A Semana da Leitura chegou ao auditório do Centro Cultural de Campo Maior esta terça-feira, dia 1 de abril, com a dramatização da história “O Coelho, o Escuro e a Lata de Bolachas”, de Nicola O’Byrne.
A dramatização, uma iniciativa da Biblioteca Municipal João Dubraz, e realizada por Ana Diabinho e Fátima Gaminha, foi dirigida aos alunos do pré-escolar do concelho.
O espetáculo fala de um coelho que não quer ir dormir. Por isso, coloca o Escuro na lata de bolachas para que não tenha de o fazer. Desta forma ele pode ficar acordado a noite toda. Mas, o Escuro lembra o Coelho todas as razões pelas quais a escuridão e a noite são necessárias.
A Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre recebe amanhã, dia 2 de abril, a partir das 8h30, a Etapa Sul & Ilhas do Concurso Chefe do Ano, organizado pelas Edições do Gosto.
Esta competição conta com seis concorrentes que disputam por um lugar na final.
“Da Terra nasce Poesia”: assim se chama a obra que o pintor Oliveira Tavares executou para o Município de Borba.
Trata-se, segundo a Câmara Municipal, de uma “ode à Vinha e ao Vinho, nas abas da Serra d’Ossa, que tanta simbologia tem para o concelho, nas bonitas tonalidades do outono Borbense”.
A obra já foi entregue à vereadora da Cultura do Município de Borba, Sofia Dias, e a partir de sábado estará exposta, durante todo o mês de abril, no Celeiro da Cultura. Esta é uma aquisição para o espólio artístico e patrimonial feita pelo Município integrada na “Cidade do Vinho 2025”.
Oliveira Tavares é um reconhecido pintor português que, depois de ter vivido em cidades como Paris ou Bruxelas, escolheu Borba para viver e pintar. Naquele concelho do distrito de Évora, tem mesmo desenvolvido trabalhos artísticos com a comunidade.
Atualmente, o pintor expõe na Galerie Nothburga, em Salzburgo, na Áustria.
Arronches assinalou ontem, 31 de março, o Dia Nacional do Doente com AVC, com atividades de sensibilização organizadas pelos Bombeiros de Arronches, com apoio do INEM, Angels, Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC), Portugal AVC, Academia Sénior do Município e Agrupamento de Escolas.
De manhã, mais de cem crianças do 1.º ciclo participaram na sessão educativa “Fast Heroes”, que ensina a reconhecer os sinais de um AVC e a agir rapidamente. A atividade incluiu palestras, personagens educativos e jogos interativos.
À tarde, numa sessão, realizada juntamente com a Academia Sénior e aberta ao público em geral, especialistas em saúde e sobreviventes de AVC discutiram temas como a prevenção, sinais de alerta e resposta rápida. A iniciativa destacou a importância da informação e ação imediata para salvar vidas.
Um homem de 52 anos foi encontrado sem vida, esta terça-feira, 1 de abril, dentro de uma viatura, junto à Barragem do Caia, em Campo Maior.
Segundo a Rádio ELVAS conseguiu apurar, trata-se de um indivíduo de nacionalidade espanhola, que era militar da Guardia Civil. O carro em questão já se encontrava, naquele local, há vários dias.
No local, para além da GNR, está também a Polícia Judiciária, encarregue da investigação do caso.
Os Jogos do Alto Alentejo (JAA) arrancaram as iniciativas deste ano com a primeira jornada de boccia, um desporto olímpico que já é um clássico dos JAA, no dia 28 de março, e com uma prova de orientação, no passado sábado, 29 de março.
A primeira, integrada no calendário dos JAA Adaptados, teve organização da Associação Portuguesa de Pais e Amigo do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Portalegre e decorreu no Pavilhão Municipal deste concelho. Já a prova de orientação decorreu em Avis, com organização do Município.
O calendário completo de atividades desta edição dos Jogos do Alto Alentejo para consultar no site da CIMAA.
