
A Praça da República de Elvas foi, ao final da manhã desta quarta-feira, 14 de janeiro, o palco do momento alto das comemorações dos 367 anos da Batalha das Linhas de Elvas.
A cerimónia iniciou-se com a intervenção do vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, que para além da homenagem feita aos heróis de 14 de janeiro 1659, destacou as batalhas de hoje e do futuro para o concelho. Habitação, saúde, criação de emprego e educação foram os principais vetores enunciados por Nuno Mocinha, em representação do presidente da Câmara, comendador José Rondão Almeida, ausente por motivo de doença
Seguiu-se a incorporação das forças militares e militarizadas na parada da Praça da República. Dela fizeram parte a Banda Sinfónica do Exército, Regimento de Cavalaria nº 3 de Estremoz, Corpo de Intervenção da Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Republicana a pé e a cavalo, Bombeiros Voluntários de Elvas e a estrutura local da Cruz Vermelha Portuguesa.
O contingente, que desfilou depois pela Rua da Cadeia, contou ainda com viaturas militares do Regime de Cavalaria de Estremoz e veículos pertencentes ao espólio do Museu Militar de Elvas.
A última parte da cerimónia foi preenchida com as intervenções das autoridades militares, a cargo do diretor do Museu Militar, Coronel Nuno Duarte, e do diretor de História e Cultura do Exército, Major-General António Cavaleiro. O primeiro fez uma evocação histórica dos antecedentes e consequências da Batalha das Linhas de Elvas e o segundo deixou a garantia de reforço da importância do Museu Militar no contexto nacional.
Seguiu-se, já na Rua da Cadeia, o habitual desfile das forças em parada.




























































