Medidas são “compreensíveis”, diz administrador da Nissan Boutigest de Elvas

Desde o passado dia 15 de janeiro, data em que entrou em vigor este novo confinamento geral para combater a propagação do Covid-19, que os estabelecimentos de comércio de velocípedes, veículos automóveis e motociclos se encontram encerrados.

Para José Manuel Pires, administrador da Nissan Boutigest, vivem-se “momentos difíceis no setor das vendas porque, nesta área de atividade, o cliente quer sempre ver ao vivo e experimentar a viatura antes de comprar, algo que se torna complicado com o encerramento dos stands”. Por outro lado, no que diz respeito ao serviço pós-venda, o concessionário “tem conseguido trabalhar dentro da normalidade possível. Temos algumas vezes alguns constrangimentos mas estão relacionados com atrasos na entrega de peças”.

O responsável compreende estas medidas do Governo porque “o negócio envolve a presença das pessoas no stand e, na maioria das vezes, pedem para experimentar a viatura”. De acordo com José Manuel Pires “a marcação de visitas através de canais digitais tem sido uma opção, apesar de não ser a forma mais eficiente”.

José Manuel Pires deixa uma mensagem de esperança a todos os ouvintes e clientes da Nissan Boutigest, em Elvas, Évora e Beja: “acredito que com o avançar dos dias, o plano de vacinação e a imunidade de grupo isto passe depressa e possamos retomar, dentro do possível, a normalidade nas nossas vidas”.

As marcas automóveis podem continuar a vender os seus modelos através da plataformas online e a entregar os carros aos clientes dentro das regras definidas por lei.