
José Pedro Caldeirão (na foto), presidente da direção da CURPI, indica que contactou “a Segurança Social para saber se podiam reabrir a instituição mas foi-lhe dito que teria que aguardar por indicações. Ora, se não posso abrir a CURPI também não posso avançar com a Academia Sénior uma vez que esta funciona nas instalações da instituição”.
O responsável adianta ainda que “os alunos da Academia Sénior sentem muita falta das atividades. Muitos deles procuravam na Academia motivos para terem um dia mais feliz e era uma forma de combater o isolamento e solidão em que vivem”.
A Academia Sénior e a Curpi de Campo Maior encerram as suas portas no início de março, depois seguirem as indicações dadas pela Direção Geral de Saúde.

