Alertar os jovens para os comportamentos de risco foi um dos propósitos que levou, na manhã desta terça-feira, 1 de abril, as enfermeiras Manuela Fava e Maria José Pestana, da Unidade de Cuidados na Comunidade (UCCElvas.com), do Centro de Saúde de Elvas, à Secundária D. Sancho II.
A iniciativa destinada, sobretudo, aos alunos que partem, já na segunda-feira, 7 de abril, para a famosa viagem de finalistas, foi promovida pela Associação de Estudantes, sendo que a presidente, Maria João Lanternas, explica que mensagem quis, com a sessão, passar aos colegas: “tentar acabar com os tabus que ainda existem sobre a sexualidade, falar um bocadinho sobre os perigos das bebidas alcoólicas, sobre as relações sexuais e o uso dos métodos contraceptivos, para que tenham uma abertura maior”.
Ainda que contactadas para poderem fazer uma apresentação sobre os riscos associados à viagem de finalistas, Manuela Fava, a enfermeira coordenadora da UCCElvas.com, explica que a iniciativa acabou por se traduzir em mais uma das muitas ações, com vista a “aumentar a literacia em saúde”, que têm vindo a ser desenvolvidas, nas escolas, ao longo do ano letivo. “Queremos que cada um tenha as competências necessárias, para fazer as suas escolhas corretas e não comprometa a sua saúde, no dia de amanhã”, adianta.
Já Maria José Pestana explica que a intenção foi a de “capacitar os jovens para a vida”, pelo que a apresentação não foi direcionada, em exclusivo, à viagem de finalistas. “Quisemos trabalhar um bocadinho, com eles, os afetos (…) e trabalhar a literacia em saúde, que é transversal à nossa vida”, acrescenta.
Apesar de não ter sido esse o enfoque da sessão, as enfermeiras deixaram alguns conselhos aos jovens que vão de viagem, já na próxima semana. “Na noite e nas festas, há objetivos diferentes e nós alertámos para essa situação: eles estão para se divertir, para estar com o seu grupo de amigos, mas sabemos que a sociedade tem o outro reverso, que todos sabemos qual é e, portanto, que tenham cuidado com as suas bebidas, com os seus copos”, diz a enfermeira. Ainda que considere que é necessária “dar asas” aos jovens, para eles tenham “capacidade para tomarem as suas decisões”, Maria José Pestana alerta ainda para uma possível “tentativa de manipular o seu estado de consciência” dos mais novos, no decorrer das festas.
Esta foi apenas uma de muitas iniciativas que, ao longo desta semana, têm lugar na Escola Secundária D. Sancho II, no âmbito de mais uma “Semana Aberta”, promovida pelo Agrupamento de Escolas nº 3 de Elvas.
“Escola, Arte e Património” são mote para mais uma edição das Jornadas Culturais, promovidas pela Escola Básica nº 1 (Ciclo de Santa Luzia) do Agrupamento nº 2 de Elvas.
A inauguração da iniciativa está marcada, amanhã, 2 de abril, às 9h30.
No âmbito do desenvolvimento do atletismo de base, decorreu no passado sábado, dia 29 de março, em Portalegre, uma formação de Kids Athletics, dinamizada pelo técnico da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA), Daniel Leandro.
Esta iniciativa reuniu 20 formandos e teve como objetivo capacitar treinadores, professores e outros agentes desportivos para a implementação do programa Kids Athletics, promovendo a iniciação desportiva de crianças através de uma abordagem lúdica e pedagógica.
Ao longo do dia, os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre metodologias de ensino adaptadas às faixas etárias mais jovens, explorando formas inovadoras de tornar o atletismo mais acessível e atrativo.
A formação culminou às 16h30 com uma componente prática, onde 35 crianças da região participaram em diversas atividades atléticas de forma jogada, incentivando a prática desportiva desde cedo e fomentando hábitos de vida saudáveis.
