Efeitos de exposição demorada ao sol no De Boa Saúde

O aumento das temperaturas, devido às alterações climáticas, é já responsável por mais de um terço das mortes relacionadas com o calor, durante o verão, nas últimas duas décadas.

Esta é a principal conclusão um estudo internacional, publicado recentemente na revista Nature, após recolhidos dados de 732 populações de 43 países.

Na edição desta semana do “De Boa Saúde”, o médico Pintão Antunes explica que, tanto o calor como o frio são prejudiciais ao ser humano, pelo que as pessoas se devem manter em ambientes com temperaturas na ordem dos 20 graus. “Há pessoas que gostam muito do calor, sobretudo os mais novos, que torram ao sol, mas se for uma pessoa de 80 anos, morre de insolação”, explica o médico.

O calor, explica ainda o médico, é, muitas vezes, responsável por desequilibrar o nosso centro termorregulador.  “Há pessoas que não tem capacidade para aguentar temperaturas acima de 30 anos e sofrem, porque a temperatura do corpo humano é entre os 32 e 33,5 graus”, revela ainda.

Uma exposição prolongada ao sol pode ainda originar queimaduras solares, insolação e desidratação, estimular a reativação do herpes labial e provoca o envelhecimento prematuro da pele.