Mocinha espera que economia possa “reanimar com confiança”

Um mês depois da reabertura da fronteira do Caia, entre Elvas e Badajoz, já se começam a ver algumas mudanças no dia a dia das duas cidades raianas.

A ausência de espanhóis do lado português afetou em muito a economia elvense. A procura constante pela gastronomia, louças e atoalhados portugueses fez com que alguns empresários ansiassem por este regresso.

“A imagem de Elvas é completamente diferente daquela que se viu entre os meses de março e junho” e Nuno Mocinha, presidente da Câmara Municipal de Elvas, recorda que “nunca tinha visto a fronteira fechada”. Mocinha afirma ainda que “alguns restaurantes já reanimaram com a presença dos espanhóis. Ainda não conseguiram chegar à afluência que tinham antes da pandemia mas, aos pouco, vão conseguindo”.

O presidente considera que “a abertura das fronteiras foi muito importante” mantendo a esperança de que “a situação da pandemia se vá controlando e a economia se possa reanimar com alguma confiança”.

O sotaque espanhol já se ouve nas ruas de Elvas e os portugueses já começam a deslocar-se a Espanha, sobretudo para fazer compras.