
O executivo considerou “fundamental adequar o fardamento dos profissionais operacionais ao tipo de trabalho que executam e, pela primeira vez na história do serviço público da autarquia, foi implementada esta exigência, resultado de uma preocupação em reconhecer que estes profissionais não podem e não devem utilizar roupa comum para o trabalho”, divulga a autarquia.
O trabalho na via pública, com máquinas ou que exija algum manuseamento de meios, implica uma proteção acrescida do trabalhador. São operacionais expostos ao exterior ou com algum risco e que “necessitam de proteção, de equipamento, de farda específica para o desempenho da sua função, que garantam conforto e resguardo, como é o exemplo do calçado apropriado, de fitas refletoras, de impermeáveis específicos”, segundo a Câmara do Crato.

















