Aproveitando a primeira interrupção do corrente ano letivo, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Arronches promoveu nas três freguesias do concelho a apresentação do livro ‘Miguel e a Fuga dos Pensamentos’, uma obra escrita e dada a conhecer pela autora Teresa Martins Matos.
Assim, durante a manhã do passado dia 22 de dezembro, acompanhada pela presidente e pela secretária da CPCJA, respetivamente Ana Paula Tavares e Ana Bela Mirrado e pelo executivo do Município, representado pelo presidente João Crespo e pela vereadora Maria João Fernandes, a escritora esteve na Biblioteca Municipal onde teve a oportunidade de contactar com as crianças matriculadas no Programa de Apoio ao Estudo e Ocupação de Tempos Livres da autarquia, denominado Educ’Arte.
À tarde, repetiu-se a ação nas freguesias rurais do concelho, primeiro nas instalações da antiga escola primária de Mosteiros e, posteriormente, junto das crianças a frequentar as atividades de tempos livres no Centro Recreativo de Esperança, concluindo-se assim as três sessões programadas, com as quais, através da abordagem de uma bonita história, os mais novos retiveram uma importante e inspiradora mensagem de grande utilidade para o seu quotidiano.
A Universidade Sénior de Monforte comemora amanhã, segunda-feira, dia 5, o seu 13º aniversário com um evento aberto à população.
A data vai ser assinalada com uma sessão, marcada para as 15 horas, no Centro de Educação, Formação e Universidade Sénior, com a participação de Carmen Garcia, enfermeira e autora de “A Mãe Imperfeita”.
A exposição “VIVE Estremoz no Natal” está patente no Posto de Turismo de Estremoz com trabalhos dos alunos da Academia Sénior de Estremoz, das turmas de Artes Decorativas, Artes e Técnicas de Jardinagem, Cuidar com Arte e Pintura e um Presépio, elaborado pelo Agrupamento de Escolas de Estremoz e Jardim de Infância Rainha Santa Isabel.
Durante a inauguração da exposição foram também entregues cachecóis aos utentes do CACI – Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão elaborados com muito carinho, dedicação e mãos experientes das alunas da disciplina de Artes Decorativas da Academia Sénior de Estremoz.
Uma exposição que envolve várias gerações e diferentes perspectivas de representar a época e que pode ser visitada até 7 de janeiro de 2026.
A Câmara Municipal de Elvas, em coorganização com a Fundación Municipal de Deporte do Ayuntamiento de Badajoz e o Clube Elvense de Natação, organiza, a 8 de fevereiro, a 34ª Meia Maratona Internacional Badajoz-Elvas.
As inscrições têm um custo de dez euros, são gratuitas para os atletas residentes no concelho de Elvas e podem ser feitas até 4 de fevereiro, aqui.
Vimos por este meio divulgar o evento de apresentação da
A Estratégia de Eficiência Coletiva “GUARDIÕES Alentejo – Ação Climática para a valorização do recurso endógeno Ecossistema Ambiental” vai ser apresentada na próxima terça-feira, dia 6 de janeiro, entre as 11 e as 12.30 horas, no Auditório da CCDR Alentejo, IP, em Évora.
A iniciativa, promovida pela CCDR Alentejo IP, pelo Politécnico de Portalegre e pelo Fórum da Energia e Clima, tem como objetivo apresentar a Estratégia e o respetivo Plano de Ação, bem como promover uma reflexão conjunta sobre o envolvimento dos diferentes stakeholders na valorização do ecossistema ambiental do Alentejo e na resposta aos desafios da ação climática.
A Igreja Matriz do Crato acolheu, no passado dia 27 de dezembro, o Concerto de Boas Festas, promovido pela Câmara Municipal do Crato.
O espetáculo à luz das velas decorreu num ambiente intimista e acolhedor, com direção musical de Luís Zagalo, João Mendonza na voz e a participação de solistas da Orquestra Ibérica.
“Foi, sem dúvida, um espetáculo magnífico, com a interpretação de canções que atravessam gerações e enaltecem valores universais como a paz, a fraternidade e o humanismo, tão próprios desta quadra especial”, diz o Município do Crato nas redes sociais.
A Universidade de Évora acolhe o projeto Digitálias, uma iniciativa de investigação artística do Centro de História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora (UÉ), que cruza arte multimédia, tecnologia digital e intervenção social, com o objetivo de capacitar mulheres sobreviventes de violência doméstica, promover a igualdade de género e sensibilizar a comunidade para este grave problema social.
