
Esta foi uma decisão muito adiada pela Confraria do Senhor Jesus da Piedade, mas a verdade é que, segundo o juiz Carlos Damião, as autoridades de saúde consideram não ser prudente a realização de um evento que move sempre multidões.
“Era de todo o interesse da Confraria que houvesse São Mateus, porque é o São Mateus que governa todas as despesas ligadas ao Santuário e ao pessoal, mas as autoridades dizem-nos que é impossível”, revela Carlos Damião.
Ainda assim, o juiz revela que, à partida, a componente religiosa do certame poderá vir a realizar-se. “Se houver autorização das autoridades diocesanas, faremos a procissão, porque é legítima, é uma devoção que existe há séculos aqui”, revela.

