Este evento inseriu-se na estratégia de desenvolvimento do atletismo no distrito de Portalegre, promovendo a captação de jovens talentos e o crescimento sustentado da modalidade na região.
Abriu ao público, no passado sábado, dia 29 de março, na Rua Paula Calado, em Elvas, o restaurante “Tapada d’Elvas”. Trata-se de um projeto familiar dos irmãos João, Emídio e Alexandre Cobra que, desta forma, dão seguimento a um outro negócio dos seus pais, que desenvolveram, nesta área da restauração, ao longo dos últimos dez anos.
A cozinha tradicional, com destaque para os pratos “cheios” do Alentejo, é a grande aposta do estabelecimento, sendo que haverá um dia específico para que seja servido, aos clientes, o famoso cozido à portuguesa. Aos fins de semana, como a família já tinha habituado os elvenses no anterior projeto, volta a ser servido o brinhol. Para quem quiser comer em casa, e não no restaurante, “Tapada d’Elvas” tem disponível o serviço de take-away.
“Escolhemos o nome ‘Tapada d’Elvas’ muito por causa do vinho (com o mesmo nome), e em parceria com o vinho que os alentejanos muito conhecem e que pretendemos que seja uma referência desta casa”, revela Emídio Cobra, que adianta o projeto foi idealizado por si e pelos seus irmãos, sendo que cresceram a acompanhar de perto os pais, que sempre trabalharam na área da restauração e da hotelaria.
Numa fase inicial, o restaurante não vai encerrar ao público, funcionando entre as 7 e as 22 horas. O serviço arranca com quatro colaboradores.
“Os elvenses já nos conhecem, já sabem aquilo que podemos apresentar e que produtos é que possivelmente vamos ter”, diz ainda Emídio Cobra, convidando todos a visitar o estabelecimento.
Luís Moreira Testa é o cabeça de lista do Partido Socialista (PS) pelo círculo eleitoral de Portalegre nas eleições legislativas de 18 de maio.
Ricardo Pinheiro, atual deputado na Assembleia da República, é o segundo nome da lista. Seguem-se Ana Sofia Rosa e Carolina Filipe.
Presidente da Federação de Portalegre do PS, Luís Moreira Testa já tinha sido eleito deputado duas vezes pelo círculo eleitoral de Portalegre (entre 2015 e 2019 e de 2019 a 2022).
A Feira Medieval e a Feira Franca são dois dos principais eventos realizados, anualmente, em Avis, pela Câmara Municipal.
A Feira Medieval, que decorre de 9 a 11 de maio, segundo o presidente da Câmara, Nuno Silva, é um evento que, integrando a lista “das melhores a nível nacional”, atrai sempre “um número bastante significativo” de pessoas até ao concelho.
“Orgulha-nos muito ter este evento, que, mais que uma feira medieval, é quase que uma viagem no tempo ao tempo de D. João I, o Mestre de Avis, Avis que foi sede de uma das ordens portuguesas mais importantes”, assegura.
Quanto àFeira Franca, a decorrer entre 25 e 27 de julho, foram já anunciados dois cabeças de cartaz: Slow J, no sábado, e Xutos e Pontapés, no domingo. “O cabeça de cartaz de sexta-feira irá sair em breve e, uma vez mais, iremos ter os melhores artistas a nível nacional, para continuar a marcar este que é um dos eventos, não só do concelho, mas de toda a região”, remata Nuno Silva.
A Associação Cultural Públia e Hortênsia de Castro de Elvas promove, a partir de hoje, 1 de abril, um Concurso Internacional de Composição Musical.
“Dar visibilidade” à associação, enquanto promotora de eventos, ao mesmo tempo que se procura “criar novos talentos compositivos”, é o principal objetivo do concurso, que se divide em várias séries, sob o lema “Uma Viagem pelos Sons do Património Mundial de Elvas”, segundo explica o presidente da associação, Vasco Almeida. “A primeira série é sobre o Património Mundial de Elvas e depois, a partir daí haverão sete edições: a primeira vai ser ‘O Cante Alentejano ecoa no Forte da Graça’”, adianta.
