Mocinha prevê “tempos difíceis”

O período de confinamento, que entrou em vigor às zero horas de hoje, sexta-feira, dia 15, vem agravar bastante a situação económica das famílias e das empresas.

Há estabelecimentos que têm que fechar, outros com o seu funcionamento condicionado, o tele trabalho é obrigatório, sempre que possível, e o dever de recolhimento domiciliário é obrigatório.

O presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha (na foto), assume que “vão ser tempos difíceis para todos, desde o comércio, à hotelaria”. Mocinha prevê “um agravamento da situação económica” pedindo solidariedade entre todos e revelando a esperança de que “todos possam beneficiar quer dos apoios do Estado quer da própria autarquia”.

Mocinha adianta que “os apoios às empresas são responsabilidade do Governo”. No entanto, a câmara de Elvas também apoia, “isentando algumas taxas ou adiando alguns pagamentos”.

A Câmara Municipal de Elvas mantém os apoios às famílias e regista já um aumento do número de pedidos de apoio.