
Depois das obras de requalificação da fortaleza e das muralhas de Campo Maior, levadas a cabo há alguns anos a esta parte, há ainda trabalho a fazer nesta área.
Nesse sentido, a Câmara Municipal tem vindo a criar um plano de ação para que, no âmbito daquilo que é a Rota das Fortalezas Abaluartadas da Raia, possa dar continuidade a este trabalho de recuperação do seu património amuralhado.
“Nós estamos agora a criar o plano de ação para aquilo que é uma rede de fortalezas da Raia, projeto que, coincidentemente, tem Elvas como concelho: um projeto de grande monta que vai do Alentejo até ao Algarve e onde nós colocámos aquilo que ainda nos falta fazer do ponto de vista do património”, explica o presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, Luís Rosinha.
“Temos as nossas muralhas, aquilo que remanesce ainda por executar, já colocadas nesse plano de ação, que está agora a ser devidamente identificado. Nos próximos meses, com certeza que virão avisos e nós, com os projetos já devidamente feitos, continuaremos a recuperação do património que começámos há anos atrás”, diz ainda o autarca.
De recordar que foi em 2021 que Campo Maior inaugurou as obras de requalificação da fortificação abaluartada, após a recuperação de 1.600 metros de muralha, projeto que contou com um investimento na ordem dos cinco milhões de euros. Por recuperar encontram-se ainda estruturas como os Baluartes do Cavaleiro e de Santa Maria.