A ser publicitado, tanto em Portugal, como em Espanha, a intenção é que participem, neste concurso, alunos de conservatórios, de academias de música e universidades. “Aqui, o único requisito é ser-se maior de 15 anos e poder escrever música”, explica o também maestro do Coral Públia e Hortênsia de Castro de Elvas.
Em jogo estão dois prémios monetários – um de 500 e outros de 250 euros, sendo que o valor de inscrição varia consoante se o música é ou não sócio da associação. As duas obras musicais vencedoras serão depois estreadas em Elvas.
O Comando Territorial de Portalegre da GNR, através do Posto Territorial de Marvão, esta segunda-feira, dia 31 de março, localizou dois cidadãos desaparecidos na freguesia da Beirã, no concelho de Marvão.
Na sequência de um alerta recebido no dia 30 de março, pelas 23h30, a dar conta do desaparecimento de uma mulher de 19 anos e de um homem de 20 anos, desaparecidos desde as 13h30 desse mesmo dia e com os telemóveis desligados, os militares do Posto Territorial de Marvão iniciaram de imediato diligências para os localizar.
No seguimento das buscas, durante a manhã desta segunda-feira, dia 31 de março, após o alerta de populares sobre a presença de pessoas numa zona de mato, os militares da Guarda deslocaram-se de imediato para o local, onde confirmaram que se tratava dos cidadãos desaparecidos.
No decorrer da ação, foi apurado que a mulher tinha sofrido uma queda, ficando com lesões nos membros inferiores, o que a impossibilitou de se deslocar. Após a avaliação médica pelas equipas de socorro presentes no local, foi transportada para uma unidade hospitalar.
Esta ação contou com o reforço da Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC) de Nisa, do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) e do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Nisa, bem como o apoio dos Bombeiros Voluntários de Marvão e de populares.
Ainda que o atletismo seja a modalidade “mais praticada em Portugal”, diz Carlos Pepê (na imagem), responsável pelo grupo Campo Maior Trail Runners, a polémica “licença para correr” da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA), só por si, “não se repercute, diretamente, no volume de atletas federados”.
“Vendo o problema, na perspetiva da FPA, isto acarreta um problema que é de representatividade, ou seja, nós não temos representatividade junto dos organismos nacionais e internacionais de todos os atletas que praticam desporto, em Portugal, na área do atletismo”, acrescenta. Por outro lado, o responsável diz que o “amadorismo faz parte”, isto é, “a liberdade para correr e treinar”, algo que “não está em causa”, até porque “é essa a dinâmica que faz com que as pessoas se mantenham saudáveis”.
Assegurando que “ninguém entende bem” esta licença, Carlos Pepê defende que a medida “foi tirada um pouco de contexto” e “mal apresentada” pela FPA. “Essa falta de comunicação, por parte da FPA, gera agora uma polémica que ninguém entende. Tudo aquilo que percebemos é que esta licença vai ser carregada sobre as costas dos atletas, agora falta perceber qual a dimensão dessa licença, o que é que ela envolve, que tipo de retorno é que dá aos atletas, e não só na questão do seguro”, acrescenta.
A “grande rotura” entre os participantes nas provas e a federação, garante ainda Carlos Pepê, está na impossibilidade dos atletas poderem continuar a ser amadores: “há sempre o livre-arbítrio, que é o atleta não querer estar federado, querer apenas ser amador”. “Mais de 80% dos participantes, seja de um trail ou de uma maratona, fazem-no para se desafiarem a si próprios, e que, neste contexto, carregando o ónus de mais uma licença, podem dizer que não vão participar nas provas”, assegura. Com isto, “perde-se representatividade de atletas, vai-se criar anarquia no sistema, porque as pessoas vão correr livremente e deixar de participar em provas organizadas e vamos poder ter mais problemas de saúde pública, porque as pessoas vão estar a correr sem estar monitorizadas, nem acompanhadas em provas, e o desgoverno das pessoas em não quererem fazer parte de uma estrutura federada, porque já se criou um movimento nacional contra esta medida e agora vai ser muito difícil revertê-la”.
