Pandemia obrigou a Banda 14 de Janeiro a parar seis meses

Devido à pandemia, a Banda 14 de Janeiro, de Elvas, à semelhança das outras associações do concelho e do país, viu-se obrigada a parar, por completo, a sua atividade.

Foi no final de agosto que os elementos da banda regressaram aos ensaios, com os devidos cuidados, no Centro Artístico Elvense (“Grémio”), até porque a sede da banda se encontra em obras. De acordo com o presidente da Direção da Banda, Vicente Grenho, os músicos estiveram parados cerca de seis meses. “Vai-se fazendo agora os possíveis, dentro do melhor que se pode”, assegura.

Vicente lembra que, sobretudo durante este verão, devido à pandemia, todos os espetáculos e procissões onde habitualmente a banda participa, não foram realizados. “Perdemos os serviços todos de verão, porque vamos sempre tocar as todas as aldeias nas procissões, nas festas da nossa cidade, muita coisa que acabou por não se fazer este ano”, revela.

Apesar da falta de espetáculos e da consequente falta de verbas angariadas, Vicente Grenho garante que a Câmara Municipal de Elvas continua a ser o maior apoio financeiro da banda. “A Câmara de Elvas é quem nos subsidia, é quem nos dá os dinheiros, todos os anos. Só tenho a agradecer, porque nestas instituições, se não for apoio da Câmara, nós não conseguimos andar para a frente e, muitas das associações da cidade, fecharão as portas”, remata.