uma Voz Escrita” é uma peça de “leituras encenadas”. “Uma das coisas que nos foi pedido era que nunca largássemos o texto da mão para que os alunos percebam que é através da leitura e de uma leitura correta que se pode apreciar os autores da língua portuguesa, identificá-los, apreendê-los e depois desfrutá-los. E é isso que nós fazemos”, adianta João Loy.

O espetáculos resulta de uma teatralização da leitura dos textos de Camões, por João Loy, onde a música de Emanuel Ribeiro, seja gravada, seja tocada ao vivo, tem um papel relevante. “Se a associação ‘Coisa Feita’ tem um belíssimo músico, que pode tocar ao vivo, por que não fazer aqui um desafio entre a palavra e a própria música? Portanto, umas vezes é a música que sugere a palavra, outras vezes é a própria palavra que sugere a música. É um jogo de improviso que surgiu durante os ensaios, depois passou para a parte da composição e hoje em dia, em cena, muitas das vezes é um jogo que está composto, a música está composta, mas não deixa de haver uma certa improvisação em função daquilo que a plateia também nos vai dando”, explica João Loy.

Ainda que seja um músico do rock e heavy metal, neste espetáculo, Emanuel Ribeiro, com recurso a instrumentos de hoje e outros mais antigos e “arcaicos”, como ferrinhos, xilofone e maracas, apresenta um misto de música barroca com música mais moderna. “Toco aqui uma série de instrumentos que, para uma pessoa como eu, vinda do rock e do heavy metal, não me eram estranhos, mas andava lá perto. Mas dá-se uma experiência interessante. Não colocámos limite”, garante.

“Aquilo que as palavras e as sensações que as palavras despertam em mim tentei traduzi-las em música e é entre música que temos gravada e música reproduzida ao vivo que se constrói o espetáculo”, diz ainda o músico.

Assegurando que a música ajuda os alunos a manterem-se interessados no espetáculo, João Loy não esconde que este é um espetáculo “difícil”. Sem fugir aos textos de Camões, procura-se dar a conhecer o poeta e as suas palavras, de uma forma diferente daquilo a que os alunos estão habituados.

De entrada gratuita, o espetáculo tem início marcado para as 10h30.