Sediado e financiado pelo CHAIA-UÉ (CHAIA// BASE UIDP/00112/2020) e desenvolvido em parceria com a Associação Ser Mulher (ASM), o projeto integra o Coletivo Artístico Digitálias, constituído maioritariamente por mulheres acolhidas em casas de abrigo, equipa técnica da ASM, estudantes e alumni da Escola de Artes (EA) da UÉVORA e pontualmente outros artistas. Os resultados do trabalho cocriativo dos laboratórios de arte multimédia têm sido apresentados em plataformas digitais como o website, exposições como a realizada nos Paços do Concelho de Évora, em 2022, com curadoria de Digitálias e Joaquim Tavares e publicações como “Digitálias – Coletivo de Mulheres: Arte Multimédia, Género e Participação”, de acesso livre no Repositório Digital da UÉ. Diversas instituições culturais e científicas, entre as quais a Câmara Municipal de Évora, a Fundação Eugénio de Almeida, a Biblioteca Municipal de Évora, a Fundação Inatel e centros de investigação nacionais e internacionais, têm acolhido e divulgado ativamente o projeto.
De acordo com Teresa Veiga Furtado, coordenadora do projeto Digitálias, artista, professora associada da EA/UÉVORA e investigadora do CHAIA, o coletivo “é uma produção do projeto “Género na Arte” e tem como objetivo capacitar mulheres de casas de abrigo com competências multimédia, ao mesmo tempo que sensibiliza a comunidade para a violência doméstica”. A responsável sublinha ainda que se trata de um projeto inovador, “na medida em que permite dotar as participantes de ferramentas digitais, promovendo a sua inclusão social e profissional, e combatendo a violência de género através da arte, com a divulgação dos projetos artísticos em plataformas digitais acessíveis a qualquer pessoa”.
O nome Digitálias, inspirado na palavra “digital”, reflete a aposta na tecnologia computacional e na arte multimédia como ferramentas de empoderamento, cidadania e promoção dos direitos humanos, assumindo a criação artística como uma política ativa no combate à violência, às desigualdades de género e a todas as formas de discriminação interseccional. Entre os trabalhos desenvolvidos no âmbito do projeto, encontram-se obras marcadas por forte carga simbólica e emocional, como aquela em que se lê a frase “na minha cicatriz nasceu o amor”, expressão de superação e ressignificação da experiência traumática.
O trabalho desenvolvido assenta em laboratórios artísticos cocriativos, baseados em metodologias de arte participativa, escuta empática e criação colaborativa. Durante estes laboratórios, as participantes exploram diferentes linguagens da arte visual, digital, multimédia e performativa, desenvolvendo simultaneamente competências técnicas e processos de expressão pessoal. “Temos observado uma clara capacitação emocional e uma libertação de estereótipos de género que empodera as mulheres e as ajuda a falar sobre as experiências sociais que as conduziram a situações de violência doméstica”, refere Teresa Veiga Furtado, acrescentando que “este projeto não é apenas de combate, é também de prevenção”.
A dimensão social do Digitálias é reforçada pela parceria com a Associação Ser Mulher, entidade responsável pelo acolhimento e acompanhamento a mulheres vítimas de violência doméstica. Para Ana Beatriz Cardoso, Coordenadora desta Associação, a intervenção pela arte surgiu “da necessidade de proporcionar às mulheres que acompanhamos novas experiências que lhes permitam descobrir outras perspetivas pela arte, pela participação, pela comunhão”. Segundo a responsável, os laboratórios artísticos são um “espaço de liberdade”, de “descoberta da arte”, de comunhão e partilha de histórias, que são sempre muito duras e difíceis. Para a Associação a intervenção pela arte passou a ser uma inovação na sua atividade e que passou a ser muito importante e distintiva, na medida em que proporciona a quem participa a dimensão de possibilidade, de oportunidade, de descoberta, e também de comunhão, porque integram este coletivo artístico não só as mulheres acolhidas pela Associação, como também a própria equipa técnica a Professora Teresa Veiga Furtado e outras mulheres e artistas convidadas.
