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Nova viatura ligeira dos Bombeiros de Elvas fará a diferença no combate às chamas em locais de difícil acesso

Os Bombeiros Voluntários de Elvas estão prestes a reforçar a sua frota automóvel com uma viatura ligeira de combate a incêndios, que, juntamente com uma ambulância de transporte de doentes sentados, resulta de um investimento na ordem dos 110 mil euros.

Este veículo de combate a incêndios, que era um desejo antigo do comandante da corporação, Paulo Moreiras, tal como o próprio explica, será importante para fazer face aos fogos que possam deflagrar, por exemplo, no centro histórico de Elvas. “O centro histórico tem limitações do ponto de vista das ruas e das acessibilidades, que não vão mudar. Temos é que adequar os meios que compramos em função daquilo que são as condições, neste caso, daqueles a quem temos de prestar socorro”, explica.

Trata-se de uma viatura que “prima” por ser um veículo ligeiro, ao contrário dos outros que os Bombeiros de Elvas têm, de combate a incêndios, no seu parque automóvel, “não existindo aqui a exigência de ter carta de condução de veículos pesados para poder manusear este veículo”.

Por outro lado, este veículo permitirá aos operacionais dar uma melhor resposta a incêndios que possam deflagrar em contentores do lixo, sendo este “um fenómeno”, entre “atos de puro vandalismo ou negligência”, que, cada vez mais, afeta a cidade, muitas vezes, em zonas de difícil acesso.

“Este carro, garantidamente, vai trazer-nos também uma melhor capacidade resposta também no espaço de ambiente rural, onde se revela extremamente eficaz, porque um veículo florestal de combate a incêndios não entra tão facilmente numa zona de olival, numa zona de floresta mais fechada”, garante o comandante. Prova disso foram, este verão, os incêndios entre Vila Fernando e Barbacena, onde o combate às chamas se revelou mais eficaz quando apoiado pelos veículos ligeiros das Brigadas de Sapadores Florestais da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo, da Força Especial de Sapadores Bombeiros Florestais sediada na Serra de São Mamede e das equipas da Unidade Especial de Proteção e Socorro da GNR.    

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