Loja de loiças em Elvas com reduzida faturação

Fizemos reportagem nos negócios no centro histórico de Elvas, ao nível do comércio local, para auscultar o impacto da reabertura de fronteira no passado dia 1 de julho.

Os clientes espanhóis animavam a economia local, mas o panorama atual não é animador.

Deolinda Coelho, proprietária de uma loja de loiças e artigos de decoração no centro histórico de Elvas, confessa que a afluência do habitual cliente espanhol é ainda, por esta altura, “muito pouca”.

“Nota-se que há mais pessoas desde que as fronteiras abriram, mas as compras são praticamente nulas”, garante, adiantando que a atual situação nada tem a ver com o período pré-pandemia. “Eu acho que nada volta a ser o que era, pelo menos, durante quatro ou cinco anos”, acrescenta.

Na esperança de dias melhores, Deolinda recorda que cerca de 70 por cento dos seus clientes são espanhóis. Confessa ainda que, por agora, não fatura o suficiente, sequer, para pagar as despesas correntes.