Nas obras criadas, ao invés de imagens a preto e branco que são tão comuns quando se aborda o tema do combate à violência contra as mulheres, sempre se privilegiou a cor e as mensagens de superação. Por outra parte, nas inaugurações das exposições as “sobreviventes” estão igualmente presentes, experienciando o reconhecimento das suas obras, no que se constitui, também, como exemplo de cidadania e participação, na medida em que se faculta a sua apropriação de outros espaços onde, além de “artistas” são as principais protagonistas, ombreando com demais artistas, com representantes das mais variadas entidades e autoridades locais, com as polícias, presidentes de câmara, a Universidade de Évora ou entidades de âmbito nacional, como a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e, até, como sucedeu em janeiro de 2025, com a própria Ministra Margarida Balseiro Lopes. Ana Beatriz Cardoso diz do Coletivo que “somos todas Digitálias” e destaca ainda a importância do reforço das competências digitais promovido, sublinhando que “o coletivo Digitálias reconhece a relevância da capacitação digital das mulheres, promovendo a sua participação plena no mercado de trabalho e na sociedade contemporânea”.
É já no próximo dia 11 de janeiro que se realiza a sétima edição da Corrida Viana-a-par-de-Alvito, que vai ligar os concelhos de Viana do Alentejo e de Alvito.
A prova, que surge da cooperação intermunicipal entre os dois concelhos, está dividida em vários escalões e destina-se a todos os atletas federados e não federados, em representação de coletividades, organizações populares, grupos desportivos, escolas ou a título individual.
“A articulação entre os dois concelhos, Viana de Alentejo e Alvito, é uma questão que nós queremos melhorar muito, até porque existem boas relações, neste caso, entre os executivos de cada um dos concelhos e, portanto, é uma mais-valia para que a corrida Viana-a-par-de-Alvito aconteça da melhor forma. A colaboração é efetuada de diversas formas, nomeadamente pelo planeamento e pela execução da prova. Articulamos todas as necessidades quer dos participantes, quer de ter logísticas. Naturalmente, as questões da despesa do evento também são partilhadas com ambos”, começa por dizer o presidente da Câmara Municipal de Viana do Alentejo, Luís Metrogos.
Este ano, a novidade passa pela oferta de um kit de participação com produtos locais a todos os atletas, adianta o autarca, que explica que, face aos anos anteriores, a prova não sofreu grandes alterações: “atendendo que estamos realmente no início do nosso mandato, não quisemos fazer grandes alterações, até porque a prova quando corre bem, aquilo que queremos é mantê-la e melhorá-la aos poucos, mas sem grandes alterações”. Sendo este o maior evento de atletismo dos concelhos de Alvito e Viana do Alentejo, no ano passado, destaca o autarca, a prova contou com a participação de atletas de oito nacionalidades.
“Queremos muito que o número de participantes aumente e que exista um aumento gradual, com a melhoria da prova nos próximos anos. E por isso deixo aqui um apelo a que todos os amantes quer da corrida, quer da caminhada, para que possam inscrever.
As inscrições para juniores, seniores e veteranos são feitas através do site www.acorrer.pt, enquanto os atletas dos escalões de formação deveram fazer a inscrição nas associações de atletismo de Évora e Beja.
No final, haverá prémios monetários, individuais e coletivos para os participantes das corridas. “Foi ainda implementado mais um prémio para o atleta e a atleta com mais idade de cada concelho e também para o melhor classificado de cada concelho”, remata Luís Metrogos.
O Município de Arronches vai investir mais de um milhão e 65 mil euros na obra de reabilitação do Rossio, junto à Rua General Humberto Delgado.
Aquela área passará, desde logo, e tal como explica o presidente da Câmara, João Crespo, a contar com um pavilhão multiusos e uma bolsa de estacionamento. “Esse espaço vai permitir a construção de um pavilhão, que nós denominamos pavilhão multiusos, e vai servir não só para eventos, mas também para a criação de uma bolsa de estacionamento coberto, que vai permitir dar resposta aos constrangimentos que sentimos a nível de estacionamento naquela zona mais a sul da vila”, começa por dizer o autarca. “Temos ali o edifício da Segurança Social, que é um edifício que tem muita procura e há sempre grande dificuldade em ter estacionamento. Também temos ali uma IPSS e, portanto, é uma zona que é bastante movimentada”, justifica.
Por outro lado, a intenção é reabilitar o jardim que está “a necessitar de uma renovação”. Serão criados espaços para as crianças, com uma zona de parque infantil e um polidesportivo. Com esta obra, o município pretende “dar resposta às pessoas que vivem naquela parte da vila, para que possam ter um espaço agradável para estar”.
