Nuno Mocinha destaca o melhor e o pior do seu mandato

A entrar na reta final do seu segundo mandato na câmara municipal de Elvas, e já com a sua recandidatura anunciada, Nuno Mocinha (na foto) destaca o que de melhor e pior aconteceu.

“O mais positivo é que conseguimos levar por diante um conjunto de projetos necessários à cidade de Elvas, não só as diferentes requalificações ligadas ao património da UNESCO, como também a obra do ciclo de Santa Luzia. Conseguimos, no fundo, elevar Elvas a um patamar em que criou emprego e teve projeção em termos turísticos, o que veio criar condições para que aparecessem algumas unidades hoteleiras, de referência, no nosso concelho”.

Por outro lado, a questão do trânsito e dos resíduos são aspetos que o autarca gostaria que tivessem sido resolvidas “de maneira diferente. Ordenar o trânsito não é simples. Temos que ver que à medida que vamos recuperando casas no centro histórico, vamos atraindo pessoas para esta zona o que acarreta também mais trânsito automóvel. Por outro lado, faltavam fazer algumas obras em que também iriam mexer com o estacionamento. Daí que não fazia sentido pôr um regulamento a funcionar sem ter essas obras concluídas. Elas ficarão concluídas neste mandato, o quer dizer que no primeiro ano do próximo mandato teremos condições para reorganizar o estacionamento”.

De recordar que Nuno Mocinha está a concluir o seu segundo mandato como presidente na Câmara Municipal de Elvas tendo já anunciado a sua recandidatura ao terceiro e último mandato.