Carlos Pepê diz ainda que não é com “uma medida dispendiosa” que se conseguem atrair os atletas, sendo que, entre os elementos do Campo Maior Trail Runners, não há quem queira pagar esta licença para ter de participar nas provas.
De recordar que um atleta não federado, isto é, um atleta amador, com mais de 18 anos, que queira correr numa prova de atletismo, a partir da próxima temporada desportiva, vai precisar de uma licença. Esta licença poderá ser diária, com um custo de três euros, ou anual, com um preço 31 euros. Com isto, a FPA procura “promover uma prática mais segura, regulamentada e sustentada da modalidade”.
A verdade é que, nos últimos anos, as corridas têm-se multiplicado no país, sendo que a participação na sua maioria exige o pagamento de uma inscrição por parte dos atletas. Desta forma, a licença vai resultar num aumento dos custos para os participantes.
Entretanto, foi lançada uma petição pública, que conta já com mais de 12 mil assinaturas, que pede a revogação desta licença obrigatória nas competições de atletismo. A licença é encarada, pelos subscritos, como uma “barreira económica injustificada à prática desportiva, contrariando princípios constitucionais e legais que regem o acesso ao desporto em Portugal”.
Um atleta não federado, isto é, um atleta amador, com mais de 18 anos, que queira correr numa prova de atletismo, a partir da próxima temporada desportiva, vai precisar de uma licença.
Esta licença poderá ser diária, com um custo de três euros, ou anual, com um preço 31 euros. Com isto, a Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) procura “promover uma prática mais segura, regulamentada e sustentada da modalidade”.
A verdade é que, nos últimos anos, as corridas têm-se multiplicado no país, sendo que a participação na sua maioria exige o pagamento de uma inscrição por parte dos atletas. Desta forma, a licença vai resultar num aumento dos custos para os participantes.
Não tendo dúvidas de que isto só vem trazer “mais desmotivação” aos atletas, o responsável da secção de Atletismo da Barbaris BTT Team de Barbacena, Manuel Braçadas (na imagem), considera que a medida, para além de “absurda”, “não é justa”. “Já pagamos para federar os atletas na associação, já pagamos o nosso imposto e pagar mais, para aliciar mais atletas federados – que é isso que eles querem – acho que é absurdo”, assegura. “As inscrições já são bastante caras e, do meu ponto de vista, o que vão provocar é que arranjam mais desmotivação”, acrescenta.
Fazendo contas às provas em que os atletas do Barbaris participam anualmente, Manuel Braçadas assegura que, tendo em conta o preço da licença diária, esta vai acabar por sair “bastante cara”. “Nós gostamos de ir a várias provas, mesmo não sendo federados, e se formos a 15 provas, por ano, se multiplicarmos isso por três ou quatro euros torna-se bastante caro”, assegura.
Dizendo ainda que é “uma estupidez” a FPA passar a cobrar mais estas taxas, o responsável lembra todos os outros custos que os atletas e o próprio clube têm com a participação nas provas: “os custos de transporte para as provas, o alojamento… é muito dinheiro”. “Se querem incentivar a prática de desporto no país, acho que deviam adotar outro tipo de estratégias. Acho que não é a forma mais correta”, diz ainda Manuel Braçadas.
Entretanto, foi lançada uma petição pública, que conta já com mais de 12 mil assinaturas, que pede a revogação desta licença obrigatória nas competições de atletismo. A licença é encarada, pelos subscritos, como uma “barreira económica injustificada à prática desportiva, contrariando princípios constitucionais e legais que regem o acesso ao desporto em Portugal”.
De realçar que esta licença não se aplica a qualquer tipo de prática individual de corrida. As corridas em provas gratuitas ou de valor inferior a cinco euros também não vão precisar de licença.