Por outro lado, atualmente, a autarquia tem a decorrer várias obras, como a de reabilitação do sistema de Açudes, em Mosteiros. “É uma obra que está já bastante avançada e que contamos, eu diria, no próximo verão, ter pronta, se tudo correr bem, ou seja, se a meteorologia nos permitir também, porque o trabalho é feito no leito da ribeira e, portanto, estamos sempre condicionados em função daquilo que são os caudais que a ribeira tem”, revela o autarca.
O presidente da Câmara Municipal de Arronches destaca também a criação do Parque Urbano de Esperança, uma intervenção “que está a andar também muito rápido”, e que vai permitir disponibilizar “um espaço público agradável, onde as pessoas possam estar e conviver. E, portanto, nesse aspecto, são duas obras que queremos concluir rapidamente”, remata João Crespo.
Termina este domingo, 4 de janeiro, em Campo Maior, a primeira edição do “Jardim de Natal”.
O evento, organizado pela Câmara Municipal e a Associação de Empresários e Jovens Empreendedores de Campo Maior, acabou por dar, durante praticamente um mês, outra vida e animação ao centro da vila, com o grande destaque a ir para as flores e a iluminação, que acabaram por transformar, por completo, a principal rua de comércio.
Para o presidente da Câmara, Luís Rosinha, que destaca, por um lado, todo o trabalho envolvido neste projeto e, por outro, a vontade de lhe dar continuidade no futuro, garante que esta é “uma aposta ganha”.
“Trabalhámos muito para o efeito, é verdade, e eu não me canso de referir o papel fundamental que os meus ajudantes de campo, o vereador Paulo e a vereadora Paula, também tiveram na concretização deste evento, na coordenação das equipas municipais”, começa por dizer o autarca. “Era para nós também uma novidade, mas predispus-me, junto da Associação Empresarial, a avançar neste sentido e acho que também da parte da Associação Empresarial, a leitura que têm feito é de sucesso e eu concordo em absoluto”, adianta Luís Rosinha.
Destacando as muitas pessoas que, por estes dias, passaram por Campo Maior, o presidente não tem dúvidas de que “o caminho é este” e que o evento tem “pernas para andar”. “Há pormenores a melhorar, mas é como tudo. É a primeira edição e eu gosto sempre de dizer que, neste caso, fica à semente e nós, com certeza, que para o próximo ano iremos ainda evoluir mais este Jardim de Natal, que para nós é um sucesso”, conclui.
O evento “Elvas Cidade Natal”, que tem conduzido muita gente, sobretudo aos fins de semana, ao coração da cidade, chega este domingo, 4 de janeiro, ao fim.
Da programação da iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Elvas, para além das atrações habituais, como a pista e a rampa de gelo e a feira de Natal, fizeram parte todo o tipo de espetáculos, promovidos, principalmente, pelas associações locais.
Lembrando que, neste novo mandato, detém os pelouros da Cultura e do Turismo, e tendo no terreno, a trabalhar nestas áreas, o ex-vereador Cláudio Monteiro, atualmente chefe do seu gabinete, o presidente Rondão Almeida, que considera que há coisas a melhorar neste evento, diz-se, ainda assim, “verdadeiramente satisfeito” com o resultado obtido.
“’Elvas Cidade de Natal’ veio para ficar, mas também temos que ponderar o que é que temos que melhorar. Já estamos a pensar seriamente em criar uma equipa de trabalho, onde vamos envolver não só os moradores desta área territorial, como todos os comerciantes, para podermos planificar, mais uma vez, as coisas com tempo, para podermos ir de encontro ao agrado de todas as pessoas”, explica o autarca. Para levar a cabo esse trabalho, Rondão Almeida diz ser necessário haver planeamento, tendo por base, desde logo, tudo aquilo que tem sido feito e que se revelado “extremamente positivo”.
“Veja-se o que se passa, pelo menos, às sextas, sábados e domingos, em que enchemos por completo, tanto a Rua da Cadeia, como a Praça da República”, comenta o autarca. Ainda assim, confessa que gostaria “de poder criar uma dinâmica em que as próprias ruas comerciais, Rua da Feira, Rua de Alcamim, Rua da Carreira e Rua de Olivença, tivessem também o mesmo dinamismo”. “Temos que gastar um pouco a nossa bateria a pensarmos o que podemos fazer de melhor, para poder contemplar tudo e todos os elvenses”, remata o autarca.
“Elvas Cidade Natal”, que teve início a 28 de novembro, contou com um total de 38 dias de muita animação.